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10 de agosto de 2026
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    Evangeline Lilly diz que foi machucada de propósito durante gravações de Lost

    22 de maio de 2018 /

    Evangeline Lilly acusou o coordenador de dublês da série “Lost” de machucá-la intencionalmente durante a gravação da atração. O site Deadline registrou uma declaração da antiga intérprete de Kate durante um evento, sobre o tema da misoginia nos estúdios de Hollywood. Na ocasião, ela revelou ter ficado com os dois antebraços esfolados por conta da cena. “Havia feridas abertas, cheias de pus escorrendo. Eu parecia uma mutante. Minha mãe dizia ‘você nunca mais vai poder usar um vestido de festa de novo’”. Ela afirmou que não se tratou de um acidente, mas de negligência por parte do coordenador de dublês da produção. O homem, descrito como misógino, a teria punido por ela ter insistido em fazer a cena no lugar de uma dublê, ao contrário do que era o desejo dele. A cena em questão envolvia rolar por um galho de árvore e segurá-lo – não, havia, porém, risco de cair porque ela estava amarrada. Lilly disse que pediu para usar um tecido para proteger os braços, mas o coordenador negou, alegando que eles apareceriam na tela. Ela então repetiu a cena várias vezes com os braços desprotegidos, obrigada pelo coordenador. “Eu senti que ele estava dizendo ‘vou te colocar no meu lugar por me desafiar’. Ou eu me curvava ao poder dele, ou eu me machucava. Eu tinha 20 e poucos naquela época. Hoje, eu provavelmente voltaria atrás”, afirmou. Ao seguir carreira no cinema, ela se envolveu em muito mais cenas de ação que na época de “Lost”, mas nunca mais teve nenhum problema do gênero. Ela estará a seguir em “Homem Formiga e a Vespa”, em que interpreta a heroína Vespa, com estreia prevista para 5 de julho no Brasil.

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    Ministério Público cobra mais de R$ 2 milhões de Kleber Mendonça Filho por verba irregular

    22 de maio de 2018 /

    O Ministério Público está cobrando R$ 2,2 milhões do diretor Kleber Mendonça Filho, após detectar arrecadação irregular de um edital federal de 2009 pelo filme “O Som ao Redor” (2013). O valor deveria ter sido pagos até o dia 9 de maio, o que não ocorreu. Segundo o advogado do diretor, em manifestação ao jornal Folha de S. Paulo, a penalidade está sendo contestada, atribuindo-a a um “equívoco de interpretação”. Ele também considera a restituição pedida “uma medida desproporcional, injusta e excessiva”, dado que o objeto do edital — a realização do filme — foi cumprido. Considerado pela crítica um dos melhores longas brasileiros desta década, “O Som ao Redor” foi feito com verba pública após vencer um edital do MinC que determinava que só seriam aceitos “projetos com orçamento de, no máximo, R$ 1,3 milhão”. Entretanto, a produtora do filme enviou para a Ancine (Agência Nacional do Cinema) um orçamento de R$ 1.494.991 — 15% superior ao limite máximo e, após vencer o edital, ainda redimensionou seus custos para R$ 1.949.690. A discrepância entre o custo do filme e o limite permitido pelo edital foi detectada pela área técnica da Ancine e informada à Secretaria do Audiovisual, do MinC, em 2010. Mas a irregularidade foi ignorada e “O Som ao Redor” obteve permissão para captar R$ 1.709.978. O caso, no entanto, foi denunciado à ouvidoria do MinC e ao Ministério Público Federal por um servidor da Ancine, o que levou a uma investigação que confirmou que a obra havia recebido recursos “em desacordo com os limites previstos no edital”. Em 9 de abril passado, a empresa do diretor e de sua mulher, Emilie Lasclaux, recebeu uma notificação do MinC solicitando “a devolução do montante de R$ 2.162.052,68, referente ao recurso público utilizado na realização do filme”. O casal tinha dez dias, a partir do recebimento da penalidade, para entrar com um recurso no MinC, mas não o fez. A Secretaria do Audiovisual reconheceu em documento à Advocacia-Geral da União que o filme descumpriu o edital, mas propôs que a AGU reduzisse a punição, cobrando a devolução apenas do que foi captado além do montante permitido. A AGU não aceitou. Também foi determinado que a secretaria apure em sindicância interna por que a irregularidade foi ignorada. Mendonça Filho já foi questionado pela Secretaria do Audiovisual e defendeu-se afirmando que “o projeto não ultrapassou o valor de R$ 1,3 milhão de recursos federais” — R$ 1 milhão vindos do ministério e R$ 300 mil da Petrobras. Segundo ele, os R$ 410 mil que foram captados além do teto estabelecido no edital do MinC vieram de outro edital, do governo de Pernambuco. O cineasta também afirma que esse acúmulo de fontes foi aprovado pela Ancine. O edital do MinC, no entanto, não faz distinção entre verbas federais e de outras fontes, determinando que o custo total não poderia ultrapassar R$ 1,3 milhão. Questionado sobre como agiria após o diretor perder o prazo para ressarcir os valores que recebeu, o MinC afirmou à Folha que o caso está sendo analisado por sua consultoria jurídica, “que pode encaminhá-lo ao Tribunal de Contas da União para que sejam tomadas as providências cabíveis”.

