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  • Filme

    Anne Hathaway vai estrelar comédia romântica com tema da quarentena

    10 de setembro de 2020 /

    A pandemia de covid-19 inspirou uma comédia romântica com Anne Hathaway. De acordo com o site Deadline, a atriz está em “negociações finais” para integrar o elenco de “Lockdown”, filme escrito por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e que será dirigido por Doug Liman (“Feito na América”). Ainda não foram divulgadas mais informações sobre o projeto, mas, segundo o site americano, a produção vai reproduzir condições da quarentena com orçamento inferior a US$ 10 milhões. Os produtores pretendem iniciar os trabalhos no final deste mês. Entretanto, ainda correm para assegurar o protagonista masculino – com Cillian Murphy (de “Peaky Blinders”) em “negociações iniciais”.

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  • Filme

    Freaky: Versão terror de Sexta-Feira Muito Louca ganha trailer legendado

    10 de setembro de 2020 /

    A Universal divulgou dois pôsteres, seis fotos e o trailer legendado de “Freaky: No Corpo de um Assassino”, comédia de terror da produtora Blumhouse, especializada em filmes assustadores – como “Corra!”, “O Homem Invisível” e “Atividade Paranormal”. O título é uma pista sobre o que se trata, referindo-se diretamente a “Freaky Friday”, clássico infantil de troca de corpos da Disney, batizado como “Se Eu Fosse Minha Mãe” (1976) no Brasil. Fato divertido: o remake de 2003, que os brasileiros conhecem como “Sexta-Feira Muito Louca”, foi estrelado por Jamie Lee Curtis, a heroína da franquia “Halloween”. “Freaky: No Corpo de um Assassino” imagina uma recombinação desses elementos, em que uma vítima troca de corpo com um serial killer mascarado, claramente inspirado no filme “Halloween”. Na trama, Kathryn Newton (de “Supernatural” e “The Society”) é uma adolescente sem graça ou popularidade, que tenta sobreviver ao fim do ensino médio, quando se vê precisando lutar literalmente pela vida contra um psicopata de filme de terror slasher. Raios cortam o ar e um efeito bizarro acontece quando a faca do serial killer encontra seu peito: ela acorda no corpo do assassino, interpretado por Vince Vaughn (“Penetras Bons de Bico”). Ao mesmo tempo, o psicopata vira a adolescente, que muda de estilo e se torna uma “Garota Veneno” (2002) inesperadamente popular. Cabe à heroína, agora no corpo do assassino, convencer seus amigos de sua verdadeira identidade, salvá-los da morte certa e ainda descobrir como reverter a “Sexta-Feira Muito Louca” antes do baile de formatura. Repleto de tiradinhas metalinguistas ao estilo da franquia “Pânico” (Scream), “Freaky” é escrito e dirigido por Christopher Landon, que já conseguiu sucesso com outro terror derivado de comédia, “A Morte Te Dá Parabéns” (versão slasher de “Um Feitiço no Tempo”). A estreia está marcada para 10 de dezembro no Brasil, um mês após o lançamento previsto nos EUA.

