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Ator de “Reacher” é gravado espancando vizinho na rua

O artista se envolveu em uma confusão por andar de moto com os filhos, e o TMZ alega que ele apenas reagiu a provocações e agressões iniciais

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19 de março de 2026
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    André Gonçalves vira alvo de novo pedido de prisão

    11 de dezembro de 2021 /

    O ator André Gonçalves se tornou alvo de um novo pedido de prisão, uma semana depois da Justiça de Santa Catarina determinar sua prisão domiciliar por não pagar a pensão alimentícia da filha Valentina, de 18 anos, fruto do relacionamento com a jornalista e atriz Cynthia Benini. Agora, é sua filha mais velha quem move a ação, cobrando uma pensão mensal de R$ 6 mil. Manuela, de 23 anos, não aceitou o pagamento atrasado do acordo de R$ 20 mil oferecido por Gonçalves no último mês de outubro e agora também pede a reclusão do pai por uma dívida de R$ 109 mil, assumindo o processo que a mãe dela, a atriz Tereza Seiblitz, movia contra o ex na Justiça do Rio por alimentos atrasados. O processo tramita na 4ª Vara de Família da capital e espera a decisão do juiz. Em entrevista ao jornal O Globo, o ator, que está desempregado, criticou a rigidez da lei que prevê prisão para quem não tem condições de pagar pensão alimentícia no Brasil e falou da mágoa que sente por não ter mais um bom relacionamento com as filhas – ele está bloqueado dos contatos com elas nas redes sociais. “É cruel essa lei (pensão alimentícia) determinar a prisão em cárcere privado porque ela não resolve. Eu não tenho R$ 350 mil e nem R$ 110 mil. Eu vou preso. Então eu acho desproporcional porque como sou um trabalhador autônomo não posso pagar R$ 6 mil para um e R$ 4,5 mil para outro. Me sinto no paredão de fuzilamento. Não sou uma pessoa má. Nunca fui com eles. Um filho fazer isso com um pai. O meu advogado sabe o tamanho do meu desespero, do meu sofrimento, porque principalmente se trata de pessoas que eu tenho afeto, que eu tenho amor, que eu convivo há 20 anos, mas nos últimos cinco anos eu me sinto um foragido, achando que a qualquer momento eu serei preso, sem o direito de defesa. A gente entrou na Justiça, tentou a revisão, tentou acordo com as mães, e não foi aceito”, ele desabafou. A decisão de prisão domiciliar e uso de tornozeleira eletrônica já proferida pela Justiça de Santa Catarina se deu, segundo o ator, por uma dívida de R$ 13,5 mil cobrada em novo processo aberto por Valentina, referente a três meses de atraso na pensão de R$ 4,5 mil a que teria direito. Além desta, há uma outra ação movida por Cynthia em São Paulo que cobra mais R$ 350 mil por falta de pagamentos anteriores à filha do ex-casal, mas que ainda está em negociação. O filho Pedro, de 20 anos, do casamento com atriz Myrian Rios, é o único que tem uma boa relação com o pai. Ele recebe R$ 1 mil mensais de pensão. Apavorado pela iminente visita do oficial de Justiça que irá notificá-lo da prisão e levar a tornozeleira eletrônica que será obrigado a usar por no mínimo 60 dias na residência que compartilha com a atual esposa, a atriz Danielle Winits, André chorou 12 vezes em 2 horas de entrevista com o jornal, lamentando também a deterioração da relação com as filhas. “Elas viraram as costas para mim por dinheiro. Não quero dizer nenhum nome ruim dos meus filhos, mas eu acho que é inominável a situação que eu estou passando sem precisar passar”, disse. “Eu me sinto péssimo em pensar que eu possa parar atrás das grades, cerceado de liberdade, por causa de filho. O que me dói é que vem lá no processo ‘pedido de prisão’ e quem assina é o filho. Eles já são maiores de idade. E eu não falo isso por vitimização, mas é porque essa é a realidade que eu vivo há muito tempo. Vai ser preso, não vai ser preso”, continuou. “Eles estão me botando como vilão, os meus filhos, eu não me sinto assim, eu me sinto injustiçado, cruelmente injustiçado, me sinto como um cidadão desassistido, não sou herdeiro, não tenho salário e nem contrato fixo com ninguém, então eles me transformaram no vilão da vida deles. O Malvado Favorito deles por dinheiro. Eles levam uma vida de rico e querem que eu sustente essa vida de rico, mas isso é impossível”, acrescentou. André afirmou que as filhas acabaram com sua carreira, porque ele não pode sair de casa para trabalhar. Além disso, a iniciativa de pedirem sua prisão foi “devastadora demais” para prosseguir, mergulhando-o numa profunda depressão. “Então eu decidi parar, vou parar e encerrar a carreira. Eu não sei o que vai acontecer, sabe? Eu não vou suportar ser preso. Encerrando eu dou um novo passo na minha vida. Eu posso construir uma nova história. Não aguento mais tanta pressão por dinheiro. Eu venho com isso há cinco anos. Achando que todo dia vai ter um oficial de Justiça na minha porta, me acordando às 5h da manhã, de sobressalto. Há cinco anos eu vivo isso”, disse aos prantos. “Para você ter uma ideia a única fonte de renda nos últimos cinco, seis anos foi basicamente a série que eu fiz, ‘Impuros’. Fiz a 1ª temporada, o papel cresceu, fiz a 2ª e a 3ª. Depois fiz uma participação no filme do Edir Macedo, fiz uma novela na Record (Jesus) durante um ano. E vamos lançar um documentário e vão pensar que sou rico, mas eu recebi R$ 300 para filmar uma semana”, explicou. “Nas últimas duas semanas essa notícia da prisão virou um assunto internacional… até em Portugal já estavam divulgando. E amigos que tenho lá me fizeram convite para protagonizar dois longas, para protagonizar a Paixão de Cristo em Natal, no ano que vem, mas eu não sei o que dizer, não sei se eu posso, não sei se vou estar solto em março (quando acaba a pena de prisão original)… Esse processo está fazendo eu encerrar a minha carreira.”

