Hannah Montana manda mimos e mensagens para estrelas da série
A personagem Hannah Montana enviou bilhetes e presentes a várias celebridades que participaram da sua série, durante as comemorações dos 15 anos da produção. Entre os artistas que receberam mimos e/ou mensagens escritas a mão, com a caligrafia da atriz e cantora Miley Cyrus, estão os Jonas Brothers, Emily Osment, Selena Gomez, Corbin Bleu, Jake Ryan, Cody Linley e o grupo Migos, que em 2013 lançou uma música chamada “Hannah Montana” (“adoro a música”, ela escreveu). A brincadeira começou com uma carta de Miley endereçada à personagem no dia do aniversário, que foi comemorado na quarta-feira (24/3). O amor agora se expandiu. E continua rendendo declarações. Ao lembrar uma frase que disse para Mikayla (a personagem de Selena Gomez), Hannah agora trocou o comentário negativo do episódio clássico por uma afirmação positiva: “‘O ódio te deixa feia'”, que bom que eu te amo!”. Selena respondeu com um “eu te amo” também. Veja abaixo algumas das mensagens. 💕 @selenagomez pic.twitter.com/yjHe3tFvfo — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021 💕 pic.twitter.com/Jc5zFUBqiY — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021 💕 pic.twitter.com/IokicSeXWV — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021 💕 @Migos pic.twitter.com/sOKWqyZdId — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021
Justiça confirma que Johnny Depp “espancou” Amber Heard
Johnny Depp não foi bem-sucedido em sua tentativa de contestar a decisão do Tribunal Superior do Reino Unido de que foi violento com sua ex-esposa Amber Heard. Os juízes de apelação, James Dingemans e Richard Arnold, declararam nesta quinta (25/3) que o julgamento midiático original “foi completo e justo”, confirmando a conclusão de que Amber Heard foi vítima de violência doméstica. No ano passado, o ator comandou um processo de difamação de três semanas contra o jornal The Sun por causa de um artigo de 2018 que o chamava de “espancador de esposa”. Depp afirmou que as alegações de Heard sobre violência doméstica eram “uma farsa coreografada”. No entanto, o juiz Andrew Nicol verificou em sua sentença que Depp tinha sido violento com Heard em pelo menos 12 ocasiões e rejeitou a ação, condenando o ator a pagar as custas da defesa do jornal. Depp tentou apelar da decisão, alegando que o juiz não avaliou as evidências de maneira adequada e exigindo um novo julgamento completo. A equipe jurídica do ator procurou apresentar novas evidências, como o fato de que Heard não doou inteiramente o dinheiro do divórcio como tinha alegado, tentando minar a credibilidade dos depoimentos da atriz como testemunha principal do jornal. Segundo o advogado do ator, Andrew Caldecott, a atriz de “Aquaman” contou uma “mentira calculada e manipuladora” ao prometer doar os US$ 7 milhões de seu acordo de divórcio para a caridade, o que não foi feito. “Se a verdade sobre a alegação de caridade tivesse surgido no julgamento, isso teria afetado materialmente a consideração do juiz sobre os testemunhos da Sra. Heard”, disse o advogado. Já os advogados da News Group Newspapers, editora do The Sun, disseram que esta revelação não faria qualquer diferença, e que Heard nunca deu prazo para a doação, tendo feito depósitos a entidades beneficentes ao longo dos anos. “Dada a abundância de evidências, é totalmente errado sugerir que a informação de que a Sra. Heard ainda acabou de doar os US$ 7 milhões para a caridade teria feito a menor diferença no resultado deste caso”, disseram eles. Os representantes de Amber Heard também se manifestarm. Em nota à imprensa, disseram: “Estamos contentes — mas não surpresos — com a negativa da Corte no pedido de recurso do Sr. Depp. As provas apresentadas no caso do Reino Unido são abundantes e inegáveis”. “A alegação do Sr. Depp de que tem provas novas e importantes não era nada além de uma estratégia de mídia, e foi expressamente rejeitada pela Corte”, continua o texto, que ainda reforça: “Reforçando, o veredito original era que o Sr. Depp cometeu violência doméstica contra Amber em nada menos que 12 ocasiões, e que ela teve medo de perder a própria vida.” A nova derrota de Depp complica ainda mais a situação do ator, que se encontra desempregado e só tem projetos judiciários em seu horizonte. Ele também processou Amber Heard nos EUA e o caso será levado ao tribunal do Arizona no ano que vem. Além disso, responde a um processo da própria atriz, que considera estar sendo prejudicada profissionalmente pelos litígios do ex-marido.