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    Palácio de Kensington divulga fotos oficiais do casamento do príncipe Harry e Meghan Markle

    21 de maio de 2018 /

    O Palácio de Kensington divulgou as primeiras fotos oficiais da recepção do casamento do príncipe Harry e Meghan Markle. São três imagens, que mostram os noivos sozinhos, com suas famílias e com os jovens pajens e daminhas de honra do casamento. A sessão de fotos aconteceu no Castelo de Windsor, logo depois da procissão dos noivos pela cidade, e foi feita pelo fotógrafo Alexi Lubomirski, o mesmo que clicou o retrato oficial do casal quando o noivado foi anunciado. Para quem não conhece os integrantes da monarquia britânica, a segunda imagem reúne os recém-casados – e agora duque e duquesa de Sussex – com a rainha Elizabeth II, o príncipe Philip, o príncipe Charles, Camila Parker Bowles, o príncipe William, Kate Middleton, a mãe de Meghan, Doria Ragland, e os pequenos príncipes George e Charlotte, além das outras crianças que participaram da cerimônia. “Eles se sentem muito agraciados por terem podido compartilhar seu dia com todos que estavam em Windsor e também com todos aqueles que assistiram ao casamento pela televisão no Reino Unido, na Commonwealth e ao redor do mundo”, informou o Palácio de Kensington, residência oficial do casal, pelo Instagram.

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    Meghan Markle fez referências históricas com seu vestido de noiva

    20 de maio de 2018 /

    O casamento da atriz Meghan Markle com o príncipe Harry, que aconteceu no sábado (19/5) na Inglaterra, continua dando o que falar. Não mais pela festa digna de princesa, mas pelo verdadeiro manifesto fashion que representou o figurino da noiva, repleto de referências históricas. Meghan usou uma tiara de brilhantes da Rainha Mary, avó da Rainha Elizabeth II, emprestada por sua agora sogra. Mas buscou uma referência em outra monarquia para definir seu traje. O elegante vestido branco da grife Givenchy seria uma alusão histórica à primeira noiva negra de uma monarquia ocidental. Muitos repararam nas semelhanças da peça com o vestido usada por Angela de Liechtenstein em seu casamento com o príncipe Maximiliano de Liechtenstein, que aconteceu em 2000. As semelhanças incluem detalhes como o decote ombro a ombro e o fato de ser totalmente desprovido de renda. Além disso, o buquê que Meghan carregou na cerimônia trazia Não-me-esqueças, as flores favoritas da princesa Diana, a mãe de Harry, que cativou o Reino Unido ao romper com tradições. Após a cerimônia, a noiva também apareceu com uma joia do acervo pessoal de Diana: um anel azul de água-marinha. A joia foi identifica pela imprensa inglesa quando Meghan acenou ao lado de Harry, a bordo de um Jaguar, a caminho do palácio de Frogmore, para a recepção noturna do longo dia de seu casamento. Como Diana, ela também não pronunciou a palavra “obedecer” em seus votos de casamento. No cerimonial britânico, a noiva costuma prometer “love, cherish and obey” (amar, cuidar e obedecer, em português) ao marido. Meghan, no entanto, disse apenas “amar e cuidar”, perpetuando uma nova postura, deflagrada pela princesa Diana e que também foi seguida por Kate Middleton em seu casamento com o príncipe William em 2011.

