Emoção marca reações de artistas à morte de Tarcísio Meira
Um dia depois da morte de Paulo José, as redes sociais voltaram a ser inundadas por depoimentos emocionados de artistas que admiravam Tarcísio Meira, um dos maiores ícones da TV brasileira, que faleceu nesta quinta (12/8) aos 85 anos em decorrência da covid-19. “Não esta sendo fácil”, desabafou Marcos Palmeira, que viveu o filho de Tarcísio em “Torre de Babel”, entre outras novelas, e interpretou o papel mais famoso do ator no remake de “Irmãos Coragem”. “Tarcísio, você é um exemplo pra mim. Tive a honra de fazer o remake de ‘Irmãos Coragem’ no papel de João Coragem! Já fui filho em vários trabalhos e sempre me divertia com seu humor maravilhoso! Muita saudade! Toda força pra amada Glória Menezes e meu irmãozinho Tarcísio Filho. Esse elenco lá de cima está ficando imbatível!”, completou. “Em menos de 24 horas despedindo de outro colega”, lamentou Rosa Maria Murtinho. “Dizem por aí que a vida é curta e devemos construir memórias e acredito que isso seja o mais importante quando fazemos trabalhos por aí com tantos amigos queridos de profissão. Assim aconteceu comigo e Tarcísio quando fomos par romântico em uma novela, não trabalhamos muito juntos mas foi suficiente para entender a pessoa bacana e profissional que era. Cultura em luto porque se foi um dos maiores que temos. Estendo meu abraço a Glória, Tarcisinho e Maria que consigam ter força e fé para atravessarem esse momento de dor”. O tom de tristeza marcou todos os comentários. “Todos amamos sempre Tarcísio por seu talento, por sua gentileza, por dignificar a profissão de ator. Seu amor por Glória foi dos mais lindos que já presenciei e desejo força pra ela e sua família. Qualquer homenagem será pequena. Vamos ficar sempre com muitas saudades”, exprimiu Serginho Groisman. A sensação é que houve um baque generalizado. “Estou em choque. Arrasado. Perdi um ídolo, um parceiro de trabalho e um amigo”, comentou Rodrigo Lombardi. “Inacreditável meu Deus do céu”, ecoou Eri Johnson. “Meu coração está despedaçado”, lamentou Vera Fischer. “Tarcisão, você foi meu companheiro desde a minha primeira novela de TV. Aprendi tudo com você: profissionalismo, parceria e lealdade. Obrigada por tantos trabalhos juntos, obrigada por teu grande coração”, ela acrescentou. Fernanda Paes Leme deu a medida do impacto que era contracenar com Tarcísio numa novela. “Eu era a Patty Telles de Mendonça, meu primeiro trabalho na TV! Chegou o episódio em que o pai da Patty finalmente aparecia pra ver a filha. Começou um burburinho nos bastidores e de repente me contaram: seu pai vai ser o Tarcisio Meira. Imaginem como eu fiquei! Imaginem a responsabilidade. Chegou o dia, eu nervosa e ele apareceu. A cena era de emoção e tava tudo ali no meu olhar, vendo aquele brilhante ator, que minha mãe sempre foi fã e que eu assistia e admirava desde pequena, na minha frente, lindo, generoso e muito cuidadoso. Fizemos a cena e foi incrível! Ali, eu tive a certeza que atuar era o que queria fazer pra sempre! Depois desse dia tivemos outros encontros que jamais esquecerei! Obrigada, Tarcísio Meira, por mim e por toda história da tv, cinema e teatro brasileiro”. Até quem não tem redes sociais, como Tony Ramos, manifestou sua dor. Ele mal conseguiu dar seu depoimento ao canal Globo News, demonstrando emoção à flor da pele. Veja abaixo algumas das reações à perda e homenagens ao talento de Tarcísio Meira. 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E que Deus conforte os corações de amigos e familiares. Seu legado é eterno. Obrigada! 🙏🏼💙 pic.twitter.com/UvV11FPQiH — +a (@maisa) August 12, 2021 O ator Tony Ramos se emocionou ao falar do amigo Tarcísio Meira, que morreu de Covid-19, nesta quinta-feira (12), aos 85 anos. "Eu quero me lembrar dele com essa força, determinação", disse Tony. ➡ Assista na #GloboNews e nos #CanaisGlobo: https://t.co/bFwcwLHmLH pic.twitter.com/YOVQsUN4cK — GloboNews (@GloboNews) August 12, 2021 Hoje não tem clima pra humor. Só a tristeza por essas perdas em um intervalo tão curto. Paulo e Tarcísio são gigantes que nos inspiram a fazer sempre o melhor. A saudade ficará para sempre e os aplausos também. Obrigado por tanto 🖤 — Bruno Gagliasso – Pai de 3 (@brunogagliasso) August 12, 2021
Glória Menezes está “quase recuperada” da covid-19