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  • Filme

    Novo filme de Woody Allen ganha primeiro trailer

    10 de setembro de 2020 /

    Woody Allen divulgou o primeiro trailer de seu novo filme, “Rifkin’s Festival”. E não é por acaso que o vídeo foi lançado no canal oficial do cineasta no YouTube. O longa é a primeira produção de Allen após ele ficar sem distribuidor nos EUA. “Rifkin’s Festival” foi filmado em meio a uma campanha de difamação movida por seus filhos, Dylan e Ronan Farrow, que sob influência da mãe, Mia Farrow (inimiga mortal de Allen), pressionam parceiros de negócios e atores a abandonarem o diretor. A pressão acontece pelas redes sociais, com ameaças de cancelamento a quem não aderir, e partem das acusações contra Allen por um suposto abuso cometido em Dylan quando ela tinha sete anos, em 1992, em plena separação de Mia Farrow e o escândalo de seu relacionamento com a enteada da ex-mulher. O caso foi investigado pela Justiça americana não uma, mas duas vezes na ocasião, e em ambas a conclusão foi pela inocência de Allen. Ninguém mais o acusa de nada e nenhuma atriz jamais citou qualquer inconveniência da parte do diretor durante contatos ou trabalhos. Assim como aconteceu com o longa anterior do cineasta, “Um Dia de Chuva em Nova York”, “Rifkin’s Festival” não deve ser lançado nos EUA. Mas a produção será o filme de abertura do Festival de San Sebastián. O evento e a cidade em que ele acontece são pano de fundo e cenário da trama. A história acompanha um casal, formado por Wallace Shawn (“Young Sheldon”) e Gina Gershon (“Riverdale”). Ela trabalha na assessoria de imprensa do evento e o marido tem uma crise de ciúmes ao desconfiar que ela estaria se envolvendo com um diretor francês famoso, vivido por Louis Garrel (“Adoráveis Mulheres”). O elenco também destaca Elena Anaya (“Mulher-Maravilha”), Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) e Sergi López (“O Labirinto do Fauno”). A première de “Rifkin’s Festival” está marcada para a próxima sexta, 18 de setembro, em San Sebastian, e a estreia comercial vai acontecer logo em seguida, em 25 de setembro, por enquanto apenas na Espanha. Por conta disso, o filme também ganhou fotos e um pôster espanhol da distribuidora TriPictures. Confira abaixo.

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  • Série

    Rodrigo Santoro vai estrelar 5ª temporada de Sessão de Terapia

    10 de setembro de 2020 /

    O ator Rodrigo Santoro vai integrar o elenco da 5ª temporada de “Sessão de Terapia”. O ator interpretará o personagem Davi Greco e atuará ao lado do amigo Selton Mello, que segue como protagonista da produção do Globoplay, assim como Nathalia Timberg e a internacional Morena Baccarin (de “Gotham”). De acordo com a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Santoro viverá um novo supervisor de Caio – personagem de Selton. O papel foi escrito especialmente para Santoro, que colaborou com seu desenvolvimento. Apesar das restrições causadas pela pandemia de coronavírus, o ator já está ensaiando remotamente para iniciar os trabalhos nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro. Já Nathalia Timberg, que vive a mãe de Caio, gravará suas cenas em sua casa, enquanto Morena Baccarin participará via Skype, situação que condiz com a premissa da série, sobre encontros de um terapeuta (Selton) com pacientes. Ela interpretou a supervisora de Caio na temporada anterior. Com o reboot da temporada passada, que promoveu Selton Mello a protagonista (até então, trabalhava na série como diretor) e passou a incluir Morena Baccarin no elenco, “Sessão de Terapia” se tornou uma das séries mais vistas no Globoplay. A atração é, na verdade, uma versão brasileira da série israelense “BeTipul”, criada por Hagai Levi, que é mais conhecida pela adaptação americana da HBO, intitulada “Em Terapia” (In Treatment).

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  • Filme

    O Halloween de Hubie: Nova comédia de Adam Sandler ganha trailer legendado

    10 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou pôster, fotos e o trailer legendado de “O Halloween de Hubie”, nova comédia estrelada e produzida por Adam Sandler para o serviço de streaming. A prévia é quase um desenho animado com atores reais. Na trama, Sandler vive um homem obcecado pelo Halloween, que é a piada da cidade, até que fatos estranhos começam a acontecer no feriado das bruxas e ele se torna o mais capacitado para desvendar o mistério. Com um pouco de “Scooby Doo” e muito de Abbott e Costello (a dupla que popularizou as comédias de terror nos anos 1940), o filme tem premissa mais interessante que a maioria das produções de Sandler, apesar de o ator transformar seu personagem numa caricatura de voz empostada. O mais curioso é que, desta vez, Sandler ampliou seu círculo tradicional de coadjuvantes, com Julie Bowen (“Modern Family”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”), Noah Schnapp (“Stranger Things”), June Squibb (“Nebraska”), Kenan Thompson (“Kenan e Kel”), Tim Meadows (“Schooled”), Michael Chiklis (“The Shield”), China Anne McClain (“Black Lightning”) Paris Berelc (“Crush à Altura”) e Peyton List (“Light as Feather”), que se juntam aos amiguinhos Rob Schneider, Kevin James e Steve Buscemi no elenco. Já o roteiro e a direção são de velhos parceiros. Sandler escreveu a comédia com Tim Herlihy (“O Rei da Água” e “O Paizão”) e foi dirigido por Steven Brill (“Um Diabo Diferente”, “Sandy Wexler”). A estreia está marcada para 7 de outubro.

