Google faz lobby contra PL das fake news em seu mecanismo de busca
A plataforma Google deixou a imparcialidade de lado para se manifestar sobre a política no Brasil. O mecanismo de busca colocou em sua home um link de campanha contrária à proposta de regulamentação das fake news. Intitulado “O PL das Fake News pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil”, o link direciona para um artigo assinado por Marcelo Lacerda, diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da empresa no país. Segundo o Google, o projeto pode piorar a internet e gerar consequências indesejadas caso o texto atual seja aprovado sem uma discussão mais aprofundada. Na verdade, este já é o segundo texto assinado pelo representante da plataforma de busca contra o projeto de lei, sempre listando pontos considerados “preocupantes” dignos de Big Brother (o original, de “1984”), como dar “amplos poderes a um órgão governamental para decidir o que os brasileiros podem ver na internet”. A empresa também impulsiona a hashtag #MaisDebatePL2630, tem pressionado deputados federais e contatado influenciadores em caso claro de lobby político. Essa ação gerou críticas do relator do projeto, o deputado federal Orlando Silva (PCdoB), que fez uma série de ataques às empresas de tecnologia durante ato do Dia do Trabalhador promovido pelas centrais sindicais no centro de São Paulo. Orlando Silva afirmou que as big techs, em especial o Google, estão fazendo um “jogo sujo” para influenciar de forma negativa a votação do projeto de lei no Congresso brasileiro. O deputado criticou o uso da força econômica e da presença de mercado para distorcer o debate político, e citou a redução do alcance da rede Sleeping Giants no Twitter como exemplo. A ação do Google gerou também reação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, que vê possibilidade de prática abusiva da empresa de tecnologia. O ministro afirmou em sua conta no Twitter que está encaminhando o assunto à análise da Secretaria Nacional do Consumidor, órgão do Ministério da Justiça, à vista da possibilidade de configuração de práticas abusivas das empresas. Com a possibilidade de adiamento da votação do projeto, a polêmica em torno do PL das Fake News continua. Enquanto as empresas de tecnologia defendem uma discussão mais aprofundada sobre o tema, o relator e o governo buscam avançar com a proposta para combater a disseminação de informações falsas na internet. O governo tomou a frente da discussão, porque as empresas de tecnologia lavaram as mãos e permitiram que notícias falsas causassem o ato de vandalismo de 8 de janeiro contra os Três Poderes constituídos do Brasil. Importante apontar que uma lei similar já está em fase de implantação na Europa e deve ser adotado em vários outros países, numa tendência irreversível para frear a permissividade na internet. Assim como no Brasil, a Lei dos Serviços Digitais (DSA), da União Europeia, também incomodou as empresas de tecnologia. Afinal, ela as obriga a fazer o mínimo que se recusam a fazer: adotar novos mecanismos que permitam aos usuários sinalizar conteúdo ilegal online e cooperar com sinalizadores confiáveis para identificar e remover esse tipo de conteúdo, além da possibilidade de contestar as decisões de moderação de conteúdo das plataformas com base em uma nova informação obrigatória aos usuários quando o conteúdo for removido ou restrito. A DSA também exige mais transparência dos algoritmos utilizados para recomendar conteúdos, proteção de menores em qualquer plataforma, fiscalização das big techs sobre suas ações para impedir o abuso de seus sistemas, medidas de gerenciamento de riscos e atuação contra desinformação ou manipulação eleitoral, violência cibernética contra mulheres ou menores de idade, e medidas contra golpistas na internet. A proposta brasileira inclui multas para a desobediência da lei e opções de remuneração por uso de material com direitos autorais, dois pontos que renderam mais comentários contrariados do Google. Veja abaixo as postagens oficiais do Google contra a PL das fake news.
