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    Peggy Lipton (1946 – 2019)

    12 de maio de 2019 /

    Atriz Peggy Lipton, que estrelou as séries clássicas “Mod Squad” e “Twin Peaks”, morreu de câncer no sábado (11/5), em sua casa, aos 72 anos. “Ela fez sua jornada pacificamente com suas filhas e sobrinhas a seu lado”, disseram as filhas, a modelo Kakida e a também atriz Rashida Jones em comunicado. Uma das atrizes mais belas da televisão, Peggy Lipton começou a carreira como modelo. Ela resolveu tentar a atuação em 1965 com uma aparição em “A Feiticeira”. Mas apesar da beleza e esforço, só conseguiu pequenas participações antes de emplacar seu primeiro papel fixo em 1968. E que papel! Peggy foi escalada como a principal personagem feminina de “Mod Squad”, a hippie Julie Barnes. A série marcou época por trazer temas da juventude contemporânea para as tramas policiais. Os episódios acompanhavam três jovens rebeldes – “um branco, um negro e uma loira” – , que, após fazer um acordo com a polícia para evitar a prisão, viram informantes e passam a se infiltrar em escolas e movimentos sociais. “Mod Squad” foi a primeira abordagem televisiva da contracultura – um ano antes do filme “Easy Rider” – e apesar de defender “o Sistema”, tinha como regra nunca mostrar nenhum adolescente ser preso. Os vilões eram os adultos que se aproveitam dos jovens. E graças à temática, acabou sendo também pioneira na dramatização de problemas sociais como aborto, violência doméstica, abuso infantil, analfabetismo, manifestações estudantis, imigração ilegal, brutalidade policial, racismo, traumas psicológicos de guerra, tráfico e consumo de drogas. O produtor era ninguém menos que Aaron Spelling, o mesmo de “Barrados no Baile”. O sucesso foi tanto que, durante as cinco temporadas da série, entre 1968 e 1973, Peggy Lipton virou uma das estrelas mais populares da TV. Ela chegou a lançar discos como cantora e até namorou Elvis Presley. E também foi reconhecida por seu desempenho, indicada a quatro prêmios Emmy. Acabou vencendo um Globo de Ouro de Melhor Atriz Dramática em 1971. Em 1974, após o fim da produção, a atriz se casou com o jazzista Quincy Jones, um casamento interracial que chegou a causar controvérsia na época. Ela teve suas filhas logo em seguida, o que acabou interrompendo sua carreira. Só voltou a atuar num telefilme de reunião de “Mod Squad” em 1979, exceção durante sua pausa prolongada, que se estendeu por quase duas décadas. A segunda fase da sua carreira começou apenas durante seu processo de divórcio, quando ela decidiu retornar à TV, entrando no elenco de outra série que se tornou parte da História da TV: “Twin Peaks”, em 1989. Seu papel era Norma Jennings, dona da lanchonete Double R Diner, um dos principais cenários da produção. Ela ainda repetiu essa interpretação no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e no recente revival da série, “Twin Peaks: O Retorno”, lançado em 2017. Novamente em evidência, desta vez Peggy deu sequência à carreira, aparecendo em filmes como “O Mensageiro” (1997), “Quando em Roma” (2010) e “Quatro Vidas de um Cachorro” (2017). Atuou ainda em séries tão diferentes quanto “Popular” (quatro episódios em 2000), “Alias” (três episódios em 2004), “Psych” (um episódio temático dos anos 1960, em 2014), “Claws” (como ela mesma em 2017), além de “Angie Tribeca”, em que contracenou com sua filha Rashida Jones na pele de Peggy Tribeca, justamente a mãe da personagem-título (Rashina), em dois episódios de 2016 e 2017.

