Veja a DC FanDome na íntegra
Perdeu a DC FanDome? As quase 4 horas de evento podem ser conferidos aqui mesmo. Com uma montagem mais ágil que o evento do ano passado, a convenção só pecou pela falta de sincronia das legendas, exibidas no modo de tradução simultânea e não preparadas com antecedência como no Tudum da Netflix. O evento teve muitos destaques, todos cobertos em notícias individuais no site. Entre os pontos altos, é possível citar o novo trailer de “Batman”, os primeiros teasers de “The Flash” e “Adão Negro”, bastidores de “Aquaman e Reino Perdido”, “Shazam: Fúria dos Deuses” e do próprio “Batman”, além de vários conteúdos de séries, do trailer de “Pacificador” aos anúncios de renovação de “Titãs” e “Patrulha do Destino”, sem esquecer de um especial de despedida de “Supergirl”. Para ver tudo no contexto original e ainda encontrar detalhes que escaparam da cobertura, como a confirmação de que Patty Jenkins vai continuar à frente da franquia “Mulher-Maravilha” no terceiro filme, o desenvolvimento de mais uma série animada de Batman ou o visual das novas botas do Flash na TV, basta dar play abaixo.
Heróis de Gotham enfrentam a Corte das Corujas em trailer de game
A Warner Bros. Games divulgou um vídeo legendado de bastidores e o primeiro trailer de “Gotham Knights – Corte das Corujas” (Gotham Knights – Court of Owls), em versões dublada em português e no idioma original. Revelado durante a DC FanDome, trata-se de um novo RPG interativo de ação e aventura desenvolvido pela WB Games Montréal, que anteriormente produziu “Batman: Arkham Origins”. Os personagens jogáveis são Asa Noturna, Batgirl, Robin e Capuz Vermelho, que se juntam para defender Gotham City após a morte de Batman. Mas após um confronto com o Pinguim, eles descobrem uma ameaça que nem Batman conseguiu derrotar: o misterioso Tribunal das Corujas, grupo de conspiradores que atuam em segredo e manipulam eventos por toda a cidade sem que ninguém saiba ou desconfie. O jogo permite missões solo ou cooperativas, e leva os jogadores/protagonistas em patrulha por cinco bairros distintos de Gotham, cada um com perigos diferentes, enquanto buscam pistas sobre quem integra o Tribunal das Corujas. O lançamento vai acontecer para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S em 2022.
Esquadrão Suicida tem que matar a Liga da Justiça em trailer de videogame
A Warner Bros. Games divulgou um novo trailer de “Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça” (Suicide Squad: Kill the Justice League) durante a DC FanDome, em versões dublada em português e no idioma original. Trata-se de um novo game de tiro com ação e aventura desenvolvido pela Rocksteady Studios, criadores do aclamado “Batman: Arkham”. A premissa de “Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça” contém uma inversão de expectativas, trazendo a estigmatizada Força Tarefa X como heróis contra versões malignas dos integrantes da Liga. Os personagens jogáveis do Esquadrão Suicida são Arlequina, Pistoleiro, Capitão Bumerangue e Tubarão-Rei, que devem assumir a missão impossível de matar os maiores super-heróis da DC para salvar o mundo. Controlados pelo governo com explosivos letais implantados em suas cabeças, todos os quatro vilões não têm escolha a não ser se unir e cumprir esta obrigação como parte da infame Força Tarefa X de Amanda Waller. A história é bastante original e criativa. E o trailer cinematográfico dá vontade de vê-la transformada num filme. O game estará disponível em 2022 para PC, PlayStation®5 e Xbox Series X.
