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27 de março de 2026
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    Sony compra a plataforma Crunchyroll da Warner

    9 de dezembro de 2020 /

    A AT&T, dona da WarnerMedia, vendeu a plataforma de anime Crunchyroll para a Sony por quase US$ 1,2 bilhão, como parte de seu esforço para aliviar suas dívidas gigantescas. Nem parece que o CEO da AT&T, John Stankey, se disse literalmente contra dar “armas adicionais aos concorrentes” nesta mesma semana – na terça (8/12), para ser exato, ao defender o plano de lançar os filmes da Warner na HBO Max e não aceitar ofertas milionárias da Netflix por seu portfólio. Com a venda da Crunchyroll, a AT&T não está apenas se desfazendo de conteúdo valioso que não vai mais para a HBO Max, num momento em que a Netflix triplica suas apostas em animes. Na verdade, está armando a Sony até os dentes. A ex-plataforma de animes da Warner agora fará parte da Funimation, da Sony, que se passa a ter status de gigante no segmento, tendo apenas a Netflix como concorrente. O acordo dará à Funimation o controle completo sobre a marca Crunchyroll, 3 milhões de assinantes do serviço e mais de 90 milhões de usuários registrados. “A equipe da Crunchyroll fez um trabalho extraordinário não só de fazer crescer a marca Crunchyroll, mas também de construir uma comunidade apaixonada de fãs de anime. O sucesso da Crunchyroll é um resultado direto da cultura da empresa e do compromisso com seus fãs”, disse Tony Gonçalves, diretor financeiro da WarnerMedia, elogiando o que perdeu. “Ao combinar com a Funimation, eles continuarão a nutrir uma comunidade global e levarão mais anime para mais pessoas”, continuou, descrevendo o novo gigante do mercado. “Estou muito orgulhoso da equipe da Crunchyroll e do que eles conseguiram realizar no espaço da mídia digital em um período tão curto de tempo. Eles criaram um ecossistema global de ponta a ponta para essa forma de arte incrível.” E que foi vendido por um preço extremamente desvalorizado pela AT&T. Fundada em 2006, a Crunchyroll foi uma empresas pioneiras de streaming, focando-se em um nicho de público de amantes de anime em vez de tentar competir com a Netflix. O Grupo Chernin adquiriu o controle acionário da empresa em 2013 e mais tarde a envolveu em sua joint venture com a Otter Media. A AT&T adquiriu o controle total da Otter Media em 2018 e os ativos do grupo foram absorvidos pela WarnerMedia. A WarnerMedia, sob a liderança do recém-nomeado CEO Jason Kilar, começou a oferecer uma liquidação da Crunchyroll no verão norte-americano passado. A empresa tem procurado se desfazer ou implodir todas as iniciativas de nicho de seu portfolio para se focar exclusivamente no crescimento da abrangente HBO Max, que oferece programação de todos os seus ativos – algo que o cineasta Christopher Nolan chamou de “pior serviço de streaming” do mundo. Paralelamente, a AT&T também está procurando maneiras de pagar suas dívidas, que cresceram para mais de US$ 180 milhões com a compra da Warner. Após se desfazer da Crunchyroll, a empresa quer tocar para frente o serviço de TV via satélite DirecTV. Enquanto isso, a Sony celebra. “Estamos orgulhosos de trazer a Crunchyroll para a família Sony”, disse o presidente e CEO da Sony, Tony Vinciquerra. “Por meio da Funimation e de nossos fantásticos parceiros da Aniplex e da Sony Music Entertainment Japan, temos um profundo conhecimento dessa forma de arte global e estamos bem posicionados para oferecer conteúdo excepcional para o público em todo o mundo. Junto com a Crunchyroll, criaremos a melhor experiência possível para fãs e maiores oportunidades para criadores, produtores e editores no Japão e em outros lugares. A Funimation tem feito isso há mais de 25 anos e esperamos continuar a alavancar o poder da criatividade e da tecnologia para ter sucesso neste segmento de entretenimento em rápido crescimento.”