A atriz Glória Menezes, de 86 anos, está “quase recuperada” da covid-19 e perto de receber alta do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ela foi internada na sexta passada (6/8) junto com o marido Tarcísio Meira, que morreu nesta quinta (12/8) por complicações da doença. Glória teve sintomas mais brandos e não chegou a ser intubada como Tarcísio. Os dois já tinham tomado a segunda dose da vacina contra o coronavírus. A vacinação ocorreu em março, em Porto Feliz, no interior de São Paulo, onde o casal estava isolado durante a pandemia. Glória Menezes já recebeu a notícia da morte do marido. “Ela recebeu a informação com muita, muita, muita, muita tristeza” contou ao jornal O Globo o assistente pessoal da artista, Tadeu Lima, que trabalha com ela há 19 anos. O assistente informou que “ela estava muito preocupada” com o quadro de saúde de Tarcísio desde que ele precisou ser intubado. Segundo Mocita Fagundes, mulher de Tarcísio Filho, o casal se contaminou “num descuido”, mas a doença se manifestou de forma mais grave em Tarcísio, que além de ser intubado precisou passar ser submetido a um tratamento com ventilação mecânica invasiva e diálise contínua na UTI. Durante todo o tratamento, Glória permaneceu internada em apartamento individual, com apoio somente de oxigenação nasal e separada do marido. Ao lado de Tarcísio, Glória formou o casal mais famoso da História da TV brasileira, estrelando com ele dezenas de novelas por mais de meio século.
Tarcísio Meira (1935-2021)
Morreu nesta quinta-feira (12/8), um dos atores mais famosos da TV brasileira. Após cinco dias internado na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo, em tratamento contra a covid-19, Tarcísio Meira faleceu aos 85 anos. Ele estava internado junto com Glória Menezes, o grande amor de sua vida, com que estava casado há 59 anos, mas ela superou a doença e “deve ter alta em breve”, segundo a assessoria de imprensa da família. Tarcísio Meira se chamava Tarcísio Magalhães Sobrinho. O sobrenome Meira veio “emprestado” da mãe, Maria do Rosário Meira Jáio de Magalhães, por ser mais sonoro também por superstição: o nome artístico tinha 13 letras. Na juventude, ele sonhava em ingressar no Instituto Rio Branco para se tornar diplomata. Mas foi reprovado na prova, em 1957, e graças a isso o Brasil ganhou um ícone. Virou ator de teatro e foi quando ensaiava a peça “As Feiticeiras de Salém”, dirigida por Antunes Filho, que viu pela primeira vez Gloria Menezes. O contato mais próximo, porém, só aconteceu na TV, quando fizeram juntos o teleteatro “Uma Pires Camargo” (1961). Em entrevista ao jornal O Globo de 2015, ele conta que, depois de ficarem amigos, decidiu se aproximar mais. “Quando ela lançou o filme “O Pagador de Promessas” (1962) em Cannes, mandei flores e um cartão escrito ‘volte, volte, volte'”. Na volta, eles se tornaram inseparáveis. Marcando a trajetória da televisão brasileira, os dois protagonizaram a primeira telenovela diária do país, “2-5499 — Ocupado”, na Excelsior, em 1963. O sucesso do formato catapultou o casal ao estrelato. Eles fizeram mais nove novelas juntos antes de assinar com a Globo, onde se tornaram o casal favorito da televisão brasileira. O primeiro trabalho na Globo foi “Sangue e Areia”, em 1967, que também entrou para a História por inaugurar a famosa faixa das 20h na teledramaturgia do canal. Até então, as novelas eram adaptações de tramas importadas, geralmente de época, e por isso eram referidas como folhetins – um termo francês que definia a narrativa literária seriada de romances do século 19. Mas Tarcísio ajudou a mudar a trajetória do gênero ao protagonizar “Irmãos Coragem”, trama de Janete Clair de 1970 que combinava uma narrativa muito brasileira e atual, com garimpo e violência no sertão. O ator viveu João Coragem que, ao lado dos irmãos interpretados por Cláudio Cavalcanti (1940-2013) e Cláudio Marzo (1940-2015) – além de, claro, Gloria Menezes – , desafiavam a autoridade do Coronel Pedro Barros (Gilberto Martinho). O sucesso de “Irmãos Coragem” foi tanto que derrubou o preconceito masculino contra o gênero, levando homens a se engajarem na história. “Foi a primeira novela que os homens admitiam que viam. Até então, eles viam meio escondidos, porque novela era coisa de mulher”, contou Tarcísio