DC FanDome traz novidades de filmes, séries, games e quadrinhos neste sábado
A DC e a Warner Bros. realizam neste sábado (16/10) a segunda edição do DC FanDome, evento virtual dedicado às atrações do universo de quadrinhos da DC Comics, incluindo filmes, séries e games com os personagens da editora. A primeira edição da DC FanDome foi um dos primeiros eventos online bem-sucedidos da pandemia, representando um grande salto de qualidade em relação à versão virtual da Comic-Con Internacional, de San Diego. Vista ao vivo por nada menos que 22 milhões de fãs de 220 países diferentes, a atração criou um padrão de apresentação com diferentes anfitriões e conteúdos variados, contendo entrevistas, painéis e games com elencos famosos, que acabou inspirando iniciativas similares, como, por exemplo, o recente Tudum da Netflix. A nova edição está expandindo seu alcance com várias parcerias. No Brasil, por exemplo, além de poder ser acompanhada pelo site oficial, também estará disponível nos canais do YouTube da Warner Bros, da WarnerPlay e até da Ingresso.com. Além disso, as apresentações serão abastecidas por ofertas do comércio eletrônico da Loja Oficial da DC Comics (lojadccomics.com.br). Embora a programação não tenha sido completamente anunciada, já se sabe que haverá a apresentação de um novo trailer de “Batman”, o comercial da série “Pacificador”, as primeiras cenas de “Adão Negro” e uma “misteriosa surpresa” de “The Flash”. A Warner tem muitos outros projetos da DC em desenvolvimento, incluindo várias séries e filmes da HBO Max, dos longas de Batgirl e Canário Negro às nova atrações de Constantine e derivados do filme de Batman, que devem ganhar maiores detalhes neste sábado. O evento virtual será transmitido ao vivo, legendado e de forma gratuita, reunindo grande parte dos elencos das produções citadas – e de muitas outras – em painéis exclusivos, a partir das 14h no horário de Brasília. Veja abaixo o comercial legendado do evento.
Michael Caine anuncia aposentadoria
O ator Michael Caine anunciou que não pretende mais atuar. Em entrevista à BBC, o lendário astro britânico, vencedor de duas estatuetas do Oscar, informou que seu último trabalho como ator será no drama “Best Sellers”, em que ele um autor aposentado que parte em uma turnê para divulgar seu livro — a produção tem estreia prevista para este ano. Aos chegar aos 88 anos, ele pretende viver daqui para frente como seu último personagem, dedicando-se à carreira de escritor. “Escrevi alguns livros que venderam bem. Não sou mais ator, sou um escritor”, afirmou. Ele já lançou três livros: “What’s it All About?” (1992), “The Elephant to Hollywood” (2010) e “Blowing the Doors Off” (2018). Caine revelou que a decisão é decorrência de “um problema na espinha” que afeta suas pernas, ao ponto de dificultar os movimentos, tornando “difícil andar”. Além do problema de saúde, ele citou a idade e o fato de ter recebido poucas propostas para retornar aos estúdios. “Honestamente, não houve propostas nos últimos anos e ninguém está fazendo filmes que eu queira participar. Aliás, tenho 88 anos, então, não há exatamente muitos roteiros nos quais o protagonista tem a minha idade”, declarou. Com uma vasta carreira, Michael Caine foi ícone mod dos anos 1960, durão nos anos 1970 e coadjuvante sensível nas décadas seguintes, vencendo o Oscar por “Hannah e Suas Irmãs” (1986) e por “Regras da Vida” (1999). Sua carreira teve outra reviravolta no século 21, quando conquistou o público geek no papel de Alfred Pennyworth na trilogia do Batman dirigida por Chistopher Nolan. Desde “Batman Begins” (2005), ele apareceu em todos os filmes do diretor, inclusive no mais recente, “Tenet”, lançado no ano passado. Apesar do anúncio de aposentadoria, o ator ainda é esperado no terceiro filme da franquia “Truque de Mestre”, outro sucesso recente de sua carreira.
Estrela de “Sons of Anarchy” é atropelada em Los Angeles
A atriz Katey Sagal, conhecida pela sitcom clássica “Um Amor de Família” (Married with Children) e pelas malvadezas do drama “Sons of Anarchy”, foi atropelada por um carro ao atravessar a rua nesta sexta (15/10). Segundo o site TMZ, ela está bem. O site indicou que motorista do carro parou para ajudar Katey, e ela foi transportada de ambulância para um hospital local, onde está sendo tratada de seus ferimentos. A expectativa é que a atriz de 67 anos receba alta ainda hoje. A polícia informou que o acidente aconteceu nesta manhã. Quando ela atravessava a rua na faixa de pedestres, um Tesla fez a curva e não a viu, acertando-a em cheio. A colisão, porém, não foi em alta velocidade. Nenhuma detenção foi feita e não havia drogas nem álcool envolvidas na colisão. Katey Sagal é casada desde 2004 com Kurt Sutter, o criador da série de motoqueiros “Sons of Anarchy” e seu spin-off, “Mayans MC”.
