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    Clark Middleton (1957 – 2020)

    5 de outubro de 2020 /

    O ator Clark Middleton, que estrelou as séries “Twin Peaks” e “The Blacklist”, morreu no domingo (4/5) por infecção do vírus do Nilo Ocidental, aos 63 anos. “Com o coração pesado, anunciamos a passagem de uma vida eminentemente digna de comemoração: Clark Tinsley Middleton, 63 – amado ator, escritor, diretor, professor, herói, marido, farol, amigo”, escreveu sua esposa Elissa nas redes sociais. “Clark fez a transição em 4 de outubro como resultado do vírus do Nilo Ocidental, para o qual não há cura conhecida. Clark era uma bela alma que passou a vida desafiando limites e defendendo as pessoas com deficiência”. Middleton começou a trabalhar como ator em Nova York em 1983, fazendo sua estreia teatral ao lado da estrela da Broadway Geraldine Page. Nos últimos 30 anos, sua extensa experiência no palco o levou por todo o país, onde se apresentou nos principais teatros das cidades de Nova York e Los Angeles, incluindo a montagem de sua peça individual aclamada pela crítica “Miracle Mile”. Na televisão, Middleton se destacou em papéis recorrentes em “Law & Order”, “Fringe”, no revival de “Twin Peaks” (como o marido de Aubrey/Sherilyn Fenn) e, mais recentemente, em “The Blacklist”, onde interpretou um parceiro profundamente irritante de Raymond “Red” Reddington (James Spader). Sua última participação na série foi exibida em abril passado. Ao longo de sua carreira, Middleton trabalhou com vários diretores proeminentes, como Quentin Tarantino em “Kill Bill Vol. 2” (2004), Robert Rodriguez em “Sin City” (2005), Ang Lee em “Aconteceu em Woodstock” (2009), Bong Joon Ho em “Expresso do Amanhã” (2009) e Alejandro G. Iñárritu em “Birdman” (2014). Membro vitalício do Actors Studio, ele também ensinou atuação por mais de 20 anos na cidade de Nova York. Paralelamente ao trabalho artístico, ainda foi um porta-voz da Fundação de Artrite, após conviver com a artrite reumatóide juvenil por mais de 50 anos. Em comunicado, o criador de “The Blacklist”, Jon Bokenkamp, lamentou a morte do ator. “Estou com o coração partido. Além de ser um ator verdadeiramente único e talentoso, Clark era simplesmente um cara incrível em todos os sentidos. Ele era um louco por filmes. Ele amava seu trabalho com paixão. E ele era incrivelmente generoso de espírito… Eu sei que sua família inteira em ‘The Blacklist’ está arrasada com essa notícia. Clark era um dos bons, e nós o perdemos cedo demais.”

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    Thomas Jefferson Byrd (1941 – 2020)

