Johnny Depp aparece quase irreconhecível em Nova York
O ator Johnny Depp surpreendeu os fãs ao aparecer quase irreconhecível nas ruas de Nova York nesta terça (11/10). Ele foi visto na saída de um hotel e na entrada de uma casa de espetáculos, onde mais tarde fez um show ao lado de Jeff Beck, e os cliques de fãs e paparazzi mostraram uma grande transformação. Tudo o que ele fez, aparentemente, foi tirar a barba para o papel do rei Luís XV em “Jeanne du Barry”. Mas o rosto pareceu muito diferente, bastante inchado. O ator de 59 anos também pareceu menor verticalmente e maior lateralmente. Esta foi uma das primeiras aparições públicas de Johnny Depp desde o polêmico julgamento de seu processo contra Amber Heard, em que o ator, acusado de violências físicas e sexuais, recebeu muitas declarações de amor das fãs. Depp está namorando atualmente Joelle Rich, que foi uma das advogados de defesa que o representaram em seu processo de difamação de 2018 contra o jornal The Sun. Mãe de dois filhos, ela era casada quando os dois se conheceram e agora enfrenta seu próprio processo de divórcio. Johnny Depp arriving for the concert tonight 🎸 “Hey Sean — I wanna say hi to my relatives…please…👋🏼#JohnnyDepp 📸: elderordonez1 pic.twitter.com/DTnh2ZRrya — ✨Danielle✨ (@luckystars00) October 11, 2022 Johnny Depp unrecognizable as he poses for selfies with fans in NY https://t.co/1NQIAEPzwt @nypostより — ねむ🔰🌌🍅🥔 (@nemunosato) October 11, 2022 Johnny Depp shocks fans with a new look, but why is he in NYC? https://t.co/HxEfknAgfX pic.twitter.com/k75FZxCJw0 — New York Post (@nypost) October 11, 2022
Kaley Cuoco está esperando sua primeira filha
A atriz Kaley Cuoco (a eterna Penny de “The Big Bang Theory”) está grávida. A própria atriz compartilhou a notícia no seu Instagram, numa foto em que aparece ao lado do namorado, o também ator Tom Pelphrey (de “Banshee”, “Punho de Ferro” e “Ozark”). “Uma bebê menina Pelphrey chegando em 2023. Mais do que abençoada e na lua. Eu te amo Tom Pelphrey”, escreveu Cuoco na legenda de uma foto em que eles aparece segurando uma fatia de bolo com recheio rosa. Outras fotos postadas mostram a barriga dela, roupas de bebê e uma foto dela segurando um teste de gravidez positivo. Pelphrey compartilhou muitas das mesmas fotos no seu perfil, com a legenda: “E então ficou melhor ainda. Te amo mais do que nunca Kaley Cuoco”. Cuoco e Pelphrey se conheceram durante a première da segunda parte da 4ª temporada de “Ozark”, em abril. Apesar de o relacionamento dos dois ser recente, Cuoco disse ao site Extra que foi “amor à primeira vista”. “Meu empresário me levou como convidada para a estreia de ‘Ozark’ e eu o conheci lá”, disse ela. “Foi como se os anjos começassem a cantar. Eu fiquei tipo ‘Aleluia!’ Foi muito mágico… foi perfeito.” O casal confirmou o relacionamento em maio, depois de serem vistos juntos em público algumas vezes, inclusive na ocasião em que Greg Berlanti, produtor da série “The Flight Attendant” (estrelada por Cuoco), recebia sua estrela na Calçada da Fama. No Emmy desse ano, os dois também aparecem juntos, como um casal “oficial”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kaley Cuoco (@kaleycuoco) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Pelphrey (@tommypelphrey)
Bill Murray teria pago US$ 100 mil em um acordo de assédio
O ator Bill Murray teria pago cerca de US$ 100 mil em um acordo para encerrar a acusação de assédio que paralisou as filmagens do longa “Being Mortal” em abril passado. O valor foi apontado numa reportagem do site Puck. A indenização seria para evitar que uma “piada inapropriada”, como ele mesmo definiu, fosse transformada num processo por assédio e importunação sexual. Em maio, Murray abordou a polêmica no canal de notícias CNBC, buscando resumir o que ocorreu no set como sendo uma “diferença de opinião” entre ele e a vítima. “Eu fiz algo que achei que era engraçado, mas ela não percebeu dessa forma. O estúdio quis fazer a coisa certa, checar tudo e investigar, então paramos a produção. Neste momento, estamos conversando e tentando fazer as pazes um com o outro”, ele explicou. “Nós