Casal de The Good Doctor testa positivo para covid-19
O ator Richard Schiff, intérprete do Dr. Aaron Glassman em “The Good Doctor”, anunciou na terça-feira (10/11) que ele e a esposa, Sheila Kelley, testaram positivo para covid-19. Kelley também co-estrela a série médica da rede americana ABC como a barista Debbie Wexler, que recentemente se casou com o Dr. Glassman. Na vida real, os dois são casados há 31 anos. “No dia da eleição, testei positivo para Covid-19”, revelou Schiff no Twitter. “Esta tem sido a semana mais bizarra de nossas vidas. Sheila Kelley também é positiva. Isso é difícil. Estamos determinados a encontrar um caminho para a saúde novamente. Torcemos por todos que estão lutando contra isso.” Em uma postagem subsequente no Instagram, Kelley contou um pouco mais sobre a situação atual do casal. “Estamos em quarentena em nossa casa em Vancouver, nos recuperando”, ela compartilhou. “Este vírus é uma desgraça escorregadia. Num minuto você se sente quase bem e no seguinte não consegue recuperar o fôlego. Os sintomas mudam radicalmente diariamente, mesmo a cada hora. ” De acordo com uma fonte da série, ouvida pelo site TVLine, a programação das gravações de “The Good Doctor” foi ajustada para acomodar a licença temporária de Schiff e não houve impacto perceptível na produção dos episódios. A série médica retornou à TV americana em 2 de novembro, com os primeiros episódios de sua 4ª temporada abordando justamente a “linha de frente” do combate à pandemia de coronavírus. “The Good Doctor” é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay. On Election Day I tested positive for Covid-19. This has been the most bizarre week of our lives. @thesheilakelley is also positive. This is tough. We are determined to find a way to health again. We root for everyone out there who are struggling with this thing. Love from here. — Richard Schiff (@Richard_Schiff) November 10, 2020 Ver essa foto no Instagram Richard and I have some news. We have both tested positive for COVID-19. We‘re quarantined in our home in Vancouver, recovering. This virus is a slippery sucker. One minute you feel almost fine and the next you can’t catch your breath. Symptoms change radically daily even hourly. I am grateful for @s.factor.official embodiment practice as it tunes me deeply into my body. It is helping me cope from minute to minute. For those of you who do not have this virus stay healthy keep practicing physical distancing. If you have Covid we’re in this together. Breath deeply. Breath slowly. Breath fully. We will get through this together. Uma publicação compartilhada por Sheila Kelley (@sheilakelleys) em 10 de Nov, 2020 às 1:49 PST
John Fraser (1931 – 2020)
O ator escocês John Fraser, que se destacou no cinema britânico dos anos 1960, morreu em 7 de novembro após uma longa batalha contra o câncer, aos 89 anos de idade. Fraser tinha decidido que não faria quimioterapia e foi encontrado já inconsciente por sua parceira, a artista Rodney Pienaar, mas a família só tornou sua morte pública nesta quarta (11/11). Com mais de 70 créditos como ator ao longo da carreira, ele começou como figurante no clássico de guerra “Ratos do Deserto” (1954), de Robert Wise, e progrediu nos anos seguintes para pequenos papéis em outros exemplares famoso do gênero, vivendo aviadores em “Labaredas do Inferno” (1955), de Michael Anderson, e “O Vento Não Sabe Ler” (1958), de Ralph Thomas. Sua carreira deu um salto de qualidade em 1960, após encarnar