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Etc

Ator de “Reacher” é gravado espancando vizinho na rua

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19 de março de 2026
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    Mostra de São Paulo exibirá 157 filmes online

    15 de outubro de 2021 /

    A Mostra de São Paulo anunciou os filmes que exibirá nas plataformas digitais em sua 45ª edição. A novidade foi implementada no ano passado, quando, por causa da pandemia, o evento foi totalmente online. Neste ano, porém, a Mostra terá programação híbrida, com a exibição de todos os filmes nos cinemas parceiros do festival e apenas uma parcela disponibilizada em plataformas digitais. De acordo com a lista anunciada, a parcela é grande. Dos 265 filmes de mais de 50 países que compõem a programação completa, 157 poderão ser vistos online – ou seja, quase 60% do total. A maior parte dos títulos online estará disponível na Mostra Play: 131 filmes ao todo. Eles poderão ser vistos por meio da aquisição de ingressos virtuais, que custam de R$ 12 para aquisição individual até R$ 150,00 em pacotes com 15 ingressos. Os serviços parceiros Sesc Digital e Itaú Cultural Play também terão uma programação da Mostra. Mas alguns dos filmes mais aguardados não terão sessões virtuais. Para ver “Titane”, terror de Julia Ducournau que venceu a Palma de Ouro, “A Conexão Francesa”, de Wes Anderson, e “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky, por exemplo, só indo ao cinema. Conheça, abaixo, a lista de filmes da Mostra Play. “18 KHZ” (18 Kiloherz) , de Farkhat Sharipov (Cazaquistão) “18½”, de Dan Mirvish (EUA) “66 Questões da Lua” (Moon, 66 Questions), de Jacqueline Lentzou (Grécia, França) “A Colheita do Trigo” (The Wheat), de Yu-Qiang Tang (China) “A Felicidade Das Coisas”, de Thais Fujinaga (Brasil) “A Garota e a Aranha” (The Girl and the Spider), de Ramon Zurcher e Silvan Zurcher (Suíça) “A Lei”, de Amadeo Canônico (Brasil) “A Noite do Fogo” (Noche De Fuego), de Tatiana Huezo (México, Alemanha, Brasil, Catar) “A Taça Partida” (La Taza Rota), de Esteban Cabezas (Chile) “A Terra de Frente”, de Thiago Cóstackz (Brasil) “Absence”, de Ali Mosaffa (República Tcheca, Eslováquia) “Ahed’s Knee” (Ha`berech), de Nadav Lapid (França, Alemanha, Israel) “Ailey”, de Jamila Wignot (EUA) “Alta Demanda – A Vida e a Obra de Dani Karavan” (High Maintenance – The Life and Work of Dani Karavan), de Barak Heymann (Israel, Polônia) “Amor Fati”, de Cláudia Varejão (Portugal, Suíça, França) “Anatomia”, de Ola Jankowska (Polônia, França) “Ao Oriente” (Al Oriente), de José María Avilés (Equador, Argentina) “Armugan” (Armugán), de Jo Sol (Espanha) “As Bruxas do Oriente” (The Witches of the Orient), de Julien Faraut (França) “As Faces do Mao”, de Dellani Lima, Lucas Barbi (Brasil) “Assim Como no Céu” (As In Heaven), de Tea Lindeburg (Dinamarca) “Assim Queimamos” (We Burn Like This), de Alana Waksman (EUA) “At the End of Evin”, de Mohammad Torab Beigi, Mehdi Torab Beigi (Irã) “Atlântida” (Atlantide), de Yuri Ancarani (Itália, França, EUA, Catar) “Atlas”, de Niccolò Castelli (Suíça, Bélgica, Itália) “Aurora”, de Paz Fabrega (Costa Rica, México) “Ayar”, de Floyd Russ (EUA) “Azor”, de Andreas Fontana (Suíça, Argentina, França) “Bantú Mama”, de Ivan Herrera (República Dominicana) “Bergman Island”, de Mia Hansen-Løve (França, Alemanha, Suécia) “Bi Aban” (Without Aban), de Mehrdad Koroushnia (Irã) “Branco Puro” (Pure White), de Necip Çaghan Özdemir (Turquia) “Brighton 