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  • Música

    Filha de Elvis Presley grava dueto póstumo com o cantor para disco de gospel

    10 de agosto de 2018 /

    Um dueto póstumo inédito de Elvis Presley com sua filha ganhou um clipe, que mistura imagens do arquivo pessoal da família em Graceland com cenas do famoso especial televisivo de Elvis de 1968 e os registros da gravação de Lisa Marie Presley em estúdio nos dias de hoje, 50 anos depois. Intitulada “Where No One Stands Alone”, a música dá nome a um novo álbum do cantor, dedicado a gravações de estilo gospel, que foi lançado nesta sexta-feira (10/8). Além de participação vocal, Lisa também é creditada como uma das produtoras da bora. “Quando tinha 2 anos, Elvis Presley me disse: ‘Tudo o que eu conhecia era música gospel. Isso se tornou parte da minha vida. É tão natural quando dançar. Um meio de escapar dos meus problemas e meu jeito de me libertar’. Foi a música gospel que alimentou ferozmente sua paixão musical, embora sua síntese única entre o country, o popular e o R&B tenham feito dele um ídolo para milhões de pessoas ao redor do mundo. Familiares e amigos se recordam de ouvir com frequência Elvis cantando música gospel em casa e durante o aquecimento para seus shows”, recordou Lisa, no comunicado do projeto. A filha única de Elvis demorou a se decidir pela carreira de cantora, tendo lançado seu primeiro disco apenas em 2003, aos 35 anos de idade. Ela nasceu em 1968 e é mãe da atriz Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”).

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  • Série,  TV

    Globo é condenada por falta de ética com autora do livro que inspirou a minissérie Chiquinha Gonzaga

    10 de agosto de 2018 /

    A rede Globo foi condenada na Justiça por agir com falta de ética, descaso e quebra de contrato, numa sentença indenizatória que chega tarde e é irrisória em relação ao prejuízo moral e material sofrido pela autora do livro que inspirou a minissérie “Chiquinha Gonzaga”. O processo foi motivado por uma quebra de compromisso datada de 1999, quando a Globo estreou “Chiquinha Gonzaga” sem dar créditos à escritora Dalva Lazaroni de Moraes. Ela tinha cedido gratuitamente os direitos de adaptação de seu livro, “Chiquinha Gonzaga: Sofri e Chorei: Tive Muito Amor”, que inspirou a minissérie, em troca da divulgação de sua obra nos créditos. Imaginava que isso poderia reverter em vendas do livro e torná-la mais conhecida para fechar novos contratos editorais, ao mesmo tempo em que enfrentava um doloroso tratamento contra o câncer de mama. Pois a minissérie foi ar com autoria de Lauro César Muniz, sem mencionar o nome da escritora, nem mesmo o título do livro, o que se transformou em “frustração, mágoa e constrangimento”, como relatou o advogado Sylvio Guerra no processo. Dalva chegou a procurar a emissora, que se retratou e passou a colocar o nome da escritora e de seu livro nos créditos a partir do 20º capítulo (de um total de 38 episódios), cumprindo o acordo pela metade. Entretanto, quando a minissérie foi reprisada pelo Canal Viva em 2010, a história se repetiu. O nome da escritora foi suprimido dos episódios. Mais que isso. Ao investigar quando o corte tinha acontecido, ela descobriu que a Globo tirou seus créditos ao vender a minissérie para fora do país, quando a atração foi exibida no exterior. A escritora decidiu então entrar com uma ação judicial contra a Globo. Mas a lentidão da justiça brasileira, alimentada por uma sequência de recursos impetrados pela emissora, impediu que ela comemorasse sua vitória. Dalva Lazaroni de Moraes faleceu em julho de 2016, dois anos antes da sentença. A Globo se recusou a lhe dar o simples prazer de ver seu nome na obra, mesmo ela não tendo cobrado os direitos da adaptação. No documento judicial, o titular da 31ª Vara Cível do Rio de Janeiro, Paulo Assad Estevam, reconhece a influência do livro de Dalva na minissérie da Globo e registra que a omissão dos créditos, além de causar “grave prejuízo” à imagem da escritora, a fez sofrer um baque psicológico. Ele condenou a Globo a pagar aos herdeiros R$ 150 mil de indenização por danos morais e a inserir os créditos de Dalva e seu livro em todos os capítulos de “Chiquinha Gonzaga”, sempre que a série for exibida ou comercializada. Segundo o site Notícias da TV, o advogado Sylvio Guerra vai recorrer da decisão. “É uma sentença muito bem fundamentada, mas o valor não condiz com a realidade, até porque o juiz julgou apenas o dano moral, não apreciou o dano material. Não concordo com esse valor de R$ 150 mil. E faltou também o juiz arbitrar uma multa para caso a Globo não cumpra a determinação de exibir os créditos”, diz. Já a Globo afirmou que não comenta casos sub judice. No processo, porém, a rede confirmou que celebrou um contrato com escritora pela cessão de direitos autorais do livro, e admitiu que, “por um equívoco” não inseriu os créditos nos primeiros 20 episódios da minissérie.