Bosie (Lord Alfred Douglas, filho do Marquês de Queensberry) no filme “Os Crimes de Oscar Wilde”, de Ken Hughes, em que contracenou com Peter Finch (que foi o vencedor do BAFTA daquele ano pelo papel do célebre dramaturgo irlandês). Poucos meses depois, voltou a se destacar como um oficial em outro drama de guerra, “Glória Sem Mácula” (1960), de Ronald Neame, ao lado dos monumentais Alec Guinness e John Mills (que venceu a Copa Volpi de Melhor Ator no Festival de Veneza pelo filme). Sua carreira de coadjuvante ilustre se estendeu a outros filmes marcantes da época, como a aventura “El Cid” (1961), de Anthony Mann, a comédia “A Valsa dos Toureadores” (1962), de John Guillermin, que foi estrelada por Peter Sellers, e o icônico thriller “Repulsa ao Sexo” (1965), de Roman Polanski. Em 1965, teve seu maior destaque cinematográfico em “Névoas do Terror” (1965), considerado um dos melhores filmes do famoso detetive Sherlock Holmes, no papel de Lord Carfax, o aristocrata britânico que seria Jack, o Estripador. Em seguida, voltou a trabalhar com Michael Anderson em novo thriller de guerra, “Operação Crossbow” (1965), juntando-se a Sophia Loren e George Peppard. Também teve proeminência em “Isadora” (1968), como o secretário para quem a dançarina Isadora Duncan, vivida por Vanessa Redgrave, ditava suas memórias (e a trama). Mas a partir daí passou a aparecer mais na TV que no cinema, com participações na atração americana “Columbo” (em 1972) e num arco de três episódios de “Doctor Who” (em 1981). Sua ligação com Sherlock Holmes também foi explorada em outros projetos, como a série “The Rivals of Sherlock Holmes” (em 1971) e a minissérie “Young Sherlock: The Mystery of the Manor House” (1982). O ator ainda participou de “Scarlett”, minissérie de 1994 que continuava a famosa história de “…E o Vento Levou”, antes de abandonar as telas em 1996, após um episódio da antologia “Screen One”.
Cadu Barcellos (1986 – 2020)
Morto a facadas durante um assalto, na madrugada desta quarta-feira (11/11), o diretor Cadu Barcellos, de 34 anos, era um exemplo de superação para a juventude das comunidades pobres do Rio Aos 23, ele foi um dos cinco jovens cineastas aspirantes selecionados para dirigir episódios da antologia “5x Favela, Agora por Nós Mesmos” em 2009. O filme era uma atualização da antologia clássica do Cinema Novo “Cinco Vezes Favela”, originalmente dirigida por diretores iniciantes que se transformaram em grandes cineastas brasileiros. Cacá Diegues, que estreou em longa no filme de 1962, foi o produtor do projeto, que inclui apenas equipes de comunidades pobres, registrando seus cotidianos. Ele já trabalhava no setor audiovisual antes de ser “descoberto”, produzindo vídeos independentes desde a adolescência. Com 17 anos, já participava de cursos de internet e audiovisual em ONGs do Rio. Formado pela Escola Popular de Comunicação Critica (ESPOCC), projeto do Observatório de Favelas, virou oficialmente diretor aos 20 com o curta-metragem “Feira da Teixeira” (2006). No ano seguinte, assinou o programa “Crônicas da Cidade”, do Canal Futura. Barcellos foi selecionado por Diegues pela experiência precoce e por se destacar em oficinas dedicadas ao cinema nas comunidades do Rio de Janeiro. O diretor afirmou ao jornal O Globo que Cadu foi um de seus melhores alunos. “Quando nós resolvemos produzir ‘5x Favela, Agora por Nós Mesmos’ apenas com moradores de favela, um dos destaques que nós tivemos logo foi o Cadu Barcellos. Ele era tão