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26 de outubro de 2026
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    Leatherface entra em campanha pelo uso de máscaras contra a pandemia

    30 de julho de 2020 /

    O ator Dan Yeager, intérprete do monstro Leatherface no filme “O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua” (2013), fez uma divertida publicação em seu Facebook para defender o uso de máscaras contra a covid-19. Yeager argumentou que se ele consegue usar máscara e correr com uma serra elétrica na mão, não há motivo para reclamar da recomendação do uso de máscaras em lugares públicos. “As pessoas por aí estão dizendo que é difícil respirar com máscara… Tentem perseguir um delinquente que invadiu a sua propriedade enquanto respira fumaça de motosserra, manca de uma perna, e além da máscara precisa estar vestindo um avental de couro. Eu posso garantir que você não vai conseguir escalar nenhuma cerca, mas é para isso que serve a sua motosserra. Não é fácil, mas você não é um covarde. Use sua máscara, matador.” Curiosamente, o assassino da franquia “Massacre da Serra Elétrica” não foi a primeira criatura da era clássica dos psicopatas mascarados a se manifestar a favor do uso de máscaras durante a pandemia. O estado de Nova York chegou a usar Jason Voorhees, de “Sexta-Feira 13”, numa campanha de conscientização. People bitching it’s hard to breathe in a mask. Try chasing some punk who comes on your property while breathing… Publicado por Dan Yeager em Quarta-feira, 29 de julho de 2020

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  • Etc

    Drew Barrymore entrevista sua versão criança para divulgar novo talk show

    30 de julho de 2020 /

    A atriz Drew Barrymore vai apresentar seu próprio talk show a partir setembro. E para divulgar o “Drew Barrymore Show”, ela gravou um vídeo promocional em que entrevista a si mesma, quando tinha 7 anos. A montagem permite um encontro divertido entre a atriz de 45 anos e sua contraparte mirim. “Você acredita que tenho duas filhas da sua idade?”, ela afirma para sua versão criança. E ouve como resposta que “isso é meio assustador”. Para criar este encontro impossível, o vídeo usou imagens da participação de Drew Barrymore no programa “The Tonight Show”, em 1982, após participar do filme “E.T.: O Extraterrestre”. O grito que ela dá ao final do vídeo é uma recriação de sua famosa reação ao encontrar o E.T. Por incrível que pareça, a carreira da atriz é ainda mais antiga que isso. A estrela precoce da tradicional família dos atores Barrymore iniciou a atuar com apenas 3 anos de idade, no telefilme “Suddenly, Love” (1978). A transformação da atriz em entrevistadora de talk show vai estrear no dia 14 de sembro, na rede americana CBS. Veja abaixo o comercial do programa e a versão original da entrevista de Drew Barrymore no programa apresentado pelo lendário Johnny Carson, que começa com um tombo e demonstra duas coisas: que ela tem longa experiência como entrevistada de talk shows e desde cedo supera com carisma qualquer vexame diante das câmeras.

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    Astro de Breaking Bad revela ter pego covid-19

    30 de julho de 2020 /

    O ator Bryan Cranston, conhecido pelo papel de Walter White em “Breaking Bad”, revelou nesta quinta (30/7) que teve covid-19, mas, apesar de pertencer ao grupo de risco – tem 64 anos – já está curado. A experiência, porém, o levou de volta ao hospital. Mas não precisam se preocupar. Ele compartilhou um vídeo em suas redes sociais em que aparece num hospital doando plasma para ajudar pesquisadores a encontrar a cura para a doença, que já matou cerca de 150 mil pessoas nos Estados Unidos e 90 mil pessoas só no Brasil. Além da boa ação, seguindo o que Tom Hanks também fez após se curar da doença, Cranston aproveitou para deixar uma mensagem para seus seguidores. “Oi. Você agora provavelmente deve estar se sentindo um pouco ‘amarrado’, com sua mobilidade reduzida e, assim como eu, deve estar cansado disso. Bem, quero encorajar você a ter um pouco mais de paciência. Eu fui bastante rigoroso em seguir os protocolos e ainda assim fui contaminado pelo vírus”, escreveu. “Parece assustador agora que mais de 150 mil americanos morreram por causa disso. Eu fui um dos sortudos. Tive sintomas leves. Conto minhas bênçãos e peço a você para continuar usando essa maldita máscara, lavando as mãos e mantendo o distanciamento social. Nós podemos prevalecer, mas somente se seguirmos as regras juntos. Fiquem bem”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Hi. About now you’re probably feeling a little tied down, restricting your mobility and like me, you’re tired of this!! Well, I just want to encourage you to have a little more patience. I was pretty strict in adhering to the protocols and still… I contracted the virus. Yep. it sounds daunting now that over 150,000 Americans are dead because of it. I was one of the lucky ones. Mild symptoms. I count my blessings and urge you to keep wearing the damn mask, keep washing your hands, and stay socially distant. We can prevail – but ONLY if we follow the rules together. Be well – Stay well. BC Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 30 de Jul, 2020 às 9:32 PDT