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    Allene Roberts (1928 – 2019)

    12 de maio de 2019 /

    A atriz Allene Roberts, que se destacou em clássicos do cinema noir, morreu na quinta-feira (9/5) em Huntsville, Alabama, aos 90 anos de idade. Roberts nasceu em 1 de setembro de 1928, em um subúrbio de Birmingham, Alabama. Sua mãe era dona de casa e seu pai era um eletricista que morreu de um ataque cardíaco quando ela era jovem. Sua carreira de atriz começou após uma foto enviada por sua tia derrotar cerca de 85 mil competidores num concurso para eleger “A Criança mais Charmosa da América”. Entre os prêmios, estava um teste de tela na Warner Bros. Ela não foi aprovada. Mesmo assim, ficou na Califórnia, aos 15 anos, matriculando-se numa escola de teatro por dois anos, enquanto trabalhava como recepcionista e sua mãe costurava figurinos na Fox. Numa visita ao local de trabalho da mãe, chamou atenção do produtor Sol Lesser, que levou a jovem e sua mãe para almoçar. Do encontro, saiu seu primeiro papel. E não foi pequeno. Aos 17 anos, ela viveu a filha adotiva de Edward G. Robinson no clássico “A Casa Vermelha” (1947), de Delmer Daves, um suspense noir. Sua personagem era responsável por conduzir a trama, por meio da descoberta de uma casa abandonada, misteriosa e sinistra, relacionada a seu passado. O papel lhe deu fama instantânea e lhe rendeu convites para estrelar outros filmes noir, como “O Signo de Aries” (1948), de John Sturges, e “O Crime não Compensa” (1949), do mestre Nicholas Ray, em que foi selecionada pessoalmente pelo astro Humphrey Bogart, que além de estrelar produziu o longa. Essa fase noir se completa com “Rastro Sangrento” (1950), de Rudolph Maté, em que ela viveu a filha sequestrada de um empresário, e o “Degenerado” (1952). Ela também se destacou no drama “Michael O’Halloran” (1948), de John Rawlins, como uma deficiente apaixonada por um jovem jornaleiro, meteu-se na selva de biquíni com “Bomba e a Pantera Negra” (1949) e virou filha de Randolph Scott no western “Santa Fé” (1951). Mas, ao atingir 24 anos, deixou de ser chamada para bons papéis, iniciando então sua carreira televisiva, que foi igualmente curta. Ela apareceu em diversas séries entre 1952 e 1957, entre elas as clássicas “Dragnet” (em seis episódios) e “As Aventuras de Superman” (três episódios). Sua carreira durou exatamente dez anos. Mas poderia ter outro rumo, caso ela não recusasse vários papéis que considerava imorais – como a solteira grávida de “Not Wanted” (1949), dirigido pela atriz Ida Lupino. Bastante religiosa, a atriz doava 10% de seus ganhos para a igreja batista de sua cidade natal e, ao conhecer o farmacêutico Robert Cochran, abandonou Hollywood para se casar e ter filhos. Ela ficou casada até a morte do marido em 1989. Teve quatro filhos, oito netos e cinco bisnetos.

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    Alvin Sargent (1927 – 2019)