inteligente, tão bem-humorado, tão talentoso, que nós demos a ele um dos episódios”, disse Diegues ao Globo. “Isso me deixa muito mal por ele, que foi uma pessoa que conheci muito, que foi muito meu amigo, como também pelo Rio de Janeiro que tá uma cidade impossível de se viver”, afirmou. Após “5x Favela” ser exibido no Festival de Cannes e ganhar o prêmio do público no Festival de Paulínia, o jovem deu sequência à carreira de diretor e roteirista com a série “Mais X Favela”. Ele escreveu 13 episódios e dirigiu três capítulos das duas temporadas da atração, exibida entre 2011 e 2014 no Multishow. Também escreveu e dirigiu o documentário “5x Pacificação” (2012) sobre a implementação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nos morros do Rio, participou do roteiro de “Favela Gay” (2014) e foi diretor assistente de “Rio de Fé” (2013), documentário assinado por Cacá Diegues. Paralelamente, ajudou a lançar o Maré Vive, um canal de mídia comunitária feito de forma colaborativa por moradores do Complexo da Maré, e coordenou o projeto Jpeg, na ONG Promundo, em que liderava um grupo de jovens que promovia ações ligadas à saúde e à igualdade de gênero. Também foi dançarino e participou do Corpo de Dança da Maré, dirigido pelo coreógrafo Ivaldo Bertazzo, com espetáculos que rodaram o país, nos quais dançou por três anos. Em 2020, o profissional multitalentoso entrou para a equipe do Porta dos Fundos. Ele foi contratado como assistente de direção do programa “Greg News”, apresentado por Gregorio Duvivier e exibido pela HBO. Em seu perfil no Twitter, Duvivier afirmou que Barcellos era uma das melhores pessoas que já conheceu. “Um ser humano bom. Brilhante. Família. A morte do Cadu Barcellos deixa um buraco do tamanho do mundo.” Em nota, a equipe do Porta dos Fundos também ressaltou o talento do cineasta e disse que espera por justiça. “Hoje, nós do Porta dos Fundos acordamos profundamente tristes com a notícia do falecimento de Cadu Barcellos, um profissional amável, gentil, talentoso e dedicado, que trabalhou com a gente como assistente de direção na temporada de 2020 do programa “Greg News” (HBO). Aguardamos a apuração dessa tragédia e esperamos pela justiça, cientes de que nada pode reparar a perda da vida de uma pessoa tão jovem e querida.” O cineasta deixa a esposa e um filho de dois anos.
Cineasta Cadu Barcellos é assassinado à facadas no Rio
O cineasta Cadu Barcellos, de 34 anos, foi morto a facadas no centro do Rio, na madrugada desta quarta-feira (11/11). O crime aconteceu na Avenida Presidente Vargas, esquina com a Rua Uruguaiana. Ele estava no local após deixar a Pedra do Sal, no Santo Cristo, com uma amiga, que seguia para a Zona Sul em um carro de aplicativo. O assassinato aconteceu por volta das 3h30 em uma suposta tentativa de assalto. Ele chegou a ser visto gritando por socorro, mas não resistiu, tendo morrido ao caminhar alguns metros e cair. Policiais do 5º BPM (Praça da Harmonia) foram acionados, mas já o encontraram no chão. Desde os 17 anos no setor audiovisual, ele trabalhava na produtora Porta dos Fundos, no programa “Greg News” e dirigiu um curta da antologia “5x Favela, Agora por Nós Mesmos”, exibida no Festival de Cannes em 2010 (clique aqui para saber mais sobre a carreira e os multitalentos de Barcellos). Segundo o amigo William Oliveira, “Cadu foi assassinado possivelmente por conta de um celular, um Riocard e um punhado de reais”. O cineasta deixa a esposa e um filho de dois anos.
