Continuação de “Pantera Negra” começa a ser filmada
As filmagens da continuação de “Pantera Negra”, chamada em inglês de “Black Panther: Wakanda Forever”, começaram nesta semana no Pinewood Studios de Atlanta, nos Estados Unidos. A informação foi revelada pelo presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, em entrevista à revista Variety. Escrito e dirigido por Ryan Coogler, responsável pelo primeiro filme, o longa trará os atores do elenco original de volta, com a exceção do falecido Chadwick Boseman, intérprete do personagem-título, que faleceu em agosto de 2020 de câncer de cólon. “É claramente muito tocante [fazer o filme] sem Chad. Mas todos estão muito animados em trazer o mundo de Wakanda de volta ao público e aos fãs. Vamos fazer isso de uma forma que deixará o Chad orgulhoso”, disse Feige. Os detalhes da trama, que tem estreia marcada para 8 de julho de 2022, permanecem em segredo. Mas a ideia é apresentar melhor todos os personagens secundários do filme original e destacar a nação africana governada pelo herói. Além disso, o Marvel Studios planeja lançar uma série sobre Wakanda, que será estrelada por Danai Gurira (Okoye em “Pantera Negra”), após o lançamento do longa nos cinemas. Lançado em 2018, “Pantera Negra”, o filme que apresentou a avançada nação de Wakanda, foi um dos maiores sucessos a Marvel nos cinemas, vencendo três Oscars e arrecadando mais de US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais.
Don Cheadle casou-se com sua companheira de 28 anos durante a pandemia
O ator Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) casou-se oficialmente com a atriz Bridgid Coulter (“O Massacre de Rosewood”), sua companheira de 28 anos. A apresentadora Wanda Sykes foi quem tornou o matrimônio público durante a aparição do ator na tarde de quarta-feira (30/6) no programa “Ellen Show”, numa entrevista para promover sua série “Black Monday”. O casamento aconteceu de modo discreto no início do ano passado, durante a pandemia. Mas só agora foi comentado na mídia, porque Sykes quis pedir desculpas por sua reação ao ouvir a notícia. “Você me mandou uma mensagem no início do ano, eu acho, e me disse que acabou de se casar”, contou a comediante. “E eu fiquei tipo, ‘Caramba, a pandemia atingiu Don e Bridgid.’” A comediante confessou que sua reação chocada foi motivada por não saber que Cheadle ainda não era casado com Coulter. “Eu estava tipo, ‘O que diabos aconteceu, cara?”. Sykes admitiu que sua resposta inicial não foi tão entusiasmada quanto deveria ter sido, e é por isso que ela sentiu a necessidade de abordar o assunto no programa. Mas o intérprete de Máquina de Combate nos filmes da Marvel disse que muita gente também achava que eles já eram casados. “Sim, quero dizer, isso é compreensível, visto que estivemos juntos 28 anos antes de nos casarmos”, disse Cheadle. O casal está junto desde o início dos anos 1990 e têm duas filhas, Ayana e Imani.
James Franco vai pagar US$ 2,2 milhões para encerrar processo de abuso sexual
O ator James Franco fez um acordo financeiro para encerrar um processo de abuso sexual aberto por duas ex-alunas de seu curso de interpretação, Sarah Tither-Kaplan e Toni Gaal. As partes se acertaram em fevereiro deste ano, mas os documentos só se tornaram públicos nesta quarta (30/6), revelando que ele ofereceu US$ 2,2 milhões de indenização. Pelo acordo proposto, Sarah Tither-Kaplan receberá US$ 670.500, enquanto Toni Gaal ficará com US$ 223.500. Além disso, os demais estudantes do curso de Franco, que também entraram como partes na ação, dividirão os US$ 1,3 milhão restantes. A proposta ainda precisa ser submetida à aprovação de um juiz de Los Angeles para o encerramento do processo, que alega que todas as alunas de Franco na Studio 4 Film School em Nova York e Los Angeles foram vítimas de fraude. O curso seria uma desculpa para exploração sexual, onde Franco supostamente forçava suas alunas a realizar cenas de nudez e sexo diante das câmeras, no que as denunciantes descreveram como “cenário de orgia” durante as aulas. As acusadoras também alegaram que Franco levou os alunos a acreditar que ele daria papéis em seus filmes para aqueles que se sujeitassem a participar mais ativamente das “aulas” desinibidas. Tither-Kaplan começou a denunciar a má conduta sexual de Franco no início de 2018, depois que ele venceu um Globo de Ouro por seu papel em “O Artista do Disastre”. Ela também foi uma das cinco mulheres que apresentaram acusações contra o ator em um artigo publicado em janeiro de 2018 no Los Angeles Times. Na época, até a atriz Ally Sheedy, estrela do clássico adolescente “Clube dos Cinco” (1985), manifestou-se com tuítes sobre supostos abusos de Franco, mas os apagou e não quis comentar mais sobre o assunto. “James Franco acaba de ganhar. Por favor, nunca me perguntem por que eu deixei a indústria de cinema/TV”, ela escreveu, enigmaticamente, acrescentando: “Por o James Franco foi autorizado a entrar? Já falei demais. Boa noite, amo vocês”. Graças à repercussão das denúncias, o ator acabou ficando fora do Oscar, mesmo sendo considerado forte candidato pelo desempenho em “O Artista do Disastre”. Após o surgimento das acusações, James Franco só atuou nas temporadas finais da série “The Deuce”, que ele já estrelava quando o escândalo veio à tona. Com o fim da série em 2019, ele vem se mantendo fora dos holofotes.