dois somos profissionais e gostamos do trabalho um do outro. Gostamos um do outro, acho, mas quando você não consegue se dar bem e confiar na pessoa a seu lado, não tem porque continuar trabalhando, continuar fazendo um filme”, admitiu o ator. Murray ainda fez um mea culpa, aproveitando o incidente para repensar sua atitude. “Se eu não enxergar agora que o mundo mudou desde quando eu era mais jovem… O que eu achava engraçado antes não é mais engraçado agora. As coisas mudam, os tempos mudam, e é importante que eu entenda isso”, considerou. Pela descrição do Puck, Murray acreditava que a jovem flertava com ele e, por isso, teria começado a beijar seu corpo e a montar nela “de brincadeira”. A jovem, porém, não viu graça na situação, e sim assédio sexual e fez uma denúncia. Outro membro da equipe, que presenciou a cena, corroborou a acusação. Murray teria, então, feito um acordo financeiro com a jovem, com cláusula de confidencialidade sobre o caso e a renúncia a quaisquer reivindicações contra os produtores do longa, incluindo a Disney e a Searchlight. Ainda segundo esse relato, o ator decidiu resolver logo a situação por se sentir culpado pela paralisação das filmagens, temendo que suas ações resultassem na perde de emprego para os colegas se as filmagens continuassem suspensas. Apesar disso, não há informações sobre quando e se “Being Mortal”, primeiro longa dirigido pelo comediante Aziz Ansari (“Master of None”), retomará a produção. O filme é uma adaptação do livro “Mortais: Nós, a Medicina e o que Realmente Importa no Final”, de Atul Gawande. As filmagens começaram no dia 28 de março e o lançamento estava planejado para 2023. O fato é que, depois desse escândalo, a atriz Geena Davis (“Thelma e Louise”) fez outra denúncia contra Murray. Em seu livro de memórias “Dying of Politeness”, ela acusou o ator de ter comportamento abusivo. Ele teria usado uma massageador nela, após recusas enfáticas, e gritado contra ela durante as filmagens de “Não Tenho Troco” (1991), tornando seu trabalho um inferno.
Angela Lansbury, estrela de “Assassinato por Escrito”, morre aos 96 anos
A atriz Angela Lansbury, indicada três vezes ao Oscar e protagonista da série “Assassinato por Escrito”, morreu enquanto dormia nesta terça (11/10) em Los Angeles, aos 96 anos. Lansbury recebeu diversas indicações ao Emmy pelo seu papel de Jessica Fletcher na série de investigação, além de ter construído uma carreira sólida no cinema, que lhe rendeu até um Oscar honorário em 2013, pela sua contribuição para a indústria cinematográfica. Angela Brigid Lansbury nasceu em 16 de outubro de 1925 em Londres. Filha da atriz Moyna MacGill (de “O Retrato de Dorian Gray”), ela foi incentivada a participar de peças escolares na infância e estudou por um ano na escola de teatro, formando-se com honras na Royal Academy of Music. Com o início da 2ª Guerra Mundial, ela se mudou com a mãe e os dois irmãos para os EUA (o pai dela morreu quando Angela tinha 9 anos), onde continuou estudando artes dramáticas em Nova York, formando-se em 1942, aos 17 anos. Na época, começou a fazer apresentações em boates, mentindo sobre sua idade para poder participar da cena noturna artística da cidade. Decidida a investir na carreira, mudou-se para Los Angeles e assinou um contrato com a MGM, fazendo sua estreia no cinema no thriller psicológico “À Meia Luz” (1944), com Charles Boyer e Ingrid Bergman. Famosíssima, esta adaptação da peça de Patrick Hamilton deu origem à expressão “gaslighting” (derivada de seu título original, “Gaslight”) para definir relações tóxicas em que um homem tenta convencer uma mulher de que ela é louca. O filme também rendeu a primeira indicação de Lansbury ao Oscar, como Melhor Atriz Coadjuvante. No ano seguinte, ela recebeu sua segunda indicação, desta vez por “O Retrato de Dorian Gray” (1945), adaptação do livro de Oscar Wilde dirigida por Albert Lewin, em que contracenou pela primeira e única vez com sua mãe. Outros filmes que estrelou no período foram “A Mocidade é Assim Mesmo” (1944) com a adolescente Elizabeth Taylor, “As Garçonetes de Harvey” (1946) com Judy Garland, e “Ouro no Barro” (1946) com Esther Williams. Relembrando o seu tempo no estúdio, Lansbury disse certa vez que “acabei interpretando alguns dos papéis mais ridículos da MGM.” Nos anos seguintes, a atriz trocou os filmes adolescentes por aventuras, participando de “Os Três Mosqueteiros” (1948), “Sansão e Dalila” (1949) e “Motim Sangrento” (1952), que marcou sua estreia como protagonista feminina. Depois de viver uma princesa na comédia “O Bobo da Corte” (1955), ela deu uma guinada dramática, vivendo a femme fatale do noir “Mata-me por Favor” (1956), e integrando os dramas “O Mercador de Almas” (1958) e “Sombras no Fim da Escada” (1960). Mas também fez a comédia musical “Feitiço Havaiano” (1961), estrelada por Elvis Presley, entre muitos outras produções. Sua terceira indicação ao Oscar veio pelo papel da mãe manipuladora de Laurence Harvey em “Sob o Domínio do Mal” (1962), thriller de conspiração dirigido por John Frankenheimer. Paralelamente ao cinema, Lansbury também construiu uma carreira sólida no teatro, estrelando peças como “Hotel Paradiso” (1957), que marcou a sua estreia nos palcos, o musical “Anyone Can Whistle” (1964), produzido por Stephen Sondheim, e “Mame” (1966), que lhe rendeu sua primeira indicação ao prêmio Tony. Depois disso, ela foi premiada por sua atuação nas peças “Dear World” (1969), “Gypsy” (1974), “Sweeney Todd” (1979) e “Blithe Spirit” (2009). Em junho passado, ela ainda recebeu um Tony honorário pela sua contribuição para o teatro. Como se estivesse se preparando para o seu grande papel na TV, Lansbury estrelou duas adaptações da obra de Agatha Christie: o primeiro “Morte Sobre o Nilo” (1978) e “A Maldição do Espelho” (1980). Neste último, viveu a detetive Miss Marple, um protótipo da Jessica Fletcher de “Assassinato por Escrito”. O mais interessante é que, com uma carreira consolidada no cinema e no teatro, Lansbury não tinha o menor interesse em estrelar uma série de TV. “Eu não poderia imaginar que algum dia iria querer fazer televisão”, disse Lansbury em uma entrevista de 1985 ao The New York Times. “Mas o ano de 1983 chegou e não tive papéis na Broadway, então eu participei de uma minissérie, como Gertrude Whitney em ‘Glória Feita de Ódio’. E vi que então [havia] uma série de papéis em minisséries, e comecei a sentir que o público da televisão era muito receptivo, e decidi que deveria parar de flertar ou fechar a porta para TV, dizendo aos meus agentes: ‘Estou pronta para pensar em séries.’” E foi assim que Lansbury aceitou o convite para estrelar “Assassinato por Escrito”, interpretando Jessica Fletcher, uma professora de literatura aposentada, escritora de mistério e detetive amadora que soluciona casos reais e ainda encontra tempo para escrever seus livros. “O que me atraiu em Jessica Fletcher é que eu poderia fazer o que faço de melhor e [interpretar alguém que tive] pouca chance de interpretar – uma mulher sincera e pé no chão”, disse ela. “Em sua maioria, eu interpretei cadelas muito espetaculares. Jessica tem extrema sinceridade, compaixão, intuição extraordinária. Eu não sou como ela. Minha imaginação corre solta. Não sou pragmática. Jéssica é.” A série foi um sucesso enorme, que durou 12 temporadas exibidas entre 1984 e 1996, além de ter continuado em quatro telefilmes até 2003. Durante esse tempo, a personagem fictícia Fletcher resolveu cerca de 300 assassinatos e escreveu mais de 30 livros. Outros trabalhos de destaque de Lansbury foram seus trabalhos para o público infantil, como “Se Minha Cama Voasse” (1971) e as animações “A Bela e a Fera” (1991) e “Anastasia” (1997). Nos últimos anos, ela também apareceu em “Os Pinguins do Papai” (2011), “O Retorno de Mary Poppins” (2018) e “A Magia de Acreditar” (2018), seu último crédito como atriz. Angela Lansbury se casou pela primeira vez em 1944, com o ator Richard Cromwell (“Glórias Roubadas”), mas o casamento deles durou menos de um ano e depois ela descobriu que ele era gay. Em 1949, Lansbury voltou a se casar, desta vez com o produtor Peter Shaw. Os dois ficaram juntos até a morte dele em 2003 e tiveram dois filhos, Anthony e Deirdre.
