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23 de outubro de 2026
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    Destino da Star+ será definido na véspera do lançamento

    4 de agosto de 2021 /

    Com campanha de lançamento suspensa, o destino da marca Star+ (Starplus) pode ser definido num julgamento marcado para o próximo dia 24 de agosto. Detalhe: o lançamento da plataforma está marcado para a semana seguinte, em 31 de agosto. O canal pago americano Starz foi quem paralisou o projeto da Disney. A empresa entrou na justiça no Brasil com a alegação de que as marcas Starzplay e Starplus são semelhantes e concorrem no mesmo segmento de streaming, podendo confundir o público. O processo dever resultar num prejuízo imenso para a Disney, que interrompeu a divulgação da nova plataforma. Mas o juiz responsável por definir o caso minimizou esse problema. De acordo com o desembargador Jorge Tosta, relator do processo na 2ª Câmara Reservada do Direito Empresarial de São Paulo, como o lançamento ainda não aconteceu, existiria tempo suficiente para a Disney provar que pode usar o nome. Tentando apressar a conclusão do caso, a Disney chegou a oferecer R$ 50 milhões como possível compensação financeira por prejuízos causados à Starz. Mas Tosta indeferiu a oferta da Disney até que o caso passe por julgamento. Isto é, a Disney precisa vencer o processo para pagar à Starz, de forma a “assegurar possíveis danos à agravada”, na linguagem do documento. Caso a Disney perca a disputa, a Starz fica sem os milhões, mas com a exclusividade ao nome Star no streaming. A Starz suspendeu a campanha da Star+ no último dia 26 de julho, quando obteve uma liminar que proibiu a Disney de usar a marca. A decisão não está levando em conta que Star é uma denominação de canais de TV do grupo Disney. A Star India existe há décadas, antes mesmo da Starz nos EUA, e foi adquirida pela Walt Disney Co. na compra dos ativos da 21st Century Fox. A denominação da rede indiana foi o nome escolhido pelo conglomerado para rebatizar os canais Fox, e não houve nenhuma objeção contra a identificação dessas emissoras quando passaram a se chamar Star Channel, Star Life e Star Hits em fevereiro passado. Star+ seguiria uma tendência do mercado, que já tem plataformas de streaming chamadas de Paramount+ e Disney+, relacionadas aos canais pagos Paramount e Disney Channel. O canal pago Starz não tem presença na TV brasileira, chegando aqui apenas pelo streaming da Starzplay. O caso, porém, não se restringe ao Brasil. A Starz quer impedir que a Disney batize sua versão internacional da Hulu como Star+ em toda a América Latina, por isso abriu também processos similares em outros países do continente.

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    Selena Gomez ataca série por piada com seu transplante de rim

    4 de agosto de 2021 /

    Selena Gomez ficou revoltada com uma piada de um episódio recente de “The Good Fight”, que fez referência ao seu transplante de rim. O quarto episódio da 5ª temporada do programa da Paramount+ contempla os efeitos da cultura do cancelamento na comédia e numa discussão sobre tópicos proibidos são citadas situações como necrofilia, autismo e “o transplante de rim de Selena Gomez”. Os fãs da cantora e atriz se insurgiram contra a citação e chamaram a atenção de Selena, que decidiu se manifestar no Twitter. Sem mencionar o nome da atração, ela lamentou que transplantes tenham virado motivos de piada. “Não tenho certeza de como escrever piadas sobre transplantes de órgãos virou algo normal para programas de televisão, mas infelizmente isso aconteceu. Eu espero que na próxima vez que uma dessas piadas de mau gosto seja apresentada ela seja imediatamente denunciada na sala de roteiristas e não chegue a ir ao ar”, tuitou a artista, que ainda destacou o apoio de seus fãs e fez campanha para doações de órgãos. “Meus fãs sempre me apoiam. Amo vocês. Se você puder, por favor, inscreva-se para ser doador de órgão”, finalizou. A estrela recebeu a doação de um rim da atriz Francia Raisa (da série “Grown-ish”) em 2017, em consequência de seu lúpus, doença que assumiu publicamente em 2015. “Meus rins estavam acabados. Era o fim”, disse Selena em entrevista ao programa matinal “Today Show”, logo após ter alta hospitalar. “Eu não queria pedir [doação de órgão] para nenhuma pessoa na minha vida. Até que chegou o dia em que fui para casa e descobri que ela tinha se voluntariado.” Neste ponto, a apresentadora Savannah Guthrie perguntou se Selena sentia que Raisa salvou sua vida. E ela responde: “Sim, porque ela salvou”. My fans always have my back. LOVE YOU. If you are able to please sign up to be an organ donor https://t.co/4GSEiHEfEf — Selena Gomez (@selenagomez) August 3, 2021