Bill Cosby é solto após três anos de prisão
O comediante Bill Cosby foi solto da prisão nesta quarta (30/6), após decisão da Suprema Corte da Pensilvânia de anular sua condenação por agressão sexual. Ele foi acusado de abuso por mais de 60 mulheres, entre os anos 1960 a 2000. A libertação caiu como uma bomba na mídia e nas redes sociais dos EUA. Cosby foi colocado em liberdade por um detalhe técnico. A Suprema Corte estadual considerou que o promotor original do processo, Bruce Castor, prometeu que Cosby não seria processado, por isso o comediante admitiu ter dado drogas para mulheres com quem queria ter relações sexuais. Seus advogados mais tarde argumentaram que ele entendeu mal a pergunta e desde então passaram a negar qualquer delito. O problema é que os sucessores de Castor na promotoria distrital decidiram retomar processo após o depoimento com a admissão de culpa se tornar público. Isto levou a dois julgamentos, com o segundo resultado numa condenação a 10 anos de prisão, em 2018. Mas os advogados de Cosby argumentaram que o caso não poderia ser julgado, devido à promessa do promotor inicial. Após três anos de prisão, o tribunal superior finalmente concordou com eles. “Sustentamos que, quando um promotor faz uma promessa incondicional de não processar, e quando o réu confia nessa garantia em detrimento de seu direito constitucional de não testemunhar, o princípio da justiça fundamental que sustenta o devido processo legal em nosso sistema de justiça criminal exige que a promessa seja cumprida”, afirma a decisão do tribunal que soltou Cosby. Cosby foi a primeira grande figura pública a ser julgada e condenada graças ao movimento #MeToo.
Sikêra Jr. pede desculpas ao perder patrocínios, mas reforça homofobia
Sikêra Jr. sentiu. O apresentador do programa “Alerta Nacional”, da RedeTV, pediu desculpas na terça-feira (29/6) pelo discurso preconceituoso que fez contra a comunidade LGBTQIAP+, chamando homossexuais de “raça maldita” na última sexta-feira (25/6). Ele se arrependeu? Não, ele perdeu anunciantes. Vale lembrar que, no ano passado, Sikêra também chamou homossexuais de “raça maldita” e, apesar de processado, acabou absolvido por um juiz de segunda instância que considerou seu ato como uma crítica sem intenção de ofensa. A certeza de impunidade virou reincidência. Só que agora a sociedade civil se mobilizou. Com apoio do movimento Sleeping Giants Brasil, a hashtag #DesmonetizaSikera subiu nos tópicos mais comentados do Twitter durante o fim de semana, confrontando patrocinadores do apresentador com o conteúdo preconceituoso que seu financiamento viabiliza. O resultado foi uma debandada de anunciantes do “Alerta Nacional”, que perdeu alguns de seus principais parceiros comerciais. Não só isso, empresas como Hapvida, MRV, Tim Brasil e Magazine Luiza ainda se manifestaram prontamente em favor da diversidade, criticando o preconceito e pedindo respeito a todos os brasileiros. Na terça, Sikêra Jr. percebeu que seu programa poderia ser inviabilizado comercialmente. Ele revelou que recebeu “milhares” de mensagens desde a última sexta-feira, e que ele e seus colegas de emissora vêm sendo atacados. Da mesma forma como ele atacou as famílias LGBTQIAP+ em várias ocasiões. Chama-se “pimenta nos olhos dos outros”. “Dito isso, eu preciso reconhecer que me excedi”, acrescentou. “No calor do comentário, posso ter usado palavras que me arrependo, sou humano. Errei, erro e vou errar, quantas vezes já repeti isso aqui? Sou humano! O que eu tenho sofrido com essa