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    Academia Britânica também adia sua premiação de cinema para abril de 2021

    15 de junho de 2020 /

    Depois do Oscar, o BAFTA Awards também mudou as datas de sua premiação de cinema de 2021. A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas anunciou que seu próximo evento vai acontecer em 11 de abril – exatamente duas semanas antes do Oscar, que acontecerá em 25 de abril de 2021. Em comunicado divulgado nesta segunda (15/6), A Academia Britânica disse que a mudança “reconhece o impacto da pandemia global e acomoda um período mais prolongado de elegibilidade”. E resume-se a informar que “mais detalhes sobre a cerimônia serão anunciados no final do ano”. A premiação do BAFTA costuma preceder o Oscar em alguns dias. Neste ano, o evento britânico aconteceu em 2 de fevereiro, enquanto o Oscar foi realizado em 9 de fevereiro. Além de premiar os melhores do cinema, o BAFTA também reconhece os melhores da TV em uma cerimônia diferente. A celebração televisiva de 2020 estava prevista para o mês passado, mas foi adiada para 31 de julho e deverá acontecer com apresentadores e indicados isolados socialmente, participando do evento por meio de videoconferência. As indicações ao prêmio televisivo, que destacaram “Chernobyl”, foram reveladas no início de junho. Confira aqui.

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    Oscar é adiado para abril de 2021

    15 de junho de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou o adiamento da 93ª cerimônia do Oscar. Originalmente prevista para acontecer em 28 de fevereiro, ela agora será realizada em 25 de abril de 2021. Além disso, o período de elegibilidade ao Oscar para longas-metragens – que começou em 1º de janeiro e expiraria em 31 de dezembro de 2020 – foi estendido para 28 de fevereiro de 2021. As mudanças refletem tempos incomuns, devido à pandemia de coronavírus, mas não são inéditas. O Oscar já tinha sido adiado três vezes anteriormente – devido às inundações de Los Angeles em 1938, após o assassinato do Dr. Martin Luther King, Jr. em 1968 e após a tentativa de assassinato do Presidente Ronald Reagan em 1981. Já janela de elegibilidade tinha sido estendida para além do período tradicional de 12 meses apenas uma vez, no 6º Oscar. Na ocasião, a cerimônia de março de 1934 foi precedida por uma janela de elegibilidade de 17 meses, de 1º de agosto de 1932 a 31 de dezembro de 1933, para o ajuste do calendário – de modo que o período de elegibilidade pudesse ser o ano anterior a cada cerimônia, de 1 de janeiro a 31 de dezembro, dali em diante. Em um comunicado, a Academia indicou que o evento ainda será realizado no Dolby Theatre em Hollywood e terá transmissão ao vivo pela rede ABC nos EUA, numa aparente rejeição da possibilidade de uma premiação pré-gravada ou com participação virtual dos indicados. Outras mudanças de datas também foram anunciadas. O prazo de inscrição para o Oscar para as categorias gerais – entre elas, Melhor Filme, Trilha Sonora e Canção Original – irá até 15 de janeiro de 2021. O prazo de inscrição para as categorias especiais – Melhor Animação, Documentário, Filme Internacional e curtas – é 1º de dezembro de 2020. Entre 1 e 5 de fevereiro, comitês especializados da Academia farão votações preliminares para reduzir o número de indicados nas categorias especiais, como Documentário e Filme Internacional, entre outras. O resultado dessa peneira será conhecido no dia 9 de fevereiro. De 5 a 10 de março, os vários candidatos de todas as categorias passarão por uma votação preliminar que determinará a lista oficial de indicações ao Oscar. Os nomes dos indicados serão divulgados em 15 de março. A votação final será realizada de 15 a 20 de abril, para a entrega do Oscar aos vencedores em 25 de abril. Os organizadores da premiação também anunciaram que o Governors Awards da Academia, um jantar de gala, geralmente realizado na segunda semana de novembro, no qual a organização, há 11 anos, apresenta Oscars honorários, não ocorrerá neste outono. “Informações adicionais sobre a cerimônia e seleção de homenageados serão fornecidas posteriormente”, disse a Academia em comunicado, sugerindo que os homenageados ainda podem ser escolhidos e celebrados antes ou mesmo durante a cerimônia do Oscar. Da mesma forma, a apresentação dos Prêmios Científicos e Técnicos da Academia, programada para o próximo sábado (20/6) em Beverly Hills, foi adiada para uma data posterior ainda a ser determinada. Para completar, a Academia ainda anunciou que o Museu de Cinema da Academia, esperado há muito tempo, será apresentado a um público selecionado com uma festa de gala na véspera do Oscar, em 17 de abril, e será aberto ao público alguns dias após a premiação, em 30 de abril. “Por mais de um século, os filmes desempenharam um papel importante nos confortando, inspirando e entretendo nos tempos mais sombrios”, disseram o presidente da Academia, David Rubin, e a CEO da entidade, Dawn Hudson, no comunicado. “Eles certamente tem feito isso este ano. Nossa esperança, ao estender o período de elegibilidade e a data de entrega de nossos prêmios, é proporcionar a flexibilidade que os cineastas precisam para terminar e lançar seus filmes sem serem penalizados por algo além do controle de qualquer um. Este próximo Oscar e a abertura de nossa o novo museu marcarão um momento histórico, reunindo fãs de cinema ao redor do mundo para se unirem através do cinema”. Karey Burke, presidente da ABC Entertainment, acrescentou: “Nos encontramos em território desconhecido neste ano e continuaremos a trabalhar com nossos parceiros na Academia para garantir que o evento do próximo ano seja seguro e comemorativo, e que também capte a emoção da abertura do Museu de Cinema da Academia.”