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    Star+ disponibiliza íntegra da entrevista de Alec Baldwin sobre tragédia de “Rush”

    10 de dezembro de 2021 /

    A plataforma Star+ disponibilizou nesta sexta (10/12) a íntegra da polêmica entrevista de Alec Baldwin à rede ABC News, única conversa exclusiva com o ator após amorte trágica da diretora de fotografia Halyna Hutchins, atingida por uma bala disparada pelo ele no set do filme “Rust”. Num depoimento emocionado ao jornalista George Stephanopoulos, Baldwin deu detalhes do acidente, afirmando que não apertou o gatilho da arma que causou a morte da cinematógrafa. “Eu mexi no cão da arma, porque era isso que eles precisavam que eu fizesse na cena. Eu puxei e falei [para Hutchins]: ‘Está bom assim? Consegue ver?’. Quando soltei o cão, a arma disparou”, contou. Reiterando que “jamais puxaria o gatilho de qualquer arma quando ela estivesse apontada para alguém”, Baldwin disse que ficou chocado ao ver a diretora de fotografia cair no chão. Mesmo sem se considerar culpado, ele assumiu que sua carreira pode ter acabado após a tragédia. Intitulado “Alec Baldwin: Unscript”, o programa de 47 minutos foi ao ar na semana passada nos EUA, e deu muito o que falar. Com a repercussão, o ator chegou a deletar sua conta oficial no Twitter. Veja um trecho da entrevista abaixo.

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    Ator de “Empire” é considerado culpado por forjar agressão e mentir à polícia

    9 de dezembro de 2021 /

    O ator Jussie Smollett foi considerado culpado de forjar um ataque contra si mesmo e mentir para a polícia sobre ser vítima de ódio racial e homofóbico em 2019. O veredito foi revelado nesta quinta-feira (9/12), num julgamento que durou mais de nove horas. O júri, formado por seis homens e seis mulheres, considerou o ator culpado de cinco das seis acusações da promotoria. Cada uma das acusações foi relativa às diferentes vezes que ele teria mentido para a polícia sobre o ataque. Em janeiro de 2019, Smollett alegou ter sido vítima de um ataque de apoiadores do presidente americano Donald Trump, em Chicago. O ator, que é negro e gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. O caso foi marcado por contradições e, no curso da investigação, a polícia local transformou o registro de crime de preconceito em suspeita contra o próprio ator. Problemas em relação ao tratamento público da investigação chegou a fazer a promotora original desistir do processo, mas o juiz do caso, Michael Toomin, resolveu nomear um novo promotor, que retomou as investigações e, após a conclusão do levantamento de provas e testemunhos, indiciou Smollett em seis acusações relacionadas a relatos falsos à polícia. Em meio à polêmica, o ator foi demitido da série “Empire”, em que tinha um dos papéis principais. A principal descoberta da investigação foi a participação dos irmãos Ola e Avel Osundairo na agressão. Personal trainers de descendência nigeriana, eles já haviam aparecido como figurantes em “Empire” e testemunharam que o ator lhes pagou para que o atacassem, depois que a polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, chegou a apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Os advogados de Smollett também argumentaram que os irmãos atacaram o ator porque eles são homofóbicos e não gostam de “quem ele é” e que inventaram a história de que foi tudo encenado para escapar de condenação e também para chantagear o ator, dizendo não testemunhariam se Smollett pagasse US$ 1 milhão a cada um. O promotor Dan Webb disse ao júri que Smollett fez a polícia de Chicago gastar enormes recursos investigando o que se provou um crime falso: “Além de ser contra a lei, é simplesmente errado abusar de algo tão sério como um crime de ódio real”. A pena para sua condenação será anunciada em breve. O máximo previsto são três anos de prisão, mas Smollett provavelmente será colocado em liberdade condicional e condenado a prestar serviços comunitários. Sua carreira como ator e cantor, porém, pode ser considerada encerrada.

