Sailor Moon vai ganhar novo filme animado. Veja o teaser
A animação japonesa clássica “Sailor Moon” terá um novo filme lançado em 2020. Intitulado “Sailor Moon Eternal”, o longa ganhou um pôster e um teaser da produtora Toei Animation que destaca das heroínas que fizeram sucesso nos desenhos dos anos 1990. Poucas informações foram reveladas sobre o filme, que pode ser dividido em duas partes – ambas previstas para 2020 no Japão. Mas o diretor foi confirmado. É Chiaki Kon, que comandou episódios da mais recente série das personagens, “Sailor Moon Crystal”. Adaptação do mangá de Naoko Takeuchi, “Sailor Moon” acompanha a luta entre defensoras adolescentes e as forças do mal. As personagens principais — as Sailor Senshi — são adolescentes que podem se transformar em heroínas representando a Lua e os planetas. O uso da palavra “Sailor” se dá por conta do popular uniforme escolar das garotas do Japão, o sērā fuku (roupa de marinheiro), inspiração de Takeuchi para os uniforme das Sailor Senshi. A primeira animação foi exibida entre 1992 e 1997 no Japão, com 200 episódios que foram transmitidos no Brasil pela Rede Manchete e Rede Brasil. Além da nova série anime lançada em 2014, que deve ganhar uma 4ª temporada, “Sailor Moon” também inspirou uma atração live-action e três longas-metragens.
Orbital Era: Nova animação do criador de Akira ganha primeiro teaser
O estúdio japonês de animação Sunrise divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Orbital Era”, novo longa animado de Katsuhiro Otomo, o criador de “Akira”. O projeto foi anunciado durante a Anime Expo 2019, em Los Angeles, com a presença do lendário mangaká. Segundo o próprio Otomo, o filme é “uma trama de amadurecimento ambientada em uma estação espacial”, e vai combinar ficção científica com fantasia. A história mostrará as quatro estações do ano no espaço, narrando o desenvolvimento da relação dos personagens durante esse tempo. “Orbital Era” será o terceiro longa escrito e dirigido por Otomo, que também comandou a adaptação de “Akira”, de 1988, e “Steamboy”, de 2004. Além de “Orbital Era”, Otomo também está trabalhando numa nova adaptação de “Akira”, desta vez como série animada, que também será produzida pela Sunrise, mesmo estúdio de “Steamboy” e de outros animes clássicos como “Cowboy Bebop” e “Gundam”. Ainda não há previsão para a estreia de “Orbital Era”.
Akira vai ganhar nova adaptação como série animada
Enquanto o filme live-action não sai do papel, “Akira” vai ganhar uma nova adaptação animada, desta vez em formato de série. O projeto foi anunciado na Anime Expo 2019, que acontece em Los Angeles. Os detalhes são escassos, mas o projeto é basicamente uma adaptação do mangá de Katsuhiro Otomo e não uma sequência do longa animado clássico. Como os fãs de “Akira” sabem, a animação de 1988 foi lançada antes que Otomo tivesse terminado a história em quadrinhos e, por isso, sua porção final é mais curta e muito diferente do desfecho do mangá, cuja história só foi encerrada em 1990. A produção da série está a cargo do estúdio Sunrise, o mesmo de clássicos como “Cowboy Bebop” e “Gundam”. Além desse projeto, o painel dedicado a Katshuiro Otomo na Anime Expo revelou que o filme original será remasterizado em 4k e relançado nos cinemas japoneses em 2020. Enquanto isso, a versão live-action americana dirigida por Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) ganhou data de estreia. O planejamento da Warner prevê um lançamento em 21 de maio de 2021 nos Estados Unidos. É esperar para ver se o cronograma será cumprido, já que o estágio atual é o mesmo a que chegaram diversas outras iniciativas anteriores do estúdio, que tenta filmar “Akira” há pelo menos 17 anos.
Remake de O Rei Leão terá 29 minutos a mais que o desenho original
A nova versão de “O Rei Leão” teve a sua duração revelada. De acordo com a Disney, o filme dura quase duas horas, mais exatamente 118 minutos (1 hora e 58 minutos). Ou seja, o remake tem 29 minutos a mais que “O Rei Leão” original, de 1994. Isto não significa que o filme tenha mais cenas ou percorra uma narrativa diferente, já que, até agora, todas as refilmagens dos clássicos da Disney contaram com mais tempo que os originais – geralmente, isto significa apenas espaço para a trama respirar e incluir um número musical inédito. No caso de “Aladdin”, por exemplo, a diferença foi ainda maior. Mas os 38 minutos a mais pouco alteraram a história em relação à animação de 1992, já que a trama exibida foi basicamente a mesma do desenho original. O novo “O Rei Leão” estreia em 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Fãs de Michael Jackson processam acusadores de Deixando Neverland por difamação
Grupos de fãs de Michael Jackson resolveram processar as duas supostas vítimas que denunciaram abuso do cantor no documentário da HBO “Deixando Neverland”. Trata-se de uma ação simbólica, com indenização fixada em um euro, contra Wade Robson e James Safechuck por “macularem a imagem” do astro pop, que não pode se defender. Os fã-clubes Michel Jackson Community, MJ Street e On the Line processaram os homens por difamação em Orléans, no norte da França. O advogado que deu entrada na ação, Emmanuel Ludot, comparou as alegações dos acusadores a um “genuíno linchamento” de Jackson, que morreu em 2009. A decisão de abrir o processa na França se deve às leis de difamação do país oferecem proteção contra essa ofensa até depois da morte, ao contrário dos sistemas legais do Reino Unido e dos Estados Unidos. Robson e Safechuck não se manifestaram e nem procuraram advogados para tratar do caso. Além desse processo simbólico, há uma ação legal dos herdeiros de Michael Jackson contra a HBO, que busca indenização de US$ 100 milhões, mas tem sido derrotada em suas primeiras etapas na justiça americana. “Deixando Neverland” registrou uma das maiores audiências de documentários da HBO em sua estreia em março. A produção dirigida por Dan Reed traz acusações de abuso sexual contra o cantor Michael Jackson, por meio dos testemunhos de Wade Robson e James Safechuck, que eram crianças na época em que os supostos incidentes aconteceram.