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    Quibi teria menos de 2 milhões de assinantes na véspera de começar a cobrar pelo serviço

    15 de junho de 2020 /

    A plataforma Quibi não deu mesmo certo. Uma reportagem do Wall Street Journal apurou que a startup de vídeos curtos para celulares, fundada por Jeffrey Katzenberg (que criou a DreamWorks Animation), não vai atingir nem remotamente sua meta de assinantes para seu primeiro ano de operação. O texto pouco lisonjeiro, publicado no domingo em Nova York, detalhou brigas internas entre Katzenberg e o CEO Meg Whitman e informou que o Quibi conseguiu menos de 2 milhões de assinantes desde seu lançamento em 6 de abril. A empresa projetava 7,4 milhões de assinantes até o final do ano. Para piorar, o download do aplicativo da Quibi diminuiu consideravelmente após a semana inaugural. O baixo interesse é ainda mais preocupante porque os usuários ainda nem estão pagando pelo uso do serviço. A plataforma foi lançada com uma oferta promocional, que garantia acesso gratuito de 90 dias. Isso significa que apenas a partir de julho, quando os usuários precisarem gastar dinheiro para acessar seu conteúdo (US$ 4,99 mensais com anúncios ou US$ 7,99 sem anúncios), é que os números reais de assinaturas vão aparecer. E qualquer projeção aponta que serão muito menores que os atuais números decepcionantes. De 6 de abril a 28 de maio, o aplicativo Quibi foi baixado cerca de 4 milhões de vezes, apurou a empresa de análise Apptopia. Desses, apenas 30% do total são usuários ativos diariamente. O conteúdo mais popular do Quibi, segundo a análise da Apptopia, é “Reno 911!”, revival de uma série de comédia do canal pago Comedy Central, exibida entre 2003 e 2009 na TV americana. Katzenberg culpou o surto de covid-19 pelos resultados decepcionantes da Quibi. “Atribuo tudo que deu errado ao coronavírus. Tudo”, disse Katzenberg em entrevista ao jornal The New York Times, publicada há um mês. Mais recentemente, a empresa acrescentou que o número mais lento de downloads do aplicativo também é resultado de “sua decisão de reduzir seu marketing à luz de protestos nos Estados Unidos após a morte de George Floyd”, segundo relato do Wall Street Journal. Um dos principais problemas da Quibi foi o lançamento exclusivo para celular numa época em que as famílias estavam juntas em casa, em isolamento social. O aplicativo não fornecia alternativa para assistir seu conteúdo nas TVs. A empresa correu para adicionar suporte ao AirPlay da Apple (que foi feito na semana de 25 de maio) e ao Chromecast do Google (em 9 de junho). Mas esse esforço podem ter vindo muito tarde. O baixo número de downloads reduziu o interesse de anunciantes em incluir comerciais no produto, o que levou a chefe de marketing da Quibi a deixar a empresa apenas duas semanas após o lançamento. Para completar, a Quibi ainda está sendo processada pela startup de vídeo interativo Eko, que alega que o recurso Turnstyle do aplicativo – a capacidade de ver vídeos na horizontal ou vertical – viola uma patente sua importante