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    Facebook pode ter que vender Whatsapp e Instagram

    9 de dezembro de 2020 /

    O Facebook achava que seus próximos passos seriam entrar na disputa de streaming com conteúdo original e exibição de clipes, mas pode ter que voltar várias jogadas para trás e perder peças. Após investigação de 18 meses, processos paralelos movidos pela Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) e 46 estados americanos, além do território de Guam e do Distrito de Columbia, deram entrada na Justiça nesta quarta (9/12), acusando a rede social de Mark Zuckerberg de virar um monopólio, ao eliminar a concorrência comprando seus rivais. Entre os pedidos dos promotores está a reversão da aquisição do Instagram e do WhatsApp, além da imposição de restrições em futuros negócios. “As redes sociais pessoais são centrais na vida de milhões de americanos” afirmou Ian Conner, diretor do escritório de competição da FTC, em comunicado. “As ações do Facebook para consolidar e manter seu monopólio negam aos consumidores os benefícios da concorrência. Nosso objetivo é reverter a conduta anticompetitiva e restaurar a competição, para que a inovação e a livre concorrência possam prosperar”. As investigações do órgão federal tiveram a cooperação das procuradorias-gerais dos estados e territórios dos EUA, e sua conclusão foi que o Facebook se “envolveu em estratégia sistemática para eliminar ameaças ao seu monopólio”, com a aquisição do Instagram em 2012, por US$ 1 bilhão, e do WhatsApp, dois anos depois, por US$ 19 bilhões. Como evidências das práticas anticompetitivas, a procuradoria de Nova York destaca, em comunicado, declarações do próprio cofundador e diretor executivo da companhia, Mark Zuckerberg. No início de 2012, Zuckerberg admitiu que o Facebook estava “muito atrás” do Instagram e que a melhor estratégia seria “pagar muito dinheiro” pelo aplicativo, para “neutralizar um potencial competidor”. “Por quase uma década, o Facebook usou sua dominância e seu poder de monopólio para esmagar rivais menores e acabar com a competição, tudo isso às custas de seus usuários”, afirmou a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, que lidera a coalizão de estados. “Hoje, estamos agindo em nome de milhões de consumidores e pequenos negócios que foram prejudicados pelo comportamento ilegal do Facebook. Em vez de competir por mérito, o Facebook usou seu poder para suprimir a competição, e então tirar vantagem de seus usuários, fazendo bilhões pela conversão de dados pessoais numa fábrica de dinheiro”. A a ação da FTC e a coalizão de estados e territórios também acusa o Facebook de impor condições anticompetitivas a desenvolvedores de softwares. Como exemplo, cita o aplicativo de vídeos curtos Vine, lançado em 2013 pelo Twitter. Ao perceber a ameaça, a companhia cortou o acesso do app à interface de programação que permitia o acesso aos contatos de seus usuários no Facebook. “Esse tipo de conduta prejudica a competição, deixa os consumidores com poucas opções e priva os anunciantes dos benefícios da concorrência”. Em sua ação, a FTC pede, entre outros pontos, que a Justiça ordene a imediata alienação de ativos, incluindo o Instagram e o WhatsApp, proíba o Facebook de criar condições anticompetitivas a desenvolvedores de softwares e que obrigar a companhia a obter aprovação para futuras fusões e aquisições acima de US$ 10 milhões. O Facebook respondeu rapidamente, em comunicado assinado por sua vice-presidente global Jurídica, Jennifer Newstead, no qual classifica os processos como “revisionismo histórico”, afirmando que “as leis antiruste existem para proteger os consumidores e promover a inovação, não para punir empresas bem-sucedidas”. Sobre as aquisições de Instagram e WhatsApp, Newstead argumenta que elas se tornaram “os produtos incríveis que são hoje porque o Facebook investiu bilhões de dólares e anos de inovação e expertise para desenvolver novos recursos e experiências”. “O fato mais importante neste caso, que a Comissão não menciona no seu processo de 53 páginas, é que ela própria autorizou essas aquisições anos atrás”, rebateu a companhia. “O governo agora quer rever sua própria decisão, enviando uma mensagem assustadora para as empresas norte-americanas de que nenhuma decisão é definitiva”. As aquisições de Instagram e WhatsApp foram aprovadas pela FTC durante a gestão de Barack Obama, já as investigações sobre as chamadas Big Techs começaram no governo de Donald Trump. Mas as gigantes da tecnologia devem continuar sob o radar da futura presidência de Joe Biden, já que o processo movido pelos estados é bipartidário, juntando governos democratas, como o de Nova York, e republicanos, como o Texas. O Facebook é a segunda empresa gigante de tecnologia processada nos EUA neste ano. Em outubro, o Departamento de Justiça processou o Google também por monopólio.