Vídeo de bastidores de The Boys aborda os super-heróis sociopatas da série
A Amazon divulgou um vídeo de bastidores de “The Boys”, série mais violenta já feita sobre super-heróis. A prévia traz comentários dos produtores Seth Rogen e Evan Goldberg (de “Preacher”) e do ator Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), além de cenas da atração, que vai mostrar super-heróis como “sociopatas egomaníacos”. O material polêmico definitivamente não é para o público dos filmes da Marvel. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Será, portanto, a segunda criação de Ennis adaptada por Rogen e Goldberg, que transformaram “Preacher” numa série escatológica do canal pago AMC. Os dois ainda se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. A trama acompanha um grupo de vigilantes truculentos com a missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo conta com pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, além de Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como os super-heróis. Para completar, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. A série terá 8 episódios em sua 1ª temporada e o capítulo inaugural vem assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A estreia está marcada para 26 de julho na plataforma de streaming da Amazon.
Pico da Neblina: Série brasileira de legalização da maconha ganha novo trailer da HBO
A HBO Brasil divulgou um novo vídeo de “Pico da Neblina”, série nacional que se passa num futuro próximo, após a legalização da maconha no Brasil. A trama gira em torno do jovem traficante paulistano Biriba (Luis Navarro), que, com a legalização da droga, deixa para trás a vida do crime para se juntar a um sócio investidor pouco experiente, Vini (Daniel Furlan, de “Samantha!”), visando usar seus conhecimentos para comercializar o produto na legalidade. Biriba terá que lidar com o peso e as pressões do seu passado do tráfico, ligado a seu amigo Salim (Henrique Santana), e as inúmeras armadilhas do mundo dos negócios. A série da produtora O2 foi desenvolvida por Quico Meirelles (da série “Lili a Ex”) com apoio de seu pai famoso, o cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). Ambos assinam a direção dos episódios, ao lado de Luis Carone (“Antônia”) e Rodrigo Pesavento (“Sobre Amanhã”). O tema maconheiro já rendeu algumas séries americanas, mas geralmente de tom mais cômico, da primorosa “Weeds” à horrorosa “Desenrolados” (Disjointed), que também tratava do mercado legal e foi cancelada no ano passado pela Netflix. A série tem 10 episódios e estreia em 4 de agosto na HBO. Pico da Neblina | HBO Seu melhor amigo é seu ex-dealer e seu cliente virou sócio! A realidade de Biriba mudou da noite para o dia em Pico da Neblina. No dia 4 de agosto você vai entender qual é o “desenbolar” dessa história. Publicado por HBO Brasil em Quinta-feira, 4 de julho de 2019
Globoplay revive a série Cilada, de Bruno Mazzeo
A plataforma Globoplay anunciou o revival de “Cilada”, série de comédia criada e estrelada por Bruno Mazzeo. A série original teve seis temporadas, exibidas entre 2005 e 2009 no canal Multishow, e também deu origem ao filme “Cilada.com”, lançado em 2011. A produção, em parceria do serviço de streaming com o Multishow e a Casé Filmes, focará no protagonista com seus 40 anos, passando por situações típicas dos tempos atuais. A previsão de estreia da “7ª temporada” é para 2020.
Disney apaga cena de assédio em novas versões de Toy Story 2
A Disney relançou os três primeiros filmes de “Toy Story” em vídeo e digital para acompanhar a estreia de “Toy Story 4”, e fãs que reviram o lançamento repararam num detalhe. Uma cena do segundo longa foi removida. Originalmente exibida nos créditos de “Toy Story 2”, a cena de cerca de 20 segundos mostrava o personagem de Pete Fedido (Stinky Pete) dando em cima de duas Barbies e sugerindo papeis em um filme. A piada com uma situação de assédio, conhecida como “teste de sofá”, tornou-se inapropriada por sua semelhança com os relatos de vítimas de Harvey Weinstein e do movimento #MeToo. Além disso, o próprio diretor do filme, John Lasseter, co-fundador da Pixar e chefe do estúdio de animação da Disney, foi afastado da empresa no ano passado após diversas acusações de assédio. A cena foi retirada da novas versões de Blu-ray, DVD e streaming do filme, mas acabou resgatada na internet. Veja abaixo do que se trata.
