Zendaya fica “sem palavras” ao comemorar primeira indicação ao Emmy
Zendaya foi ao Instagram comemorar sua primeira indicação ao Emmy, revelada na manhã desta terça (28/7). Ela vai disputar o troféu da Academia da Televisão na categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por seu papel em “Euphoria”, da HBO. “Estou sinceramente sem palavras, meu coração está transbordando de amor e gratidão. Estou tão incrivelmente honrada por trabalhar ao lado de pessoas talentosas que chamo de família”, escreveu a atriz, publicando uma foto em preto e branco dos bastidores da série, que começou chamando atenção pelo tom polêmico, mas logo se tornou um grande sucesso de crítica e público. Ela prosseguiu: “Sou uma pequena peça de um quebra-cabeça bonito e tenho muito orgulho de todos vocês”, disse, referindo-se aos colegas de trabalho. “Obrigado a todos que assistiram e deram vida ao programa, obrigado a (o criador) Sam Levinson, a HB0, ao (estúdio) A24 por tudo e à Academia da Televisão por esse lindo reconhecimento, obrigado, obrigado, obrigado”, finalizou, demonstrando seu entusiasmo pela repetição dos agradeciemntos. Debutante na categoria, Zendaya vai disputar o prêmio com a pesos pesados: Olivia Colman, por “The Crown”, Laura Linney, por “Ozark”, Jennifer Aniston, por “The Morning Show”, e Jodie Comer e Sandra Oh, ambas por “Killing Eve”. A cerimônia de premiação vai acontecer em 20 de setembro. Ver essa foto no Instagram I’m honestly speechless, my heart is just overflowing with love and gratitude. I’m so incredibly honored to work beside the talented people that I get to call family. I am a small piece of a big beautiful puzzle and I’m so proud of all of you. Thank you to everyone out there who’s watched and given our show life, thank you @samlev00 @hbo @a24 for everything and @televisionacad for this beautiful acknowledgment, thank you, thank you, thank you. We out here Emmy nominated y’all!! Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya) em 28 de Jul, 2020 às 2:34 PDT
Atriz de Cemitério Maldito consegue ordem de restrição contra diretor indie
A atriz e diretora Amy Seimetz, que interpretou a personagem Becky Ives na série “Stranger Things” e a mãe no remake de “Cemitério Maldito”, obteve uma ordem de restrição contra seu ex-namorado, o diretor Shane Carruth. Eles trabalharam juntos em “Upstream Color” (2013). De acordo com o site da revista Variety, Seimetz acusa Carruth de abuso físico e psicológico, e de assédio contínuo desde que os dois se separaram em 2018. Seimetz alega que Carruth pulou sobre ela em um quarto de hotel e a estrangulou até que ela precisou lutar para respirar, de acordo com documentos obtidos pelo site. Ela também alega que o diretor a ameaçava continuamente por mensagens. Em uma delas, Carruth escreve: “Você é Shiva, a deusa da morte. Eu vejo você. Eu vou saber quando é hora de você acabar. Você deveria estar com medo. Você não sabe o que eu vou fazer”. Ambos os diretores são proeminentes no cinema independente americano. O primeiro longa-metragem de Carruth, “Primer”, venceu o Festival de Sundance em 2004. Seimetz estrelou o segundo longa-metragem do diretor, “Upstream Color” (2013), dirigiu a 2ª temporada da série “The Girlfriend Experience” e nesta semana lança seu segundo longa como cineasta, “She Dies Tomorrow”, pela distribuidora independente Neon.