ao site projeto Memória Globo, lembrando que a audiência do penúltimo capítulo foi maior que a da final da Copa do Mundo de 1970. Ao longo da carreira, Tarcísio atuou em mais de 60 obras na TV, entre novelas, minisséries e especiais, vivendo personagens marcantes. Ele chegou da interpretar papéis duplos duas vezes, como Hugo Leonardo e Raul em “O Semideus” (1973) e Diogo Maia e Ciro em “Espelho Mágico” (1977). Outros personagens que marcaram seu auge como protagonista foram Ciro Valdez em “O Homem que Deve Morrer” (1971), Rodrigo Soares em “Cavalo de Aço” (1973), Antônio Dias em “Escalada” (1975) e Fernando Lucas em “Os Gigantes” (1979), Juca Pitanga em “Coração Alado” (1980), Renato Villar em “Roda de Fogo” (1986), dando o que falar até em pequenas participações, feito o desempenho como Giusepe Berdinazi em “O Rei do Gado” (1996). “Os Gigantes”, por sinal, foi a primeira novela em que seu personagem viveu romance com outra mulher que não Gloria Menezes. Por curiosidade, apesar do longo romance histórico, ele chegou até mesmo a trair Gloria num casamento televisivo, com Natália do Vale na novela “Torre de Babel” (1998). Não foi a única vez que os autores de novela usaram sua trajetória para surpreender o público. Silvio de Abreu chegou a ser considerado ousado ao escalá-lo em “Guerra dos Sexos” em 1983, colocando Tarciso em sua primeira novela cômica. Mas não só o ator conhecido por papéis dramáticos correspondeu como protagonizou cenas de rolar de rir ao lado de Fernanda Montenegro e Paulo Autran. Ele se saiu tão bem que virou personagem-título de outra novela cômica, “Araponga” (1990), como o atrapalhado detetive Aristênio Catanduva, o Araponga. Além disso, estrelou uma sitcom com a esposa que tinha simplesmente o nome de “Tarcísio & Glória” (1988) – e um detalhe: Glória Menezes vivia uma alienígena! Versátil, o ator foi herói épico, vivendo o capitão Rodrigo Cambará na minissérie “O Tempo e o Vento” – dirigido pelo colega Paulo José, que morreu na quarta-feira (11/8) aos 84 anos – e também vilão marcante, como Renato Villar em “Roda de Fogo” e o terrível Dom Jerônimo da minissérie “A Muralha” (2000). Sua última novela foi “Orgulho e Paixão”, escrita por Marcos Bernstein em 2018, em que interpretou Lorde Williamson. Mas apesar de ter sido um dos atores mais ocupados da TV brasileira, Tarciso também criou uma obra significativa nos cinemas, iniciada por “Casinha Pequenina”, um dos maiores sucessos da filmografia de Mazzaropi, lançado em 1963. Seu talento contemplou mais de 20 produções cinematográficas, entre elas clássicos absolutos, como “A Idade da Terra” (1981), último filme de Glauber Rocha. “Um dia, Glauber me botou no meio de uma bateria de escola de samba. De uma hora para outra, na batida da música, notei algo: o que era para ser uma escola de samba virou uma banda militar, quase que numa marcha. Era um tipo de cinema que eu nunca tinha feito”, Tarcísio refletiu em outra entrevista para O Globo em 2010. Ele ainda foi o Dom Pedro Iº de “Independência ou Morte”, filme lançado em 1972 como grande destaque cultural do sesquicentenário da Independência Brasileira. Mas se agradou os militares na ocasião, ajudou a enfrentar e acabar com a censura ao protagonizar “O Beijo no Asfalto”, dirigido por Bruno Barreto em 1981. A adaptação da peça de Nelson Rodrigues gerou polêmica na época, devido ao beijo na boca do personagem de Tarcísio em Ney Latorraca. A lista de filmes históricos inclui a aventura “O Caçador de Esmeraldas” (1974) de Oswaldo de Oliveira, o drama “O Marginal” (1974) de Carlos Manga, o corajoso “República dos Assassinos” (1979) de Miguel Faria Jr, o sucesso “Eu Te Amo” (1981) de Arnaldo Jabor, o polêmico “Amor, Estranho Amor” (1982), de Walter Hugo Khouri, e o vibrante “Boca de Ouro” (1990), outra adaptação de Nelson Rodrigues, com direção de Walter Avancini. O último longa do ator foi a comédia “Não se Preocupe, Nada Vai Dar Certo!”, de Hugo Carvana, lançada em 2011. No fim de 2019, Tarcísio também se despediu dos palcos com a reencenação de “O Camareiro”, peça que já tinha estrelado em 2015 e lhe rendido o Prêmio Shell de Melhor Ator. Além da esposa, ele deixa o filho Tarcísio Filho, de 58 anos, além de Amélia Brito, 64, e João Paulo Brito, 62, frutos do casamento anterior de Glória com Arnaldo Brito.
