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Filhos de Perez Hilton deixaram casa antes de crise transmitida ao vivo

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6 de agosto de 2026
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Irmã de Shawn Mendes diz que Brasil pode ser seu “futuro lar”

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5 de agosto de 2026
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Bruna Marquezine responde declaração de Shawn Mendes

Atriz retribuiu o “eu te amo” após cantor assumir publicamente o romance em mensagem de aniversário

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5 de agosto de 2026
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    Anne Heche ficou presa em meio à chamas por 45 minutos

    2 de setembro de 2022 /

    A atriz Anne Heche (“Jogando com Prazer”) ficou presa por cerca de 45 minutos dentro do seu carro em chamas, durante o acidente do dia 5 de agosto em que o veículo que dirigia bateu em uma casa e pegou fogo na área de Mar Vista, em Los Angeles. A informação foi apurada pela emissora de notícias NBC4, que teve acesso às gravações de áudio feitas pelo Departamento de Bombeiros de Los Angeles na ocasião. De acordo com as gravações, os bombeiros não conseguiram chegar ao carro de Heche por pelo menos 20 minutos devido ao incêndio, e levaram mais de 20 minutos para conseguir retirar o veículo de dentro da casa em chamas. Só depois a atriz foi levada a uma ambulância. “Dadas as condições pesadas de fogo e fumaça, você não podia ver claramente o veículo ou nem era capaz de acessá-lo”, disse o chefe dos Bombeiros de Los Angeles, Richard Fields. Graças às gravações, emissora conseguiu construir uma linha do tempo do resgate, que começou às 23h01, quando os bombeiros chegaram ao local do acidente e, momentos depois, confirmaram que havia “uma pessoa presa dentro veículo”. Sete minutos depois, às 23:07, os bombeiros confirmaram que não havia outras vítimas dentro da casa. Outros 15 minutos se passaram, quando um dos comandantes pediu confirmação do caso. “Deixe-me esclarecer isso, então – você tem um paciente no carro?”, ele perguntou, às 23h22. Três minutos depois, o corpo de Heche foi localizado no veículo. “Identificamos um paciente, inacessível no momento e pressionado contra o assoalho!”, disse o socorrista Por volta das 23:49, Heche foi retirada dos destroços. “Temos um paciente no automóvel, sendo avaliado, prestes a ser carregado na maca para transporte”, disse um bombeiro na gravação. Heche foi transportada para o Centro Médico Ronald Reagan e depois transferida para o Centro de Queimaduras Grossman, do Hospital West Hills, para atendimento especializado. Ela morreu uma semana depois devido à inalação de fumaça e lesões térmicas, de acordo com o médico legista do condado de Los Angeles.

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    Justiça considera Sílvio Santos misógino pela segunda vez, em vitória de Rachel Sheherazade

    2 de setembro de 2022 /

    A jornalista Rachel Sheherazade teve nova vitória na Justiça na ação que move contra contra o SBT e Sílvio Santos, desta vez em segunda instância. A sentença ratificou a decisão da primeira instância, que tinha determinado uma indenização de R$ 500 mil por direitos trabalhistas e também danos morais por conta de um comentário de Silvio Santos, além de criticar o “comportamento claramente misógino” do apresentador. Os magistrados da 14ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho e a relatora Raquel Gabbai de Oliveira se manifestaram de forma unanimidade a favor da sentença original. “Aconteceu, está gravado, o Brasil inteiro assistiu e ela foi exposta a uma situação realmente muito constrangedora por ocasião da entrega do prêmio do Troféu Imprensa. E então está a merecer sim uma indenização”, argumentou o desembargador Davi Furtado Meirelles na ação. Protocolada em 11 de março, na 3ª Vara do Trabalho de Osasco (SP), onde o SBT é sediado, a ação cita a cerimônia do Troféu Imprensa realizada em 9 de abril de 2017, quando Sheherazade subiu ao palco para receber o Troféu Internet de melhor apresentadora de telejornal, que ela havia conquistado em 2016, quando foi humilhada por Silvio Santos. “Eu te chamei para você continuar com a sua beleza, com a sua voz, foi para ler as notícias, e não dar a sua opinião. Se quiser falar sobre política, compre uma estação de TV e faça por sua própria conta”, disse Sílvio Santos na ocasião. O caso ainda cabe recurso e o SBT informou que vai recorrer. Veja abaixo a declaração de Sílvio Santos que motivou o processo após a demissão da jornalista.