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  • Etc,  Série

    Diana Rigg (1938 – 2020)

    10 de setembro de 2020 /

    Diana Rigg, a célebre atriz britânica das séries “Os Vingadores” e “Game of Thrones”, morreu nesta quinta (10/9) aos 82 anos. Ela foi diagnosticada com câncer em março, de acordo com sua filha Rachael Stirling, e “passou seus últimos meses refletindo alegremente sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão”. No auge de sua popularidade, Rigg foi eleita a “estrela mais sexy da TV em todos os tempos” pela revista TV Guide. Isto aconteceu quando ela foi escalada como a sedutora espiã Emma Peel em “Os Vingadores”, seu primeiro papel na televisão. Enid Diana Elizabeth Rigg nasceu em 20 de julho de 1938, em Doncaster, Inglaterra, mas passou a infância com a família em Jodhpur, na Índia, onde seu pai trabalhava como gerente da ferrovia estadual. Tinha só 8 anos quando precisou a aprender a ser independente, enviada para estudar num internato na Inglaterra. “A Índia me deu um começo de vida glorioso”, disse Rigg em uma biografia de 2004 escrita por Kathleen Tracy. “Isso me deu independência de espírito”. Mas a transição para a triste Inglaterra foi difícil: “A escola não queria ser cruel, mas foi. Eu me sentia como um peixe fora d’água. Não conhecia ninguém. Comecei do zero… Com uma experiência como essa, sua vida muda. Você nunca mais dependerá de seus pais.” Notando seus dotes artísticos, os professores estimularam Rigg a estudar artes dramáticas. Ela estudou na Royal Academy of Dramatic Art, começou a trabalhar como modelo e, após uma breve passagem pela Royal Shakespeare Company, foi contratada para fazer sua estreia na TV. Rigg nunca tinha visto a série “Os Vingadores”, que, após as primeira temporadas com Honor Blackman, perdera a protagonista. Blackman abandonara a série para assumir o icônico papel de Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), e foi substituída brevemente por Julie Stevens. Mas a nova personagem, Venus Smith, não empolgou o público acostumado com Catherine Gale, a espiã que vestia couro, interpretada por Blackman. A série também estava prestes a começar a ser transmitida nos EUA e se tornar uma produção a cores, quando os produtores conceberam Emma Peel, cujo nome era um trocadilho para “M-Appeal”, apelo aos homens. A atriz interpretou a agente sexy em 51 episódios, de 1965 a 1968, e mostrou que era mais que tinha mais que sex appeal. Ela foi indicada a dois Emmys pelo papel. Como a terceira e mais popular das quatro parceiras femininas de John Steed (personagem de Patrick Macnee) na série britânica, Peel se tornou um ícone na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além de sexy, sua independência e ousadia também trouxeram feminismo às aventuras de espionagem da série, fazendo com que “Os Vingadores” se tornasse uma das séries mais modernas da TV. De fato, era literalmente mod e também psicodélica. “Os Vingadores” marcou tanto a TV britânica que Rigg e suas colegas espiãs foram homenageadas pelo BAFTA em 2011 pelo legado de suas personagens à cultura pop. “Ela estava à frente de seu tempo”, disse Rigg em outra homenagem, um tributo de aniversário de 50 anos de Emma Peel, apresentado pelo British Film Institute. “Por acaso, ela se tornou essa mulher de vanguarda, e meu Deus, tive a sorte de ter a chance de interpretar essa mulher. Durante anos depois disso, as pessoas continuaram vindo até mim para dizer: ‘Você era minha heroína’ – não eu, Emma – ‘e me encorajou a fazer isso e aquilo.’ Sem exagerar na influência dela, eu realmente acho que ela foi uma influência muito, muito potente nas mulheres que reivindicaram seu lugar neste mundo.” Depois de duas temporadas, Rigg saiu de “Os Vingadores” para voltar à Royal Shakespeare Company. Os fãs ficaram devastados, mas esta decisão fez com que ela estreasse no cinema em 1968 numa adaptação de Shakespeare, “Sonhos de um Noite de Verão”, ao lado dos colegas da companhia, – ninguém menos que Helen Mirren, Ian Holm e Judi Dench. Diana pertencia a esta geração. No ano seguinte, a atriz protagonizou a comédia “O Sindicato do Crime” (1969), ao lado de Oliver Reed, e se tornou a primeira mulher a se casar com o agente secreto James Bond no cinema, em “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). A carreira cinematográfica deslanchou, com papéis em “Júlio César” (1970), “Hospital” (1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e “As 7 Máscaras da Morte” (1973). Entretanto, ela não resistiu à proposta de estrelar sua própria série americana, batizada com seu nome. Em “Diana”, Rigg interpretou uma estilista de moda que trabalhava em uma loja de departamentos em Nova York após seu divórcio. Mas a atração era moderna demais para 1973 e acabou cancelada na 1ª temporada. Com o fim da série, descobriu que não conseguia mais papéis no cinema. Mas seguiu carreira na TV americana. Ela chegou a ser novamente indicada ao Emmy em 1975, pelo telefilme “In This House of Brede”, como uma mulher de negócios que se torna uma freira beneditina enclausurada. A atriz acabou voltando ao Reino Unido, onde passou a atuar em produções da BBC, montagens teatrais e eventuais filmes britânicos, como o mistério “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Em 1994, foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico por suas contribuições ao cinema e ao teatro, e de 1998 a 2008 serviu como reitora da Universidade de Stirling, na Escócia. A década de 1990 também a consagrou no palco e na telinha. Rigg ganhou seu Tony (o Oscar do teatro) em 1994 por interpretar o papel-título de “Medea”, e finalmente venceu o fugidio Emmy em 1997, pelo papel da governanta antagônica numa adaptação televisiva de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, de Daphne du Maurier. Ela seguia com pequenas aparições nas telas, incluindo “Doctor Who”, até ser escalada em outro papel que marcou época, como Lady Olenna, a “Rainha de Espinhos”, líder da casa Tyrell que enfrentou a ira da vilã Cersei em “Game of Thrones”. Rigg foi indicada a mais quatro Emmys por esse trabalho na série da HBO. Depois de “Game of Thrones”, ela viveu outra nobre na TV, a Duquesa de Buccleuch, na série “Vitória: A Vida de uma Rainha” (Victoria, 2017), mas o trabalho que lhe deu mais alegria, no final de sua vida, foi contracenar com a filha, Rachael Stirling, na série “The Detectorists”, entre 2015 e 2017. “Nós apenas continuamos rindo”, disse Rigg sobre a experiência. “A pessoas levam esse trabalho muito a sério. E é sério, é muito, muito sério, porque é uma comunhão entre você, o público e nós, os atores – mas, ao mesmo tempo, uma das minhas necessidades reais é me divertir”. Os últimos trabalhos da atriz, o filme “Last Night in Soho”, de Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), e a minissérie “Black Narcissus”, da BBC, devem estrear nos próximos meses.