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    Google revela que Coronavírus, Tom Hanks e Parasita dominaram pesquisas de 2020

    9 de dezembro de 2020 /

    O Google divulgou uma lista dos assuntos mais pesquisados em seu mecanismo de buscas em 2020. Sem surpresas, “coronavírus” dominou as pesquisas mundiais, liderando o ranking do Google nos EUA e no Brasil. Mas, curiosamente, a relação de assuntos gerais também inclui muitas celebridades. O ator Tom Hanks, que foi um dos primeiros famosos a contrair covid-19, e o jogador de basquete Kobe Bryant, que morreu inesperadamente em janeiro, aparecem no Top 5 americano, atrás de coronavírus e “resultados da eleição” presidenciais dos EUA. Já as pesquisas brasileiras não se focaram em nenhuma pessoa específica. O 2º lugar foi “auxílio emergencial”, tema que também está relacionado à pandemia ou a seus reflexos. Pesquisas esportivas como o jogo “Flamengo x São Paulo”, “Copa do Brasil” e “NBA”, além das eleições – no Brasil e nos EUA – entraram no Top 10 nacional. Listas mais específicas das pesquisas americanas voltam a destacar Tom Hanks, desta vez como o ator mais pesquisado em 2020. Seu diagnóstico de coronavírus no início do ano gerou reações emocionais de fãs em todo o mundo, preocupados não apenas com seu bem-estar, mas também com o que poderia acontecer com o vírus que perturbaria o mundo. O filme vencedor do Oscar 2020, “Parasita”, lidera a lista de cinema, seguido por “1917” e “Pantera Negra” no Top 3. O antigo filme “Contágio”, lançado em 2011, aparece no 5º lugar dessa relação, devido ao fato de retratar uma pandemia muito similar à covid-19. Atores falecidos, como ​​Naya Rivera, Chadwick Boseman e Sean Connery, também estão entre os indivíduos mais pesquisados neste ano nos EUA, enquanto os brasileiros preferiram saber mais sobre políticos e integrantes do Big Brother Brasil. Por sinal, os programas que renderam mais buscas incluem “A Máfia dos Tigres”, “Big Brother Brasil” (no mundo inteiro) e “La Casa de Papel”, nessa ordem. Séries da Netflix como “Outer Banks”, “Ozark”, “The Umbrella Academy”, “Emily em Paris” e “O Gâmbito da Rainha” também apareceram na lista.

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    Giovanna Antonelli testa positivo para covid-19

    9 de dezembro de 2020 /

    Giovanna Antonelli é a mais nova atriz da Globo a testar positivo para o novo coronavírus. Ela recebeu o resultado positivo nesta quarta-feira (9/12), depois de realizar um teste para a doença na semana passada. A atriz estava participando das gravações da próxima novela das 19h da Rede Globo, “Quanto Mais Vida Melhor”, e precisou ser afastada. Segundo a assessoria da atriz, Giovanna “está bem, cumprindo a quarentena em casa e semana que vem volta a trabalhar”. Atualmente, ela também aparece na reprise de “Laços de Família”, em que interpreta a personagem Capitu. Em novembro passado, a atriz contou que o elenco da novela fazia testes de covid-19 todos os dias. Ela não é a primeira atriz a testar positivo enquanto participa de gravações da Globo. As colegas Marieta Severo e Andréia Horta também foram diagnosticadas. As duas trabalham em outra novela inédita da emissora, “Um lugar ao Sol”, trama das 21h que sucederá “Amor de Mãe”. Além delas, o ator Marco Ricca, que também faz parte do elenco desta produção, está internado há uma semana em UTI devido ao coronavírus. Mas ele ainda não tinha começado sua participação no set.

