Bispo pede boicote à Netflix contra Especial de Natal do Porta dos Fundos
O bispo Dom Henrique Soares da Costa, da Diocese de Palmares (PE), conclamou a fiéis que cancelem a assinatura da Netflix, em post publicado em seu perfil no Facebook. O motivo: por “desrespeito a Jesus Cristo”. O bispo reclama que a plataforma de streaming deu um “bofetão no rosto de todos os cristãos” depois de exibir em seu catálogo um especial de Natal “vulgar e desrespeitoso para com o nosso Deus”. Embora não cite nomes, o bispo se refere ao especial “A Primeira Tentação de Cristo”, em que Jesus (Gregório Duvivier) está prestes a completar 30 anos, e é surpreendido com uma festa de aniversário quando voltava do deserto acompanhado do namorado, Orlando (Fábio Porchat). (Assista ao vídeo acima) “Em pleno tempo de preparação para o Natal do Senhor, a Netflix deu um bofetão no rosto de todos os cristãos, cuspiu na nossa cara, zombando da nossa fé. Imaginem um filme debochado e desrespeitoso ao extremo com alguém a quem você ama. Como reagir? O ideal seria uma ação judicial. Mas, com a desculpa de liberdade de expressão, todo lixo é permitido, todo sarcasmo para com a fé alheia é louvado, tudo quanto trinca e corrói os alicerces da nossa cultura e da nossa sociedade é reputado como avanço e progresso…”, escreveu. “Então, como Bispo da Igreja, eu exorto vivamente aos cristãos: neste Natal, proclame seu amor, sua fé, seu respeito em relação a Nosso Senhor Jesus Cristo; mostre que seu amor por Ele é real e ativo: cancele a assinatura da Netflix e lá, no menu apropriado, explique o motivo: “desrespeito por Jesus Cristo”, completou. O “Especial de Natal Porta dos Fundos 2019: A Primeira Tentação de Cristo” foi disponibilizado em 3 de dezembro na Netflix, e é a segunda produção do gênero. A trupe de humorista também fez um especial de Natal satirizando Jesus Cristo no ano passado, que acabou vencendo o prêmio Emmy Internacional como Melhor Comédia do mundo (sem considerar os EUA).
Cuba Gooding Jr. já é acusado de assédio por 21 mulheres
O ator Cuba Gooding Jr. foi acusado de assédio sexual por mais sete mulheres nesta semana. Recentemente, ele compareceu ao tribunal para responder por outras 14 acusações da mesma categoria. Ao todo, 21 mulheres já o denunciaram por assédio. De acordo com o site Page Six, um dos novos casos de assédio sexual teria ocorrido em 2009 durante o Festival de Cinema de Sundance. De acordo com a cópia do depoimento obtido pelo site, uma das vítimas acusa o ator de apalpá-la e beijá-la à força enquanto eles participavam do festival em Park City (EUA), rasgando suas calças e só parando quando ela mordeu seu rosto para escapar. O advogado do artista afirmou a inocência de seu cliente em todos os casos. “Infelizmente, as pessoas saem fazendo falsas acusações contra Cuba, como muitas vezes acontece quando uma celebridade é acusada pela Promotoria em um Fórum Público. As alegações espúrias e inexpressivas oferecidas pelo Ministério Público são tão antigas e desatualizadas, sem detalhes e impedem que o Réu se defenda contra elas”. “Portanto, demonstra que o motivo do Ministério Público em apresentar essas alegações inflamatórias não tem valor probatório, mas [foram feitas] meramente para obter uma vantagem contra o réu e influenciar o júri contra o réu”, concluiu, relacionando as denúncias com a segunda sessão do julgamento do ator pela primeira denúncia, que está marcada para o dia 22 de janeiro. O processo original teve início com a acusação de uma mulher que teria sido apalpada por Gooding em um bar em Manhattan, e foi adiado após os promotores revelarem ter novas acusações contra ele em conexão com outros incidentes. Desde então, as denúncias se multiplicaram. Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).