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  • Série

    Criadora de Insatiable diz que campanha “politicamente correta” contra a série é censura

    10 de agosto de 2018 /

    A série “Insatiable” chegou nesta sexta (10/8) na Netflix envolta em polêmicas, após ser acusada de gordofobia e body shaming (humilhação corporal). Apenas a divulgação de seu trailer foi suficiente para inspirar uma petição online, que já atingiu mais de 230 mil assinaturas, pedindo para a plataforma cancelar a produção. A trama acompanha a vingança de uma ex-gordinha, vivida por Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel). Vítima de bullying no colegial, ela decide mudar de dieta, fica glamourosa e vai à forra, num acerto de contas virulento. Cheia de momentos ultrajantes, acabou desagradando quem não viu e não gostou. E a impressão negativa contagiou a crítica. No dia de sua estreia, a série contava com meros 13% de aprovação no Rotten Tomatoes. Agora, a criadora da atração, Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), resolveu contra-atacar, defendendo “Insatiable” por seu potencial de gerar incômodo e comparando a campanha contra a série à censura. “Eu queria cutucar esses assuntos através da comédia. Mas cada um dessas assuntos que os personagens lidam – de distúrbios alimentares ao transtorno dismórfico corporal, sexualidade, a necessidade de validação, o desejo de ser perfeito, doença mental – eu enfrentei cada uma dessas coisas”, revelou Gussis, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Acho que estamos diante de um perigo real de censura se decidirmos que só podemos contar histórias de uma certa maneira para que todos se sintam seguros. Por experiência própria, o crescimento vem de desconforto e dor. Se ouvir essas coisas é desconfortável, eu entendo. São temas sensíveis. A ferida é profunda, mas não acho que a solução é me silenciar ou silenciar outras pessoas. Eu acho que a solução é falar, para que possamos discutir a respeito. É representar a realidade, ao invés de outra versão idealizada da verdade que não seja realista, o que nos mantém ainda mais distantes de ter uma conversa honesta e chegar a uma compreensão mais profunda de nós mesmos”, defende a criadora. Em outras palavras, ignorar o problema não faz o problema sumir. A repórter ainda questionou: “Mas como ajuda mostrar pessoas maltratando outras porque são gordas? A mensagem não deveria ser o contrário, que não se deve tratar mal as pessoas?” “Eu acho que essa é a mensagem da série, sim”, diz Gussis. “Quer dizer, veja o que acontece quando você trata alguém tão mal. Ela se transforma em uma pessoa realmente violenta, com raiva, e cada ação tem uma reação igual e oposta”. E então ela aponta o problema da pergunta, que está na raiz do ataque politicamente correto à produção. “Eu também acho que, na arte, ‘deveria’ é uma palavra muito, muito perigosa. Eu acho que se tentarmos dizer às pessoas como elas devem contar suas histórias, se tentarmos silenciá-las, então estamos fazendo o oposto do que a arte precisa fazer, que é estimular discussões. E eu acho que estamos, como sociedade, chegando muito perto desse perigo de censura. Eu acho que se dissermos às pessoas, e aos artistas especificamente, que você só pode contar uma história de uma certa maneira e você só tem permissão para contar uma história de uma forma que me faça sentir confortável, nós abrimos mão da capacidade de discutir e crescer com essas discussões”, concluiu.