    11 de maio de 2019 /

    Morreu o roteirista Alvin Sargent, que escreveu três filmes do “Homem-Aranha” e venceu dois Oscars por “Julia” (1977) e “Gente como a Gente” (1980). Ele faleceu na quinta-feira (9/5), de causas naturais em sua casa em Seattle, nos Estados Unidos. Ao todo, Sargent assinou mais de duas dúzias de roteiros de longa-metragens desde a década de 1960. Seus créditos também incluem “Lua de Papel” (1973), pelo qual foi indicado ao Oscar. Ele começou sua carreira como vendedor de anúncios da revista Variety nos anos 1950 e sonhava em virar ator. Sua estreia no cinema foi como figurante no clássico “A um Passo da Eternidade” (1954), de Fred Zinnemann. E, por coincidência, Zinnemann também dirigiu “Julia”, que Sargent foi escrever mais de duas décadas depois. A dificuldade para encontrar novos papéis – e vender anúncios – fez com que transformasse um passatempo em carreira. Ele costumava escrever histórias para si mesmo. Um dia, seu agente pegou uma delas e mostrou para produtores de TV. E assim Sargent foi convidado a escrever episódios de séries dramáticas. Ele assinou, entre outras, “Ben Casey”, “Rota 66”, “As Enfermeiras” e “The Alfred Hitchcock Hour” . Seu primeiro roteiro para o cinema foi a comédia de assalto “Como Possuir Lissu” (1966), com Shirley MacLaine e Michael Caine, que fez grande sucesso e chamou atenção de vários cineastas. Isso rendeu novos trabalhos, em que precisou mostrar versatilidade para abordar diferentes gêneros, como o western “A Noite da Emboscada” (1968), a cultuada comédia romântica “Os Anos Verdes” (1969), estrelada pela jovem Liza Minnelli, e o violento policial “O Pecado de um Xerife” (1970). Seus roteiros estavam sendo filmados por jovens diretores em transição para o patamar de mestres – como Robert Mulligan, Alan J. Pakula e John Frankenheimer. E isto atraiu o astro Paul Newman, que chamou o roteirista para escrever “O Preço da Solidão” (1972), adaptação de um peça premiada de Paul Zindel, que o próprio ator dirigiu. A consagração veio logo em seguida, com três indicações à premiação da Academia, rendendo-lhe troféus em duas oportunidades. “Lua de Papel” acabou transformando Tatum O’Neal na mais jovem vencedora do Oscar, aos 10 anos de idade. Mas foram “Julia”, baseada na vida da escritora Lillian Hellman e sua luta contra o Holocausto, e principalmente “Gente como a Gente”, retrato dramático do impacto da morte de um jovem sobre sua família, que lhe deram status de gênio. Assim como fez seu amigo Paul Newman, Robert Redford requisitou o talento de Sargent para escrever a história que marcaria sua estreia no cinema. E “Gente como a Gente”, estrelado por Mary Tyler Moore e Timothy Hutton, venceu, além de Melhor Roteiro, os Oscars de Melhor Direção para o estreante Redford e até o troféu de Melhor Filme do ano. Entre as muitas pessoas influenciadas por aquela obra, o cineasta JJ Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) frequentemente cita “Gente como a Gente” como inspiração para “Uma Segunda Chance” (1991), o roteiro que deslanchou a sua carreira (quando ele era Jeffrey Abrams). Sargent ainda incluiu “O Cavaleiro Elétrico” (1979), estrelado por Redford, entre esses filmes. E o sucesso dessas produções o tornou um dos roteiristas mais requisitados do período. Especializou-se em dramas e comédias de prestígio de grandes estúdios. “Querem me Enlouquecer” (1987), com Barbra Streisand, “Loucos de Paixão” (1990), com Susan Sarandon, “Nosso Querido Bob” (1991), com Bill Murray, e “Herói por Acidente” (1992), com Dustin Hoffman, fizeram bastante sucesso comercial. Mas nada em sua carreira foi comparável à bilheteria dos dois filmes do “Homem-Aranha” que ele escreveu para o diretor Sam Raimi. O roteirista assinou “Homem-Aranha 2” (2004) e “3” (2007), quando a franquia era estrelada por Tobey Maguire e Kirsten Dunst, e também “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), de Marc Webb, protagonizado por Andrew Garfield e Emma Stone. Ele tinha 85 anos quando entregou “O Espetacular Homem-Aranha”, seu último trabalho. A aposentadoria não foi consequência da idade, mas da morte de sua grande parceira. Por 25 anos, Sargent teve a seu lado a produtora e escritora Laura Ziskin, com quem escreveu alguns de seus sucessos. Eles se casaram em 2010, um ano antes de Ziskin perder sua batalha contra o câncer de mama. E Sargent perdeu a vontade de continuar escrevendo.

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    Ator de Power Rangers é encontrado morto em sua casa