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    Alec Baldwin divulga carta da equipe de “Rust” negando relatos de set caótico

    9 de dezembro de 2021 /

    O ator Alec Baldwin compartilhou uma carta assinada por integrantes da equipe de “Rust” em defesa da produção do filme, sob escrutínio desde a morte trágica da diretora de fotografia Halyna Hutchins. Na carta postada no Instagram do ator nesta quinta-feira (9/12), profissionais envolvidos com a produção rebatem a acusação feita por outros membros da equipe de que “Rust” teria um set caótico e inseguro. Em vez disso, eles disseram que as filmagens foram feitas com a moral em alta e em condições de trabalho adequadas. “As descrições de ‘Rust’ como um local de trabalho caótico, perigoso e explorador são falsas e distraem do que mais importa: a memória de Halyna Hutchins, e a necessidade de encontrar alternativas modernas para práticas atrasadas de segurança com armas de fogo”, diz a carta, que foi assinada por 25 membros do elenco e da equipe de produção. Hutchins foi morta após o disparo acidental de uma arma manipulada por Baldwin no set das filmagens em Santa Fé, no Estado do Novo México. O revólver continha munição de verdade, que também atingiu o diretor Joel Souza no ombro. Os signatários reconheceram que “alguns membros da equipe” deixaram a produção após o tiro acidental, alterando o cronograma dos fatos. O IATSE, sindicato dos funcionários de produção, revelou que membros sindicalizados deixaram a produção cerca de seis horas antes da morte de Halyna, alegando falta de segurança nas filmagens. Os membros do IATSE observaram desde o começo que havia falhas em seguir os protocolos contra a covid-19 e pouca segurança na manipulação das armas. O jornal Los Angeles Times apurou que pelo menos um dos operadores de câmera reclamou com um gerente de produção sobre a falta de segurança em relação às armas no set. Ele fez isso após um dublê de Alec Baldwin disparar acidentalmente dois tiros com balas reais ao ser informado de que a arma estava “fria” – jargão para definir uma arma sem munição. Isto aconteceu poucos dias antes de Baldwin ouvir o mesmo sobre a arma que matou Huchins. Dois membros da equipe já abriram processos acusando Baldwin, os produtores e integrantes da equipe por negligência em relação aos protocolos de segurança no set. Já a carta divulgada pelo ator diz que “os desapontados não representam as opiniões de todos nós”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta)

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    Lina Wertmüller (1928-2021)

