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  • Série

    Foto revela volta de Christopher Meloni a Law & Order: SVU

    3 de dezembro de 2020 /

    O retorno de Christopher Meloni como Eliot Stabler está mais perto de acontecer, como evidenciado por uma foto que o showrunner de “Law & Order: SVU”, Warren Leight, tuitou na quarta-feira (2/12). A foto, tirada durante uma leitura de mesa virtual, mostra Meloni em meio ao elenco da série – incluindo Mariska Hargitay, Ice-T, Peter Scanavino, Kelli Giddish e Jamie Gray Hyder – e equipe criativa, com Leight e o criador da série Dick Wolf. “Bem, tivemos uma boa leitura”, escreveu Leight. Meloni fechou contrato para voltar a interpretar o detetive Elliot Stabler num novo spin-off de “Law & Order”, chamado de “Law & Order: Organized Crime”, mas como a imagem aponta seu retorno deve começar por uma aparição em “Law & Order: SVU”, programa de onde o personagem saiu há quase uma década (ao final da 12ª temporada de “SVU”). De acordo com a premissa da nova série, desde então Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia da cidade de Nova York. Como se passa na mesma cidade de “SVU”, o público pode esperar um reencontro, via crossover, entre Stabler e a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay). Mas não deve ser uma reunião muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar do departamento sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Na verdade, Meloni não chegou a um acordo para renovar seu contrato e não foi convidado para gravar um episódio de despedida do personagem. Desde que saiu de “SVU”, Meloni esteve bastante ocupado, aparecendo em adaptações de quadrinhos, como “O Homem de Aço” (2013) e “Sin City: A Dama Fatal” (2014), e várias séries, entre elas “Underground”, “Wet Hot American Summer”, “Happy!”, “Pose”, “Maxxx” e “The Handmaid’s Tale”. Ele também dubla o Comissário Gordon na série animada “Harley Quinn” (da Arlequina). Mas, apesar da aparição do ator em “Law & Order: SVU”, sua nova série, “Law & Order: Organized Crime”, ainda não tem data de estreia definida. Well, we had a pretty good read-thru.#SVU #OC pic.twitter.com/lgmuBmcsfE — Warren Leight (@warrenleightTV) December 2, 2020

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  • Etc

    Disney encerra atividades de suas rádios nos EUA

    3 de dezembro de 2020 /

    Em meio à sua reestruturação para enfrentar a crise de coronavírus e a redefinição de seu foco de atuação, a Disney anunciou que vai encerrar seus canais de rádio nos EUA. A Radio Disney e a Radio Disney Country encerrarão suas operações no primeiro trimestre de 2021. A mudança está relacionada ao redirecionamento da marca, que deverá se concentrar mais em aumentar a produção de conteúdo infantil e familiar para os canais Disney de TV e streaming. A Rádio Disney foi lançada em 1996 como uma emissora FM tradicional, mas se expandiu ao longo dos anos para o satélite e outras plataformas. Em 2005, atingiu 97% dos Estados Unidos e desempenhou um papel fundamental em colocar estrelas da Disney como os Jonas Brothers, Miley Cyrus, Selena Gomez, Demi Lovato e muitos outros no mapa mais amplo da cultura pop. Artistas de grandes gravadoras como Taylor Swift, Justin Bieber, Britney Spears, N’Sync, One Direction e muitos outros se beneficiaram enormemente com a exposição da Rádio Disney, graças ao foco da emissora no público mais jovem. O fim das atividades afetará diretamente 36 funcionários de meio período e período integral, disse a empresa.

