Susan Sarandon é presa junto a 500 mulheres em protesto contra Trump
A veterana atriz Susan Sarandon foi presa na quinta-feira (29/6) junto a outras 500 mulheres (incluindo uma congressista) durante um ato na capital americana contra a política de “tolerância zero” do presidente Donald Trump em relação aos imigrantes em situação ilegal. Segundo a Polícia do Capitólio, 575 pessoas fizeram um protesto sentadas no átrio de um edifício de escritórios do Senado e foram acusadas de manifestar-se ilegalmente, autuadas no local e liberadas. Muitas das detidas cantavam e gritavam palavras de ordem e usavam cobertores prateados de emergência, similares aos utilizados pelas crianças nos centros de detenção. Susan Sarandon disse que foi detida perto do Departamento de Justiça, onde também houve protesto. “Presa. Permaneçam fortes. Se mantenham lutando. #WomenDisobey”, ela escreveu no Twitter. Trump e o Congresso estão em um embate para resolver a crise que separou mais de 2 mil crianças de seus pais imigrantes desde que o governo anunciou, no começo de maio, uma política na fronteira de “tolerância zero”. A política exige o estrito cumprimento de leis que estabelecem que qualquer imigrante que atravesse a fronteira de modo irregular seja preso e processado. Após protestos da comunidade internacional e de críticas feitas por democratas e republicanos, Trump pediu recentemente que seja interrompida a separação das famílias, mas efetivamente nada foi feito para resolver a crise, já que as crianças continuam separadas dos pais, inclusive bebês.
Diretor de Corra! vai produzir série sci-fi futurista para o YouTube
O cineasta Jordan Peele, premiado com o Oscar pelo roteiro de “Corra!”, emplacou uma série sci-fi no YouTube Premium (antigo YouTube Red). O projeto se chama “Weird City” e será uma antologia de ficção científica, com episódios passados na cidade futurista de Weird. Criada pelo roteirista Charlie Sanders (da série “Key & Peele”), a série produzida por Peele combinará comédia com sci-fi e terá seis episódios em sua 1ª temporada. A estreia de “Weird City” vai acontecer em 2019, sem data definida até o momento. Esta é a segunda produção de Peele encomendada nos últimos dias. Ele também está produzindo a série de terror “Lovecraft Country” para a HBO. Sua empresa Monkeypaw Productions também desenvolve um remake de “Além da Imaginação” (The Twilight Zone) para a plataforma CBS All Access, e “The Hunt”, sobre caçadores de nazistas, ainda sem canal definido, além de já ter lançado com sucesso a comédia “The Last O.G.”, renovada para a 2ª temporada no canal pago TBS.
Vídeo destaca a participação de Cher na continuação de Mamma Mia!
A Universal divulgou um vídeo de bastidores da continuação do musical “Mamma Mia!”, que destaca a participação da cantora Cher. Ela interpreta a mãe de Meryl Streep e vó de Amanda Seyfeld na trama, e aparece na prévia cantando “Fernando”, hit do Abba. O curioso é que, além dos comentários de elenco e equipe técnica, até os integrantes do Abba se deliciam com sua participação na produção. “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” volta a reunir o elenco do primeiro filme, mas acrescenta várias novidades, graças a uma trama paralela de flashback – que revela que Meryl Streep costumava ser Lily James nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez na adolescência, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth. O roteiro e a direção estão a cargo de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) e as novidades do elenco incluem as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) como o Fernando cantado por Cher. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Netflix vai transformar best-seller Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie, em série
O romance “Filhos da Meia-Noite”, de Salman Rushdie, vai virar uma série da Netflix. Publicado em 1981, o livro se ancora no realismo fantástico para contar a história da independência da Índia. A obra ganhou diversos prêmios, incluindo o Booker Prize – duas vezes. “‘Filhos da Meia-Noite’ é um dos maiores romances do planeta, e seus temas ainda são relevantes para a Índia contemporânea”, afirmou Erik Barmack, vice-presidente de conteúdo original da Netflix. Segundo fontes ouvidas pela publicação, um dos objetivos de transformar o livro em série é expandir os negócios da empresa na Índia. Ainda não há informações sobre elenco e data de lançamento. O livro já foi adaptado para o cinema em 2012, com direção de Deepa Mehta. Na época, a estreia na Índia foi cercada de polêmica, já que Salman Rushdie é mal-visto pelos muçulmanos. Seu romance “Os Versos Satânicos”, de 1988, foi considerado blasfêmia e é proibido no país. Por causa de “Os Versos Satânicos”, Rushdie sofreu uma fatwa e teve seu assassinato ordenado pelo Aiatolá Ruhollah Khomeini, líder do Irã, em 1989. A fatwa contra ele foi renovada em 2005 por Ali Khamenei, que declarou: “Mesmo que Salman Rushdie se arrependa ao ponto de se tornar o homem mais piedoso do nosso tempo, a obrigação permanece para cada muçulmano, de o enviar para o inferno, não importa a que preço, e mesmo fazendo o sacrifício de sua própria vida.”