Joel Kinnaman enfrenta denúncia de estupro após obter restrição contra ex-amante
O ator Joel Kinnaman, que conseguiu uma ordem de restrição contra uma ex-amante devido, segundo ele, chantagens com ameaças de uma suposta acusação de estupro, foi acusado nesta quarta (11/8) justamente de estupro, numa investigação em andamento na Suécia. Um porta-voz do Ministério Público sueco confirmou à imprensa que “a promotora recebeu o caso hoje e mal pôde examiná-lo. Ela disse que há necessidade de mais investigações antes de poder tomar uma decisão”. A suposta vítima seria a ex-modelo Bella Davis, que também atende pelo nome de Gabriella Magnusson, e que é a mesma mulher que Kinnaman denunciou publicamente de tentar chantageá-lo. Na sexta passada (6/8), o ator de “O Esquadrão Suicida” obteve uma ordem de restrição temporária contra Davis e foi ao Instagram contar tudo o que estava acontecendo. Em um longo post, Kinnaman disse que enfrentou “crescentes ameaças diárias de danos contra mim, minha família e meus entes queridos” , acusando Davis de “tentar extorquir dinheiro e outras coisas de valor”. Embora tenha reconhecido que teve “um breve relacionamento romântico” com a mulher no final de 2018, ele disse que qualquer afeto que sentia acabou quando ela “recorreu à ameaça de divulgar informações falsas sobre mim – incluindo que eu fiz sexo com ela contra sua vontade – a menos que eu cedesse às suas exigências”. Segundo Kinnaman, as ameaças começaram quando Davis tentou contatá-lo em 2019 e 2020. Ele afirma que na época estava em um relacionamento com outra pessoa e não respondeu, e isso levou Davis a se tornar “mais antagônica, ameaçadora e assustadora” a cada nova tentativa de comunicação. Ele ainda contou que o irmão de Davis, “um cara condenado” pela Justiça, chegou a apontar um rifle para seu empresário. A advogada de Kinnaman, Patricia Glaser, conversou com o programa E! News sobre a denúncia da ex-modelo e disse que o ator tomou a iniciativa de procurar a polícia antes da formalização da queixa e já estava cooperando com a investigação para limpar seu nome. “Parece que depois de saber da ordem de restrição, ela entrou com a queixa”, apontou a advogada.
Morte de Paulo José emociona astros brasileiros: “Mestre dos mestres”
A morte de Paulo José repercutiu com bastante força nas redes sociais. Muitos artistas lamentaram a perda do “maior mestre” e “o mestre dos mestres”, como descreveram Selton Mello, que o dirigiu em “O Palhaço” (2011), e Leandra Leal, que foi sua filha em “Explode Coração” (1995). “O ator que me mostrou a maneira de imprimir o máximo, com o mínimo de recursos”, escreveu Selton no Instagram, dedicando a estreia da novela “Nos Tempos do Imperador” a Paulo José. “Ele me abriu portais. Meu amor por ele é gigante. Paulo, eu faço meu trabalho pensando sempre como você faria. Te amo”. “Na família que criamos nessa profissão, muitos são os pais, muitas são as filhas”, filosofou Leandra. “Paulo foi o meu primeiro pai na ficção. Eu me lembro com riqueza dos seus ensinamentos. No meu primeiro dia de estúdio, ele me disse que era para imaginar uma lanterna dentro do meu peito e jogar com essa luz em cena. Na minha primeira noturna, ele me explicou pacientemente por que deveríamos repetir da mesma forma uma cena diversas vezes, desenhou dentro de um carro o que era eixo, e discorreu sobre continuidade de emoção. Eu sou muito grata e tenho muita felicidade de ter sido sua filha em alguma vida na arte”. Veja abaixo outras reações emocionadas das redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selton Mello (@seltonmello) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cláudia Abreu (@claudiaabreu_atriz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Sabatella (@leticia_sabatella) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ary Fontoura (@aryfontoura) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Drica Moraes (@oficialdricamoraes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Patricia Pillar (@patriciapillar) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por AndréiaHorta (@aandreiahorta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Spiller (@arealspiller) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dira Paes (@dirapaes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alexandre Nero (@alexandrenero) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Murilo Rosa (@murilorosa_oficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ana Beatriz Nogueira (@anabeatriznogueira_oficial) Obrigado Paulo. E obrigado também Dina. Beijos pic.twitter.com/3NBuYpwFS3 — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) August 11, 2021 Paulo José, ator grandioso, potente, generoso, dos meus preferidos. homem extremamente delicado. só podemos agradecer por tudo 🙏🏼 pic.twitter.com/Zs3oQLoaU5 — Marcelo Medici (@marcelomedici) August 11, 2021 Obrigadadá, Paulo Jose. Meu grande amor PJ nos deixou. A morte é um instantâneo. Uma hora se está, outra não se está mais. Que sorte a minha fazer a escola da terra com voce, meu amigo. Obrigada por ter nascido, homem gentil. Deus te abençoe por tanta sabedoria e bondade 🙏💙 pic.twitter.com/kiqzydLg0U — Dadá Coelho (@dadacoelho) August 11, 2021