Ryan Murphy revela primeiro pôster da 10ª temporada de American Horror Story
O produtor Ryan Murphy deu um tempo na divulgação de suas atrações da Netflix para revelar em seu Instagram o primeiro pôster da 10ª temporada de “American Horror Story”, do canal pago FX. Trata-se de uma imagem assustadora de uma boca aberta e cheia de dentes afiados como navalha, que também exibe uma língua tatuada com o nome “AHS10”. Embora o pôster não revele muito sobre o enredo, Murphy já tinha postado uma foto de dentes afiados em agosto passado, ao anunciar as gravações da 10ª temporada de “American Horror Story” para outubro. Na ocasião, ele acrescentou: “Sim, isto é uma pista”. Antes disso, Murphy também sugeriu a possível locação da próxima temporada. Em maio, ele compartilhou a imagem de uma praia serena, aparentemente de frente para um lago, com a legenda “’American Horror Story’. Pista.” Com a combinação de dentes afiados e o cenário aquático, parece que a 10ª temporada pode ter homenagens a terrores das profundezas, como “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), “Tubarão” (1975) ou “Piranha” (1978). Os novos episódios voltarão a contar com participações de Evan Peters, Sarah Paulson, Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Adina Porter, Lily Rabe, Angelica Ross e Finn Wittrock, habitués de temporadas anteriores, e marcarão a estreia na série Macaulay Culkin, até hoje lembrado como o menino Kevin McCallister de “Esqueceram de Mim” (1990). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 10 de Nov, 2020 às 7:23 PST
Brad Pitt e Oprah Winfrey vão filmar livro de super-herói da era da escravidão
O astro Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) e a famosa empresária e apresentadora da TV americana Oprah Winfrey vão voltar a produzir um filme, após trabalharem juntos no sucesso “Selma” (2014), que venceu o Oscar de Melhor Canção original e ajudou a deslanchar a carreira da diretora Ava DuVernay. O novo projeto é uma adaptação do livro “The Water Dancer”, de Ta-Nehisi Coates, que os fãs de quadrinhos podem conhecer como autor de histórias do Capitão América e Pantera Negra publicadas pela Marvel. A trama é uma fantasia com elementos sobrenaturais e de ficção científica, passada na época da escravidão e centrada em um super-herói original: Hiram Walker, um escravo e filho bastardo de um grande fazendeiro, que ao lutar por sua vida manifesta um superpoder inesperado. Ele sempre possuiu memória fotográfica, apesar de não lembrar de sua mãe, vendida e despachada para longe, mas sua nova capacidade pode mudar tudo. Hiram descobre ser capaz de transportar a si mesmo e outras pessoas por grandes distâncias, como um “buraco de minhoca” humano. A obra foi a primeira seleção de Oprah para seu novo programa “Oprah’s Book Club”, uma parceria da empresária com a Apple. O livro também esteve em várias listas importantes da imprensa americana como um dos melhores de 2019. As produtoras Plan B, de Pitt, e Harpo, de Oprah, comandarão a adaptação para o estúdio MGM, e o próprio Ta-Nehisi Coates vai assinar o roteiro. Por sinal, o escritor premiado também vai ganhar um especial de fim de ano na HBO, com a filmagem da peça “Between the World and Me”, que adapta um de seus livros, prevista para ir ao ar neste mês de novembro. Ainda em estágio inicial, “The Water Dancer” ainda não tem diretor, elenco e nem cronograma de produção definidos. Veja abaixo o que Oprah falou sobre o livro em seu Instagram, durante a estreia de seu novo “Oprah’s Book Club”. Ver essa foto no Instagram Doing the happy dance because my new pick for @oprahsbookclub is finally out! And I got to kick things off on @cbsthismorning with @tanehisipcoates and @gayleking 💃🏾💃🏾 #ReadwithUs Uma publicação compartilhada por Oprah (@oprah) em 23 de Set, 2019 às 7:16 PDT Ver essa foto no Instagram For me, the only thing more thrilling than being captivated by a brilliant book is being able to share it with others. Which is why I’m excited to bring @oprahsbookclub to @apple starting TODAY! Everyone should not just read but EXPERIENCE my first pick, The Water Dancer by the brilliant @tanehisipcoates. It will enthrall you. And sometimes leave you breathless. #ReadwithUs Uma publicação compartilhada por Oprah (@oprah) em 23 de Set, 2019 às 5:45 PDT
Fernanda Montenegro e Fernanda Torres vão estrelar especial derivado de Amor e Sorte
Depois do sucesso de sua participação na antologia “Amor e Sorte”, Fernanda Montenegro e Fernanda Torres vão continuar a história de suas personagens num especial de fim de ano da Globo O programa ganhou o nome das personagens, “Gilda e Lúcia”, uma história de mãe e filha, vivida por mãe e filha da vida real. A trama vai reencontrar as duas no ponto onde o episódio de “Amor e Sorte” parou. Depois de descobrir que uma vacina para o coronavírus foi desenvolvida, a dupla decide voltar à cidade. E com um bônus: um bode que uma delas ganhou em uma rifa passará a habitar o mesmo apartamento que elas. Assim, houve mudanças na locação. Saiu o sítio e entrou um apartamento no Rio. Mas os protocolos de segurança foram os mesmos, com equipe mínima comandada por um integrante da família que já convive com as duas: o diretor Andrucha Waddington, casado com Fernanda Torres. Como ocorreu em “Amor e Sorte”, os filhos do casal também ajudaram nos trabalhos de bastidores. A previsão é que “Gilda e Lúcia” seja exibida na noite do dia 25 de dezembro.