e que a empresa de Katzenberg roubou segredos comerciais. Katzenberg originalmente fundou a empresa como “NewTV”. Ao anunciar o financiamento inicial de US$ 1 bilhão do empreendimento em agosto de 2018, ele divulgou o enorme potencial da empresa como um serviço de vídeo por assinatura apenas para celular, dizendo à Variety: “Não consideramos que competimos com o Hulu, HBO, Netflix ou as redes. É um caso de uso completamente diferente.” Entretanto, buscou conteúdos similares ao das outras plataformas, como séries e reality shows, apresentando-os apenas em capítulos menores, de menos de 10 minutos, e restringiu a exibição do material aos celulares. A Quibi acabou levantando US$ 1,75 bilhão junto a investidores como Disney, WarnerMedia, Sony, NBCUniversal e ViacomCBS. Mas consumiu o caixa rapidamente, com várias encomendas de conteúdo, num surto de produção digno da Netlix. Para criar interesse no produto, fechou contratos com uma longa lista de talentos de Hollywood, como Jennifer Lopez, Chance the Rapper, Chrissy Teigen, Liam Hemsworth, Sophie Turner, Lena Waithe, Reese Witherspoon e diretores como Steven Spielberg, Guillermo del Toro, Antoine Fuqua, Sam Raimi, Catherine Hardwicke e Peter Farrelly. Por conta disso, a plataforma pode precisar de US$ 200 milhões adicionais até o segundo semestre de 2021, de acordo com o relatório do Journal.

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    Barbra Streisand dá ações da Disney para filha de George Floyd

    15 de junho de 2020 /

    A cantora, atriz e cineasta Barbra Streisand usou de criatividade para ajudar a pequena filha – agora órfã – de George Floyd, cuja morte por policiais brancos deu início à onda de protestos antirracistas pelo mundo. Ela doou ações da Disney para Gianna Floyd, de 6 anos. O fato foi revelado pela própria Gigi “Pink” Floyd no Instagram, que postou uma foto com seu presente valiosíssimo para agradecer à cantora. “Graças à você, agora sou uma investidora da Disney”, escreveu a menina. Na bolsa de valores, as ações da Disney estão valendo cerca de US$ 115 cada (o que em reais daria mais de R$ 580 na cotação de hoje), mas não se sabe com quantas ações Gianna Floyd ganhou. De qualquer forma, as ações da Disney costumam ser as mais seguras e valiosas do mercado. Além do presente de Barbra Streisand, a menina também teve um fundo de doações aberto em seu nome, que já arrecadou mais US$ 2 milhões em depósitos feitos pelas mais diversas pessoas desde a morte do seu pai. O assassinato de George Floyd, sufocado pela polícia até morrer, mesmo já imobilizado e clamando pela vida, causou grande comoção mundial e iniciou o questionamento das instituições que perpetuam o racismo no século 21, não apenas por meio da força bruta, mas também via cultura – por meio de estátuas em praça pública de antigos escravocratas, por exemplo. Ver essa foto no Instagram Thank You @barbrastreisand for my package, I am now a Disney Stockholder thanks to you 🥰🥰🥰 Uma publicação compartilhada por GIGI FLOYD (@giannapinkfloyd_) em 13 de Jun, 2020 às 7:59 PDT