4th”, de Levan Koguashvili (Geórgia, Rússia, Bulgária, Mônaco, EUA) “Camila Sairá Esta Noite” (Camila Saldrá Esta Noche), de Ines Barrionuevo (Argentina) “Capitães de Zaatari” (Captains of Zaatari), de Ali El Arabi (Egito) “Coisas Verdadeiras” (True Things), de Harry Wootliff (Reino Unido) “Curtas Jornadas Noite Adentro”, de Thiago B. Mendonça (Brasil) “Dançarino Cubano” (Cuban Dancer), de Roberto Salinas (Itália, Canadá, Chile) “Diários de Otsoga”, de Miguel Gomes, Maureen Fazendeiro (Portugal) “Distrito Terminal” (District Terminal), de Bardia Yadegari, Ehsan Mirhosseini (Irã, Alemanha) “Domando o Jardim” (Taming the Garden), de Salomé Jashi (Suíça, Alemanha, Geórgia) “Eles Transportam a Morte” (They Carry Death), de Helena Girón e Samuel M. Delgado (Espanha, França) “Entre Dois Crepúsculos” (Between Two Downs), de Selman Nacar (Turquia, França, Romênia, Espanha) “Espírito Sagrado” (The Sacred Spirit), de Chema García Ibarra (Espanha, França, Turquia) “Eu Era Um Homem Comum” (I Was A Simple Man), de Christopher Makoto Yogi (EUA) “Eu Quero Falar sobre Duras” (I Want To Talk About Duras), de Claire Simon (França) “Eu Vejo Você em Todos os Lugares” (Forest: I See You Everywhere), de Bence Fliegauf (Hungria) “Fantasmas de Bergman” (Bergman`s Ghosts), de Gabe Klinger “Fatores Humanos” (Human Factors), de Ronny Trocker (Alemanha, Itália, Dinamarca) “Filho das Monarcas” (Son of Monarchs), De Alexis Gambis (México, EUA) “Fim da Primavera” (End of Spring) , de Jaicheng Zxai Dohutia (Índia, Alemanha) “Fogo nas Montanhas” (Fire in the Mountains), de Ajitpal Singh (Índia) “Grand Cancan”, de Mikhail Kosyrev-Nesterov (Rússia) “Higiene Social” (Hygiène Sociale), de Denis Côté (Canadá) “Holgut”, de Liesbeth de Ceulaer (Bélgica) “I Comete – Um Verão Na Córsega” (I Comete – A Corsican Summer), de Pascal Tagnati (França) “Ilhas” (Islands), de Martin Edralin (Canadá) “Imaculada” (Imaculat), De Monica Stan, George Chiper-Lillemark (Romênia) “Intregalde” (Întregalde), de Radu Muntean (Romênia) “Irmandade” (Sisterhood), de Dina Duma (Macedõnia Do Norte, Kosovo, Montenegro) “Já que Ninguém me Tira pra Dançar”, de Ana Maria Magalhães / BRASIL “Jane por Charlotte” (Jane By Charlotte), de Charlotte Gainsbourg (França) “Laranjas Sangrentas” (Oranges Sanguines), de Jean-Christophe Meurisse (França) “Lidando com a Morte” (Dealing With Death), de Paul Sin Nam Rigter (Holanda) “Listen”, de Ana Rocha de Souza (Portugal, Reino Unido) “Lua Azul” (Blue Moon), de Alina Grigore (Romênia) “Luz Natural” (Natural Light), de Dénes Nagy (Hungria, Letônia, França, Alemanha) “Madalena”, de Madiano Marcheti (Brasil) “Madeira e Água” (Wood and Water), de Jonas Bak (Alemanha, França) “Mar Infinito”, de Carlos Amaral (Portugal) “Mares do Desterro”, de Sandra Alves (Brasil) “Mateína” – A Erva Perdida, de Joaquín Peñagaricano, Pablo Abdala (Uruguai, Brasil) “Minha Noite” (My Night), de Antoinette Boulat (França) “Molodi”, de Alexander Seliverstov (Rússia) “Momentum”, de Edwin Charmillot (Suíça) “Mundo Novo”, de Álvaro Campos (Brasil) “Murina”, de Antoneta Alamat Kusijanovic (Croácia, Brasil, EUA, Eslovênia) “Ninguém ao Norte” (No One in the North) , de Zebin Zhang (China) “No Limite do Destino” (Two on the Edge), de Yusuke Kitaguchi (Japão) “No Táxi do Jack”, de Susana Nobre (Portugal) “Nostromo”, de Fisnik Maxville (Suíça) “O Atlas dos Pássaros” (Bird Atlas), de Olmo Omerzu (República Tcheca) “O Cão que Não se Cala” (The Dog who Wouldn’t Be Quiet), de Ana Katz (Argentina) “O Cego que