Atriz de “Chiquititas” saiu do aperto com OnlyFans: “Estava vivendo de doações”
A atriz Renata Del Bianco, conhecida por interpretar a personagem Vivi na primeira versão brasileira de “Chiquititas”, exibida entre 1997 e 2001 no SBT, revelou que passou por dificuldades financeiras após o divórcio, mas conseguiu dar a volta por cima ao entrar no OnlyFans. “Tinha um estilo de vida com meu marido que precisei diminuir porque era 100% financeiramente dependente dele. Não tinha como, do dia para a noite, me manter sozinha. Estava vivendo com doações, mas não falava. Meus pais me traziam cesta básica”, relatou Renata em entrevista à revista Quem. Ao decidir colocar um ponto-final no casamento, a atriz se viu sem ter para onde ir. Sem querer incomodar os pais, que são idosos e gastam boa parte da renda para pagar plano de saúde, ela decidiu buscar alternativas para se sustentar e encontrou no OnlyFans uma oportunidade de fazer um conteúdo próprio. “Não devo satisfações a ninguém. A única pessoa a quem devo satisfações é a minha filha. Por mais ética e perfeita que eu tente ser, não estava conseguindo dinheiro para comprar comida para ela”, desabafou. Segundo Renata, durante o lançamento de seus perfis, ela chegou a faturar até R$ 20 mil por semana, mas reconhece que há uma queda natural nos ganhos após passar o período de novidade. Mesmo assim, a artista se mostra grata pela oportunidade de conseguir ganhar dinheiro e deixar de depender de ajuda. “Tenho a impressão que todo mundo me explorou a vida inteira. Essa é a primeira vez que consegui ganhar dinheiro através de mim mesma, sem depender de ninguém”, concluiu.
Luís Miranda descreve assédios de Marcius Melhem como “jogo sujo de poder”
O ator Luís Miranda confirmou que Marcius Melhem teria usado o sexo como uma “prática de exercer poder” e revelou, em entrevista ao colunista Guilherme Amado, ter presenciado episódios de assédio no “Zorra”, um dos programas do núcleo de Humor da Globo que era chefiado pelo humorista. Na entrevista, o ator ainda confirmou que Melhem tinha atitudes inapropriadas nos bastidores. “Marcius tinha um comportamento íntimo demais para a hierarquia da casa. Como, por exemplo, entrar no camarim enquanto a Dani [Calabresa] estava trocando de roupa ou experimentando uma peça. E muitas brincadeiras e piadas de cunho sexualizado, além de armações de articulação do poder. Com mulheres, [Marcius] tinha esse excesso de elogios às formas físicas”, contou ele. Em seguida, Miranda disse ter ouvido de Dani que o comediante havia mostrado o pênis durante a festa dos cem episódios do “Zorra”. No entanto, ele confessou que sentiu dúvidas sobre ter sido um abuso sexual ou apenas “mais uma brincadeira” de Marcius Melhem. Vale lembrar que o evento virou investigação da Delegacia da Mulher do Rio de Janeiro. “Eu liguei para o Maurício Farias e depois consequentemente para o Mauro Farias para tirar umas opiniões sobre o assunto. Eu queria entender se aquilo partia de uma coisa que era uma queixa dela porque ele tinha tirado o programa [que Calabresa queria estrelar] e ela estava chateada, ou se de fato realmente a coisa do abuso sexual fazia parte”, disse Miranda. Apesar da dúvida, Miranda admitiu que ficou perturbado depois que entendeu a gravidade do caso. “Porque naquele momento a gente entendia aquilo como uma brincadeira. Mas depois eu pensei: ‘Pô, seria uma brincadeira se fosse comigo ou com os outros que faziam parte do elenco’. Mas, quando é chefe, a coisa é mais complicada”, analisou ele. Após a declaração, Marcius Melhem enviou, por meio de sua assessoria de imprensa, uma nota em que também inclui Miranda no círculo de pessoas que estariam envolvidas num complô contra ele e questionou por que o ator não é testemunha na investigação que corre na delegacia. “No mais, o golpe vai ficando claro, à medida que se revelam os movimentos de Dani Calabresa e as datas em que ela começa a agir”, afirmou, em referência à tese do complô. Diante dessa reação, Luís Miranda acrescentou que o humorista deveria buscar tratamento psicológico antes de acusar as vítimas de vingança. “Eu sinto que, muitas vezes, a gente faz um personagem para tentar jogar aquele jogo. É um jogo sujo das escalações. É um jogo sujo