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  • Etc

    Matthew McConaughey vai transformar diários antigos em autobiografia

    30 de julho de 2020 /

    O ator Matthew McConaughey, vencedor do Oscar por “Clube de Compra Dallas” (2013) vai publicar uma autobiografia, “Greenlights”, que chegará em outubro às livrarias americanas. “Desde que eu aprendi a escrever, tenho mantido diários. Eu coloquei neles tudo o que já me excitou, me desanimou, me fez rir, me fez chorar, me fez questionar, me manteve acordado à noite. Dois anos atrás, eu reuni a coragem para reabrir todos esses diários e descobrir se havia algo ali que eu poderia aproveitar – o resultado foi um livro”, explicou McConaughey sobre o lançamento, em comunicado. O título da obra (“sinais verdes”, em português) revela a intenção do ator de dar conselhos de vida com a sua escrita. “Tento ensinar como podemos encontrar mais sinais verdes na vida, eu e você”, assumiu. “Nós não gostamos dos sinais vermelhos e amarelos, porque eles desperdiçam o nosso tempo, não é? Mas, quando percebemos que todos eles viram sinais verdes eventualmente, eles revelam as suas rimas. Assim, a vida se torna um poema, e passamos a conseguir o que queremos e o que precisamos ao mesmo tempo”, filosofou. McConaughey não é a único astro de Hollywood a anunciar o lançamento de uma autobiografia durante o período de isolamento social causado pela pandemia de coronavírus. O ator Patrick Stewart também vai contar sua história de vida, desde a infância “marcada por pobreza e violência doméstica” até a consagração com milhões de fãs em todo o mundo, como os amados Professor Xavier dos “X-Men” e Capitão Picard de “Star Trek”.

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  • Etc,  Série

    Os Simpsons previram as notas de R$ 200 no Brasil

    30 de julho de 2020 /

    Após o Banco Central anunciar a criação da nota de R$ 200 na quarta-feira (29/7), muitos fãs de um certo desenho animado se lembraram do fatídico episódio de 2014 em que a família de Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie vieram ao Brasil. Isto porque, no mesmo episódio em que “previu” a derrota do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo, a série “Os Simpsons” também antecipou a criação da nota de R$ 200 no país. Para quem não lembra, o capítulo envolvia a transformação de Homer em árbitro de futebol e uma tentativa de suborno com uma maleta cheia de notas de… R$ 200! Como ele não aceita, as notas começam a ser entregues até debaixo de seu travesseiro. Intitulado “You Don’t Have to Live Like a Referee”, o episódio da 25ª temporada da série também ficou famoso por render uma piada diplomática, envolvendo um protesto do Brasil contra a produção da Fox por retratar o país de forma pouco realista. A gente podia dizer que desenho animado não é exatamente documentário, mas é mais divertido afirmar que os episódios só erraram porque seus “fatos” aconteceram após a exibição. A capacidade dos roteiristas da longeva série animada para “prever” o futuro é um tema sempre lembrado pela forma espantosa como que suas sátiras acabam se tornando realidade. Entre outras coisas que pareciam impossíveis de acontecer, “Os Simpsons” previu que Donald Trump se tornaria presidente dos EUA e até a pandemia de coronavírus, incluindo o detalhe do adoecimento de Tom Hanks! Veja abaixo as cenas das notas de R$ 200 com dublagem em português.