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  • Etc

    Brad Pitt desmente acusação de não pagar pensão e diz já ter gasto US$ 9 milhões com Angelina Jolie e os filhos

    10 de agosto de 2018 /

    Brad Pitt desmentiu os novos advogados de Angelina Jolie, ao afirmar que está pagando corretamente a pensão dos filhos. Na terça-feira, veio a público um documento entregue pela atriz à Corte Superior de Los Angeles alegando que o ex-marido não pagava um valor “significativo” de pensão aos filhos. Os advogados de Pitt, no entanto, afirmaram que o ator desembolsou cerca de US$ 9 milhões nos últimos dois anos para ex-esposa e os filhos — US$ 8 milhões para a compra da casa onde Angelina vive com as crianças e aproximadamente US$ 1,3 milhão em pensão. Em documento obtido pelo site americano TMZ, os representantes do ator acusam Angelina e seus advogados de tentar manipular a cobertura da imprensa sobre o caso a favor dela. Ainda segundo a defesa de Pitt, o documento entregue por Angelina foi preenchido apenas com o intuito de fomentar conflito entre as partes. Entretanto, o TMZ elabora que o problema é dinheiro. O casal deve repartir entre si todos os valores acumulados durante seu casamento. O problema é que o casamento só aconteceu em 2014, uma década depois do relacionamento ter começado. E Brad Pitt fez muito mais dinheiro que Angelina no período em que estavam juntos, mas não casados. Angelina Jolie e Brad Pitt começaram a namorar em 2005 e se casaram oficialmente em 2014. Os dois se separaram em 2016 e até agora seguem brigando pela guarda dos filhos na justiça. Ao dar entrada no divórcio, Angelina exigiu guarda exclusiva, mas Brad protestou com um pedido de guarda compartilhada pelos dois pais. O ex-casal tem seis filhos, três deles biológicos – Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne – e três adotados – o cambojano Maddox, o vietnamita Pax e a etíope Zahara.

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  • Filme

    Diretor do novo filme de Jessica Chastain se demite sob pressão dos fãs da atriz

    10 de agosto de 2018 /

    O cineasta australiano Matthew Newton (“From Nowhere”) anunciou que não está mais trabalhando no filme “Eve”, a ser estrelado por Jessica Chastain (“Mama”). O diretor, que também escreveu o roteiro da produção, demitiu-se após pressão dos fãs da atriz nas redes sociais, que verberaram as várias acusações de abuso e violência doméstica que pesam contra ele. Newton se declarou culpado de ter agredido a namorada Brooke Satchwell em 2007. Na época, um psiquiatra testemunhou que o cineasta sofria de depressão e dificilmente voltaria a ser violento, o que ajudou a mantê-lo em liberdade. Desde então, porém, Newton foi acusado de assédio sexual e abuso por várias mulheres, incluindo outra namorada, Rachael Taylor. Em comunicado à imprensa, Newton reconheceu o “poder e importância” dos protestos contra ele. “Eu nunca poderei desfazer o mal que fiz para as pessoas que amei, e carrego essa vergonha comigo todos os dias”, escreveu. “Nos últimos oito anos, eu tenho trabalhado extensivamente com profissionais de saúde mental para me ajudar a superar o vício, a depressão e outros problemas”, continuou. “Nos últimos seis anos, tenho vivido uma vida quieta e sóbria. Tudo o que posso fazer agora é tentar compensar e, espero, contribuir para a mudança positiva que ocorre em nossa indústria.” Chastain foi anunciada como a estrela de “Eve”, descrito como um drama de ação, na semana passada. Ela também entrou como produtora do filme e, na ocasião, assinou um comunicado com sua parceira na Freckle Films, Kelly Carmichael, dizendo: “Matthew é maravilhosamente hábil em criar personagens complexos e relacionáveis. Somos fãs do trabalho dele e estamos muito felizes de ter uma parceria com ele em ‘Eve'”. O projeto pegou muito mal por Chastain ser uma das porta-vozes da iniciativa Time’s Up, que apoia vítimas de abuso sexual. Diversas pessoas também questionaram a conivência da atriz. O estúdio Voltage, que financiaria e distribuiria “Eve”, não se manifestou. A sinopse do filme não chegou a ser divulgada.