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    Samsung lança streaming gratuito para usuários de Smart TVs

    9 de dezembro de 2020 /

    A Samsung lança nesta quarta (9/12), no Brasil, um serviço de streaming gratuito para quem tem Smart TVs da marca. Chamado de TV Plus, o serviço não é on demand, mas uma oferta de vários feeds ao vivo, com uma programação com hora fixa e comerciais, em esquema semelhante ao dos pacotes de canais tradicionais de TV. O serviço chega ao Brasil com menos conteúdo que o disponibilizado nos EUA. Serão 20 canais para começar, incluindo Bloomberg TV, de notícias, Pet Collective, para fãs de animais de estimação, MyTime Movie Network e Dark Matter, de filmes, e Nick Clássico, que inclui atrações infantis como “Kenan & Kel”, “Rugrats Crescidos” e outros sucessos dos anos 1990 e 2000. O TV Plus só estará disponível em TVs com o sistema operacional Tizen (normalmente lançadas depois de 2018) e é necessário que ela esteja conectada à internet. O aplicativo irá aparecer na interface do sistema Tizen, no hub de funções e aplicativos da plataforma. O Brasil é o 12º país a receber o serviço gratuito. “Sem assinaturas, sem taxas, sem cartões de crédito, apenas TV grátis”, diz a descrição do serviço no site oficial da empresa. “Nosso serviço de streaming trará constantemente novidades na grade de canais, sempre diversificando temas e formatos para a melhor experiência no entretenimento do usuário”, afirma, em nota, Aline Jabbour, diretora de desenvolvimento de negócios da América Latina na Samsung. Veja abaixo um rápido “surfe” pelos canais do serviço.

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    Estado de saúde de Nicette Bruno permanece grave

    8 de dezembro de 2020 /

    Nicette Bruno permanece em estado grave no hospital Casa de Saúde São José. O boletim médico desta terça-feira (8/12) informou que a atriz, que enfrenta infecção de covid-19, continua na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e não houve alteração em seu quadro. O hospital declarou que “ela está sedada, intubada, dependente de ventilação mecânica e realizando hemodiálise”. Na segunda (7/12), em mais uma ocasião, a filha da atriz, Beth Goulart, pediu apoio para a recuperação da mãe. “É preciso ter muita paciência, perseverança, esperança e fé. Vamos continuar nossa corrente de oração para ela e todos os que estão doentes neste momento e seus familiares”, ela postou no Instagram. O outro filho, Paulo Goulart Filho, publicou uma imagem em que aparece ao lado da mãe. “Mãezinha do coração, seguimos em oração… logo estaremos juntos novamente! Seguimos com fé!”, escreveu. A veterana atriz de 87 anos foi internada no último dia 29 de novembro, precisou ser entubada em 1 de dezembro e no sábado (5/12) teve complicações nos rins, passando a necessitar de hemodiálise.

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    Marco Ricca está internado há uma semana em UTI com covid-19

    8 de dezembro de 2020 /

    O ator Marco Ricca (“Chatô, o Rei do Brasil”) está internado há quase uma semana em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital no Rio de Janeiro, onde permanece sedado e intubado. A família manteve o tratamento em sigilo, pedindo para a instituição não divulgar quando ele deu entrada, e também prefere que o nome do hospital não seja revelado. Segundo relato de amigos ouvidos pela Folha de S. Paulo, o ator de 58 anos apresentou uma melhora nesta terça-feira (8/12). Entretanto, familiares e amigos estão sem acesso ao ator e têm sido informados de seu estado por meio da equipe médica. Ele não tem previsão de alta da UTI. Marco Ricca já é a segunda baixa no elenco da próxima novela das nove da Globo, “Um Lugar ao Sol”, de Lícia Manzo. Marieta Severo, que também está internada com a covid-19, participava das gravações da trama quando foi diagnosticada. Marieta segue internada, no Rio de Janeiro, desde sexta-feira (4/12).