Não Queria Ver o Titanic” (The Blind Man who Did Not Want To See Titanic), de Teemu Nikki (Finlândia) “O Compromisso de Hasan” (Commitment Hasan), de Semih Kaplanoglu (Turquia) “O Garoto Mais Bonito do Mundo” (The Most Beautiful Boy in The World), de Kristina Lindström e Kristian Petri (Suécia) “O Gravador de Haruhara-san” (Haruhara-san`s Recorder), de Kyoshi Sugita (Japão) “O Leopardo das Neves” (The Velvet Queen), de Marie Amiguet (França) “O Mar à Frente” (The Sea Ahead), de Ely Dagher (França, Líbano, Bélgica) “O Outro Tom” (El Otro Tom), de Rodrigo Plá, Laura Santullo (México, EUA) “O Perfeito David” (El Perfecto David), de Felipe Gómez Aparicio (Argentina, Uruguai) “O Planeta” (El Planeta), de Amalia Ulman (Espanha) “O Ruído dos Motores” (The Noise of Engines), de Philippe Gregoire (Canadá) “O Uivo das Romãs” (When the Pomegranates Howl), de Granaz Moussavi (Austrália, Afeganistão) “Olga”, de Elie Grappe (Suíça, Ucrânia, França) “Os Anos 20” (Roaring 20’s), de Elisabeth Vogler (França) “Os Cães Não Dormiram Ontem à Noite” (The Dogs Didn’t Sleep Last Night), de Ramin Rasouli (Afeganistão, Irã) “Os Donos da Casa”, de Carla Dauden (Brasil) “Os Intranquilos” (The Restless), de Joachim Lafosse (Bélgica, Luxemburgo, França) “Os Inventados” (Los Inventados), de Leo Basilico, Nicolás Longinotti, Pablo Rodríguez Pandolfi (Argentina) “Os Últimos Sobreviventes” (The Last Ones), de Veiko Õunpuu (Finlândia, Estônia) “Pedregulhos” (Pebbles), de P.S. Vinothraj (Índia) “Pegando a Estrada” (Hit the Road) , de Panah Panahi (Irã) “Pequena Palestina, Diário de um Cerco (Little Palestine, Diary of a Siege), de Abdallah Al-Khatib (Líbano, França, Catar) “Poropopó”, de Luís Igreja (Brasil) “Primeiro Encontro” (First Date), de Manuel Crosby, Darren Knapp (EUA) “Procurando por Venera” (Looking for Venera), de Norika Sefa “Quando uma Fazenda se Incendeia” (When a Farm Goes Aflame), de Jide Tom Akinleminu (Alemanha) “Quem Fomos” (Who We Were), de Marc Bauder (Alemanha) “Radiografia de uma Família” ( Radiograph Of A Family), de Firouzeh Khosrovani (Noruega, Irã, Suíça) “Regina”, de Alessandro Grande (Itália) “Regresso a Reims” (Fragmentos) (Retour à Reims (Fragments) ) , de Jean-Gabriel Périot (França) “Sanguessugas” – Uma Comédia Marxista sobre Vampiros (Bloodsuckers – A Marxist Vampire Comedy), de Julian Radlmaier (Alemanha) “Second Thoughts”, de Zora Rux (Alemanha) “Sexplicação” (A Sexplanation), de Alex Liu (EUA) “Simon Chama”, de Marta Sousa Ribeiro (Portugal) “Souad”, de Ayten Amin (Egito, Tunísia, Alemanha) “Sr. Bachmann e Seus Alunos” (Mr Bachmann And His Class) , de Maria Speth (Alemanha) “Superior”, de Erin Vassilopoulos (EUA) “Tempo Ruy”, de Adilson Mendes (Brasil) “Transversais” (Transversals), de Émerson Maranhão (Brasil) “Três Irmão”s (Brotherhood), de Francesco Montagner (República Tcheca, Itália) “Truman & Tennessee: Uma Conversa Pessoal” (Truman & Tennessee: An Intimate Conversation), de Lisa Immordino Vreeland (EUA) “Um Forte Clarão” (Destello Bravío), de Ainhoa Rodríguez / ESPANHA “Urubus” (Vultures), de Claudio Borrelli (Brasil) “Vera Sonha com o Mar” (Vera Dreams of the Sea), de Kaltrina Krasniqi (Kosovo, Macedônia do Norte, Albânia) “Visões do Império” (Visions of Empire), de Joana Pontes (Portugal) “Yuni”, de Kamila Andini (Indonésia, Singapura, França, Austrália) “Zahorí”, de Marí Alessandrini (Suíça, Argentina, Chile, França) “Zere”, de Dauren Kamshibayev (Cazaquistão) “Ziraldo – Uma Obra que Pede Socorro”, de Guga Dannemann (Brasil)