Dave Bautista sugere que vai participar de um filme da DC Comics
O ator Dave Bautista, que interpreta Drax na franquia dos “Guardiões da Galáxia”, da Marvel, alimentou rumores de sua entrada numa produção da DC Comics ao publicar nas redes sociais uma foto em que aparece na sede da Warner Bros., estúdio responsável pelas adaptações da editora. No texto, ele acrescentou: “Não virá até você, então vá atrás”, usando ainda a hashtag #DreamCatcher, que convenientemente traz as letras DC em maiúsculas. A imagem deu origem a muitas especulações nas redes sociais, desde uma associação do ator ao papel de Bane em “The Batman” até uma participação em “Esquadrão Suicida 2”, longa que está sendo filmado por James Gunn, diretor de Bautista em “Guardiões da Galáxia”. Curiosamente, a maioria dos comentários qualifica o ator como vilão. O próprio Bautista deve contar novidades sobre sua participação na Warner num post futuro. It won’t come to you so get after it!! #DreamChaser pic.twitter.com/FPTUbfLfTh — Dave Bautista (@DaveBautista) December 10, 2019
Bruno Gagliasso vai estrelar duas produções da Netflix
A Netflix divulgou um vídeo para anunciar que o ator Bruno Gagliasso vai trabalhar em novos projetos para a plataforma de streaming. O vídeo é uma brincadeira, um falso teste com o ator espanhol Pedro Alonso para entrar em “La Casa de Papel”, e termina com o brasileiro convidado a ir a Madri participar de uma nova produção. Em sua primeira produção para a Netflix, Bruno será o protagonista de uma trama internacional, daí a relação com Madri. Depois, em seu segundo projeto, ele também vai poder expandir sua criatividade para além das câmeras atuando como produtor executivo e como astro principal de uma história desenvolvida por ele para a Netflix. “Estou entusiasmado com o próximo capítulo da minha carreira: uma etapa em que poderei desenvolver ainda mais projetos autorais e que me dá a possibilidade de expandir minha criatividade como ator e produtor, algo cada vez mais vital em minhas escolhas artísticas”, celebrou Bruno, em comunicado. Bruno Gagliasso começou a carreira profissional aos 17 anos passando pela Rede Telefé – retransmitida no Brasil pelo SBT – e pela Rede Globo, emissora em que amadureceu como artista em 18 anos de serviços prestados à dramaturgia. Atuou em 15 novelas, 4 peças e 4 filmes. Destaque para o esquizofrênico Tarso Cadore em “Caminho das Índias” (Globo, 2009), o assassino em série Eduardo Borges da minissérie “Dupla Identidade” (Globo, 2014) e o vilão Timóteo Cabral de “Cordel Encantado” (Globo, 2011). Sua premiada carreira – são mais de 20 nomeações – incluem duas estatuetas do Emmy por “Caminho das Índias” e “Joia Rara”. Além dos projetos da Netflix, ele ainda está no elenco de dois longas previstos para 2020, a ficção científica “Loop”, dirigido por Bruno Bini, e o polêmico “Marighella”, de Wagner Moura, já exibido em vários festivais internacionais.