Mostra de São Paulo exibirá 157 filmes online
A Mostra de São Paulo anunciou os filmes que exibirá nas plataformas digitais em sua 45ª edição. A novidade foi implementada no ano passado, quando, por causa da pandemia, o evento foi totalmente online. Neste ano, porém, a Mostra terá programação híbrida, com a exibição de todos os filmes nos cinemas parceiros do festival e apenas uma parcela disponibilizada em plataformas digitais. De acordo com a lista anunciada, a parcela é grande. Dos 265 filmes de mais de 50 países que compõem a programação completa, 157 poderão ser vistos online – ou seja, quase 60% do total. A maior parte dos títulos online estará disponível na Mostra Play: 131 filmes ao todo. Eles poderão ser vistos por meio da aquisição de ingressos virtuais, que custam de R$ 12 para aquisição individual até R$ 150,00 em pacotes com 15 ingressos. Os serviços parceiros Sesc Digital e Itaú Cultural Play também terão uma programação da Mostra. Mas alguns dos filmes mais aguardados não terão sessões virtuais. Para ver “Titane”, terror de Julia Ducournau que venceu a Palma de Ouro, “A Conexão Francesa”, de Wes Anderson, e “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky, por exemplo, só indo ao cinema. Conheça, abaixo, a lista de filmes da Mostra Play. “18 KHZ” (18 Kiloherz) , de Farkhat Sharipov (Cazaquistão) “18½”, de Dan Mirvish (EUA) “66 Questões da Lua” (Moon, 66 Questions), de Jacqueline Lentzou (Grécia, França) “A Colheita do Trigo” (The Wheat), de Yu-Qiang Tang (China) “A Felicidade Das Coisas”, de Thais Fujinaga (Brasil) “A Garota e a Aranha” (The Girl and the Spider), de Ramon Zurcher e Silvan Zurcher (Suíça) “A Lei”, de Amadeo Canônico (Brasil) “A Noite do Fogo” (Noche De Fuego), de Tatiana Huezo (México, Alemanha, Brasil, Catar) “A Taça Partida” (La Taza Rota), de Esteban Cabezas (Chile) “A Terra de Frente”, de Thiago Cóstackz (Brasil) “Absence”, de Ali Mosaffa (República Tcheca, Eslováquia) “Ahed’s Knee” (Ha`berech), de Nadav Lapid (França, Alemanha, Israel) “Ailey”, de Jamila Wignot (EUA) “Alta Demanda – A Vida e a Obra de Dani Karavan” (High Maintenance – The Life and Work of Dani Karavan), de Barak Heymann (Israel, Polônia) “Amor Fati”, de Cláudia Varejão (Portugal, Suíça, França) “Anatomia”, de Ola Jankowska (Polônia, França) “Ao Oriente” (Al Oriente), de José María Avilés (Equador, Argentina) “Armugan” (Armugán), de Jo Sol (Espanha) “As Bruxas do Oriente” (The Witches of the Orient), de Julien Faraut (França) “As Faces do Mao”, de Dellani Lima, Lucas Barbi (Brasil) “Assim Como no Céu” (As In Heaven), de Tea Lindeburg (Dinamarca) “Assim Queimamos” (We Burn Like This), de Alana Waksman (EUA) “At the End of Evin”, de Mohammad Torab Beigi, Mehdi Torab Beigi (Irã) “Atlântida” (Atlantide), de Yuri Ancarani (Itália, França, EUA, Catar) “Atlas”, de Niccolò Castelli (Suíça, Bélgica, Itália) “Aurora”, de Paz Fabrega (Costa Rica, México) “Ayar”, de Floyd Russ (EUA) “Azor”, de Andreas Fontana (Suíça, Argentina, França) “Bantú Mama”, de Ivan Herrera (República Dominicana) “Bergman Island”, de Mia Hansen-Løve (França, Alemanha, Suécia) “Bi Aban” (Without Aban), de Mehrdad Koroushnia (Irã) “Branco Puro” (Pure White), de Necip Çaghan Özdemir (Turquia) “Brighton 4th”, de Levan Koguashvili (Geórgia, Rússia, Bulgária, Mônaco, EUA) “Camila Sairá Esta Noite” (Camila Saldrá Esta Noche), de Ines Barrionuevo (Argentina) “Capitães de Zaatari” (Captains of