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    Lars von Trier vai pausar carreira para tratar Parkinson

    1 de setembro de 2022 /

    O cineasta dinamarquês Lars von Trier contou nesta quinta-feira (1/9), por videochamada durante o Festival de Veneza, que está se sentindo bem depois de ser diagnosticado com Parkinson, mas reconheceu que levará tempo para se acostumar com os tremores causados pela doença. Por isso, pretende pausar a carreira para se tratar. “Acho que estou indo bem, mas o tremor levará algum tempo para enfrentar”, disse o diretor de 66 anos. “Me sinto um pouco mais estúpido do que costumava ser, então isso diz muito.” Ele participou remotamente da première mundial de sua nova série sobrenatural, “The Kingdom Exodus”, considerada a 3ª temporada de “O Reino” (The Kingdom), produção de terror que ele realizou nos anos 1990. Na entrevista coletiva, disse que, depois desse lançamento, vai dar um tempo para se dedicar ao tratamento, antes de retornar às câmeras. “Vou fazer uma pequena pausa e descobrir o que fazer. Mas eu certamente espero que minha condição melhore. É uma doença que você não pode curar, mas pode trabalhar sobre os sintomas”, explicou “Eu só tenho que me acostumar com isso e não passar vergonha na frente das pessoas. E depois continuar, porque o que mais posso fazer?”, acrescentou. “The Kingdom Exodus” foi exibida no Festival de Veneza como um filme de cinco horas, e será lançada em cinco episódios em duas plataformas de streaming: a Viaplay na Escandinávia e na MUBI no resto do mundo. Ambientada em um hospital construído em cima das antigas lagoas de branqueamento (cheias de químicas da indústria têxtil) em Copenhague, onde o mal se enraizou, a série teve as primeiras temporadas exibidas em 1994 e 1997, e o desfecho vai contar a história de uma sonâmbula chamada Karen (interpretada por Bodil Jørgensen, de “Tempos de Escuridão”) que busca respostas para questões não resolvidas que possam impedir o hospital de cair em ruínas. O elenco ainda conta com Lars Mikkelsen (“House of Cards”), Nikolaj Lie Kaas (“Britannia”), Mikael Persbrandt (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”), Ghita Nørby (“Toscana”), Nicolas Bro (“Loucos Por Justiça”), Søren Pilmark (“Atlantic Crossing”), Peter Mygind (“Borgen”), Udo Kier (“Bacurau”) e Tuva Novotny (“O Último Destino”), além de uma participação especial de Alexander Skarsgård (“O Homem do Norte”). Lars von Trier dirigiu todos os episódios e continuou a trabalhar na pós-produção de “The Kingdom Exodus” mesmo depois de ser diagnosticado com Parkinson.

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    J.K. Rowling cria nova polêmica com livro que busca culpar canceladores por assassinato

    1 de setembro de 2022 /

    A escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, criou nova polêmica nas livrarias. Seu segundo livro consecutivo a mirar ativistas transexuais, “The Ink Black Heart”, gira em torno do assassinato de uma artista cancelada por transfobia. Lançado na terça (30/8) nos EUA, a obra é um novo livro de mistério do personagem Cormoran Strike, que Rowling escreve sob o pseudônimo Robert Galbraith. Na trama, Strike investiga a morte de Edie Ledwell, uma criadora de um cartoon popular que é chamada de racista, transfóbica e capacitista nas redes sociais após fazer uma piada sobre uma minhoca intersexo. Ela recebe ameaças e vai à polícia, que nega ajuda. Depois, é encontrada morta. Embora seja evidente a relação entre as críticas sofridas pela personagem e o que acontece com a própria escritora, desde que começou a militar contra transexuais em 2019, Rowling diz que qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência. Numa entrevista ao programa do jornalista Graham Norton, ela jurou que escreveu “The Ink Black Heart” antes de ser acusada de transfobia. “Eu escrevi o livro antes de certas coisas acontecerem comigo na internet. Eu disse ao meu marido: ‘Eu acho que todo mundo vai ver isso como uma resposta ao que aconteceu comigo’, mas genuinamente não é”, disse a autora. Na entrevista, J.K. Rowling afirma que teve a ideia para a história cerca de três anos atrás – o que coincide exatamente com a data de quando ela começou a defender pontos de vistas transfóbicos e ser execrada por ex-fãs e até integrantes dos filmes de “Harry Potter”. Em sua crítica, a revista Rolling Stone afirmou que Rowling “tem um objetivo claro em focar nos ‘guerreiros da justiça social’ e sugere que Ledwell foi vítima de uma campanha de ódio magistralmente tramada e politicamente alimentada contra ela”. “The Ink Black Heart” é o sexto volume na série de romances policiais de J.K. Rowling e deve ser lançado no Brasil até o fim do ano pela editora Rocco. No quinto livro, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), a escritora já tinha dado vazão a seus devaneios contra transexuais, criando um assassino em série — um homem cis — que vestia roupas femininas para matar mulheres. Antes de lançar este livro, ela se declarou preocupada com a chance de transexuais abusarem sexualmente de mulheres cisgênero em banheiros. De acordo com a avaliação de Jake Kerridge, crítico do jornal britânico The Telegaph, o livro reforçava essa mensagem com a seguinte moral da história: “nunca confie em um homem de vestido”. Rowling assina essa coleção de livros de crimes como Robert Galbraith, que era o nome de um psiquiatra norte-americano famoso por experimentar, na década de 1950, a terapia de conversão sexual. O verdadeiro Galbraith chegou a afirmar ter convertido com sucesso um paciente homossexual.