Paulo José (1937-2021)
O ator Paulo José, um dos maiores intérpretes do cinema brasileiro, morreu nesta quarta (11/8) no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ele sofria de Parkinson há mais de duas décadas e estava internado há 20 dias com problemas respiratórios, vindo a falecer em decorrência de uma pneumonia. O gaúcho Paulo José Gómez de Souza nasceu em Lavras do Sul, interior do Rio Grande do Sul, e teve o primeiro contato com o teatro ainda na escola. A carreira decolou quando se mudou para São Paulo e começou a trabalhar no Teatro de Arena. Após estrear nos palcos paulistanos com “Testamento de um Cangaceiro”, em 1961, ele conheceu seu primeiro amor, a atriz Dina Sfat, com quem dividiu várias montagens – e depois filmes e novelas. Os dois se casaram em 1963 e ficaram juntos até 1981. Dos palcos, pulou para as telas, onde rapidamente se estabeleceu como ator requisitado, aparecendo em uma dezena de filmes entre 1966 e 1969, incluindo vários clássicos, antes de ser “revelado” pelas novelas. Seu primeiro trabalho no cinema foi direto como protagonista, compartilhando com Helena Ignez os papéis do título de “O Padre e a Moça” (1966), do mestre Joaquim Pedro de Andrade. Ele voltou a trabalhar com o diretor no clássico absoluto “Macunaíma” (1969), além de ter desenvolvido outra parceria vitoriosa com Domingos de Oliveira, desempenhando o papel principal em “Todas as Mulheres do Mundo” (1966), que recentemente foi adaptado como minissérie pela Globo. Além de voltar a filmar com Oliveira em “Edu, Coração de Ouro” (1967) e posteriormente “A Culpa” (1971), ele também foi “O Homem Nu” (1968), de Roberto Santos, e estrelou os célebres “Bebel, Garota Propaganda” (1968), de Maurice Capovilla, “A Vida Provisória” (1968), de Maurício Gomes Leite, e “As Amorosas” (1968) de Walter Hugo Khouri. Já era, portanto, um ator consagrado quando foi fazer sua primeira novela, “Véu de Noiva” (1969), e praticamente um veterano quando recebeu o Troféu Imprensa de “melhor estreante” por seu desempenho como Samuca na novela “Assim na Terra Como no Céu” (1971). Encarando maratonas de até 250 episódios nas produções da Globo, ele ainda estrelou um dos primeiros spin-offs da TV brasileira, “Shazan, Xerife & Cia.”, em que repetiu seu personagem de “O Primeiro Amor” (1972) ao lado do colega (também recentemente falecido) Flavio Migliaccio. Exibida de 1972 a 1974, a série marcou época nas tardes televisivas. Apesar do sucesso na telinha, Paulo José nunca deixou o cinema de lado. Mas a agenda cheia o tornou especialmente criterioso, o que resultou numa filmografia lotada de clássicos, como “Cassy Jones, o Magnífico Sedutor” (1972), de Luiz Sérgio Person, “O Rei da Noite” (1975), do grande Hector Babenco, “O Homem do Pau-Brasil” (1982), seu reencontro com Joaquim Pedro de Andrade, e a obra-prima “Eles Não Usam Black-Tie” (1982), de Leon Hirszman, sem esquecer de “Dias Melhores Virão” (1989), de Cacá Diegues, e “A Grande Arte” (1991), de Walter Salles, entre muitas outras produções. Tudo isso enquanto ainda fazia novelas – algumas reconhecidamente tão boas quanto filmes, como “O Casarão” (1975) – , telefilmes, minisséries – como “O Tempo e o Vento” (1985), “Engraçadinha… Seus Amores e Seus Pecados” (1995), “Labirinto” (1998) – e participações especiais nos programas da Globo. Além do Jarbas de “O Casarão”, ele marcou a teledramaturgia como o cigano Jairom em “Explode Coração” (1995) e principalmente o alcóolatra Orestes de “Por Amor” (1997). Sua contribuição para a História da Globo não ficou só diante das câmeras. Ele também dirigiu produções do canal, começando com alguns “Casos Especiais” nos anos 1970, telefilmes de “Jorge, um Brasileiro” (1978) e “Vestido de Noiva” (1979), e episódios de “Ciranda Cirandinha” (1978), “O Tempo e o Vento” (1985), etc., até se tornar o diretor principal das minisséries “Agosto” (1993) e “Incidente em Antares” (1994) e ajudar a implantar o programa “Você Decide”. Diagnosticado com Mal de Parkinson ainda nos anos 1990, em vez de diminuir, ele intensificou o trabalho. Começou a filmar com uma nova geração de cineastas estabelecida após a Retomada, como Monique Gardenberg (“Benjamim”, em 2003), Jorge Furtado (desde o curta “Ilha das Flores” até “O Homem que Copiava” e “Saneamento Básico, O Filme”, em 2003 e 2007), o colega Matheus Nachtergaele (“A Festa da Menina Morta”, 2008), a dupla Felipe Hirsch e Daniela Thomas (“Insolação”, 2009), Sergio Machado (“Quincas Berro d’Água”, 2010), André Ristum (“Meu País”, 2011) e Selton Mello (“O Palhaço”, 2011), além de retomar a antiga parceria com Domingos de Oliveira (“Juventude”, em 2008). Sua emocionante despedida da atuação foi como o vovô Benjamin na novela “Em Família” (2014), de Manoel Carlos, onde, como na vida real, seu personagem sofria de Mal de Parkinson. Vencedor de três troféus Candango de Melhor Ator no Festival de Brasília, homenageado com um Oscarito especial pela carreira no Festival de Gramado, o ator deixa quatro filhos e uma obra vasta, que faz parte do patrimônio nacional.