Tom Holland publica primeira foto da namorada e parte coração da internet
O ator Tom Holland, intérprete atual do “Homem-Aranha” nos filmes da Marvel, surpreendeu seus fãs nesta terça (28/7) ao assumir o namoro, publicando pela primeira vez uma imagem da atriz Nadia Parkes, estrela da minissérie “The Spanish Princess”, em seu Instagram. Os rumores sobre o envolvimento do casal circulam há algum tempo, mas os boatos nunca tinham sido confirmados por nenhuma das partes até agora. O registro bastaria para a internet considerar o namoro oficializado. Por conta deste post singelo, o nome do ator chegou a ser um dos assuntos mais comentados no Twitter durante o dia. E, curiosamente, o motivo não foram shipps, mas a desilusão amorosa das fãs, que ficaram arrasadas ao descobrir que o intérprete de Peter Parker estava “comprometido”. Centenas de corações partidos e muitas lágrimas virtuais marcaram as publicações do dia, em várias línguas. De verdade. Mas teve quem prestasse mais atenção em outro detalhe do post. “Estonteante, tanto a garota quanto o céu”, escreveu uma internauta. Enquanto outro concluiu: “Parece que ele aprendeu alguma coisa sobre fotografia com seu papel de Peter Parker”. Vale reparar, porém, que a versão de Peter Parker de Tom Holland (ainda) não é um fotógrafo profissional como o personagem vivido por Tobey Maguire nos primeiros três filmes do herói. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 27 de Jul, 2020 às 9:31 PDT
Diretor revela vídeo em que “Doutor Estranho” sai do set e surpreende loja de quadrinhos
O diretor Scott Derrickson divulgou um vídeo inédito dos bastidores de “Doutor Estranho” nas redes sociais, que registra um momento divertido da produção. O vídeo foi feito em 2015, durante as filmagens do longa em Manhattan, Nova York. Ao perceber que perto do set havia uma loja de quadrinhos, o diretor brincou com o astro Benedict Cumberbatch como seria incrível se ele entrasse lá caracterizado como o personagem. O ator concordou e ainda estimulou o diretor a fazer uma “pegadinha” para surpreender os frequentadores da comic shop. O momento foi gravado por Derrickson e mostra como o Cumberbatch deixou clientes e vendedores da loja rindo à toa. No final, após posar para fotos, Cumberbatch ainda disse: “Se o filme não der certo, posso vir trabalhar com vocês?”. Mas “Doutor Estranho” foi um grande sucesso, com bilheteria mundial de US$ 677 milhões, e vai ganhar uma sequência. Infelizmente, o clima dos bastidores não será o mesmo, pois Derrickson não retornará para comandar as filmagens. Em seu lugar, a Marvel escalou o cineasta Sam Raimi, que voltará a comandar um filme de super-herói após marcar época à frente dos três primeiros “Homem-Aranha” da Sony. Assista ao registro abaixo, revelado na íntegra pela primeira vez na noite de segunda (27/7). Never before shown moment. While shooting in Manhattan right in front of a comic book store, I spontaneously suggested to Benedict that he go inside and he agreed. pic.twitter.com/ge2DcqWpu1 — N O S ⋊ Ɔ I ᴚ ᴚ Ǝ ᗡ ⊥ ⊥ O Ɔ S (@scottderrickson) July 28, 2020
Ryan Reynolds oferece recompensa por urso de pelúcia roubado
O ator Ryan Reynolds ofereceu US$ 5 mil de recompensa para quem achar – ou devolver – um urso de pelúcia que foi roubado em Vancouver, no Canadá. O detalhe é que o brinquedo não é dele. Reynolds se sensibilizou ao ver um post sobre o roubo, que estava em uma mochila com um iPad. A dona do ursinho, Mara Soriano, contou que a pelúcia tem a voz da mãe dela, que morreu no ano passado de câncer. A gravação diz: “Eu te amo, estou orgulhosa de você e sempre estarei com você”. “Vancouver: US$ 5.000 para quem devolver esse urso a Mara”, escreveu Reynolds em resposta o post da repórter Deborah Goble, da rede de TV canadense CBC. “Zero perguntas. Acho que todos precisamos que este urso volte para casa.” Veja a publicação original do ator abaixo. Vancouver: $5,000 to anyone who returns this bear to Mara. Zero questions asked. I think we all need this bear to come home. https://t.co/L4teoxoY50 — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) July 25, 2020
Mário Frias confirma planos de “dar” a Cinemateca para Regina Duarte
O secretário especial da Cultura Mário Frias confirmou que ainda há planos para dar a presidência da Cinemateca Brasileira para Regina Duarte, a pedido do presidente Jair Bolsonaro. A instituição é responsável pela preservação da produção audiovisual do país e está no centro de dois processos por abandono do governo – um do Ministério Público Federal (MPF) e outro da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), responsável por sua manutenção. “A Regina é um ícone que faz parte da nossa história, merece todo o respeito. É um pedido pessoal do presidente da República. Existe, sim, a possibilidade de ser criada uma secretaria para ela cuidar da Cinemateca e ela vai ser tratada com toda dignidade que merece. Assim que o imbróglio jurídico se resolver, a Regina Duarte vai ter um lugar de destaque na Cinemateca”, afirmou Frias à Rádio Jovem Pan. Durante a entrevista, o ex-ator de “Malhação” disse que há um movimento “forte” para tentar resolver o impasse. “A minha primeira ação como secretário foi fazer uma visita técnica. O contrato acabou em 2019 e não foi renovado. O acervo e os profissionais deveriam ser muito valorizados porque são profissionais únicos. Não tenho dúvida nenhuma de que aquele acervo é do povo brasileiro. Há um imbróglio jurídico, a meu ver lamento o fato de as pessoas não estarem pensando no acervo e no potencial que aquilo tem. Juridicamente a gente não pode intervir nesse momento enquanto não há uma solução. Há um movimento muito forte tanto meu quanto do ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio. Temos um projeto emergencial para ajudar”, disse. Ele ainda acrescentou: “Mandamos um corpo técnico para uma visita e avaliação de inventário, para averiguar as necessidades emergenciais. A nossa equipe foi impedida de entrar, fizemos um boletim de ocorrência porque não podem impedir, pois é patrimônio do brasileiro e responsabilidade nossa cuidar. Hoje estou aguardando um parecer jurídico, com toda vontade do mundo de fazer o bem”, ressaltou. Vale esclarecer as informações falsas contidas nas declarações. O chamado “corpo técnico” da secretaria de Cultura foi enviado para pegar as chaves da instituição, que não é administrada pelo governo federal. A ideia, aparentemente, era assumir a Cinemateca na marra. A justificativa “jurídica” para esta ação foi um dos muitos atos inconsequentes daquele que Bolsonaro já chamou de seu “melhor ministro”. Então vinculada ao Ministério da Educação para a gestão da TV Escola, a Acerp ganhou a licitação para gerir a Cinemateca Brasileira em 2018 e assinou um termo aditivo ao Contrato de Gestão da emissora. Mas, no final de 2019, o então ministro da Educação Weintraub decidiu encerrar de forma unilateral e abrupta o contrato de gestão da TV Escola e, com isso, também extinguiu o termo aditivo da Cinemateca Brasileira. Genial como é, Weintraub achava que, ao romper o contrato, iria encampar a TV Escola para fazer uma programação a seu gosto (refletindo seu guru astrólogo). Mas a TV Escola, assim como a Cinemateca, não pertencem ao governo e tudo o que ele conseguiu foi acabar com uma e jogar a outra no caos. Esta situação típica de desgoverno só veio à público devido a outra iniciativa surreal da República bolsonarista. Ao anunciar a demissão de Regina Duarte do cargo de secretária de Cultura, Jair Bolsonaro disse que ela iria comandar a Cinemateca, “do lado da sua casa”. Mas o cargo que ele queria dar para a atriz nunca existiu, uma vez que a administração da Cinemateca não pode ser exercita pelo poder federal. Embora Mário Frias insista nos planos, que anteriormente já tinham sido confirmados pelo ministro do Turismo, o desgoverno não pode assumir o controle da Cinemateca apenas porque quer. Esta intenção contraria frontalmente uma cláusula do contrato de doação da Cinemateca — originalmente privada — à União em 1984, que garante sua autonomia financeira, administrativa e técnica, além da permanência em São Paulo. Para se ter ideia da inconsequência, nesta semana ventilou-se até a mudança do acervo para Brasília… Ao manter o projeto de dar a Cinemateca “de presente” para Regina Duarte, Mário Frias também contraria uma ação civil pública ajuizada há duas semanas pelo MPF, ordenando a renovação do contrato de gestão e o repasse imediato de R$ 12 milhões para a Acerp, recursos já previstos e não encaminhados pelo governo à organização social (OS) responsável pela manutenção da instituição. A dívida milionária é outro “detalhe” não mencionado por Frias em sua entrevista sobre o “imbróglio jurídico”. Na semana retrasada, ele publicou um vídeo no qual afirmava que “não existe amparo legal” para que o Ministério do Turismo “assuma a dívida de um contrato não vigente”. Não é o que diz o MPF. O prazo para o governo mudar de discurso se encerra nesta semana.
Advogado de Johnny Depp conclui defesa chamando Amber Heard de mentirosa
O advogado de Johnny Depp concluiu nesta terça (28/7) sua argumentação no processo que o ator move contra o jornal britânico The Sun por calúnia, após ser chamado de “espancador de esposa” num artigo de 2018. Mas a linha defendida por David Sherbone aproximou-se bastante do retrato traçado pela advogada da publicação, que um dia antes descreveu Depp como um misógino capaz de não apenas atacar a ex, Amber Heard, como inventar os piores adjetivos possíveis para desacreditá-la, de vadia e mentirosa para baixo. Sherbone reforçou essa linha de defesa para tentar provar que Depp é um homem pacífico e que Heard é que é violenta. “Ela é a agressora, não o sr. Depp. Ele não é espancador de mulheres”, disse Sherborne ao tribunal, acrescentando que a “falta de credibilidade” de Heard havia sido comprovada nas evidências que ela mesma ofereceu. Ele declarou que a atriz é uma “testemunha totalmente não confiável e, francamente, mentirosa compulsiva”, alguém que adaptou sua história para equilibrar as evidências produzidas contra ela. Em um discurso de encerramento, o advogado de Depp ainda afirmou que, embora o ator tenha se aberto sobre o uso de drogas e álcool, Heard minimizou o próprio consumo, além de suas questões de ciúme e raiva. Ao longo do julgamento, Heard descreveu vários incidentes em que, segundo ela, foi agredida por Depp, trazendo fotos de hematomas e da destruição causada nos locais em que as agressões aconteceram, além de testemunhas, como sua irmã e uma cabeleireira, e registros do ator apagado de tanto se drogar. Depp acabou confessando ter dado uma cabeçada na atriz e ela confirmou que o agrediu pelo menos uma vez, justificando o ato como tentativa de defender a irmã de um ataque enraivecido do ator. A defesa de Depp também tentou retratar a atriz como infiel, o que ela negou e o juiz do caso, Andrew Nicol, considerou irrelevante. O jornal The Sun publicou tudo, dando grande repercussão com o objetivo de colocar a opinião pública contra o ator. A publicação, claro, tem interesse em vencer o processo e conta com apoio de Heard, porque a atriz também está sendo processada por Depp nos EUA por se dizer vítima de violência doméstica. O midiático julgamento se encerrou nesta terça-feira, mas o juiz não deve proferir sua decisão antes de várias semanas.