    11 de maio de 2019 /

    O ator Pua Magasiva, que interpretou o Ranger Vermelho da série “Power Rangers: Tempestade Ninja” (2003), foi encontrado morto na manhã de sexta (10/5) em sua casa, em Wellington, capital da Nova Zelândia. Ele tinha 38 anos e nasceu na Samoa, mas mudou de país aos dois anos. A polícia local informou ter sido chamada por um caso de “morte súbita”. Nenhuma “circunstância suspeita” foi encontrada no local, que está sob investigação. O ator brasileiro Glenn McMillan, o Ranger Amarelo de “Tempestade Ninja”, lamentou a morte do ex-colega e compartilhou fotos dos bastidores de gravação com Pua Magasiva. “Meu coração sofre por nosso amado Pua. Sempre divertido, cheio de energia, animava todos que estavam ao seu redor. Eu sempre me lembrarei de você desse jeito. Descanse, irmão”, escreveu o ator. Jason David Frank, um dos mais famosos atores de “Power Rangers” (interpretou Tommy, o Ranger Verde, na 1ª temporada), recebeu com tristeza a notícia da morte de Pua Magasiva. Ele postou uma foto com o ex-colega durante as gravações de “Dino Trovão”, da qual os dois participaram. “Tive o prazer de trabalhar com Pua Magasiva em ‘Dino Trovão’. Ele era um cara tão legal. A vida é curta, pessoal. Meu coração está com a família dele. Você sempre terá o poder. Uma vez Ranger, sempre Ranger”, falou o ator. Além de participar da franquia “Power Rangers”, Magasiva também integrou o elenco da novela neozelandesa “Shortland Street”, que publicou em seu perfil oficial no Instagram uma mensagem de despedida para a família e os fãs do ator. “Estamos absolutamente desolados pelas notícias a respeito de Pua Magasiva. Ele era um dos membros mais queridos da família South Pacific Pictures durante anos. Nossos corações e pensamentos estão com a família de Pua neste momento”, diz a mensagem. Segundo a imprensa local, o irmão do ator, Robbie, viajou até a Nova Zelândia para ficar com outros membros da família e com a viúva de Magasiva, Lizz Sadler, com quem ele estava casada desde abril de 2018. Os dois têm duas filhas de relacionamentos anteriores.

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    Anne Hathaway se emociona ao receber estrela na Calçada da Fama de Hollywood

    10 de maio de 2019 /

    A atriz vencedora do Oscar Anne Hathaway (por “Os Miseráveis”) recebeu na quinta (9/5) uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood – na frente do Teatro Chinês, na área turística de Los Angeles. “Estou muito comovida”, disse Hathaway no evento, em que não conteve a emoção e chegou a chorar. Ela agradeceu aos “fãs que me acompanharam e me deram seu tempo, e as pessoas que estão na minha vida há décadas”. A homenagem à Hathaway aconteceu um dia antes da estreia de seu novo filme, “As Trapaceiras”, nos Estados Unidos. E representa um alívio para a atriz, já que a comédia foi destroçada pela crítica – está com impressionantes 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Sua coprotagonista, a atriz australiana Rebel Wilson, também compareceu à cerimônia, assim como sus pais, Kate McCauley e Richard Hathaway, e o marido Adam Shulman. Eles podem ser vistos nas fotos abaixo. “As Trapaceiras” deve se tornar o segundo fracasso consecutivo de Hathaway em 2019, após o neo-noir “Calmaria” ir à pique. Ela ainda tem mais dois filmes previstos para este ano, ambos sem data de estreia. Um deles é um drama sem título de Todd Haynes (“Carol”), que lembra a trama jurídica de “Erin Brockovich” (2000), enquanto “The Last Thing He Wanted” reúne a atriz com Ben Affeck (“Liga da Justiça”) numa história de tráfico de armas, com direção de Dee Rees (“Mudbound”).

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    Neymar leva susto ao receber visita de Will Smith em Paris

    9 de maio de 2019 /

    Will Smith postou em suas redes sociais um vídeo e uma foto de seu encontro-surpresa com Neymar. O ator estava em Paris para première mundial de “Aladdin”, em que interpreta o Gênio da Lâmpada, e aproveitou para visitar o jogador do PSG (Paris Saint Germain). O vídeo mostra que Neymar está distraído, falando ao telefone, quando vê o ator entrando na sala e leva um susto. Will ri bastante da surpresa do jogador. Neymar também publicou a mesma imagem e vídeo em sua conta, escrevendo: “Aí você tá de boa no telefone e chega o seu ídolo. Isso que é uma bela de uma surpresa”. Ele também acrescentou elogios ao astro de Hollywood. “Um dos melhores dias da minha vida. Um prazer te conhecer, Will Smith, você é o melhor”, escreveu o jogador. O novo filme do ator, “Aladdin”, estreia em 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. Repost @neymarjr ・・・ One of the Best days of my life !!! Nice to see u ma man @willsmith u are the best ❤️ #aladdin Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 8 de Mai, 2019 às 8:55 PDT