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  • Série

    Warrior: Trailer da 2ª temporada traz muita ação e artes marciais

    9 de setembro de 2020 /

    O canal pago americano Cinemax divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Warrior”, série inspirada num projeto antigo do astro Bruce Lee (“Operação Dragão”). Com ritmo trepidante, a prévia é repleta de pancadaria, artes marciais e muita ação, numa recriação das guerras entre as gangues de São Francisco no século 19. A recriação de época e as batalhas de gângsteres chegam a lembrar “Peaky Blinders”, mas centrada em facções de tongs (a máfia chinesa) em vez de ciganos e proletários britânicos. A trama acompanha um lutador talentoso, mas moralmente corrupto de Chinatown. Ah Sahm (Andrew Koji, da série “The Innocents”) é um prodígio das artes marciais que chega da China em circunstâncias misteriosas para virar um dos principais integrantes de uma organização criminosa nos EUA. Mas conforme duas famílias disputam o poder entre as facções chinesas, o racismo americano ameaça destruir a ambas. O conceito de “Warrior” foi concebido por Bruce Lee antes do astro morrer subitamente em 1973, aos 32 anos de idade. Os manuscritos que detalhavam a trama acabaram recuperados por sua filha e ganharam roupagem moderna com roteiro de Jonathan Tropper, cocriador da série “Banshee”. A série tem produção do cineasta Justin Lin (franquia “Velozes e Furiosos”), que também assinou o piloto da atração, além da atriz Shannon Lee (“Operação Águia”), herdeira do mestre do kung fu. O elenco inclui Hoon Lee (“Banshee”), Olivia Cheng (“Deadly Class”), Jason Tobin (“Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”), Dianne Doan (“Vikings”), Joe Taslim (“Operação Invasão”), Rich Ting (“The Man in the High Castle”), Dean Jagger (“Game of Thrones”), Langley Kirkwood (“Dominion”), Kieran Bew (“Rellik”) e, na nova temporada, Chen Tang (“Mulan”). A 2ª temporada estreia em 2 de outubro. “Warrior” é exibido no Brasil pelo canal pago Max Prime.