situação… Ninguém está está imune de errar”. O ditado correto é “errar é humano, persistir no erro é burrice”. E Sikêra Jr. persiste no erro. Depois de fazer o mea culpa protocolar, disse que continua “contra” a campanha do Burger King que originou seu surto. “Extrapolei como nunca, revoltado com o que vi naquele comercial, e continuo contra, minha opinião continua a mesma. Mas você que se sentiu ofendido, o que eu posso dizer é que me perdoe”. Outra frase para decorar, que pode virar ditado para os dias de hoje, é: “homofobia não é opinião”. A revolta do apresentador teve origem num comercial que celebra nada mais, nada menos que a tolerância, em que crianças de diferentes idades são entrevistadas e explicam que é normal ver homens e mulheres do mesmo sexo juntos. Inclusive, algumas delas são filhos de pais gays. “Vocês são nojentos. A gente está calado, engolindo essa raça desgraçada, mas vai chegar um momento em que vamos ter que fazer um barulho maior. Deixa a criança crescer, brincar, descobrir por ela mesma. O comercial é podre, nojento. Isso não é conversa para criança”, disparou o apresentador. Que ainda acha que tem razão. A campanha #DesmonetizaSikera voltou a subir nos trending topics do Twitter após as desculpas controversas, com defesa embutida da homofobia, levadas ao ar pelo programa da RedeTV – programa que ainda está no ar na RedeTV. Sikêra Jr. acaba de perder o patrocínio da Caixa Econômica Federal! “Já pensou ter um filho viado e não poder matar?" "Raça desgraçada""Vocês são nojentos" E QUEM PAGA ESSA CONTA? Ajude-nos a alertar as empresas para que nesse Dia Internacional do Orgulho LGBT façamos mais do que trocar a foto do perfil!✊🏽🏳️🌈#DesmonetizaSikera pic.twitter.com/JfMxXXOQnj — Sleeping Giants Brasil (@slpng_giants_pt) June 28, 2021
Joe Jonas e Sophie Turner celebram dois anos de casamento com fotos inéditas da cerimônia
Joe Jonas e Sophie Turner continuam em fase de lua de mel. Para comemorar dois anos de seu casamento, eles liberaram várias fotos da segunda cerimônia – a versão badalada – de seu enlace, que aconteceu num castelo francês. O casal já tinha feito o mesmo tipo de divulgação para celebrar os dois anos da primeira cerimônia, que aconteceu de forma improvisada em Las Vegas, logo após a premiação do Billboard Music Awards em 2019. Se a primeira festa foi rock’n’roll, com o casamento oficializado por um imitador de Elvis Presley, a segunda foi digna da Rainha do Norte, como revelam as novas fotos. O castelo utilizado foi o Château de Tourreau, que ocupa 17 acres e possui 16 quartos e 16 banheiros, na região de Provença, na França. As imagens foram divulgadas no Instagram dos dois artistas. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sophie Turner (@sophiet) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sophie Turner (@sophiet) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por J O E J O N A S (@joejonas) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por J O E J O N A S (@joejonas)
Gal Gadot anuncia nascimento da terceira filha