    4 de outubro de 2020 /

    O cineasta Spike Lee anunciou a morte de Thomas Jefferson Byrd em seu Instagram. Em sua postagem, Lee compartilhou uma foto de Thomas como o personagem Errol Barnes em seu filme “Irmãos de Sangue” (1995). Segundo o diretor, o ator foi assassinado na noite de sábado (3/10) em Atlanta, na Geórgia. “Estou tão triste em anunciar o assassinato trágico de nosso amado irmão Thomas Jefferson Byrd na noite passada”, Lee escreveu. “Tom era meu cara.” O Departamento de Polícia de Atlanta confirmaram a morte de Byrd à revista The Hollywood Reporter. Em comunicado, informou que policiais foram despachados por volta de 1h45 no sábado para a Avenida Belvedere, 2.257, após relatos de um ferido. “Na chegada, as unidades localizaram um homem deitado sem resposta no local”. Ele foi encontrado morto com vários tiros nas costas. “A vítima foi posteriormente identificada como Thomas Byrd”, confirmou o departamento. Byrd estrelou uma variedade de filmes de Spike Lee, começando por “Irmãos de Sangue” (1995) e seguindo até os trabalhos mais recentes do diretor. Ele participou de “Garota 6” (1996), “Todos a Bordo” (1996), “Jogada Decisiva” (1998), “A Hora do Show” (2000), “Verão em Red Hook” (2012), “A Doce Sede de Sangue” (2014), “Chi-Raq” (2015) e até da série “Ela Quer Tudo” (2017-2019), que Lee realizou na Netflix. A filmografia do ator também inclui produções famosas de outros cineastas, como “Até as Últimas Consequências” (1996), de F. Gary Gray, “Politicamente Incorreto” (1998), de Warren Beatty, “Ray” (2004), de Taylor Hackford e “Atraídos Pelo Crime” (2009), de Antoine Fuqua. Seu último trabalho foi uma participação em “Freedom’s Path”, western passado na Guerra Civil e ainda inédito, que marcará a estreia do premiado curta-metragista Brett Smith no comando de um longa. Mas além do cinema, Byrd ainda teve uma carreira destacada no teatro, chegando a ser indicado ao prêmio Tony de Melhor Ator em 2003 por seu papel na montagem de “Ma Rainey’s Black Bottom”, peça que agora vai virar filme na Netflix com o último desempenho da vida de Chadwick Boseman. A morte de Byrd está atualmente sob investigação no Departamento de Polícia de Atlanta. Ver essa foto no Instagram I’m So Sad To Announce The Tragic Murder Of Our Beloved Brother Thomas Jefferson Byrd Last Night In Atlanta,Georgia. Tom Is My Guy,Here Below You See Him As The Frightening Character Errol Barnes In CLOCKERS. Brother Byrd Also Did His Thang In My Joints- CHI-RAQ,SWEET BLOOD OF JESUS, RED HOOK SUMMER,BAMBOOZLED,HE GOT GAME,GET ON THE BUS,GIRL 6 And CLOCKERS. May We All Wish Condolences And Blessings To His Family. Rest In Peace Brother Byrd.🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜 Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee) em 4 de Out, 2020 às 10:40 PDT

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    Uma das maiores redes de cinema do Reino Unido e EUA anuncia fechamento

    4 de outubro de 2020 /

    O anúncio do adiamento de “007 – Sem Tempo para Morrer” para 2021 levou uma das maiores redes de cinema do Reino Unido e EUA a anunciar seu fechamento. Com a falta de títulos novos para exibir, a Cineworld decidiu fechar 128 de seus cinemas no Reino Unido e na Irlanda, bem como sua rede Regal nos Estados Unidos já no começo desta semana. A empresa é a primeira grande rede de cinema a fechar desde que o circuito recebeu autorização para reabrir durante a pandemia. Seu fechamento envia uma mensagem perturbadora para o mercado, mostrando que mesmo que alguns locais tenham começado a abrir as salas de exibição, não existe previsão para o lançamento de filmes inéditos capazes de atrair o público de volta. Segundo o jornal britânico Sunday Times, o fechamento da Cineworld terá impacto sobre 5,5 mil empregos no Reino Unido. A revista Variety também relata que a rede Regal vai fechar os cinemas que tinha reaberto nos EUA. Mas em Los Angeles e Nova York apenas oficializará as demissões, já que lá suas principais salas de exibição estão fechadas desde março. A Regal é a segunda maior rede de cinemas dos EUA, com 7,1 mil telas divididas por 543 cinemas em 42 estados. Suas salas reabriram parcialmente para o lançamento de “Tenet”, no começo de setembro, mas não receberam novos lançamentos de impacto desde então. Para completar, as bilheterias do filme da Warner foram desencorajadoras. Já a Cineworld relatou dívidas de US$ 8,2 bilhões em seu último balanço de negócios. Os únicos lançamentos importantes previstos para antes do Natal nos EUA são duas animações: “Soul”, da Disney/Pixar, aguardado em 20 de novembro, e “Os Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal, marcado para cinco dias depois. Mas já há boatos sobre um provável adiamento da primeira. Fora esses dois títulos, os filmes menores que se mantém no calendário não animam os exibidores. A rede AMC foi muito criticada pelas concorrentes por ter fechado um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição, permitindo que filmes saiam do cinema diretamente para plataformas digitais após um período de apenas 17 dias. Em troca, a AMC ficou com um percentual das negociações digitais, ganhando dinheiro mesmo quando deixa de exibir as produções. Mas a Cineworld foi totalmente contra o negócio, resistindo a apelos dos estúdios por uma negociação que permitiria manter sua atividade. As empresas que resistem a esse tipo de acordo esperam que uma ajuda do governo caia do céu. Acreditam que o Papai Noel federal pode lhes dar um presentão até o Natal. Para garantir, já mandaram a cartinha com seu pedido para o bom velhinho, também conhecido como Congresso dos EUA. Em uma carta aos líderes do Senado e da Câmara dos Deputados, os proprietários de cinemas fizeram um apelo por ajuda financeira, dizendo temer pelo futuro da indústria, onde afirmam que o fechamento das salas causado pelo coronavírus teve um efeito devastador e que, sem recursos, “os cinemas podem não sobreviver ao impacto da pandemia”.