Taylor Swift revela nome da caçula de Ryan Reynolds e Blake Lively em título de música
O novo disco de Taylor Swift está cheio de bebês. Além da teoria dos fãs sobre como a música “Invisible String” adiantou o nascimento da filha de Sophie Turner e Joe Jonas, outra faixa encontra-se conectada à terceira filha de Ryan Reynolds e Blake Lively. A música “Betty” foi batizada em homenagem à filha mais nova do casal. A criança nasceu em outubro do ano passado, mas seu nome não tinha sido revelado para a mídia até aparecer na sexta passada (24/7) no álbum “Folklore”. Depois do lançamento do disco, a revista People confirmou que Betty é mesmo o nome da criança. Taylor é grande amiga do casal e a música que leva o nome da caçula também menciona as duas primeiras filhas de Ryan e Blake, as pequenas James, de 5 anos, e Inez, de 3. “Você ouviu os rumores de Inez, você não pode acreditar em uma palavra do que ela diz”, e “Ela disse: ‘James, entre, vamos dirigir’”, descreve a letra da faixa. Veja o lyric vídeo de “Betty” abaixo.
Nasceu o primeiro bebê de Sophie Turner e Joe Jonas
O cantor Joe Jonas e a atriz Sophie Turner viraram papais. O nascimento de sua primeira filha foi confirmado por comunicado do porta-voz do casal. “Sophie Turner e Joe Jonas têm o prazer de anunciar o nascimento de seu bebê”, disseram em comunicado enviado à revista Billboard na segunda (27/7). De acordo com o site TMZ, o bebê é uma menina camada Willa, que nasceu na quarta-feira (22/7) passada. O casal aproveitou a quarentena para manter a gravidez da atriz de “Game of Thrones” longe da mídia, sem fazer nenhum anúncio, embora ela tenha sido vista com uma barriguinha durante participação num protesto do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Apesar dessa sigilo, fãs de Taylor Swift acreditam que a cantora revelou a gravidez em seu novo álbum “Folklore”, lançado na sexta (24/7). Na música “Invisible String”, Taylor canta: “Gelado era o aço do meu machado/ Para os meninos que partiram meu coração/ Agora eu envio presentes aos bebês”. Segundo a teoria dos fãs, ela estava se referindo a Joe Jonas, o único de seus ex-namorados que estava esperando um filho.
Versão online da Comic-Con decepciona e reúne pouco público
Primeira tentativa de realizar um grande evento de forma virtual, a versão online da Comic-Con não conseguiu empolgar o público e fracassou em materializar uma versão digital da convenção real. Os organizadores prometeram o melhor dos mundos, uma edição cheia de atrações, gratuita e sem filas. Mas a Comic-Con@Home teve poucas estrelas do mundo do entretenimento e, tragicamente, pouca presença de fãs. Além da baixa visualização dos vídeos disponibilizados, faltaram fãs na própria programação. Maior atrativo de qualquer Comic-Con, os cosplays acabaram esquecidos pelos organizadores, sem aparecer em nenhum vídeo, embora habitualmente sejam as imagens mais associadas à festa geek. Também não houve comércio virtual, um oportunidade perdida para promoções e lançamentos que, em outros tempos, movimentariam fortunas nos corredores do centro de convenções de San Diego. Faltou até programação interativa – e alternativa – , com passatempos temáticos. A Comic-Con@Home se restringiu a uma sucessão de vídeos produzidos com o aplicativo Zoom, reunindo cabeças falantes. E, aparentemente, alguns desses vídeos, apresentados como “lives”, eram pré-gravados. Keanu Reeves, que participou de dois painéis no fim de semana – para divulgar “Bill & Ted: Encare a Música” e comentar os 15 anos de “Constantine” – , acabou sendo a maior estrela do evento, que ainda contou com o elenco do filme “Os Novos Mutantes”, das séries das franquias “Star Trek” e “The Walking Dead”, e um punhado de outras atrações televisivas. Apesar de alardeados 350 painéis online, menos de duas dezenas foram dedicados a filmes e séries. Já as discussões acadêmicas sobre o que representa “A máscara nos quadrinhos de ‘Watchmen'”, “A psicologia da cultura pop de Natal” e “A ciência de ‘Star Trek'” ficaram às moscas. Não por acaso, a grande maioria dos vídeos disponibilizadas na página da Comic-Con Internacional no YouTube registrou menos de 2 mil visualizações. Alguns não conseguiram atrair nem 500 pessoas. A Comic-Con Internacional sempre teve esses debates obscuros, mas eles nunca chamaram tanta atenção quanto em sua versão virtual. O formato do evento “democratizou” a programação, colocando painéis hollywoodianos ao lado de discussões da “academia dos geeks”, sem priorizar destaques. A única divisão oferecida foi a dos dias da semana. Mais assistido de todos os painéis, o encontro de vários intérpretes da série “Vikings”, da 1ª à última temporada, atraiu o interesse de 223 mil pessoas. Só outro vídeo chegou perto desses números: “Os Novos Mutantes”, que reuniu 213 mil pessoas. Este painel foi também o que mais caprichou em novidades. Além de reunir o diretor e o elenco completo, apresentou a primeira cena do filme e um trailer inédito. Nenhum outro momento da programação chegou perto desse volume. Entre