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    Maisa vidente? Vídeo antigo mostra que ela “previu” pandemia

    14 de junho de 2020 /

    Os Simpsons ganharam concorrente ao posto de vidente aleatória. A atriz Maísa Silva previu todo o perrengue que aconteceria durante a pandemia de covid-19, numa participação antiga no “Programa Eliana” do SBT quando ainda era criança. O vídeo em que Maisa dá uma de vidente mirim contagiou as redes sociais pela enorme coincidência com os fatos atuais. Ao entrar no programa da Eliana, ela chega falando sobre álcool em gel e em manter distanciamento social. “Comprei na praça de alimentação álcool gel de pêssego e de framboesa. Temos que conversar a um metro de distância”, ela afirma no vídeo, antes de se afastar da apresentadora. Eliana pergunta por que ela está se afastando e Maísa responde: “Por causa do vírus. Entendeu?”. A apresentadora ainda diz: “Daqui a pouco você vai querer entrar de máscara aqui também”. Entre os que retuitaram o vídeo, o ator Alexandre Nero foi um dos mais impressionados. “Como assim gente???? Tô chocado!!! A Maisa sabia?????”, questionou. Na verdade, o programa é de 2009 e Maísa estava preocupada com outro problema da época, a epidemia do H1N1, que acabou não sendo tão grave. Mas a reação já demonstra a preocupação da jovem em passar exemplo. Hoje, ela recomenda o distanciamento social e o uso de máscaras contra o coronavírus em seu Instagram. Veja abaixo o vídeo da “coincidência”. Como assim gente???? Tô chocado!!! A @maisa sabia????? Maisa > Simpsons pic.twitter.com/RaV0J5UR9O — Nero (@alexnero) June 14, 2020

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    Nickelodeon celebra orgulho LGBTQIA+ sugerindo que Bob Esponja é gay

    14 de junho de 2020 /

    A Nickelodeon deixou a Internet em frenesi no sábado (13/6), quando postou um tuíte para celebrar o mês do orgulho LGBTQIA+, acompanhado por imagens de três de seus personagens. Foi o suficiente para Bob Esponja ser consagrado como ícone gay. “Comemorando o #Orgulho com a comunidade LGBTQIA+ e seus aliados neste mês e em todos os meses”, disse o post, ao lado das imagens de cor de arco-íris. Um dos personagens em destaque, Korra, da série animada “A Lenda de Korra”, é definitivamente bissexual. Os criadores da animação, Michael DiMartino e Bryan Konietzko, que também criaram “Avatar: A Lenda de Aang”, confirmaram a identidade sexual de Korra em uma série de histórias em quadrinhos publicadas após as quatro temporadas da série original. O segundo personagem apresentado é Schwoz Schwartz, do programa infantil “Henry Danger”. Ele é interpretado pelo ator canadense Michael D. Cohen, que se revelou transexual em uma entrevista em maio de 2019 à revista Time. O personagem de Schwartz em “Harvey Danger” também acabou se revelando trans. “As pessoas não entendem. Eles acham que isso tem a ver com sexualidade e não. Eles acham que isso tem a ver com empurrar uma agenda para as crianças e não é o caso”, disse Schwartz à Time sobre a decisão de tornar sua transição pública. “O que isso significa é enviar uma mensagem às crianças de que, sejam elas quem forem, como elas se identificam, isso também é valorizado e positivo.” O terceiro personagem é, claro, a esponja submarina favorita de todo mundo, o que levou os fãs a supor que a Nickelodeon estava tentando dizer que Bob Esponja é gay. Na verdade, o Sr. Calça Quadrada é, bem, uma esponja, portanto assexuado. Isso é corroborado pelo próprio criador do personagem, o falecido Stephen Hillenburg, que disse à revista People em 2005 que esponja não tem sexo. Para a comunidade LGBTQIA+, isso significa que ele é não binário. Ou queer. E isso é um bom motivo para celebrar Bob Esponja no mês da diversidade sexual. Celebrating #Pride with the LGBTQIA+ community and their allies this month and every month 🌈 ⁣(🎨: by @ramzymasri) pic.twitter.com/pENmTaQB0h — Nickelodeon (@Nickelodeon) June 13, 2020