Zaatari), de Ali El Arabi (Egito) “Coisas Verdadeiras” (True Things), de Harry Wootliff (Reino Unido) “Curtas Jornadas Noite Adentro”, de Thiago B. Mendonça (Brasil) “Dançarino Cubano” (Cuban Dancer), de Roberto Salinas (Itália, Canadá, Chile) “Diários de Otsoga”, de Miguel Gomes, Maureen Fazendeiro (Portugal) “Distrito Terminal” (District Terminal), de Bardia Yadegari, Ehsan Mirhosseini (Irã, Alemanha) “Domando o Jardim” (Taming the Garden), de Salomé Jashi (Suíça, Alemanha, Geórgia) “Eles Transportam a Morte” (They Carry Death), de Helena Girón e Samuel M. Delgado (Espanha, França) “Entre Dois Crepúsculos” (Between Two Downs), de Selman Nacar (Turquia, França, Romênia, Espanha) “Espírito Sagrado” (The Sacred Spirit), de Chema García Ibarra (Espanha, França, Turquia) “Eu Era Um Homem Comum” (I Was A Simple Man), de Christopher Makoto Yogi (EUA) “Eu Quero Falar sobre Duras” (I Want To Talk About Duras), de Claire Simon (França) “Eu Vejo Você em Todos os Lugares” (Forest: I See You Everywhere), de Bence Fliegauf (Hungria) “Fantasmas de Bergman” (Bergman`s Ghosts), de Gabe Klinger “Fatores Humanos” (Human Factors), de Ronny Trocker (Alemanha, Itália, Dinamarca) “Filho das Monarcas” (Son of Monarchs), De Alexis Gambis (México, EUA) “Fim da Primavera” (End of Spring) , de Jaicheng Zxai Dohutia (Índia, Alemanha) “Fogo nas Montanhas” (Fire in the Mountains), de Ajitpal Singh (Índia) “Grand Cancan”, de Mikhail Kosyrev-Nesterov (Rússia) “Higiene Social” (Hygiène Sociale), de Denis Côté (Canadá) “Holgut”, de Liesbeth de Ceulaer (Bélgica) “I Comete – Um Verão Na Córsega” (I Comete – A Corsican Summer), de Pascal Tagnati (França) “Ilhas” (Islands), de Martin Edralin (Canadá) “Imaculada” (Imaculat), De Monica Stan, George Chiper-Lillemark (Romênia) “Intregalde” (Întregalde), de Radu Muntean (Romênia) “Irmandade” (Sisterhood), de Dina Duma (Macedõnia Do Norte, Kosovo, Montenegro) “Já que Ninguém me Tira pra Dançar”, de Ana Maria Magalhães / BRASIL “Jane por Charlotte” (Jane By Charlotte), de Charlotte Gainsbourg (França) “Laranjas Sangrentas” (Oranges Sanguines), de Jean-Christophe Meurisse (França) “Lidando com a Morte” (Dealing With Death), de Paul Sin Nam Rigter (Holanda) “Listen”, de Ana Rocha de Souza (Portugal, Reino Unido) “Lua Azul” (Blue Moon), de Alina Grigore (Romênia) “Luz Natural” (Natural Light), de Dénes Nagy (Hungria, Letônia, França, Alemanha) “Madalena”, de Madiano Marcheti (Brasil) “Madeira e Água” (Wood and Water), de Jonas Bak (Alemanha, França) “Mar Infinito”, de Carlos Amaral (Portugal) “Mares do Desterro”, de Sandra Alves (Brasil) “Mateína” – A Erva Perdida, de Joaquín Peñagaricano, Pablo Abdala (Uruguai, Brasil) “Minha Noite” (My Night), de Antoinette Boulat (França) “Molodi”, de Alexander Seliverstov (Rússia) “Momentum”, de Edwin Charmillot (Suíça) “Mundo Novo”, de Álvaro Campos (Brasil) “Murina”, de Antoneta Alamat Kusijanovic (Croácia, Brasil, EUA, Eslovênia) “Ninguém ao Norte” (No One in the North) , de Zebin Zhang (China) “No Limite do Destino” (Two on the Edge), de Yusuke Kitaguchi (Japão) “No Táxi do Jack”, de Susana Nobre (Portugal) “Nostromo”, de Fisnik Maxville (Suíça) “O Atlas dos Pássaros” (Bird Atlas), de Olmo Omerzu (República Tcheca) “O Cão que Não se Cala” (The Dog who Wouldn’t Be Quiet), de Ana Katz (Argentina) “O Cego que Não Queria Ver o Titanic” (The Blind Man who Did Not Want To See Titanic), de Teemu Nikki (Finlândia) “O Compromisso