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  • Série

    Paul Rudd vai estrelar série dos diretores de Pequena Miss Sunshine na Netflix

    10 de agosto de 2018 /

    O ator Paul Rudd vai estrelar uma nova série de comédia sci-fi da Netflix. O astro de “Homem-Formiga” será o protagonista de “Living with Yourself”, produzida e dirigida pelo casal Jonathan Dayton e Valerie Faris, responsáveis por filmes como “Pequena Miss Sunshine” (2006) e “A Guerra dos Sexos” (2017). A série foi criada por Timothy Greenberg (produtor do talk show “The Daily Show”) e estava sendo desenvolvida para o canal pago “indie” IFC, que a descartou devido aos custos elevados. A Netflix prontamente abriu a carteira e adquiriu o projeto, para acrescentar mais uma atração de perfil premium em sua programação. A sinopse lembra “O Duplo”, clássico literário de Fyodor Dostoevsky. Na trama, Rudd será um homem que, perdido na vida, busca um tratamento experimental para se tornar “uma pessoa melhor”. Entretanto, em vez de ajudá-lo, os cientistas criam um clone, que o substitui em todas as atividades diárias. E em pouco tempo ele descobre que seu maior inimigo é ele mesmo. Esta não será a primeira série de Paul Rudd na Netflix. Anteriormente, ele reprisou seu papel do filme “Mais um Verão Americano” (2001) em duas temporadas da atração derivada “Wet Hot Summer”. A 1ª temporada de “Living with Yourself” terá oito episódios, todos dirigidos por Dayton e Faris. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Gal Gadot vai dublar uma personagem da animação WiFi Ralph: Quebrando a Internet

    10 de agosto de 2018 /

    A atriz Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) vai dublar uma personagem na nova animação da Disney, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, continuação do sucesso “Detona Ralph”. Ela própria contou a novidade no Twitter, compartilhando uma foto da personagem – que parece com a atriz. Veja acima. “Estou tão animada por finalmente poder anunciar que estou interpretando uma personagem chamado Shank em ‘WiFi Ralph’ da Disney”, ela escreveu. “Foi uma experiência muito incrível fazer parte deste projeto, com um elenco e equipe tão maravilhosos”, completou. Sua personagem fará parte de um jogo on-line visitado pelos personagens principais do filme, intitulado “Slaughter Race”. Segundo o Deadline, Ralph e Vanellope encontram Shank, uma piloto de corrida de rua durona, em uma de suas primeiras paradas pelo mundo da internet. Vale lembrar que Gadot já viveu uma piloto de rua na franquia “Velozes e Furiosos”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Entre outors personagens, Vanellope encontrará as princesas encantadas da Disney num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. I’m so excited to finally announce that I am playing a character named Shank in Disney’s #RalphBreaksTheInternet hitting theaters this November! Such an amazing experience to be apart of this project with such great creators and cast! Welcome to Slaughter Race! ??? pic.twitter.com/MxLuWFPJ0L — Gal Gadot (@GalGadot) 10 de agosto de 2018

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  • Filme

    Atriz mirim de Transformers vira Dora, a Aventureira na primeira foto do filme baseado na série animada

    10 de agosto de 2018 /

    A Paramount divulgou a primeira foto do filme com atores de “Dora, a Aventureira” (Dora the Explorer). A imagem traz a atriz Isabela Moner (de “Transformers: O Último Cavaleiro”) no papel-título, materializando a famosa heroína da série animada homônima do canal infantil Nickelodeon. Por coincidência, a jovem de 16 anos já fazia parte do universo de Dora, tendo dublado Kate, uma das amigas da protagonista na série animada derivada “Dora e Seus Amigos na Cidade”. A adaptação da série animada tem produção de Michael Bay, diretor da franquia “Transformers”, que tem apostado na carreira de Moner, e seu elenco também inclui Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”) e Adriana Barraza (“Babel”). O roteiro foi escrito por Nicholas Stoller (“As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), que voltam a se juntar após a parceria de “Os Muppets” (2011). O filme seguirá uma Dora adolescente em suas aventuras com seu melhor amigo, o macaco Botas, seu primo Diego e sua mochila falante – que aparece na foto. Desde que estreou em 2000, a série já exibiu quase 200 episódios em formato educativo, no qual os personagens resolvem desafios que geram perguntas para os espectadores mirins. “Dora, a Aventureira” está sendo filmado na Austrália e tem estreia marcada para agosto de 2019.