A atriz Gal Gadot anunciou o nascimento de sua terceira filha, Daniella, com o empresário Jaron Varsano. A protagonista de “Mulher Maravilha” e o marido também são pais de outras duas meninas: Alma, de 9 anos, e Maya, de 4. A intérprete da Mulher-Maravilha publicou uma foto da família completa no Instagram para dar as boas-vindas à recém-nascida. “Minha doce família. Eu não poderia estar mais grata e feliz (e cansada). Nós estamos todos muito felizes por receber Daniella em nossa família. Estou enviando a todos vocês amor e saúde”, escreveu na legenda. Gadot revelou sua terceira gravidez em março passado, também por uma postagem no Instagram. Na ocasião, Gal compartilhou uma foto de Varsano acariciando sua barriga e escreveu: “Lá vamos nós de novo”. Um mês depois, ela anunciou o sexo da bebê no talk show “Live with Kelly and Ryan” e brincou que ela e o marido não iam “mexer em time que está ganhando”, tendo a terceira filha consecutiva. Ela é casada com Jaron Varsano desde 2008. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot)
Pressão funciona e Sikêra Jr. perde patrocinadores
A pressão do Sleeping Giants Brasil funcionou. Poucas horas após o começo da campanha #DesmonetizaSikera, o programa “Alerta Nacional”, do apresentador Sikêra Júnior, perdeu dois de seus seus principais patrocinadores. A empresa de planos de saúde Hapvida e a construtora MRV informaram que interromperam seus patrocínios e não vão mais anunciar no “telejornal” da RedeTV. “Não apoiamos forma alguma de preconceito, seja social, de credo, raça, gênero ou orientação sexual”, disse a Hapvida em comunicado. “A MRV acredita na diversidade e não compactua com qualquer forma de preconceito”, ecoou a MRV, ao anunciar o corte do patrocínio. Além disso, a Tim Brasil e Magazine Luiza informaram que bloquearam seus anúncios no canal do apresentador no YouTube. “Reforçamos que a TIM não está ligada a movimentos nem compactua com a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio”, disse a primeira empresa nas redes sociais. “O Magalu é contra qualquer forma de LGBTfobia e nunca admitiremos isso”, afirmou a segunda no Twitter. A campanha para interromper o financiamento do programa de Sikêra Jr. foi motivada pelo mais recente surto de preconceito raivoso do apresentador da RedeTV, que aconteceu na última sexta (25/6), quando ele disse, ao vivo, que homossexuais eram “uma raça desgraçada”. A ofensa foi proferida na véspera do Dia do Orgulho LGBTQIAP+ e também virou alvo de uma ação judicial elaborada pela Aliança Nacional LGBTI+. Além disso, o senador Fabiano Contarato (Rede/ES) fez um pedido de investigação criminal. “Pedimos ao Ministério Público que investigue este apresentador por homofobia, conduta que deve ser punida na lei penal. Liberdade de expressão não pode ser usada para cometimento de crimes, incitação à violência e ofensa à honra, à dignidade e à imagem”, ele apontou pelo Twitter. O problema é que não é a primeira vez que Sikêra Jr. é processado por homofobia. Vale lembrar que, no ano passado, Sikêra também chamou homossexuais de “raça maldita” e, apesar de ser condenado em primeira instância, foi absolvido por um juiz de segunda instância que considerou seu ato como uma crítica sem intenção de ofensa. A reincidência parece vir da certeza de impunidade. Mas desta vez a sociedade civil se mobilizou, subindo a hashtag #DesmonetizaSikera e interagindo com os perfis sociais dos patrocinadores, para exercer pressão e confrontá-los com o conteúdo preconceituoso que estão financiando. Além da associação afetar a imagem de seus produtos, por embalarem o ódio, os anunciantes também podem enfrentar boicote de consumidores conscientes. A grande arma do público LGBTQIAP+ é seu poder de compra, já que pesquisas o apontam como maior grupo consumidor da internet. Além de empresas privadas, Sikêra também é financiado pelo governo federal, recebendo por “serviços de utilidade pública” relacionados à publicidade e propaganda, para elogiar Bolsonaro em seu programa.