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    Produtor de “Scrubs” teria abusado de mulheres por mais de duas décadas

    1 de setembro de 2022 /

    O produtor e roteirista Eric Weinberg, responsável por séries de sucesso como “Scrubs” e “Californication”, teria abusados de diversas mulheres ao longo de mais de 20 anos. É isso que aponta o site da revista The Hollywood Reporter, que fez uma reportagem sobre o passado sórdido do produtor e entrevistou cerca de 30 mulheres que relataram seus encontros com Weinberg. Weinberg foi preso em 14 de julho por mais de 20 acusações de agressão sexual, incluindo estupro. Atualmente ele está em liberdade, depois de ter pago uma fiança de US$ 3,25 milhões. Nas entrevistas do Hollywood Reporter, as vítimas afirmam que o produtor as abordava na rua, exibia suas credenciais como produtor de séries de sucesso, e as convencia a posar enquanto ele tirava fotos. Ao menos duas das mulheres fotografadas eram menores de idade na época, sendo que uma era colega de escola dos filhos de Weinberg. O produtor também usava aplicativos de namoro para conhecer mulheres e depois abusar delas. As acusações vão de 2000 até 2021. Claire Wilson, uma artista de Los Angeles, alegou que foi agredida por Weinberg e, em 2020, ela postou um aviso para outras mulheres da região em um grupo privado no Facebook. “Estou entrando em contato para ver se alguma outra mulher encontrou esse homem Eric Weinberg. Eu o conheci em um aplicativo de namoro e, embora a noite tenha começado de forma consensual, mais tarde ele violou meu consentimento várias vezes e me forçou a fazer coisas que eu não queria”, escreveu Wilson. “Quero saber se mais alguém teve alguma experiência com ele. Ele é um roteirista e produtor proeminente e eu fico doente só de pensar que provavelmente faz isso o tempo todo.” Mais tarde naquele ano, a esposa de Weinberg, Hilary Bidwell, também encontrou o grupo no Facebook. Ela ficou sabendo da postagem de Wilson depois de pesquisar no Google por “agressão sexual de Eric Weinberg”. A mulher de Weinberg ligou para Wilson e pediu que ela lhe contasse tudo. Na ocasião, Wilson respondeu: “Você tem certeza? É muita coisa”. Bidwell pediu divórcio de Weinberg três vezes ao longo das duas décadas em que os dois foram casados. A gota d’água foi em 2020, quando ela descobriu que ele mantinha um registro das mulheres alvos, no qual rastreava as suas rotinas e fazia descrições de onde poderia encontrá-las. Registros judiciais da batalha pela custódia dos filhos também revelam que Weinberg apresentava um “comportamento impulsivo, violento e de alto risco” com o filho mais velho. Em 2014, várias mulheres apresentaram alegações à polícia de Los Angeles, mas foram informadas de que não havia provas suficientes para investigar as alegações. Mas mesmo quando haviam evidências, o caso não ia adiante. Segundo apurou o Hollywood Reporter, em pelo menos dois casos a polícia de Los Angeles acreditava que havia evidências suficientes para acusar Weinberg, mas o Gabinete do Procurador Distrital de Los Angeles se recusou a processá-lo. A atriz Azure Parsons (“Salem”), que conheceu Weinberg quando ele era o showrunner da série “Death Valley”, disse ao site que ele a assediou sexualmente durante toda a série. Anos depois, ele a abordou na rua e disse que adoraria fotografá-la. Parsons gritou para ele: “Você está brincando comigo?” Nisso, Weinberg ficou irritado e “agarrou o meu braço e tentou me puxar para dentro do carro dele”. Ela escapou e correu, chamando seu empresário e depois a polícia, que não seguiu adiante com a investigação do caso. Um detetive envolvido na investigação afirmou que mesmo com todas as acusações contra o produtor, “nós não arranhamos a superfície”. Segundo ele, “é impressionante a quantidade de novas mulheres que se apresentaram.” Weinberg chegou a fazer cursos de controle da raiva e terapia para viciados em sexo. “Não vou dizer que tudo o que digo ou faço é perfeito. Eu não sou perfeito. Eu sei disso. Estou tentando o meu melhor. Estou tentando o meu melhor com todo tipo de terapia que possa fazer para ter certeza de que tomo todas as decisões certas na vida”, disse ele numa entrevista anterior. A advogada de Weinberg, Karen Silver, emitiu uma declaração sobre as dezenas de acusações de agressão. “Como infelizmente vimos nos dias de hoje, mais e mais vezes, uma disputa de custódia fortemente litigiosa e amarga deu origem a alegações criminais estrategicamente colocadas. Essas alegações foram investigadas e revisadas anteriormente pela polícia e pelo tribunal de família de Los Angeles e os resultados continuaram a revelar uma infinidade de evidências, documentação e análise de especialistas que minam totalmente a narrativa que está sendo divulgada”, afirmou ela. “Embora o próprio Weinberg esteja impedido de comentar sobre qualquer aspecto deste litígio devido a ordens judiciais, regras de direito de família e no melhor interesse de seus filhos menores, ele continuará cooperando por meio de advogados em todos os aspectos desta investigação e, se necessário, abordará essas alegações no único fórum que deve importar – um tribunal público.”