Festival Mix Brasil começa edição virtual de 2020
O 28° Festival Mix Brasil começa nesta quarta (11/11) uma edição verdadeiramente mista, parte presencial e parte virtual, com várias atrações dedicadas à cultura LGBTQIA+. A programação, que se estende até o dia 22 de novembro, terá algumas sessões de cinema no CineSesc, espetáculos teatrais no Centro Cultural da Diversidade e exposição em diversos Centros Culturais de São Paulo. Mas a boa notícia para quem não mora em São Paulo ou ainda tem receio de ir ao cinema/teatro devido ao coronavírus, é que os organizadores mantém a tendência do período da pandemia, priorizando a oferta de acesso online e gratuito para a maioria de suas atividades. Apesar de abrir espaço para espetáculos teatrais, literatura e shows, o forte do Mix Brasil sempre foi sua seleção cinematográfica e a edição de 2020 traz 101 filmes de 24 países. A cerimônia de abertura será online, com um pocket show da cantora Linn da Quebrada e exibição do premiado filme argentino “As Mil e Uma” de Clarisa Navas, inédito no Brasil e selecionado para a seção Panorama do festival de Berlim. O longa será disponibilizado na plataforma do Festival logo após o show ao vivo, marcado para as 20h. A lista caprichada de filmes do evento contém muitos títulos com passagem nos grandes festivais europeus, e é de dar inveja na Mostra de São Paulo. Entre os destaques internacionais, todos inéditos no Brasil, incluem-se “Verão de 85”, do premiado cineasta francês François Ozon, “The World to Come”, de Mona Fastvold, que destaca a atriz Vanessa Kirby (“The Crown”) e venceu o Queer Lion no recente Festival de Veneza, “I Carry You With Me”, de Heidi Ewing, vencedor do prêmio do público em Sundance, “Saint-Narcisse” do enfant-terrible canadense Bruce LaBruce; “Língua Franca”, de Isabel Sandoval, melhor filme do Queer Lisboa deste ano, “Suk Suk”, Ray Yeung, que retrata a comunidade queer de Hong Kong, “A Cidade Era Nossa”, de Netty van Hoorn, documentário sobre o movimento lésbico holandês nos anos 1970, além de “Shiva Baby”, “Cured”, “A Morte Virá e Levará Seus Olhos” e muitos outros. Já a Mostra Competitiva de filmes nacionais reúne nove títulos: “A Torre”, de Sérgio Borges, “Alfabeto Sexual”, de André Medeiros Martins, “Limiar”, de Coraci Ruiz, “Mães do Derick” de Dê Kelm, “Valentina”, de Cássio Pereira Dos Santos, “Vento Seco”, de Daniel Nolasco, “Vil, Má”, de Gustavo Vinagre, “Para Onde Voam as Feiticeiras”, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral, e “Meu Nome É Bagdá” de Caru Alves de Souza, que foi premiado no Festival de Berlim deste ano. Toda a programação online do 28º Festival Mix Brasil poderá ser acessada gratuitamente pelo endereço mixbrasil.org.br e pelas plataformas digitais InnSaei (innsaei.tv), Sesc Digital (sesc.digital), Spcine Play (spcineplay.com.br/) e YouTube (https://www.youtube.com/user/fmixbrasil), onde acontecerão bate-papos virtuais. O acesso a alguns filmes será limitado e outros serão exibidos apenas em sessões presenciais (consulte a programação).