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    Homem é preso após ameaçar matar a atriz Jodie Comer

    4 de agosto de 2021 /

    Um homem que ameaçava matar a atriz Jodie Comer foi preso na França na terça-feira (3/8). Ele enviou mensagens à intérprete de Vilanelle na série “Killing Eve” ameaçando ir até o Reino Unido para matá-la e também todas as pessoas de sua família, de acordo com o jornal Daily Mail. Um dos avisos dizia: “Estou indo para a Inglaterra para fazer um massacre”. As ameaças foram identificadas como vindas da cidade francesa de Roubaix. Policiais armados invadiram a casa do suspeito e o mantiveram sob custódia. Arquivos de computador e outros equipamentos técnicos foram apreendidos durante a operação, que contou com a cooperação do suposto criminoso. O assédio teria começado nos perfis de mídias sociais da atriz e depois teria se transformado em ameaças por e-mail. A partir daí, membros da família de Jodie Comer também começaram a receber mensagens com conteúdo agressivo. Por causa da ação intimidadora, Jodie Comer chegou a se afastar das redes sociais, ficando quase um mês sem postar. Graças ao envolvimento policial, ela começou aos poucos a retomar sua atividade online, divulgando seus novos trabalhos – os filmes “Free Guy – Assumindo o Controle”, que estreia em 19 de agosto, e “O Último Duelo”, de Ridley Scott, com lançamento em 14 de outubro nos cinemas.

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    Comissão da Câmara abre queixa-crime contra Mario Frias por fogo na Cinemateca

    4 de agosto de 2021 /

    A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados entrou com uma queixa-crime contra o secretário especial da Cultura Mario Frias pelo incêndio no galpão da Cinemateca Brasileira, em São Paulo, que aconteceu na última quinta-feira (29/7). Em entrevista à Rádio Câmara, a presidente da comissão, deputada Alice Portugal, afirmou que também foi feito um pedido ao Ministério Público Federal para que uma auditoria seja realizada na Secretaria Especial da Cultura do governo federal. O incêndio aconteceu enquanto o Ministério Público Federal (MPF) investigava o que levou o governo a romper com a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto) de forma unilateral em dezembro de 2019, e após a realização de uma primeira inspeção que teria apontado vários problemas na manutenção do prédio e do acervo, sob responsabilidade exclusiva da secretaria de Frias. Desde que foi fechada em agosto de 2020, quando um representante de Frias chegou com escolta ostensiva da Polícia Federal para pegar as chaves e expulsar a organização social responsável por sua manutenção e preservação, não faltaram avisos de perigo de incêndio na entidade. “Nós temos os vídeos de menos de 15 dias antes do recesso, técnicos e amigos da Cinemateca dizendo que existia um risco de incêndio”, disse Portugal. “Isso tudo foi avisado à Secretaria Nacional de Cultura, tudo foi noticiado por e-mail, por documentos, à Secretaria Nacional de Cultura. Nenhuma decisão foi tomada e o incêndio aconteceu, para o prejuízo de um patrimônio relevante, indispensável para a preservação da memória do cinema nacional”. O incêndio que destruiu parte do acervo da Cinemateca Brasileira teria começado em um aparelho de ar-condicionado. A gravidade foi tanta que parte do teto do galpão desabou e o prédio foi interditado. Em nota, a Secretaria Especial da Cultura informou que o sistema de climatização passou por uma manutenção um mês antes. E no Twitter Mario Frias sugeriu que a culpa é do PT, que não está no poder desde 2016.