Craig muMs Grant (1968 – 2021)
O ator Craig muMs Grant, que interpretou Arnold “Poeta” Jackson no premiado drama “Oz”, da HBO, morreu na quarta-feira (24/3) aos 52 anos, de causa não revelada. No momento de sua morte, Grant estava na Carolina do Norte por conta de seu papel recorrente na série “Hightown”, cuja 2ª temporada está atualmente sendo gravada em Wilmington para o canal pago Starz. Ele era esperado em Atlanta na segunda-feira, onde deveria encerrar outro arco recorrente na série “All the Queen’s Men”, da BET. O ator chegou a completar sua participação no novo filme de Steven Soderbergh, “No Sudden Move” (ainda sem previsão de estreia), sua terceira parceria com o cineasta, após aparecer em “Terapia de Risco” (2013) e num episódio da série “The Knick” (em 2014). Grant também possuía uma ótima relação com o cineasta Spike Lee, que o lançou no cinema no ano de 2000 no filme “A Hora do Show”. Mais recentemente, ele integrou o elenco recorrente da série “Ela Quer Tudo” (2017-2019), criada por Spike Lee para a Netflix, e fez uma pequena participação em “Infiltrado na Klan” (2018). Nascido e criado na cidade de Nova York, Grant começou sua carreira como parte da equipe Nuyorican Poetry Slam, um grupo de poetas inspirados pelo hip-hop que chamou atenção com recitais aclamados pela crítica. A arte da poesia slam rendeu um documentário, “SlamNation” (1998), e uma série, “Def Poetry” (2002-2007), dos quais ele participou. Esta experiência acabou batizando de “poeta” seu primeiro grande personagem dramático. Arnold “Poeta” Jackson foi um dos protagonistas de “Oz”, drama carcerário com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, que foi exibido entre 1997 e 2003 na HBO. Na trama, Grant dava vida a um viciado em heroína, preso por assalto à mão armada e tentativa de homicídio, que apareceu em todas as seis temporadas da produção. Ele também integrou o elenco do drama indie “Gente Comum” (2004), de Jim McKay, do terror “Água Negra” (2005), dirigido pelo brasileiro Walter Salles, de “Entrevista” (2007), escrito, dirigido e estrelado por Steve Buscemi, do filme vencedor do Oscar “Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)” (2014), de Alejandro G. Iñárritu, e do elogiadíssimo thriller “Bom Comportamento” (2017), dos irmãos Benny e Josh Safdie.
Richard Gilliland (1950 – 2021)
O ator Richard Gilliland, que teve muitos papéis recorrentes em séries de TV, inclusive na sitcom “Designing Women”, onde conheceu sua esposa, a premiada Jean Smart (de “Watchmen”), morreu há um semana após uma breve doença, anunciou seu agente nesta quinta (25/3). Ele tinha 71 anos. Gilliland fez teatro em Los Angeles, Chicago e Nova York antes de tentar a carreira em Hollywood na metade dos anos 1970. Depois de aparecer nos filmes “Praga Infernal” (1975) e “O Guarda-Costas” (1976), emplacou seu primeiro papel recorrente na TV, como o sargento Steve DiMaggio na série policial “Casal McMillan” (também conhecida como “Os Detetives” na Globo). Ele apareceu em seis episódios da 6ª e última temporada da atração estrelada pelo astro Rock Hudson, que foi ao ar em 1977. Cinco meses após o final daquela série, passou a aparecer como o Tenente Nick Holden na 1ª temporada da série “O Caso das Anáguas” (Operation Petticoat), baseada na comédia naval “Anáguas a Bordo” (1959). Também protagonizou um episódio duplo de “Os Waltons” (em 1981), figurou na comédia “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu 2” (1982) e estrelou as séries “Just Our Luck” (1983) e “Heartland” (1989), que não passaram da 1ª temporada. Em 1986, Gilliland entrou na 1ª temporada de “Designing Women” como JD Shackelford, o namorado da personagem de Annie Potts (“Caça-Fantasmas”). Mas acabou se envolvendo, atrás das câmeras, com outra atriz, Jean Smart. “Eu o conheci quando ele estava beijando outra pessoa”, revelou Smart rindo, durante uma entrevista de 2017. A atriz, que interpretava Charlene Frazier Stillfield na série, disse que “atraiu” Gilliland para seu camarim sob o pretexto de precisar de ajuda com palavras cruzadas. Eles se casaram em junho de 1987 no jardim de rosas que servia de cenário para “Designing Women”. O ator trabalhou em 17 episódios da série, aparecendo esporadicamente ao longo de cinco temporadas até 1991. Depois disso, também teve papéis recorrentes em “Thirtysomething”, “Matlock” e “O Quinteto” (Party of Five), nos anos 1990, além de