Série Good Witch é renovada, mas sofre baixa em seu elenco
O canal pago americano Hallmark renovou a série “Good Witch” para sua 6ª temporada. A atração tem uma audiência fiel, que rende mais de 2 milhões de telespectadores ao vivo por episódio, e a notícia de renovação veio menos de um mês após a estreia do 5º ano. A produção é uma extensão da franquia de telefilmes “A Bruxa do Bem” (The Good Witch), iniciada em 2008 e que rendeu sete longas produzidos pela própria emissora até 2014, e traz Catherine Bell (série “Army Wives”) reprisando seu papel como a feiticeira Cassie Nightingale, agora com uma filha já adolescente (Bailee Madison, de “The Fosters”). Os personagens centrais ainda incluem um médico (James Denton, de “Desperate Housewives”) que se muda para a casa ao lado – com seu filho adolescente (Rhys Matthew Bond, de “Detective McLean”), é claro. Este elenco, entretanto, vai sofrer um baixa. Baille Madison não participará da próxima leva de episódios. A explicação é que sua personagem, Grace Russel, vai se formar no Ensino Médio no final da atual temporada, “permitindo assim um encerramento natural de sua narrativa na série”, nas palavras do release da produção. Os responsáveis pela série são o diretor Craig Pryce, que dirigiu os telefilmes originais, e a roteirista Sue Tenney, da série clássica “Sétimo Céu” (7th Heaven).
Human Discoveries: Série animada dublada por Zac Efron e Anna Kendrick ganha trailer
O Facebook Watch divulgou o primeiro trailer da animação pré-histórica “Human Discoveries”, que conta com as vozes célebres de Zac Efron (“Baywatch”) e Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”). Além deles, a atração conta com as vozes de Paul Scheer (“Fresh Off the Boat”), Jillian Bell (“Anjos da Lei 2”) e Lamorne Morris (“New Girl”). A série animada segue um grupo de amigos “no alvorecer da civilização humana”, que fazem descobertas importantes, como o fogo e a roda, mas também arte, álcool, moda, conversa fiada, racismo e monogamia. Criada pelos novatos Chris Bruno e David Howard Lee, e coproduzida pelo próprio Efron, “Human Discoveries” estreia no dia 16 de julho no serviço de streaming do Facebook.
Homem-Aranha: Longe de Casa bate recorde de bilheteria em sua estreia na América do Norte
“Homem-Aranha: Longe de Casa” estreou na terça (2/7) nos Estados Unidos e Canadá, batendo um recorde histórico de bilheteria para um filme lançado nesse dia da semana na América do Norte. O longa-metragem da Sony com o super-herói da Marvel rendeu US$ 39,2 milhões em suas primeiras 24 horas de exibição nos dois países. Curiosamente, o recordista anterior das terças era “O Espetacular Homem-Aranha”, que trouxe Andrew Garfield no papel principal. O Homem-Aranha de 2012 fez US$ 35 milhões em sua estreia. A Sony aproveitou o feriado de 4 de julho, Dia da Independência dos Estados Unidos, para antecipar a estreia do longa. A expectativa é que a arrecadação fique entre US$ 125 e 150 milhões até domingo (7/7). A produção vem contando com o incentivo de críticas de positivas – 92% de aprovação no site agregador Rotten Tomatoes – e o atrativo de ser continuação direta do blockbuster “Vingadores: Ultimato”.
Idoso morre durante sessão de Annabelle 3 na Tailândia
Um turista britânico de 78 anos morreu durante uma sessão do filme “Annabelle 3: De Volta Para Casa”, realizada na noite de terça (2/7) na Tailândia. A polícia foi chamada por volta das 20h no cinema, logo após o filme começar, por testemunhas que relataram que um homem estava passando mal. O jornal britânico The Mirror apontou que a vítima, identificada como Bernard Wilfred Channing, passava as férias na cidade de Pattaya e foi declarada morto dentro do cinema. A polícia ainda está investigando o caso. “Todos ficaram chocados com o que aconteceu, principalmente quem estava perto dele. Os funcionários do local estavam muito preocupados e proibiram que tirassem fotos”, contou um espectador à reportagem. De acordo com o tabloide britânico, a polícia levou o corpo para o hospital no distrito de Banglamung, onde uma autópsia será realizada para determinar a causa da morte. Não há suspeita de crime. Esta não é a primeira vez que uma pessoa morre durante uma sessão de um filme do universo de “Invocação do Mal”. Em 2016, um indiano de 65 anos sofreu um infarto enquanto assistia a “Invocação do Mal 2” em Tiruvannamalai, cidade do estado de Tâmil Nadu. “Annabelle 3: De Volta Para Casa” estreou nos cinemas brasileiros em 27 de junho.