de Hasan” (Commitment Hasan), de Semih Kaplanoglu (Turquia) “O Garoto Mais Bonito do Mundo” (The Most Beautiful Boy in The World), de Kristina Lindström e Kristian Petri (Suécia) “O Gravador de Haruhara-san” (Haruhara-san`s Recorder), de Kyoshi Sugita (Japão) “O Leopardo das Neves” (The Velvet Queen), de Marie Amiguet (França) “O Mar à Frente” (The Sea Ahead), de Ely Dagher (França, Líbano, Bélgica) “O Outro Tom” (El Otro Tom), de Rodrigo Plá, Laura Santullo (México, EUA) “O Perfeito David” (El Perfecto David), de Felipe Gómez Aparicio (Argentina, Uruguai) “O Planeta” (El Planeta), de Amalia Ulman (Espanha) “O Ruído dos Motores” (The Noise of Engines), de Philippe Gregoire (Canadá) “O Uivo das Romãs” (When the Pomegranates Howl), de Granaz Moussavi (Austrália, Afeganistão) “Olga”, de Elie Grappe (Suíça, Ucrânia, França) “Os Anos 20” (Roaring 20’s), de Elisabeth Vogler (França) “Os Cães Não Dormiram Ontem à Noite” (The Dogs Didn’t Sleep Last Night), de Ramin Rasouli (Afeganistão, Irã) “Os Donos da Casa”, de Carla Dauden (Brasil) “Os Intranquilos” (The Restless), de Joachim Lafosse (Bélgica, Luxemburgo, França) “Os Inventados” (Los Inventados), de Leo Basilico, Nicolás Longinotti, Pablo Rodríguez Pandolfi (Argentina) “Os Últimos Sobreviventes” (The Last Ones), de Veiko Õunpuu (Finlândia, Estônia) “Pedregulhos” (Pebbles), de P.S. Vinothraj (Índia) “Pegando a Estrada” (Hit the Road) , de Panah Panahi (Irã) “Pequena Palestina, Diário de um Cerco (Little Palestine, Diary of a Siege), de Abdallah Al-Khatib (Líbano, França, Catar) “Poropopó”, de Luís Igreja (Brasil) “Primeiro Encontro” (First Date), de Manuel Crosby, Darren Knapp (EUA) “Procurando por Venera” (Looking for Venera), de Norika Sefa “Quando uma Fazenda se Incendeia” (When a Farm Goes Aflame), de Jide Tom Akinleminu (Alemanha) “Quem Fomos” (Who We Were), de Marc Bauder (Alemanha) “Radiografia de uma Família” ( Radiograph Of A Family), de Firouzeh Khosrovani (Noruega, Irã, Suíça) “Regina”, de Alessandro Grande (Itália) “Regresso a Reims” (Fragmentos) (Retour à Reims (Fragments) ) , de Jean-Gabriel Périot (França) “Sanguessugas” – Uma Comédia Marxista sobre Vampiros (Bloodsuckers – A Marxist Vampire Comedy), de Julian Radlmaier (Alemanha) “Second Thoughts”, de Zora Rux (Alemanha) “Sexplicação” (A Sexplanation), de Alex Liu (EUA) “Simon Chama”, de Marta Sousa Ribeiro (Portugal) “Souad”, de Ayten Amin (Egito, Tunísia, Alemanha) “Sr. Bachmann e Seus Alunos” (Mr Bachmann And His Class) , de Maria Speth (Alemanha) “Superior”, de Erin Vassilopoulos (EUA) “Tempo Ruy”, de Adilson Mendes (Brasil) “Transversais” (Transversals), de Émerson Maranhão (Brasil) “Três Irmão”s (Brotherhood), de Francesco Montagner (República Tcheca, Itália) “Truman & Tennessee: Uma Conversa Pessoal” (Truman & Tennessee: An Intimate Conversation), de Lisa Immordino Vreeland (EUA) “Um Forte Clarão” (Destello Bravío), de Ainhoa Rodríguez / ESPANHA “Urubus” (Vultures), de Claudio Borrelli (Brasil) “Vera Sonha com o Mar” (Vera Dreams of the Sea), de Kaltrina Krasniqi (Kosovo, Macedônia do Norte, Albânia) “Visões do Império” (Visions of Empire), de Joana Pontes (Portugal) “Yuni”, de Kamila Andini (Indonésia, Singapura, França, Austrália) “Zahorí”, de Marí Alessandrini (Suíça, Argentina, Chile, França) “Zere”, de Dauren Kamshibayev (Cazaquistão) “Ziraldo – Uma Obra que Pede Socorro”, de Guga Dannemann (Brasil)
José de Abreu pretende trocar atuação por carreira política