    9 de dezembro de 2021 /

    A cineasta italiana Lina Wertmüller, primeira mulher indicada ao Oscar de Melhor Direção, morreu na manhã desta quinta-feira (9/12) em Roma, aos 93 anos. “A Itália lamenta a partida de Lina Wertmüller, uma diretora que com sua classe e estilo incomparáveis deixou uma marca permanente em nossa cinematografia e em todo o mundo”, manifestou-se o ministro italiano da Cultura, Dario Franceschini. Agitadora desde a juventude, ela conseguiu a façanha de ser expulsa de 15 escolas católicas diferentes, antes de encontrar um meio de expressão nas artes, decidindo ainda jovem trabalhar no cinema e no teatro. Ela deu seus primeiros passos para virar cineasta com 25 anos de idade, ao conseguir o cargo de assistente de direção no musical “…e Napoli Canta!” (1953). Destacando-se na função, ela chegou a trabalhar como assistente do mestre Federico Fellini no clássico “8 1/2” (1963). No mesmo ano, escreveu e dirigiu seu primeiro longa, o drama “The Basilisks”, concebido na tradição do neorrealismo italiano. Fez depois mais duas comédias, incluindo “Não Brinque com o Mosquito” com a cantora Rita Pavone, que inaugurou sua longa e bem-sucedida parceria com o ator Giancarlo Giannini, e até um western spaghetti (“A Pistoleira de Virginia”) antes de se tornar reconhecida por suas obras iconoclastas na década de 1970. O filme da virada foi “Mimi, o Metalúrgico” (1972), que rendeu o David di Donatello (o Oscar italiano) a Giancarlo Giannini pelo papel-título, um operário comunista em fuga da máfia e em meio a um caso extraconjugal. A partir daí, Wertmüller se especializou em obras satíricas, que combinavam política, humor e sexo. Seu filme seguinte, “Amor e Anarquia” (1973), acompanhava uma conspiração de bordel contra o fascismo e rendeu outro prêmio para Giannini, desta vez no Festival de Cannes. Em 1974, ela lançou um de seus trabalhos mais populares: “Por um Destino Insólito”, em que uma socialite naufraga numa ilha com um marinheiro comunista (obviamente Giannini) e, em pouco tempo, a luta de classe se transforma em guerra de sexos. A comédia fez tanto sucesso que inspirou um remake dirigido por Guy Richie e estrelado por sua então esposa Madonna em 2002. Sua obra-prima, porém, foi “Pasqualino Sete Belezas”. O filme de 1975 acompanhava um homem comum (sim, Giannini) que opta sempre pelo caminho mais fácil, tomando decisões que o levam a situações cada vez piores em plena 2ª Guerra Mundial, até se ver submetido às vontades de uma mulher obesa no comando de um campo de concentração nazista. O filme sobre desgraças em série lhe rendeu consagração mundial e foi indicado a nada menos que quatro Oscars: Melhor Filme Estrangeiro, Ator (Giancarlo Giannini), Roteiro Original e Direção para Wertmüller. Foi a primeira vez que uma mulher disputou o Oscar de Direção, feito que só voltou a acontecer duas décadas mais tarde, quando a neozelandesa Jane Campion foi indicada por “O Piano” em 1993. Após a indicação, Wertmüller assinou um contrato com a Warner Bros para fazer quatro filmes em inglês, resultando em sua estreia na língua de Hollywood, “Dois Perdidos numa Noite de Chuva” – que apesar da mudança de idioma, continuou a trazer Giannini como ator principal, agora ao lado de Candice Bergen. Só que o filme foi um fracasso tão grande que fez a Warner romper o contrato. Ela se vingou de Hollywood juntando dois dos atores mais famosos da Itália em seu lançamento seguinte, “Amor e Ciúme” (1978), estrelado por Sophia Loren e Marcello Mastroianni. Giannini continuou a bordo como coadjuvante, mas o “rebaixamento” resultou no fim da longa parceria. Um detalhe curioso é que o título original de “Amor e Ciúme” entrou no Guinness como o mais longo da História do Cinema – em italiano, o filme foi chamado de “Un fatto di sangue nel comune di Siculiana fra due uomini per causa di una vedova. Si sospettano moventi politici. Amore-Morte-Shimmy. Lugano belle. Tarantelle. Tarallucci e vino”. Os lançamentos continuaram com “Camorra” (1985), premiado no Festival de Berlim, e “Em Noite de Lua Cheia” (1989), exibido no Festival de Veneza, que ainda mobilizaram a crítica nos anos 1980, mas “Sábado, Domingo e Segunda” (1990), com Sophia Loren, “Ninfeta Italiana” (1996), com Stefania Sandrelli, e “Ferdinando e Carolina” (1999) já não causaram o mesmo impacto. Seu último longa de ficção foi “A Casa dos Gerânios” em 2004, embora tenha continuado a realizar telefilmes e documentários, antes de se voltar exclusivamente ao teatro na última década, onde desenvolveu trabalhos até sua morte. Em 2019, ela recebeu um Oscar honorário por suas realizações, bem como uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

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    Astros de “Harry Potter” se reencontram na primeira foto do especial da HBO Max

    9 de dezembro de 2021 /

    O reencontro dos astros de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, é o destaque da primeira imagem do especial da HBO Max em comemoração aos 20 anos dos filmes. Intitulado “Harry Potter – 20 Anos de Magia: De Volta a Hogwarts”, o reencontro foi gravado no set de Londres onde o primeiro filme foi feito, e mostrará o elenco em meio aos cenários de Hogwarts. Embora os 20 anos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” tenham sido comemorados em novembro passado, “De Volta a Hogwarts” será exibido no dia 1º de janeiro na HBO Max. A plataforma de streaming tem se especializado nesse tipo de projeto, já tendo exibido com sucesso especiais de reencontro das séries “Um Maluco no Pedaço” (Fresh Prince of Bel-Air) e “Friends”. A reunião do elenco de “Harry Potter” será a primeira versão desse formato dedicada à produções cinematográficas. Além dos intérpretes de Harry, Hermione e Ron, o especial também contará com Tom Felton (Draco Malfoy), Robbie Coltrane (intérprete de Hagrid), Helena Bonham Carter (Bellatrix Lestrange), Gary Oldman (Sirius Black), Ralph Fiennes (Voldemort), Jason Isaacs (Lucius Malfoy), Imelda Staunton (Dolores Umbridge), Bonnie Wright (Ginny Weasley), Evanna Lynch (Luna Lovegood), o diretor Chris Columbus e outras estrelas dos oito filmes. Curiosamente, quem não aparece na lista de convidados do reencontro é a escritora J.K. Rowling, que se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. O motivo foi sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, em seu site pessoal e nas redes sociais. Radcliffe, Watson e Grint renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Apesar disso, a Warner continua a parceria com a escritora no desenvolvimento dos prólogos de “Harry Potter”. Escrito por ela, “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” será lançado em abril de 2022.