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  • Etc

    Bill Murray é acusado de agredir fotógrafo de 71 anos, que é irmão da cantora Carly Simon

    10 de agosto de 2018 /

    O ator Bill Murray se envolveu em uma briga com um fotógrafo em um restaurante em Martha’s Vineyard, nos Estados Unidos, e precisou prestar esclarecimentos em uma delegacia de polícia. O jornal Boston Globe apurou que foi feito um boletim de ocorrência policial contra Murray por Peter Simon, fotógrafo de 71 anos de idade e irmão da cantora Carly Simon. A acusação afirma que Simon não teria reconhecido o ator no momento do incidente. O fotógrafo disse que estava trabalhando em um restaurante chamado Lola’s, que o contratou para tirar fotos do local, quando um homem o “puxou por trás e o jogou contra uma porta”. Depois identificado como Murray, o homem teria dito para Simon que tinha o poder de expulsá-lo do restaurante se ele continuasse tirando fotos. “Ele parecia mais do que pronto para me matar estrangulado”, relembra o fotógrafo. “Eu disse para ele: ‘Você sabe quem eu sou?’. Não para ofendê-lo, mas para dizer que era um fotógrafo contratado pelo restaurante. Ele me respondeu com: ‘E você sabe quem eu sou?'”. Simon diz que Murray então o soltou e voltou para sua mesa – no entanto, mais tarde, quando estava deixando o restaurante, o ator se aproximou dele com um copo d’água na mão, com o qual encharcou o fotógrafo e sua câmera. “Ele me tratou como a pior pessoa da Terra”, relembra. Em sua defesa, o ator de 68 anos deixou registrado no boletim de ocorrência que Simon estava “tirando fotos dele sem permissão e o assediando”. Representantes de Murray e do restaurante Lola’s não quiseram comentar o caso para a imprensa norte-americana.

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  • Etc

    Atriz de Blade Runner é procurada pela polícia por furto

    10 de agosto de 2018 /

    A atriz Sean Young, que fez muito sucesso nos anos 1980 e 1990, em filmes como “Blade Runner” (1982), “Duna (1984), “Sem Saída” (1987), “Wall Street” (1987) e “Ace Ventura” (1994), está sendo procurada pela polícia. De acordo com o site TMZ, ela é acusada de furtar laptops e outros itens de uma loja. O departamento de polícia de Nova York quer interrogar Young, que teria sido flagrada pelas câmeras de segurança de um estabelecimento. De acordo com a polícia, dois laptops da Apple e softwares de produção de vídeos foram roubados, totalizando prejuízo de US$ 12 mil para a loja. Segundo o TMZ, ela chegou a trabalhar na loja, mas foi demitida há alguns meses. Os vídeos de segurança foram entregues à polícia para investigações mais aprofundadas, e a atriz ainda não se pronunciou sobre o ocorrido. Young tem 58 anos e sua carreira estagnou nos anos 1990, após um boato de que teria perseguido certos atores com quem contracenou. Desde então, tem feito papéis de menor destaque. Um de seus trabalhos mais recentes foi “Blade Runner 2049”, em que, com uso de tecnologia e de uma dublê mais jovem, ela apareceu nas telas como uma versão mais jovem de si mesma.