aparecer, mais recentemente, em breves participações em “Desperate Housewives”, “Criminal Minds”, “Dexter”, “Scandal”, “O Deafio” (The Practice) e “Crossing Jordan”, entre muitas outras séries. Em 2006, contracenou pela última vez com a esposa, num episódio da 5ª temporada de “24 Horas”, em que Jean Smart interpretou a Primeira Dama dos EUA. Seu último trabalho televisivo foi em “Imposters”, que durou duas temporadas no canal pago americano Bravo!, entre 2017 e 2018. Ele estava escalado para voltar trabalhar com sua esposa em “Breaking News in Yuba County”, um filme dirigido por Tate Taylor (“Histórias Cruzadas”), que deveria começar sua produção no próximo verão norte-americano (nosso inverno).
Jessica Walter (1941 – 2021)
A atriz Jessica Walter, que viveu a matriarca Lucille Bluth na série de comédia “Arrested Development”, morreu aos 80 anos, enquanto dormia em sua casa, em Nova York, na noite de quarta-feira (24/3). Natural de Nova York, Walter também teve carreira no cinema, fazendo sua estreia em 1964 no drama “Lilith” de Robert Rossen (1964). Ela ainda integrou “O Grupo” (1966) e “Grotesca Despedida” (1968), ambos de Sidney Lumet, e “Grand Prix” (1966), drama de Fórmula 1 de John Frankenheimer, antes de se destacar no primeiro longa-metragem dirigido por Clint Eastwood, “Perversa Paixão” (1971). No suspense clássico, interpretou Evelyn, uma mulher desequilibrada com quem o DJ vivido por Eastwood tinha um caso sem importância, apenas para descobrir que ela era uma psicopata possessiva. Apesar desses papéis iniciais, Walter sempre privilegiou o trabalho televisivo, aparecendo como atriz convidada em quase uma centena de séries. Ela integrou o elenco fixo de alguma delas, a começar pelo drama jurídico “For the People”, que durou uma temporada em 1965, contracenando com o jovem William Shatner antes dele virar o Capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”. Uma década depois, ela viveu o papel-título de “Amy Prentiss” (1974), uma minissérie derivada de “Têmpera de Aço” (Ironside), como a jovem chefe dos detetives do Departamento de Polícia de São Francisco. A performance lhe rendeu a vitória no Emmy como Melhor Atriz de Minissérie. Walter ainda teve um papel recorrente em “Trapper John, MD” (1979–1986), que lhe rendeu indicação ao Emmy, ao mesmo tempo em que alimentou uma rotina de séries de uma temporada com “Bare Essence” (1983), “Three’s a Crowd” (1984) e “Aaron’s Way” (1988). Outra especialidade da atriz foi a dublagem. Entre 1991 e 1994, deu voz em inglês à Fran Sinclair (Fran da Silva Sauro, no Brasil), a mulher do protagonista Dino (Earl, em inglês) no sucesso infantil “Família Dinossauros”. Também dublou a Vovó Bondade na série da Arlequina (“Harley Quinn”), lançada em 2019, e desde 2009 dava vida à Malory Archer, a mãe e chefe autoritária do protagonista da série “Archer”, que está renovada para a sua 12ª temporada. A atriz ainda teve papéis recorrentes em “Saving Grace” (2007–2010), “90210” (2008–2013), “Jennifer Falls” (2014) e coestrelou com George Segal, também falecido nesta semana, duas temporadas da sitcom “Retired at 35” entre 2011 e 2012. Mesmo com uma carreira tão ampla, seu trabalho mais conhecido foi realmente a matriarca de “Arrested Development”, pelo qual voltou a ser indicada ao Emmy. A manipuladora e alcoólatra Lucille Bluth acabou sendo um marco da TV americana, adorada pela crítica e uma das razões do culto da série. Em “Arrested Development” (também conhecida como “Caindo na Real”), uma família rica perdia tudo após a prisão do pai por crimes de colarinho branco e precisa se virar para manter o padrão de vida. Mas enquanto um dos irmãos se esforça para pagar as contas e fazer todos “caírem na real”, os demais seguiam delirando com fantasias, restando à Lucille a impressão de que só ela pensava em como recuperar a fortuna, o que geralmente conduzia a alguma ideia/golpe mirabolante. O elenco impressionante da série ainda destacava Jason Bateman, Will Arnett, Tony Hale, David Cross, Portia de Rossi, Jeffrey Tambor, Michael Cera e Alia Shawkat. Apesar de aclamação crítica e de um Emmy de Melhor Comédia, a a atração criada por Mitchell Hurwitz acabou cancelada por baixa audiência na Fox após três temporadas, exibidas entre 2003 e 2006. Mas seu culto duradouro inspirou um retorno sete anos depois pela Netflix, que produziu mais duas temporadas da atração – a mais recente exibida em 2019.