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    Isabel Fillardis comemora superação de doença dermatológica rara

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz Isabel Fillardis, de 49 anos, celebrou nesta quinta (1/9) o fato de ter se curado de uma doença dermatológica rara, chamada Líquen Plano Pigmentoso, que causa lesões hiperpigmentadas na pele. “Estava agora na minha rotina diária”, iniciou ela, emocionada, num vídeo publicado no Instagram. “Periodicamente mando fotos do meu rosto para a minha dermatologista. Mandei uma foto falando ‘Bom dia com uma pele apenas com filtro solar com cor.’ E fui olhar a foto e percebi que estava só com um filtro solar com cor. E isso para quem sofreu um Líquen Plano Pigmentoso, uma doença rara, de difícil diagnóstico…” A artista disse que passou por diversos profissionais durante três anos tentando descobrir o diagnóstico. “Ouvi de médicos que alguns não sabiam o que eu tinha, de outros que eu não iria ficar curada, que não iria melhorar. Então queria falar sobre acreditar, ter fé e ser persistente”, relatou. “Estou muito emocionada fazendo esse vídeo porque olho para a minha pele apenas com filtro com cor e lembro de tudo que vivi, passei, e valeu a pena. É esforço, dedicação e disciplina mútuos porque de um lado tem a doutora dizendo para você o que fazer e tem a sua parte, seu empenho”, apontou ela. “Não foi fácil no início. Mas eu sou muito grata porque para uma pessoa como eu, uma comunicadora, uma artista, poder recuperar sua imagem como vocês estão vendo aqui, agora, é algo de grande valor. Então quero dizer para você: por mais duro que seja o que você está passando, não desista. Ouça a primeira opinião, a segunda, a terceira, até você encontrar a que pega na sua mão e fala ‘vamos juntos que vamos conseguir'”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Isabel Fillardis (@fillardis)

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    Ashley Judd desabafa contra ação da polícia no dia da morte de sua mãe