Mulher-Maravilha 1984: Volta de Steve Trevor e anos 1980 são importantes para a trama
A participação da diretora Patty Jenkins e da atriz Gal Gadot na CCXP 2019 ajudou a esclarecer alguns pontos de “Mulher-Maravilha 1984”, que ainda estão envoltos em mistério. O principal deles foi a participação de Steve Trevor, o personagem de Chris Pine, que morreu no final do primeiro filme. Como mostrou o trailer recém-liberado, sua volta acontece por mágica. Literalmente. Mas embora Jenkins não queira aprofundar como isso se dá na trama, ela afirmou que a presença de Trevor não é gratuita. “Eu não posso dizer [como ele voltou], mas não colocamos Steve Trevor nesse filme apenas porque queríamos colocar Steve Trevor nesse filme”, explicou a cineasta. “Quando pensamos na história, enquanto ainda estávamos fazendo o primeiro filme, tivemos um momento “eureka” que não poderia ter sido contado sem que Chris Pine interpretasse Steve Trevor. Então, eu prometo a vocês que não é um truque, é uma parte integral da história. Foi incrivelmente importante que tivéssemos o personagem e gostamos muito do resultado, porque foi ótimo ter Chris de volta, mas também porque é importante para a história, que mal posso esperar que vocês vejam.” Jenkins também adiantou alguns detalhes sobre Barbara Minerva, a Mulher-Leopardo, que é vivida no filme por Kristen Wiig. Um vídeo exclusivo do evento mostrou a personagem lutando contra Mulher-Maravilha, mas o trailer a apresentou como uma amiga de Diana. Segundo a cineasta, a personagem se encaixa no “espectro de amiga meiga e doce de Diana”, mas vai ao extremo oposto quando se torna uma vilã. Falando sobre o visual de Wiig no filme, Jenkins afirmou que a Mulher-Leopardo foi criada com a ajuda de computação gráfica. Talvez por isso, ela não tenha aparecido com o traje da vilã no trailer divulgado. O filme ainda está em fase de pós-produção. A diretora ainda abordou a escolha dos anos 1980 como época em que se passa trama. “Por que 1984? Queríamos trazer Diana para o mundo moderno. Mas os anos 1980 são um período com o qual a Mulher Maravilha é bastante identificada. Então foi ótimo vê-la lá. Mas o mais importante é que a época representa o auge da civilização ocidental e da cultura de consumo. Então, eu estava curiosa para colidir nossa Mulher Maravilha com o sistema de crenças desse mundo moderno e ver que tipo de vilões poderia sair disso, ver o que acontece. A partir disso, tudo veio naturalmente.” Vale lembrar que a metade dos anos 1980 representou uma grande bolha de consumo, com a chegada e multiplicação dos shopping centers, os vídeos em VHS, a moda e os modismos extravagantes e a geração yuppie, que fez fortuna no mercado de ações, antes que tudo isso implodisse em 1987, com uma grande crise financeira e um quebra-quebra generalizado em Wall Street. 1984 também foi, claro, título de um famoso livro de George Orwell sobre o futuro distópico da civilização, forçada a fazer sacrifícios, abrir mão de sua liberdade e se submeter à opressão estatal, em nome da luta contra um inimigo imaginário. Já a relação da Mulher-Maravilha com o período se deve à telessérie estrelada por Lynda Carter, que na verdade foi exibida entre 1975 e 1979, mas permaneceu no ar por muitos anos depois disso no esquema de reprises. As referências ficarão mais claras quando “Mulher-Maravilha 1984” chegar aos cinemas. A estreia está marcada para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
La Casa de Papel: Parte 4 ganha data de estreia e explora suspense sobre destino de Nairobi
A Netflix divulgou um novo vídeo de “La Casa de Papel” para anunciar a data de estreia da Parte 4. O teaser avisa que os novos episódios da série espanhola serão disponibilizados no dia 3 de abril. Além disso, o teaser explora o suspense em torno da personagem Nairobi, ao apresentar todos os demais personagens antes de pausar, deixando o rosto de sua intérprete, a atriz Alba Flores, por último. O destino de Nairobi tem sido motivo de angústia para os fãs da série desde o desfecho dramático da Parte 3, interrompido num cliffhanger aparentemente fatal para a personagem. “Quem gosta dela vai sofrer”, afirmou Flores, durante sua participação na CCXP 2019. “Acredito que nesta temporada os roteiristas vão contra as expectativas, assim como na anterior. Mas espero que gostem do nosso trabalho mesmo assim”, completou, sobre o destino de sua personagem, sem dar mais detalhes. A atriz veio a São Paulo ao lado de outros colegas de elenco para divulgar a série espanhola e foi uma das mais ovacionadas ao entrar no painel lotado da CCXP. Reação comparável apenas com a recepção de Pedro Alonso, intérprete de Berlim, um dos personagens mais queridos da série, que conversou com o público em português. Esther Acebo, a Estocolmo, não segurou a emoção e chegou a chorar. E Darko Peric, o Helsinki, surgiu com uma camiseta da banda Ratos de Porão, depois de um encontro com João Gordo no sábado (7/12). .