Dublê sofre acidente na série de “O Senhor dos Anéis” e precisará de cirurgia cerebral
A dublê neozelandesa Dayna Grant, que trabalhou em produções como “Mad Max: Estrada da Fúria” e “Mulher-Maravilha”, sofreu um acidente grave durante as gravações da série baseada em “O Senhor dos Anéis”, que estão acontecendo na Nova Zelândia. A notícia foi divulgada pelo site de fãs da saga TheOneRing.net, que compartilhou uma página de financiamento coletivo voltado a angariar fundos para a cirurgia de Grant. Segundo a publicação, a dublê sofreu um aneurisma e uma lesão no pescoço e precisa passar por cirurgia cerebral. Maiores detalhes sobre o acidente não foram informados. Mas o produtor Robert Talbert, que trabalhou com ela em “Xena: A Princesa Guerreira”, “Legend of the Seeker” e “Ash vs. Evil Dead”, mencionou nas redes sociais que a dublê sofreu um impacto traumático na cabeça durante a produção da Amazon, que se somou a várias concussões ao longo da carreira, levando à necessidade urgente de uma cirurgia. A mensagem pode ser vista na seção de stories do perfil pessoal da dublê no Instagram, onde várias publicações repercutindo o financiamento coletivo foram postadas, junto de mensagens de agradecimento pelo apoio. A cirurgia de dublê está orçada em US$ 60 mil, e a campanha já arrecadou pouco mais de US$ 37 mil graças à ajuda de mais de 470 pessoas. Além de não terem sido divulgados detalhes do acidente, não se sabe porque a Amazon, que produz a série, não está cobrindo a assistência médica da dublê. Segundo apurações da mídia internacional, a Amazon vai gastar quase US$ 500 milhões por temporada para produzir a adaptação da obra de J.R.R. Tolkien, que será a série mais cara de todos os tempos.
Sikêra Júnior vira alvo de campanha de descapitalização
O apresentador Sikêra Júnior virou alvo do Sleeping Giants Brasil, movimento responsável por descapitalizar diversos porta-vozes do ódio no país. Inimigo declarado das minorias, Sikêra Júnior voltou a destilar preconceito raivoso na última sexta (25/6), quando disse, ao vivo, que homossexuais eram “uma raça desgraçada”. A ofensa foi proferida na véspera do Dia do Orgulho LGBTQIAP+ e já virou alvo de uma ação judicial elaborada pela Aliança Nacional LGBTI+. Entretanto, não é a primeira vez que o apresentador chama homossexuais de “raça desgraçada”. E o que é pior: ele tem aval da Justiça para continuar a ser porta-voz da homofobia na TV brasileira. No ano passado, o apresentador usou a imagem da transexual Viviany Beleboni ao fazer um comentário sobre um crime cometido por um casal lésbico. Se referindo aos gays, Sikera Jr. mencionou o termo “raça desgraçada” ao exibir a imagem da modelo fazendo uma representação de crucificação na parada LGBT de 2019. Apesar de condenado em primeira instância, foi absolvido na segunda instância e o juiz ainda reduziu seu ato a uma crítica, sem intenção de ofensa. Pois Sikêra voltou a “criticar” de novo. Por conta da impunidade e reincidência desaforada, a situação mudou de patamar e agora a cobrança passou para a sociedade civil, que está subindo a hashtag #DesmonetizaSikera. A iniciativa do Sleeping Giants é uma forma de pressionar marcas como MRV, Ultrafarma, Caixa e outras empresas anunciantes do programa do apresentador, “Alerta Nacional”, da RedeTV, a cessarem o financiamento do discurso preconceituoso de ódio. A alternativa pode ser boicote do público. Sikêra também é financiado pelo governo federal, recebendo por “serviços de utilidade pública” relacionados à publicidade e propaganda, para elogiar Bolsonaro em seu programa.
Artur Xexéo (1951-2021)
O jornalista, escritor e dramaturgo Artur Xexéo morreu no Rio de Janeiro, aos 69 anos. Ele foi diagnosticado com um câncer tipo linfoma não-hodgkin de célula T duas semanas atrás e teve uma parada cardiorrespiratória na sexta-feira (25/6), vindo a falecer no domingo (27/6). Ícone do jornalismo cultural, Xexéo era o comentarista oficial do Oscar na rede Globo. Segundo sua companheira no evento anual, a jornalista Maria Beltrão, na cobertura deste ano, que aconteceu em abril, ele já “estava mal e não sabia o que era”. Xexéo assumiu a função de comentarista do Oscar em 2015, após a morte do ator José Wilker. Ele começou a carreira no Jornal do Brasil e passou também pelas redações das revistas Veja e IstoÉ. Foi ainda editor do Segundo Caderno, de O Globo, antes de tornar-se colunista do jornal. Ultimamente, ainda mantinha a coluna “Cine Xexéo”, com comentários sobre cinema no telejornal “Edição das 10h” do canal pago GloboNews. Como autor, publicou “Janete Clair: A Usineira de Sonhos”, biografia da famosa novelista, “O Torcedor Acidental”, uma série de crônicas sobre suas coberturas das Copas do Mundo de futebol, e “Hebe: A Biografia”, sobre a apresentadora Hebe Camargo, que inspirou a montagem teatral de “Hebe: O Musical”, de Miguel Falabella. Nos últimos anos, tinha se tornado também um dramaturgo bastante requisitado na área dos musicais brasileiros. São dele os textos dos espetáculos “A Garota do Biquíni Vermelho” (2010), “Nós Sempre Teremos Paris” (2012), “Cartola – O Mundo É um Moinho” (2016), “Minha Vida Daria um Bolero” (2018) e “Bibi – Uma Vida em Musical” (2018), além da produção nacional dos americanos “Xanadu” (em 2012), “Love Story” (2016) e “A Cor Púrpura” (2019). Nesta segunda, Miguel Falabella revelou nas redes sociais que trabalhava com Xexéo no primeiro roteiro cinematográfico do jornalista, uma adaptação do espetáculo “Bibi – Uma Vida em Musical” para o cinema.