os bate-papos mais bem-sucedidos, o debate com Keanu Reeves sobre “Constantine” foi visto por 67 mil e um painel dedicado aos papéis heroicos de Charlize Theron teve 57 mil visualizações. Dentre as séries, depois de “Vikings” o programa mais assistido foi dedicado a “The Walking Dead”, que reuniu 87 mil fãs, seguido por “Fear The Walking Dead”, visto por 72 mil e um painel com diversas atrações do universo “Star Trek”, prestigiado por 64 mil. Outros destaques incluíram a participação do elenco de “The Boys”, com 54 mil visualizações, “His Dark Materials”, com 44 mil, e o curioso empate de público dos painéis de “The 100”, “Wynona Earp” e “What We Do in The Shadows”, com 34 mil espectadores. O dado negativo ficou por conta do desinteresse gerado pelo painel da 4ª temporada de “Van Helsing”, visto por apenas 4 mil pessoas. A falta de grandes atrativos se deveu à ausência de produções da Disney e da WarnerMedia. Os dois conglomerados decidiram dar pouca importância para o evento, porque têm outros planos de divulgação. A Disney tem sua própria “Comic Con”, a D23 Expo, que este ano também deverá ser virtual, e a Warner anunciou sua primeira convenção dedicada às atrações da DC Comics, a DC FanDome, que vai acontecer no dia 22 de agosto. Se a realização da Comic-Con@Home não foi exatamente o que os fãs esperavam, o que acabou se materializando serviu para alertar os “concorrentes” sobre o que precisa ser aperfeiçoado. Além disso, demonstrou para todo mundo que não é caro nem muito difícil organizar uma convenção digital. Sem as dificuldades logísticas para reunir diversos astros num mesmo local, acomodar o público e ainda contar com equipamento sofisticado para exibições especiais, até fãs estão fazendo convenções online. Durante o fim de semana da Comic-Con, aconteceram duas: JusticeCon, dedicada à “Liga da Justiça”, com a presença do diretor Zack Snyder e do ator Ray Fisher (Ciborgue), e #SaveDaredevil, com diversos atores e a equipe da série “Demolidor”. Só a entrevista com Zack Snyder na JusticeCon foi acompanhada por 281 mil pessoas. Ou seja, teve mais público que a atração mais vista da Comic-Con@Home.
Advogada do The Sun chama Johnny Depp de misógino drogado e violento
Johnny Depp está processando o jornal The Sun por difamação devido a um artigo que o chamou de “espancador de esposa”. Mas a advogada do tabloide britânico acrescentou outros adjetivos fortes e pejorativos para descrever o ator durante o julgamento. Em sua apresentação final da defesa, a advogada Sasha Wass chamou Depp de misógino drogado e violento. Ela disse que tudo o que o jornal publicou “é verdade – ou seja, Depp realmente bateu em sua esposa”. E descreveu porque “espancador de esposa” é uma forma correta de descrevê-lo – entre outras. Wass disse que havia “evidências esmagadoras de violência doméstica e do comportamento de espancar a esposa, catalogadas durante um período de três anos”. E concluiu que “uma profunda misoginia […] está na raiz da raiva de Depp”. Ela aprofundou a descrição negativa do ator. “Ele criou uma persona misógina de (Heard) como o estereótipo de uma mulher irritante”. Wass também disse que Depp classificou a Heard como “uma interesseira, uma megera e uma adúltera” em várias declarações para desacreditá-la. A advogada argumentou que esse ressentimento foi amplificado e virou violência contra Heard porque Depp era “um viciado sem esperança que perdia repetidamente seu autocontrole e toda a capacidade de conter sua raiva”. E ainda usou o histórico do ator como “evidência bem documentada de violência e destruição durante toda a vida adulta, que ocorreu sempre que ele ficou sob a influência de bebidas e drogas.” Para comparar a diferença causada pelas drogas no comportamento do ator, ela disse que o primeiro ano do relacionamento do casal, durante o qual Depp estava sóbrio, foi “idílico”. A violência só começou em 2013 após uma recaída, que o tornou “sujeito a mudanças irracionais de humor e padrões comportamentais anormais, que não estavam presentes quando o Sr. Depp estava sóbrio, e o Sr. Depp tem um nome para essa entidade metamorfoseada – o Monstro”. Depp, que preferiu se ausentar do tribunal nesta segunda-feira (27/7), nega veementemente ter agredido Heard. O ator alega que as acusações de Heard e suas testemunhas são “uma farsa cuidadosamente coreografada”, porque as drogas, que ele confirma tomar, não o tornariam violento. Ele também abriu um processo por difamação contra a atriz nos EUA, o que deve manter esta história escandalosa em evidência por muito tempo. O casal se conheceu durante as filmagens de “Diário de um Jornalista Bêbado”, em 2011, e se casou em Los Angeles em fevereiro de 2015. Heard entrou com pedido de divórcio no ano seguinte e o divórcio foi finalizado em 2017. O julgamento por difamação contra o jornal The Sun vai se encerrar na terça-feira (28/7), com a apresentação dos argumentos dos advogados de Depp, mas o juiz encarregado do caso, Andrew Nicol, não deve proferir sua decisão antes de várias semanas.