Bertrand Tavernier (1941 – 2021)
O icônico cineasta Bertrand Tavernier, de filmes clássicos como “Um Sonho de Domingo” (1984) e “Por Volta da Meia-Noite” (1986), morreu nesta quinta (25/3) aos 79 anos, anunciou o Instituto Lumière, que ele presidia. A causa da morte não foi informada. Filho do escritor e combatente da resistência René Tavernier, Bertrand foi um dos principais e mais premiados diretores do cinema francês após a nouvelle vague. Seu interesse pela sétima arte começou em seus dias de estudante universitário na Sorbonne, quando entrevistou o diretor Jean-Pierre Melville. Ele acabou conseguindo trabalho como relações públicas da empresa que produziu o filme de Melville de 1962, “Técnica de um Delator”, e posteriormente se associou a um amigo para se tornar assessor de imprensa independente, trabalhando nos filmes que lhe interessavam, entre eles “O Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard. O trabalho evoluiu para a função de assistente de direção, que ele começou a exercer na Itália, fazendo sua estreia no trash “Maciste, O Gladiador de Esparta” (1964). No mesmo ano, debutou como diretor nas antologias românticas “Os Beijos” (1964) e “A Chance e o Amor” (1964). Entretanto, seu primeiro longa individual só saiu uma década depois, o complexo filme de mistério “O Relojoeiro” (1974), que venceu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Berlim. Com os dois filmes seguintes, “Que a Festa Comece” (1975) e “O Juiz e o Assassino” (1976), chamou atenção da Academia Francesa de Cinema, vencendo consecutivamente dois prêmios César (o Oscar francês) como roteirista. Ao experimentar a ficção científica com “A Morte ao Vivo” (1980), antecipou em décadas a febre por reality shows que transformou o “Big Brother” num fenômeno. Cultuadíssimo, o filme também registrou um dos últimos papéis da estrela Romy Schneider, que morreu dois anos depois. O reconhecimento internacional veio com “A Lei de Quem Tem o Poder” (1981), indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. No filme, Philippe Noiret vivia um chefe de polícia de uma pequena cidade que decide a despachar os cidadãos indignos do lugar com sua arma. Seus filmes mais famosos vieram logo em seguida. Com “Um Sonho de Domingo” (1984), ambientado em uma casa de campo em 1912, venceu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes. E embora não tenha sido agraciado por seu trabalho em “Por Volta da Meia-Noite” (1986), sua ode definitiva ao jazz é considerada um dos melhores filmes já feitos sobre o gênero musical. A obra rendeu um Oscar ao jazzista Herbie Hancock pela Trilha Sonora, além de indicação de Melhor Ator ao mítico saxofonista Dexter Gordon. A filmografia de Tavernier seguiu produzindo filmes espetaculares, como “A Vida e Nada Mais” (1989), vencedor do BAFTA (o Oscar inglês), e “O Regresso” (1990), mas foi só com “L.627 – Corrupção Policial” (1992), um thriller com registro quase documental sobre as atividades do dia-a-dia de um pequeno e mal equipado braço do Esquadrão Antidrogas de Paris, que ele venceu o troféu principal da França, o César de Melhor Filme, além do César de Melhor Direção. O reconhecimento nacional o levou à sua primeira grande aventura