Cardi B revela segunda gravidez
A rapper Cardi B aproveitou sua participação no BET Awards 2021 para revelar que está esperando seu segundo bebê. Ela nem passou pelo tapete vermelho para manter a barriga em segredo até se apresentar no palco do Microsoft Theater com o grupo Migos. Após a barrigona anunciar a si mesma na premiação de domingo (27/6), Cardi B usou as redes sociais para publicar três fotos da gravidez. Primeiro, sozinha. Depois, ao lado do marido, o rapper Offset. E por fim com sua primeira filha, a pequena Kulture, de três anos. Confiras as fotos publicadas pela rapper. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cardi B (@iamcardib) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cardi B (@iamcardib) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cardi B (@iamcardib)
BET Awards premia “Judas e o Messias Negro”
O BET Awards 2021, premiação do canal pago americano BET (Black Entertainment Television), que celebra os talentos negros da indústria do entretenimento dos EUA, aconteceu na noite de domingo (27/6), no Microsoft Theater, em Los Angeles. Com apresentação da atriz Taraji P. Henson (a Cookie de “Empire”), o evento homenageou Queen Latifah (a Carlotta de “Star”) com um troféu pelas realizações de sua carreira no cinema, na TV e na música. Entre os melhores do ano, os destaques musicais ficaram para o hit “Wap” e seus intérpretes, as rappers Cardi B e Megan Thee Stallion, enquanto os prêmios de cinema foram divididos por “Judas e o Messias Negro”, Andra Day (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”) e o falecido Chadwick Boseman (“A Voz Suprema do Blues”). A disputa incluía três brasileiros, os músicos Emicida, MC Dricka e a ativista Djamila Ribeiro, mas nenhum deles foi premiado. Confira a lista dos vencedores. Melhor Filme “Judas e o Messias Negro Melhor Atriz Andra Day (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”) Melhor Ator Chadwick Boseman (“A Voz Suprema do Blues”) Melhor Artista Jovem Marsai Martin (série “Black-ish”) Álbum do Ano “Heaux Tales” – Jazmine Sullivan Melhor Artista Feminina do R&B/Pop H.E.R. Melhor Artista Masculino do R&B/Pop Chris Brown Melhor Grupo Silk Sonic – Bruno Mars, Anderson .Paak Melhor Colaboração “WAP” – Cardi B ft. Megan Thee Stallion Melhor Artista Masculino de Hip-Hop Lil Baby Melhor Artista Feminina de Hip-Hop Megan Thee Stallion Vídeo do Ano “WAP” – Cardi B ft. Megan Thee Stallion Diretor de Vídeo do Ano Bruno Mars & Florent Déchard (Vencedores) Artista Revelação Giveon Dr. Bobby Jones Best Gospel / Prêmio Inspiracional “Strong God” — Kirk Franklin BET Her Award “Good Days” – Sza Melhor Artista Internacional Burna Boy – Nigéria Escolha da Audiência “Savage (Remix)” – Megan Thee Stallion ft. Beyoncé Escolha da Audiência – Artista Revelação Internacional Bree Runway – Reino Unido Melhor Atleta Feminina Naomi Osaka Melhor Atleta Masculino Lebron James Prêmio Especial pelas Realizações da Carreira Queen Latifah