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    Lendário artista da DC Comics revela ter câncer terminal

    8 de dezembro de 2021 /

    O lendário artista de quadrinhos George Pérez, que desenhou alguns dos maiores clássicos da DC Comics, como o crossover “Crise nas Infinitas Terras” e a reformulação dos “Novos Titãs”, best-seller da editora, revelou nesta semana que tem de seis meses a um ano de vida, devido a um câncer de pâncreas em fase terminal. No anúncio em suas redes sociais, o artista de 67 anos também disse que planeja uma grande sessão final de autógrafos para se despedir dos fãs. “É difícil acreditar que já se passaram quase três anos desde que anunciei formalmente minha aposentadoria da produção de quadrinhos devido à minha visão deficiente e outras enfermidades causadas, principalmente, por meu diabetes. Na época, fiquei lisonjeado com a quantidade de homenagens e depoimentos que meus fãs e colegas me deram”, disse ele, em uma publicação feita em sua página no Facebook. “As palavras gentis ditas nessas ocasiões foram tão emocionantes que eu costumava brincar que ‘a única coisa que faltava nesses eventos era eu deitado em uma caixa'”, continuou. Mas o que pareceu piada antes, agora é encarada como tragédia. Isso porque, ao passar por uma cirurgia por obstrução do fígado no dia 29 de novembro, ele recebeu a confirmação de um câncer de pâncreas no estágio 3. “É impossível de ser operado e minha expectativa de vida estimada é de seis meses a um ano. Me deram a opção de quimioterapia e radioterapia, mas depois de avaliar quanto dos meus dias restantes seriam consumidos por consultas médicas, tratamentos, internações hospitalares e ainda lidar com a burocracia, muitas vezes estressante e frustrante do sistema médico, optei por deixar a natureza seguir seu curso e aproveitarei o tempo que me resta o mais plenamente possível, com minha linda esposa de mais de 40 anos, minha família, amigos e meus fãs”, afirmou ele. Ele contou que, desde que recebeu o diagnóstico e prognóstico, tem recebido muito amor, apoio e ajuda, tanto prática quanto emocional, das pessoas mais próximas. “Eles me deram paz”, contou o artista. Perez disse que já deixou seus negócios em ordem e agora quer se despedir dos fãs. “Ainda posso assinar meu nome, e espero coordenar uma última sessão de autógrafos em massa para ajudar a tornar minha passagem um pouco mais fácil”, confessou. Ele também espera poder fazer uma última aparição pública para que possa ser fotografado com o maior número possível de fãs, com a condição de abraçar cada um deles. “Eu só quero ser capaz de dizer adeus com sorrisos e também com lágrimas”, disse o quadrinista. “Eu sei que muitos de vocês terão perguntas ou comentários para fazer, e em vez da especulação e da falta de comunicação bem-intencionada, potencialmente prejudicial, voltarei à arena da mídia social, iniciando uma nova conta no Facebook, onde fãs e amigos podem se comunicar comigo ou com meu representante para atualizações e esclarecimentos”, acrescentou. “É muito edificante saber que você levou uma vida boa, que trouxe alegria para tantas vidas e que deixará este mundo um lugar melhor porque fez parte dele”, finalizou. A parceria de Perez com o roteirista Marv Wolfman na década de 1980 é uma das mais famosas dos quadrinhos americanos e especialmente por “Crise nas Infinitas Terras” continua a influenciar histórias atuais. A trama clássica inspirou um crossover do Arrowverso na televisão. E sua revolução na antiga “Turma Titã” foi o ponto de partida da série “Titãs”. Perez também marcou os quadrinhos da “Mulher-Maravilha” e do “Superman”, tanto como artista quanto como roteirista, criou a armadura agora tradicional do vilão Lex Luthor e também desenhou os “Vingadores”, na Marvel. Sua última criação foi “Sirens”, uma publicação independente da editora BOOM! Studios, lançada em 2014.