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  • Filme

    Festival do Rio cancela sua edição de 2020

    3 de dezembro de 2020 /

    O Festival do Rio não terá edição neste ano. O evento, que já tinha sido adiado para dezembro, foi cancelado nesta quinta-feira (3/12). No anúncio, os organizadores explicaram que a pandemia e dificuldades financeiras – decorrentes também da política cultural do governo Bolsonaro – comprometeram os planos para a realização do festival. Ao mesmo tempo, esperam organizar uma versão alternativa no segundo trimestre de 2021, combinando eventos híbridos – presenciais e virtuais – , mas ainda não há uma clara definição. Aparentemente, este evento será centrado na Mostra Première Brasil, dedicada ao lançamento de novos filmes brasileiros. Em nota enviada aos produtores inscritos na Première Brasil, a direção do festival reafirmou seu “compromisso firme e inabalável com a indústria audiovisual, com a cidade do Rio de Janeiro, com o país e com o cinema brasileiro. O que nos levou a decidir prosseguir com uma seleção oficial da Première Brasil”. O festival recebeu cerca de 700 inscrições de curtas e longas de ficção e documentário para a Première Brasil deste ano. Os títulos selecionados serão revelados em 21 de dezembro e serão destaque das ações que venham a ser realizadas entre março e junho do próximo ano. “O Festival do Rio está trabalhando ao lado de seus patrocinadores e parceiros. A cidade precisa do Festival. Mas, sobretudo, os produtores nacionais precisam de uma vitrine como a Première Brasil. A ideia é realizar projeções especiais ao longo do primeiro semestre de 2021 como forma de manter viva a relação do público com a Première Brasil e com o Festival”, afirmou Ilda Santiago, diretora do Festival do Rio. Paralelamente, a edição regular de 2021 do Festival do Rio continua programada para os meses de outubro e novembro do ano que vem.

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  • Filme

    Warner lançará todos seus filmes de 2021 simultaneamente em streaming

    3 de dezembro de 2020 /

    A WarnerMedia, empresa-mãe dos estúdios Warner Bros, tomou uma decisão radical para o futuro do cinema, ao anunciar que todo o seu calendário de filmes de 2021 será lançado de forma simultânea no circuito exibidor dos EUA e na HBO Max, plataforma de streaming do conglomerado. Assinado por Ann Sarnoff, Presidente e CEO da WarnerMedia Studios (da qual a Warner Bros. faz parte), Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures Group, e Jason Kilar, CEO da WarnerMedia, o comunicado oficial da empresa diz que “o modelo híbrido foi criado como uma resposta estratégica ao impacto da pandemia global em andamento”. Pelo anúncio, a iniciativa tomada em relação à “Mulher-Maravilha 1984” deixa de ser exceção para se tornar a regra das produções da Warner Bros para 2021. A lista de estreias afetadas pela mudança deve incluir “Tom & Jerry”, “Godzilla vs. Kong”, “Mortal Kombat”, “Invocação do Mal 3”, “Space Jam 2”, “O Esquadrão Suicida”, “Duna” e “Matrix 4”, salvo adiamentos. De acordo com o comunicado da Warner, os filmes de 2021 ficarão disponíveis por apenas um mês na HBO Max, saindo do serviço para permanecer em cartaz por mais tempo nos cinemas. A ideia visa prolongar a “vida útil” das produções nas salas — especialmente porque os cinemas continuarão operando em capacidade reduzida ao longo do próximo ano, devido ao coronavírus. Mas, após um determinado período, os filmes voltarão a ser disponibilizados no catálogo do streaming. Como a HBO Max ainda não está disponível no Brasil (embora deva chegar em 2021), o público nacional só terá a alternativa de ver esses lançamentos nos cinemas. “Estamos vivendo em uma época sem precedentes que exige soluções criativas, incluindo esta nova iniciativa para a Warner Bros. Pictures Group”, disse Sarnoff no comunicado. “Ninguém deseja mais que nós que os filmes voltem às telas grandes. Sabemos que conteúdo inédito é a força vital da exibição cinematográfica, mas temos que equilibrar isso com a realidade de que a maioria dos cinemas nos Estados Unidos provavelmente operará com capacidade reduzida ao longo de 2021. Com esse plano exclusivo de um ano, podemos apoiar nossos parceiros de exibição com um fluxo constante de filmes de nível mundial, ao mesmo tempo que damos aos espectadores, que podem não ter acesso aos cinemas ou não estão prontos para voltar ao cinema, a chance de ver nossos incríveis filmes de 2021. Vemos isso como uma vitória para amantes de cinema e exibidores, e somos extremamente gratos aos nossos parceiros de cinema por trabalharem conosco nesta resposta inovadora a essas circunstâncias.” “Mais importante, estamos planejando trazer aos consumidores 17 filmes notáveis ​​ao longo do ano, dando a eles a escolha e o poder de decidir como querem curtir esses filmes”, acrescentou Killar. “Nosso conteúdo é extremamente valioso, a menos que esteja em uma prateleira e não seja visto por ninguém. Acreditamos que essa abordagem atende aos nossos fãs, apoia exibidores e cineastas e aprimora a experiência da HBO Max, criando valor para todos ”. O ponto-chave do comunicado é que a iniciativa foi tomada como forma de atrair público para a HBO Max, que enfrenta baixa adesão. Enquanto a Disney+ (Disney Plus) já se consolidou como setor mais-bem sucedido da Disney durante a pandemia, a plataforma da WarnerMedia engatinha para chegar a seus primeiros 10 milhões de assinantes pagos. A diferença entre os dois serviços é o conteúdo. A Warner não conseguiu produzir material inédito suficiente para fazer o público se interessar por seu serviço. Os títulos inéditos de cinema são uma reviravolta e tanto nessa condição. Por outro lado, a decisão deve aumentar a crise do setor cinematográfico, que já se encontra deficitário, e pode levar a uma quebradeira generalizada. Entretanto, qual a saída dos estúdios, diante de um circuito exibidor que assumiu características de sanfona, abrindo e fechando e abrindo e fechando em todo o mundo? Os números de “Tenet”, que a Warner lançou em plena pandemia para sentir o pulso do mercado, demonstraram a limitação atual das bilheterias. “Mulher Maravilha 1984” daria prejuízo se igualasse a arrecadação mundial do thriller sci-fi de Christopher Nolan. A diferença financeira, porém, poderia ser atingida com novas assinaturas da HBO Max. A Warner chegou a recusar uma oferta de US$ 200 milhões da Netflix por “Godzilla vs. Kong”, sinalizando como o estúdio encara o valor desses produtos, especialmente para se estabelecer como rival da própria Netflix. Por conta do vazamento da oferta de “Godzilla vs. Kong”, correram boatos de que a empresa poderia fazer um grande anúncio em dezembro, mas ninguém apostava num projeto tão extremo. Agora, a bomba da Warner deverá ter seus estilhaços lançados sobre os estúdios rivais. A Universal foi a primeira empresa a buscar um modelo híbrido, optando por negociar uma janela mais curta nos cinemas para lançar seus títulos em PVOD (aluguel digital premium) após 17 dias. A Warner buscou um modelo mais radical, sem janela preferencial. Já imaginaram se a Disney seguir a tendência e passar a lançar seus filmes da Marvel no Disney+ (Disney Plus)?