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    Diretor francês Luc Besson é acusado de estupro

    20 de maio de 2018 /

    O cineasta Luc Besson está sendo investigado pela polícia na França, devido a uma acusação de estupro, feita por uma atriz de 27 anos, cujo nome não foi divulgado. A acusação e o inquérito foram revelados pela estação de rádio francesa Europe 1. “Luc Besson nega categoricamente essas acusações fantasiosas”, disse à agência de notícias AFP o advogado do diretor de 59 anos, Thierry Marembert. A pessoa que apresentou a denúncia “é alguém que ele conhece, com quem nunca teve qualquer comportamento desrespeitoso”, assegurou o advogado. A acusação não é um ajuste de contas por transgressão antiga, como a maioria dos casos trazidos à tona após a eclosão do movimento #MeToo nas redes sociais. A vítima teria sido estuprada na última quinta-feira (16/5), no Hotel Le Bristol, em Paris. A atriz contou que, durante um encontro marcado com o diretor no hotel, ele teria adicionado alguma substância desconhecida em seu chá, fazendo-a perder a consciência. Quando ela acordou, ele estava tocando seu corpo e a penetrando. Após o ocorrido, Besson teria deixado o hotel antes da atriz, que se refugiou na casa de uma amiga. O diretor ainda não foi interrogado pela polícia porque está no exterior, segundo uma fonte próxima ao caso, ouvida pela AFP. Realizador de sucessos como “Nikita” (1990), “O Quinto Elemento” (1997) e “Lucy” (2014) e proprietário da produtora EuropaCorp, responsável por franquias como “Busca Frenética” e “Carga Explosiva”, Besson é o primeiro grande nome da indústria cinematográfica francesa envolvido num escândalo sexual desde que as acusações contra o produtor Harvey Weinstein vieram à tona, desencadeando denúncias que encerraram décadas de impunidade em Hollywood. O filme mais recente do diretor, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017), foi a produção mais cara já realizada na Europa e seu fracasso deixou a EuropaCorp em situação financeira precária. Por isso, a denúncia contra Besson pode quebrar a produtora.

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    Veja as fotos do casamento real de Meghan Markle e o Príncipe Harry

    19 de maio de 2018 /

    Meghan Markle teve seu casamento de princesa, com direito a carruagem que não vira abóbora à meia-noite e num castelo de reino encantado por sua simpatia. O aguardado casamento entre a atriz americana e o Príncipe Harry do Reino Unido aconteceu neste sábado (19/5), celebrado na capela de São Jorge, dentro do castelo de Windsor, na Inglaterra. A noiva entrou na igreja em um longo assinado por Clare Waight Keller e ostentando a tiara de rainha Mary, feita em 1932 e emprestada por Elizabeth II, enquanto o jovem príncipe usou sua farda de Capitão General da Marinha Real, seguindo a tradição. Mas Meghan quebrou o protocolo ao entrar sozinha na capela – o pai não pôde viajar, após passar por uma cirurgia no coração – , sem ser “entregue” ao noivo, o que imprimiu um tom feminista na cerimônia. O casal também quebrou a tradição ao se beijar diante da capela, após a cerimônia, e no trajeto de carruagem por Windsor. Por não terem se casado em Londres, não puderam repetir o costume do beijo na sacada do Palácio de Buckingham, como aconteceu com Kate Middleton e o Príncipe William, em 2011, e Diana Spencer e o Príncipe Charles, em 1981. Além da família real britânica, estrelas do entretenimento também marcaram presença entre os convidados do matrimônio, como o ator americano George Clooney, o britânico Idris Elba, a indiana Priyanka Chopra, que é uma das melhores amigas de Meghan, a apresentadora Oprah Winfrey, a tenista Serena Williams, o cantor Elton John, que chegou a cancelar alguns shows especialmente para a ocasião, o ex-jogador David Beckham e a estilista Victoria Beckham, amigos do noivo, e alguns nomes do elenco de “Suits”, série estrelada pela noiva. Confira abaixo mais de 80 fotos do casamento da agora duquesa de Sussex, condessa de Dumbarton e baronesa Kilkeel.