Festival É Tudo Verdade passa a qualificar seus vencedores para o Oscar de Melhor Documentário
Principal festival de documentários do Brasil, o É Tudo Verdade agora vai classificar para o Oscar da categoria. Ele foi selecionado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos como evento classificatório para o Oscar de documentário de longa-metragem. Criado pelo crítico Amir Labaki em 1996, o festival faz parte da lista inaugural de 28 eventos convidados pela primeira vez pela Academia para qualificar a disputa do Oscar. Além do É Tudo Verdade, também serão considerados classificados a disputar o prêmio os vencedores do IDFA (Amsterdã), Hot Docs (Canadá), Leipzig (Alemanha) e Yamagata (Japão), além dos filmes premiados como Melhor Documentário de festivais como Cannes (França) e Berlim (Alemanha). Os vencedores do É Tudo Verdade deste ano já serão inscritos no Oscar. Foram eles “O Distante Latido dos Cães”, do dinamarquês Simon Lereng Wilmont, na disputa internacional, e “Auto de Resistência”, de Natasha Neri e Lula Carvalho, na competição nacional. Este filme, por sinal, entrou em cartaz nos cinemas na quinta-feira (28/6). É dele a foto acima. É Tudo Verdade também qualifica, desde 2015, os vencedores da competição brasileira e internacional de curtas-metragens para concorrer ao Oscar de Melhor Curta de Documental. Os vitoriosos neste ano foram “Ressonâncias”, do libanês Nicolas Khoury, e “Nome de Batismo – Alice”, de Tila Chitunda. As inscrições para a próxima edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, a 24ª do evento, serão abertas em setembro.
Nanda Costa lança música com a namorada Lan Lahn
A atriz Nanda Costa (“Entre Irmãs”) assumiu de vez sua carreira paralela na música pop. Ela e sua namorada, a percussionista Lan Lahn, lançaram a música “Não É Comum, Mas É Normal”. A composição foi divulgada na quinta-feira (28/6) para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBT. Nanda divulgou um trecho da música em suas redes sociais, com o link para a faixa nas plataformas digitais. Na música, o casal questiona “Por que você não aceita e vai viver sua vida? Amor de igual é igual, normal. Não faz mal nenhum”. “A ideia não era gravarmos assim tão de repente. Mas como diz minha amiga Magali, “o amor foi feito pra dar e espalhar”, então estamos compartilhando nosso amor em formato de single”, disse a atriz e agora cantora no post. Na verdade, desde 2015, a atriz está envolvida com essa nova paixão, cantando na banda Batida Nacional, ao lado de Lan Lahn e do DJ DeepLick. Ela aproveitou ainda para se declarar para a namorada. “Um obrigada mais que especial para a pessoa que compartilha desse momento único comigo, Lan Lanh, a você todo meu amor”. Era um dia comum, estávamos brincando de fazer música, como sempre fazemos. E “Não é comum mas é normal” aconteceu. A ideia não era gravarmos assim tão de repente. Mas como diz minha amiga Magali, “o amor foi feito pra dar e espalhar” então estamos compartilhando nosso amor em formato de single. Obrigada @luizbrasil pela parceria, pela amizade e por esse violão que toca o coração da gente… Obrigada @raphabaggas pela Arte gráfica mais incrível que poderíamos ter (mais tarde eu posto aqui um pouco do que ele fez). Obrigada @cristinadoria por botar pilha pra gravarmos em tempo recorde. Obrigada @dubas_musica. Obrigada @menezescordas pelo registro. Um obrigada mais que especial para a pessoa que compartilha desse momento único comigo, @lanlanhoficial, a vc todo meu amor. Obrigada a cada um de vocês que curtiu a música e compartilhou com gente. A música não é de quem faz, é de quem precisa… Ame e compartilhe ❣, lembrando que ela ter entrado hoje nas plataformas digitais, foi lindo demais! Pra quem quiser curtir a música, o link tá na minha bio. #NãoéComumMaséNormal #diadoborgulhoLGBT ?️? Uma publicação compartilhada por Nanda Costa (@nandacostareal) em 28 de Jun, 2018 às 7:21 PDT
Jessica Chastain se “transforma” para o começo das filmagens de It: Capítulo Dois