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  • Etc

    Riz Ahmed vai estrelar sci-fi da Amazon

    30 de julho de 2020 /

    Os atores Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”) entraram no elenco de “Invasion”, ficção científica de Michael Pearce, vencedor do BAFTA (o Oscar britânico) como Melhor Diretor Estreante por “Beast” (2017). A produção está a cargo da Amazon Studios em parceria com as companhias britânicas Raw e Film4. O roteiro foi desenvolvido por Pearce em parceria com Joe Barton (roteirista de “O Ritual” e criador da série “Giri/Haji”). Ahmed interpretará um fuzileiro naval condecorado que foge com seus dois filhos enquanto tenta protegê-los de uma ameaça não humana. A jornada os levará a direções cada vez mais perigosas e inesperadas, e os dois irmãos serão forçados a enfrentar verdades difíceis e deixar a infância para trás. Spencer desempenhará um papel coadjuvante, como uma oficial de condicional. A previsão de filmagem é para ainda este ano nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Ashley Judd ganha aval da Justiça para processar Harvey Weinstein

    30 de julho de 2020 /

    A Justiça americana deu ganho de causa para a atriz Ashley Judd na apelação de seu processo contra Harvey Weinstein. A atriz foi a primeira a acusar Weinstein na imprensa, colocando a carreira em risco para permitir que outras mulheres se manifestassem. Sua atitude encorajou uma centena de denúncias e deu início ao movimento #MeToo nas redes sociais, mas os advogados do produtor impediram que ela o processasse. A atriz afirma ter sido prejudicada propositalmente em sua carreira por se recusar a ter relações sexuais com Weinstein. Já a defesa do produtor alega que ele não era chefe dela, portanto não teria esse poder. Ela entrou com um recurso na Justiça e a análise, feita por três juízes, foi que, mesmo sem vínculo direto, a posição de produtor e de dono de estúdio estabelecia uma relação de poder de Weinstein sobre a atriz, permitindo que ela fosse prejudicada. “Em virtude da posição profissional e de sua influência, Weinstein se colocava em uma posição única de poder coercivo sobre [Ashley] Judd, que era jovem e no início de sua carreira na época do assédio”, disse a juíza Mary H Murguia. “Mais ainda, dada a forte influência e inevitável presença de Weinstein na indústria do cinema, era muito difícil para Judd romper com ele ‘sem dificuldade tangível’, ainda mais que a vida de atriz dependia de ser convidada para os papéis”, acrescentou. Ashley relatou que, nos anos 1990, quando estava em ascensão em Hollywood, Weinstein a chamou para uma reunião em um quarto de hotel, onde tirou a roupa e tentou fazer massagem nela. A atriz diz que, depois que ela se recusou, Weinstein passou a pressionar diretores a não escalá-la em novos filmes, levando-a a perder importantes oportunidades de trabalho. Embora tenha reclamado disso por muitos anos, só quando os abusos de Weinstein chegaram na imprensa é que diretores se manifestaram sobre a pressão sofrida para não escalar determinadas atrizes. Em entrevista, Peter Jackson revelou que Weinstein o desencorajou a contratar tanto Ashley quanto Mira Sorvino, outra atriz que o produtor tentou abusar, chamando ambas de “um pesadelo para se trabalhar”. Na época, Jackson estava dando início à produção da trilogia “O Senhor dos Anéis”. O processo aberto por Ashley acusa Weinstein de difamação, abuso de poder e assédio sexual. A vitória obtida na quarta (29/7) foi celebrada pelos advogados da atriz, que agora pode prosseguir com a ação.

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  • Etc

    Academia da Televisão confirma Emmy 2020 virtual

    29 de julho de 2020 /

    A Academia da Televisão confirmou os planos de realizar uma cerimônia virtual na premiação do Emmy 2020, que será apresentada à distância pelo comediante Jimmy Kimmel. Em uma carta enviada para os indicados e divulgada pelo site da revista Variety, a organização do evento compartilhou seus planos, dizendo que, em vez de levar os astros para o Microsoft Theater em Los Angeles, a premiação é que será levada até as casas dos concorrentes. “Estamos muito satisfeitos e honrados por produzir o evento em 20 de setembro e temos toda a intenção de não apenas garantir que ele não seja comprometido por esse momento louco em nossas vidas, mas que seja o Emmy mais memorável de todos os tempos e que você tenha uma noite maravilhosa ”, diz a carta, obtida pelo site-irmã da Deadline, Variety . “Como você provavelmente já adivinhou, não pediremos que você vá ao Microsoft Theater no centro de Los Angeles em 20 de setembro. A data ainda será a maior noite da televisão… mas neste ano nós vamos até você! ” A carta, assinada pelos produtores Jimmy Kimmel, Ian Stewart, David Jammy, Guy Carrington e Reggie Hudlin, ainda indica que a Academia prepara uma grande operação para colocar equipes de gravação ao dispor das estrelas. “Estamos reunindo um excelente time de técnicos, produtores e roteiristas para trabalhar com Jimmy Kimmel e com vocês e seus times para ter certeza de que podemos gravar com vocês (e seus entes queridos ou com quem mais vocês escolherem estar) em sua casa ou outro local de sua escolha.” As dificuldades criadas pela pandemia de coronavírus acabaram por oferecer uma chance para os produtores reinventarem a transmissão do evento, e talvez mostrar para outras organizações da indústria do entretenimento como isto pode ser feito.