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  • Etc,  Série,  TV

    Eloísa Mafalda (1924 – 2018)

    17 de maio de 2018 /

    Morreu Eloísa Mafalda, a Dona Nenê da versão original da série “A Grande Família” e atriz que marcou época na TV brasileira. Ela faleceu aos 93 anos em casa, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira (16/5) de causas naturais. A veterana atriz foi, ao longo de meio século de atividade, a grande mãe da TV brasileira, intérprete de inúmeras figuras maternas que embalaram séries e novelas da Globo. Mas Mafalda Theotto, que nasceu em 1924, em Jundiaí, interior de São Paulo, podia ter se tornada famosa por outro talento que possuía e que nada tinha a ver com interpretação. Em 1936, aos 12 anos de idade, foi convidada a integrar o time olímpico brasileiro, como atleta de natação. Porém, seu pai não deixou. Em vez disso, incentivou-a a trabalhar como costureira e auxiliar de escritório nas Emissores Associadas para ajudar nas contas da família. Assim que o irmão conseguiu emprego como locutor de rádio no Rio de Janeiro, ela aproveitou seus contatos para fazer um teste de elenco e acabou estreando nas radionovelas da Rádio Nacional. Ao se destacar com sua voz, ambicionou mais e conseguiu figurar num filme em 1950, arranjando em seguida trabalho como atriz no “Teledrama” da TV Paulista, onde ficou até a emissora ser vendida para a TV Globo. Eloísa Mafalda estrelou a primeira “novela das oito” da Globo, “O Ébrio”, em 1965. E já na época não era uma donzela, com 41 anos. Pela idade, acabou se especializando nos papéis de mãe, quase sempre da classe trabalhadora, da qual Dona Nenê é a maior representante. Isto lhe dava enorme identificação com o público alvo da emissora, as então chamadas “donas de casa”, que tinham nas telenovelas seu principal passatempo. Não por acaso, a maioria de seus personagens se chamou “dona”: dona Consolação (“O Astro”, 1977), dona Mariana (“Paraíso”, 1982), dona Pombinha (“Roque Santeiro”, 1985), dona Delfina (“Meu Bem Querer”, 1991), etc. Mas não eram mulheres fracas. E a mais forte de todas dispensava reverências simbólicas, por ser dona de si mesma: a fantástica cafetina Maria Machadão (“Gabriela”, 1975). Versátil, apesar da insistência com que foi escalada como mãezona, também interpretou papel oposto, como a beata Gioconda (“Pedra sobre Pedra, 1992). Sua última novela foi “O Beijo do Vampiro”, de 2001, onde interpretou mais uma dona de sua galeria: Dona Carmem. Os dramaturgos da emissora a amavam e gostariam que ela fosse mãe eterna de seus personagens. Mas Mafalda decidiu por conta própria se aposentar, porque já na época da última novela encontrava dificuldades para decorar os textos, lutando contra a perda de memória. Mesmo assim, acabou convencida a fazer um curta em 2010 pelo ator (e diretor da obra) Giancarlo Di Tommaso, “Obrigada!”, em que aparecia numa cadeira de rodas. Foi seu último trabalho. Ela fez poucos filmes, embora tenha começado a carreira cinematográfica em 1950, como figurante de “Somos Dois”. Outros trabalhos incluem participações nas antologias “Os Mansos” (1976) e “O Ibraim do Subúrbio” (1976), nos dramas “O Mau-Caráter” (1974), de Jece Valadão, e “Beijo 2348/72” (1990), de Walter Rogério, e na comédia infantil “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998), escrita e estrelada por Renato Aragão. Foram muitos papéis, mas ela será sempre lembrada como a Dona Nenê, personagem que virou título até de música dos Titãs. Dona Nenê foi a mãe que simbolizou as famílias brasileiras no pior momento do país, entre 1972 e 1975, fazendo de tudo para manter todos unidos contra as inúmeras adversidades, como crises financeiras e de relacionamento, num Brasil de inflação desenfreada, censura e repressão. Bem diferente do país do remake, que até chegou colorido, quando lançado em 2001.