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz Ashley Judd (“Risco Duplo”) escreveu um artigo em tom de desabafo para o jornal New York Times sobre a morte de sua mãe, a famosa cantora country Naomi Judd, que se suicidou com uma arma de fogo no fim de abril. Ashley contou ter encontrado sua mãe ainda com vida e a abraçou antes dela falecer. “Foi o dia mais destruidor da minha vida”, disse a atriz. “O trauma de ter encontrado e, então, segurado seu corpo que ainda tremia, assombra minhas noites”, descreveu. Naomi cometeu suicídio após muitos anos travando uma batalha com sua saúde mental. Ashley, no entanto, teve medo de ser considerada culpada pela morte, pois policiais chegaram na cena do falecimento e começaram a interrogá-la. Segundo a atriz, ela se sentiu “encurralada e impotente” com as perguntas dos policiais. Ela explicou que decidiu escrever o artigo como um apelo por privacidade, que lhe foi negada pelas autoridades policiais, indicando ser necessário que os procedimentos em caso de suicídio fossem alterados para que as pessoas não tenham que sofrer com a polícia como ela sofreu. A atriz teve que dar quatro depoimentos diferentes para as autoridades no dia da morte de sua mãe. “Eu queria estar confortando-a, falando que ela já iria ver meu pai e seu irmão mais novo enquanto ela ‘voltava para casa’, como dizemos em Appalachia”, disse Ashley no artigo. Ela continuou: “No entanto, sem ter indicação alguma de ter escolha sobre quando, onde e como participar, comecei uma série de entrevistas que pareciam obrigatórias e impostas a mim, que me afastaram do momento precioso do fim da vida da minha mãe”. Segundo Ashley, os representantes da polícia a colocaram como uma possível suspeita da morte de sua mãe. “Os homens que estavam lá presentes nos fizeram sentir que não havia nenhum limite de sensibilidade, interrogadas e, no meu caso, colocada como uma possível suspeita no suicídio de minha mãe”, lamentou. “A polícia estava simplesmente seguindo procedimentos terríveis e desatualizados, e métodos de interação com membros da família que estão em choque ou trauma”, escreveu Ashley. Ela também faz comparações com o trauma que Vanessa Bryant passou depois que os socorristas tiraram fotos da cena da morte do seu marido Kobe Bryant e da filha Gianna. “Deve haver melhores maneiras de proteger a privacidade das vítimas e sua saúde emocional durante eventos chocantes”. “Não sei se conseguiremos ter a privacidade que merecemos… Mas sei que não estamos sozinhos”, disse ela sobre o que lhe aconteceu. “As pessoas não deveriam ter que compartilhar suas feridas antes de se sentirem prontas”, apontou Ashley. Ashley espera “ajudar a catalisar a mudança”, não apenas pelo que ela experimentou na morte de Naomi, mas também por outras pessoas que podem se encontrar na mesma situação. No final, ela quer que sua mãe “seja lembrada por como ela viveu, por seu humor pateta, glória no palco e bondade infalível – não pelos detalhes particulares de como ela sofreu quando morreu”. A atriz compartilhou o artigo em seu Instagram, acrescentando: “Precisamos de melhores procedimentos para a aplicação da lei e leis que permitam às famílias sofredoras e seus entes falecidos mais dignidade em torno de detalhes agonizantemente íntimos de seu sofrimento. As autópsias são registros públicos. Assim são os relatórios de toxicologia. Compartilhamos nossa história tão abertamente, para aumentar a conscientização, reduzir o estigma, ajudar as pessoas a se identificarem e garantir que todos saibamos que enfrentamos doenças mentais juntos. O que mais as pessoas querem que dêmos de nossa dor?” Caso você tenha pensamentos suicidas, procure ajuda especializada como o CVV e os Caps (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Judd (@ashley_judd)

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    Ator-mirim de “Pantanal” tem alta após nove dias do atropelamento

    1 de setembro de 2022 /

    O ator mirim Gustavo Corasini, de 12 anos, recebeu alta médica nesta quinta-feira (1/6), nove dias após ser atropelado diante do condomínio em que mora em São Paulo. A mãe dele, Fernanda, deu a notícia pelas redes sociais. “Vamos para casa por honra e glória do Senhor. Deus é fiel. Vencemos mais uma etapa”, escreveu ela nos Stories do Instagram. Mais cedo, Fernanda comentou que o ator, que interpretou Tadeu na primeira fase de “Pantanal”, estava se recuperando da última cirurgia que realizou no punho, em que teve fratura exposta. “Foram nove dias difíceis, de dores, sofrimento e medo, mas também de muita gratidão. Gratidão pelo milagre que recebemos, pelo renascimento do meu menino”, ela descreveu, agradecendo todo o apoio que a família recebeu desde o acidente. Gustavo foi atropelado no último dia 23, junto com um amigo, Eduardo. De acordo com relato da família publicado no Stories, os dois estavam na rua, enfeitando a calçada para a Copa do Mundo, quando correram para a casa do vizinho para checar um acidente com um pedreiro e acabaram sendo atropelados por uma moradora que retirava o carro para abrir passagem para a ambulância. Eduardo morreu e Gustavo quebrou braço, perna e fraturou a bacia. Após passar por cirurgia de emergência, ele recobrou a consciência na madrugada de sexta passada (26/8) e chorou muito ao saber da morte do amigo. Ele teria alta do hospital na segunda-feira (29/8), mas ao ter o estado de saúde reavaliado precisou ser submetido a outra operação reparadora no punho. “No dia da cirurgia, como foi de emergência, fizeram o que foi possível naquele momento e o doutor adiantou que talvez iria precisar refazer. Optaram por já fazer agora, para não sofrer novamente depois”, explicou sua mãe.