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    Consumo de internet cresceu quatro horas durante a pandemia no Brasil

    14 de junho de 2020 /

    A empresa sueca de telecomunicações Ericsson divulgou na sexta-feira (12/6) uma pesquisa sobre os hábitos de consumo online de 11 países durante a pandemia do novo coronavírus. A pesquisa também incluiu o Brasil, onde os resultados foram significativos. Segundo a Ericsson, o consumo global de Internet fixa aumentou em duas horas e meia diárias durante o confinamento mundial, mas no Brasil esse consumo registrou um salto de quatro horas diárias. Já na Internet móvel, o consumo do País ficou atrás da média mundial: houve alta de meia hora na navegação 4G nacional, contra média de uma hora no consolidado dos mercados. De forma geral, os brasileiros navegaram mais que o resto do mundo. 92% dos consumidores ouvidos no Brasil (mil pessoas em abril passado) declararam ter aumentado a navegação desde o início da pandemia, contra 87% globalmente. Em termos de satisfação, 50% dos brasileiros manifestaram opinião positiva frente à performance das redes fixas (abaixo dos 56% verificados globalmente), enquanto apenas 8% se declararam insatisfeitos. Já 66% avaliaram a rede móvel melhor ou igual que antes da pandemia, ante 75% nos 11 países analisados. A pesquisa também demonstrou que a rede fixa é considerada mais importante que a móvel para o consumidor brasileiro durante a crise: 52% concordaram com tal diagnóstico, frente 6% que preferiram o 4G. Já 41% consideram ambas igualmente importantes. Com as medidas de isolamento social, 84% dos brasileiros reportaram mudanças significativas em suas vidas, frente uma média de 74% no consolidado global. Por aqui, 26% declararam ter adotado novos costumes em relação à Internet durante o período: entre os hábitos que cresceram estão o consumo de vídeos (comum para 72% da base), a realização de chamadas de vídeo (61%) e o uso de games online (42%) e de webcasts (32%). A Ericsson também identificou crescimento de 5.069% no tempo gasto em plataformas de videoconferências como Zoom, Teams e Hangouts. Em ferramentas educacionais, o salto foi de 340%; em soluções de saúde, houve alta de 171%; e em serviços de delivery, de 51%. O uso brasileiro do 4G, abaixo da média mundial, é melhor entendido diante de outro dado. O consumidor nacional demonstra maior ansiedade pela chegada do 5G que o consumidor de outros mercados. Por aqui, 61% gostaria de contar com o serviço já durante a pandemia do coronavírus, contra 42% na média global. E 81% compartilham uma visão positiva do novo padrão, ante 63% no consolidado da pesquisa. A pesquisa não faz a conclusão inevitável, mas a popularidade da internet fixa, mesmo com o uso amplo e disseminado de celulares no Brasil, tende a refletir a baixa qualidade do serviço 4G oferecido no país. .