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  • Etc,  TV

    Anatel decide que streaming não está sujeito às leis da TV paga no Brasil

    9 de setembro de 2020 /

    A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu nesta quarta-feira (9/9) que a oferta de conteúdo de canais de TV pela internet (serviço de “streaming”) não é serviço de TV por assinatura. Parece uma decisão simples e até óbvia, mas isso mudo tudo, tendo grande impacto sobre o negócio da TV paga no Brasil. Com a decisão da Anatel, os canais de TV poderão oferecer conteúdo diretamente aos espectadores pela internet. Algumas empresas, como a Globo via Globoplay, já vinham fazendo isso. Mas uma denúncia da Claro, empresa provadora de assinaturas de TV, questionou a atividade quando a Fox quis lançar seus canais online, com assinatura independente pela internet. A Anatel aceitou a denúncia e proibiu a Fox de comercializar a Fox+, mas a Justiça suspendeu a medida. A agência recorreu, perdeu o recurso, depois ganhou novamente, mas teve a liminar suspensa, até que, em julho, ela própria revogou a cautelar que proibia a Fox de vender assinaturas na internet diretamente ao consumidor. O entendimento que prevaleceu entre os conselheiros da agência é que, como é preciso contratar um serviço de telecomunicação — como a internet banda larga — para usufruir do acesso aos canais pela internet, o serviço não pode ser considerado TV por assinatura. Por não ser TV, os serviços de streaming também não estão sujeitos às leis que regulam o setor. A Claro (outra vez ela) tentou impedir o lançamento da Disney+ (Disney Plus) no Brasil usando justamente o argumento de que a plataforma não seguia as cotas de produção de conteúdo nacional determinadas para a TV paga brasileira. A discussão foi superada com o atual entendimento. A decisão da Anatel é o sinal verde que as empresas estrangeiras esperavam para programar os lançamentos de seus serviços do streaming no Brasil – como a HBO Max da WarnerMedia, CBS All Access da ViacomCBS e Peacock da Comcast/NBCUniversal. Mas também serve de sinalização para o mercado de TV nacional, liberando os canais para vender assinaturas de seus conteúdos na internet. De fato, até as operadoras devem migrar seus modelos de negócios. Uma das principais motivações das operadoras para trocar ofertas de assinaturas da TV paga por serviços baseados na internet é a diferença tributária: o serviço televisivo paga ICMS, Fust, Funttel e Condecine, enquanto a única taxa que atualmente incide sobre os serviços online é o ISS. Além disso, o streaming é isento de obrigações, como cotas de conteúdo e de canais obrigatórios. A própria Claro, que criou tanto caso, já prepara uma alternativa a TV por assinatura. A companhia irá comercializar novos planos para acessar conteúdo sob demanda, canais de esporte e canais abertos. Além dela, a operadora Oi também já mostrou interesse em lançar um serviço de streaming com canais lineares, mas isso deixou de ser prioridade no momento, em que empresa tem sua venda negociada no mercado.