do poder, e no ‘Zorra’ foi muito sujo. Muito sujo mesmo, de dar ascensão e lugar às pessoas por puxa-saquismo”, afirmou ao Splash. “Isso tem que ser tratado por ele. Ele tinha que estar num psicólogo tratando o grau elevado da sexualidade dele. Tratando a prática de exercer poder dessa maneira. Isso é uma doença, ele tem uma doença que precisa ser tratada. E é triste, é lamentável, é penoso ver um doente relutar contra a cura.” Na sequência, Miranda confessou que o humorístico era “o sonho de todo mundo” e que ninguém gostaria de perder, embora tivesse “que enfrentar espécimes desse nível, que manipulam relações, comportamentos, que minam as coisas”. O ator acrescentou que Melhem não aceitava um “corte de intimidade” e que era uma maneira de se colocar fora dos projetos. Luís Miranda ainda antecipou que o humorista “vai trabalhar” em cima de suas entrevistas, mas não deve reconhecer suas atitudes abusivas. “Nunca sabe o que está dentro das pessoas, o que magoou aquelas pessoas. Não passa por esse critério. Não tem avaliações pessoais, sentimentais, sobre o mal que causa aos outros. É sobre o mal que causou a muitas pessoas. É sobre o mal que causou a um departamento. É sobre milhares e milhares de pessoas despedidas, passando necessidade, que ele matou, que ele minguou, por conta desse projeto de poder”, pontuou o ator. “É sobre esse projeto de poder que eu estou aqui falando. Não sobre Marcius, ele para mim já não tem nem valia. Eu gostaria de encontrar ele na rua e dizer: que pena, né, cara, que você não conseguiu gerir a sua vida. Gostaria, mas assim: cada vez que ele abre a boca, ele me afasta mais da conexão com ele”, concluiu.
Sérgio Hondjakoff recebe alta da clínica de reabilitação
Sérgio Hondjakoff, o eterno Cabeção da “Malhação”, recebeu alta médica no último domingo (30/4). O ator estava internado há cerca de 10 meses numa clínica de reabilitação para dependentes químicos, localizada no interior de São Paulo. O terapeuta Sandro Barros, responsável pelo acompanhamento do ator, explicou que Serginho terá um “cronograma terapêutico” para seguir fora da reabilitação. A medida será necessária para garantir a distância de gatilhos emocionais após meses de sobriedade. “O acompanhamento terapêutico trabalha o jeito de ser, a forma de pensar e a maneira de agir. Quando o Serginho tiver no Rio, eu vou criar esse cronograma terapêutico junto com ele. Eu vou levá-lo aos grupos de ajuda, no futevôlei, para dar um mergulho no mar, para dar uma volta na Lagoa, no Leblon”, contou o terapeuta. “Então vou criar as atividades, porque o acompanhante terapêutico trabalha na sociedade. O consultório dele é o cotidiano. A gente usa recursos internos para remover qualquer bloqueio que ele tenha. São várias questões para lidar com os gatilhos e reencontrar a esperança.” Barros acrescentou que o ator ainda está num processo para identificar seus próprios gatilhos, que são responsáveis pelas recaídas no uso de drogas. “Cada paciente tem gatilhos diferentes. Como terapeuta há 9 anos, eu ajudei mais de 5 mil vidas. Tem pessoas que têm gatilho com ambientes, com dinheiro, com carro… No caso dele, ele está começando ainda a identificar os gatilhos, porque isso é um processo”, explicou. Com o ator de volta à cidade do Rio de Janeiro, o terapeuta pretende incluir a família de Sérgio Hondjakoff no cronograma terapêutico. “Vamos resgatar todo esse tempo perdido aos poucos, sem querer resolver tudo em 24h, que é uma tendência quando a pessoa sai da clínica”, afirmou o profissional. “Por enquanto, ele vai morar com a mãe, com a esposa e o filho para ficar mais próximo da família, porque quanto mais próximo da família e do terapeuta, mais longe das drogas. A família também será tratada com terapia para aprender a lidar com ele em algumas questões do cotidiano dele”, garantiu Barros. Em junho do ano passado, Sérgio Hondjakoff decidiu se internar numa clínica de reabilitação indicada por Rafael Ilha, após ter surtado numa live pública. Nas imagens virais, o ator chegou a ameaçar matar o próprio pai. Na época, ele ficou surtado por vários dias, fazendo uso de drogas, consumindo bebida alcoólica e sem dormir, o que assustou a família. Ele já havia sido denunciado por maus-tratos.