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    Joseph Campanella (1924 – 2017)

    17 de maio de 2018 /

    Morreu o ator Joseph Campanella, que teve uma longa carreira com mais de 200 participações em filmes e séries. Ele faleceu aos 93 anos em sua casa em Sherman Oaks, Califórnia, na quarta-feira (16/5). A carreira de Campanella começou ainda nos anos 1950, numa profusão de antologias de dramatização teatral, mas foi na década seguinte que deslanchou, levando-o a acumular diversas participações nas mesmas séries como personagens diferentes – foram quatro aparições só em “O Fugitivo” em papéis variados. O primeiro destaque de sua vida profissional aconteceu na série de detetive “Mannix”, desenvolvida em 1967 por Bruce Geller, o criador de “Missão Impossível” – onde Campanella aparecera duas vezes. Ele interpretava o chefe do detetive Harry Mannix (Mike Connors), Lew Wickersham, em eterno conflito com o subordinado que insistia em desobedecer as análises computadorizadas da agência (eram os antigos cartões perfurados da IBM), preferindo resolver os casos à moda antiga, isto é, via pancadaria. Campanella foi indicado ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pela série em 1968, mas acabou dispensado pela produção na 2ª temporada, quando Harry Mannix rompeu com a agência de detetives e passou a atender clientes por conta própria, com a ajuda de uma secretária (Gail Fisher). A decepção não o impediu de ser valorizado, levando-o a monopolizar as telas. Entre 1969 e 1979, ele apareceu numa média de oito séries diferentes por ano, ao mesmo tempo em que fez diversos filmes, inclusive alguns cultuados como “Ben, o Rato Assassino (1972), “Corrida Silenciosa” (1972) e “Meteoro” (1979). Ele teve outro papel importante, ainda que recorrente, na versão original do sitcom “One Day at a Time”, dando vida a Ed Cooper, o ex-marido de Ann Romano (Bonnie Franklin) e pai das crianças da atração, entre 1976 e 1982. Mas acabou trocando as séries pelas novelas no final dos anos 1980. Sua participação em “Days of Our Lives” acabou lhe rendendo sua segunda indicação ao Emmy, em 1989. Também integrou o elenco de “The Bold and the Beautiful”, atuando por nove anos, entre 1996 e 2005, na interminável novela, até hoje em exibição nos Estados Unidos. Na produção, Campanella deu vida a Harper Deveraux, um poderoso senador que era desmascarado como um assassino diabólico conhecido como o Esfaqueador de Riverfront. O ator ainda foi dirigido pelo brasileiro Bruno Barreto no filme “Assassinato Sob Duas Bandeiras” (1990), viveu um dos juízes recorrentes da série jurídica “The Practice” e dublou o Dr. Connors/Lagarto no desenho do “Homem-Aranha” durante os anos 1990. Ele só se aposentou ao atingir os 83 anos de idade, após mais de 50 anos de atividade como ator. Sua última aparição na TV foi num episódio da série “CSI” em 2008. Joseph Campanella era casado há 53 anos com Jill Campanella, sua primeira paixão, com quem teve sete filhos.

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    Astros de cinema posam sem roupas em meio a peixes para apoiar campanha ecológica

    16 de maio de 2018 /

    Pode não parecer, mas o intérprete de Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita” e Cable em “Deadpool 2” não quer realmente destruir o mundo. Ao contrário, Josh Brolin é o mais recente ator a tirar a roupa para tentar salvar o planeta. Ele posou completamente nu, abraçado num peixão, para a campanha britânica “FishLove”, que tem como objetivo conscientizar sobre os danos marinhos causado por pescas predatórias. Brolin se juntou a uma verdadeira constelação estelar de todas as idades que abraçaram – sem roupas – a causa da preservação marinha. Já posaram para a campanha estrelas como Judy Dench (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Gillian Anderson (série “Arquivo X”), Emilia Fox (série “Silent Witness”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 2”), Mark Rylance (“Dunkirk”), Jessie Buckley (série “Taboo”), Imelda Stauton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Julie Christie (“Sem Proteção”), Fiona Shaw (série “True Blood”), Hugh Bonneville (“Paddington”), Olivia Williams (série “Counterpart”), Arthur Darvill (série “Legends of Tomorrow”), Melanie Laurent (“Truque de Mestre”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Richard E. Grant (“Dupla Explosiva”), Dakota Blue Richards (série “Skins”), Sean Pertwee (série “Gotham”), Helena Bonham-Carter (“Alice Através do Espelho”) e o diretor Terry Gilliam (“Os 12 Macacos”), entre muitos outros. Bem-sucedida, a campanha já persuadiu o governo do Reino Unido a criar a maior rede de proteção de áreas marinhas do mundo. Veja abaixo 20 imagens da “FishLove”.

