Netflix atinge 214 milhões de assinantes no mundo
A Netflix superou suas previsões de crescimento no terceiro trimestre, adicionando 4,38 milhões de novos assinantes e alcançando cerca de 214 milhões em todo o mundo. A receita correspondente a esse número representa um total de US$ 7,48 bilhões de arrecadação anual com assinaturas, 16% a mais que no ano passado. “Após uma lista de conteúdo mais leve do que o normal no primeiro e segundo trimestres devido aos atrasos na produção por causa da pandemia em 2020, estamos vendo os efeitos positivos de lançamentos mais fortes no segundo semestre do ano”, escreveu a empresa em seu relatório trimestral aos acionistas. A maioria dos novos assinantes vem da Ásia, onde a plataforma registrou recordes de audiência graças ao fenômeno de “Round 6”, enquanto a minoria vem dos EUA, onde obteve apenas 70 mil novos assinantes no trimestre. O relatório ainda adiantou que a Netflix planeja uma grande mudança na forma como contabiliza sua audiência, passando a contabilizar as horas de visualização de conteúdo em vez da quantidade de assinantes que assistem aos conteúdos, numa métrica similar à feita pelos serviços que medem a exibição televisiva. “Achamos que o engajamento, medido pelas horas visualizadas, é um indicador ligeiramente melhor do que o número de assinantes”, diz o comunicado. “Também coincide com a forma como os serviços externos medem a exibição de TV e dão o devido crédito para quando alguém assiste novamente. Além disso, começaremos a divulgar a audiência dos títulos com mais regularidade, fora de nossos relatórios financeiros, para que nossos membros e a indústria possam medir melhor o sucesso no mundo do streaming”.
Jason Momoa passará por cirurgia no olho após acidente no set de “Aquaman 2”
O astro Jason Momoa revelou nesta terça (19/10) no talk show de Ellen DeGeneres que precisará se submeter a uma cirurgia no olho devido a um ferimento durante as filmagens de “Aquaman e o Reino Perdido” (Aquaman and the Lost Kingdom). Ele contou ter sofrido um corte no globo ocular, o que provocou o desenvolvimento de uma hérnia. “Estou ficando velho, é o que está acontecendo. Eu ferrei meu olho. Coloquei algo nele que meio que o cortou, daí tenho que fazer uma cirurgia”, explicou Momoa. “Estou com uma hérnia. Estou levando uma surra. Mas vai ser um ótimo filme, vocês vão adorar”, completou, minimizando a situação. Ele ainda tranquilizou os fãs ao afirmar que, apesar da necessidade de realizar uma cirurgia, consegue enxergar normalmente. De acordo com a explicação do ator, o acidente aconteceu porque ele sempre fica “um pouco animado” durante filmagens, o que se torna mais arriscado com “a coisa da idade”. “Aquaman e o Reino Perdido” teve sua primeira prévia revelada no sábado passado (16/10), durante o evento DC FanDome, com depoimentos do elenco e do diretor James Wan, que volta à direção após ter comandado o longa de 2018. O filme ainda traz de volta Amber Heard como Mera, Patrick Wilson como Mestre do Oceano, Yahya Abdul-Mateen II como Arraia Negra, Dolph Lundgren como o Rei Nereus, Temuera Morrison como Tom Curry, o pai de Aquaman, e Nicole Kidman como Atlanna, a mãe do herói. Sem esquecer do roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick, que, além de trabalhar no primeiro “Aquaman”, também foi parceiro de James Wan em “Invocação do Mal 2” (2016). Para completar, o elenco foi reforçado por Indya Moore (“Pose”) como Karshon, que nos quadrinhos é um tubarão mutante com poderes telepáticos, o galês Vincent Regan (“Poldark”) como Atlan, o antigo rei que afundou Atlântida, e a portuguesa Jani Zhao (“Peregrinação”) como Stingray, personagem inédita criada para o filme. O filme tem estreia marcada para dezembro de 2022.