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    Sofía Vergara é a atriz mais bem paga de 2020

    3 de outubro de 2020 /

    A atriz Sofía Vergara, estrela da série “Modern Family”, liderou o ranking das estrelas femininas mais bem-pagas da indústria do entretenimento norte-americana, superando pela primeira vez suas colegas de cinema em 2020, de acordo com o ranking anual de fortunas compilado pela revista Forbes. O sucesso da atriz colombiana reflete, na verdade, a tragédia do cinema, já que a pandemia de coronavírus reduziu drasticamente as receitas de bilheterias, com o fechamento das salas de projeção ao redor do mundo. Muitas estrelas faturam percentagem na venda de ingressos, o que não rendeu muito dinheiro em 2020. Com US$ 43 milhões embolsados nos últimos 12 meses, Sofía Vergara superou com folga a fortuna de Angelina Jolie (US$ 35 milhões), cujo principal filme do período (“O Grande Ivan”) saiu direto em streaming, e da israelense Gal Gadot (US$ 31 milhões), que teve o lançamento de “Mulher-Maravilha 1984” adiado para 2021, mas também perdeu sua principal fonte de rendimentos neste ano. Ela ganhava US$ 500 mil por episódio de “Modern Family”, que se encerrou em abril passado. Em compensação, entrou no júri de “America’s Got Talent” e tem vários contratos publicitários. Além de Vergara, outras atrizes que negociaram bons contratos televisivos se destacaram na relação, entre elas Meryl Streep, que co-estrelou “Big Little Lies” na HBO, Ellen Pompeo, protagonista de “Grey’s Anatomy”, e Viola Davis, durante a temporada final de “How to Get Away with Murder”. A queda dos rendimentos relacionados ao cinema também fez com que as dez atrizes mais bem pagas do mundo ganhassem menos em 2020. Um total de US$ 254 milhões entre junho de 2019 e junho de 2020, 20% abaixo do total arrecadado no ano anterior. Confira o Top 10 das atrizes mais bem pagas em 2020. 1. Sofía Vergara (US$ 43 milhões) 2. Angelina Jolie (US$ 35,5 milhões) 3. Gal Gadot (US$ 31,5 milhões) 4. Melissa McCarthy (US$ 25 milhões) 5. Meryl Streep (US$ 24 milhões) 6. Emily Blunt (US$ 22,5 milhões) 7. Nicole Kidman (US$ 22 milhões) 8. Ellen Pompeo (US$ 19 milhões) 9. Elisabeth Moss (US$ 16 milhões) 10. Viola Davis (US$ 15,5 milhões)

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    Rick Moranis é agredido por desconhecido nas ruas de Nova York