Jessica Chastain anunciou o início das filmagens da sequência de “It: A Coisa” com uma foto em seu Instagram (acima). A imagem que marca o primeiro dia no set “mixa” o rosto da atriz com o de Sophia Lilis, que interpretou Beverly Marsh no primeiro filme. Jessica vai viver a mesma personagem no segundo filme, passado 27 anos após os eventos iniciais. A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores. Além de Jessica, o elenco mais velho inclui James McAvoy (Bill), Jay Ryan (Ben), Bill Hader (Richie), James Ransone (Eddie) e Andy Bean (Stanley). Os atores mirins, no entanto, voltarão a aparecer em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. Intitulado “It: Capítulo Dois”, o novo filme tem estreia prevista para setembro de 2019.
Dwayne Johnson divulga teaser com a data de estreia da continuação de Jumanji
O ator Dwayne “The Rock” Johnson divulgou um vídeo nas redes sociais que revela a data de estreia da continuação de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. O teaser afirma que o jogo não terminou e destaca a data do lançamento da sequência nos cinemas norte-americanos: 13 de dezembro de 2019. “Eu guardo ‘Jumanji’ bem perto do coração e estou mais do que agradecido que vocês fizeram do filme um sucesso comercial. Mal posso esperar para que vocês vejam o que nossa nova aventura e os novos personagens estão preparando quando o Natal chegar mais cedo”, escreveu o ator. Baseada na aventura clássica dos anos 1990, estrelada por Robin Williams, o filme lançado no Natal do ano passado arrecadou impressionantes US$ 961 milhões nas bilheterias mundiais. Além de Johnson, o elenco incluiu Kevin Hart, Jack Black, Karen Gillan e Nick Jonas, que devem voltar na sequência, novamente escrita por Scott Rosenberg. Officially planting our JUMANJI flag. On DECEMBER 13th, 2019 – the game is not over. I hold JUMANJI very close to my heart and I’m beyond grateful you made our movie into the global juggernaut ($1BILLION+) it became. Can’t wait for you to see what our new adventure & new characters have in store as Christmas comes early. And once again, I get to slap @kevinhart4real’s lip’s into next week. The world is happy. #FearTheDrums #TheGameIsNotOver #JUMANJI DECEMBER 13th, 2019 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 27 de Jun, 2018 às 10:44 PDT
Departamento de Justiça dos EUA aprova a compra da Fox pela Disney
A compra da Fox pela Disney avançou nesta quarta-feira (27/6), com o aval positivo do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A única ressalva do Departamento foi a determinação para a Disney vender as emissoras esportivas regionais da Fox, por entender que elas, em conjunto com a ESPN (que já é da Disney), poderiam constituir um monopólio no segmento. A compra estava sob análise da Justiça americana desde dezembro, quando a Disney anunciou a aquisição dos ativos da Fox pelo valor de US$ 52,4 bilhões. Enquanto a aprovação não saía, a Comcast, dona dos estúdios Universal, fez uma oferta maior, de US$ 65 bilhões, para ficar com a Fox. Mas diante da corrência a Disney subiu sua proposta na semana passada, levando-a ao valor de US$ 71,3 bilhões. O novo acordo foi aceito no mesmo dia pela Fox, segundo o jornal Wall Street Journal. Com a efetivação da compra, o império do Mickey crescerá ainda mais, com a incorporação do estúdio de cinema 20th Century Fox, as produtoras indies Fox Searchlight Pictures e Fox 2000, a produtora de TV da Fox e os canais pagos do grupo FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu, a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar reality shows como “Big Brother” e “MasterChef”) e a participação na rede de TV paga europeia Sky. Com o negócio, a Disney passar a reunir a maioria dos heróis da Marvel, juntando os X-Men, Deadpool e Quarteto Fantástico com os Vingadores. A Fox também detinha os direitos de um único filme da saga “Star Wars”: o “Guerra nas Estrelas” original, que agora passa a ser integrado com os demais na LucasFilm (comprada pela Disney em 2012). A empresa também se torna proprietária de outras grandes franquias do cinema, como “Avatar” e “Planeta dos Macacos”, e de produções menores, mas prestigiadas, como “Estrelas da Além do Tempo”, “Garota Exemplar” e “A Forma da Água”, vencedor do Oscar 2018. Já na TV, a Disney adquire séries de sucesso como “This Is Us”, “Modern Family” e “The Simpsons”, além de atrações de super-heróis como “Legion” e “Gifted”, sem esquecer a possibilidade de explorar o catálogo da Fox em novas séries. O objetivo da Disney é se reforçar para lançar seu serviço de streaming próprio e rivalizar com a Netflix e a Amazon a partir de 2019.