Michael Callan, galã da década de 1960, morre aos 86 anos
O ator e bailarino Michael Callan, que estrelou o musical da Broadway “Amor, Sublime Amor” e foi galã do cinema nos anos 1960, morreu na última segunda (10/10), vítima de pneumonia. Ele tinha 86 anos. Michael Callan era o nome artístico de Martin Calinoff, nascido na Filadélfia em 22 de novembro de 1935. Ele estudou balé e sapateado, além de ter aprendido com os dançarinos que frequentavam a lanchonete do seu pai, e o ensinavam os movimentos em troca de milkshakes. Sua estreia no meio artístico aconteceu no programa de rádio “Horn & Hardart’s Children’s Hour”. Aos 15 anos, já estava se apresentando em boates locais com o nome de Mickey Calin. Depois de se formar no ensino médio, Calinoff se mudou para Nova York e conseguiu um pequeno papel na peça “The Boy Friend” (1954), que marcou a estreia de Julie Andrews (“A Noviça Rebelde”) nos palcos americanos. No ano seguinte, ele conseguiu papel em outra peça, “Catch a Star!”, antes de fazer o teste para o personagem Riff em “Amor, Sublime Amor”. Na ocasião, foi dito que ele era “muito bonito” para interpretar o papel do líder da gangue dos Sharks. Mesmo assim, o diretor e coreógrafo Jerome Robbins gostou dele e pediu que voltasse para mais um teste. “Fui ao teatro e fiz minha música e dança, e ouvi a voz de Robbins de trás dizendo: ‘Você pode fazer um salto mortal?”, relembrou o ator numa entrevista de 2006. “Eu dei o salto mortal e tive sorte, e funcionou.” Ele passou cerca de um ano em “Amor, Sublime Amor”, até que Joyce Selznick, uma agente de talentos (e sobrinha do produtor David O. Selznick) o viu na Broadway e o levou para Hollywood – onde os executivos da Columbia Pictures mudaram seu nome para Michael Callan sem lhe dizer. Trabalhando para o estúdio, o ator estrelou uma dezena de filmes, como “Heróis de Barro” (1959), “Ases do Trapézio” (1959), “Pepe” (1960) e “Because They’re Young” (1960). Quando veio o anúncio que o musical “Amor, Sublime Amor” seria adaptado para o cinema, ele tentou voltar a interpretar Riff, mas perdeu o papel para Russ Tamblyn no filme de 1961, dirigido por Robert Wise e Jerome Robbins. Em compensação, no mesmo ano Callan estrelou a aventura “A Ilha Misteriosa” (1961), adaptação de um clássico de Júlio Verne, que foi um grande sucesso comercial, e “Férias no Hawai”, continuação do beach movie pioneiro “Maldosamente Ingênua” (Gidget, de 1959), no qual contracenou com Deborah Walley (a nova Gidget), futura integrante da Turma da Praia de Frankie Avalon e Annette Funicello. Ele se consolidou como galã após aparecer sem camisa em “Férias no Hawai” e emplacou um punhado de projetos como protagonista romântico, entre eles “Viver, Amar, Sofrer” (1962) e sua continuação “Torvelinho de Paixões” (1964), em que viveu um médico apaixonado por Barbara Eden (a “Jeannie É um Gênio”), e o western “Dívida de Sangue” (1965), como um fora da lei em dívida com a personagem de Jane Fonda. Callan fez várias participações na TV, mas seu primeiro papel recorrente foi na série “Occasional Wife”. A atração durou só uma temporada (entre 1966 e 1967), porém serviu para apresentar o ator à sua primeira esposa, Patricia Harty, com quem ele contracenou na atração. Assim como “Occasional Wife”, o casamento dos dois durou pouco tempo e eles se divorciaram em 1968. Callan voltou a se casar em 1975 com Karen Malouf, de quem se divorciou em 1984. O ator também apareceu em vários episódios de “The F.B.I.” (entre 1966 e 1972), “Os Novos Centuriões” (1974 a 1975), “As Panteras” (1977 a 1981) e “Ilha da Fantasia” (1978 a 1984) e “Assassinato por Escrito” (1987 a 1994), mas sempre como diferentes personagens. Seu outro único papel recorrente só veio em “Superboy” (1989 a 1992), como o supervilão Metallo. No cinema, ele ainda fez “Correntes do Inferno” (1983), “O Assassino da Auto-Estrada” (1988) e “O Duende Assassino” (1995). E seus últimos créditos foram na comédia “Ligado em Você” (2003), dos irmãos Bobby e Peter Farrelly, e no drama “The Still Life” (2006), escrito e dirigido por Joel Miller.