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    CEO da AT&T defende plano de streaming da Warner

    8 de dezembro de 2020 /

    John Stankey, CEO da AT&T, empresa mãe da WarnerMedia, defendeu a aposta da divisão cinematográfica da empresa, a Warner Bros, de lançar blockbusters simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pelo conglomerado. Durante a Conferência Virtual UBS Global TMT, nesta terça (8/12), ele disse que a HBO Max pode usar a decisão para “acelerar ainda mais” seu crescimento e “penetrar no mercado mais rapidamente”. Para ele, a decisão é uma vitória para todos, pois se ajusta às tendências atuais do mercado e à psique dos consumidores em meio à pandemia do coronavírus. Stankey chamou a falta de atividades nos cinemas devido à pandemia de “infeliz”. E se posicionou contra licenciar filmes para outras plataformas – a Netflix quis comprar “Godzilla vs. Kong”. Seria como dar “armas adicionais aos concorrentes”. Diante do quadro atual, “sabíamos que precisávamos tentar algo diferente”. Ele acrescentou: “Lançar o produto no mercado … é importante.” E concluiu que o mercado será “ditado pelo que os consumidores escolherem fazer”. “Ter escolha” é uma coisa boa neste momento, argumentou, sobre disponibilizar filmes no cinema e em streaming ao mesmo tempo, mas prometeu “ajustar” essa decisão se o setor de cinema se recuperar da pandemia. Ciente das recentes críticas do cineasta Christopher Nolan (“Tenet”), e também de grupos de cinema, Stankey disse: “Eu sei que há muito barulho no mercado, pessoas com pontos de vista diferentes”, mas, segundo ele, isso acontece “sempre que você muda um modelo”. Durante a conferência, ele ainda revelou que a HBO Max atingiu a marca de 12,6 milhões de assinantes ativados, de um total de 28,7 milhões de assinantes, incluindo os inativos – em migração da HBO Go.

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  • Etc,  TV

    Loading: Novo canal traz animes inéditos, games e cultura geek à TV brasileira

    8 de dezembro de 2020 /

    O canal Loading, voltado ao público geek, estreou na TV aberta na noite de segunda (7/12), com uma programação focada em cultura pop, games, e-sports e animes. A emissora entrou no lugar de uma marca histórica, a antiga MTV Brasil, tanto no lendário prédio no bairro do Sumaré, em São Paulo, quanto na numeração do canal, 32 UHF. Mas em vez de fãs de música, seu público alvo serão adeptos de jogos eletrônicos e desenhos japoneses. Para fãs de animes, o Loading será um paraíso televisivo. O canal fechou uma parceria com a plataforma Crunchyroll e exibirá 50 títulos em todas as faixas horárias, inclusive lançamentos exclusivos, como “The God of High School” e “Tower of God”, além de produções adultas. O Loading ainda fará, com exclusividade, a dublagem de alguns títulos em parceria com a Crunchyroll, como “91 Days” e “Given”. Segundo comunicado da Crunchyroll, isso promete ser apenas o começo de uma grande invasão. O novo canal fechou ainda outras duas parcerias de peso: Hasbro e Sony, de quem licenciou mais de cem títulos. Séries, filmes, animes e cartoons da TV norte-americana e japonesa estão no pacote, incluindo produções dos Power Rangers. Além de programas importados, o canal estreou com cinco atrações originais e um time de dez apresentadores. O principal destaque é um programa sobre cultura pop chamado “Multiverso”, que pretende fazer jornalismo cultural na TV, com apresentação de Fernanda Pineda, Fabio Gomes e Mariana Ayrez. Os demais programas são “Mais Geek”, com conteúdo de cultura oriental, “Game Shark”, “Desafio Gamer” e “MetaGaming”, que abordarão games e e-sports. O Loading também é multiplataforma. Pode ser visto na TV aberta, nos maiores provedores de TV paga e também com acesso por streaming ao vivo e por conteúdo on-demand, sem assinatura. O site oficial disponibiliza o acesso ao vivo, em https://loading.com.br/. Confira.