Ator de Demolidor denuncia chefe da Marvel por racismo
O ator Peter Shinkoda, que interpretou o vilão Nobu em duas temporadas de “Demolidor”, acusou o ex-chefe de televisão da Marvel, Jeph Loeb, de racismo. Ele diz que ele sabotou as histórias dos personagens asiáticos da série, citando um comentário racista do produtor no set. “Eu não quero mais proteger ninguém. Jeph Loeb disse aos roteiristas que não deveriam escrever cenas para Nobu e Gao [Wai Ching Ho], e isso foi reiterado muitas vezes para os roteiristas e showrunners. O que ele disse foi que ‘ninguém dava a mínima’ para personagens chineses e asiáticos”, revelou o ator, durante uma live da campanha #SaveDaredevil (Salvem Demolidor) neste domingo (26/7). Shinkoda contou que Loeb costumava citar a trilogia “Blade”, da Marvel, dizendo que o protagonista “matava 200 asiáticos por filme e ninguém ligava”. “Originalmente, Nobu teria uma ótima história explorando o seu passado, mas isso foi jogado fora. Alguns roteiristas disseram para mim que se arrependem de ter feito o que ele mandou, porque estavam animados com o que tinham planejado”, acrescentado. Jeph Loeb perdeu seu poder e foi afastado da Marvel por motivos obscuros, mas que, até então, pareciam ter relação com política interna e o desempenho de suas séries. A divisão que o executivo comandava, Marvel Television (responsável pela produção de “Demolidor”), foi fechada em meio a uma reação em cadeia, envolvendo o cancelamento de todas as suas séries – menos uma que já estava sendo produzida, “Helstrom” – e suas funções foram absorvidas por Kevin Feige, o chefão do Marvel Studios. A começar pelos vindouros lançamentos da Disney+ (Disney Plus), as novas séries da Marvel serão produzidas por Feige e realizadas pelo Marvel Studios. O vídeo com a denúncia pode ser visto abaixo. As frases mais polêmicas podem ser ouvidas a partir do 10º minuto.
Olivia de Havilland (1916 – 2020)
A atriz Olivia de Havilland, vencedora de dois Oscars e uma das últimas estrelas da era de ouro de Hollywood, morreu na noite de sábado (25/7), de causas naturais enquanto dormia em sua casa, em Paris, aos 104 anos. Sua beleza angelical lhe rendeu vários papéis de protagonista romântica. Mas ela também foi heroína de ação. E a primeira pessoa – homem ou mulher – a enfrentar a indústria de Hollywood, implodindo o sistema abusivo de semi-escravidão contratual, usado pelos estúdios para humilhar atores e forçá-los a fazer filmes contra suas vontades, que vigorou até meados dos anos 1940. Sua vitória na Justiça mudou as relações entre astros e estúdios para sempre, inaugurando a era “moderna” em que atores de sucesso se tornaram capazes de escolher o que filmar e com qual estúdio quiserem. Não foi seu único processo. Mais recentemente, ela entrou com uma ação contra o produtor Ryan Murphy por retratá-la na série “Feud” (de 2017), em que foi vivida por Catherine Zeta-Jones “sem autorização e sem aprovação”. O caso estava sendo encaminhado à Suprema Corte dos EUA. Olivia De Havilland nunca foi uma atriz comum. Sua beleza lendária a aproximou de astros famosos. Havia rumores de seu relacionamento com Errol Flynn e registros de envolvimentos com James Stewart, o magnata Howard Hughes, o diretor John Huston e até com o jovem John F. Kennedy, futuro presidente dos EUA, ainda nos anos 1940. Mas, apesar das fofocas, ela recusou vários cortejos, escolhendo intelectuais como maridos. Seu primeiro casamento, em 1946, foi com o escritor e roteirista Marcus Aurelius Goodrich (“Ases da Armada”), com quem teve um filho, Benjamin. O segundo aconteceu em 1955 com Pierre Galante, editor da revista Paris Match, com quem teve uma filha, Gisele. Os dois casamentos acabaram em divórcio. Ela certamente enfrentou alguns rivais poderosos na carreira, mas considerava a própria irmã mais nova como sua maior inimiga, a atriz vencedora do Oscar Joan Fontaine (que morreu em dezembro de 2013 aos 96 anos). Seu pai, Walter, era um advogado britânico de patentes que fazia negócios no Japão, por isso ela nasceu em Tóquio, em 1º de julho de 1916. Já sua mãe, Lilian, era uma atriz de teatro que queria que suas filhas seguissem seus passos. Assim, aos 3 anos, a pequena Olivia foi com a mãe e a irmã morar na