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  • Etc

    Promotoria de Los Angeles investiga novas denúncias contra Harvey Weinstein, Steven Seagal e Anthony Anderson

    10 de agosto de 2018 /

    A promotoria de Los Angeles informou na quinta-feira (9/8) que está investigando novos casos de agressão sexual envolvendo três celebridades: o produtor Harvey Weinstein, o astro de filmes de ação Steven Seagal e o ator Anthony Anderson, da série “Black-ish”. O porta-voz da promotoria não deu detalhes das alegações ou quando as supostas agressões ocorreram. A denúncia ou denúncias contra Weinstein complicam ainda mais a situação do produtor, que atualmente enfrenta julgamento por estupro e abuso sexual em Nova York. Segal, por sua vez, é alvo de uma segunda denúncia. A primeira está sendo analisada pelas autoridades desde fevereiro. Embora a polícia não tenha confirmado o nome das vítimas, a ex-atriz Regina Simons e a modelo Faviola Davis informaram que tinham entrado na Justiça contra o ator. Simons alega que foi estuprada pelo astro das artes marciais em sua casa, em 1993, e Davis diz que ele agarrou suas partes íntimas em uma audição. Além delas, mais de uma dúzia de mulheres acusaram Seagal de violência sexual nos últimos meses. O ator de 66 anos negou todas alegações, dizendo que as supostas vítimas “mentiram e são pagas para mentir sem qualquer prova ou testemunha”. O caso de Anthony Anderson tem menos volume. Ele foi acusado apenas por uma mulher, a quem teria agredido sexualmente após uma festa em 2017. Um porta-voz do ator negou as acusações, que surgiram em julho, e lamentou que “qualquer um pode entrar com um processo independente se for verdade ou mentira”. Entretanto, esta não é a primeira vez que o ator é acusado de violência sexual. Ele e um assistente de direção foram acusados de estuprar uma atriz aspirante nos bastidores do filme “Ritmo de Um Sonho” (2005). O caso não chegou a ser investigado, porque as acusações foram retiradas em seguida.

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  • Etc

    Cleo Pires defende sensualidade e feminismo em post no Instagram

    9 de agosto de 2018 /

    A atriz Cleo Pires, atualmente no ar na novela “O Tempo Não Para”, compartilhou uma nova foto sexy em seu Instagram, que desta vez veio acompanhada por um discurso feminista. “Mulher não pode isso, mulher não pode aquilo… OIIII, COMO É QUE É???”, escreveu Cleo ao publicar a foto em que aparece em posição de deboche, mostrando suas coxas tatuadas. A foto recebeu mais de 600 mil likes e inúmeros comentários de apoio. Reconhecida por seu talento como atriz, a filha de Glória Pires também atrai muitos internautas por sempre mostrar seu corpo na internet. Mas nada é gratuito. Como reforça o texto da imagem, ela defende que o empoderamento e a sensualidade são dois elementos que não se excluem. Ao contrário, complementam-se. “Mulher não pode isso, mulher não pode aquilo…” OIIII, COMO É QUE É??? ? Uma publicação compartilhada por CLEO – Jungle Kid (@cleooficial) em 8 de Ago, 2018 às 2:06 PDT

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  • Série

    Elenco de 13 Reasons Why quer aumento para gravar a 3ª temporada da série

    9 de agosto de 2018 /

    A 3ª temporada de “13 Reasons Why” atingiu um impasse, na véspera de sua primeira leitura geral de roteiro. A pré-produção deveria começar nesta quinta (9/8), mas oito membros do elenco principal ainda estão negociando seus contratos, segundo apurou o site Deadline. Os atores exigem um aumento substancial e ainda não chegaram a um acordo com a Netflix. Porém, fontes próximas à situação se dizem otimistas e esperam que os contratos sejam fechados até segunda, data marcada para o início oficial das gravações do novo ano. De acordo com informações do Deadline, o protagonista Dylan Minnette quer receber cerca de US$ 200 mil por episódio, enquanto Brandon Flynn, Alisha Boe, Justin Prentice, Christian Navarro, Miles Heizer, Devin Druid e Ross Butler pedem US$ 150 mil por episódio. Trata-se de um aumento considerável em relação aos valores recebidos pelo elenco nas temporadas passadas – entre US$ 20 mil e US$ 80 mil por episódio. Além de buscar aumento para a nova temporada, os atores também esperam conseguir uma promessa mais um reajuste caso a série ganhe uma 4ª temporada. Vale lembrar que os cachês do elenco mirim de “Stranger Things” variam de US$ 150 mil a US$ 350 mil por episódio – caso de Millie Bobby Brown. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada de “13 Reasons Why” na Netflix.

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