Michael Caine corrige declaração: “Eu não me aposentei”
O anúncio da aposentadoria de Michael Caine foi exagerado. Após afirmar que estava se afastando da atuação por problemas de saúde e falta de convites para novos papéis, numa entrevista à BBC veiculada na sexta passada (15/10), os empresários do ator correram a produzir comunicados negando que esta fosse mesmo sua intenção. Tudo teria sido um mal-entendido e o próprio ator brincou com a situação, escrevendo no Twitter: “Eu não me aposentei e não são muitas pessoas que sabem disso”. O post é uma indireta para os diretores de casting, responsáveis por escalações de elencos em filmes. De acordo com representantes do ator, ele tem estudado projetos e ainda não deixará o cinema. Em comunicado, ele confirmou que pretende continuar atuando enquanto puder. “Com relação à aposentadoria, passei mais de 50 anos acordando às 6 da manhã para fazer filmes e não vou me livrar do meu despertador!”, afirmou. Na entrevista à BBC, ele disse que, ao chegar aos 88 anos, pretendia dedicar-se daqui para frente à carreira de escritor. “Escrevi alguns livros que venderam bem. Não sou mais ator, sou um escritor”, afirmou. “Honestamente, não houve propostas nos últimos anos e ninguém está fazendo filmes que eu queira participar. Aliás, tenho 88 anos, então, não há exatamente muitos roteiros nos quais o protagonista tem a minha idade”, acrescentou. O comentário teria sido sarcástico e uma crítica à falta de convites para atuar. Com uma vasta carreira, Michael Caine foi ícone mod dos anos 1960, durão nos anos 1970 e coadjuvante sensível nas décadas seguintes, vencendo o Oscar por “Hannah e Suas Irmãs” (1986) e por “Regras da Vida” (1999). Sua carreira teve outra reviravolta no século 21, quando conquistou o público geek no papel de Alfred Pennyworth na trilogia do Batman dirigida por Chistopher Nolan. Desde “Batman Begins” (2005), ele apareceu em todos os filmes de Nolan, inclusive no mais recente, “Tenet”, lançado no ano passado. Ele também encontrou sucesso recente na franquia “Truque de Mestre” e é esperado no terceiro filme, atualmente em pré-produção. I haven’t retired and not a lot of people know that — Michael Caine (@themichaelcaine) October 16, 2021
Betty Lynn (1926-2021)
A atriz Betty Lynn, que estrelou a série clássica “The Andy Griffith Show”, morreu no sábado (17/10) num retiro de idosos da Carolina do Norte, após uma curta doença, aos 95 anos. Matriculada no Conservatório de Música de Kansas City aos 5 anos pela mãe, que era cantora de ópera, Betty Lynn começou a cantar no rádio e em clubes noturnos ainda adolescente. Aos 18 anos, ela integrou o time de artistas contratado para animar as tropas americanas no exterior, durante a 2ª Guerra Mundial. Ao voltar de apresentações na Ásia, estreou na Broadway, onde chamou atenção de um caçador de talentos da Fox, assinando um contrato de três anos com o estúdio. Seu primeiro papel foi como coadjuvante em “Ama-Seca por Acaso”, emendado por participações em “Apartamento para Dois” e “Noiva da Primavera”, comédias lançadas com grande sucesso em 1948. Ela fez várias comédias da Fox até o fim do contrato em 1951, incluindo o clássico “Papai Batuta” (1950). Mas depois de completar seu acordo, preferiu voltar a Nova York para retomar a carreira teatral. Sem conseguir encaixe na temporada de espetáculos, ela buscou trabalhos em séries de TV ao vivo, que eram realizadas na cidade, o que acabou atrapalhando sua carreira no cinema. “Os estúdios odiavam a televisão”, observou ela numa entrevista antiga. “Quando me perguntaram o que eu estava fazendo, eu dizia: ‘Tenho feito televisão ao vivo, é absolutamente maravilhoso, é como fazer uma peça!’ E eles congelavam. Eu não entendia porque eles viam isso como dificuldade, mas acabei fazendo papel de idiota.” Os únicos papéis que lhe davam era de figurante, e ela precisou praticamente recomeçar a carreira, enquanto pagava as contas com cada vez mais participações televisivas, até ser escalada num papel recorrente na série “The Andy Griffith Show”. A atriz se juntou à sitcom perto do final da 1ª temporada em 1961 e apareceu em 26 episódios como Thelma Lou, a namorada certinha de Barney Fife, personagem marcante de Don Knotts. Quando o ator saiu de “The Andy Griffith Show” em 1965 para se concentrar em sua carreira no cinema, Lynn viu seu papel ser eliminado. Os produtores decidiram dar um final a sua trajetória após o hiato de um ano, num episódio em que Barney reapareceu na série buscando retomar o namoro com Thelma Lou, apenas para descobrir que ela tinha casado. Só que este desencontro não foi o final da história. Em 1986, a rede NBC produziu uma reunião especial com o elenco de “The Andy Griffith Show”. Intitulado “Return to Mayberry”, o telefilme usou como justificativa para o reencontro dos personagens clássicos justamente o casamento de Thelma Lou (agora divorciada) e Barney. No mesmo ano, Betty Lynn voltou a trabalhar com o astro original da série, o próprio Andy Griffith, interpretando sua secretária em um punhado de episódios da 1ª temporada de “Matlock”. Ela também apareceu em “Mod Squad”, “Os Pioneiros”, “Os Novos Centuriões” e “Barnaby Jones”, antes de desistir da carreira televisiva, mudando-se para o interior da Carolina do Norte após sua casa em Los Angeles ser assaltada duas vezes. Lynn se mudou para Mount Airy, terra natal de Andy Griffith, e era uma personalidade adorada na cidade, participando ativamente de homenagens no Andy Griffith Museum.
Veja a DC FanDome na íntegra
Perdeu a DC FanDome? As quase 4 horas de evento podem ser conferidos aqui mesmo. Com uma montagem mais ágil que o evento do ano passado, a convenção só pecou pela falta de sincronia das legendas, exibidas no modo de tradução simultânea e não preparadas com antecedência como no Tudum da Netflix. O evento teve muitos destaques, todos cobertos em notícias individuais no site. Entre os pontos altos, é possível citar o novo trailer de “Batman”, os primeiros teasers de “The Flash” e “Adão Negro”, bastidores de “Aquaman e Reino Perdido”, “Shazam: Fúria dos Deuses” e do próprio “Batman”, além de vários conteúdos de séries, do trailer de “Pacificador” aos anúncios de renovação de “Titãs” e “Patrulha do Destino”, sem esquecer de um especial de despedida de “Supergirl”. Para ver tudo no contexto original e ainda encontrar detalhes que escaparam da cobertura, como a confirmação de que Patty Jenkins vai continuar à frente da franquia “Mulher-Maravilha” no terceiro filme, o desenvolvimento de mais uma série animada de Batman ou o visual das novas botas do Flash na TV, basta dar play abaixo.
Heróis de Gotham enfrentam a Corte das Corujas em trailer de game
A Warner Bros. Games divulgou um vídeo legendado de bastidores e o primeiro trailer de “Gotham Knights – Corte das Corujas” (Gotham Knights – Court of Owls), em versões dublada em português e no idioma original. Revelado durante a DC FanDome, trata-se de um novo RPG interativo de ação e aventura desenvolvido pela WB Games Montréal, que anteriormente produziu “Batman: Arkham Origins”. Os personagens jogáveis são Asa Noturna, Batgirl, Robin e Capuz Vermelho, que se juntam para defender Gotham City após a morte de Batman. Mas após um confronto com o Pinguim, eles descobrem uma ameaça que nem Batman conseguiu derrotar: o misterioso Tribunal das Corujas, grupo de conspiradores que atuam em segredo e manipulam eventos por toda a cidade sem que ninguém saiba ou desconfie. O jogo permite missões solo ou cooperativas, e leva os jogadores/protagonistas em patrulha por cinco bairros distintos de Gotham, cada um com perigos diferentes, enquanto buscam pistas sobre quem integra o Tribunal das Corujas. O lançamento vai acontecer para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S em 2022.