Austin Stoker, ator de “Assalto à 13ª DP”, morre aos 92 anos
O ator Austin Stoker, conhecido por estrelar “Assalto à 13ª DP” (1976), morreu na última sexta (7/10), data em que completou 92 anos. Ele faleceu em decorrência de insuficiência renal. Stoker também era conhecido pelas suas participações em clássicos como “A Batalha do Planeta dos Macacos” (1973) e “Aeroporto 75” (1974), além de diversos filmes e séries de TV, numa carreira que se estendeu por mais de 50 anos. Austin Stoker era o nome artístico de Alphonso Marshall, nascido em 7 de outubro de 1930, em Porto da Espanha, capital de Trindade e Tobago. Ele se mudou para Nova York em busca do seu sonho de trabalhar na indústria do entretenimento. Em 1954, Stoker tocou tambores na peça da Broadway “House of Flowers”, escrita por Truman Capote e Harold Arlen, e estrelada por Pearl Bailey (“Amor Sem Barreiras”) e Diahann Carroll (“Claudine”). Ele também fazia apresentações em boates e gravou dois álbuns. Depois de servir no Exército, estudou atuação com a lendária Lee Grant em Nova York e se mudou para a Califórnia. Em 1969, ele conseguiu o seu primeiro papel em um episódio da série “The Mod Squad”. Sua estreia no cinema aconteceu em 1973 em “A Batalha do Planeta dos Macacos”, quinto e último capítulo cinematográfico da saga sci-fi original da 20th Century Fox, onde interpretou o personagem MacDonald, a influência humana positiva do macaco César (Roddy McDowall). Após o filme, ele continuou ligado à franquia ao dar voz a Jeff Allen, um dos protagonistas da série animada “De Volta ao Planeta dos Macacos”, que foi ao ar dois anos depois. O ator começou a se destacar ainda mais ao participar do filme-catástrofe “Aeroporto 75” (1974) e do blaxploitation “Sheba, Baby” (1975), em que viveu o interesse amoroso de Pam Grier. Porém, seu maior papel foi no suspense “Assalto à 13ª DP” (1976), dirigido por John Carpenter, no qual interpretou o policial Ethan Bishop, que precisa liderar um grupo de criminosos, civis e outros policiais no interior de uma delegacia cercada por uma gangue fortemente armada de criminosos, que tentavam invadir o lugar à força. Rodado em apenas 20 dias por cerca de US$ 100 mil, “Assalto à 13ª DP” (1976) foi uma versão de Carpenter para o famoso western “Rio Bravo”, de Howard Hawks, e acabou se tornando cultuadíssimo, a ponto de ganhar um remake embranquecido em 2005, com Ethan Hawke no papel de Bishop. Mas a escalação de um branco como protagonista diluiu toda a discussão racial que a obra tinha despertado na década de 1970. Depois do principal filme da carreira, Stoker não voltou a ter novos papéis importantes, equilibrando a carreira entre longas de baixo orçamento e participações em séries. Na TV, Stoker apareceu em “Kojak” (em 1974), “S.W.A.T.” (1975), “O Homem de Seis Milhões de Dólares” (de 1975 a 1977) e “O Incrível Hulk” (1979), entre outras atrações, e ainda brilhou na clássica minissérie “Raízes” (1977) como Virgil Harvey, o pai da personagem Mathilda (Olivia Cole). Seus últimos créditos como ator foram em “Os 3 Infernais” (2019), dirigido por Rob Zombie, “Double Down” (2020), filme escrito, dirigido e estrelado por Sterling Macer Jr., e “Give Till It Hurts”, comédia de humor negro comandada por Thomas L. Callaway. Veja o trailer de “Assalto à 13ª DP”.