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  • Etc,  Filme

    Sonia Darrin (1924 – 2020)

    29 de julho de 2020 /

    A atriz Sonia Darrin, que marcou época como femme fatale do cinema noir, morreu em 19 de junho, num hospital de Nova York, após sofrer uma queda aos 96 anos. Nascida Sonia Paskowitz em 16 de junho de 1924, em Galveston, Texas, ela se mudou com a família para a Califórnia na adolescência, quando teve aulas de dança com o bailarino e coreógrafo Adolph Bolm. Durante este período, Bolm começou a trabalhar na aventura de capa e espada “Os Irmãos Corsos” (1941), e convidou seus alunos para figurarem nas cenas de multidões. Darrin estreou nas telas como uma das frequentadoras de uma apresentação de ópera. Por ser dançarina, ela seguiu carreira em musicais, aparecendo em “Um Raio de Sol” (1941), “Minha Namorada Favorita” (1942) e “É Difícil Ser Feliz” (1943). Também chegou a atuar no terror “Frankenstein encontra o Lobisomem” (1943), mas seus papéis eram sempre pequenos e não creditados. Mesmo assim, foi selecionada pelo diretor Howard Hawks para viver uma bad girl e contracenar com Humphrey Bogart em “À Beira do Abismo” (1946), um dos mais famosos film noir de todos os tempos. Numa cena memorável do filme, o detetive Philip Marlowe (Bogart) finge ser um colecionador de livros raros para se aproximar da suspeita Agnes (Darrin) e perguntar se ela trabalhava na livraria em que estavam – que funcionava como fachada para negócios escusos. “Você vende livros, hum?”. Então, ela gesticula na direção de uma fileira de livros e responde: “O que você acha que é isso, toranjas?” Ela apareceu em outras cenas marcantes do filme, mas sua presença acabou diminuída porque, segundo afirma, seu agente discutiu com o chefe do estúdio, Jack Warner. Darrin também teve destaque em outro noir, “Bury Me Dead” (1947), com June Lockhart e Hugh Beaumont, e atuou em mais um clássico do gênero, “Coração Prisioneiro” (1949), de Max Ophüls. Também apareceu no drama de guerra “Sedução Trágica” (1948) e encerrou a carreira com um último noir, “Traidor Inesperado” (1950), antes de deixar Hollywood e se tornar modelo da agência de Eileen Ford em Nova York. Darrin manteve um perfil discreto, mas ressurgiu na década de 1970, quando seu filho Mason Reese se tornou uma estrela de comerciais. “Ela foi parte mãe, parte protetora, parte guerreira e parte empresária”, disse Reese à revista The Hollywood Reporter. “Ela sabia tudo sobre as armadilhas de Hollywood e incutiu em mim que isso seria uma montanha-russa e uma aventura – e que quando eu não quisesse mais fazer isso, não precisaria continuar a fazer.” Reese acrescentou que sua mãe não tinha ideia de que era uma atriz popular, porque seus papéis foram muito pequenos, mas os fãs de filmes noir a adoravam. “Ela ficava espantada quando recebia cartas de fãs pelo correio”, disse ele. Mãe e filho não foram os únicos astros da família. O irmão da atriz é considerado uma lenda do surf da Califórnia, Dorian “Doc” Paskowitz. Relembre abaixo, a famosa cena das toranjas literárias.