de época, “A Filha de D’Artagnan” (1994), estrelada pela jovem Sophie Marceau no auge de sua popularidade. Mas após este breve desvio comercial, o cineasta voltou com tudo em “A Isca” (1995), sobre crimes de menores, que venceu o Festival de Berlim, e “Capitão Conan” (1996), drama de guerra que lhe rendeu outro César de Melhor Direção. Em “Quando Tudo Começa” (1999), Tavernier seguiu um ano na vida do diretor de uma escola em uma região economicamente falida da França e venceu o Prêmio da Crítica no Festival de Berlim e o Prêmio do Público no Festival de San Sebastian. Ele seguiu frequentando festivais no século 21, mas sem causar o mesmo frisson. Seus últimos longas de ficção foram “Passaporte para a Vida” (2002), “Holy Lola” (2004), escrito por sua filha, “Às Margens de um Crime” (2009), “A Princesa de Montpensier” (2010) e “O Palácio Francês” (2013). Pelo derradeiro, ainda voltou a vencer o César de Melhor Roteiro. Depois disso, assinou o documentário “Viagem Através do Cinema Francês”, lançado em 2016 e transformado em minissérie no ano seguinte, dedicando-se a contar a história do cinema de seu país. Cinéfilo assumido, Tavernier adorava falar da história ao cinema. Ele escreveu um guia sobre a história de Hollywood, cuja primeira edição foi chamada de “20 Anos de Cinema Americano”, mas acabou expandida em reedições para “30 Anos…” e até “50 Anos de Cinema Americano”. Ele também publico um livro de entrevistas, chamado “American Friends”, com conversas que teve com John Ford, Robert Altman, Roger Corman e “muitos outros que não haviam sido entrevistados antes”, e se dedicou à preservação de filmes clássicos, movido tanto pelo desejo de defender o cinema independente francês como pela paixão pelo cinema americano do século 20. Em 2015, foi homenageado com um Leão de Ouro especial do Festival de Veneza, pelo conjunto da obra. Tavernier foi casado com a roteirista Claudine (Colo) O’Hagen de 1965 a 1980 e deixa dois filhos cineastas, Nils Tavernier, diretor e ator, e Tiffany Tavernier, romancista, roteirista e assistente de direção.
Elenco de Glee vai voltar a se juntar em homenagem a Naya Rivera
O elenco de “Glee” vai voltar a se encontrar durante a cerimônia do GLAAD Media Awards 2021 para homenagear a colega Naya Rivera, que faleceu durante um passeio de barco no ano passado, aos 33 anos. O evento marcado para 8 de abril busca celebrar a diversidade no audiovisual, e a reunião de “Glee” também comemorará o aniversário de dez anos da saída do armário da personagem da atriz, Santana Lopez, que se assume lésbica na série. A homenagem contará com a presença de Chris Colfer (Kurt Hummel), Darren Criss (Blaine Anderson), Jane Lynch (Sue Sylvester), Kevin McHale (Artie Abrams), Heather Morris (Brittany S. Pierce), Amber Riley (Mercedes Jones), Harry Shum Jr. (Mike Chang), Matthew Morrison (Will Schuester), Jacob Artist (Jake Puckerman), Vanessa Lengies (Sugar Motta), Alex Newell (Wade Adams), Becca Tobin (Kitty Wilde) e Jenna Ushkowitz (Tina Cohen-Chang). O reencontro ainda contará com a presença de Demi Lovato, que fez participações especiais na atração. Ela vai introduzir o número musical dos astros de “Glee” durante a cerimônia de premiação.