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  • Filme

    In-Edit Brasil exibe mais de 50 documentários musicais online

    9 de setembro de 2020 /

    Seguindo a tendência digital desses tempos de pandemia, a 12ª edição do In-Edit Brasil, festival de documentários musicais, será totalmente online. São mais de 50 filmes nacionais e internacionais da temática, que poderão ser conferidos a partir desta quarta (9/9) até o dia 20 de setembro. A programação tem vários atrativos, como “The Quiet One”, centrado no baixista Bill Wyman, dos Rolling Stones, “My Darling Vivian”, em que as filhas de Johnny Cash falam sobre o relacionamento do cantor com sua mãe, “Stiv – No Compromise, No Regrets”, sobre o falecido cantor Stiv Bators (ex-Dead Boys e The Lords of the New Church), “Punk The Capital”, sobre a famosa cena punk de Washington, e “White Riot”, sobre o movimento musical anti-racista nascido no bojo do punk rock britânico. Além disso, o In-Edit deste ano exibe uma seção dedicada à cena musical portuguesa. Entre os destaques nacionais, vale conferir “Dom Salvador & The Abolition”, sobre o lendário pianista e pioneiro da “black music” brasileira que inventou o samba-funk, e “Faça Você Mesma”, sobre as riot grrrls e a moderna cena punk feminina brasileira. Além dos filmes, também está prevista uma master class com o lendário diretor Julien Temple, responsável pelo longa clássico da banda Sex Pistols, “The Great Rock’n’Roll Swindle” (1980), o musical “Absolute Beginners” (1986), com David Bowie, além de documentários sobre Joe Strummer e The Clash, sem esquecer muitos clipes. Todos os títulos podem ser acessados pelo site oficial (https://br.in-edit.org/), mas nem todos os filmes são gratuitos. Há algumas sessões pagas (R$ 3, por 72 horas de acesso), com arrecadação voltada para ajudar trabalhadores da música e do cinema afetados pela pandemia. Parte da programação também pode ser conferida na plataforma do Sesc Digital (https://sesc.digital/colecao/42876/cinema-emcasacomsesc), com acesso gratuito. E depois de 20 de setembro os filmes se mudam para a Spcine Play (https://www.spcineplay.com.br/).

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  • Filme

    Diretor de Parasita fará remake americano de filme que escreveu em 2014

    9 de setembro de 2020 /

    O premiado diretor Bong Joon-ho, do filme “Parasita”, vencedor do Oscar 2020, vai produzir uma versão americana de “Haemoo”, filme sul-coreano que ele escreveu (mas não dirigiu) em 2014. O filme original era baseado em uma história real e seguia um barco pesqueiro em uma perigosa missão para contrabandear um grupo de imigrantes sem documentos da China para a Coreia do Sul. O cineasta escreveu o filme em parceria com Shim Sung-bo, com quem já tinha trabalhado no ótimo “Memórias de um Assassino” (2003), mas em “Haemoo” a direção coube ao colega. Intitulada, em inglês, “Sea Fog”, a nova versão será dirigida por Matt Palmer, de “Calibre”, e terá produção da Participant Media (estúdio de “Fábrica Americana”, vencedor do Oscar 2020 de Melhor Documentário). Palmer também está elaborando o roteiro, com base em um rascunho anterior de Oren Moverman (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”). Detalhes específicos do enredo, que pode mudar para esta adaptação, não foram divulgados. “Não consigo conter o meu entusiasmo e expectativa em colaborar com esta equipe no recém-nascido ‘Sea Fog'”, disse Joon-ho no comunicado da produção. Veja abaixo o trailer do longa original.

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  • Série

    The Loud House é renovada para a 6ª temporada

    9 de setembro de 2020 /

    O canal pago Nickelodeon renovou “The Loud House” para sua 6ª temporada, dois dias antes da estreia do quinto ano da produção, que vai acontecer na sexta-feira (11/9) nos EUA. A série animada é atualmente o programa mais visto da TV americana entre o público formado por crianças de 6 a 11 anos de idade. Produzido pelo Nickelodeon Animation Studio, a 6ª temporada vai mostrar a família Loud embarcando em aventuras ainda mais selvagens, repletas de coração e humor, incluindo musicais, festas de aniversário e brincadeiras com todos os personagens adoráveis ​​que habitam Royal Woods. Diferente de “Os Simpsons” e tantas outras animações, que mantém os personagens com a mesma idade sem refletir a passagem do tempo, a série criada por Chris Savino e Michael Rubiner acompanha a evolução dos irmãos Loud, que continuam a crescer de temporada em temporada. Vale lembrar que Lincoln e seus amigos estão agora no ensino médio, enfrentando novos desafios e aventuras à medida que se adaptam à hierarquia da nova escola. Cada uma de suas irmãs também subiu de ano, tornando Leni a mais velha da casa, enquanto Lori inicia seu primeiro ano de faculdade. “The Loud House” também é exibida no Brasil pelo Nickelodeon. Veja a abertura dublada da série abaixo.