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    Tenet ganha novas fotos e terceira data de estreia no Brasil

    29 de julho de 2020 /

    A Warner divulgou novas fotos e definiu a terceira data de estreia de “Tenet” no Brasil. O filme do diretor Christopher Nolan, adiado várias vezes em razão da pandemia de covid-19, vai finalmente chegar aos cinemas brasileiros em 3 de setembro – se houver cinema aberto para exibi-lo. A data não leva em consideração o fato de que, a um mês da previsão, os cinemas brasileiros continuam fechados. Em vez disso, segue a orientação da matriz, que prometeu um lançamento em mais de 70 países a partir de 26 de agosto e uma estreia limitado nos EUA uma semana depois – onde as salas de exibição também continuam fechadas. A estreia brasileira aconteceria, assim, junto com os EUA e uma semana após a distribuição em países que não foram tão afetados pela pandemia e estão com os cinemas abertos. A decisão de lançá-lo já em agosto onde for possível será um teste de estresse. Na Coreia do Sul, os cinemas estão funcionando normalmente e já renderam um blockbuster, “Invasão Zumbi 2”. Mas o país foi um dos primeiros a controlar a pandemia. A China também está em fase de reabertura de salas. Entretanto, o público europeu não tem demonstrado o mesmo entusiasmo para trocar o isolamento pela aglomeração em locais fechados. Para piorar, as redes de cinema AMC e Cineworld não pretendem retomar seus trabalhos nos EUA antes de meados de agosto. Mas elas esperam contar com o filme de Nolan para atrair o público de volta ao parque exibidor após a paralisação mundial do setor no início deste ano. O estratégia da Warner é mesmo transformar “Tenet” no filme responsável por “reabrir” os cinemas. Porém, ela esbarra num problema criado pelo próprio marketing inicial da companhia. A produção não é um título estabelecido, não tem personagens conhecidos, não pertence a nenhuma franquia e, graças à sua campanha enigmática, nem sequer se sabe do que diabos se trata. A trama é até agora um mistério e a sinopse genérica não ajuda: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem se dá ao trabalho de nomear o personagem principal. Já as situações vistas no trailer incluem balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). Detalhe: em entrevistas recentes, os protagonistas disseram não ter entendido nada da história durante as filmagens. O elenco do filme inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).

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    Universal e maior rede de cinema dos EUA fecham acordo histórico para diminuir janela de exibição

    29 de julho de 2020 /

    Depois de enfrentar ameaça de boicote das redes de cinema dos EUA por sua decisão de lançar “Trolls 2” em VOD, o estúdio Universal virou o jogo e conseguiu diminuir a janela de exibição nos EUA, fechando um acordo com a maior empresa de distribuição de filmes do país, a AMC. A mudança é histórica. Pelo novo contrato, os filmes do Universal poderão ser lançados em plataformas de vídeo sob demanda (aluguel digital) depois de apenas 17 dias de exibição nas salas. Em termos de mercado, isto representa três fins de semana consecutivos. Um número muito menor que a janela até então vigente, de cerca de três meses, que os filmes precisavam esperar para serem oferecidos de forma digital. “A experiência cinematográfica continua sendo o coração do nosso negócio”, iniciou Donna Langley, diretora da Universal Filmed Entertainment Group, no comunicado. A frase de elogio às salas de cinema, claro, é seguida por um “mas” retórico. “A associação forjada com a AMC é impulsionada por nosso desejo mútuo de assegurar um futuro próspero para o ecossistema de distribuição de filmes e satisfazer a demanda dos consumidores”, acrescentou. As empresas não revelaram detalhes do acordo, mas a AMC, que tem mais de 8 mil salas, receberá parte dos lucros da Universal com a exibição dos vídeos sob demanda. “A AMC abraça com entusiasmo este novo modelo de indústria, tanto porque estamos participando da totalidade da economia da nova estrutura, quanto porque o vídeo premium ‘à la carte’ cria o potencial agregado de aumentar a rentabilidade dos estúdios cinematográficos, o que por sua vez deverá levar à produção de mais filmes”, disse o diretor-executivo da AMC, Adam Aron. “Este acordo plurianual preserva a exclusividade da exibição em salas de cinema durante pelo menos os três primeiros fins de semana de estreia de um filme, quando normalmente é gerada a maior parte da receita de bilheteria”, acrescentou. “Universal e AMC acreditam que isto expandirá o mercado e beneficiará a todos”, concluiu. O acordo é considerado surpreendente, porque a AMC foi uma das primeiras distribuidoras a atacar a Universal Pictures, após o estúdio antecipar “Trolls 2” e outras estreias digitais devido à pandemia de coronavírus, que levou ao fechamento de salas e paralisou produções. Em abril, a AMC anunciou que não projetaria mais nenhum filme da Universal em suas salas enquanto o estúdio mantivesse essa postura. Três meses depois, as salas da AMC ainda continuam fechadas pela pandemia e a Universal comemora lucro surpreendente com as locações digitais. A covid-19 começou a antecipar tendências econômicas que muitos acreditavam inevitáveis, mas nunca que aconteceriam tão rapidamente. O negócio deve ser seguido por outros estúdios e distribuidoras e criar uma nova situação, em que os cinemas terão ciclos menores de exibição e, por consequência, precisarão receber mais filmes. Isto pode estimular a maior produção dos estúdios. Ou baratear os filmes para que mais títulos sejam produzidos pelo mesmo orçamento. Outro efeito é o fortalecimento no mercado de VOD, que parecia destinado a desparecer diante da proliferação das plataformas de streamings por assinatura dos estúdios. Pouco explorado, o VOD ganhou força com a pandemia e transformou “Trolls 2” num fenômeno comercial, que rendeu mais de US$ 100 milhões nos EUA e mostrou à Universal um caminho que agora vai impactar toda a indústria. É a volta das videolocadoras. Agora digitais.