Premiação do Emmy 2021 vai acontecer ao ar livre
A Academia de Televisão dos Estados Unidos anunciou que a cerimônia de premiação do Emmy deste ano será realizada ao ar livre em Los Angeles, por conta do aumento de infecções da variante delta do coronavírus. O evento deveria inicialmente acontecer em um espaço fechado diante de uma plateia limitada, composta apenas por um grupo seleto de indicados ao prêmio. Apesar da mudança, a premiação principal continua marcada para o mesmo dia: 19 de setembro. Além do aumento de diversidade e inclusão entre os indicados, o Emmy 2021 também se caracteriza por uma grande quantidade de indicações obtidas por séries de super-heróis. As produções do gênero surpreenderam com um total de 39 nomeações, mas parte desses troféus serão entregues com uma semana de antecedência em um evento prévio, batizado de Emmy das Artes Criativas, que não costuma ser televisado por reconhecer o trabalho de técnicos e artistas que não são celebridades. No Brasil, a cerimônia principal será transmitida ao vivo pelo canal pago TNT.
Patricia Hitchcock (1928-2021)
A atriz Patricia “Pat” Hitchcock, filha única de Alfred Hitchcock e Alma Reville, morreu na segunda-feira (9/8) em sua casa em Thousand Oaks, Califórnia (EUA), aos 93 anos. Nascida em Londres em 1928, ela acabou se mudando com a família para Bel Air, em Los Angeles, aos 9 anos, quando Hitchcock foi contratado para dirigir “Rebecca, A Mulher Inesquecível” (1940), que iniciou sua carreira hollywoodiana. Ao virar adolescente, Patricia apareceu em três clássicos do mestre do suspense, “Pavor nos Bastidores” (1950), “Pacto Sinistro” (1951) e “Psicose” (1960), e também foi vista em 10 episódios da série que levava o nome de seu pai, “Alfred Hitchcock Apresenta” (entre 1955 e 1960), “sempre que precisavam de uma empregada com sotaque inglês”, segundo disse ao jornal The Washington Post em 1984. Seu papel mais proeminente foi como Barbara Morton, a irmã mais nova da protagonista vivida por Ruth Roman em “Pacto Sinistro”, que assistia ao personagem de Robert Walker quase estrangular uma mulher até a morte. Em “Psicose”, ela apareceu logo no início do filme como uma colega de escritório que oferece alguns tranquilizantes para Marion Crane, a famosa personagem de Janet Leigh. A maioria de suas aparições foram breves, incluindo em obras de outros diretores como “O Garoto e a Rainha” (1950), de Jean Negulesco, e “Os Dez Mandamentos” (1956), de Cecil B. DeMille, onde apareceu sem nem sequer ser creditada. Depois de “Pacto Sinistro”, só voltou a ganhar papel de coadjuvante nos anos 1970, já no fim da carreira, que foi encerrada em 1978 com o longa “Skateboard”, primeiro roteiro da carreira de Dick Wolf, criador das franquias televisivas “Law & Order”, “Chicago” e “F.B.I.”. Ele foi casada com Joseph Edward O’Connell Jr. de 1952 até a morte dele em 1994 e teve três filhas. A mais nova, Katie Fiala, é uma executiva do estúdio Amblin, de Steven Spielberg.