    2 de outubro de 2020 /

    O ator Rick Moranis, que estrelou diversas comédias clássicas dos anos 1980, como “Os Caça-Fantasmas” e “Querida, Encolhi as Crianças”, foi atacado por um homem desconhecido nas ruas de Nova York na manhã de quinta (1/10). O momento da agressão foi até registrado em vídeo (veja abaixo). Entretanto, o motivo do ataque ainda é desconhecido. Moranis estava andando perto do Central Park, às 7h30, quando um homem se aproximou dele e lhe empurrou e deu um soco no seu rosto. Depois do ataque, o homem seguiu andando como se nada tivesse acontecido. Com 67 anos, o ator foi parar no hospital com dores na cabeça e nas costas, mas já foi liberado. Apesar da carreira de sucesso, Moranis decidiu se aposentar após a morte da esposa, em 1991, prometendo se dedicar integralmente à criação das duas filhas. Eventualmente, ele reapareceu como dublador, trabalhando na animação “Irmão Urso” (2003) e sua sequência. O ataque sofrido pelo ator gerou comoção nas redes sociais, com comentários até de astros como Chris Evans (o Capitão América) e Ryan Reynolds (o Deadpool). “O meu sangue está fervendo. Encontrem este homem. Ninguém toca em Rick Moranis”, escreveu Evans. “Eu deveria saber que sujeitar Rick ao ano de 2020 não era uma boa ideia. Bom saber que ele está okay”, acrescentou Reynolds. 🚨WANTED🚨for ASSAULT October 1, 2020 at 7:24 AM, on Central Park West in the vicinity of West 70 St Manhattan. @NYPD20PCT.Reward up to $2500👀Seen him? Know who he is?📞Call 1-800-577-TIPS or📲DM us!☎️Calls are CONFIDENTIAL! @YourCityYourCall @NYPDDetectives @nypdchiefofpatrol pic.twitter.com/s06yNPBUBk — NYPD Crime Stoppers (@NYPDTips) October 2, 2020

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    Leila Cravo (1953 – 2020)

    2 de outubro de 2020 /

    A atriz Leila Cravo, símbolo sexual dos anos 1970 que estrelou pornochanchadas, novelas e apresentou o “Fantástico”, morreu esquecida em 5 de agosto passado, aos 66 anos, após ser levada com dores a um hospital do Rio de Janeiro. Ela foi uma das estrelas que mais estampou capas de revistas na década de 1970, mas acabou se tornando mais lembrada devido um escândalo. Ainda iniciante, Leila começou sua carreira na Globo após estrelar a pornochanchada “Uma Pantera em Minha Cama” (1971), escalada pelo diretor Walter Avancini num pequeno papel na novela “O Semideus” (1973). No ano seguinte, deslanchou ao coadjuvar em “Corrida do Ouro” (1974). Também apareceu nos filmes “Relatório de um Homem Casado” e “Brutos Inocentes”. E, aos 21 anos, tinha se tornado apresentadora do “Fantástico”. Então, um caso misterioso e brutal aconteceu no motel Vip’s, no Rio de Janeiro, que lhe afetou pelo resto da vida. A artista foi encontrada nua e estatelada na rua em 1975, após cair da suíte presidencial do estabelecimento, a 18 metros de altura, com um bilhete para o amante na mão. Ela sobreviveu, mas teve politraumatismo craniano e passou 13 dias em coma. Apesar da queda, ficou com poucas marcas no corpo. Passou décadas sem contar o que realmente aconteceu e o acidente nunca foi devidamente investigado. Leila chegou a citar o caso em seu livro “Passagem Secreta”, de 1979, mas de forma metafórica. Ela se referia a um “milagre”, por ter sobrevivido. Mas só recentemente, em entrevista para a TV Record, decidiu revelar que tinha escapado de um complô para matá-la. Ela teria sido jogada do quarto por alguém poderoso – um Ministro da ditadura militar, que a estuprou e a espancou com mais dois homens (um deles, seu amante, que a levou ao local) e tentou esconder o crime com um suicídio encenado. Ao retomar a atividade, ela emplacou mais três filmes, “Tem Alguém na Minha Cama” (1976), “Quem é o Pai da Criança?” (1976) e “Empregada Para Todo o Serviço” (1977), lançado no ano em que posou para a revista Playboy. Ela estava no auge quando fez em sequência duas novelas de sucesso, “Te Contei?” e “Sinal de Alerta” (ambas de 1978), e então sua carreira acabou. Ela se mudou para o Paraná e após aparecer num programa infantil de uma afiliada da TV Bandeirantes em Cascavel, saiu dos holofotes para uma vida mais calma, da qual deixa a filha Tathiana, de 38 anos, e a neta Ana Julia, de 11.