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    José de Abreu pretende trocar atuação por carreira política

    15 de outubro de 2021 /

    O ator José de Abreu anunciou que vai abandonar a carreira na televisão para tentar virar deputado. A revelação aconteceu numa entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. “Vou abrir mão da minha carreira, do que eu mais amo fazer, que é representar, para ajudar o Lula a reconstruir o Brasil e o Freixo a reconstruir o Rio de Janeiro”, afirmou. A declaração rendeu apoios de colegas, como Paulo Betti, que declarou no Instagram: “Tem meu voto e campanha”. Apoiador do ex-juiz Sergio Moro em 2016, à época do julgamento de Lula em investigações da Lava-Jato, o ator Marcelo Serrado declarou “Meu voto” nas redes sociais. Apesar disso, ele não conta com o aval do ex-presidente Lula, que preferia ver o ator na TV. “Ele acha que hoje, como ator da Globo, eu calço 47 [em influência de importância]. Se for deputado, vou calçar 33, pois serei do baixo clero do Congresso”, declarou. Abreu já estava envolvido com política, apresentando campanhas do PT durante as eleições. Sua postura engajada também o fez colecionar desafetos e processos por postagens polêmicas, muitas vezes desaforadas, nas redes sociais. Ele será visto na próxima das 21h da Globo, “Um Lugar ao Sol”, em que interpretará um milionário de esquerda.

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    Ravil Isyanov (1962–2021)

    14 de outubro de 2021 /

    O ator russo Ravil Isyanov, que integrava o elenco recorrente de séries como “The Americans” e “NCIS: Los Angeles”, morreu no dia 29 de setembro, aos 59 anos, após uma longa batalha contra o câncer. O falecimento foi comunicado apenas nesta quinta (14/10) por seu empresário. Ele serviu na Força Aérea soviética e estudou teatro em Moscou por quatro anos, e só conseguiu sair da Rússia ao ganhar uma bolsa do Departamento de Teatro da Universidade de Oxford, no Reino Unido, em 1990. Aproveitando o colapso da União Soviética, Isyanov decidiu buscar trabalho nos EUA, onde tentou se aproveitar do domínio dos idiomas inglês e russo para trabalhar em produções sobre a Guerra Fria. Seus primeiros créditos foram no thriller “Conspiração na Rússia” e na telebiografia “Stalin”, ambos lançados em 1992. A princípio, os papéis eram pequenas figurações em várias séries e filmes. Ele chegou até a pilotar um Mig, avião de caça russo, numa produção de James Bond, “007 Contra GoldenEye” (1995), além de ter participado de muitos thrillers de ação, espionagem e guerra, como “Hackers” (1995), “O Chacal” (1997), “O Santo” (1997), “Na Teia da Aranha” (2001), “K-19: The Widowmaker” (2002), “Sr. & Sra. Smith” (2005), “O Segredo de Berlim” (2006), “Um Ato de Liberdade” (2008) e até do blockbuster “Transformers: O Lado Oculto da Lua” (2011). Isyanov conseguiu se destacar mais ao começar a atuar em séries. De vilão da semana em “Buffy – A Caça-Vampiros” e “JAG: Ases Invencíveis” passou a vilanizar em dois episódios distintos de “Alias: Codinome Perigo”. Também apareceu em dois episódios de “Agents of SHIELD”, três de “24 Horas”, cinco de “The Last Ship” e seis de “The Americans”, culminando com sete participações em “NCIS: Los Angeles”, onde fez sua última aparição em abril passado, no papel do mafioso russo Anatoli Kirkin. Antes de falecer, Isyanov concluiu seu trabalho no filme “Blonde”, uma versão ficcional da vida de Marylin Monroe, onde interpretou o grande diretor Billy Wilder (de “Quanto Mais Quente Melhor”). Estrelada por Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), a produção ainda não tem previsão de estreia.