George Segal (1934 – 2021)
O veterano ator George Segal, que atualmente estrelava a série “The Goldbergs”, morreu nesta terça (23/3) em Santa Rosa, na Califórnia, de complicações de uma cirurgia de ponte de safena. Ele tinha 87 anos. Nos últimos oito anos, Segal participou regularmente de “The Goldbergs”, série de comédia ambientada nos anos 1980, como Albert “Pops” Solomon, o avô do protagonista. O último episódio de “The Goldbergs” que ele gravou, o episódio 16 da atual 8ª temporada, está programado para ir ao ar em 7 de abril nos EUA e será transformado numa homenagem. Embora as novas gerações lembrem mais de Segal por estrelar séries de comédia, como a atual “The Goldbergs”, “Retired at 35” e a bem-sucedida “Just Shoot Me!”, ele começou sua carreira nos anos 1960 com papéis extremamente dramáticos. De fato, seus primeiros filmes não sugeriam que ele se tornaria um comediante famoso. Segal participou de clássicos absolutos como “O Mais Longo dos Dias” (1962), “A Nau dos Insensatos” (1965), “Rei de um Inferno” (1965) e chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?” (1966). A virada se deu em 1970, quando estrelou três comédias consecutivas: “O Amor é Tudo” (1970), “Como Livrar-me da Mamãe” (1970) e principalmente “O Corujão e a Gatinha” (1970), em que formou par romântico com Barbra Streisand. Segal acabou se especializando em comédias criminais com os clássicos “Os Quatro Picaretas” (1972), “Quem está Matando os Grandes Chefes?” (1978) e “Adivinhe Quem vem para Roubar” (1977), que ganhou um remake em 2005 com Jim Carrey repetindo seu papel. Ele acabou se voltando para a TV no final dos anos 1980, após uma sucessão de comédias sem sucesso. A estreia como protagonista televisivo aconteceu em “Take Five”, em 1987, que foi cancelada após seis episódios. Sua série seguinte, “Murphy’s Law”, foi mais longe, rendendo 13 capítulos entre 1988 e 1989. Demorou, mas com “Just Shoot Me” Segal estourou na telinha em 1997. Na série de Steven Levitan (criador de “Modern Family”), ele vivia Jack Gallo, o dono arrogante de uma revista de moda em que sua filha jornalista (Laura San Giacomo) se vê forçada a trabalhar, ao ser demitida de um jornal sério. A série durou sete temporadas, ficando no ar até 2003. Além dos papéis em produções live-action, Segal também marcou a infância de muitas crianças como a voz do Dr. Benton Quest na versão dos anos 1990 da série animada de “Jonny Quest”. Entre seus últimos filmes, estão “2012” (2009), “Amor e Outras Drogas” (2010) e “Elsa & Fred: Um Amor de Paixão” (2014).
Shazam 2: Helen Mirren será a vilã da sequência
A atriz Helen Mirren (“A Rainha”) vai interpretar a vilã Hespera, “filha de Atlas”, na continuação do sucesso “Shazam!”. A personagem não faz parte dos quadrinhos da DC Comics em que o filme é baseado, e costuma ser apresentada de forma indistinguível de suas irmãs como uma das deusas do entardecer. As Hesperides também cuidam do jardim de Hera, que foi pilhado por Hércules e de onde saiu a Maçã da Discórdia, que deu origem à Guerra de Troia. A participação de uma deusa grega no filme coincide com o título oficial: “Shazam! Fury of the Gods” (Shazam! Fúria dos Deuses, em tradução literal). Além da atriz britânica, Rachel Zelger (que estreia em “West Side Story”) também entrou no elenco num papel não revelado. O primeiro “Shazam!” mostrou como o menino Billy Batson foi escolhido para receber os poderes de seis deuses: a sabedoria de Salomão, a força de Hércules, a resistência de Atlas, a força de Zeus, a coragem de Aquiles e a velocidade de Mercúrio. Mas ao enfrentar um inimigo formidável, ele acaba passando um pouco de seus poderes para todos os seus irmãos adotivos. A continuação voltará a trazer a maioria dos integrantes do primeiro longa, a começar por Zachary Levi (“Chuck”), que interpreta Shazam, Asher Angel (série “Andi Mack”) como Billy Batson, Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”) como Freddie Freeman, Adam Brody (“Um Caso de Detetive”) como sua versão adulta, o Shazam Jr., Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) como Mary, antigamente conhecida como Mary Marvel, Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”) como Pedro Choi, Jovan Armand (série “The Middle”) como Pedro Peña e Faithe Herman (série “This Is Us”) como Darla Dudley. A equipe criativa também é a mesma, incluindo o diretor David F. Sandberg, o roteirista Henry Gayden e o produtor Peter Safran. A estreia está marcada para junho de 2023.