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    Marilyn Manson é acusado de ameaçar filho de Evan Rachel Wood

    6 de dezembro de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson é acusado pela atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) de ameaçar seu filho de 8 anos de idade — fruto do relacionamento dela com o ator Jamie Bell. A informação foi publicada pelo jornal britânico Daily Mail. De acordo com o tabloide, as ameaças ocorreram neste ano, logo após a atriz denunciar o cantor por abuso e agressão sexual. Por essa razão, Wood instalou janelas à prova de balas, uma porta de aço e uma cerca de segurança ao redor de sua casa em Los Angeles, nos Estados Unidos. “Tenho muito medo do alegado criminoso”, afirmou Evan em documentos legais obtidos pelo Daily Mail. “Eu sofri graves lesões físicas e emocionais traumáticas em suas mãos e temo que ele busque retaliação contra mim por testemunhar, prejudicando a mim, nosso filho e membros de minha família”, completou a atriz sobre Manson. As ameaças seriam relacionadas ao julgamento de processos contra o cantor, que contarão com testemunho de atriz. “Em minha experiência, o alegado criminoso sempre foi muito retaliatório e deixou claro que iria arruinar minha vida”, ela explicou. Evan Rachel Wood foi a primeira mulher a acusar Marilyn Manson de abuso sexual. Em fevereiro deste ano, ela usou seu perfil nas redes sociais para denuncar o cantor, com quem namorou de 2006 a 2010. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”, escreveu. Isto abriu caminho para várias outras denúncias. Logo depois, a atriz Esmé Bianco (“Game of Thrones”) revelou que foi drogada, esfaqueada, perseguida com um machado e estuprada por Manson. Esmé Bianco, a modelo Ashley Morgan Smithline e a ex-assistente do cantor, Ashley Walters, deram entrada em processos contra o cantor.

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    Octavia Spencer diz que sua casa tem um fantasma famoso

    6 de dezembro de 2021 /

    A atriz Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) revelou no programa “Ellen DeGeneres Show” que mora com um fantasma famoso. Segundo a atriz, sua casa é “assombrada” por uma antiga estrela de Hollywood. “Cresci assistindo westerns e comprei esta casa, que pertencia a um cara que fazia westerns, então devo ser fã dele”, explicou Spencer, sem revelar o nome do antigo morador, que supostamente continua ocupando a residência. Talvez o fantasma saiba que ela é fã, porque Spencer contou que seu espírito é muito mais amigável do que assustador. “Meu fantasma poderia me assombrar, mas ele não me assombra. Temos limites”, afirmou, acrescentando que passou a confiar nele como uma espécie de “segurança espiritual” de sua residência. “Eu o amo porque ele meio que separa as pessoas más que não deveriam estar lá. Ele os expulsa. Se eles ficarem na minha casa, não vão querer voltar. E é assim que sei que eles não pertencem àquele lugar. E é assim que me sinto a respeito.” A casa em que Octavia Spencer mora é uma mansão construída em 1927 em Toluca Lake, região que já foi ocupada por muitos astros durante a era de ouro de Hollywood. Moravam lá, por exemplo, Bob Hope, Bette Davis, W. C. Fields, Dorothy Lamour, Bing Crosby, Frank Sinatra e William Holden, que, por sinal, fez um punhado de westerns clássicos enquanto residia no local. Ela comprou a mansão em 2013 por U$ 841 mil — o equivalente a R$ 4,7 milhões, de acordo com a cotação atual do dólar. Veja abaixo a entrevista em que a atriz fala de seu fantasma camarada.

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    Ridley Scott manda jornalista se “f*der” em entrevista

    6 de dezembro de 2021 /

    Um vídeo que se tornou viral no fim de semana, ao aparecer no Twitter, revelou que o diretor de cinema Ridley Scott não tem mais idade para dar entrevistas. O veterano cineasta de 84 anos mandou um jornalista russo se “f*der” durante uma entrevista por teleconferência, ao ouvir um elogio a “O Último Duelo”, que ele considerou ofensa a seus trabalhos anteriores. O jornalista Anton Vladimirovich Dolin disse, em tom elogioso, considerar que “O Último Duelo” possuía maior precisão histórica que filmes anteriores do diretor, como “Cruzada” (2005) e “Robin Hood” (2010) – que receberam críticas negativas em todo o mundo. Mas antes que pudesse completar o comentário, começou a ouvir o cineasta disparar “Vá se f*der” várias vezes. Nas últimas semanas, Scott tem sido notícia por declarações polêmicas, em que já vinha baixando o nível. Entre outras coisas, ele declarou que o fracasso de bilheterias de “O Último Duelo” era “culpa” da geração millennial “e seus celulares f*didos”, e que a família Gucci, que reclamou das invenções históricas e do elenco de “Casa Gucci” “deveria se considerar f*didamente sortuda” por contar com Al Pacino como intérprete de seu ancestral. Os herdeiros da Gucci querem ir à Justiça contra o cineasta. Thank you, Sir Ridley, for the ultimate answer to any and all people measuring "realism" and "historical accuracy" in period films. That's one for the books. pic.twitter.com/35JLcGsa0g — Ilya Glazkov (@IlGlaz) December 3, 2021