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    Atriz de “Brilhante Victória” se junta às denúncias contra produtor de séries infantis

    31 de agosto de 2022 /

    Mais uma ex-atriz mirim veio à público denunciar o produtor Dan Schneider, responsável por várias séries de sucesso da Nickelodeon, por comportamento inadequado. Daniella Monet, que vivia a irmã de Victoria Justice na série “Brilhante Victória” (Victorious), culpou Schneider por sexualizar algumas cenas da série. Segundo a atriz, que atualmente tem 33 anos, a equipe da série pedia que ela fizesse cenas que ela não queria fazer, por considerar problemáticas. “‘Brilhante Victória’ era muito engraçada, boba, amigável, tranquila. Mas eu gostaria que certas coisas não tivessem sido tão sexualizadas”, ela comentou em entrevista ao site Insider. Intérprete de Trina Vega no programa infantil, que foi ao ar de 2010 a 2013, Monet apontou uma cena em que teve que comer um picles enquanto passava batom na boca. À época, a artista teve receio de que a cena tivesse um caráter sexual e afirmou que a Nickelodeon ignorou seu temor. Ela também disse que o produtor fez escolhas inadequadas de figurino, com aval do canal. O Insider acrescentou que Schneider vestia as estrelas infantis com roupas menores que seus números reais, para destacar seios e curvas. E um roteirista que trabalhou na série também alegou que sempre que a atriz fosse aparecer com trajes de banho, o produtor pedia que ela recebesse “o que fosse mais revelador”. Além de Monet, as atrizes Alexa Nikolas (da série “Zoey 101”) e Jennette McCurdy (de “iCarly”) também acusaram o produtor de passar dos limites. Em seu livro de memórias, “I’m Glad My Mom Died” (“Estou Feliz que Minha Mãe Morreu”, em tradução literal), McCurdy denunciou que sofreu abusos nos bastidores de “iCarly” de uma pessoa que chamou de “O Criador”. Ela diz que ele era “malvado, controlador e aterrorizante” e propenso a fazer “homens e mulheres adultos chorarem com seus insultos e degradação”. Já Nikolar participou de um protesto na frente da sede da Nikelodeon na sexta-feira passada (26/8) chamando Schneider de “criador de traumas de infância”.

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    Fernando Grostein Andrade, Irmão de Luciano Huck, revela ter sido estuprado duas vezes

    31 de agosto de 2022 /

    O cineasta Fernando Grostein Andrade, irmão do apresentador Luciano Huck, revelou ter sido vítima de estupro duas vezes. Em depoimento à revista Piauí nesta quarta-feira (31/8), o cineasta detalhou os casos de violência sexual que precisou enfrentar. Ele contou que a primeira agressão aconteceu durante uma festa em uma boate, quando ele tinha 14 anos de idade. De acordo com o relato, tudo aconteceu após uma reportagem sobre o seu amor por flores. “Foi uma matéria linda sobre um menino que cultivava plantas para escapar da dor do luto. Fiquei feliz e orgulhoso, mas houve um efeito colateral: a reportagem virou a minha vida de ponta-cabeça. Passei a ser chamado de ‘florzinha’ na escola. A minha voz e meu jeito de andar foram alvos de piada”, contou. Então, na festa, “homens me seguraram à força e penetraram meu ânus com o dedo”. “Desde então, passei a anular o meu modo de ser: empostava a voz, para fazê-la mais grossa, e me reprimia na hora de caminhar, para parecer mais masculino”, acrescentou. A segunda violação aconteceu aos 28 anos. “Porém, sobre este episódio não consigo falar ainda”, explicou. Ele também contou ter sofrido assédio sexual, ao ser forçado por amigos a transar com uma mulher para perder a virgindade, e que foi sequestrado por um garoto de programa quando ainda não falava publicamente sobre a sua sexualidade. “A homofobia pode ser tão cruel que é capaz de tirar o direito de a pessoa ter sua primeira relação sexual de maneira privada, com quem deseja e escolheu de verdade. Aos 18 anos, sofri assédio sexual. Aos 20, vivendo sempre às escondidas e com medo, fui sequestrado por um garoto de programa”, revelou. O diretor dos filmes “Coração Vagabundo” (2008), “Quebrando o Tabu” (2011) e “Abe” (2019), que foi conhecido como o “irmão gato” de Luciano Huck, é casado com o ator Fernando Siqueira.

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    Fim de namoro de Leonardo DiCaprio faz “maldição dos 25” viralizar nas redes sociais