Atriz Eileen Ryan, mãe de Sean Penn, morre aos 94 anos
A atriz Eileen Ryan, que apareceu em diversos filmes e séries, e é mãe do ator Sean Penn (“Flag Day – Dias Perdidos”), morreu no domingo (9/10) aos 94 anos. Nasceu em 16 de outubro de 1927, em Nova York, ela começou a sua carreira na Broadway em 1953, participando da peça “Sing Till Tomorrow”. Dois anos depois, fez a sua estreia nas telas, aparecendo em um episódio do teleteatro “Goodyear Television Playhouse” e do filme “Three in One”. Ela também estrelou a peça “Comes a Day” em 1958, ao lado de grandes nomes como Judith Anderson (“Rebecca, a Mulher Inesquecível”), George C. Scott (“Patton, Rebelde ou Herói?”) e Larry Hagman (“Dallas”). Mas depois de aparecer de diversos episódios de séries consagradas, como “Além da Imaginação”, “Bonanza” e “Os Pioneiros”, acabou abandonando a carreira para se dedicar à família e ser mãe em tempo integral para os três filhos, os atores Sean e Chris Penn (“Cães de Aluguel”), morto em 2006, e o compositor Michael Penn. Casada com o ator e diretor Leo Penn, ela ainda apareceu em alguns projetos dirigidos pelo marido, como foi o caso de “Julgamento em Berlim” (1988) ou estrelados pelo seu filho Sean Penn, com destaque para “Caminhos Violentos” (1986), “Unidos Pelo Sangue” (1991), “Acerto Final” (1995), “Uma Lição de Amor” (2001), “A Promessa” (2001), “O Assassinato de um Presidente” (2004) e “A Grande Ilusão” (2006). A atriz também participou dos filmes “O Tiro que não Saiu pela Culatra” (1989), dirigido por Ron Howard, e “Magnólia” (1999), de Paul Thomas Anderson, além dos filmes B de terror “Malditas Aranhas!” (2002) e “Banquete no Inferno” (2005). Seus últimos trabalhos foram nas séries “Greys Anatomy” e “Getting On” (ambas em 2014) e no filme “Regras Não Se Aplicam” (2016), dirigido e estrelado pelo veterano Warren Beatty (“Reds”).
Primeira Dama da Califórnia vai depor como vítima no julgamento de Weinstein
A documentarista Jennifer Siebel Newsom (“Fair Play”), esposa do atual governador da Califórnia, Gavin Newsom, vai depor como vítima no julgamento do produtor Harvey Weinstein (“Os Oito Odiados”), que começou nessa segunda (10/10), em Los Angeles. A data do depoimento de Newsom ainda não foi divulgada. “Como muitas outras mulheres, minha cliente foi agredida sexualmente por Harvey Weinstein em uma suposta reunião de negócios que acabou sendo uma armadilha”, disse a advogada Elizabeth Fegan, ao site Deadline. “Ela pretende testemunhar em seu julgamento a fim de buscar alguma medida de justiça para as sobreviventes e como parte do trabalho de sua vida para melhorar a vida das mulheres”. A advogada ainda afirmou que Newsom não pretende discutir este assunto fora do tribunal e pediu respeito pela decisão da Primeira Dama. Até esta segunda identificada apenas como “Jane Doe” (Joana Ninguém) no processo, Newsom teria sido estuprada por Weinstein entre setembro de 2004 e setembro de 2005, em Los Angeles, de acordo com documentos judiciais. Apesar de ter sido revelada agora como acusadora, Jennifer Siebel Newsom (que além de ser documentarista também tem uma extensa carreira como atriz) já tinha assumido que era uma das vítimas do produtor. Ela detalhou o ataque de Weinstein em um artigo publicado em 2017, no Huffington Post. “Eu era ingênua, nova na indústria e não sabia como lidar com seus avanços agressivos – convites de trabalho de um amigo tarde da noite no Festival de Cinema de Toronto e, mais tarde, um convite para encontrá-lo e conversar sobre um papel no Hotel The Peninsula, onde a equipe estava presente e, de repente, desapareceram, deixando-me sozinha com essa lenda de Hollywood extremamente poderosa e intimidadora”, escreveu ela na ocasião. O relato original de Siebel Newsom veio logo após o jornal New York Times expor as décadas de estupros, agressões e ameaças de assédio de Weinstein contra atrizes e outras mulheres na indústria do entretenimento. Weinstein está enfrentando quatro acusações de estupro, quatro acusações de cópula oral forçada, uma acusação de penetração sexual forçada, uma acusação de agressão sexual por contenção e agressão sexual, em diferentes incidentes envolvendo cinco mulheres no condado de Los Angeles, entre 2004 a 2013. Ele já foi condenado a 23 anos de prisão por um júri de Manhattan em março de 2020 por conta de outros crimes sexuais, e pode aumentar sua sentença para 140 anos de prisão se for considerado culpado em Los Angeles. O julgamento iniciou com a seleção do júri, processo que pode durar até duas semanas. Portanto, as acusadoras e suas testemunhas só devem começar a ser ouvidas depois do dia 22 de outubro. A expectativa é que o processa tenha duração de até dois meses no tribunal. Atualmente, Weinstein apela da decisão do tribunal de Nova York para tentar reverter ou diminuir sua sentença. O documentário mais recente de Jennifer Siebel Newsom, “Fair Play” (2022), venceu o Bergen International Film Festival. Seus trabalhados anteriores incluem “The Mask You Live In” (2015), vencedor de um prêmio no Festival Internacional de Las Vegas, e “Miss Representation” (2011), indicado ao Grande Prêmio do Juri no Festival de Sundance.