Andréa Beltrão e Daniel Boaventura viram Hebe Camargo e Sílvio Santos em foto de filme
As filmagens do filme sobre a vida de Hebe Camargo (1929-2012) já começaram. E a primeira imagem da atriz Andréa Beltrão (série “A Grande Família”) caracterizada como a apresentadora chegou nas redes sociais, revelada pelo colega Daniel Boaventura (“Odeio o Dia dos Namorados”), que participa do longa no papel de Silvio Santos. “Ontem filmei minha participação no filme ‘Hebe’ com a talentosíssima Andréa Beltrão interpretando nossa eterna ‘gracinha’ e com a direção do querido Maurício Farias (‘A Grande Família’, ‘Tapas & Beijos’). Obrigado, equipe, pela experiência, foi especial fazer parte da trajetória de sucesso da querida, irreverente e sincera Hebe Camargo. Além de ser uma honra interpretar o Silvio Santos, um ícone da nossa TV e um exemplo de garra, determinação e criatividade”, escreveu Boaventura no Instagram. A foto, porém, dividiu opiniões. Enquanto alguns fãs elogiaram o visual e parabenizaram o ator pelo novo trabalho, outros repararam que ele parecia Clark Kent, o alter-ego de Superman. Só ficou faltando os óculos. Também teve quem achasse “assustadora” a aparência da Andréa Beltrão. A produção é um combo de filme e minissérie, que após passar nos cinemas ganhará cenas inéditas e outra montagem para se desdobrar em episódios televisivos. Silvio Santos também será tema de dois outros filmes, um com Rodrigo Faro (novela “Chamas da Vida”) e produção da Paris Filmes e outro que ainda não tem intérprete definido, mas já tem roteiro escrito por Paulo Cursino (“De Pernas pro Ar”, “Até que a Sorte nos Separe”). Ontem filmei minha participação no filme “Hebe” com a talentosíssima Andrea Beltrão interpretando nossa eterna ‘gracinha’ e com a direção do querido Maurício Farias (A Grande Família, Tapas & Beijos). Obrigado equipe pela experiência, foi especial fazer parte da trajetória de sucesso da querida, irreverente e sincera Hebe Camargo. Além de ser uma honra interpretar o Silvio Santos, um ícone da nossa TV e um exemplo de garra, determinação e criatividade. Uma publicação compartilhada por Daniel Boaventura (@danielboaventura) em 25 de Jun, 2018 às 8:30 PDT
Jeremy Irons entra na série baseada nos quadrinhos de Watchmen
O ator Jeremy Irons, que interpretou o mordomo Alfred no filme da “Liga da Justiça”, foi escalado em outra produção baseada nos quadrinhos da DC Comics. Ele será um dos protagonistas da série “Watchmen”, atualmente em desenvolvimento para o canal pago HBO. Ele reforça o bom elenco já anunciado, que inclui Regina King (série “American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (série “Extant”), Andrew Howard (série “Bates Motel”) e Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”). Poucos detalhes foram revelados sobre o projeto que está sendo produzido por Damon Lindelof, o criador de “The Leftovers”, mas ele já disse que não fará uma adaptação literal dos quadrinhos, preferindo contar uma nova história passada no universo da obra de Alan Moore e Dave Gibbons. De todo modo, a escalação de Irons reforça a idade avançada do elenco. À exceção da australiana Adelaide Clemens, de 29 anos, trata-se de uma relação de atores de meia ou terceira idade – que vai dos 47 de Regina King aos 82 de Louis Gossett Jr. Regina, inclusive, foi apontada como protagonista. Este será segundo papel de Irons em uma série, após ele estrelar “The Borgias”, do Showtime, durante três temporadas.