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    Meus Prêmios Nick divulga indicados e recebe críticas de influenciadores

    3 de agosto de 2021 /

    O canal pago Nickelodeon anunciou a lista dos indicados às 22 categorias da premiação Meus Prêmios Nick deste ano. São várias categorias com nomes em inglês, o que é curioso em se tratando de um prêmio infantil. O que mais chamou atenção, porém, foi a forma como a divulgação foi recebida com protestos de influenciadores. Apesar do prêmio ser brasileiro, o grupo musical sul-coreano BTS é quem tem o maior número de indicações: 5. E é seguido por Now United e Olivia Rodrigo, empatados em 4 categorias. Os artistas brasileiros aparecem em seguida, com Anitta, Giulia Be, Juliette (do BBB 21), Lagum, Maisa e Manu Gavassi com 3 indicações cada. A votação é aberta ao público e pode ser feita pelo site oficial, pelo Twitter (com a hashtag do indicado seguida por #MPN) e pelo Instagram (via comentário em qualquer post da @nickelodeonbr com a hashtag do indicado seguida por #MPN). As categorias, os indicados e as hashtags podem ser conferidos no site oficial da premiação (https://www.meuspremiosnick.com.br/). Entre os protestos que acompanharam a divulgação, o mais ruidoso foi de Lucas Rangel, que usou seu Twitter para reclamar da indicação a Ship do Ano por seu namoro com Lucas Bley e ainda lamentar a premiação. “Os Meus Prêmios Nick (a pseudo premiação) nunca me colocou em nenhuma categoria anteriormente, e agora que tô namorando quer vir fazer vibe e me colocar em shipper do ano? Me poupe. Não permiti minha imagem, e o Lucas também não permitiu a dele”, escreveu Rangel. “Todos os anos falei como essa premiação é comprada e fake, e continuo com esse pensamento. Dou até amanhã pra tirarem eu e meu namorado do site”, acrescentou. Lucas acusou a Nick de estar fazendo uso de Pink Money, ou seja, quando a marca se aproveita de uma causa LGBTQIAP+ para se promover, sem realmente se engajar. “É muito fácil não enaltecer meu trabalho por anos. Sabendo muito bem da grandiosidade das minhas redes. E querer me aparecer com shipper do ano porque sou um casal LGBTQ. Pink money me usando não amor, vaza”, completou. O protesto acabou ecoado por outros dois importantes influencers, que comentaram os tuítes de Lucas Rangel. “Prêmio mais constrangedor do Brasil. Participei um ano pra nunca mais”, escreveu Felipe Neto. “A premiação onde quem divulgar mais vence, me parece muito justo mesmo…”, considerou Felipe Castanhari. Prêmio mais constrangedor do Brasil. Participei um ano pra nunca mais. — Felipe Neto (@felipeneto) August 2, 2021 A premiação onde quem divulgar mais vence, me parece muito justo mesmo… 😒 — Felipe Castanhari (@FeCastanhari) August 2, 2021 Jurou. Todos os anos falei como essa premiação é comprada e fake, e continuo com esse pensamento. Dou até amanhã pra tirarem eu e meu namorado do site. — rangel (@LucasRanngel) August 2, 2021 É muito fácil não enaltecer meu trabalho por anos. Sabendo muito bem da grandiosidade das minhas redes. E querer me aparecer com shipper do ano pq sou um casal lgbt. Pink money me usando não amor, vaza — rangel (@LucasRanngel) August 2, 2021

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    Kit Harington confessa que “Game of Thrones” afetou sua saúde mental