    31 de agosto de 2022 /

    O nome de Leonardo DiCaprio entrou nos assuntos mais comentados do Twitter após a notícia do fim de seu namoro com a modelo Camila Morrone, de 25 anos, viralizar. É que isso reforçou uma teoria sobre o astro de Hollywood: de que ele não namora mulheres com mais de 25 anos, mesmo já tendo 47. De acordo com a “maldição dos 25”, como internautas denominaram a teoria, DiCaprio nunca namorou publicamente uma mulher com mais de 25 anos. E se alguma namorada chega nessa idade, ele encerra o relacionamento, como aconteceu com Morrone. Memes e até gráficos dos relacionamentos de DiCaprio encheram as redes sociais nas últimas 24 horas, reforçando ou brincando com a teoria. Muitos fizeram piadas – envolvendo até o cancelamento da Netflix, que completou 25 anos. Também houve candidatas para o cargo de namorada do astro, mulheres lamentando ter passado da idade e, claro, críticas ao costume. “Engraçado e nojento ao mesmo tempo esse rolê do Leonardo DiCaprio”, resumiu um tuite. Confira abaixo algumas das reações. O Leonardo DiCaprio quando vê alguém acima dos 25 anos… pic.twitter.com/tL0HtJ8e7n — Vladimir Santos (@VladSantos_80) August 31, 2022 happy birthday to me. i am 25. pic.twitter.com/MB0qeiX8Ui — veronika (@chloegirI) August 30, 2022 O DiCaprio quando a namorada faz 25 anos: pic.twitter.com/AlCMNNsfQq — Deco (@Macedoskywalker) August 31, 2022 Quem menor de 24 anos, modelo, branca e loira de preferência será a nova namorada do DiCaprio, façam seu fancast aqui — Salully Sully ♎ (@Sully_html) August 31, 2022 A namorada de 2047 do Leonardo DiCaprio ainda tá na barriga da mãe — morena caliente 🦋 (@Opaulacristina) August 31, 2022 A próxima namorada do Leonardo DiCaprio vai ser mais jovem que o filme Titanic — Faz o L de Litrão 🇧🇷 (@Rudriguo) August 31, 2022 O Leonardo Dicaprio com sua namorada daqui a 20 anos pic.twitter.com/UzLYrcnB27 — Darko (@uaidarko) August 31, 2022 leo dicaprio já veio, quase 50 anos no rabo e só quer namorada novinha pq se tiver mais de 25 ele termina, me poupe meu filho — ؘ (@jenniekcrf) August 31, 2022 agr acho o leo dicaprio um veio nojento como pode só querer novinha 🤢 — adri (@adrielearagao) August 31, 2022 engraçado e nojento ao msm tempo esse role do leonardo dicaprio — hanna (@hannaturchet) August 31, 2022 #LeonardoDiCaprio once his girlfriend turns 25 pic.twitter.com/cVuJeDEl4y — 𝘼𝙙𝙞𝙩𝙝𝙮𝙖. (@adithyeahbitch) August 31, 2022 Poxa daqui dois meses não poderei mais ser namorada do dicaprio https://t.co/3Xza9ILYKg — nate⁷ #sopestan (@fxsope) August 31, 2022 Essa coisa do DiCaprio deixar namorada aos 25 eh literalmente a única coisa q a gente pode confiar 100% no mundo atualmente https://t.co/9fVbXizv9x — vo ti conta um segredo meia-noite (@616GAMBlT) August 31, 2022 das teorias mais plausíveis sobre o Leonardo DiCaprio, pra mim a mais plausível é que ele foi numa vidente e ela falou que ele ia morrer na festa de 26 anos da namorada dele — giovanna (@giovannarslima) August 31, 2022 So apparently Netizens ad predicted Leo was gonna break up with his girlfriend as she turned 25 in June and it has happened. The statistics do not lie. Leo doesn’t date girls over 25. #LeonardoDiCaprio https://t.co/24Wen4tiW6 pic.twitter.com/kzhtfSAMv8 — Ada 🇮🇳🏹 (@shriadhar_ada) August 31, 2022 BREAKING: Leonardo DiCaprio just canceled his account.#LeonardoDiCaprio https://t.co/nHdkjhdogS — Miguel Hernandez (@upcmusicmike) August 31, 2022 o pessoal fica zoando que o DiCaprio termina os namoros quando a namorada faz 25 anos… mas será que não são as namoradas que perdem a paciência com essa idade e vão caçar coisa melhor? rs — oɥuᴉuɐp (@willingyoungstr) August 31, 2022

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    Baterista dos Monkees processa Departamento de Justiça dos EUA por espionar a banda