Esquadrão Suicida tem que matar a Liga da Justiça em trailer de videogame
A Warner Bros. Games divulgou um novo trailer de “Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça” (Suicide Squad: Kill the Justice League) durante a DC FanDome, em versões dublada em português e no idioma original. Trata-se de um novo game de tiro com ação e aventura desenvolvido pela Rocksteady Studios, criadores do aclamado “Batman: Arkham”. A premissa de “Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça” contém uma inversão de expectativas, trazendo a estigmatizada Força Tarefa X como heróis contra versões malignas dos integrantes da Liga. Os personagens jogáveis do Esquadrão Suicida são Arlequina, Pistoleiro, Capitão Bumerangue e Tubarão-Rei, que devem assumir a missão impossível de matar os maiores super-heróis da DC para salvar o mundo. Controlados pelo governo com explosivos letais implantados em suas cabeças, todos os quatro vilões não têm escolha a não ser se unir e cumprir esta obrigação como parte da infame Força Tarefa X de Amanda Waller. A história é bastante original e criativa. E o trailer cinematográfico dá vontade de vê-la transformada num filme. O game estará disponível em 2022 para PC, PlayStation®5 e Xbox Series X.
DC FanDome traz novidades de filmes, séries, games e quadrinhos neste sábado
A DC e a Warner Bros. realizam neste sábado (16/10) a segunda edição do DC FanDome, evento virtual dedicado às atrações do universo de quadrinhos da DC Comics, incluindo filmes, séries e games com os personagens da editora. A primeira edição da DC FanDome foi um dos primeiros eventos online bem-sucedidos da pandemia, representando um grande salto de qualidade em relação à versão virtual da Comic-Con Internacional, de San Diego. Vista ao vivo por nada menos que 22 milhões de fãs de 220 países diferentes, a atração criou um padrão de apresentação com diferentes anfitriões e conteúdos variados, contendo entrevistas, painéis e games com elencos famosos, que acabou inspirando iniciativas similares, como, por exemplo, o recente Tudum da Netflix. A nova edição está expandindo seu alcance com várias parcerias. No Brasil, por exemplo, além de poder ser acompanhada pelo site oficial, também estará disponível nos canais do YouTube da Warner Bros, da WarnerPlay e até da Ingresso.com. Além disso, as apresentações serão abastecidas por ofertas do comércio eletrônico da Loja Oficial da DC Comics (lojadccomics.com.br). Embora a programação não tenha sido completamente anunciada, já se sabe que haverá a apresentação de um novo trailer de “Batman”, o comercial da série “Pacificador”, as primeiras cenas de “Adão Negro” e uma “misteriosa surpresa” de “The Flash”. A Warner tem muitos outros projetos da DC em desenvolvimento, incluindo várias séries e filmes da HBO Max, dos longas de Batgirl e Canário Negro às nova atrações de Constantine e derivados do filme de Batman, que devem ganhar maiores detalhes neste sábado. O evento virtual será transmitido ao vivo, legendado e de forma gratuita, reunindo grande parte dos elencos das produções citadas – e de muitas outras – em painéis exclusivos, a partir das 14h no horário de Brasília. Veja abaixo o comercial legendado do evento.
Michael Caine anuncia aposentadoria
O ator Michael Caine anunciou que não pretende mais atuar. Em entrevista à BBC, o lendário astro britânico, vencedor de duas estatuetas do Oscar, informou que seu último trabalho como ator será no drama “Best Sellers”, em que ele um autor aposentado que parte em uma turnê para divulgar seu livro — a produção tem estreia prevista para este ano. Aos chegar aos 88 anos, ele pretende viver daqui para frente como seu último personagem, dedicando-se à carreira de escritor. “Escrevi alguns livros que venderam bem. Não sou mais ator, sou um escritor”, afirmou. Ele já lançou três livros: “What’s it All About?” (1992), “The Elephant to Hollywood” (2010) e “Blowing the Doors Off” (2018). Caine revelou que a decisão é decorrência de “um problema na espinha” que afeta suas pernas, ao ponto de dificultar os movimentos, tornando “difícil andar”. Além do problema de saúde, ele citou a idade e o fato de ter recebido poucas propostas para retornar aos estúdios. “Honestamente, não houve propostas nos últimos anos e ninguém está fazendo filmes que eu queira participar. Aliás, tenho 88 anos, então, não há exatamente muitos roteiros nos quais o protagonista tem a minha idade”, declarou. Com uma vasta carreira, Michael Caine foi ícone mod dos anos 1960, durão nos anos 1970 e coadjuvante sensível nas décadas seguintes, vencendo o Oscar por “Hannah e Suas Irmãs” (1986) e por “Regras da Vida” (1999). Sua carreira teve outra reviravolta no século 21, quando conquistou o público geek no papel de Alfred Pennyworth na trilogia do Batman dirigida por Chistopher Nolan. Desde “Batman Begins” (2005), ele apareceu em todos os filmes do diretor, inclusive no mais recente, “Tenet”, lançado no ano passado. Apesar do anúncio de aposentadoria, o ator ainda é esperado no terceiro filme da franquia “Truque de Mestre”, outro sucesso recente de sua carreira.