Emily em Paris é renovada para 2ª temporada
A Netflix anunciou em suas redes sociais a renovação de “Emily em Paris”. A 2ª temporada deve estrear em 2021, após a série figurar no Top 10 da plataforma e se tornar bastante comentada nas redes sociais. A nova série fútil de Darren Star, autor de “Barrados no Baile”, “Sex and the City” e “Younger”, também caiu no gosto de blogueiros de moda, apesar de não ter empolgado a crítica norte-americana (62% no Rotten Tomatoes) e despertado a ira da imprensa francesa por seu retrato estereotipado de Paris. Starr revelou que, quando a série fosse renovada, novos episódios consertariam o que o jornal britânico The Independent chamou de “parque temático parisiense de Westworld”, eliminando a visão afetada da capital francesa. “Emily será mais uma moradora da cidade [na 2ª temporada]”, ele disse à revista de Oprah Winfrey. “Ela vai ter um pouco mais os pés no chão.” “Emily em Paris” é estrelada por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), filha do cantor Phil Collins, no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. O elenco da atração também inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”). Prontos para uma vida nova em Paris? A segunda temporada de Emily em Paris está confirmadíssima. Melhor que un Emily em Paris, só deux. ✨💕✨💖 pic.twitter.com/dPMTEPUihC — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 11, 2020
Maya Hawke e Camila Mendes vão estrelar versão teen de Pacto Sinistro
As atrizes Camila Mendes (de “Riverdale”) e Maya Hawke (“Stranger Things”) vão se juntar num filme da Netflix. Intitulado “Strangers”, o longa é uma comédia de humor negro inspirada pelo clássico de suspense “Pacto Sinistro” (1951), adaptação de romance de Patricia Highsmith dirigida por Alfred Hitchcock, desta vez trazendo os protagonistas mais assustadores de todos: adolescentes. A trama vai acompanhar uma garota popular e outra alternativa que decidem se aliar para enfrentar quem as tortura com bullying. A estratégia consiste em trocar os inimigos uma da outra, o que realmente lembra “Pacto Sinistro”. Vale considerar que o título original do filme de Hitchcock era “Strangers on a Train”. O novo “Strangers” é escrito e dirigido por Jennifer Kaytin Robinson, que estreou no ano passado com outra comédia adolescente, “Alguém Especial” (2019), também distribuída pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia.
Dwayne Johnson vai produzir reboot de O Escorpião Rei
O astro Dwayne Johnson anunciou que vai produzir um reboot de “O Escorpião Rei”, filme de seu primeiro personagem nos cinemas, em parceria com a Universal Pictures. Johnson trocou a carreira de lutador profissional pelo estrelato nos cinemas ao viver o guerreiro amaldiçoado Escorpião Rei em “O Retorno da Múmia” (2001). O vilão chamou atenção e acabou ganhando um filme de origem, “O Escorpião Rei”, que surpreendeu com ótimo desempenho nas bilheterias no ano seguinte, abrindo caminho para o lutador conhecido como The Rock virar o ator mais bem pago de Hollywood. Em comunicado, Johnson se disse animado com o novo projeto. “‘O Escorpião Rei’ foi o meu primeiro papel em tela grande e me sinto honrado e animado para reimaginar e apresentar essa mitologia para uma nova geração. Eu nunca teria a carreira que tenho sorte de ter se não fosse por ‘O Escorpião Rei’, e estou muito entusiasmado por poder ajudar a oferecer as mesmas oportunidades para outros atores esforçados de hoje”. Embora não deva voltar a interpretar o protagonista, graças a uma agenda lotada até 2022, ele pode fazer uma aparição na nova versão. O roteirista Jonathan Herman, que foi indicado ao Oscar por “Straight Outta Compton”, é o responsável pela adaptação. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a principal diferença para o filme original é que o reboot vai se passar nos dias atuais. Vale observar que o personagem criado pelo diretor Stephen Sommers apareceu em mais quatro filmes, estrelados por outros atores e lançados diretamente em vídeo, entre 2008 e 2018.