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    Netflix lança concurso para descobrir “novos talentos” africanos

    14 de outubro de 2021 /

    A Netflix se juntou à UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) para lançar um concurso de curtas-metragens que busca descobrir “novos talentos” entre jovens diretores da África subsaariana. O projeto é para jovens, mas não para amadores. Os participantes do concurso devem ter entre 18 e 35 anos, viver e serem originários de um país da África subsaariana e ter pelo menos dois anos de experiência profissional na indústria audiovisual. Isto porque eles receberão um orçamento de US$ 75 mil para criar, filmar e produzir seus curtas-metragens. “A ideia da iniciativa é encontrar grandes talentos, grandes histórias populares que são parte importante da nossa história e herança na África”, explicou o diretor de conteúdo original e aquisições da Netflix na África, o nigeriano Ben Amadasun. Com inscrições abertas até 14 de novembro, o concurso premiará seis vencedores com US$ 25 mil e treinamento com profissionais da indústria, e os melhores serão disponibilizados pela Netflix em 2022. A plataforma já emplacou um sucesso do continente, a série sul-africana “Sangue e Água”, mas seu filme mais bem cotado, o senegalês “Atlantique”, não foi concebido para o streaming, e sim adquirido após vencer o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes em 2019.

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    Conversa Piada: Humoristas do Casseta & Planeta voltam à TV em programa da Cultura

    14 de outubro de 2021 /

    A TV Cultura estreia no sábado (16/10) o novo programa “Conversa Piada”, que volta a juntar na televisão boa parte do elenco do Casseta & Planeta. O programa tem produção e apresentação do quarteto Beto Silva, Claudio Manoel, Helio de La Peña e Hubert Aranha e pretende ser uma resenha com uma visão humorística dos fatos que foram notícias na semana. “Será uma conversa com humor sobre tudo o que está acontecendo no Brasil e no mundo”, enfatizou Beto, no anúncio da atração. “Éramos globais e agora somos culturais”, acrescentou Hubert, brincando com a troca da Globo, que exibia “Casseta & Planeta”, pela Cultura. Além do bate-papo entre os humoristas, o programa também terá quadros com pesquisas insólitas, memes, paródias e “entrevistas” com respostas enviadas por vídeo, entre outros. Segundo o diretor de Programação da TV Cultura, Enéas Carlos Pereira, o programa “traz de volta o componente do humor à emissora e, ao mesmo tempo, resgata a origem dos apresentadores que – antes mesmo de chegarem à televisão – despontaram para o cenário cultural brasileiro a partir da crônica bem-humorada de notícias. Vamos mostrar que humor, aqui, é coisa séria”. Com direção de Mauro Farias (“Casseta & Planeta Vai Fundo”), novas edições irão ao ar todos os sábados, sempre às 22h, e poderão ser vista na TV, no canal do YouTube da Cultura e nas contas da emissora nas redes sociais. Veja abaixo dois teasers de “Conversa Piada”, que apresentam a atração como “o programa para quem não tem programa”.

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    São Paulo acaba com distanciamento entre assentos de cinema

    14 de outubro de 2021 /

    A Prefeitura de São Paulo acabou com a necessidade de distanciamento entre os assentos de cinemas e teatros na capital paulista. A nova regra entra em vigor a partir desta sexta-feira (15/10). O maior parque exibidor de cinema do país fica na cidade de São Paulo, que agora poderá dobrar a quantidade de ingressos vendidos. Mas, mesmo com a flexibilização, o uso de máscaras e o certificado de vacinação contra covid-19 continuam em vigência. Em entrevista coletiva nesta quinta (14/10), o prefeito Ricardo Nunes também encerrou o fim da obrigatoriedade do espaçamento de um metro entre as carteiras dos alunos nas escolas a partir do dia 25 de outubro. Com a queda do número de casos e mortes causadas pela pandemia na capital, a prefeitura também cogitou acabar com a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais públicos, mas esta decisão ficou para o próximo mês. No dia 10 de novembro, será apresentado um novo estudo, que pode resultar numa possível liberação das máscaras.