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    Sushant Singh Rajput (1986 – 2020)

    14 de junho de 2020 /

    O jovem galã indiano Sushant Singh Rajput foi encontrado morto em sua casa no subúrbio de Mumbai. O caso está sendo investigado como suicídio por enforcamento. Ele tinha 34 anos. Rajput era considerado um dos mais atores promissores de Bollywood, a indústria cinematográfica indiana. Ele estreou no cinema em 2013 com o filme “Kai Po Che!”, e em 2017 foi premiado como Melhor Ator no Festival de Cinema Indiano de Melbourne, na Austrália, pelo filme “M.S. Dhoni: The Untold Story”, no qual interpretou a estrela indiana de críquete Mahendra Singh Dhoni. Seu último trabalho foi no filme “Drive”, lançado mundialmente ela Netflix no ano passado, mas tinha mais quatro projetos encaminhados. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, repercutiu a morte do ator nas redes sociais. “Sushant Singh Rajput … um jovem e brilhante ator que se foi cedo demais. Ele se destacou na TV e nos filmes. Sua ascensão no mundo do entretenimento inspirou muitos e deixa para trás várias performances memoráveis. Chocado com a sua morte. Meus pensamentos estão com a família e fãs”, escreveu o primeiro-ministro.

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    Netflix prepara série documental sobre João de Deus

    14 de junho de 2020 /

    A Netflix prepara uma série documental sobre o médium João de Deus, ao estilo de “Wild Wild Country”, a produção que contou a polêmica história do guru indiano Bhagwan Shree Rajneesh, conhecido como Osho. E não faltarão controvérsias para narrar a trajetória do guru brasileiro, atualmente condenado por abuso sexual de seguidoras. Por quatro décadas, o médium goiano João de Deus realizou cirurgias e fez atendimentos espirituais no município de Abadiânia, em Goiás. Era tido como santo, mesmo diante de uma acusação de abuso de menor de 1980. A opinião pública só mudou em 2018, após centenas de mulheres virem à público revelar o constrangimento e abuso que sofreram nas mãos do médium. Ele foi julgado e condenado a 20 anos de prisão, que atualmente cumpre em regime domiciliar, devido à pandemia de covid-19, enquanto aguarda outros julgamentos. A produção do documentário está a cargo da empresa Grifa Filmes e vai retratar a vida do médium desde a adolescência, quando ele diz ter visto uma santa, que o conduziu para o caminho do curandeirismo. Nestas quatro décadas, João atendeu cerca de 10 milhões de pessoas, incluindo ex-presidentes da República, ministros do Supremo e autoridades de diversas esferas do poder político. Segundo a revista Veja, a produção vai pagar R$ 70 mil a João de Deus por seus arquivos pessoais. São fotos, documentos e gravações mostrando as curas. Ele também deve ser entrevistado para a atração. Na primeira conversa com a produtora, João negou que tenha assediado mulheres. A Grifa Filmes já produziu dois documentários premiados, “The Cleaners” (2018), que conta os bastidores de profissionais que controlam e apagam conteúdos de redes sociais, e “Piripkura” (2017), que narra a luta pela sobrevivência dos três últimos índios da tribo que leva o mesmo nome. Um dos proprietários da Grifa Filmes, Maurício Dias, afirmou que não pode falar sobre a série sobre João de Deus porque tem um contrato de sigilo com a Netflix. O título da série ainda não foi escolhido.

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    Colo Tavernier O’Hagan (1945 – 2020)