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    Mostra Tiradentes ganha versão digital gratuita

    1 de outubro de 2020 /

    A Mostra Tiradentes disponibiliza sua versão digital a partir desta quinta (1/10) até quarta-feira (7/10) de forma totalmente gratuita na plataforma do Sesc São Paulo. Em sete dias de programação, o público vai poder assistir 47 filmes (13 longas e 34 curtas), oito bate-papos com realizadores, dois debates e uma performance audiovisual de abertura. A programação completa com datas, horários e períodos em que os filmes estarão disponíveis para exibição pode ser conferida e acessada pelos sites oficiais: sescsp.org.br/mostratiradentes e mostratiradentessp.com.br. O festival tem um perfil mais universitário que os eventos de cinema mais tradicionais do país, e destaca temáticas anuais para sua programação. Neste ano, o tema é Imaginação como Potência. A programação terá todos os filmes vencedores da 23ª Mostra Tiradentes, realizada de forma presencial em janeiro deste ano, na cidade mineira, além de outros destaques, como os títulos que integraram a Mostra Aurora e a Mostra Foco – seções competitivas do evento –, além de títulos selecionados especialmente para esta edição online. O evento começa com a exibição do filme “Canto dos Ossos”, de Jorge Polo e Petrus de Bairros, eleito Melhor Filme da Mostra Aurora pelo Júri Oficial da Mostra Tiradentes, acompanhado por um bate-papo com a equipe do longa. Oito filmes integram a seleção da Aurora. Além de “Canto dos Ossos” (CE), de Jorge Polo e Petrus de Bairros, fazem parte da lista “Cabeça de Nêgo” (CE), de Déo Cardoso, “Cadê Edson?” (DF), de Dácia Ibiapina, “Mascarados” (GO), de Marcela Borela e Henrique Borela, “Pão e Gente” (SP), de Renan Rovida, “Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu” (SP), de Bruno Risas, “Natureza Morta” (MG), de Clarissa Ramalho, e “Sequizágua” (MG), de Maurício Rezende. O evento também prestará uma homenagem ao coletivo Filmes do Caixote, responsável por filmes como “Trabalhar Cansa” e “Sinfonia da Necrópole”. Além de debate com os cineastas, a programação apresentará a filmografia do grupo, com exibições de longas e 15 curtas-metragens que marcaram sua trajetória do coletivo. Entre vários outros curtas, a programação ainda reúne os longas “Até o Fim” (BA), de Ary Rosa e Glenda Nicácio, eleito melhor longa pelo Júri Popular de Tiradentes, e “Yãmi~yhex: As Mulheres-Espírito” (MG), documentário de Sueli Maxakali e Isael Maxacali, filme vencedor do Prêmio Carlos Reichenbach – melhor longa da Mostra Olhos Livres, eleito pelo Júri Jovem.