Preta Gil anuncia nova fase do tratamento contra o câncer
A cantora Preta Gil revelou no domingo (30/4) que entrou numa nova fase do seu tratamento contra o câncer de intestino, descoberto no começo deste ano. Nas redes sociais, ela se mostrou confiante com a próxima etapa. Num vídeo, Preta contou ter viajado a São Paulo para conhecer o médico cirurgião e outros profissionais responsáveis pelo seu caso. A cantora deve começar as sessões de radio e quimioterapia oral nos próximos dias. “Estou muito entusiasmada, muito esperançosa, e com muita certeza de que esse tratamento vai se bem suceder, e que, ao final dessa estrada, tem uma cura me esperando”, afirmou a artista. Em seguida, Preta Gil prometeu trazer notícias sempre que estiver se sentindo bem. “[É] pra você verem que eu tô bem. Foi uma semana muito boa, mais uma vez eu dei passos muito importantes que eu dei rumo à cura”, seguiu ela. Em janeiro, Preta Gil sentiu fortes dores no abdômen, antes de passar por exames num hospital de referência no Rio. Os resultados apontaram o câncer no intestino e a artista precisou iniciar o tratamento imediatamente. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Preta Gil 🎤 (@pretagil)
Instituto que se chamava Luisa Mell vai processar ativista por acusações
O Instituto Caramelo, entidade que luta pela causa animal e que levava o nome de Luisa Mell até sábado (29/4), anunciou que irá processar a ativista e influenciadora digital por dizer que a entidade deu um golpe, e por cada insinuação e acusação que ela fez contra a organização em um vídeo publicado neste domingo (30/4). “Processaremos ela, no cível e criminal, por cada insinuação e acusação para que ela prove na justiça o que afirma ou insinua”, declarou o local. O instituto afirma que Luisa Mell se colocou como vítima da situação e fez insinuações mentirosas. “Quando mais de 20 pessoas que trabalharam juntas por oito anos deixam de acreditar em alguém, vale a reflexão de quem está certo: esse alguém ou todo o grupo?”, questionou a organização não governamental em seu posicionamento oficial divulgado na página da entidade. “Lamentavelmente, em seu posicionamento, Luísa se coloca como vítima e distorce fatos a seu favor. Pensando unicamente em si, coloca em xeque a idoneidade de todo o trabalho, de dezenas de pessoas, de uma empresa de auditoria externa renomada, fornecedores e parceiros. Na ponta, em risco todos os animais abrigados, além de desmerecer o esforço de todo o grupo”, conta a nota. O texto lamenta que tenha que transformar o caso em situação judicial por causa de Luisa Mell, mas que o Instituto vai continuar cuidando de animais abandonados mesmo sem o apoio do nome dela. “Só quem perde aqui é a causa e os animais, algo que tentamos a todo custo evitar. Não iremos ficar em guerras de narrativas nas redes sociais, pois temos muito trabalho, animais e pessoas para cuidar e esse é nosso foco e propósito”, concluiu a organização no comunicado. Luisa Mell fez um vídeo para apresentar sua versão da polêmica após a entidade que tinha seu nome mudar para Instituto Caramelo e declarar que a apresentadora não fazia contribuições financeiras. Para rebater, ela afirmou que essa “narrativa é vergonhosa e criminosa”, pois doou seu tempo, nome e fez campanha publicitária e de arrecadação para a entidade. “Eu doei minha imagem, meu nome, minha história, doei meu tempo, minha saúde mental”, disse Luisa. Ela também afirmou que resolveu mudar a relação com o instituto após encontrar inconsistências. “A partir do momento que descobri parcerias feitas em meu nome, sem a minha autorização, com condições absurdas… Resolvi não delegar mais tanto”, contou, acusando a organização de ter mudado o regime de governança para que ela não pudesse decidir mais nada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Instituto Caramelo (@instituto.caramelo)
Luisa Mell acusa seu antigo Instituto de dar golpe