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    Tom Wolfe (1931 – 2018)

    15 de maio de 2018 /

    Morreu o escritor Tom Wolfe, que misturou jornalismo e literatura para criar, nos anos 1960, o híbrido cultural que ficou conhecido como “New Journalism”. Ele faleceu na segunda (14/5), aos 88 anos em Nova York, após ser hospitalizado com uma infecção. Além de autor premiado de best-sellers, que retratou desde astronautas e hippies a magnatas de Wall Street, Wolfe também ajudou a materializar alguns filmes famosos. O cinema se interessou pela prosa do escritor ainda nos anos 1970, quando artigos que ele escreveu sobre as corridas de stock car da NASCAR foram adaptados no filme “O Importante É Vencer” (1973), dirigido por Lamont Johnson e estrelado por Jeff Bridges. Muito mais bem-sucedido foi “Os Eleitos” (1983), em que Philip Kaufman levou às telas a extensa cobertura realizada por Wolfe sobre o início do programa espacial americano e de seus primeiros astronautas. O próprio Wolfe colaborou como consultor do roteiro de Kaufman. Belíssimo, o filme conquistou quatro Oscars, três deles técnicos e outro pela trilha de Bill Conti, mas merecia muito mais, num ano em que a Academia preferiu o convencional “Laços de Ternura”. Por conta disso, a expectativa em relação à adaptação de “A Fogueira das Vaidades” (1990), com direção de Brian De Palma, o mais famoso diretor a abordar o universo narrativo de Wolfe, foi às alturas. De Palma vinha do sucesso de “Os Intocáveis” (1987) e levaria para as telas a primeira ficção de Wolfe – e maior êxito comercial do escritor. Mas a história ácida do yuppie de Wall Street, que sai na rua errada e acaba atropelando e matando um jovem negro, foi tratada de forma convencional e – apesar de trazer Tom Hanks no papel principal – apresentada com personagens totalmente antipáticos, que não engajaram o público. O filme foi queimado pela crítica e acabou fracassando nas bilheterias. Tom Wolfe nunca mais voltou ao cinema, embora o site IMDb insista que ele escreveu o besteirol de época “Os Quase Heróis” (1998), que tem apenas 8% de aprovação. Trata-se de um homônimo. Mas ele fez algo melhor e mais divertido: duas aparições memoráveis na série animada de “Os Simpsons”. Numa delas, exibida em 2000, Homer cometia a heresia de derrubar chocolate sobre o imaculado terno branco que era marca registrada do escritor. Rápido diante do desastre, Wolfe simplesmente rasgava o terno sujo para revelar outro idêntico sob a roupa. Icônico.

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    Margot Kidder (1948–2018)

    14 de maio de 2018 /

    Morreu a atriz canadense Margot Kidder, que ficou conhecida por interpretar Lois Lane em quatro filmes do “Superman”. Ela faleceu em sua casa no estado americano de Montana, aos 69 anos, de causas não divulgadas. Kidder começou a carreira no final dos anos 1960, fazendo diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. O diretor Richard Donner contou ter percebido que tinha achado sua Lois Lane no momento em que Kidder entrou no teste para o papel. A primeira coisa que ela fez ao chegar foi tropeçar na entrada. “E eu simplesmente me apaixonei. Vi que ela era perfeita, com seu comportamento atrapalhado”, revelou o cineasta, em entrevista à revista The Hollywood Reporter em 2016. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017. Margot Kidder foi casada três vezes, todas com integrantes da indústria cinematográfica – o roteirista Thomas McGuane (“Duelo de Gigantes”), com quem teve uma filha, o diretor Philippe de Broca (de “Cartouche”, falecido em 2004) e o também ator John Heard (de “A Marca da Pantera”, falecido em 2017). A DC Comics, editora dos quadrinhos de Superman, prestou-lhe uma última homenagem nas redes sociais, agradecendo a atriz “por ser a Lois Lane com quem tantos de nós crescemos”. Thank you for being the Lois Lane so many of us grew up with. RIP, Margot Kidder. pic.twitter.com/IhY73TB52P — DC (@DCComics) May 14, 2018