Atriz de Lucifer vira “brasileira” com bandeiras e samba no Instagram
A atriz sul-africana Lesley-Ann Brandt, de “Lucifer”, foi a estrela internacional mais entusiasmada com o Brasil durante a CCXP 2019. Ela literalmente vestiu a camisa, agitou a bandeira e sambou, como mostrou num vídeo de seu Instagram, em que apareceu de verde e amarelo ao som de “Deixa a vida me Levar”, de Zeca Pagodinho. Ela ainda estava vestindo um biquíni por cima da roupa, sem esquecer um cachecol estilizado do Brasil. A bandeira, porém, estava de cabeça para baixo. No texto, agradeceu aos “presentes” dos fãs. E disse que já estava voltado para gravar uma cena de luta da série. Em sua participação na CCXP, ela revelou que a luta é contra Tom Ellis, o próprio Lucifer, num episódio que terá direção de D. B. Woodside, o Amenadiel. Representante solitária da série “Lucifer” no evento, a intérprete do demônio Mazikeen disse que se identifica em muitos pontos com sua personagem, dentre eles o físico e a personalidade forte. E revelou que sua melhor cena ainda está por vir, além de prometer que o último episódio da série, ainda não gravado, será incrível. Em suas palavras, o novo ano será “incrível e louco”, mesmo que a ideia de chegar ao fim seja agridoce. “Todos somos gratos por trabalhar com uma equipe incrível, mas tenho medo do último dia. Não sei como a cena final de Maze será para mim, tento não pensar nisso”. Carismática, Brandt também agradeceu aos fãs que se uniram para salvar a série, cancelada pela Fox na 3ª temporada e adquirida pela Netflix em seguida, ganhando mais duas temporadas de sobrevida. A 5ª e última temporada de “Lucifer” será dividida em duas partes, com a estreia dos oito episódios iniciais prevista para maio de 2020. Ver essa foto no Instagram Take two. With a Brazilian song! Thanks for my gifts Brazilian fans. Till next time! Tchau 😘🇧🇷😘 and thank you @ccxpoficial for having me. Back to work to film a HUGe fight scene! @netflixbrasil Uma publicação compartilhada por Lesley-Ann Brandt (@lesleyannbrandt) em 7 de Dez, 2019 às 11:11 PST
JJ Abrams diz que final da saga Star Wars será luta pelo equilíbrio da Força
A expectativa pelo final da saga “Star Wars” fez a CCXP 2019 ter filas de mais de 24 horas para que os fãs pudessem ver de perto o diretor JJ Abrams e o elenco central do filme “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, formado por Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac. Seguindo o protocolo de revelar o mínimo possível sobre a produção, que vai encerrar a história iniciada por George Lucas em 1977, sobre a família Skywalker, eles conversaram amenidades diante de uma multidão animada. “Isso mudou as nossas vidas e foi incrível trabalhar juntos”, disse Ridley. “Muitos atores não têm a chance de experimentar isso. Nós literalmente rimos o tempo inteiro durante o episódio IX, foi uma alegria só.” Sem dizer nada que os fãs já não soubessem pelos trailers, e exibindo uma versão estendida de uma cena já disponibilizada na internet, Abrams resumiu o filme como uma luta pelo equilíbrio entre “o lado iluminado e o sombrio” da Força. “No lado sombrio, mal posso esperar para as pessoas verem a história, acho que é a mais intensa que esses personagens passaram”, disse o diretor. “No lado iluminado, é a primeira vez que vemos esse grupo de personagens ter uma aventura juntos”, afirmou, em referência ao trio presente no painel, que se distanciou muito durante a trama de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, o filme anterior. A presença póstuma de Carrie Fisher e o retorno de Billy Dee Williams ao papel de Lando Calrissian também foram celebrados. “Quando criança, Lando era meu personagem favorito”, disse Isaac, enquanto Boyega chamou Williams de “o cara mais legal da galáxia”. E ainda acrescentou: “Quando vocês assistirem ao filme, a reação de Finn ao conhecer Lando é completamente igual à minha reação ao conhecer Williams. Fiquei muito feliz que JJ pegou isso”. Abrams, por sua vez, reforçou que “não poderia contar o fim da história sem Leia, seria impossível”. A protagonista Daisy Ridley afirmou que o diretor fez um trabalho incrível resgatando cenas que tinham sobrado da produção