O ator José de Abreu anunciou que vai abandonar a carreira na televisão para tentar virar deputado. A revelação aconteceu numa entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. “Vou abrir mão da minha carreira, do que eu mais amo fazer, que é representar, para ajudar o Lula a reconstruir o Brasil e o Freixo a reconstruir o Rio de Janeiro”, afirmou. A declaração rendeu apoios de colegas, como Paulo Betti, que declarou no Instagram: “Tem meu voto e campanha”. Apoiador do ex-juiz Sergio Moro em 2016, à época do julgamento de Lula em investigações da Lava-Jato, o ator Marcelo Serrado declarou “Meu voto” nas redes sociais. Apesar disso, ele não conta com o aval do ex-presidente Lula, que preferia ver o ator na TV. “Ele acha que hoje, como ator da Globo, eu calço 47 [em influência de importância]. Se for deputado, vou calçar 33, pois serei do baixo clero do Congresso”, declarou. Abreu já estava envolvido com política, apresentando campanhas do PT durante as eleições. Sua postura engajada também o fez colecionar desafetos e processos por postagens polêmicas, muitas vezes desaforadas, nas redes sociais. Ele será visto na próxima das 21h da Globo, “Um Lugar ao Sol”, em que interpretará um milionário de esquerda.
Ravil Isyanov (1962–2021)
O ator russo Ravil Isyanov, que integrava o elenco recorrente de séries como “The Americans” e “NCIS: Los Angeles”, morreu no dia 29 de setembro, aos 59 anos, após uma longa batalha contra o câncer. O falecimento foi comunicado apenas nesta quinta (14/10) por seu empresário. Ele serviu na Força Aérea soviética e estudou teatro em Moscou por quatro anos, e só conseguiu sair da Rússia ao ganhar uma bolsa do Departamento de Teatro da Universidade de Oxford, no Reino Unido, em 1990. Aproveitando o colapso da União Soviética, Isyanov decidiu buscar trabalho nos EUA, onde tentou se aproveitar do domínio dos idiomas inglês e russo para trabalhar em produções sobre a Guerra Fria. Seus primeiros créditos foram no thriller “Conspiração na Rússia” e na telebiografia “Stalin”, ambos lançados em 1992. A princípio, os papéis eram pequenas figurações em várias séries e filmes. Ele chegou até a pilotar um Mig, avião de caça russo, numa produção de James Bond, “007 Contra GoldenEye” (1995), além de ter participado de muitos thrillers de ação, espionagem e guerra, como “Hackers” (1995), “O Chacal” (1997), “O Santo” (1997), “Na Teia da Aranha” (2001), “K-19: The Widowmaker” (2002), “Sr. & Sra. Smith” (2005), “O Segredo de Berlim” (2006), “Um Ato de Liberdade” (2008) e até do blockbuster “Transformers: O Lado Oculto da Lua” (2011). Isyanov conseguiu se destacar mais ao começar a atuar em séries. De vilão da semana em “Buffy – A Caça-Vampiros” e “JAG: Ases Invencíveis” passou a vilanizar em dois episódios distintos de “Alias: Codinome Perigo”. Também apareceu em dois episódios de “Agents of SHIELD”, três de “24 Horas”, cinco de “The Last Ship” e seis de “The Americans”, culminando com sete participações em “NCIS: Los Angeles”, onde fez sua última aparição em abril passado, no papel do mafioso russo Anatoli Kirkin. Antes de falecer, Isyanov concluiu seu trabalho no filme “Blonde”, uma versão ficcional da vida de Marylin Monroe, onde interpretou o grande diretor Billy Wilder (de “Quanto Mais Quente Melhor”). Estrelada por Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), a produção ainda não tem previsão de estreia.