A ativista e apresentadora Luisa Mell divulgou um vídeo para rebater acusações dos responsáveis pela mudança do nome do Instituto Luisa Mell para Instituto Caramelo. A mudança foi anunciada no domingo (30/4) através das redes sociais da organização, que afirmou ter optado pela mudança por nunca ter recebido apoio financeiro de Luisa Mell. Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, a ativista acusou a ONG de dar um golpe. “Sou presidente, fundadora e principal responsável civil e criminalmente pelo instituto”, afirmou Luisa Mell. “Inacreditável como as pessoas têm coragem de contar uma mentira dessas. Falaram que eu não era do instituto, que eu na verdade era só uma garota propaganda e tinha um contrato de imagem. Mentirosos. Eu sempre fui a fundadora e presidente do instituto. E todos os processos civis e criminais, a primeira que toma sou eu. É tanta mentira que cada vez eu fico mais assustada com essas pessoas que eu trabalhei”, acusou. A ativista disse que, mesmo não tendo doado dinheiro, sempre se dedicou ao instituto doando sua imagem, divulgação, tempo e trabalho como resgate. “Sempre pedi dinheiro aqui, implorei. Quantas vezes não supliquei, me humilhei aqui pedindo dinheiro. Quantas publicidades eu não fiz sem ganhar absolutamente nada, só para o instituto ter ração, ter condições de se manter”, destacou. E revelou que o ex-marido, Gilberto Zaborowsky, costumava fazer doações para a organização. “Fui casada com um homem rico, não tenho pensão milionária. Essa narrativa é tão vergonhosa, tão doentia, tão criminosa”, afirmou. Ela ainda contou que descobriu parcerias feitas em seu nome sem sua autorização e com condições absurdas, o que a levou a mudar sua relação com o instituto. “A partir do momento que resolvi não delegar mais tanto, virei inimiga, tendo que ouvir em assembleias extraordinárias que qualquer player poderia me substituir porque eles já tinham a estrutura”, relatou. Luisa Mell também acusou o Instituto Caramelo de ter mudado o regime de governança para que ela não pudesse mais tomar decisões, nem demitir funcionários ou controlar gastos. “Sem nenhum poder de decidir de nada, nem os resgates que precisava fazer. Como eu poderia continuar pedindo dinheiro para vocês?”, questionou. No final do vídeo, a ativista agradeceu o apoio dos fãs e afirmou que espera resolver logo a questão e continuar seu trabalho com animais. “Minha missão. Obrigada pela compreensão e carinho”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luisa Mell (@luisamell)
Instituto Luisa Mell troca nome e expõe apresentadora: “Nunca colocou dinheiro algum”
O Instituto Luisa Mell, dedicado ao resgate de animais em situação de risco ou doentes, anunciou uma grande mudança em seus rumos. A ONG decidiu remover o nome da ativista e agora se chama Instituto Caramelo. Em comunicado, a entidade revelou que a mudança aconteceu porque a apresentadora, ao contrário do que muitos pensam, nunca ajudou a organização com doações. “O Instituto Luisa Mell agora é Instituto Caramelo! O novo nome é a forma que encontramos de homenagear o vira-lata caramelo, personagem conhecido e amado nas redes sociais, que inspira todos os dias o nosso trabalho diante da realidade de abandono e maus tratos no nosso país”, diz o texto publicado nas redes sociais. A ONG também explicou porque tinham adotado o nome de Luisa Mell originalmente: “A opção de o Instituto levar o nome ‘Luisa Mell’ foi para ajudar o maior número de animais possível, partindo de uma marca conhecida com um trabalho real por trás”. A entidade afirmou que Luisa Mell foi contatada por um grupo de voluntários que já trabalhavam com a causa animal quando a ONG foi fundada, em 2015. A intenção, segundo o texto, era dar visibilidade à instituição – a apresentadora teve um programa na RedeTV!, o Late Show, que promovia resgate de animais sob maus tratos e encampava campanhas de doação. O texto afirma que a mudança ocorreu com a intenção de “despersonificar o trabalho e separar posturas e interesses individuais do propósito do grupo”. A postagem gerou uma série de comentários. Em resposta a um questionamento, a entidade — que fica em Ribeirão Pires, na região metropolitana de São Paulo — acrescentou: “Ao contrário do que muitos pensam, a Luísa nunca colocou dinheiro algum no Instituto. Nenhuma doação sequer. Foi dinheiro das outras pessoas do grupo e de doações que fizeram as coisas funcionarem ao longo desses anos. Vocês podem comprovar isso facilmente solicitando a ela que mostre qualquer depósito dela para o instituto.” Muitos ficaram em choque com a mudança e a revelação da falta de envolvimento de Luisa Mell. “Eu tô chocada que a história do instituto é essa. Que ela foi convidada pra atingir mais gente. A forma como ela sempre tratou esse instituto dava a entender que ela tinha criado e a galera foi entrando depois. Enfim, o propósito é o mesmo, continuem o trabalho lindo de sempre, independente de nomes ou pessoas”, disse uma internauta.
Vítima de estupro encontra Polanksi após 46 anos
A escritora Samantha Geimer, que foi vítima de estupro por parte do diretor Roman Polanski quando tinha apenas 13 anos, em 1977, compartilhou uma foto ao lado do cineasta em suas redes sociais. O encontro ocorreu 46 anos após o crime que ainda impede o cineasta de retornar aos Estados Unidos. O registro fotográfico foi feito pelo marido de Samantha, David Geimer, durante um encontro em Paris com Polanski e sua esposa, a atriz Emmanuelle Seigner. A própria Emmanuelle compartilhou a publicação em suas redes sociais. O encontro aconteceu no início de março deste ano, quando Samantha concedeu uma entrevista à Emmanuelle. A entrevista foi publicada pela revista Le Point e trouxe a vítima defendendo seu agressor. Samantha afirmou que o que aconteceu com Polanski nunca foi um grande problema para ela. Ela não tinha conhecimento de que o estupro era ilegal e que alguém poderia ser preso por isso. Apesar do crime que sofreu, ela afirmou estar bem e ter continuado bem após todos esses anos. Samantha ressaltou que o fato de terem feito do caso algo de grande proporção pesa terrivelmente sobre ela. Ter que repetir constantemente que o estupro não foi uma grande coisa é um fardo horrível para a vítima. No entanto, ela afirmou que o encontro com Polanski foi bom e que ela estava feliz em revê-lo após tantos anos. Polanski foi preso em 1977 por ter relações sexuais ilegais com a então menor. Ele aceitou um acordo judicial, cumpriu 42 dias de prisão e, quando o juiz do caso ameaçou voltar atrás no combinado, fugiu dos Estados Unidos para se abrigar na França, seu país natal, evitando a prisão. Desde então, ele é considerado foragido da Justiça dos EUA. Embora seja protegido na França por conta de sua cidadania, ele poderia, em tese, ser preso e extraditado se fosse a outro país. A Justiça dos EUA já tentou isso duas vezes. Ao viajar à Suíça para um festival em 2009, Polanski foi detido e colocado em prisão domiciliar numa propriedade que possui no país. No entanto, o tribunal suíço acabou rejeitando o pedido de extradição e libertou o diretor. Em 2014, houve nova tentativa na Polônia, país da família do cineasta, e o resultado foi o mesmo: o tribunal considerou que a pena já havia sido cumprida. Sobre as tentativas de extradição, Geimer disse que a iniciativa foi “injusta e contrária à justiça”, além de reforçar que Polanski já cumpriu sua sentença. “Da minha parte, ninguém queria que fosse preso, mas ele foi e foi o suficiente. Ele pagou sua dívida com a sociedade. É isso, fim da história. Ele fez tudo o que lhe foi pedido até que a situação ficou fora de controle e ele não teve outra escolha a não ser fugir”, disse na entrevista à Le Point. Com o surgimento do movimento #MeToo nas redes sociais, o caso de Polanski voltou a ser comentado e novas mulheres se apresentaram como supostas vítimas de abusos do diretor nos