Estrela de “Sons of Anarchy” é atropelada em Los Angeles
A atriz Katey Sagal, conhecida pela sitcom clássica “Um Amor de Família” (Married with Children) e pelas malvadezas do drama “Sons of Anarchy”, foi atropelada por um carro ao atravessar a rua nesta sexta (15/10). Segundo o site TMZ, ela está bem. O site indicou que motorista do carro parou para ajudar Katey, e ela foi transportada de ambulância para um hospital local, onde está sendo tratada de seus ferimentos. A expectativa é que a atriz de 67 anos receba alta ainda hoje. A polícia informou que o acidente aconteceu nesta manhã. Quando ela atravessava a rua na faixa de pedestres, um Tesla fez a curva e não a viu, acertando-a em cheio. A colisão, porém, não foi em alta velocidade. Nenhuma detenção foi feita e não havia drogas nem álcool envolvidas na colisão. Katey Sagal é casada desde 2004 com Kurt Sutter, o criador da série de motoqueiros “Sons of Anarchy” e seu spin-off, “Mayans MC”.
Mostra de São Paulo exibirá 157 filmes online
A Mostra de São Paulo anunciou os filmes que exibirá nas plataformas digitais em sua 45ª edição. A novidade foi implementada no ano passado, quando, por causa da pandemia, o evento foi totalmente online. Neste ano, porém, a Mostra terá programação híbrida, com a exibição de todos os filmes nos cinemas parceiros do festival e apenas uma parcela disponibilizada em plataformas digitais. De acordo com a lista anunciada, a parcela é grande. Dos 265 filmes de mais de 50 países que compõem a programação completa, 157 poderão ser vistos online – ou seja, quase 60% do total. A maior parte dos títulos online estará disponível na Mostra Play: 131 filmes ao todo. Eles poderão ser vistos por meio da aquisição de ingressos virtuais, que custam de R$ 12 para aquisição individual até R$ 150,00 em pacotes com 15 ingressos. Os serviços parceiros Sesc Digital e Itaú Cultural Play também terão uma programação da Mostra. Mas alguns dos filmes mais aguardados não terão sessões virtuais. Para ver “Titane”, terror de Julia Ducournau que venceu a Palma de Ouro, “A Conexão Francesa”, de Wes Anderson, e “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky, por exemplo, só indo ao cinema. Conheça, abaixo, a lista de filmes da Mostra Play. “18 KHZ” (18 Kiloherz) , de Farkhat Sharipov (Cazaquistão) “18½”, de Dan Mirvish (EUA) “66 Questões da Lua” (Moon, 66 Questions), de Jacqueline Lentzou (Grécia, França) “A Colheita do Trigo” (The Wheat), de Yu-Qiang Tang (China) “A Felicidade Das Coisas”, de Thais Fujinaga (Brasil) “A Garota e a Aranha” (The Girl and the Spider), de Ramon Zurcher e Silvan Zurcher (Suíça) “A Lei”, de Amadeo Canônico (Brasil) “A Noite do Fogo” (Noche De Fuego), de Tatiana Huezo (México, Alemanha, Brasil, Catar) “A Taça Partida” (La Taza Rota), de Esteban Cabezas (Chile) “A Terra de Frente”, de Thiago Cóstackz (Brasil) “Absence”, de Ali Mosaffa (República Tcheca, Eslováquia) “Ahed’s Knee” (Ha`berech), de Nadav Lapid (França, Alemanha, Israel) “Ailey”, de Jamila Wignot (EUA) “Alta Demanda – A Vida e a Obra de Dani Karavan” (High Maintenance – The Life and Work of Dani Karavan), de Barak Heymann (Israel, Polônia) “Amor Fati”, de Cláudia