    14 de junho de 2020 /

    A roteirista inglesa Colo Tavernier O’Hagan, que assinou vários clássicos do cinema francês, morreu de câncer na sexta (13/6), aos 75 anos, segundo comunicado do Instituto Lumière, presidido por seu ex-marido. Ao longo de sua carreira prolífica, abrangendo cinema e TV, Tavernier O’Hagan foi a grande parceira do ex-marido, o cineasta Bertrand Tavernier, em muitos de seus filmes de maior sucesso. Nascida Claudine O’Hagan na Inglaterra, com pai irlandês e mãe franco-espanhola, ela se mudou para Paris ainda jovem e rapidamente se apaixonou e casou com Tavernier. O relacionamento durou de 1965 a 1980. E a separação, ironicamente, marcou o começo da parceria profissional do casal. O primeiro roteiro de Colo dirigido por Bertrand Tavernier foi o filme “Um Olhar para a Vida” (1980), sétimo longa da carreira do diretor, que competiu no Festival de Cannes. Mas foi o filme seguinte, “Um Sonho de Domingo” (1984), que estabeleceu sua reputação, rendendo-lhe o prêmio César de Melhor Roteiro Adaptado. Baseado no romance homônimo de Pierre Bost, o filme girava em torno de um pintor idoso, sempre visitado aos fins de semana pelo filho, que se surpreende com a visita inesperada da filha solteira (Sabine Azéma, vencedora do César pelo papel), raramente interessada na família. A obra virou um marco do novo cinema francês após a nouvelle vague e também rendeu o prêmio de Melhor Direção a Bertrand Tavernier no Festival de Cannes. Ela também colaborou com o roteiro do jazzístico “Por Volta da Meia-Noite” (1986), estrelado pelo saxofonista Dexter Gordon, e assinou o épico medieval “Béatrice” (1987) e o drama “O Regresso” (1990), que estão entre os grandes sucesso do ex-marido, além de “A Isca” (1995), que rendeu a Bertrand Tavernier o Urso de Ouro no Festival de Berlim. Sua carreira ainda inclui uma grande parceria com Claude Chabrol: “Um Assunto de Mulheres” (1988), estrelado por Isabelle Huppert, que foi premiado pela crítica no Festival de Veneza e indicado ao Globo de Ouro. Entre seus roteiros mais recentes destacam-se “Geliebte Clara” (2008), da alemã Helma Sanders-Brahms, sobre o romance dos compositores Clara e Robert Schumann no século 19, e o drama “Paris a Branca” (2017), da argelina Lidia Terki. “A vida nos separou, mas sinto um vácuo e uma sensação de vazio”, disse Bertrand Tavernier em comunicado sobre a morte da ex-esposa. “Colo me formou, me sacudiu e me fez crescer”. “Colo sabia como desenterrar os sentimentos mais agudos e as emoções mais profundas, como pequenas coisas (‘aquelas coisas’ como aquela famosa canção de jazz) que faz a vida valer uma pena”, acrescentou. O casal teve dois filhos, que cresceram para se tornar, curiosamente, uma roteirista (Tiffany Tavernier) e um diretor de cinema (Nils Tavernier).

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    Danna Paola vai participar da 1ª Parada Virtual do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo

    14 de junho de 2020 /

    Danna Paola, que interpreta Lucrécia na série espanhola “Elite”, da Netflix, vai participar remotamente da 1ª Parada Virtual do Orgulho LGBTQIA+. O evento será transmitido pelo YouTube neste domingo (14/6) a partir das 14h, como alternativa em tempos de isolamento social ao tradicional desfile que acontece todos os anos na Avenida Paulista, em São Paulo. A atriz, que também é cantora, enviará seu apoio ao público LGBTQIA+ brasileiro cantando. A estrela mexicana tem vários hits dançantes recentes, entre eles “Mala Fama”, “Contigo” e “Sola”. Além da performance de Danna Paola, convidados especiais e apresentações musicais vão celebrar a diversidade ao longo do dia, com transmissão simultânea em 11 canais do YouTube. Os criadores Fih e Edu, do canal Diva Depressão, serão os hosts do evento, ao lado de Lorelay Fox, Mandy Candy, Jean Luca, Nátaly Neri, Louie Ponto, Spartakus Santiago, e Herbertt e Fernanda, do Canal das Bee.

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    Roteirista diz ter trazido A Noiva de Frankenstein de volta à vida na Universal