    3 de agosto de 2021 /

    O ator inglês Kit Harington, que ficou conhecido como o Jon Snow de “Game of Thrones”, assumiu ter enfrentado problemas de saúde mental durante e após o término da série, exibida entre 2011 e 2019. Em entrevista ao podcast “The Jess Cagle Show”, o ator de 34 anos confirmou que fez uma pausa na carreira após o fim da série para se recompor. “Eu passei por algumas dificuldades de saúde mental depois e durante o fim de ‘Game of Thrones’, para ser sincero. E eu acho que isso teve a ver diretamente com a natureza da série e o que venho fazendo há anos. Fiz uma pausa depois de ‘GoT’, pensei: ‘Não quero trabalhar por um ano, quero realmente me concentrar em mim mesmo’. Estou muito feliz por ter feito isso”, ele revelou. Logo após o final das gravações, o site Page Six descobriu que o ator tinha se internado numa clínica de reabilitação. Um representante confirmou à revista People em 2019 que Harington entrou em tratamento para “trabalhar em alguns problemas pessoais” logo após a série sair do ar. “O papel e especialmente o nível de fama em que ele foi colocado… era muito para alguém tão jovem e recém-saído da escola de teatro”, disse uma fonte da publicação na época. Agora, Harington contou que, ao retornar às atividades em 2020, analisou quais projetos gostaria de fazer, mas acabou tendo que adiar os planos de retorno ao trabalho devido ao início da pandemia do novo coronavírus. “Quando eu estava querendo voltar ao trabalho, a pandemia começou e eu pensei: ‘Pelo amor de Deus'”, se divertiu o ator. Harington será visto a seguir num episódio da 2ª temporada da antologia “Modern Love”, que chega em 13 de agosto no Amazon Prime Video, e como Dane Whitman (o herói Cavaleiro Negro) no filme da Marvel “Eternos”, que estreia em 5 de novembro nos cinemas.

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    Francisco Weffort (1937-2021)