Varejão (Portugal, Suíça, França) “Anatomia”, de Ola Jankowska (Polônia, França) “Ao Oriente” (Al Oriente), de José María Avilés (Equador, Argentina) “Armugan” (Armugán), de Jo Sol (Espanha) “As Bruxas do Oriente” (The Witches of the Orient), de Julien Faraut (França) “As Faces do Mao”, de Dellani Lima, Lucas Barbi (Brasil) “Assim Como no Céu” (As In Heaven), de Tea Lindeburg (Dinamarca) “Assim Queimamos” (We Burn Like This), de Alana Waksman (EUA) “At the End of Evin”, de Mohammad Torab Beigi, Mehdi Torab Beigi (Irã) “Atlântida” (Atlantide), de Yuri Ancarani (Itália, França, EUA, Catar) “Atlas”, de Niccolò Castelli (Suíça, Bélgica, Itália) “Aurora”, de Paz Fabrega (Costa Rica, México) “Ayar”, de Floyd Russ (EUA) “Azor”, de Andreas Fontana (Suíça, Argentina, França) “Bantú Mama”, de Ivan Herrera (República Dominicana) “Bergman Island”, de Mia Hansen-Løve (França, Alemanha, Suécia) “Bi Aban” (Without Aban), de Mehrdad Koroushnia (Irã) “Branco Puro” (Pure White), de Necip Çaghan Özdemir (Turquia) “Brighton 4th”, de Levan Koguashvili (Geórgia, Rússia, Bulgária, Mônaco, EUA) “Camila Sairá Esta Noite” (Camila Saldrá Esta Noche), de Ines Barrionuevo (Argentina) “Capitães de Zaatari” (Captains of Zaatari), de Ali El Arabi (Egito) “Coisas Verdadeiras” (True Things), de Harry Wootliff (Reino Unido) “Curtas Jornadas Noite Adentro”, de Thiago B. Mendonça (Brasil) “Dançarino Cubano” (Cuban Dancer), de Roberto Salinas (Itália, Canadá, Chile) “Diários de Otsoga”, de Miguel Gomes, Maureen Fazendeiro (Portugal) “Distrito Terminal” (District Terminal), de Bardia Yadegari, Ehsan Mirhosseini (Irã, Alemanha) “Domando o Jardim” (Taming the Garden), de Salomé Jashi (Suíça, Alemanha, Geórgia) “Eles Transportam a Morte” (They Carry Death), de Helena Girón e Samuel M. Delgado (Espanha, França) “Entre Dois Crepúsculos” (Between Two Downs), de Selman Nacar (Turquia, França, Romênia, Espanha) “Espírito Sagrado” (The Sacred Spirit), de Chema García Ibarra (Espanha, França, Turquia) “Eu Era Um Homem Comum” (I Was A Simple Man), de Christopher Makoto Yogi (EUA) “Eu Quero Falar sobre Duras” (I Want To Talk About Duras), de Claire Simon (França) “Eu Vejo Você em Todos os Lugares” (Forest: I See You Everywhere), de Bence Fliegauf (Hungria) “Fantasmas de Bergman” (Bergman`s Ghosts), de Gabe Klinger “Fatores Humanos” (Human Factors), de Ronny Trocker (Alemanha, Itália, Dinamarca) “Filho das Monarcas” (Son of Monarchs), De Alexis Gambis (México, EUA) “Fim da Primavera” (End of Spring) , de Jaicheng Zxai Dohutia (Índia, Alemanha) “Fogo nas Montanhas” (Fire in the Mountains), de Ajitpal Singh (Índia) “Grand Cancan”, de Mikhail Kosyrev-Nesterov (Rússia) “Higiene Social” (Hygiène Sociale), de Denis Côté (Canadá) “Holgut”, de Liesbeth de Ceulaer (Bélgica) “I Comete – Um Verão Na Córsega” (I Comete – A Corsican Summer), de Pascal Tagnati (França) “Ilhas” (Islands), de Martin Edralin (Canadá) “Imaculada” (Imaculat), De Monica Stan, George Chiper-Lillemark (Romênia) “Intregalde” (Întregalde), de Radu Muntean (Romênia) “Irmandade” (Sisterhood), de Dina Duma (Macedõnia Do Norte, Kosovo, Montenegro) “Já que Ninguém me Tira pra Dançar”, de Ana Maria Magalhães / BRASIL “Jane por Charlotte” (Jane By Charlotte), de Charlotte Gainsbourg (França) “Laranjas Sangrentas” (Oranges Sanguines), de Jean-Christophe Meurisse (França) “Lidando com a Morte” (Dealing With Death), de Paul Sin Nam Rigter (Holanda) “Listen”, de Ana Rocha de Souza (Portugal, Reino Unido) “Lua Azul” (Blue Moon), de Alina Grigore (Romênia) “Luz Natural” (Natural Light), de Dénes Nagy (Hungria, Letônia, França, Alemanha) “Madalena”, de Madiano Marcheti (Brasil) “Madeira e Água” (Wood and Water), de Jonas Bak (Alemanha, França) “Mar Infinito”, de Carlos Amaral (Portugal) “Mares do Desterro”, de Sandra Alves (Brasil) “Mateína” – A Erva Perdida, de Joaquín Peñagaricano, Pablo Abdala (Uruguai, Brasil) “Minha Noite” (My Night), de Antoinette Boulat (França) “Molodi”, de Alexander Seliverstov (Rússia) “Momentum”, de Edwin Charmillot (Suíça) “Mundo Novo”, de Álvaro Campos (Brasil) “Murina”, de Antoneta Alamat Kusijanovic (Croácia, Brasil, EUA, Eslovênia) “Ninguém ao Norte” (No One in the North) , de Zebin Zhang (China) “No Limite do Destino” (Two on the Edge), de Yusuke Kitaguchi (Japão) “No Táxi do Jack”, de Susana Nobre (Portugal) “Nostromo”, de Fisnik Maxville (Suíça) “O Atlas dos Pássaros” (Bird Atlas), de Olmo Omerzu (República Tcheca) “O Cão que Não se Cala” (The Dog who Wouldn’t Be Quiet), de Ana Katz (Argentina) “O Cego que Não Queria Ver o Titanic” (The Blind Man who Did Not Want To See Titanic), de Teemu Nikki (Finlândia) “O Compromisso de Hasan” (Commitment Hasan), de Semih Kaplanoglu (Turquia) “O Garoto Mais Bonito do Mundo” (The Most Beautiful Boy in The World), de Kristina Lindström e Kristian Petri (Suécia) “O Gravador de Haruhara-san” (Haruhara-san`s Recorder), de Kyoshi Sugita (Japão) “O Leopardo das Neves” (The Velvet Queen), de Marie Amiguet (França) “O Mar à Frente” (The Sea Ahead), de Ely Dagher (França, Líbano, Bélgica) “O Outro Tom” (El Otro Tom), de Rodrigo Plá, Laura Santullo (México, EUA) “O Perfeito David” (El Perfecto David), de Felipe Gómez Aparicio (Argentina, Uruguai) “O Planeta” (El Planeta), de Amalia Ulman (Espanha) “O Ruído dos Motores” (The Noise of Engines), de Philippe Gregoire (Canadá) “O Uivo das Romãs” (When the Pomegranates Howl), de Granaz Moussavi (Austrália, Afeganistão) “Olga”, de Elie Grappe (Suíça, Ucrânia, França) “Os Anos 20” (Roaring 20’s), de Elisabeth Vogler (França) “Os Cães Não Dormiram Ontem à Noite” (The Dogs Didn’t Sleep Last Night), de Ramin Rasouli (Afeganistão, Irã) “Os Donos da Casa”, de Carla Dauden (Brasil) “Os Intranquilos” (The Restless), de Joachim Lafosse (Bélgica, Luxemburgo, França) “Os Inventados” (Los Inventados), de Leo Basilico, Nicolás Longinotti, Pablo Rodríguez Pandolfi (Argentina) “Os Últimos Sobreviventes” (The Last Ones), de Veiko Õunpuu (Finlândia, Estônia) “Pedregulhos” (Pebbles), de P.S. 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José de Abreu pretende trocar atuação por carreira política