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    David H. DePatie (1929–2021)

    14 de outubro de 2021 /

    O gigante das animações David Hudson DePatie morreu de causas naturais aos 91 anos, no dia 23 de setembro, mas a informação só foi publicada nesta quinta (14/10) pela revista americana Variety. Entre outros projetos, ele foi responsável pela criação de nada menos que a Pantera Cor de Rosa. O personagem foi a primeira criação do estúdio formado por DePatie em 1963, após o fechamento da Warner Bros. Cartoons, braço animado da Warner que o produtor comandava até então – e por onde lançou muitos desenhos dos “Looney Tunes”. Ele tinha acabado de se juntar ao colega Friz Freleng para fundar a DePatie-Freleng Enterprises (DFE) quando o cineasta Blake Edwards o procurou para desenvolver a abertura animada do filme “A Pantera Cor de Rosa”. O sucesso do filme de 1963 rendeu várias continuações com aberturas animadas por DePatie e Freleng, além de um contrato da DFE com a United Artists, estúdio original da franquia, para o desenvolvimento de uma série de curtas com a Pantera Cor de Rosa para o cinema. O primeiro desses curtas, “A Pantera Pinta o Sete”, venceu o Oscar em 1965. A DFE também desenvolveu a abertura animada da série “Jeannie É um Gênio” em 1965, chamando atenção dos canais de TV dos EUA. A Pantera Cor de Rosa ganhou sua própria série televisiva em 1969, que abriu as portas para inúmeras outras atrações, como “Bom-Bom e Mau-Mau”, “Grump, o Feiticeiro Trapalhão”, “As Aventuras do Doutor Dolittle”, “Missão Quase Imprevisível”, “Os Caretas”, “Os Cometas”, “Meu Amigo, O Tubarão”, a cultuada “De Volta ao Planeta dos Macacos”, baseada na franquia cinematográfica “Planeta dos Macacos”, o revival de “Mr. Magoo”, especiais de personagens infantis do Dr. Seuss, como o Grinch, o Gato de Cartola e o Lorax, e adaptações dos quadrinhos da Marvel, incluindo “O Quarteto Fantástico” e “Homem-Aranha”. Em pouco tempo, a DFE passou a disputar com a Hanna-Barbera e a Filmation o domínio da programação de desenhos animados dos EUA nos anos de 1970. Mas logo a Marvel quis ter seu próprio estúdio de animação, com o objetivo de acabar com a terceirização da produção. Ao receberem uma proposta milionária, DePatie e Freleng venderam seu negócio para a editora de quadrinhos em 1981. Freleng voltou a trabalhar com a Warner, mas DePatie continuou à frente da rebatizada Marvel Productions, produzindo desenhos como “O Incrível Hulk” e “Homem-Aranha e Seus Amigos”, até ser substituído em 1984, dois anos antes da Marvel ser vendida para a New World. Ao sair da Marvel, DePatie reviveu seu antigo estúdio para lançar “Os Filhos da Pantera Cor de Rosa”. Mas a animação não fez muito sucesso em seu lançamento em 1985, levando o produtor a optar pela aposentadoria precoce. Desde então, ele vivia dos direitos de exploração da Pantera Cor de Rosa em novos projetos. Lembre abaixo a primeira animação da Pantera Cor de Rosa, feita para o filme que iniciou a franquia em 1963.