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    Produtor de Velozes e Furiosos é demitido pela Universal

    9 de maio de 2019 /

    A Universal Studios demitiu o poderoso produtor Neal Moritz da franquia “Velozes & Furiosos”, após desavenças contratuais com o derivado “Hobbs & Shaw”, estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham. O produtor, que lançou a saga e todos os filmes desde 2001, brigou com o estúdio pelo direito de desenvolver sequências e reboots, após ficar de fora do spin-off que estreia em agosto deste ano. Afastado pouco antes das filmagens de “Hobbs & Shaw” começarem, ele abriu um processo contra a Universal, especificando ter feito um acordo verbal com Jimmy Horowitz, presidente do estúdio. Após citar o chefão da Universal, o produtor foi demitido. Moritz não estará mais envolvido em qualquer filme futuro de “Velozes e Furiosos”, incluindo o capítulo atualmente em desenvolvimento na franquia liderada por Vin Diesel, que estreia em 2020. O problema é que o contrato do produtor prevê que ele tem direito a receber pelos filmes, mesmo que não participe ativamente de suas produções. E há multas que a Universal terá que pagar. Além disso, Moritz vai buscar indenização por acredita que sua reputação foi danificada. Sua fama de “intratável” foi usada como desculpa da Universal para o rompimento. O caso vai parar na justiça. A franquia “Velozes e Furiosos” já rendeu mais de US$ 5 bilhões em todo o mundo e é a mais lucrativa da Universal.

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    Game of Thrones rendeu bilhões em propaganda gratuita ao Starbucks

    8 de maio de 2019 /

    O copo de café que apareceu em uma cena de “Game of Thrones” rendeu US$ 2,3 bilhões em propaganda gratuita para a rede Starbucks, mencionada várias vezes em piadas e brincadeiras durante a repercussão do caso. A estimativa bilionária foi feita por Stacy Jones, CEO da empresa de marketing Hollywood Branded. Em entrevista ao site CNBC, ela citou os resultados apurados pelo serviço Critical Mention, que registrou mais de 10 mil menções ao Starbucks e a “Game of Thrones” ao redor do mundo. “Essa é uma oportunidade única para o Starbucks”, disse ela. “Mas isso é só a ponta do iceberg, porque o boca a boca não está sendo monitorado”. Paralelamente, a plataforma Talkwater registrou mais de 193 mil menções às palavras Starbucks e “Game of Thrones” (ou variações) em redes sociais, sites de notícia, blogs e fóruns. O copo de café em questão foi visto no episódio “The Last of the Starks”, exibido no último domingo (5/5), em uma cena na qual Daenerys observa Jon Snow de longe, no salão de Winterfell. O objeto não voador identificado foi alvo de piadas em todos os “late shows” americanos. E, como se não bastasse, o ator Liam Cunningham, intérprete de Davos Seaworth em “Game of Thrones”, levou um copo equivalente de presente para o apresentador Conan O’Brian ao ser entrevistado na noite de terça (7/8). A HBO, porém, já apagou o copo do episódio, disponibilizando uma versão descafeinada em sua plataforma de streaming HBO Go.

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    Príncipe Harry e Meghan Markle revelam nome e apresentam seu primeiro filho