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  • Série

    Halsey vai estrelar série do diretor de Big Little Lies

    9 de setembro de 2020 /

    A cantora Halsey anunciou nesta quarta-feira (9/9) o começo de sua carreira como atriz. Ela vai estrelar a série “The Player’s Table”, baseada no romance best-seller de Jessica Goodman, “They Wish They Were Us”. A produção se passa em um colégio de elite de Long Island, em Nova York, e segue Jill, uma antiga estudante que investiga a verdade sobre a morte de sua melhor amiga, Shaila, que aconteceu três anos antes e pode ter relação com uma sociedade secreta da escola. Halsey viverá Rachel Calloway, uma jovem emocionalmente perturbada que se envolve na jornada da protagonista em busca de respostas. Ex-membro da sociedade secreta, Rachel se formou há três anos e deixou o grupo quando seu irmão mais novo, Graham, foi condenado pelo assassinato de Shaila, mas agora volta à Long Island convicta de que o irmão não é responsável pelo crime. Como Rachel tem a esperança de inocentar o irmão antes que ele complete 18 anos, as duas unem forças para descobrir o que aconteceu de verdade na noite da morte de Shaila. O papel de Jill Newman será interpretado por Sydney Sweeney (a Cassie da “Euphoria”). Halsey e Sweeney se conheceram quando a atriz participou do videoclipe de Halsey para “Graveyard”, que foi indicado ao VMA (premiação de clipes da MTV). “Eu sou a garota mais sortuda do mundo por fazer minha estreia como atriz com meu ser humano favorito, Sydney Sweeney, em uma adaptação para a TV de um livro incrível de Jessica Goodman”, a cantora escreveu em seu Instagram. “Eu simplesmente mal posso esperar”. A série, que ainda não tem endereço definido, tem produção do cineasta Jean-Marc Vallée, responsável pela 1ª temporada de “Big Little Lies” e “Objetos Cortantes” (Sharp Objects), por meio de sua produtora Crazyrose. O roteiro está a cargo de Annabelle Attanasio, que escreveu e dirigiu o longa “Mickey and the Bear”, além de quatro curtas. Ela também deve dirigir alguns episódios e dividir a produção com Halsey, Sweeney, Vallée e seu sócio Nathan Ross. Ver essa foto no Instagram I am the luckiest girl in the world because I get to make my acting debut with my favorite human-being @sydney_sweeney , on a tv adaptation of an amazing book by @jessicagoodman , to be written/adapted + directed by one of the greatest @annabelleattanasio and wildest of all I will also be a PRODUCER on the series with some of my idols JEAN-MARC VALLÉE + NATHAN ROSS @crazyrosefilms with Sydney’s Fifty-Fifty Films @fiftyfiftyfilms ! You guys are gonna fall in love with The Players Table. I simply cannot wait…. photos by @samdameshek Uma publicação compartilhada por halsey (@iamhalsey) em 9 de Set, 2020 às 9:33 PDT

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  • Música

    Clipe animado junta Robert Smith e a banda Gorillaz

    9 de setembro de 2020 /

    A banda Gorillaz divulgou o sexto “capítulo” de sua temporada de parcerias. Em novo clipe, os personagens animados vão à lua, que tem a cara de Robert Smith. O líder da banda The Cure canta “Strange Times”, acompanhando Damon Albarn (também do Blur) e companhia no desenho espacial de Jamie Hewlett, o criador do visual dos Gorillaz. A faixa faz parte de um projeto chamado “Song Machine – Season One”, uma coleção de parcerias que o grupo liderando por Albarn e o animador Hewlett tem feito com vários artistas ao redor do mundo, “Strange Times” é o sexto “episódio” de “Song Machine”, série iniciada em janeiro com “Momentary Bliss”, em parceria com o rapper Slowthai e a banda punk Slaves. A “temporada” que já teve participações de Peter Hook (ex-New Order), Skepta, ScHoolboy Q e Fatoumata Diawara, e que a seguir vai incluir St. Vicent, Beck e até Elton John na lista de convidados.

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