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    Olivia Wilde faz topless no Instagram

    14 de outubro de 2021 /

    A atriz Olivia Wilde virou um dos assuntos mais comentados da noite de quarta (13/10) ao publicar uma foto topless em seu perfil no Instagram. Para evitar censura da rede social, a artista, que também é diretora de cinema e namorada do cantor Harry Styles, editou a imagem com tarjas sobre os mamilos. “Sinta-se”, escreveu na legenda, incluindo outras fotos à vontade na sequência. As imagens promoviam um produto de beleza, mas pouco gente reparou que se tratava de comercial. Os comentários foram todos para a beleza da atriz. Até hoje lembrada como a 13 de “House”, a atriz está atualmente com 37 anos. Ela já foi casada com o ator Jason Sudeikis (o “Ted Lasso”), com quem tem dois filhos. Os dois anunciaram o divórcio em novembro, dois meses antes dela assumir o namoro com Harry Styles. Wilde conheceu o cantor no set de “Don’t Worry Darling”, seu segundo filme como diretora, que só vai estrear em setembro de 2022. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Olivia Wilde (@oliviawilde)

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    Letitia Wright diz que acusação de ser antivacina é falsa

    13 de outubro de 2021 /

    A atriz Letitia Wright, que vive a princesa Shuri nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), rebateu uma reportagem recente da revista The Hollywood Reporter, que a acusou de ter postura antivacina no set de de “Black Panther: Wakanda Forever”, a continuação de “Pantera Negra”. No Instagram, a atriz escreveu: “Me entristece ter que abordar a reportagem publicada pelo Hollywood Reporter em 6 de outubro de 2021. O texto falou sobre minha conduta no set de ‘Pantera Negra 2’. Eu honestamente afirmo que aquilo foi completamente falso”. “Quem me conhece ou trabalhou comigo, sabe que trabalho duro e meu foco principal é sempre fazer um trabalho que seja impactante e inspirador”, continuou Wright. “Esse tem sido e continuará sendo meu único foco.” Apesar da negativa, desde que a reportagem foi publicada, a Disney passou a exigir vacinação para todos os atores de suas produções. Além disso, Letitia Wright já tinha adotado uma posição antivax (antivacina) em dezembro do ano passado, quando publicou nas redes sociais um vídeo de um guru negacionista que questionava a eficácia dos imunizantes contra a covid-19, tudo à base de achismos. Inundada por comentários negativos, até o ator Don Cheadle, astro de “Vingadores: Ultimato”, se manifestou, chamando o vídeo linkado de “lixo” e dizendo que iria contatar a atriz em particular. Ela apagou a publicação e, desde então, parou de se posicionar publicamente sobre o assunto. A reportagem do THR ainda afirmou que atitude criou uma crise de relacionamento entre a atriz e a Disney e levou ao rompimento de laços profissionais entre ela e a equipe que cuidava de sua carreira. As gravações da sequência de “Pantera Negra” começaram no final de junho sob a direção de Ryan Coogler, o mesmo diretor do primeiro filme. A produção traz de volta vários atores do elenco original, à exceção notável de Chadwick Boseman, que interpretou o Pantera Negra no blockbuster de 2018 e faleceu há um ano de câncer. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por letitiawright (@letitiawright)

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    Diretor de “007 – Sem Tempo Para Morrer” é acusado de abuso por figurante

    13 de outubro de 2021 /

    O diretor Cary Joji Fukunaga, que assina “007 – Sem Tempo Para Morrer”, foi acusado de abuso moral por uma figurante, que ele teria demitido em 2014, durante a 1ª temporada de “True Detective”, por se recusar a tirar a roupa. Em denúncia publicada pelo site Daily Beast, Raeden Greer diz que foi escalada para atuar na produção da HBO num pequeno papel ao lado do astro Woody Harrelson. Sem aviso prévio ou cláusula em seu contrato que especificasse nudez, ela afirma ter sido pressionada por Fukunaga para atuar com os seios à mostra e, após se recusar, foi demitida. Greer afirma que resolveu acusar o diretor após ler uma entrevista que ele deu deu ao site The Hollywood Reporter, na qual enalteceu “007 – Sem Tempo Para Morrer” por atualizar James Bond para uma era “pós-Me Too”. Na entrevista, o cineasta ainda comentou que os filmes iniciais do personagem, protagonizados por Sean Connery, o apresentavam como um estuprador. Ela ficou passada com esse discurso, pois não reflete como foi tratada no set de “True Detective”. De acordo com a atriz, sua recusa em gravar a cena de topless deu início a uma discussão de 10 minutos com o diretor, que teria tentado convencê-la a concordar com a nudez. Quando ela deixou clara sua recusa absoluta, foi enviada de volta para casa, mas não antes de ver seu papel ser entregue a uma figurante sem experiência em atuação, mas que aceitou ficar nua. Ainda segundo a atriz, ela sabia que interpretaria uma dançarina exótica na série, mas foi informada que a maioria de suas cenas aconteceriam no camarim e dada a ausência de uma cláusula de nudez no contrato, não esperava ser forçada a tirar as roupas nas gravações. Quando chegou a hora da cena, entretanto, Fukunaga insistiu para que ela ficasse com os seios à mostra. “Cary disse para mim nesse momento: ‘Todo mundo nessa série fica de topless. Todas as mulheres na série ficam de topless. Sua personagem é uma stripper, então você tem de ficar nua”. “Então si, foi degradante. Foi humilhante e me fez me sentir péssima. Assim que eu entrei no meu carro, comecei a chorar e liguei para a minha agente para saber o que tinha acontecido e ela mal podia acreditar”, adicionou Greer. “Foi devastador. Eu me senti mal”, continuou a atriz, que também atuou em papéis pequenos em “American Horror Story” e “Magic Mike XXL”. “Você não pode tratar pessoas como se tudo que elas fossem um par de peitos. Isso machuca. E agora Cary está aí falando sobre personagens femininos — é como outro tapa na cara, de novo e de novo e de novo. Sim, ele teve uma carreira ilustre; a série foi um divisor de águas para ele. E o que aconteceu comigo? Ninguém se importa”. Nem Fukunaga nem a HBO, que produziu “True Detective”, comentaram a denúncia.