    8 de maio de 2019 /

    O primeiro filho do príncipe Harry e da ex-atriz Meghan Markle, que nasceu na última segunda-feira (6/5), teve seu nome revelado na tarde desta quarta-feira (8/5). Ele foi batizado de Archie Harrison Mountbatten-Windsor. A novidade foi anunciada na conta oficial do Instagram dos duques de Sussex, que compartilharam uma foto do bebê sendo apresentado à bisa, a rainha, no Castelo de Windsor. Na imagem, o menino aparece ao lado dos pais, do príncipe Philip e da avó materna, Doria RaGland. “O Duque e a Duquesa de Sussex têm o prazer de anunciar que batizaram seu primeiro filho: Archie Harrison Mountbatten-Windsor. Nesta tarde, Sua Alteza Real apresentou Sua Majestade, a Rainha, ao seu oitavo bisneto no Castelo de Windsor. O duque de Edimburgo e a mãe da duquesa também estiveram presentes para a ocasião especial”, escreveram, na publicação, que também foi repetida (em versão colorida) no Instagram da Família Real. Diferente de William e Kate, Harry e Meghan tiveram mais liberdade para escolher o nome do bebê, já que ele dificilmente reinará um dia. Na etimologia, segundo a plataforma Name Berry, Archie é o diminutivo de Archbald e significa “verdadeiro, corajoso e valioso”. Harrison, por sua vez, significa “o filho de Harry”. De acordo com o site Geneanet, a maior concentração de pessoas com este nome está nos Estados Unidos: por lá, há pouco mais de 13 mil Archies. No Reino Unido, cerca de 800. Na TV, apenas um, na série “Riverdale”. Após apresentar o bisneto à rainha, Harry e Meghan apareceram com Archie Harrison em público pela primeira vez, de touquinha, enrolado em uma manta branca e carregado pelo pai – detalhe que não passou despercebido. Os três filhos de Kate e William, quando foram apresentados ao povo britânico, surgiram sempre no colo da mãe, na porta da maternidade, horas depois do nascimento. O mesmo aconteceu após os dois partos de Diana, em que a mãe se encarregou de mostrar o filho com salto alto e maquiagem, como se recém-saída de um salão de beleza. O fato de Harry segurar a criança, demonstrando que pai também tem que participar, nem foi a primeira quebra de protocolo dos duques de Sussex em relação ao nascimento. No oitavo mês de gestação, o casal disse à imprensa que não faria as tradicionais fotos na saída do hospital – ou da casa, já que Meghan dava sinais de que o parto poderia ser domiciliar. A decisão foi anunciada semanas depois que a CEO da Fridababy Chelsea Hirschhorn publicou no “The New York Times” uma carta aberta pedindo que ex-atriz “tomasse seu próprio tempo” e não transmitisse uma imagem pós-parto irreal às outras mães. Como Diana, por exemplo. Visualizar esta foto no Instagram. The Duke and Duchess of Sussex are pleased to announce they have named their first born child: Archie Harrison Mountbatten-Windsor This afternoon Their Royal Highnesses introduced Her Majesty The Queen to her eighth great-grandchild at Windsor Castle. The Duke of Edinburgh and The Duchess’ mother were also present for this special occasion. Photo credit: Chris Allerton ©️SussexRoyal Uma publicação compartilhada por The Duke and Duchess of Sussex (@sussexroyal) em 8 de Mai, 2019 às 8:39 PDT Visualizar esta foto no Instagram. The Queen and The Duke of Edinburgh were today introduced to the newborn son of The Duke and Duchess of Sussex at Windsor Castle. The Duchess’s mother, Ms Doria Ragland was also present. The Duke and Duchess of Sussex are delighted to announce that they have named their son Archie Harrison Mountbatten-Windsor. ? Chris Allerton/@sussexroyal Uma publicação compartilhada por The Royal Family (@theroyalfamily) em 8 de Mai, 2019 às 8:45 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Today The Duke and Duchess of Sussex are delighted to share their first public moment as a family. They are so incredibly grateful for the warm wishes and support they’ve received from everyone around the world, since welcoming their son two days ago. Photo cred: Chris Allerton ©️SussexRoyal Uma publicação compartilhada por The Duke and Duchess of Sussex (@sussexroyal) em 8 de Mai, 2019 às 6:34 PDT Visualizar esta foto no Instagram. The Duke and Duchess of Sussex were photographed with their newborn son earlier at Windsor Castle today. The baby has been named Archie Harrison Mountbatten-Windsor. Archie was born on Monday, 6th May, at 05:26 in the morning, weighing 7lbs 3oz at birth and The Duke of Sussex was present. ? Royal Communications Uma publicação compartilhada por The Royal Family (@theroyalfamily) em 8 de Mai, 2019 às 8:52 PDT