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    Martha De Laurentiis (1954–2021)

    6 de dezembro de 2021 /

    A produtora Martha De Laurentiis, responsável pelos filmes e séries com o personagem Hannibal Lecter, morreu no domingo (512) em sua casa, aos 67 anos, após uma longa batalha contra um câncer cerebral. Ela era viúva do famoso produtor Dino De Laurentiis (“Barbarela”, “King Kong”), com quem teve duas filhas, Carolyna De Laurentiis e Dina De Laurentiis. Dina divulgou um comunicado no domingo após a morte de sua mãe. “Minha mãe era uma alma calorosa, generosa e otimista – meu pai sempre se referia a ela como sua ‘luz do sol’ – e uma protetora feroz”, disse ela. “Uma esposa, mãe e avó preciosas e uma amiga que tocou a tantos, assim como uma provedora – e protetora – de pessoas criativas nos filmes e na televisão que ela amava. Ela colocava a família em primeiro lugar, mas levantava todas as manhãs apaixonada por ampliar o legado de meu pai e continuar a forjar o seu próprio. Sua bondade, inteligência e graça continuarão a nos inspirar.” Nascida Martha Schumacher em 10 de julho de 1954, ela foi coroada a Miss Júnior de Ohio em 1972, chegando a trabalhar brevemente como modelo em Nova York antes de seguir sua paixão no cinema, integrando a contabilidade dos filmes cultuados “Os Selvagens da Noite” (1979) e “Lobos” (1981). Ela se juntou à empresa de Dino De Laurentiis como contadora assistente durante o filme “Na Época do Ragtime” (1981), de Milos Forman, e foi promovia a assistente de produção durante a adaptação de “Chamas da Vingança” (1984), de Stephen King. O terror estrelado por Drew Barrymore também deu início a sua longa parceria de produção com Dino. O sucesso de “Chamas da Vingança” fez Martha crescer na empresa e se especializar em obras de Stephen King, de quem produziu “Olhos de Gato” (1985), “A Hora do Lobisomem” (1985) e “Comboio do Terror” (1986). Na época, Dino construiu o que hoje é o Screen Gems Studios em Wilmington, na Carolina do Norte, onde foram realizados vários longas de sua empresa, desde fracassos gigantescos como “King Kong 2” (1986) até hits inesperados como “Uma Janela Suspeita” (1987), ambos produzidos por Martha. O casal oficializou seu relacionamento em 1990. Eles não apenas se casaram como formaram uma sociedade profissional com o lançamento da produtora De Laurentiis Co., que emplacou vários sucessos. A lista inclui “Hannibal” (2001), “Dragão Vermelho” (2002) e “Hannibal, a Origem do Mal” (2007), adaptações da obra literária de Richard Harris, que serviram como continuação e prólogos de “O Silêncio dos Inocentes” (1991). Após a morte de Dino em 2010, Martha continuou como chefe da De Laurentiis Co, por onde desenvolveu a série “Hannibal”, que trouxe Mads Mikkelsen como o serial killer Hannibal Lecter ao longo de três temporadas elogiadíssimas. Entre seus últimos trabalhos estão o filme “Ártico” (2018) na Netflix, também estrelado por Mikkelsen, e o desenvolvimento do remake de “Chamas da Vingança”, atualmente em pós-produção para uma estreia em 2022.

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    Mila Moreira (1949–2021)