    3 de agosto de 2021 /

    O cientista político e ex-ministro da Cultura Francisco Weffort morreu no domingo (1/8), aos 84 anos, em decorrência de um infarto do miocárdio. Ele nunca trabalhou no cinema. Mas foi um dos homens mais importantes para a História do Cinema Brasileiro. Professor acadêmico da USP com várias obras publicadas e um dos fundadores do PT, ele participou ativamente da campanha das Diretas Já e foi filiado ao partido até 1994, quando foi convidado a assumir o cargo de ministro durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ele permaneceu no cargo de ministro da Cultura por sete anos, de 1995 a 2002, onde teve papel importante na retomada da produção cinematográfica no país, com a implementação da Lei do Audiovisual. Tanto a lei federal de incentivo, iniciada por Sérgio Paulo Rouanet (por isso Lei Rouanet) em 1991, e a Lei do Audiovisual, iniciada por Antônio Houaiss em 1992, já existiam antes do governo FHC. Mas só passaram a funcionar amplamente a partir de 1995. No intuito de criar uma “cultura de investimentos” pelas leis de incentivo, Weffort estimulou empresas estatais, como a Petrobrás, o Banco do Brasil e principalmente as empresas de telecomunicações (Telebrás, Telesp, Telerj etc.) a se tornarem as principais investidoras do cinema brasileiro. O sucesso dos primeiros filmes incentivados logo chamou atenção da iniciativa privada. Não por acaso, este período ficou conhecido pelo nome de “Retomada”, por representar o resgate da produção cinematográfica brasileira, praticamente interrompida durante o governo Collor, que fechou a Embrafilme em 1990. A partir de 1995, com o sucesso de “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil”, “Terra Estrangeira” e “O Quatrilho”, o cinema brasileiro tomou novo rumo e embalou. De cerca de 15 filmes produzidos em 1995, o país saltou para 185 longas-metragens em 2018, último ano antes da devastação do governo Bolsonaro. E foi um salto também de qualidade. Enquanto Weffort foi ministro, o Brasil teve quatro filmes indicados ao Oscar – os longas “O Quatrilho” (em 1996), “O Que é Isso, Companheiro?” (em 1998) e “Central do Brasil” (em 1999), além do curta “Uma História de Futebol” (em 2001). Em 2019, Bolsonaro acabou com o Ministério da Cultura, paralisou a Lei Rouanet, proibiu o patrocínio cultural de estatais, aparelhou a Ancine para congelar o Fundo Setorial do Audiovisual e vetou a renovação do Recine e da Lei do Audiovisual. Mas em agosto de 2020, o Congresso Nacional restituiu a Lei do Audiovisual, derrubando o veto obscurantista e mantendo vivo o legado de Weffort e Houaiss. Weffort foi um dos ex-ministros da Cultura que protestaram contra a extinção do Ministério por Bolsonaro. “A extinção do Ministério da Cultura é um erro. A existência do Ministério tem garantido um olhar à altura da relevância da cultura e da arte na vida brasileira. Mesmo com recursos limitados, a pasta foi capaz de defender, formular, fomentar, criar e inovar a relação do Estado com a sociedade no plano da cultura, em respeito às tradições brasileiras desde o império”, dizia o texto de um manifesto assinado por ele e outros ex-ministros da pasta, que também questionavam “a demonização das redes de incentivo”. A política anticultural de Bolsonaro culminou numa coincidência trágica. Enquanto Weffort morria, o ministro-sanfoneiro Gilson Machado, do Turismo, dava vexame como representante do Brasil numa conferência internacional de Ministros da Cultura, falando mentiras absurdas sobre a preservação da Amazônia – desmascaradas pelo vice-presidente Mourão no dia seguinte – num discurso ideológico que repercutiu negativamente em todo o mundo, ao mesmo tempo em que ignorou a pauta de Cultura do evento – de resto, irrelevante para o atual governo. Nesta segunda-feira (2/8), o ex-presidente Fernando Henrique prestou uma homenagem a seu antigo ministro em suas redes sociais. “Hoje minha homenagem e minhas considerações estão voltadas especialmente ao caro Weffort, que deixa um vazio imenso em todos os que lhes eram próximos. Saudades”, escreveu. Por meio de nota, o ex-presidente Lula também destacou a importância do antigo ministro, em seu caso para a estruturação do PT. “Francisco Weffort foi um cientista político que marcou a academia brasileira, um professor por vocação, e um intelectual público dedicado a pensar sobre a democracia e o Brasil, não só estudando e refletindo sobre nossa realidade, mas também atuando como cidadão pelas causas que acreditava para um país melhor”, escreveu o petista. Ex-ministros da Cultura também manifestaram pesar pela morte de Weffort. Sérgio Sá Leitão, que ocupou o posto no governo Temer, destacou que o cientista político “ajudou a consolidar o MinC, valorizou as instituições federais da área e potencializou a Lei Rouanet”. Marcelo Calero afirmou nas redes sociais que Weffort foi “um grande nome na construção de políticas públicas culturais”.

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    Reese Witherspoon vende sua produtora