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  • Etc,  Filme

    Natalie Desselle (1967 – 2020)

    7 de dezembro de 2020 /

    Natalie Desselle, uma das estrelas da série “Alfinetadas” (Eve) e da comédia “Ricas e Gloriosas”, morreu na manhã desta segunda-feira (7/12), aos 53 anos, após uma batalha contra o câncer de cólon. Seus primeiros papéis foram pequenas aparições no filme de assalto “Até as Últimas Consequências”, estrelado por Jada Pinkett Smith, Queen Latifah, Kimberly Elise e Vivica A. Fox, e na sitcom “Family Matters”, ambos em 1996. Mas já no ano seguinte foi protagonista de “Ricas e Gloriosas”, ao lado de Halle Berry. No filme de 1997, dirigido por Robert Townsend, as duas viviam garçonetes em um restaurante de soul food da Geórgia, que acabavam cuidando de um velho milionário de Beverly Hills (Martin Landau) e se tornando “Princesas Negras”. Desselle Reid interpretou a personagem Mickey de maneira memorável. No mesmo ano, ela ainda entrou na série “Built to Last”, que só durou uma temporada (o contrário do que afirmava seu título), estrelou a comédia “Armadilhas do Amor” e viveu a irmã malvada de “Cinderella”, na versão estrelada pela cantora Brandy. Mas depois desse começo energético, passou os últimos anos fazendo televisão, com papel recorrente em “For Your Love” (entre 1998 e 2000) e fixo em “Alfinetadas” (2003-2006), entre muitas participações especiais. Dentre seus poucos trabalhos cinematográficos recentes, destaca-se ainda uma inclusão na família cinematográfica de Madea, personagem do comediante Tyler Perry que virou franquia com quase duas dezenas de filmes. Desselle apareceu apenas num deles: “Madea’s Big Happy Family” (2011).

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  • Etc

    Edição virtual da CCXP é vista por 1,5 milhão de pessoas

    7 de dezembro de 2020 /

    A CCXP Worlds, versão virtual da Comic Con Experience (CCXP), encerrou-se no domingo (6/12), depois de três dias, com um público total de 1,5 milhão de pessoas, de acordo com a organização do evento. O comunicado também informa que espectadores de 113 países sintonizaram a programação online, que teve muito maior alcance que sua versão presencial. Na CCXP do ano passado, cerca de 280 mil pessoas adquiram ingressos para acompanhar a convenção em São Paulo. Apesar disso, a expectativa era um pouco mais “épica”. Os organizadores chegaram a prever 100 milhões de visitas. Um objetivo nada modesto, levando em conta que a DC Fandome, convenção oficial dos super-heróis da DC, não passou dos 22 milhões em seu fim de semana inaugural. Os números divulgados pela organização também indicam que o público teve acesso a 150 horas de conteúdos em cinco palcos virtuais — Thunder Arena, Artists’ Valley, Creators & Cosplay Universe, Oi Game Arena e Omelete Stage — e ainda pôde conferir até 250 lives diárias de quadrinistas. Acrescentam ainda em sua conta 1000 conteúdos postados nas redes sociais, que teriam atingido 52 milhões de pessoas – 10 milhões só na China. Os números que o comunicado não cita são relativos às novidades do universo geek reveladas na programação. Dá para contar nos dedos. Pode-se culpar parcialmente a covid-19, que adiou e deixou vários projetos sem data – o que implode planos de divulgação – , mas a exibição online também evidenciou as limitações de conteúdo e vícios de formato da convenção, que depende de parceria comercial com estúdios de cinema e outros para existir, gerando uma simbiose pouco, digamos, criativa. Com painéis repetitivos e perguntas monótonas de fãs (alguns com crachás de profissionais) aos artistas convidados, quase não houve interesse jornalístico nas entrevistas virtuais, como se pode verificar pela pouca repercussão na imprensa. Alguns painéis pareciam infomerciais incluídos por força contratual. De todo modo, esta foi uma falha, digamos, editorial. Outros pontos questionáveis, como os nomes dos palcos em inglês, também caem nessa coluna. Já o mais difícil foi realizado de forma exemplar. Era enorme o desafio de montar um evento inteiro de forma virtual e os organizadores entregaram um produto que, do ponto de vista técnico, funcionou melhor que muitos esperavam – mesmo com pequenos problemas durante alguns painéis ao vivo, que são inevitáveis até em eventos presenciais. Neste quesito, a CCXP superou os equivalentes americanos, como a própria Comic-Con de San Diego e o citado DC Fandome. “Foi preciso muita coragem para, em um ano como 2020, colocar de pé um festival virtual do tamanho da CCXP Worlds”, disse Pierre Mantovani, CEO da CCXP, na nota à imprensa. Ele ainda reparou que, mesmo se a CCXP voltar a ser um evento físico, deve manter parte da experiência online nas próximas edições. “Foi um formato que deu muito certo e, muito provavelmente, estará nos nossos planos combinar o virtual com o presencial nas próximas edições”. Por sinal, a CCXP 2021 já tem data para acontecer. Daqui a um ano, entre 2 a 5 de dezembro.