Califórnia. Sua educação começou em um convento, mas, ao terminar o colegial, ela se matriculou no Mills College, em Oakland, onde se interessou por atuar. Sua estrela brilhou durante uma apresentação teatral de “Sonho de uma Noite de Verão”, de Shakespeare. No palco como substituta de emergência de Gloria Stuart – a diva temperamental desistira na véspera – , chamou atenção do empresário Max Reinhardt, que tinha ido à estreia atrás de talentos para atuar na versão cinematográfica da peça. Ela assinou um longo contrato com a Warner e debutou em Hollywood naquela adaptação, em 1935, aos 19 anos de idade. Sua atuação encantou os executivos do estúdio que, no mesmo ano de “Sonho de uma Noite de Verão”, a lançaram em mais três produções. E já como protagonista. Um destes trabalhos de seu ano inaugural rapidamente estabeleceu sua reputação como estrela e firmou sua primeira e mais famosa parceria nas telas: nada menos que “Capitão Blood”, um dos melhores filmes de piratas da velha Hollywood, dirigido por Michael Curtiz, em que contracenou com Errol Flynn. Ao todo, Olivia viveu o par romântico de Errol Flynn em nove filmes da Warner, incluindo o famoso “As Aventuras de Robin Hood” (1938), no qual interpretou a icônica Lady Marian, e o épico “A Carga de Cavalaria Ligeira” (1936), ambos dirigidos por Curtiz – ela foi igualmente dirigida nove vezes pelo diretor. Já consagrada como uma das principais atrizes da Warner, Olivia foi atraída por uma oferta para atuar numa superprodução de um estúdio rival no final dos anos 1930. Era “…E o Vento Levou” (1939). Lisonjeada e encantada pelo projeto, uma das superproduções mais caras da época, ela pressionou pela chance de demonstrar que era mais que uma atriz comercial. Após uma dura negociação, que incluiu direitos de distribuição para a Warner, Olivia conseguiu ser liberada para viver Melanie Hamilton, a noiva e depois esposa de Ashley Wilkes, personagem de Leslie Howard, criando um retrato de mulher tímida, gentil e benevolente, que contrastava de forma frontal com o ciúme venenoso de seu marido e com o gênio de sua prima espirituosa, Scarlett O’Hara (Vivien Leigh). A performance lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Melhor Atriz Coadjuvante – ela acabou sofrendo uma derrota histórica para sua colega de elenco Hattie McDaniel, primeira atriz negra premiada pela Academia, que foi mantida separada e segregada do elenco durante as filmagens e até na própria premiação. “…E o Vento Levou” (1939) venceu oito Oscars, tornando-se o filme mais premiado de sua época, uma distinção que durou por duas décadas – até “Gigi” (1958). Empolgada com o impacto do filme e pela nomeação, Olivia voltou à Warner com a expectativa de mais papéis de prestígio. Mas eles não se materializaram. O estúdio queria mais filmes de ação com Errol Flynn, no máximo algumas comédias românticas. Ela chegou a ouvir que tinha sido contratada porque era bonita e fotografava bem, não porque soubesse atuar. Conforme seu contrato inicial se aproximava do fim, Olivia deixou claro que não tinha intenção de renová-lo. Com receio de perder sua estrela, a Warner aceitou incluir alguns dramas entre seus filmes habituais. Um deles foi “A Porta de Ouro” (1941), em que ela interpretou uma professora seduzida por um astuto exilado europeu (Charles Boyer) em busca de uma esposa para obter visto americano. Seu desempenho rendeu-lhe outra indicação ao Oscar, desta vez como Melhor Atriz. Mas ela voltou a perder para uma rival: a própria irmã, Joan Fontaine, que venceu por “Suspeita”, de Alfred Hitchcock. As duas deixaram de se falar depois disso. De fato, Olivia e Joan foram as únicas irmãs a vencer o Oscar na categoria de Melhor Atriz, mas em vez de comemorarem a façanha, sua rivalidade “fraterna” foi considerada a mais feroz da história de Hollywood. Após a segunda indicação, ela começou a recusar papéis que considerava inferiores. A Warner retaliou suspendendo-a por seis meses e, quando seu contrato venceu, o estúdio insistiu que, devido às suspensões, ela ainda lhes devia mais filmes. Mas a Warner jamais suspeitou que a atriz “bonitinha” e que “fotografava bem” tivesse mais obstinação que a fictícia Scarlett O’Hara. Amanhã foi outro dia para Olivia de