    6 de dezembro de 2021 /

    Mila Moreira, uma das primeiras modelos a virar atriz no Brasil, morreu na madrugada desta segunda (6/12), na emergência do hospital CopaStar, no Rio, após sofrer uma gastroenterite em Paraty. Ela começou a carreira de modelo aos 14 anos, quando venceu o concurso Miss Luzes da Cidade, organizado pelo jornal Última Hora. Logo depois, foi contratada pela Rhodia e se tornou uma estrela dos eventos de moda feitos para promover os fios sintéticos da empresa. A carreira não a impediu de continuar os estudos e ela se formou Psicologia. Ser modelo também a colocou na TV, como jurada no programa do apresentador Chacrinha nos anos 1970. Sua desenvoltura chamou atenção e Mila acabou convidada para fazer novelas. Foram dezenas, a partir de “Marron Glacê”, em 1979, em que viveu a responsável pelo bufê que dava nome à produção. “Quando virei atriz, todo mundo criticava. Houve muito preconceito dos colegas. Achavam que eu era caso do Cassiano [Gabus Mendes, autor da novela]”, ela contou em entrevista à Folha de S. Paulo há cinco anos. Na verdade, ela tinha uma relação com Cassiano Gabus Mendes, mas de grande amizade, já que foi casada nos anos 1970 com o ator Luis Gustavo, cunhado do autor. Ela se separou de Luis Gustavo antes de virar atriz, mas nunca perdeu a amizade, chegando a contracenar com o ex em vários trabalhos de Gabus Mendes. Assim, acabou se tornando parte da família de atores favoritos do escritor, que a incluiu em praticamente todas suas novelas, geralmente em papéis de mulheres ricas, de grande classe. Mila saiu de “Marron Glacê” direto para “Plumas e Paetês” (1981), “Elas por Elas” (1982) e a série derivada “As Aventuras de Mário Fofoca” (1982), chegando até a fazer uma participação como ela mesma na novela “Ti Ti Ti” (1985), sobre o mundo da moda. A parceria seguiu por uma década, com “Champagne” (1983), “Que Rei Sou Eu?” (1989), “Meu Bem, Meu Mal” (1990) e “O Mapa da Mina” (1993), até a morte de Cassiano naquele ano. A atriz ainda participou de dois remakes póstumos do velho amigo: “Anjo Mau” em 1997 e “Ti Ti Ti” em 2010. Os trabalhos com Cassiano a fizeram ser reconhecida como atriz e ela não teve problemas em continuar a carreira, trabalhando com vários autores consagrados, como Gilberto Braga, com quem fez “Corpo a Corpo” (1984), “Paraíso Tropical” (2007) e a minissérie “Anos Rebeldes” (1992), Daniel Más em “Bambolê” (1987), Sílvio de Abreu, no fenômeno de audiência “A Próxima Vítima” (1995), Aguinaldo Silva em “A Indomada” (1997), Carlos Lombardi em “O Quinto dos Infernos” (2002), Ana Maria Moretzsohn em “Sabor da Paixão” (2003), Walther Negrão em “Como uma Onda” (2005), Manoel Carlos em “Viver a Vida” (2009), Alcides Nogueira em “Ciranda de Pedra” (2008) e o remake de “O Astro” (2011). Ela demorou, porém, a firmar uma segunda parceria tão forte como tinha com Cassiano. Isto só foi acontecer no final de sua carreira, com Maria Adelaide Amaral, de quem gravou as minisséries “Os Maias” (2001) e “JK” (2006), além das novelas “Um Só Coração” (2004), “Queridos Amigos” (2008), “Sangue Bom” (2013) e “A Lei do Amor” (2016), seu último trabalho na Globo. Na época, deu uma entrevista ao jornal O Globo, em que lamentou ainda ser chamada de ex-modelo. “Sabe há quanto tempo não piso numa passarela? 37 anos! Fui modelo durante 11, 12 anos e tenho que carregar isso para o resto da vida”, reclamou. Os 37 anos citados correspondem a sua carreira de atriz, em que fez praticamente uma novela atrás da outra. Tanto trabalho lhe deixou pouco tempo livro para se aventurar por outros meios de expressão. Ainda assim, encaixou três filmes, todos sucessos de bilheteria da década de 1980: “Os Saltimbancos Trapalhões” (1981), de J.B. Tanko, “Aguenta Coração” (1984), de Reginaldo Faria, e “Dias Melhores Virão” (1989), de Cacá Diegues.

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    Vídeo mostra teste de Ed Sheeran para versão britânica de “La Casa de Papel”

    4 de dezembro de 2021 /

    Depois de aparecer em “Alerta Vermelho”, Ed Sheeran está em campanha para participar de outra atração da Netflix. Um vídeo divertido mostra o cantor fazendo teste para entrar na versão britânica de “La Casa de Papel”. Divulgado nas redes sociais da série, o vídeo traz Sheeran tentando o papel de Glasgow na nova versão – mas pede para o personagem ser rebatizado como Ipswich, uma cidadezinha inglesa onde ele cresceu. Ele também faz teste para viver o Professor e canta algumas canções ao violão como sugestões para a trilha da série. Ao final, recebe uma ligação de Álvaro Morte, o verdadeiro Professor, que se interessou por sua ideia para o remake – roubar o Palácio de Buckingham, residência oficial da Rainha da Inglaterra – e, como seu famoso personagem, lhe oferece uma parceria no assalto. Apesar da brincadeira, “La Casa de Papel” vai mesmo ganhar um remake internacional, mas não no Reino Unido. A produção será refeita na Coréia do Sul e já confirmou o ator Park Hae-soo, um dos protagonistas da trama de “Round 6”, no papel de Berlim. Já o sucesso original espanhol que conquistou o mundo chegou oficialmente ao fim na sexta (3/12), com o lançamento dos cinco capítulos finais da série criada por Álex Pina no catálogo da plataforma de streaming. Bienvenido a la Resistencia, Ed Sheeran.Welcome to the Resistance, Ed Sheeran.#LCDP5 #MoneyHeist pic.twitter.com/fAbVEMICd8 — La Casa de Papel (@lacasadepapel) December 1, 2021

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