anos 1970. Em meio a essa controvérsia, Polanski ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cinema de Veneza em 2019 e o César (o Oscar francês) de Melhor Roteiro Adaptado em 2020, por “O Oficial e o Espião”, o que causou repúdio entre influenciadores e imprensa, e “esfriou” a relação entre o diretor e a indústria cinematográfica francesa. Atualmente, Polanski trabalha em um novo filme, “The Palace”, que aguarda lançamento, mas nenhum financiador, produtor ou estúdio francês quis fazer parte da obra, que acabou recebendo apoio da RAI Cinema da Itália. Além disso, o filme não foi incluído na programação do Festival de Cannes deste ano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emmanuelle Seigner (@emmanuelleseigner)
Decisão judicial libera Telegram, mas mantém multa diária de R$ 1 milhão
A Justiça Federal suspendeu parcialmente, neste sábado (29/4), a liminar que havia determinado a suspensão temporária do aplicativo Telegram no Brasil. O desembargador Flávio Lucas, do TRF2, afirmou que a determinação original “não é razoável”, considerando que afeta de forma ampla a liberdade de comunicação de pessoas que não têm relação com os fatos sob investigação. A decisão, porém, manteve a multa diária de R$ 1 milhão, aplicada em primeira instância por descumprimento da determinação de fornecer dados sobre grupos e canais neonazistas no aplicativo. A decisão de Flávio Lucas destaca a insuficiência da regulamentação das redes sociais no Brasil e a necessidade de se estabelecer regras mais claras e específicas para evitar abusos e proteger tanto a sociedade como os usuários. Ele argumenta que é preciso equilibrar os direitos individuais e coletivos, ponderando interesses constitucionais relevantes. Além disso, o desembargador relembrou os embates anteriores do Telegram com o Poder Judiciário e afirmou que as empresas de tecnologia precisam entender que o ciberespaço não pode ser um território livre e distinto, mas sim um espaço com regras que atendam ao fim social e à evolução, não ao retrocesso.
Michael J. Fox revela piora de Parkinson: “Não vou chegar aos 80 anos”
Eterno Marty McFly da franquia “De Volta para o Futuro”, Michael J. Fox compartilhou em uma nova entrevista à rede americana CBS as dificuldades de sua vida com Parkinson, doença diagnosticada há mais de 30 anos. O ator de 61 anos disse que todo dia é um sofrimento e que vai ficando cada vez mais difícil lidar. A doença de Parkinson é neurológica, crônica e progressiva, ela atinge o sistema nervoso central e afeta os movimentos podendo causar tremores. Em entrevista, o ator compartilhou também que uma cirurgia para retirada de um tumor benigno na coluna afetou seu tratamento contra o Parkinson e deixou sequelas. “Atrapalhou minha caminhada. […] Eu quebrei esse braço, esse [outro] braço. Quebrei esse cotovelo. Quebrei minha cara”, relatou. Sobre a vida com a doença, ele não foi otimista. “Eu não vou chegar aos 80 anos. Não vou mentir. Está ficando difícil, está ficando mais difícil. Está ficando mais difícil. A cada dia é mais difícil”, confessou. Apesar de estatísticas apontarem que o surgimento da doença é mais comum a partir dos 55 anos, Fox recebeu o diagnóstico aos 29, em 1991. Em entrevistas anteriores, ele comentou que entrou em estado de negação por 7 anos. Por isso, só tornou publico que tinha Parkinson em 1998. No ano passado, ele recebeu o Prêmio Humanitário Jean Hersholt por sua trajetória no tratamento. Na cerimônia, ele disse: “Me disseram que só restavam dez anos para trabalhar. Isso era mentira. A parte mais difícil do meu diagnóstico foi lidar com a certeza da enfermidade e a incerteza da situação. Eu só sabia que iria piorar”. Nos últimos anos, Fox fez trabalhos de narração e participação em séries e filmes como “The Good Wife”, “The Good Fight” e “A Gente Se Vê Ontem”. A entrevista completa vai ao ar no domingo (30/4), nos Estados Unidos. Confira a seguir a prévia.