O ator José de Abreu anunciou que vai abandonar a carreira na televisão para tentar virar deputado. A revelação aconteceu numa entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. “Vou abrir mão da minha carreira, do que eu mais amo fazer, que é representar, para ajudar o Lula a reconstruir o Brasil e o Freixo a reconstruir o Rio de Janeiro”, afirmou. A declaração rendeu apoios de colegas, como Paulo Betti, que declarou no Instagram: “Tem meu voto e campanha”. Apoiador do ex-juiz Sergio Moro em 2016, à época do julgamento de Lula em investigações da Lava-Jato, o ator Marcelo Serrado declarou “Meu voto” nas redes sociais. Apesar disso, ele não conta com o aval do ex-presidente Lula, que preferia ver o ator na TV. “Ele acha que hoje, como ator da Globo, eu calço 47 [em influência de importância]. Se for deputado, vou calçar 33, pois serei do baixo clero do Congresso”, declarou. Abreu já estava envolvido com política, apresentando campanhas do PT durante as eleições. Sua postura engajada também o fez colecionar desafetos e processos por postagens polêmicas, muitas vezes desaforadas, nas redes sociais. Ele será visto na próxima das 21h da Globo, “Um Lugar ao Sol”, em que interpretará um milionário de esquerda.
Ravil Isyanov (1962–2021)
O ator russo Ravil Isyanov, que integrava o elenco recorrente de séries como “The Americans” e “NCIS: Los Angeles”, morreu no dia 29 de setembro, aos 59 anos, após uma longa batalha contra o câncer. O falecimento foi comunicado apenas nesta quinta (14/10) por seu empresário. Ele serviu na Força Aérea soviética e estudou teatro em Moscou por quatro anos, e só conseguiu sair da Rússia ao ganhar uma bolsa do Departamento de Teatro da Universidade de Oxford, no Reino Unido, em 1990. Aproveitando o colapso da União Soviética, Isyanov decidiu buscar trabalho nos EUA, onde tentou se aproveitar do domínio dos idiomas inglês e russo para trabalhar em produções sobre a Guerra Fria. Seus primeiros créditos foram no thriller “Conspiração na Rússia” e na telebiografia “Stalin”, ambos lançados em 1992. A princípio, os papéis eram pequenas figurações em várias séries e filmes. Ele chegou até a pilotar um Mig, avião de caça russo, numa produção de James Bond, “007 Contra GoldenEye” (1995), além de ter participado de muitos thrillers de ação, espionagem e guerra, como “Hackers” (1995), “O Chacal” (1997), “O Santo” (1997), “Na Teia da Aranha” (2001), “K-19: The Widowmaker” (2002), “Sr. & Sra. Smith” (2005), “O Segredo de Berlim” (2006), “Um Ato de Liberdade” (2008) e até do blockbuster “Transformers: O Lado Oculto da Lua” (2011). Isyanov conseguiu se destacar mais ao começar a atuar em séries. De vilão da semana em “Buffy – A Caça-Vampiros” e “JAG: Ases Invencíveis” passou a vilanizar em dois episódios distintos de “Alias: Codinome Perigo”. Também apareceu em dois episódios de “Agents of SHIELD”, três de “24 Horas”, cinco de “The Last Ship” e seis de “The Americans”, culminando com sete participações em “NCIS: Los Angeles”, onde fez sua última aparição em abril passado, no papel do mafioso russo Anatoli Kirkin. Antes de falecer, Isyanov concluiu seu trabalho no filme “Blonde”, uma versão ficcional da vida de Marylin Monroe, onde interpretou o grande diretor Billy Wilder (de “Quanto Mais Quente Melhor”). Estrelada por Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), a produção ainda não tem previsão de estreia.