    13 de junho de 2020 /

    O isolamento social pode ter revivido a noiva de Frankenstein. Quando a Universal Pictures ainda imaginava lançar um Dark Universe centrado em filmes de monstros clássicos, o plano previa que o remake de “A Noiva de Frankenstein” seguisse “A Múmia” nos cinemas. Mas o filme com Tom Cruise foi um fracasso retumbante e o projeto foi cancelado. Só que a Universal não desistiu de seus monstros. O estúdio reconfigurou sua estratégia ao lançar “O Homem Invisível”. Aquela que seria a terceira superprodução milionária do Dark Universe – com Johnny Depp no papel principal – virou uma produção de baixo orçamento que eletrizou público e crítica, além de ter rendido ótima bilheteria. Agora, David Koepp, autor do roteiro de “A Noiva de Frankenstein” e um dos roteiristas de maior sucesso em Hollywood – com “Jurassic Park”, “Homem-Aranha”, “Missão: Impossível” e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” no currículo – revelou ter aproveitado a quarentena para rever o projeto, readequando a superprodução – que previa Angelina Jolie no papel-título e Javier Bardem como Frankenstein – para os padrões modestos do novo “O Homem Invisível”. “Isso foi uma coisa que fiz durante a quarentena – trouxe de volta a ‘A Noiva de Frankenstein'”, ele afirmou, em entrevista ao site Collider. “A Universal foi muito gentil ao me deixar tentar novamente. Porque eles prepararam e cancelaram o projeto durante o fiasco do Dark Universe. Bem, não fiasco, mas decepção. Então, eu tenho uma nova versão agora que todos realmente gostamos. Eu acho que eles estão conversando com diretores agora”, revelou. Originalmente previsto para estrear em fevereiro de 2019 com direção de Bill Condon (“A Bela e a Fera”), a versão anterior de “A Noiva de Frankenstein” chegou a iniciar a pré-produção, com trabalho cenográfico que durou quatro meses antes de ser suspenso pela “decepção” de “A Múmia”. A nova versão será bem diferente da “grande extravagância de US$ 150 milhões com estrelas gigantes de cinema”, que a Universal imaginava lançar com Angelina Jolie. Mas também não terá orçamento “tão reduzido quanto ‘o Homem Invisível'”, explicou Koepp. Será algo intermediário, “uma coisa muito mais razoável e factível, com uma ideia muito legal e passado nos dias atuais”. O fato de trazer a trama vitoriana para os dias atuais já devia estar presente na versão do Dark Universe, mas se tornou ainda mais viável após o sucesso de “O Homem Invisível”. Vale lembrar que a Universal tem outros projetos em desenvolvimento para seus monstros, entre eles um filme sobre Frankenstein produzido por James Wan, um novo filme de Drácula dirigido por Karyn Kusama e a transformação de Ryan Gosling em Lobisomem.

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    Regina Duarte teria tentado criar juizado especial para processos envolvendo Cultura

    13 de junho de 2020 /

    A coluna de Guilherme Amado na revista Época apurou que Regina Duarte sugeriu que o governo criasse um juizado especial para julgar processos civis e criminais envolvendo a cultura. O detalhe é que seria um julgamento, aparentemente, à margem do poder judiciário. Numa minuta obtida pela publicação, assinada em 7 de abril e encaminhada a Marcelo Álvaro Antônio (ministro do Turismo) e Onyx Lorenzoni (ministro da Cidadania), a então secretária especial de Cultura propunha a criação do “Grupo de Trabalho Interministerial de Salvaguarda Cultural”, que seria encarregado de formular a criação de “juizado, com competência civil e criminal” para “julgar as causas relacionadas a Cultura”. O juizado também seria responsável por identificar “práticas culturais que mereçam análise aprofundada quanto aspectos ligados à dignidade humana” — seja lá o que signifique isso. Os documentos obtidos pela coluna mostram Regina argumentar que o juizado viria da “necessidade de implementação de ações voltadas à garantia dos direitos culturais, bem como das práticas culturais” e para “desafogar o sistema judiciário quanto às discussões acerca dos direitos autorais sobre obras, bens museais e obras de patrimônio histórico”. Segundo a proposta, o grupo seria formado por especialistas em leis de fomento cultural, direitos autorais, preservação do patrimônio histórico e artístico nacional indicados pelos Ministérios da Mulher, da Justiça, pela Secretaria de Cultura e pelo presidente do Instituto Brasileiro de Museus.

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