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    Cyberpunk 2077 ganha trailer legendado com Keanu Reeves

    1 de outubro de 2020 /

    A CD Projekt Red divulgou um novo trailer legendado de “Cyberpunk 2077”, que é apresentado por Keanu Reeves (“Matrix”). No comercial, Keanu Reeves convida os jogadores a se unirem a seu personagem, Johnny Silverhand, em Night City, no lançamento do jogo em novembro. A participação do ator em “Cyberpunk 2077” foi uma das maiores surpresas da convenção gamer E3 do ano passado. Mas apesar do astro de Hollywood dublar e ceder sua fisionomia para Johnny Silverhand, o game da empresa polonesa destaca outro personagem como protagonista: V, um mercenário cyberpunk com aprimoramentos tecno-orgânicos, que rouba um chip que deveria torná-lo milionário, mas apenas o transforma em alvo de criminosos e agentes de segurança. O game é baseado no RPG “Cyberpunk 2020”, escrito por Mike Pondsmith e publicado pela R. Talsorian Games em 1988. A ação se passa na futura expansão urbana de Night City e envolve um perigoso empreendimento criminoso. Mas o maior diferencial é que a CD Projekt Red, que fez fortuna ao adaptar “The Witcher”, pretende oferecer aos jogadores a possibilidade de projetar e personalizar seus próprios personagens – por isso, num trailer do ano passado, V era mulher. A prévia alude ligeiramente a isso. “Em Night City, você pode ser quem quiser, o que quiser… Se seu corpo puder pagar o preço”, diz Keanu. O jogo vai ser lançado no dia 19 de novembro e já está em pré-venda.

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    Paulo Betti cria polêmica ao dizer que facada em Bolsonaro foi “mais ou menos correta”

    1 de outubro de 2020 /

    O ator Paulo Betti criou polêmica ao afirmar na quarta (30/9), durante uma entrevista ao UOL, que a facada em Bolsonaro, quando ele ainda era candidato à presidência, foi “mais ou menos correta, mas não total”. “No meio da multidão, isso não estava previsto. Ninguém tinha previsto que ia aparecer um maluco a golpear a camisa amarela onde estava escrito ‘Brasil acima de tudo’ ali e cravar uma faca ainda de maneira mais ou menos correta, mas não total. Desgraçado!”, disse Paulo Betti, condenando a inépcia do autor do crime e também o resultado do atentado – a eleição de Bolsonaro. A fala foi uma resposta de Betti sobre uma pergunta a respeito da vitória de Bolsonaro, que o ator ligou ao “imponderável”, citando o episódio da facada. Vários perfis de direita divulgaram a frase fora do contexto. Carlos Bolsonaro, filho do presidente, chegou a tuitar: “Quem mandou matar Bolsonaro? Qualquer um sabe que foi um ex-integrante do PSOL, então, outros vão surgindo e mostrando todo seu ‘amor’, como Álvaro Dias e afins. Hoje, surge mais um, cujo passado dispensa qualquer comentário a mais! Autoridades, os senhores estão por aí?”. O apresentador do “Morning Show” da Jovem Pan, Paulo Mathias, também se manifestou chamando Paulo de “personificação do delírio da ultraesquerda brasileira”. Atacado pela “ultradireita brasileira”, Paulo Betti ainda não voltou a se manifestar sobre o assunto.

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    Martin Scorsese, James Cameron e Clint Eastwood alertam que pandemia pode matar o cinema

    1 de outubro de 2020 /

    Mais de 70 diretores e produtores de Hollywood, entre eles os cineastas vencedores do Oscar James Cameron, Clint Eastwood e Martin Scorsese, uniram forças com proprietários de cinemas em um alerta e apelo por ajuda financeira do governo dos EUA, dizendo temer pelo futuro da indústria. Em uma carta aos líderes do Senado e da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, eles disseram que o fechamento das salas causado pelo coronavírus teve um efeito devastador e que, sem recursos, “os cinemas podem não sobreviver ao impacto da pandemia”. Além das assinaturas individuais, o documento é endossado pelo Sindicato dos Diretores, a Associação Nacional dos Proprietários de Cinema e a Associação do Cinema dos EUA. Devido à pandemia os cinemas paralisaram suas projeções em meados de março nos EUA. Embora grandes redes, incluindo AMC Entertainment e Cineworld, já tenham reaberto algumas salas com capacidade reduzida, os principais maiores do país, em Los Angeles e Nova York, continuam com a política de salas fechadas. Para piorar, os esforços para levar o público de volta ao cinema fracassaram. A iniciativa da Warner de lançar “Tenet” resultou em uma bilheteria muito abaixo do esperado nos EUA e, diante do receio de perder fortunas, os estúdios de Hollywood atrasaram o lançamento de filmes prontos, como “Viúva Negra” e “Top Gun: Maverick”, para 2021. A este quadro, somam-se ainda a decisão da Disney de lançar “Mulan” em streaming e um acordo histórico, firmado entre o estúdio Universal e os cinemas da rede AMC, para diminuir drasticamente a janela de exibição entre os lançamentos cinematográficos e sua disponibilização em streaming. Diante de todos esses desdobramentos, o cenário vislumbrado para o futuro dos cinemas parece realmente ser apocalíptico.