Trump confunde crítica negativa do diretor David Lynch com elogio e retuíta
O presidente Donald Trump resolveu retuitar em sua página pessoal um suposto elogio do diretor David Lynch, criador da série “Twin Peaks” e de vários clássicos do cinema. O detalhe é que não foi realmente um elogio, mas uma crítica negativa, que a matéria do site de extrema direita retuitada por Trump não soube captar. E após verificar a confusão, o próprio Lynch foi às redes sociais deixar claro o que quis dizer. Em entrevista publicada no sábado (22/6), o diretor disse ao jornal The Guardian que Trump poderia entrar para história não pelas ações humanitárias, mas, sim, por impedir diversos projetos que poderiam ser úteis para os Estados Unidos. “Ele pode se tornar um dos maiores presidentes da história, porque ele tem impedido tanta coisa. Ninguém é capaz de combater esse cara de maneira inteligente”, disse Lynch. “Nossos chamados líderes não podem levar o país adiante. Não podem fazer nada”, opinou o cineasta. O site Breitbart News exaltou a frase “Ele pode se tornar um dos maiores presidentes da história” como elogio e o texto entrou na lista dos tuítes de Trump. “A frase que percorreu o mundo foi tirada um pouco de contexto e precisa de uma explicação”, escreveu o diretor como resposta em seu Facebook. “Infelizmente, se você continuar o que está fazendo, não terá a chance de ser um dos grandes presidentes da história. Isso parece muito ruim para você – e para o seu país. Você está causando sofrimento e divisão”. Ele continuou. “Não é tarde para redirecionar o barco. Mire nosso barco em um futuro brilhante para todos. Você pode unir o país. Sob uma liderança amorosa, ninguém perde — todos vencem. Espero que pense sobre isso e carregue no coração. Tudo o que você tem que fazer é tratar as pessoas como você gostaria de ser tratado.” Veja o texto original completo abaixo. “Director David Lynch: Trump Could Go Down as One of the Greatest Presidents” https://t.co/AcgnIZNh6e — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) June 25, 2018
Produtor reclama dos trailers de Jurassic World: Reino Ameaçado, que teriam revelado demais
O cineasta Colin Trevorrow, que escreveu e produziu “Jurassic World: Reino Ameaçado”, juntou-se ao coro dos que acham que os trailers atuais revelam demais, a ponto de acabar com muitas surpresas dos filmes. Ele se sentiu uma vítima dessa mania, ao reclamar abertamente da campanha de marketing do novo “Jurassic World”, em entrevista ao site Io9. “Foi muito frustrante para mim”, ele disse, citando duas cenas que o incomodaram por serem reveladas nas prévias: do mosassauro entre os mergulhadores e o T-Rex rugindo para um leão, dois momentos do final de “Reino Ameaçado”. “Isso é um relacionamento que temos com o marketing e eu tentei ser muito racional sobre isso”, ele comentou. “O ruim é que dá a sensação que a equipe de marketing está constantemente se esforçando para provar um ponto. Eu definitivamente preferiria que essas imagens não fossem mostradas”. Apesar da reclamação, ele concluiu a crítica em tema conciliador, afirmando que “Jurassic Word” parece precisar sempre “validar sua existência”, por isso os comerciais servem para “motivar as pessoas a voltarem”. “Para ser franco, poucas pessoas realmente assistem a todos os trailers. A maioria só vê apenas um”, concluiu, torcendo para que não tenham visto justamente o que revela demais. “Se você ainda não viu o trailer, apenas vá assistir ao filme”. Muita gente já foi assistir ao filme, que liderou as bilheterias do Brasil nos dois últimos fins de semana e já faturou mais de US$ 700 milhões em todo o mundo. A produção do terceiro “Jurassic World” vai começar em breve, com direção do próprio Colin Trevorrow.