de “Star Wars: O Despertar da Força” para incluir Carrie Fisher, falecida em 2016, em “A Ascensão Skywalker”. A atriz explicou que precisou contracenar com essas cenas durante a filmagem definitiva. “Fazer as cenas sem ela foi muito estranho”, disse. Na hora de suas filmagens, ela conferia as imagens pré-gravadas “para poder responder” à interpretação de Fisher. Por outro lado, a aparição de outro rosto familiar – o Imperador Palpatine, vivido por Ian McDiarmid – não foi aprofundada pelo elenco e recebeu apenas comentários vagos de Abrams, que não quis comentar aquele que representa um dos grandes mistérios da trama. “Não quero estragar nada, mas posso dizer que foi incrível ter Ian de volta. Seu personagem tem um poder extraordinário. Mal posso esperar para vocês verem como e por que o personagem voltou e o que isso significa para esses personagens”, disse, apontando para Ridley, Boyega e Isaac. Todos os tópicos foram abordados brevemente, entre eles o sentimento de Ridley sobre a questão dos pais de Rey, “Eu não era uma grande fã de ‘Star Wars’, então nunca entendi essa obsessão com a paternidade”, ela afirmou, concluindo que a nova trilogia é mais sobre a ideia de construir sua própria família, como Rey faz com Finn e Poe. Diante da responsabilidade de concluir a saga iniciada em 1977 por George Lucas, Abrams fez um balanço positivo do legado da franquia. “Acho que todos concordam que ‘Star Wars’ tem esse coração incrível, de esperança e senso de possibilidade. Por mais louco que tudo esteja no mundo, esse senso de possibilidade – que existe mais em nós, que há bondade a ser encontrada – é realmente uma coisa muito bonita. O que George Lucas criou foi extraordinário”, concluiu. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: Novo vídeo exalta clima de amizade nos bastidores da saga
A Disney divulgou um novo vídeo dos bastidores de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que celebra a amizade cultivada entre os elencos da nova e da primeira trilogia, com cenas de muitos risos, brincadeiras e abraços emocionados, de 1977 a 2019 – mas, curiosamente, pulando a trilogia intermediária. As referência às filmagens do primeiro “Guerra nas Estrelas” são relevantes, porque “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vai encerrar não apenas a história de Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe Dameron (Oscar Isaac), mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Falcão e o Soldado Invernal: Série vai girar em torno do legado do Capitão América
Primeira série do MCU (“Universo Cinematográfico da Marvel”) a entrar em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus), “Falcão e o Soldado Invernal” teve algumas fotos inéditas projetadas no telão da CCXP 2019, durante o painel comandado por Kevin Feige no sábado (7/12). O chefão da Marvel Studios também revelou a premissa da atração – o que foi bem mais informativo que as três fotos dos atores em trajes civis andando lado a lado. De acordo com Feige, a decisão do Capitão América de entregar seu escudo para o Falcão no final de “Vingadores: Ultimato” movimenta a trama da série. “A série inteira é sobre isso, sobre o Capitão entregando o escudo para Sam Wilson no final daquele filme”, explicou. “E a questão é: o que ele [Sam] faz em seguida? É uma grande responsabilidade”. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, vai incluir um novo personagem na disputa do legado do Capitão América. Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, viverá John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Além de Sam Wilson (Anthony Mackie), o Falcão, que ficou com o escudo, Buck Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, era outro forte candidato para a vaga. A série também trará Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retomará a identidade de Barão Zemo, responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A série tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Série WandaVision vai batizar Wanda como a Feiticeira Escarlate