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  • Etc,  Filme

    Atriz de Tudo Bem no Natal que Vem diz ter sentido julgamento do público

    7 de dezembro de 2020 /

    Um dos destaques de “Tudo Bem no Natal que Vem”, primeiro filme do comediante Leandro Hassum na Netflix, a atriz Arianne Botelho, de 27 anos, diz ter enfrentado o julgamento do público ao aparecer com a cabeça raspada nas ruas, por causa de sua personagem. No filme, ela interpreta Aninha, filha do protagonista, que é vítima de câncer. Para o papel, ela precisou raspar a cabeça e disse ter sentido os olhares das pessoas. “Quando eu raspei, a primeira coisa que fiz foi ir à praia e depois ao shopping. Foi proposital. Eu reparei no olhar das pessoas. Eu queria entender na pele o que as vítimas de câncer passam. As pessoas te olham e já te colocam o estigma da doença. Há um certo julgamento. Não é nosso padrão estético, as mulheres sempre tiveram cabelo comprido”, disse atriz, em entrevista ao Notícias da TV – sem lembrar da cantora Sinéad O’Connor. De acordo com Arianne, a decisão pelo corte foi feita em comum acordo entre ela e o diretor do longa, Roberto Santucci. Mas sem muita antecedência. “Eu fiquei sabendo dois meses antes de começar a gravar que rasparia a cabeça”, contou. A atriz também disse ter estudado muito sobre o câncer de mama e conversado com algumas mulheres que foram diagnosticadas com a doença para abordar o assunto de maneira responsável. “Foi um projeto que me exigiu bastante. Não sei se foi o mais desafiador porque todas as minhas personagens foram desafiadoras, mas com certeza foi um processo muito forte. Durante esse tempo, eu pensei, pesquisei e amadureci muito como atriz e pessoa”, relembra. Na entrevista, ela também comentou o que a chegada da Netflix no mercado representa para sua geração de atores, que cresceu imaginando que no máximo faria novelas da Globo. “É um leque de oportunidades que surgem para nós, artistas. Acho maravilhoso. São vários projetos, trabalhos, tudo ficou mais acessível. A Netflix é uma empresa incrível de se trabalhar. Eu sempre admirei os produtos internacionais e conseguiram manter o nível com os nacionais”, ela elogia. Mas isso não a impede de continuar sonhando com as novelas. “Longe de mim desmerecer a Globo, até porque eu vim de lá. Essa liberdade é ótima e veio para somar, mas eu ainda gostaria de interpretar uma protagonista de novela, uma personagem que fosse forte e tivesse representatividade. Eu ainda mantenho esse sonho”, conclui. Na época da filmagem, em janeiro passado, ela divulgou fotos e vídeos em seu Instagram do momento do corte zero. Veja abaixo – quase um ano depois, o cabelo de Arienne já cresceu de volta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Arianne Botelho 🌻 (@arianne.botelho)

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    Turma da Mônica vai encontrar o gato Garfield nos quadrinhos

    6 de dezembro de 2020 /

    Uma das raras novidades reveladas na CCXP Worlds, a versão virtual da Comic Con Experience (CCXP), surgiu durante o painel da Mauricio de Sousa Produções (MSP), que aconteceu online neste sábado (5/7). Em sua participação no evento, a MSP revelou que a Turma da Mônica ganhará um crossover em quadrinhos com o Garfield, o gato preguiçoso das tirinhas de Jim Davis. A história será publicada em 2021, mas uma ilustração já foi antecipada e pode ser conferida abaixo. A realização só foi possível após uma parceria entre a empresa de Mauricio de Sousa com a Panini, que publica os quadrinhos dos personagens, e a Viacom, detentora dos direitos do “Garfield”. A turminha já teve outros crossovers em suas revistas, e de vários tipos, desde encontros com personalidades do mundo real até um envolvimento intenso com os super-heróis da DC Comics em gibis temáticos.

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