Mads Mikkelsen negocia substituir Johnny Depp em Animais Fantásticos 3
A Warner Bros. abriu negociações com o ator dinamarquês Mads Mikkelsen (“Hannibal”) para substituir Johnny Depp na franquia “Animais Fantásticos”. O ator viveria o vilão Gellert Grindelwald no terceiro filme e, caso a produção tenha boa bilheteria, em mais dois longas escritos por J.K. Rowling, a criadora de “Harry Potter”. Depp foi forçado pelo estúdio a pedir demissão após perder uma batalha judicial contra o jornal britânico The Sun, que o descreveu como “espancador de esposa”. O ator processou o jornal para refutar a afirmação, mas o julgamento serviu apenas para piorar a situação, trazendo à tona detalhes desabonadores de seu comportamento durante o casamento com Amber Heard. Ao final, o juiz do caso concordou com a publicação, aceitando 12 dos 14 relatos da ex-esposa de Depp como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens do quinto “Piratas do Caribe”. O ator diz que vai recorrer da sentença para limpar seu nome. Os fãs de “Animais Fantásticos” esperavam que Depp fosse substituído por Colin Farrell, intérprete de um disfarce de Grindelwald em “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Mas Farrell está atualmente envolvido em outra produção da Warner: o novo filme de “Batman”, em que vive o vilão Pinguim. As filmagens do terceiro longa começaram em 20 de setembro em Londres com direção de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter”, que assinou os dois longas anteriores. Após a troca de antagonista e os atrasos na produção, devido à pandemia de coronavírus, os planos para a estreia foram alterados, culminando num adiamento para 15 de julho de 2022 nos EUA.
Hagar, o Horrível vai virar série dos produtores de Cristal Encantado
A produtora The Jim Henson Company, empresa do falecido criador dos “Muppets” e “Cristal Encantado”, anunciou que vai transformar a famosa tira em quadrinhos de “Hagar, o Horrível” em uma série animada de “bonecos digitais”. A série, com adaptação a cargo do roteirista Eric Ziobrowski (de “Fresh off the Boat” e “Don’t Trust the B—- in Apartment 23”), pretende trazer às telas toda a família viking liderada pelo grande conquistador Hagar, que não consegue entender como a sociedade que ele conhecia está mudando ao seu redor. Criado por Dik Browne em 1973, o personagem já teve uma adaptação animada, realizada pelo estúdio Hanna-Barbera em 1989 como especial televisivo, mas sua exploração nas telas nunca passou disso, embora a Sony tenha tentado produzir um filme em 2014. “Hagar já deveria ter ganhado sua própria série e esta nova comédia familiar animada, ambientada no rico e hilário mundo dos vikings, continuará a tradição do que fazemos de melhor na The Jim Henson Company”, disse Lisa Henson, CEO e presidente da produtora. “Hagar é um personagem bem estabelecido e perene e o público imediatamente o conhece e o ama. Os quadrinhos de Dik Browne serão um playground encantador e irreverente para nosso estúdio de bonecos digitais”, completou. O comunicado explica que a empresa pretende usar tecnologia de seu estúdio de fantoches para ajudar aos animadores a dar vida aos personagens “em tempo real, permitindo uma performance mais orgânica e espontânea”, embora isso não explique exatamente como a combinação vai funcionar. Fundada por Jim Henson (intérprete original do sapo Kermit), a produtora é responsável pela série “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, que teve uma temporada na Netflix, e está desenvolvendo “Earth to Ned” para a Disney+ (Disney Plus) e “Fraggle Rock: Rock On!” para a Apple TV+. Hagar voltou recentemente a chamar atenção da mídia americana após uma tira emoldurada do personagem ter sido vista na mesa do presidente eleito Joe Biden, durante a videochamada em que ele escolheu Kamala Harris para ser sua vice-presidente.