Don Jones (1937-2021)
O cineasta Don Jones, que assinou vários filmes de terror dos anos 1970 e 1980, morreu nesta terça-feira (10/8) aos 83 anos em sua casa em San Fernando Valley, na Califórnia (EUA). Sem treinamento formal, ele iniciou a carreira cinematográfica trabalhando como técnico de som, cameraman e dublê nos anos 1960. Alternando-se nestas funções, integrou equipes tão diferentes quanto as de “Astro-Zombies” (1968), considerado um dos piores filmes de todos os tempos, e duas obras cultuadas de Jack Nicholson, “A Vingança de um Pistoleiro” (1966) e “Busca Alucinada” (1968). Ele também chegou a assinar os efeitos visuais de “Viagem ao Planeta das Mulheres Selvagens” em 1968, antes de virar diretor dois anos depois, com o suspense “Who Killed Cock Robin?”. A filmografia iniciada em 1970 rendeu ao todo sete filmes, seis deles de terror, com destaque para o trash “Schoolgirls in Chains”, um horror porn sádico e apelativo, que acabou ganhando fama em certos circuitos. Seu filme final, “Molly and the Ghost”, foi lançado em 1991. Nenhum dos longas que dirigiu fez sucesso e nos últimos anos ele enfrentava consequências de um AVC.
Alex Cord (1933–2021)
O ator Alex Cord, que co-estrelou a série clássica dos anos 1980 “Águia de Fogo”, morreu na manhã de segunda-feira (9/8) em sua casa em Valley View, no Texas (EUA), aos 88 anos. Cord lutou contra a poliomielite quando criança e apesar da deficiência se tornou um cavaleiro prolífico, chegando a explorar sua habilidade na montaria em várias séries e filmes de faroeste, desde sua estreia nas telas em “Laramie”, em 1961. Seu primeiro destaque no cinema foi justamente como o cowboy Ringo Kid em “A Última Diligência”, lançado em 1966. Apesar de ter feito participações especiais em dezenas de sucessos televisivos, de “Gunsmoke” à “Ilha da Fantasia”, ele só foi se destacar em 1984, no lançamento de “Águia de Fogo” (Airwolf). A série foi uma das três centradas em helicópteros lançadas naquele ano – refletindo a bilheteria de “Trovão Azul” nos cinemas. Criada por Donald P. Bellisario (que também desenvolveu “Magnum” e “NCIS”), a produção original teve um total de 80 episódios, exibidos ao longo de três temporadas, trazendo Jan-Michael Vincent, Ernest Borgnine e Alex Cord nos papéis principais. O papel de Cord era Michael Coldsmith-Briggs III, codinome “Arcanjo”, comandante de uma divisão especial da CIA chamada de “A Firma”, que construiu o helicóptero Águia de Fogo. Sua principal característica era usar um tapa olho e sempre se vestir de branco. Ele convoca o piloto Stringfellow Hawke, um veterano da Guerra do Vietnã vivido pelo ator Jan-Michael Vincent, para recuperar a aeronave desaparecida na Líbia. O ator continuou a trabalhar em séries após o cancelamento da série na rede CBS – o canal pago USA ainda produziu uma 4ª temporada com outro elenco – , retomando a rotina de ator convidado em produções de sucesso como “Assassinato por Escrito” (Murder, She Wrote), “Carga Dupla” (Simon & Simon) e “Chuck Norris: O Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger). Seu último trabalho foi o telefilme “Fire from Below”, lançado em 2009. Lembre abaixo a abertura original da série “Águia de Fogo”.
Cineastas Femininas da Espanha repudiam homenagem a Johnny Depp
A Associação de Cineastas Femininas da Espanha repudiou a organização do Festival de Cinema de San Sebastian por conceder sua maior honraria, o prêmio Donostia, a Johnny Depp. Presidente da Associação, a diretora Cristina Andreu (“Brumal”) se disse “muito surpresa” pela escolha dos organizadores do festival. “Isso cria uma má impressão sobre o festival e sua liderança e transmite uma mensagem terrível ao público que não importa se você for um abusador, desde que seja um bom ator”, ela lamentou para a imprensa. Sumido e sem trabalho, depois de enterrar a carreira num escandaloso processo contra a ex-mulher Amber Heard no Reino Unido, que resultou numa sentença que o considerou agressor de mulheres, o ator foi selecionado na segunda-feira (9/8) pelos organizadores do festival espanhol para receber um prêmio por suas realizações. Depois disso, nesta terça (10/9), o Festival Karlovy Vary, realizado na República Tcheca, repetiu o gesto. O timing das duas homenagens é curioso, porque Depp não tem nenhum filme novo para estrear ou mesmo filmar, tendo se tornado proscrito em Hollywood após o veredito que ele próprio provocou ao processar o tabloide britânico The Sun por difamação na Alta Corte de Londres, acusando o jornal de retratá-lo em 2018 como um “espancador de esposa”. Derrotado na ação que deu razão ao jornal por denunciar suas agressões à Amber Heard, ainda foi condenado a pagar 630 mil libras para cobrir os custos da defesa da publicação. O impacto do julgamento, com a exposição da intimidade do casal, com destaque para o vício de Depp, implodiu a carreira do ex-astro, que foi forçado pela Warner Bros. a abdicar de sua participação na franquia “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, do universo cinematográfico de Harry Potter. Seu último longa foi “Minamata”, exibido no Festival de Berlim do ano passado e que permanece inédito no circuito comercial devido à má fama adquirida pelo ator.