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    Luísa Sonza é assaltada na noite de São Paulo

    13 de outubro de 2021 /

    A cantora Luísa Sonza foi assaltada na noite de terça (12/10) em São Paulo. Ela estava voltando de um show da banda Melim no Espaço das Américas e fazia compras em uma farmácia quando foi rendida por assaltantes. Segundo sua assessoria, ela “está bem”. Relatos do roubo indicam que Sonza teve um celular roubado. Ela estava com um segurança, que perdeu uma corrente, e amigas, que também tiveram alguns pertences levados pelos assaltantes.

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    Fabio Porchat distribuirá vale-gás para famílias carentes de São Paulo

    13 de outubro de 2021 /

    O ator e apresentador Fabio Porchat vai doar um vale-botijão gás no valor de R$ 105 para 104 famílias em situação de extrema vulnerabilidade em São Paulo. A distribuição dos vales acontecerá neste mês e em dezembro por meio da ONG Casa do Zezinho, que atua no bairro do Capão Redondo na capital paulista. O humorista, que é um dos sócios do grupo Porta dos Fundos e apresenta o “Que História É Essa, Porchat?” no canal pago GNT, é crítico contumaz do governo Bolsonaro, responsável pela volta da inflação no Brasil. Desde o início do ano, o preço do gás aumentou quase 30%.

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    William Shatner se torna primeiro astro de Hollywood e homem mais velho no espaço

    13 de outubro de 2021 /

    O ator William Shatner, intérprete do Capitão Kirk na série “Jornada nas Estrelas”, que inaugurou a franquia “Star Trek” em 1966, foi onde nenhum outro ator de Hollywood jamais esteve, ao viajar ao espaço na manhã desta quarta-feira (13/10). A decolagem ocorreu às 11h50 (horário de Brasília) em uma base espacial no oeste do estado do Texas, nos Estados Unidos, e a viagem durou 10 minutos. O “bate e volta” também garantiu ao ator o título de pessoa mais velha do mundo a viajar ao espaço. Com 90 anos, Shatner superou a piloto Wally Funk, de 82 anos, que integrou a tripulação do voo inaugural da Blue Origin, que enviou Bezos ao espaço em julho deste ano. O astro viajou na companhia de mais três tripulantes na nave New Shephard, da Blue Origin, empresa de turismo espacial do bilionário Jeff Bezos, fundador da Amazon. A NS18 é a segunda missão tripulada da Blue Origin. Junto do astro de “Star Trek”, também viajaram o cofundador do Planet Labs, Chris Boshuizen, o cofundador da Medidata, Glen de Vries, e Audrey Powers, vice-presidente de missões e operações de voo da Blue Origin. Veja abaixo o registro da decolagem. #NewShepard and the #NS18 crew headed to space this morning from Launch Site One. pic.twitter.com/gKUMRXk6IC — Blue Origin (@blueorigin) October 13, 2021

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