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  • Etc

    Ministro assina cota de tela para o cinema nacional após polêmica dos Vingadores

    7 de maio de 2019 /

    O ministro da Cidadania, Osmar Terra, assinou nesta segunda (6/5) a cota de tela de 2019 para o cinema brasileiro. Trata-se da regra que obriga cinemas brasileiros a exibirem um percentual de filmes nacionais todo ano. A assinatura aconteceu após protelação de cinco meses – todo o tempo do governo Bolsonaro – e vem no bojo da controvérsia envolvendo a estreia de “Vingadores: Ultimato”, que ocupou mais de 80% das salas totais disponíveis no Brasil em sua estreia, no fim do mês passado. A assessoria do ministro confirmou a assinatura da cota para a imprensa, mas não informou números – a quantidade mínima de dias em que as salas do país serão obrigadas a exibir produções nacionais. De todo modo, a regra deve ser publicada no Diário Oficial da União ainda nesta semana. A cota para o cinema nacional foi regulada por uma medida provisória de 2001, que determina multa de 5% sobre a receita bruta média diária de qualquer sala que descumprir a regra. Os valores da cota anual costumam ser estabelecidos no mês de dezembro. Mas isso não aconteceu em 2018 e levou cinco meses para o Ministério da Cidadania perceber os efeitos causados pelo vácuo legal. A distribuição predatória de “Vingadores: Ultimato” foi tão polêmica que a Ancine (Agência Nacional do Cinema) convocou na última sexta (3/5) uma reunião com exibidores para tratar do tema. Mas, como tem sido o Estado das coisas em 2019, o encontro virou briga em torno de outro problema: a paralisação de investimento da própria Ancine no cinema nacional.

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    George Lucas revela que Peter Mayhew mudou a concepção de Chewbacca

    6 de maio de 2019 /

    O criador da franquia “Star Wars”, George Lucas, escreveu um tributo para o seu amigo Peter Mayhew, intérprete de Chewbacca que morreu na semana passada, aos 74 anos. Publicado nesta terça (6/5) pela revista The Hollywood Reporter, o texto afirma que o ator foi responsável por mudar a concepção original do personagem, transformando Chewbacca na criatura adorada pelos fãs da galáxia distante da Lucasfilm. “Originalmente, minha visão de Chewie era a de uma fera indomável, mas o personagem que Peter criou não era nada disso. Não importa o quanto ele tentasse, ele não conseguia ser uma fera. Ele era o cara que seria o seu melhor amigo até se enfurecer com você, e só daí ele te daria medo”, descreveu Lucas. “Ele era um gigante gentil. Era como os meus cachorros: Eles são ótimos, são fofos, são maravilhosos – até que você tente tirar a comida deles”, acrescentou. Lucas contou como o ator foi escalado para o papel, lembrando que o contratou assim que ele se levantou para comprimenta-lo. “Eu precisava de alguém muito, muito alto para interpretar um Wookie”, descreveu Lucas. “Estávamos achando difícil encontrar alguém assim na Inglaterra, onde filmei a maioria dos meus longas. Eu disse: ‘Isso é uma loucura, onde estão os jogadores de basquete?’. Mas, depois de muitos meses e tentativas, meu diretor de elenco disse: ‘Achei um!'”. Mayhew tinha mais de 2,10 metros de altura, mas não era jogador de basquete. Ele foi descoberto em seu trabalho como atendente de hospital em uma cidade do interior da Inglaterra. “Eu cheguei para a minha reunião com ele, e assim que ele se levantou, eu disse: ‘O trabalho é seu'”. Apesar da altura, Mayhew teve que usar sapatos de salto alto em suas primeiras cenas como Chewbacca, porque o personagem deveria ter ao menos 2,25 metros segundo o roteiro. “Então, quando ‘Star Wars’ ganhou fama e ele começou a ir para convenções, Peter percebeu que conseguiria ganhar a vida só com suas aparições públicas em eventos deste tipo. Ele era um cara gentil, doce. Era fácil gostar dele. Ele era mais como um Wookie do que eu poderia imaginar”, completou.