Mais um importante festival de cinema decide homenagear Johnny Depp
Um dia após o Festival de San Sebastian anunciar uma homenagem ao ator Johnny Depp, o Festival Karlovy Vary fez coro e anunciou outro prêmio especial ao ator americano. O tradicional festival da República Tcheca, considerado o principal evento cinematográfico do Leste Europeu, escolheu Depp, o veterano astro britânico Michael Caine e o diretor tcheco Jan Sverak como homenageados de sua edição deste ano, que vai acontecer de 20 a 28 de agosto. Em sua justificativa para premiar Depp, os organizadores de Karlovy Vary afirmaram que o festival “reconhecerá e prestará homenagem à extensa carreira do aclamado ator e seu legado duradouro na indústria cinematográfica global”. “Estamos extremamente honrados em receber no Festival um ícone do cinema contemporâneo”, acrescentou o diretor executivo do evento, Krystof Mucha. No que foi ecoado pelo diretor artístico Karel Och: “Nós admiramos o Sr. Depp há muito tempo e estamos emocionados em conceder esta honra a ele.” O timing das duas homenagens é curioso, porque Depp não tem nenhum filme novo para estrear ou mesmo filmar, tendo se tornado proscrito em Hollywood. Nunca é demais lembrar que o último festival que decidiu homenagear o ator se arrependeu amargamente. Esperado em novembro passado pelo festival polonês Camerimage para receber outro prêmio especial por ser um “ator com sensibilidade visual única”, ele faltou ao evento, preferindo enviar uma foto em que aparecia rindo com o troféu nas mãos e supostamente atrás das grades. A ideia da piada fotográfica teve péssima repercussão nas redes sociais, onde muitos a consideram um deboche diante das acusações sérias que envolvem Depp. No ano passado, o ator foi considerado culpado de violência doméstica contra Amber Heard, veredito que ele próprio provocou ao processar o tabloide britânico The Sun por difamação na Alta Corte de Londres, acusando o jornal de retratá-lo em 2018 como um “espancador de esposa”. Derrotado na ação, ainda foi condenado a pagar ao jornal 630 mil libras de custas pela defesa. O impacto do julgamento, com a exposição da intimidade do casal, com destaque para o vício de Depp, implodiu a carreira do ex-astro, que foi forçado pela Warner Bros. a abdicar de sua participação na franquia “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, do universo cinematográfico de Harry Potter. Seu último longa foi “Minamata”, exibido no Festival de Berlim do ano passado e que permanece inédito no circuito comercial devido à má fama adquirida pelo “ícone do cinema contemporâneo”.
DC revela que Robin é bissexual
A DC Comics finalmente tirou Robin do armário. Não Dick Grayson, o Robin original, que depois de virar alvo de piadas homofóbicas pela forma como foi retratado na série do Batman dos anos 1960 passou a exibir sua virilidade com muitas heroínas da editora, mas o terceiro personagem a vestir o uniforme colorido. A sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrou Tim Drake assumindo-se bissexual. Na história “Sum of Our Parts”, escrita por Meghan Fitzmartin e com artes de Belén Ortega, Robin resgata seu belo amigo adolescente Bernard e, posteriormente, Tim Drake aceita sair em um encontro com o rapaz. O personagem seria bissexual porque já tinha namorado uma garota, Stephanie Brown, a heroína conhecida como Spoiler e que também já foi Robin (!) e Batgirl. Nisto, Tim Drake copiou Dick Grayson, que namorou Barbara Gordon, a Batgirl original. A novidade em relação ao Robin repercutiu nas redes sociais, e inspirou pedidos para outros heróis saírem do armário – inclusive a citada Stephanie Brown. Tim Drake vai estrear em live action na 3ª temporada de “Titãs”, que tem lançamento marcado para esta quinta-feira (12/8) nos EUA. A DC tirou o Tim Drake do armário 🏳️🌈 pic.twitter.com/wGfbh1F47B — Chris – Diversidade Nerd (@chrisgonzatti) August 10, 2021 Essa thread aqui mostra quando o Tim conheceu o Bernard (há muito tempo atrás), e como a química deles já era clara. https://t.co/A5wKsEPOtB — Nação DC (@Nacao_DC) August 10, 2021 Now can we confirm Steph’s bisexuality!! pic.twitter.com/cPAnCnkh42 — Kat Calamia (@ComicUno) August 10, 2021