Ex-estrela da Disney celebra sucesso como atriz pornô
A atriz Maitland Ward, que ficou conhecida no final dos anos 1990 pela série teen “O Mundo É dos Jovens” (Boy Meets World), publicou em seu Instagram uma foto com os 11 troféus que recebeu em 18 meses trabalhando para a indústria de filmes pornográficos. “Meus bebês estão todos em casa! Em apenas dois anos ganhei 6 prêmios XBIZ e 5 AVNs. Obricada a cada um dos meus fãs incríveis, vocês realmente tornaram meus primeiros 18 meses incríveis”, ela escreveu na legenda. Maitland foi considerada a Melhor Atriz do ano no AVN Awards, considerado o Oscar dos filmes adultos, organizado pela revista norte-americana Adult Video News. Além de ter vivido a adolescente Rachel na produção da Disney, ela também foi a Brittany da comédia “As Branquelas” (2004), seu último filme “sério”. Maitland começou a fazer vídeos eróticos em 2019. Atualmente com 43 anos, ela diz que prefere a produção de filmes adultos do que Hollywood. “Hollywood é degradante para as mulheres com mais de 35 anos. A menos que você seja Jennifer Aniston ou outra pessoa superfamosa, eles não querem ver você como alguém sexy ou erótica”, disse ao tabloide Daily Star. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maitland Ward Baxter (@maitlandward)
Tina Turner reaparece para divulgar documentário de sua carreira
Tina Turner fez uma raríssima aparição no Instagram na noite de segunda (22/3) para divulgar seu novo documentário, “Tina”, da HBO. A cantora de 81 anos, que só publica fotos antigas em sua linha do tempo, mostrou como está atualmente ao celebrar o lançamento. “Estou muito animada para compartilhar este filme com vocês. Ver as cenas do show me fez reviver alguns dos momentos de maior orgulho da minha vida. Eu simplesmente tive que cantar junto e dançar na minha sala de estar”, ela escreveu, ao lado de uma foto em que aparece diante de uma televisão com cenas do filme. Com estreia marcada para sábado (27/3), “Tina” vai detalhar a carreira da cantora desde os anos 1960, quando formava dupla com o marido Ike Turner, passando sua fase de maior sucesso individual nos anos 1980, até sua aposentadoria dos palcos em 2009, com muitas imagens de arquivo inéditas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tina Turner (@tinaturner)
Noah Centineo passa por transformação física para viver super-heróis
O ator Noah Centineo, que virou galã da Netflix em “Para Todos os Garotos que Amei”, está passando por uma transformação para virar astro de ação. Ele postou em seu Instagram uma série de fotos em que mostra o resultado da malhação intensa sobre seu corpo, que ganhou massa muscular e cresceu para todos os lados. Ele intensificou seu treinamento para viver dois heróis diferentes nos cinemas: Esmaga-Átomo, na adaptação dos quadrinhos de “Adão Negro”, e o Príncipe Adam/He-Man em “Mestres do Universo”. O primeiro longa começará a ser filmado em três semanas, enquanto o segundo ainda não teve seu cronograma de produção revelado. Veja abaixo o resultado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Noah (@ncentineo)
Ator de Silicon Valley é acusado de assédio sexual
O ator Thomas Middleditch, conhecido pela série “Silicon Valley”, foi acusado de assédio sexual por uma mulher que teria se encontrado com ele em 2019, em uma casa noturna em Los Angeles. O caso foi revelado pelo jornal Los Angeles Times, como parte de uma reportagem sobre práticas de assédio na boate conhecida como Cloak & Dagger. No texto, dez mulheres acusaram os gerentes da casa noturna de ignorar denúncias do tipo. Uma delas, Hannah Harding acusou Middleditch de continuar importunando ela e uma amiga após as duas terem rejeitado suas primeiras investidas. A reportagem diz que o ator, irritado com a resistência delas, começou a apalpá-las sem permissão. Tudo teria acontecido na frente de funcionários da balada, que não fizeram nada para impedir Middleditch ou lidar com o caso depois do acontecido. Harding ainda alega ter denunciado o assédio a Adam Bravin, gerente do estabelecimento, que ligou para ela dias depois. Ele me falou que ‘iam buscar uma segunda opinião’ sobre o acontecido, porque não queriam confiar apenas na minha história. Eles se importavam mais com as pessoas famosas do que com a segurança das mulheres no estabelecimento.” A acusadora mostrou também uma mensagem que Middleditch enviou para ela no Instagram, pedindo desculpas pelo acontecido. “Eu não tinha ideia que minhas ações tinham te incomodado tanto. Eu sei que você provavelmente quer me denunciar para o público, e não estou pedindo para ser seu amigo ou algo parecido. Só estou me sentindo envergonhado por ter te importunado desta forma”, escreveu ele. O ator e seus representantes ainda não comentaram a denúncia oficialmente.