Motociclista quer R$ 1,2 milhão de Lima Duarte por atropelamento
Simone Regina de Abreu Nunes, a motociclista de 37 anos que foi atropelada por Lima Duarte em um acidente que ocorreu em São Paulo há quase dois meses, está exigindo uma indenização de R$ 1,2 milhão por danos morais do ator de 93 anos. A ação foi apresentada na sexta (28/11) no Tribunal de Justiça do Estado. De acordo com o processo, Simone está pedindo em liminar para que a Justiça garanta o pagamento de R$ 5 mil por mês. Na ação, a motociclista afirma que ainda não tem condições de voltar ao trabalho depois do acidente. O valor solicitado será usado para a cirurgia de colocação de pinos nos próximos meses e para o tratamento, segundo Ângelo Carbone, advogado de Simone. A equipe de Lima Duarte disse à imprensa que o ator “está sendo vítima de calúnia e difamação, o que será comprovado em qualquer processo judicial”. Após o acidente, Lima Duarte ofereceu R$ 30 mil e uma ajuda de custos mensal de R$ 465, que cobriria o pagamento de cadeira de rodas e cama hospitalar. No entanto, Simone se arrependeu do acordo, que não foi protocolado oficialmente, segundo seu advogado. “Ela estava precisando de dinheiro, sem trabalhar, não é registrada e tinha uma moto alugada. Ela precisava comer”, disse Ângelo Carbone. A equipe de Lima Duarte confirmou a negociação entre as partes, mas não reconheceu a responsabilidade pelo acidente. “Temos provas de que o acordo foi pago e assinado de forma consciente e amigável. Foi realizado com o único objetivo humanitário de ajudar a motociclista em seu período de recuperação.” Além do pedido de indenização, a defesa de Simone também solicitou abertura de inquérito policial junto ao Ministério Público de São Paulo. Nesta queixa, os advogados da motociclista pedem a apreensão dos documentos do artista, como sua carteira de habilitação e passaporte. Além disso, também requer um exame de dosagem alcoólica e outro de verificação de eventuais remédios utilizados por ele. O acidente causado por Lima Duarte ocorreu na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Na ocasião, o ator teria ultrapassado um ônibus e o retrovisor de seu carro prendeu no guidão da moto de Simone, que foi arrastada por alguns metros. Devido a gravidade, a mulher de 37 anos fraturou cinco ossos e precisou de cirurgias de urgência. Na época, ele disse que prestou os devidos socorros à vítima e que sua carteira de motorista estava válida e regularizada.
Ex-BBB Ricardo Alface realiza sonho de encontrar Neymar
O ex-BBB Ricardo Alface usou as redes sociais para compartilhar com os fãs a realização de um sonho: o encontro com o jogador Neymar. O craque já demonstrou em algumas ocasiões que é espectador do programa, como em 2020 quando apoiou o participante Felipe Prior. Na edição 23, no entanto, ele preferiu não se envolver. Alface não deu detalhes do encontro, mas, na publicação, os dois aparecem sorrindo em uma selfie tirada pelo jogador. Na legenda, o sergipano escreveu: “BATMAN & CORINGA. Realizando um sonho”. Já nos stories, ele compartilhou a mesma foto marcando o craque. “Neymar valeu pela moral. Te desejo muita proteção nessa vida”. Os fãs aproveitaram o post para celebrar junto com Alface, e também zoar. “De um lado o maior jogador brasileiro da atualidade e de outro o Neymar”, disse uma usuária. Outra comentou: “O famoso não ganhou mas VENCEU”. “Zerou o game irmão. ÍDOLOS DA NAÇÃO HAHA”, escreveu um terceiro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ricardo Alface 🥬 (@rickcamargo)