Netflix lança concurso para descobrir “novos talentos” africanos
A Netflix se juntou à UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) para lançar um concurso de curtas-metragens que busca descobrir “novos talentos” entre jovens diretores da África subsaariana. O projeto é para jovens, mas não para amadores. Os participantes do concurso devem ter entre 18 e 35 anos, viver e serem originários de um país da África subsaariana e ter pelo menos dois anos de experiência profissional na indústria audiovisual. Isto porque eles receberão um orçamento de US$ 75 mil para criar, filmar e produzir seus curtas-metragens. “A ideia da iniciativa é encontrar grandes talentos, grandes histórias populares que são parte importante da nossa história e herança na África”, explicou o diretor de conteúdo original e aquisições da Netflix na África, o nigeriano Ben Amadasun. Com inscrições abertas até 14 de novembro, o concurso premiará seis vencedores com US$ 25 mil e treinamento com profissionais da indústria, e os melhores serão disponibilizados pela Netflix em 2022. A plataforma já emplacou um sucesso do continente, a série sul-africana “Sangue e Água”, mas seu filme mais bem cotado, o senegalês “Atlantique”, não foi concebido para o streaming, e sim adquirido após vencer o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes em 2019.
Conversa Piada: Humoristas do Casseta & Planeta voltam à TV em programa da Cultura
A TV Cultura estreia no sábado (16/10) o novo programa “Conversa Piada”, que volta a juntar na televisão boa parte do elenco do Casseta & Planeta. O programa tem produção e apresentação do quarteto Beto Silva, Claudio Manoel, Helio de La Peña e Hubert Aranha e pretende ser uma resenha com uma visão humorística dos fatos que foram notícias na semana. “Será uma conversa com humor sobre tudo o que está acontecendo no Brasil e no mundo”, enfatizou Beto, no anúncio da atração. “Éramos globais e agora somos culturais”, acrescentou Hubert, brincando com a troca da Globo, que exibia “Casseta & Planeta”, pela Cultura. Além do bate-papo entre os humoristas, o programa também terá quadros com pesquisas insólitas, memes, paródias e “entrevistas” com respostas enviadas por vídeo, entre outros. Segundo o diretor de Programação da TV Cultura, Enéas Carlos Pereira, o programa “traz de volta o componente do humor à emissora e, ao mesmo tempo, resgata a origem dos apresentadores que – antes mesmo de chegarem à televisão – despontaram para o cenário cultural brasileiro a partir da crônica bem-humorada de notícias. Vamos mostrar que humor, aqui, é coisa séria”. Com direção de Mauro Farias (“Casseta & Planeta Vai Fundo”), novas edições irão ao ar todos os sábados, sempre às 22h, e poderão ser vista na TV, no canal do YouTube da Cultura e nas contas da emissora nas redes sociais. Veja abaixo dois teasers de “Conversa Piada”, que apresentam a atração como “o programa para quem não tem programa”.