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    Cláudia Celeste (1952 – 2018)

    14 de maio de 2018 /

    A atriz Cláudia Celeste, primeira travesti a atuar em novelas brasileiras, morreu na madrugada de domingo (13/5), aos 66 anos, no Rio de Janeiro. Segundo informações das redes sociais, a atriz estava com pneumonia e o quadro se agravou. Carioca de Irajá, Cláudia começou a carreira como dançarina Go Go-Girl do Beco das Garrafas, após trabalhar como cabeleireira em Copacabana. Mas não demorou a teatralizar sua vida, após se destacar num concurso de danças como “A Lebre Misteriosa do Imperial”, nome que fazia referência a seu padrinho artístico, Carlos Imperial. Foi o produtor artístico quem também a batizou de Cláudia Celeste. Sua estreia nos palcos aconteceu na montagem histórica de “O Mundo É das Bonecas”, em 1973, no lendário Teatro Rival, na Cinelândia. Realizado por Américo Leal (avô da atriz Leadra Leal), foi o primeiro show de travestis a obter uma licença do governo, depois da ditadura militar proibir este tipo de produção. A projeção a levou a ser eleita Miss Brasil Trans e a chamar atenção de produtores de cinema e TV. Ela acabou estreando nas telas na comédia “Motel” (1974), três anos antes de o diretor Daniel Filho resolver incorporar um espetáculo do Rival – “Transetê no Fuetê” – na trama da novela “Espelho Mágico” (1977), da TV Globo. A atriz chegou a contracenar com a mocinha Sonia Braga. Mas sua participação na novela acabou cortada depois que a imprensa celebrou – ou denunciou – a primeira travesti na TV. “Antes, ninguém sabia que eu era travesti, nem Daniel Filho. Ninguém nunca me perguntou! E, como ficou muito ti-ti-ti, tiraram os capítulos que eu já tinha feito”, contou a atriz em entrevista à revista Geni, em 2013. Mas Cláudia foi recompensada e manteve seu pioneirismo, 14 anos depois. Em 1988, ela se tornou a primeira travesti a integrar o elenco de uma novela do início ao fim. Foi em “Olho por Olho”, na extinta TV Manchete, no qual interpretou a travesti Dinorá, apaixonada por Mário Gomes. Ela também participou de dois filmes nos anos 1980: o drama criminal “Beijo na Boca” (1982), também estrelado por Mário Gomes, e o inacreditável trash futurista “Punks – Os Filhos da Noite” (1982), com Lady Francisco. Na época desse filme, até chegou a ensaiar uma carreira como cantora de rock, formando a banda Coisa que Incomoda. Em 2016, a atriz foi a grande homenageada na primeira edição do Festival TransArte, evento que trata de identidade de gênero e sexualidade.

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    Roberto Farias (1932 – 2018)