Havilland, que processou e venceu. O caso se arrastou por um ano e meio, período em que ficou afastada das telas, mas a Suprema Corte da Califórnia aprovou uma decisão de primeira instância em seu favor em 1945. Conhecida como “a decisão de Havilland”, a orientação jurídica determinou que nenhum estúdio poderia prolongar arbitrariamente a duração do contrato de um ator. Foi o fim da semi-escravidão de Hollywood. A atriz se declarou independente, colocando-se no mercado para todos os estúdios. E choveram ofertas, inclusive da própria Warner. Para compensar o tempo em que passou brigando na Justiça, ela apareceu logo em quatro filmes de 1946. Apenas um deles era uma comédia romântica, demonstrando o novo rumo de sua carreira, focado na busca do Oscar. A seleção incluía “Devoção”, um daqueles dramas de prestígio que a Warner não queria lhe dar, mas que enfim deu após o fim do contrato, no papel da escritora Emily Brontë (de “O Morro dos Ventos Uivantes”). Viveu também uma mãe solteira que abandona o filho em “Só Resta uma Lágrima”, de Mitchell Leisen, produzido pela Paramount. E interpretou gêmeas, uma boazinha e outra malvada, em “Espelho d’Alma”, clássico noir de Robert Siodmak, distribuído pela Universal. A estratégia deu certo. Olivia de Havilland venceu seu primeiro Oscar por “Só Resta uma Lágrima”. Ela enfrentou Hollywood, assumiu o controle da carreira e escolheu os filmes que queria fazer. E conquistou o reconhecimento da Academia. Mas a atriz não queria apenas empatar com a irmã. Queria superá-la. Isto ficou claro quando Olivia se recusou a receber os parabéns de Joan ao vencer sua estatueta. Esse esforço rendeu mais dois clássicos: “Na Cova da Serpente” (1948), de Anatole Litvak, em que deu vida à uma mulher internada num hospício, e “Tarde Demais” (1949), de William Wyler, como uma herdeira solteirona seduzida por um golpista mais jovem (Montgomery Clift). O primeiro lhe rendeu nova indicação ao Oscar, perdendo (injustamente) para Jane Wyman por “Belinda”. O outro lhe valeu seu segundo Oscar de Melhor Atriz. Aqueles foram os últimos dois filmes que ela realmente gostou de fazer. Após aparecer como a “mulher mais velha”, as ofertas de bons papéis diminuíram. Mesmo assim, Olivia enfrentou o “ageismo” implacável da velha Hollywood com menos lançamentos, mas sem abrir mão da qualidade. Fez “Eu Te Matarei, Querida! (1952), de Henry Koster, “Não Serás um Estranho” (1955), de Stanley Kramer, “A Noite É Minha Inimiga” (1959), de Anthony Asquith, e até “O Rebelde Orgulhoso” (1958), em que voltou a trabalhar com Michael Curtiz, culminando esta fase numa parceria histórica com a igualmente lendária Bette Davis no suspense “Com a Maldade na Alma” (1964). Foram os derradeiros filmes dignos de seu nome. Ao passar dos 50 anos, Olivia trocou as grandes produções por aparições num punhado de séries – como “Big Valley” (em 1965), a minissérie “Roots: The Next Generations” (em 1979) e “O Barco do Amor” (em 1981) – , e pela função de cota de prestígio em filmes de baixa qualidade, como a “nunsplotation” “Joana, a Mulher que Foi Papa” (1972) e os thrillers de desastre “Aeroporto 77” (1977) e “O Enxame” (1978). Seu último papel no cinema foi em “O Quinto Mosqueteiro” (1979), como a Rainha-mãe de Louis XIV (Beau Bridges), numa homenagem do diretor Ken Annakin a seus primeiros longas de capa e espada. Depois disso, sua carreira ainda se estendeu por mais uma década em produções televisivas, o que lhe valeu um último reconhecimento: o Globo de Ouro pela minissérie “Anastácia: O Mistério de Ana” (1986), aos 70 anos de idade. Em 1988, ele anunciou a aposentadoria e se mudou para Paris, na França, onde se tornou uma celebridade adorada. Ela chegou a receber a maior honraria do país, a comenda da Legião de Honra, em 2010. “Você honra a França por nos escolher como sua morada”, disse o presidente Nicolas Sarkozy na cerimônia. Ao saber de sua morte, a presidente do SAG-AFTRA (sindicato dos atores dos EUA), Gabrielle Carteris, evocou sua importância histórica para a classe artística. “Olivia de Havilland não era apenas bonita e talentosa, era uma visionária corajosa e uma inspiração para todas as gerações. Ela era uma maravilha e uma lenda. Descanse em paz.”