Sucessão de polêmicas de Kanye West seriam sintomas de surto grave
Após ser bloqueado do Twitter e do Instagram por difundir ódio aos judeus, a saúde mental de Kanye West passou a ser questionada. Segundo apurou o site Page Six, amigos e familiares acreditam que o rapper está passando por um grave surto. Fontes da publicação afirmam que West está enfrentando a crise mais séria de seu quadro clínico, após revelar em 2019 que sofre de transtorno bipolar. Ainda de acordo com o site, o surto estaria por trás da decisão do rapper de demitir o assessor responsável por seu desfile em Paris na semana passada e de reformular todo o evento, substituindo a proposta inicial pelo polêmico slogan “White Lives Matter” (“Vidas Brancas Importam”), que causaram indignação nas redes sociais. Depois disso, Kanye teria demitido vários membros de seu staff que discordam das ideias que ele agora vem difundindo, incluindo o antissemitismo que passou a professar, com ameaças a judeus. Este discurso extremista seria um ensaio para uma provável segunda campanha delirante do artista pela presidência dos EUA, em 2024.
Miguel Falabella passa aniversário em aeroporto devido a caos aéreo
O multitalentoso Miguel Falabella completou 66 anos nesta segunda-feira (10/10) no aeroporto de Confins. Em cartaz com a peça “A Mentira” em Belo Horizonte, ele passou a meia-noite de seu aniversário no aeroporto, sem conseguir voltar para a casa, devido ao caos provocado por um acidente em Congonhas, em São Paulo. Na festa de chá de espera, ele teve a companhia da atriz Danielle Winits, com quem divide o espetáculo. “Encerramos BH com uma plateia linda e, por causa do acidente em Congonhas, não embarcamos, não temos pra onde ir e estamos sentados no chão de Confins, rindo porque não nos resta outra coisa. É o que temos pra hoje!”, publicou ele em seu perfil no Instagram, recebendo muitos comentários de “parabéns” de colegas, como Grace Gianoukas e Maitê Proença. Danielle também comentou a situação. “Já é niver dele e a gente tá como? Sentados na rua pós peça com nosso voo cancelado, caos no aero pra tudo quanto é lado, mas o amor por aqui é nosso maior aliado. Te amo infinito”. A confusão no aeroporto de Belo Horizonte se repetiu em vários outros no país. Em Guarulhos, as filas tinham centenas de pessoas e preenchiam toda a área do check-in até as escadarias do embarque, porque na noite de domingo (9/10), um acidente com uma aeronave de pequeno porte fez a pista do aeroporto ser interditada por quase nove horas. De acordo com a Infraero, 19 voos registravam atraso e 20 foram cancelados. No horário do almoço desta segunda (10/10), Falabella voltou ao Instagram para registrar uma foto para registrar que continuava no aeroporto. “Ainda no aeroporto. Mas de hoje não passa! Beijos aos amigos!”, escreveu.
Seu Jorge escolhe nome musical para filho caçula
O cantor e ator Seu Jorge (“Marighella”) revelou que escolheu um nome diferente para o filho caçula. Durante o programa “Domingão com Huck, da Globo”, ele contou: “Meu quarto filho vai se chamar Samba. Chega mais ou menos em 15 de janeiro”. Apesar de incomum, Samba já foi nome próprio no cinema. Era o nome do personagem senegalês de Omar Sy (“Lupin”) no filme “Samba”, de 2014, dos diretores Olivier Nakache e Éric Toledano (a dupla de “Intocáveis”). O Samba de Seu Jorge é fruto do relacionamento do cantor com a massoterapeuta Karina Barbieri.