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    YouTuber Austin Jones é condenado a 10 anos de prisão por pornografia infantil

    6 de maio de 2019 /

    O youtuber e cantor americano Austin Jones foi condenado a dez anos de prisão por induzir menores, solicitar e receber pornografia infantil. Ele já havia se declarado culpado em fevereiro, quando admitiu ter incitado seis fãs de cerca de 14 anos a enviarem vídeos sexualmente explícitos entre 2016 e 2017. “A produção e o recebimento de pornografia infantil são ofensas extraordinariamente graves que ameaçam a segurança de nossos filhos e comunidades. As ações de Jones tiraram algo de suas vítimas e de suas famílias que eles nunca conseguirão recuperar”, disse a promotora Katherine Neff Welsh nos autos do julgamento, que aconteceu em Illinois, nos Estados Unidos. Austin Jones admitiu ter trocado mensagens com fãs em que pedia para que elas provassem ser suas fãs, enviando vídeos com conteúdo sexual para ele. Ele ainda prometia ajudá-las a ganhar mais seguidores no Instagram caso mandassem o conteúdo. De acordo com registros do tribunal, citados pela revista People, ele pediu a duas das garotas identificadas na investigação como ‘vítima A’ e ‘vítima B’ que rebolassem para a câmera, com seus genitais à mostra, repetindo quantos anos tinham. “Você tem que fazer uma introdução para o vídeo. No começo, chegue bem perto e diga: ‘ei, Austin, aqui é [nome] e esta ‘b*nda’ tem [idade] anos. Depois balance por 30 segundos. Entendeu?”, disse Austin. Ambas as garotas, de 14 anos, teriam aceitado o pedido e mandado o material. “Que incrível seria para você! Ter o seu cantor favorito espancando sua b*nda. Se você tiver sorte, quem sabe eu deixo você me ch*par”, afirmou ainda ele, segundo a publicação. O influenciador digital admitiu também ter tentado coagir menores em outras 30 ocasiões, através do Facebook, pedindo vídeos e fotos pornográficas. Em 2015, quando as primeiras acusações vieram à tona na internet, ele fez um anúncio em vídeo admitindo que teria pedido vídeos para suas fãs que estariam ‘apenas dançando’. “Não é algo do qual me orgulhe, não é algo que acredite que esteja certo e eu não deveria ter feito”, afirmou na gravação. Hoje com 26 anos, ele tinha 530 mil assinantes em seu canal, em que costumava publicar versões de músicas à capela, que foram vistos mais de 41 milhões de vezes. Após o escândalo, o canal do cantor foi banido pelo YouTube.

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    Atriz de Boardwalk Empire surta e é internada em hospital

    6 de maio de 2019 /

    A atriz Paz de la Huerta, que ficou conhecida pela série “Boardwalk Empire”, o drama erótico “Viagem Alucinante” (2009) e o terror “Nurse – A Enfermeira Assassina” (2013), foi hospitalizada após intervenção policial. Segundo o site TMZ, o serviço de emergência de Nova York foi acionado após a atriz manifestar tendências suicidas. Ela é uma das mulheres que processou o produtor Harvey Weinstein por assédio e abuso sexual. Autoridades ouvidas pelo TMZ informaram que ela estava em um prédio na Upper West Side no fim da tarde de domingo (5/5), quando uma pessoa ligou para o 911 citando uma pessoa “perturbada emocionalmente” e aparentando ter intenções de cometer suicídio. Ela teria se trancado em uma sala e gritado, pedindo a presença da polícia de Nova York e atendimento médico. Com a chegada das equipes de resgate, a atriz foi levada para um hospital. Paz teve a carreira afetada por vários escândalos, que a confinaram ao mercado ultra-indie. Entre suas polêmicas, incluem-se um strip-tease gratuito numa festa em 2007, uma entrevista nua para uma revista em 2010, topless durante um show de Lana del Rey em 2011, ser barrada da festa do Globo de Ouro de 2011 por estar bêbada demais, declarar de ter tido um orgasmo com o fantasma de Elvis Presley, jogar um copo contra uma estrela de reality da MTV, perder processo contra os produtores de “Nurse”, que decidiram dublar sua voz no filme por conta da performance ruim, etc, etc. Ela também é uma das mulheres que acusaram Harvey Weinstein de abuso sexual. A atriz afirmou ter sido estuprada duas vezes pelo produtor em 2010, que se aproveitou do fato dela estar bêbada, e deu entrada num processo civil no ano passado. Weinstein deve ser julgado em setembro por assédio e abuso sexual, mas na esfera criminal e por outros casos, sem relação à queixa da atriz.

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