    2 de agosto de 2021 /

    A atriz Reese Witherspoon negociou sua produtora Hello Sunshine com o grupo de investimento Blackstone por um valor não revelado. A companhia, avaliada em cerca de US$ 900 milhões pelo mercado, integrará um novo grupo de mídia, que terá Witherspoon entre suas sócias. Ainda sem nome, a nova empresa será liderada pelos ex-executivos da Walt Disney Co. Kevin Mayer e Tom Staggs, e pretende fazer novas aquisições. Apesar da venda, Witherspoon e sua sócia, Sarah Harden, continuarão a comandar a Hello Sunshine, que desde sua fundação em 2016 produziu as séries “Big Little Lies”, da HBO, “The Morning Show” e “Truth Be Told”, da Apple TV+ e “Pequenos Incêndios em Toda Parte”, da Amazon, além de ter vários projetos em desenvolvimento, inclusive seus primeiros filmes. A aquisição foi uma oportunidade comercial para aproveitar a guerra entre os serviços de streaming, que força as plataformas a gastar bilhões de dólares em conteúdo, ao mesmo tempo em que limita a oferta ao mercado de produções de empresas que têm seus próprios streamings. Sem estúdio próprio, a Amazon se viu impelida a comprar a MGM neste ano, enquanto Apple TV+ e Netflix continuam dependentes de produções externas. “A rápida procura por conteúdo de alta qualidade é um dos temas de investimento de maior convicção de nossa firma”, disse Joe Baratta, chefe global de private equity (aquisição de empresas promissoras) da Blackstone, em um comunicado. Witherspoon também se manifestou, comemorando a negociação nas redes sociais. “Que dia tremendo!”, ela escreveu em seu Instagram. “Eu comecei a Hello Sunshine para mudar a forma como todas as mulheres são vistas na mídia. Nos últimos anos, vimos nossa missão prosperar por meio de livros, TV, filmes e plataformas sociais. Hoje, estamos dando um grande passo a frente ao firmar parceria com a Blackstone, que nos permitirá contar histórias ainda mais divertidas, impactantes e esclarecedoras sobre a vida das mulheres em todo o mundo. Eu não poderia estar mais animado com o que isso significa para o nosso futuro. Estou empenhado em continuar a criar oportunidades para que cineastas, autores e criadores de todas as origens e experiências possam contar suas histórias de sua própria maneira e alcançar ainda mais público, que verão que suas histórias são importantes. Estou profundamente orgulhosa da equipe que nos trouxe a este momento incrível e estou muito feliz por estar trabalhando com Blackstone, Kevin Mayer e Tom Staggs para desenvolver uma empresa de mídia de próxima geração. Eles estão empenhados em ajudar nossa missão de empoderar as mulheres e as pessoas que as celebram. Uma história de cada vez”, a estrela completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon)

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    Comediante Kathy Griffin revela câncer no pulmão

    2 de agosto de 2021 /

    A comediante americana Kathy Griffin comunicou nesta segunda-feira (2/8) que foi diagnosticada com câncer pulmonar, embora nunca tenha fumado. Em publicações nas redes sociais, ela informou que passará por uma cirurgia para remover parte de um pulmão e que os médicos estão otimistas com o resultado. “Tenho câncer. Estou prestes a passar por uma cirurgia para a remoção de metade do meu pulmão esquerdo. Sim, tenho câncer pulmonar, embora nunca tenha fumado!”, escreveu. “Os médicos estão muito otimistas, já que é de estágio um e limitado ao pulmão esquerdo”, acrescentou. Vencedora de dois prêmios Emmy, a atriz de 60 anos, conhecida pela série “Suddenly Susan” (1996-2000), também superou uma internação por covid-19 e uma fase difícil em sua carreira profissional. Ela perdeu trabalhos e patrocínios depois de fazer piada com uma cabeça decapitada de um boneco do então presidente Donald Trump em 2017. O Serviço Secreto dos EUA chegou a iniciar uma investigação sobre o incidente, mas não nenhum processo foi aberto contra a artista – ao contrário do Brasil, onde processos tem sido corriqueiros contra críticos de Bolsonaro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kathy Griffin (@kathygriffin)

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    Ashley Judd volta a caminhar após quase perder a perna