    14 de maio de 2018 /

    O diretor Roberto Farias, um dos nomes mais importantes do cinema nacional, morreu na madrugada desta segunda-feira (14/5), aos 86 anos. A casa da morte não foi divulgada, mas ele faleceu em casa, após relatos de saúde fragilizada. Irmão do ator Reginaldo Faria, com quem trabalhou em seus principais filmes, Roberto iniciou a carreira na época das chanchadas, como assistente de direção de Watson Macedo (“Aviso aos Navegantes”), na Atlântida. Entre seus primeiros filmes como diretor estavam comédias da época, como “Rico Ri à Toa” (1957), estrelada por Zé Trindade, e “Um Candango na Belacap” (1961), com a dupla Ankito e Grande Otelo. Mas os destaques de sua carreira foram obras dramáticas, incluindo um clássico da filmografia nacional, “Assalto ao Trem Pagador” (1962), thriller que viabilizou o gênero policial no Brasil. O próprio Farias tinha feito uma incursão anterior ao gênero, “Cidade Ameaçada” (1960), sobre um perigoso criminoso de São Paulo, vivido por Jardel Filho, que chegou a participar da disputa da Palma de Ouro do Festival de Cannes. Mas “Assalto ao Trem Pagador” foi o longa que acabou com a romantização do “bandido do bem” no Brasil, um inspiração dos filmes dos foras-da-lei de Hollywood. “Assalto ao Trem Pagador” também marcou época ao deixar os cenários dos estúdios e invadir as ruas e favelas, dando mais realismo às cenas de ação. Por isso, é considerado o grande precursor dos filmes de crime no país, tendo influenciado de “Cidade de Deus” a “Tropa de Elite”. Farias ainda foi responsável pela invenção do cinema pop nacional, ao levar Roberto Carlos e a Jovem Guarda para as telas. O diretor assinou a trilogia “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura” (1969), “Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa” (1970) e “Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora” (1971), inspirados nos filmes dos Beatles – “Os Reis do Iê-Iê-Iê” e “Help” – e também incluiu participações de Erasmo Carlos e Wanderléa. Para completar, antecipou-se à abertura política com o primeiro filme de denúncia da prática de tortura da ditadura militar e o uso político da Copa do Mundo de 1970 para alienar os brasileiros, no impactante drama “Pra Frente, Brasil” (1982). Além de vencer o Festival de Gramado, o filme foi premiado em Berlim. Mas ele não foi só um grande diretor. Sua importância para a cultura brasileira também inclui o período em que presidiu a Embrafilme, entre 1974 e 1978, estimulando a produção daquela que é considerada a fase áurea do cinema nacional. Ele conseguiu convencer a ditadura que investir na produção de filmes brasileiros era uma forma de fortalecer a identidade nacional diante da influência americana, que dominava a cultura da época. E o resultado foi a liberação de uma verba jamais vista para a produção de filmes no país, elevando a participação dos filmes nacionais a 33% do total do parque exibidor, culminando no surgimento dos primeiros blockbusters brasileiros – como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Xica da Silva” (1976) e “A Dama da Lotação” (1978). Isto, claro, não o transformou num aliado da “direita”, como demonstrou o tapa na cara de “Pra Frente, Brasil”. Ele também assumiu a produção de um punhado de clássicos, cujos temas polêmicos não chegariam às telas sem seu empenho pessoal, entre eles “Azyllo Muito Louco” (1970), de Nelson Pereira dos Santos, “Toda Nudez Será Castigada” (1973), de Arnaldo Jabor, “A Rainha Diaba” (1974), de Antonio Carlos da Fontoura, e “Mar de Rosas” (1978), de Ana Carolina. Entretanto, “Pra Frente, Brasil” custou caro a Farias. Embora premiado, foi considerado “capaz de provocar incitamento contra o regime vigente, a ordem pública, as autoridades e seus agentes” e acabou vetado para exibição pública. Além disso, o fato de ter sido produzido com dinheiro público causou a demissão do sucessor de Farias na Embrafilme. Além disso, os militares exigiram o ressarcimento da verba da produção. Além de enfrentar dificuldades para realizar seu lançamento comercial, o diretor perdeu apoio da Embrafilme para novos projetos. Endividou-se e sua carreira sofreu, ainda que o filme tenha finalmente vindo à público um ano depois, após as eleições em que os candidatos do governo foram derrotados. Apaixonado por Fórmula 1, Farias ainda fez um documentário sobre Emerson Fittipaldi, “O Fabuloso Fittipaldi” (1973), e um vídeo sobre Ayrton Senna, “Acelere Ayrton” (1986). Mas só comandou mais um longa de ficção em toda a vida, “Os Trapalhões no Auto da Compadecida” (1987). Os anos seguintes foram dedicados à TV, principalmente à séries da TV Globo, como “As Noivas de Copacabana” (1982), “Contos de Verão” (1993), “Memorial de Maria Moura” (1994), “Decadência” (1995), “Sob Nova Direção” (2004-2007) e “Faça Sua História” (2008), seu último trabalho como diretor, realizado há uma década. Mas ele não se afastou completamente do cinema, tendo fundado a Academia Brasileira de Cinema (ABC), entidade que dirigiu nos últimos 11 anos, com a proposta de lançar um equivalente nacional à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar. A ABC criou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que anualmente premia os melhores do cinema nacional. E em 2018 assumiu a função de selecionar o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira.

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