A série “WandaVision” vai marcar uma grande transformação para a personagem Wanda, vivida por Elizabeth Olsen. Em sua participação na CCXP 2019, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, revelou que a Vingadora finalmente vai assumir o nome de Feiticeira Escarlate na produção, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Dizendo que a série dará oportunidade para o público “ver mais do que Wanda é capaz de fazer, e mais do que faz o Visão ser o Visão”, ele confirmou que “WandaVision” vai “revelar um nome que acho que ainda não falamos no MCU, mas que damos importância na série, que é o fato de Wanda ser a Feiticeira Escarlate, e o que isso significa”. O produtor também divulgou uma foto inédita da série para o público do evento, que traz o casal central sentado num sofá, com trajes e sorrisos típicos de uma antiga sitcom em preto e branco (acima). Segundo Feige, a foto registra que a trama vai misturar vários gêneros televisivos – o que sugere uma manifestação dos poderes de Wanda para alterar a realidade. “A série é divertida, mas às vezes assustadora, e terá repercussões para todo o futuro da Fase 4 do MCU”, ele acrescentou. Após a série, Wanda vai aparecer no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que terá ligação direta com as “repercussões” de “WandaVision”. Feige deu ainda mais pistas para os fãs dos quadrinhos, ao confirmar a influência da minissérie “Visão”, de Tom King, na narrativa. “[Nos inspiramos] parcialmente. Há uma bela referência a isso. Eles viverem no subúrbio é uma inspiração, talvez vocês conheçam o cachorro deles em algum momento. Mas é apenas inspirado naqueles quadrinhos, porque é uma direção diferente do que tivemos em ‘Ultimato’”. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) interpretará “uma vizinha barulhenta”, mas detalhes adicionais não foram revelados. Continuação da narrativa de “Vingadores: Ultimato” e prólogo de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, a atração tem estreia prevista apenas para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus).
Kevin Feige revela que futuro do MCU é o multiverso
O produtor Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, afirmou que o multiverso, que será apresentado no próximo filme do “Doutor Estranho” – e provavelmente também nas séries”Loki” e “WandaVision” – , é o futuro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). “Eu adoro o conceito de multiverso. Quando começamos o MCU, tudo era sobre Tony Stark, depois ensinamos às pessoas sobre os Guardiões da Galáxia, depois aprendemos sobre os Super Soldados. Agora vamos mais fundo ao espaço. Sempre amei filmes no espaço e a audiência veio conosco e nos acompanhou em um filme como “Ultimato”, que tem viagem no tempo. O multiverso é o próximo passo na evolução do MCU e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ vai deixar isso escancarado, de uma forma que vai repercutir em ma série antes dele, que não é ‘WandaVision’ [é ‘Loki’, leiam aqui] e nos filmes depois dele”. O diretor Scott Derrickson, que comandou o longa original do herói, retorna para a continuação, que também contará com a volta do astro Benedict Cumberbatch ao papel do Doutor Estranho. Mas desta vez ele dividirá a ação com uma Vingadora, a Feiticeira Escarlate, vivida por Elizabeth Olsen, dando continuidade à trama da série “WandaVision”, que a atriz vai estrelar na plataforma Disney+ (Disney Plus) ao lado de Paul Bettany, intérprete do Visão. “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” tem estreia marcada para o dia 7 de maio de 2021 nos Estados Unidos.
Crise nas Infinitas Terras: Heróis se juntam em cena inédita do crossover
A rede The CW divulgou um novo vídeo de “Crise nas Infinitas Terras”. A prévia é uma cena inédita, que reúne integrantes de todas as cinco séries que participam do megacrossover. Na trama, os heróis juntam forças para enfrentar a ameaça da destruição do multiverso – ou, pelo menos, do Arrowverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” vai começar a ser exibida no domingo (8/12) ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também vai participar da história, como demonstra o trailer. Os episódios serão acompanhados nos EUA pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”). Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.