    1 de agosto de 2021 /

    A estrela Ashley Judd está andando novamente depois de quase perder a perna em um acidente no Congo há cerca de seis meses. A estrela de “Risco Duplo” e da franquia “Divergente” fez uma caminhada pelo Parque Nacional da Suíça neste fim de semana, caminhando lentamente rumo a sua recuperação. “Queridos amigos, é com reverência e admiração silenciosa que ofereço esta atualização”, ela escreveu na legenda de um vídeo de sua caminhada postado no Instagram. “Hoje, cinco meses e três semanas após o acidente na floresta tropical congolesa, voltei a caminhar e de que maneira! Eu caminhei no Parque Nacional da Suíça. Ao fazer a trilha, me senti à vontade, em meu estado natural, em casa em meu espírito. Minha perna e meu pé funcionaram lindamente. Subi a colina em superfícies irregulares por uma hora com confiança e desci com cuidado e facilidade. Eu descansei em um prado na terra fecunda de Deus por horas”. A atriz sofreu o que descreveu como acidente “catastrófico” quando estava na floresta do Congo para participar de uma campanha em prol dos bonobos, espécie de macaco ameaçada de extinção. Numa manhã de fevereiro, ela decidiu dar uma volta ao redor do acampamento antes do nascer do sol, e não viu uma árvore caída no escuro, onde tropeçou, quebrando a perna. Em posts detalhados do Instagram, ela descreveu a natureza emocional e física “incrivelmente angustiante” de sua jornada para o hospital, que incluiu ficar deitada no chão da floresta por cinco horas e segurar a parte superior de sua tíbia quebrada por seis horas enquanto andava de moto. A jornada épica que precisou enfrentar desde a fratura até o tratamento, viajando em macas improvisadas pela selva, até começar sua viagem de moto, por terra batida, para chegar num centro urbano e de lá partir para uma cirurgia de emergência em outro país foi material de cinema. Mas ela descreveu de outra forma. “A diferença entre uma pessoa congolesa e eu é o plano de saúde e o seguro contra acidentes que me permitiu, 55 horas após meu acidente, chegar a uma mesa de operação na África do Sul”, disse Judd em seu primeiro post sobre o ocorrido, em sua cama de hospital. Após a atenção médica na África do Sul, Judd retornou aos EUA, em uma viagem de 22 horas com quatro voos, num trajeto que contou com uma ambulância aérea. Nos EUA, ainda teve que passar por uma cirurgia de oito horas para reparar os danos causados pelo acidente. E vinha desde então enfrentando uma maratona de fisioterapia para recuperar os movimentos perdidos. No novo post, ela relatou que os médicos não esperavam que pudesse mover o pé novamente tão cedo. “O vídeo do meu pé se movendo é inédito”, disse Judd. “Esperávamos que meu pé começasse a se mover em um ano – ou nunca. Em quatro meses, ele surpreendeu a todos nós. Agora, depois de chorar enquanto tentava soletrar o ABC com um pé paralisado… bem, vocês veem! Minha perna nunca mais será a mesma. Ela é uma nova perna. E eu a amo. Somos amigos. Percorremos um longo caminho e temos uma vida fabulosa pela frente.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Judd (@ashley_judd)

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    Plataforma Peacock revela planos de expansão internacional

    1 de agosto de 2021 /

    A plataforma de streaming Peacock, inédita no Brasil, começará seu lançamento internacional ainda neste ano. Em apresentação da NBCUniversal para o mercado, os executivos da companhia revelaram que ela passará a ser oferecida nos próximos meses com um acréscimo gratuito da plataforma da rede Sky na Europa, o que lhe dará prontamente uma base de 20 milhões de assinantes. O acordo é facilitado pelo fato de a rede de TV paga Sky e a plataforma Peacock pertencerem ao mesmo conglomerado, Comcast, que controla a NBCUniversal. Nos EUA, a Peacock atingiu 54 milhões de assinantes desde seu lançamento em abril de 2020. De acordo com dados divulgados pela empresa, sua produção original mais popular foi a minissérie dramática “Dr. Death”, mas a plataforma também viu aumentar seu tráfego com o lançamento híbrido da animação “O Poderoso Chefinho 2: De Volta aos Negócios”, simultaneamente aos cinemas, e com sua exclusividade na cobertura da Olimpíada de Tóquio. Sem muito alarde, os executivos da NBCUniversal também estão sondando parceiros na América Latina para tentar repetir a estratégia de lançamento casado com outra empresa neste mercado. No Brasil, a NBCUniversal é parceira do grupo Globo no segmento de TV paga. Mas, há duas semanas, começou a conversar com outros interessados, incluindo investidores da Faria Lima (o centro do dinheiro de São Paulo e, por consequência, do Brasil) sobre seus planos para a Peacock no país.