    30 de agosto de 2022 /

    Micky Dolenz, baterista e vocalista da banda The Monkees, entrou com um processo contra o Departamento de Justiça dos EUA nessa terça-feira (30/8), com o intuito de obter os arquivos secretos que o FBI compilou sobre a banda enquanto eles protestavam contra a Guerra do Vietnã, nos anos 1960. O processo foi registrado no tribunal federal, em Washington, após várias tentativas frustradas de obter os registros por meio da Lei de Liberdade de Informação. “Este processo foi projetado para obter quaisquer registros que o FBI criou e/ou possua sobre os Monkees, bem como sobre seus membros individuais”, afirma a ação. O site do FBI confirma que a banda é objeto de dois arquivos, sendo que um desses arquivos foi “omitido inteiramente”. O outro arquivo é um memorando do escritório de campo de Los Angeles, datado de 1967, e divulgado em 2011 com várias informações omitidas. Arquivado com o nome errado de “The Monkeys”, o documento confirmava a investigação de “quatro jovens que se vestem como ‘tipos beatnik'” e que “cantam em conjunto”. Na época, um informante do FBI afirmou que as apresentações da banda continham “mensagens subliminares” com a intenção de causar uma “intervenção de natureza política de esquerda”. As apresentações da banda eram acompanhadas de imagens exibidas em um telão. E, segundo os documentos censurados, as imagens lá exibidas traziam “mensagens anti-EUA sobre a guerra no Vietnã”, além de mostrarem os conflitos que aconteciam em solo americano, como a marcha pelos direitos civis ocorrida em Selma, no Alabama. Dolenz ficou sabendo da existência desses documentos depois que seu advogado – e fã – Mark Zaid sugeriu que eles verificassem se o FBI tinha algum arquivo sobre ele. O documento encontrado “apenas reforçou para mim que havia realmente algo ali”, o advogado contou à revista Rolling Stone. Ainda assim, o advogado admite que não sabe o que vai encontrar nos documentos. “Ainda estamos pescando, mas sabemos que há peixes na água”, disse ele. “Teoricamente, qualquer coisa poderia estar nesses arquivos. Não temos ideia de quais registros existem. Pode ser quase nada. Mas veremos em breve.” O processo aponta que tanto Dolenz quanto os seus falecidos companheiros de banda – Michael Nesmith, Peter Tork e Davy Jones – costumavam passar tempo com outros músicos investigados pelo FBI, como Jimi Hendrix e John Lennon. Conforme aponta o advogado, o FBI “era famoso por monitorar a contracultura, cometendo ou não ações ilegais”. Os Monkees expuseram seus sentimentos a respeito da guerra em algumas das suas canções, como “Last Train to Clarksville”, sobre um jovem recrutado para lutar no Vietnã. Na letra, o rapaz que se despedia ao pegar o último trem dizia que não sabia se conseguiria voltar para casa. Lembre da música abaixo.

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    José Padilha processa produtor de “Narcos” por desviar milhões de dólares

    30 de agosto de 2022 /

    O cineasta brasileiro José Padilha (“Tropa de Elite”) está processando o produtor e showrunner da série “Narcos”, Eric Newman. No processo aberto na sexta (26/8) na Corte Superior de Los Angeles, Padilha alega que o produtor está ocultando milhões de dólares gerados pela série que ele desenvolveu para a Netflix. O acordo de Padilha lhe dá direito a metade de toda a receita gerada pela atração, incluindo o dinheiro de auditorias e bônus dado pela empresa Gaumont Television. “Apesar de ter voluntariamente aceitado a confiança depositada nele pelos Autores, e em violação desta relação de confiança, Newman (tanto individualmente quanto em nome da sua produtora Spahn Ranch) fez com que os lucros de ‘Narcos’ fossem pagos única e diretamente aos Réus, sem fazer com que os Autores soubessem que essas receitas de ‘Narcos’ foram recebidas pelos réus”, afirma a queixa apresentada no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles. Em outras palavras, o produtor recebeu sozinho toda a renda de “Narcos” e não avisou para Padilha que havia recebido mais dinheiro (sendo que metade desse dinheiro seria de Padilha). Entretanto, o contrato dos dois prevê que “cada parte receba uma quantidade igual de Receitas Brutas em todos os momentos”. O argumento apresentado por Padilha é de que o contrato foi escrito de tal maneira que o valor pago a Newman pela Gaumont não é totalmente transparente. Segundo ele, Newman recebeu vários milhões em receitas que não foram relatadas. “Dado que eles eram sócios, os Autores confiaram que os Réus eram leais, e não negociavam em favor de si próprios, não tomavam qualquer ação que interferisse no direito dos Autores de receber sua parte de toda e qualquer receita, renda e produto da exploração da série, e prestariam as contas oportunas, precisas e completas de todas as receitas geradas e despesas incorridas na exploração da série”, afirma o processo. Padilha não é a única pessoa que entrou com processo pelos lucros de “Narcos”. A executiva Katie O’Connell Marsh processou a Gaumont em 2018 por quebra de contrato, afirmando que não recebeu a sua parte das receitas brutas geradas pelas séries “Narcos”, “Hannibal”, “Hemlock Grove” e “F Is for Family”. Um julgamento deve começar em dezembro. Lançada em 2015, “Narcos” teve um total de três temporadas e também rendeu um derivado, “Narcos: Mexico”.

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