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    Becky Mullen (1963 – 2020)

    29 de julho de 2020 /

    A atriz e lutadora Becky Mullen, revelada no “GLOW” real dos anos 1980, morreu na segunda (27/7) aos 56 anos, após uma longa batalha contra um câncer que afetou rim, cólon e fígado. Programa que inspirou a série homônima da Netflix, “GLOW” (Gorgeous Ladies of Wrestling) organizava lutas entre personagens vividos por atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas em sua produção era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. Becky Mullen interpretava a personagem Sally the Farmer’s Daughter (Sally, a filha do fazendeiro) e estreou junto do programa em 1986. Após o fim da atração, ela começou a aparecer em séries e até em clipes do rock cabeludo do começo dos anos 1990, como “Up All Night” da banda Slaughter e “Poundcake” do Van Halen. Entre suas participações especiais, destaca-se um episódio de “Um Amor de Família”, em que apareceu para lutar com Pamela Anderson num sonho erótico de Al Bundy (Ed O’Neill). Ela também participou do humorístico “MADtv” e das séries “Renegado”, “Cybill” e “Maré Alta” nos anos 1990, além de ter estrelado um punhado de filmes trash em que mulheres de biquíni ou lingeries enfrentavam o crime, como “Hard Hunted” (1993) e “Jogos Proibidos” (1995), e algumas produções de softcore lançadas direto em vídeo. Com o sucesso de “GLOW” na Netflix, ela tinha retomado a persona de Sally num revival televisivo chamado de “The Original Ladies of Wrestling”, que teve uma temporada exibida na plataforma Tubi no ano passado nos EUA.

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    Templo evangélico tenta processar Porta dos Fundos em R$ 1 bilhão e toma prejuízo

    29 de julho de 2020 /

    Um templo evangélico que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, tomou um prejuízo financeiro considerável, que poderia muito ilustrar uma parábola sobre ganância – como Provérbios 28:20. Segundo apurou a revista Veja, Anselmo Ferreira de Melo da Costa, presidente da igreja Templo Planeta do Senhor, disse ter se sentido desrespeitado pelo especial “A Primeira Tentação de Cristo” em sua fé cristã e decidiu processar os responsáveis pela produção. O programa, que foi ao ar no fim do ano passado, trazia Gregório Duvivier como Jesus Cristo, em suposta relação homossexual, e causou a fúria de líderes religiosos, rendeu pronunciamentos inflamados de políticos e culminou num atentado à bomba contra a sede do grupo. Em fevereiro, o religioso foi à Justiça requerer o valor bilionário. Mas o processo não foi muito adiante. Ele desistiu ao ver a conta. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. E a lição poderia ser ainda maior, porque se a Netflix ou o Porta dos Fundos tivessem recebido notificação judicial, o templo teria de arcar com honorários dos advogados das empresas, caso recebesse decisão desfavorável. O valor seria R$ 200 mil, referente a 10% de sua ambição. O processo também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Além disso, o templo cometeu um erro primário que colocaria tudo a perder, ao chamar o programa de “Se Beber, Não Ceie” no processo. Este foi o nome de um especial de Natal do Porta dos Fundos exibido em 2018, que mostrava os apóstolos bêbados na Santa Ceia. “Se Beber, Não Ceie” não faz alusão à homossexualidade e, talvez por isso, não tenha despertado o mesmo nível de ira e repercussão que “A Primeira Tentação de Cristo”. Como a desistência não elimina os custos, a Justiça agora lembra a obrigação de pagar a Cesar o que é de Cesar. Ou seja, os R$ 82 mil devidos pelo templo.

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