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    Saginaw Grant (1936-2021)

    31 de julho de 2021 /

    O ator nativo-americano Saginaw Grant, que interpretou o chefe da tribo de “O Cavaleiro Solitário”, morreu na quarta-feira (28/7) durante o sono, de causas naturais em uma instituição de saúde privada em Hollywood. Ele tinha 85 anos. Seu primeiro trabalho como ator foi num comercial de carros da Chrysler na década de 1980, que o levou a ser escalado em “A Festa da Guerra” (1988), drama de Franc Roddam sobre a encenação de uma batalha histórica entre índios e a cavalaria americana que termina em briga racial e mortes. Depois de aparecer na série “O Jovem Indiana Jones”, ele passou a integrar o elenco fixo de “Harts of the West”, estrelada por Beau Bridges e seu pai, Lloyd Bridges, entre 1993 e 1994. Curiosamente, ainda interpretou o mesmo Auggie de “Harts of the West” numa participação no desfecho de “Breaking Bad”, vendendo um carro para Walter White (Bryan Cranton) no antepenúltimo episódio da atração, “Ozymandias”, de 2013. O ator apareceu em episódios de “Nash Bridges”, “Baywatch”, “My Name Is Earl”, “Saving Grace”, “American Horror Story”, “Shameless”, “The League”, “Baskets” e “Veep”. Mas desde que interpretou um pajé no filme independente de 1996, “Small Time”, passou a se dedicar mais ao cinema. Ele chegou e contracenar duas vezes com Anthony Hopkins, em “Desafiando os Limites” (2005) e “Um Sonho Dentro de um Sonho” (2007). Atuou também com Pierce Brosnan em “O Guerreiro da Paz” (1999), Johnny Depp em “O Cavaleiro Solitário” (2013), Jean-Claude Van Damme em “Jogo Sujo” (2014) e Adam Sandler em “Os 6 Ridículos” (2015). Seu último filme foi “Valley of the Gods” (2019), do polonês Lech Majewski. Saginaw Morgan Grant também serviu no Corpo de Fuzileiros Navais durante a Guerra da Coréia e participava de grupos de nativos veteranos de guerra, lutando pelo reconhecimento dos feitos dos índios no serviço militar dos EUA. Além disso, era o chefe hereditário e curandeiro da tribo Sac & Fox, e viajou o mundo falando de suas tradições, suas experiências e sua fé.

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    Gerard Butler processa estúdios de “Invasão à Casa Branca”

    31 de julho de 2021 /

    O ator Gerard Butler está processando os estúdios Nu Image e a Millennium Films, alegando que subestimaram a receita do filme “Invasão à Casa Branca” (2013) em dezenas de milhões de dólares, diminuindo assim o que ele teria direito de receber. Além disso, também não lhe informaram que descontaram do faturamento o pagamento de US$ 8 milhões para seus próprios executivos. Na ação, que foi aberta na sexta-feira (31/7) em Los Angeles, Butler pede pelo menos US$ 10 milhões que lhe seriam devidos pelas produtoras. “Invasão à Casa Branca” arrecadou US$ 170 milhões em todo o mundo e ainda gerou duas sequências de sucesso, “Invasão à Londres” e “Invasão ao Serviço Secreto”, todas também estreladas pelo ator. Em documentos entregues ao Tribunal Superior de Los Angeles, a defesa de Butler alega que só a quantia levantada nos Estados Unidos teria sido reduzida em US$ 17,5 milhões no relatório dos estúdios. “Os produtores ganharam dezenas de milhões de dólares com a ‘Invasão à Casa Branca’, mas se recusam a pagar a Butler um centavo das receitas e lucros prometidos a ele no acordo das partes”, diz o processo A abertura do processo aconteceu um dia após Scarlett Johansson abrir uma ação contra a Disney, alegando quebra de contrato pelo lançamento de “Viúva Negra” nos cinemas e também no streaming.

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