Ludmilla passa mal em show e vai parar em hospital
A cantora (e recentemente atriz) Ludmilla foi encaminhada para um hospital em Curitiba, no Paraná, após passar mal durante o seu show na capital paranaense. Apesar das fortes dores, ela se apresentou e realizou o show na noite de domingo (8/10). Em uma publicação nos stories do Instagram, ela mostrou o momento em que passava por exames. “Galera, saí do palco direto para o hospital aqui em Curitiba. Graças a Deus não é nada grave. Resumindo, um cálculo resolveu dar uma volta pela minha barriga”, contou. Após passar por exames, Ludmilla diz não ter sido nada grave. Ela explicou que foi medicada e imediatamente liberada. “Estou me sentindo bem melhor”. Pouco tempo depois, a atrista apareceu se alimentando e afirmou: “Já estou bem e jantando no quarto”. Ludmilla contou que “estava morrendo de dor” durante o show e lamentou não ter conseguido “dar o meu melhor”, mas agradeceu o empenho do público. “Cantaram tudo! Os vocais mesmo quase morrendo de dor”, disse ela, que contou com a participação de Karol Conká e Jovem Dionísio na apresentação de ontem. “Vocês foram incríveis. Obrigada, amo vocês”, escreveu.
Estrela teen dos anos 2000, Amanda Bynes quer virar manicure profissional
A ex-estrela teen Amanda Bynes decidiu se afastar de vez de Hollywood após ter sua tutela encerrada e está estudando para se tornar uma manicure profissional. Atualmente com 35 anos, a estrela da série “Coisas Que Eu Odeio Em Você” (What I Like About You, 2002-2006) e do filme “Ela é o Cara” (2006) fez um post nos stories do Instagram para compartilhar a novidade, anunciando que está frequentando aulas em uma escola de cosmetologia para começar a trabalhar no setor. Mas logo em seguida, deletou a publicação. “Na faculdade de cosmetologia para me tornar uma manicure”, escreveu Bynes na legenda do post, em que ela mostra a sala de aula, mobiliada como um salão de beleza. Bynes se livrou da tutela dos pais após nove anos, sendo acatada em seu pedido judicial de independência logo após a vitória de Britney Spears em processo semelhante. Ela foi colocada sob tutela dos pais em 2013, depois de ser acusada de incendiar a garagem de uma casa na Califórnia, ocasião em que chegou a ser presa por 72 horas para que sua saúde mental fosse avaliada. Seus problemas, na verdade, começaram um ano antes disso. Em 2012, ela chegou a ser presa duas vezes por dirigir embriagada e bater seu carro – numa das ocasiões, colidiu com a traseira de um veículo policial. Ela protestou num tuite em que pediu ao então presidente Barack Obama a demissão do policial que a tinha detido, e continuou dirigindo mesmo após ter a carteira de motorista apreendida, até seu carro ser confiscado pelo crime. O site TMZ ainda relatou que diversas pessoas que frequentavam a mesma academia que a atriz, em Los Angeles, testemunharam que ela passou a se comportar de forma confusa, falando sozinha ou rindo histericamente sem nenhum motivo aparente. Mas Bynes poderia estar apenas chapada, uma vez que, no começo de 2013, foi presa novamente após denúncia do porteiro de seu prédio, que chamou a polícia alegando que havia alguém fumando maconha no lobby do edifício. Quando os policiais chegaram, a atriz já estava no seu apartamento, mas eles encontraram um bong (tipo de purificador de ervas usado por alguns consumidores da droga). E quando foi indaga a respeito do recipiente, ela simplesmente o jogou pela janela, “atingindo a calçada cheia de pedestres”, na descrição do boletim de ocorrência. A atriz acabou detida por conduta desordeira, ocultação de evidência e posse de drogas. E teria sido levada sob custódia esperneando: “Vocês sabem quem eu sou?”. Após a detenção, ela foi levada para o hospital Roosevelt para uma avaliação psiquiátrica, mostrando-se indignada contra a humilhação. Embora tenha sido liberada pelo juiz de seu caso, foi expulsa de seu apartamento pelo síndico. Dois meses depois, provocou o incêndio que tirou sua liberdade, usando gasolina para queimar roupas na rua. O fogo explodiu o galão de gasolina. Ao dar respostas desencontradas aos bombeiros que foram ao local, acabou internada numa clínica para avaliação psiquiátrica e um juiz colocou sua mãe como responsável por sua tutela. Desde então, ela não se meteu mais em confusão. Mas também não trabalhou mais como atriz. Seu último trabalho foi em 2010, quando coadjuvou a ótima comédia “A Mentira”, estrelada por Emma Stone. Na época, já tinha escrito nas redes sociais: “Ser uma atriz não é tão divertido quanto pode parecer”. Com o fim da tutela, ela pretende reconstruir sua vida longe da mãe e com uma nova carreira. Seu primeira tentativa de se reinventar foi como rapper, mas os dois singles que lançou neste ano, “Diamonds” e “Fairfax”, não tiveram a menor repercussão, porque ninguém levou a sério.