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    The Boys e Mulan quebram monopólio da Netflix no Top 10 do streaming americano

    1 de outubro de 2020 /

    A empresa americana de auditoria Nielsen tem publicado um ranking semanal com os programas mais vistos nos serviços de streaming dos EUA. O método utilizado pela companhia considera apenas conteúdo visto em aparelhos de televisão, o que deixa de fora os números de acesso por celular e computador. Mas, mesmo com essa ressalva, a aferição é considerada a principal referência independente da audiência das plataformas de streaming. Pois a última lista com a audiência semanal das atrações mais assistidas registrou, pela primeira vez, uma quebra do monopólio da Netflix no Top 10. Dois títulos, a série “The Boys”, da Amazon Prime Video, e o filme “Mulan”, da Disney+ (Disney Plus), conseguiram se destacar no último período contabilizado, que foi de 31 de agosto a 6 de setembro (detalhe: ambos estrearam em 4 de setembro). “The Boys” e “Mulan” são os dois primeiros programas de uma plataforma rival da Netflix a registrar público no Top 10, desde que a Nielsen começou o ranking. Ainda de acordo com o relatório, os espectadores gastaram cerca de 525 milhões de minutos assistindo “Mulan” em seu fim de semana de estreia. Apesar disso, a Netflix continua a ter os programas mais vistos. O que leva a outra curiosidade do ranking. O líder de audiência, “Cobra Kai”, foi originalmente produzido pelo YouTube e disponibilizado na internet há dois anos. Isto transforma a produção no maior exemplo da diferença que faz um lançamento pela Netflix em comparação a seus rivais. Confira abaixo o Top 10. 1 – “Cobra Kai” (Netflix) 2 – “Lucifer” (Netflix) 3 – “The Boys” (Amazon) 4 – “The Office” (Netflix) 5 – “Criminal Minds” (Netflix) 6 – “Shameless” (Netflix) 7 – “Away” (Netflix) 8 – “Grey’s Anatomy” (Netflix) 9 – “The Legend of Korra” (Netflix) 10 – “Mulan” (Disney+ (Disney Plus))

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    Archie Lyndhurst (2000 – 2020)

    1 de outubro de 2020 /

    O jovem ator britânico Archie Lyndhurst, conhecido no Reino Unido por estrelar a série teen “So Awkward”, morreu aos 19 anos de idade após uma “curta doença”. Apesar de revelada nesta quinta (1/10), a morte teria acontecido há alguns dias e a causa exata não foi revelada pelos pais do ator, que pediram à imprensa que respeitasse sua privacidade. O rapaz era filho do também ator Nicholas Lyndhurst, conhecido por estrelar a duradoura série de comédia “Only Fools and Horses” (1981-2003), e da ex-balarina Lucy Smith. Pai e filho atuaram juntos em um episódio de “So Awkward” em 2019. Archie estreou como ator no teatro, aos 10 anos de idade, mas só ficou conhecido após conseguir o papel na série “So Awkward”, da BBC, em 2015. A série acompanha um grupo de estudantes que enfrentam a experiência constrangedora de virar adolescentes e sobreviver ao Ensino Médio. A 6ª temporada foi lançada em agosto no serviço de streaming da emissora. Além da sitcom, Lyndhurst também apareceu na série “Bad Education”, como a versão mais nova do comediante Jack Whitehall, e emprestou sua voz para videogames como “Final Fantasy 14: Heavensward” e “The Secret World”. Whitehall escreveu uma homenagem no Instagram, dizendo que o jovem “nunca será esquecido”. “Archie Lyndhurst entrou na minha vida há quase 10 anos, interpretando uma versão jovem de mim mesmo”, disse ele. “Ele era brilhante, tão talentoso e engraçado. Uma alegria absoluta. Não tenho dúvidas de que ele teria uma carreira longa e ilustre e continuaria iluminando a vida de todos aqueles que o encontraram”.