São Paulo acaba com distanciamento entre assentos de cinema
A Prefeitura de São Paulo acabou com a necessidade de distanciamento entre os assentos de cinemas e teatros na capital paulista. A nova regra entra em vigor a partir desta sexta-feira (15/10). O maior parque exibidor de cinema do país fica na cidade de São Paulo, que agora poderá dobrar a quantidade de ingressos vendidos. Mas, mesmo com a flexibilização, o uso de máscaras e o certificado de vacinação contra covid-19 continuam em vigência. Em entrevista coletiva nesta quinta (14/10), o prefeito Ricardo Nunes também encerrou o fim da obrigatoriedade do espaçamento de um metro entre as carteiras dos alunos nas escolas a partir do dia 25 de outubro. Com a queda do número de casos e mortes causadas pela pandemia na capital, a prefeitura também cogitou acabar com a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais públicos, mas esta decisão ficou para o próximo mês. No dia 10 de novembro, será apresentado um novo estudo, que pode resultar numa possível liberação das máscaras.
David H. DePatie (1929–2021)
O gigante das animações David Hudson DePatie morreu de causas naturais aos 91 anos, no dia 23 de setembro, mas a informação só foi publicada nesta quinta (14/10) pela revista americana Variety. Entre outros projetos, ele foi responsável pela criação de nada menos que a Pantera Cor de Rosa. O personagem foi a primeira criação do estúdio formado por DePatie em 1963, após o fechamento da Warner Bros. Cartoons, braço animado da Warner que o produtor comandava até então – e por onde lançou muitos desenhos dos “Looney Tunes”. Ele tinha acabado de se juntar ao colega Friz Freleng para fundar a DePatie-Freleng Enterprises (DFE) quando o cineasta Blake Edwards o procurou para desenvolver a abertura animada do filme “A Pantera Cor de Rosa”. O sucesso do filme de 1963 rendeu várias continuações com aberturas animadas por DePatie e Freleng, além de um contrato da DFE com a United Artists, estúdio original da franquia, para o desenvolvimento de uma série de curtas com a Pantera Cor de Rosa para o cinema. O primeiro desses curtas, “A Pantera Pinta o Sete”, venceu o Oscar em 1965. A DFE também desenvolveu a abertura animada da série “Jeannie É um Gênio” em 1965, chamando atenção dos canais de TV dos EUA. A Pantera Cor de Rosa ganhou sua própria série televisiva em 1969, que abriu as portas para inúmeras outras atrações, como “Bom-Bom e Mau-Mau”, “Grump, o Feiticeiro Trapalhão”, “As Aventuras do Doutor Dolittle”, “Missão Quase Imprevisível”, “Os Caretas”, “Os Cometas”, “Meu Amigo, O Tubarão”, a cultuada “De Volta ao Planeta dos Macacos”, baseada na franquia cinematográfica “Planeta dos Macacos”, o revival de “Mr. Magoo”, especiais de personagens infantis do Dr. Seuss, como o Grinch, o Gato de Cartola e o Lorax, e adaptações dos quadrinhos da Marvel, incluindo “O Quarteto Fantástico” e “Homem-Aranha”. Em pouco tempo, a DFE passou a disputar com a Hanna-Barbera e a Filmation o domínio da programação de desenhos animados dos EUA nos anos de 1970. Mas logo a Marvel quis ter seu próprio estúdio de animação, com o objetivo de acabar com a terceirização da produção. Ao receberem uma proposta milionária, DePatie e Freleng venderam seu negócio para a editora de quadrinhos em 1981. Freleng voltou a trabalhar com a Warner, mas DePatie continuou à frente da rebatizada Marvel Productions, produzindo desenhos como “O Incrível Hulk” e “Homem-Aranha e Seus Amigos”, até ser substituído em 1984, dois anos antes da Marvel ser vendida para a New World. Ao sair da Marvel, DePatie reviveu seu antigo estúdio para lançar “Os Filhos da Pantera Cor de Rosa”. Mas a animação não fez muito sucesso em seu lançamento em 1985, levando o produtor a optar pela aposentadoria precoce. Desde então, ele vivia dos direitos de exploração da Pantera Cor de Rosa em novos projetos. Lembre abaixo a primeira animação da Pantera Cor de Rosa, feita para o filme que iniciou a franquia em 1963.