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    Bebê de John Legend e Chrissy Teigen morre após parto

    1 de outubro de 2020 /

    A modelo Chrissy Teigen compartilhou um post triste em suas redes sociais durante a madrugada desta quinta (1/10), em que contou que o filho que esperava com o músico John Legend (vencedor do Oscar por “Selma”) morreu depois do parto. Ela publicou diversas fotos ainda no hospital, chorando com o marido e com a criança no colo, lamentando que os primeiros momentos de vida da criança “tenham sido recebidos com tantas complicações”. Chrissy havia sido internada na última segunda (28/9) após sofrer sangramentos ao longo do último mês. Ela estava na metade da gestação. “Estamos chocados e com o tipo de dor profunda de que você só ouve falar, o tipo de dor que nunca sentimos antes. Não fomos capazes de estancar o sangramento e dar ao nosso bebê os líquidos de que ele precisava, apesar das bolsas e bolsas de transfusões de sangue. Simplesmente não foi o suficiente”, disse Chrissy em seu post. “Nunca decidimos sobre os nomes de nossos bebês até o último momento possível após o nascimento, pouco antes de sairmos do hospital. Mas nós, por algum motivo, começamos a chamar esse carinha na minha barriga de Jack. Então ele sempre será Jack para nós. Jack trabalhou tanto para fazer parte de nossa pequena família, e ele fará, para sempre”, escreveu a modelo, que já é mãe de Luna, de 4 anos, e Miles, de 2. “Para o nosso Jack: lamento que os primeiros momentos de sua vida tenham sido recebidos com tantas complicações, que não podemos dar a você a casa de que precisava para sobreviver. Nós sempre amaremos você.” “Obrigado a todos que têm nos enviado energia positiva, pensamentos e orações. Sentimos todo o seu amor e realmente o apreciamos.” “Somos muito gratos pela vida que temos, por nossos bebês maravilhosos Luna e Miles, por todas as coisas incríveis que pudemos experimentar. Mas todos os dias não pode estar cheio de sol. Neste mais escuro dos dias, vamos chorar, vamos chorar muito. Mas vamos nos abraçar e amar com mais força e superar isso.” Ver essa foto no Instagram We are shocked and in the kind of deep pain you only hear about, the kind of pain we’ve never felt before. We were never able to stop the bleeding and give our baby the fluids he needed, despite bags and bags of blood transfusions. It just wasn’t enough. . . We never decide on our babies’ names until the last possible moment after they’re born, just before we leave the hospital. But we, for some reason, had started to call this little guy in my belly Jack. So he will always be Jack to us. Jack worked so hard to be a part of our little family, and he will be, forever. . . To our Jack – I’m so sorry that the first few moments of your life were met with so many complications, that we couldn’t give you the home you needed to survive. We will always love you. . . Thank you to everyone who has been sending us positive energy, thoughts and prayers. We feel all of your love and truly appreciate you. . . We are so grateful for the life we have, for our wonderful babies Luna and Miles, for all the amazing things we’ve been able to experience. But everyday can’t be full of sunshine. On this darkest of days, we will grieve, we will cry our eyes out. But we will hug and love each other harder and get through it. Uma publicação compartilhada por chrissy teigen (@chrissyteigen) em 30 de Set, 2020 às 8:58 PDT

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