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  • Filme

    Gal Gadot vai estrelar e produzir nova franquia de ação

    3 de dezembro de 2020 /

    A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha no cinema, vai estrelar uma nova franquia, desta vez no mundo da espionagem. Ela será a protagonista de “Heart of Stone”, que a Skydance Media pretende explorar em várias continuações. O filme é descrito como uma versão feminina de “Missão: Impossível” e “007”. “Heart of Stone” tem roteiro do autor de quadrinhos Greg Rucka (criador de “The Old Guard”, da Netflix) em parceria com Allison Schroeder (“Estrelas Além do Tempo”), e será dirigido por Tom Harper (“The Aeronauts”). Além de estrelar, Gadot também coproduzirá o filme por meio de sua empresa Pilot Wave. Gadot será vista a seguir em “Mulher Maravilha 1984”, que estreia em 17 de dezembro no Brasil, além de “Morte no Nilo” e “Red Notice”, já inteiramente filmados, mas ainda sem previsão de lançamento. Ela também vai estrelar o filme “Cleópatra”, com direção de Patty Jenkins (da franquia “Mulher-Maravilha”).

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  • Série

    Maldivas: Bruna Marquezine voltará a ser filha de Vanessa Gerbelli

    3 de dezembro de 2020 /

    As atrizes Vanessa Gerbelli e Bruna Marquezine voltarão a ser mãe e filha de ficção. Em “Maldivas”, série da Netflix, elas reeditarão a parceria de sucesso de “Mulheres Apaixonadas”, em que viveram Salete e Fernanda, também mãe e filha. A novela da Globo de 2003, atualmente em reprise no canal pago Viva, marcou o primeiro papel importante de Bruna Marquezine na TV, aos 8 anos de idade. Desta vez, a participação de Gerbelli deverá ser pequena, porque a trama criada por Natalia Klein (roteirista de “Zorra Total”) para a série da Netflix começa quando a goiana Liz (Bruna Marquezine) se muda para o Rio com o objetivo de reencontrar sua mãe, que morre em um incêndio misterioso. Buscando respostas para a tragédia, ela se esconde do investigador Denilson (Enzo Romani ) para se infiltrar no Condomínio Maldivas, na Barra da Tijuca, cheio de personagens peculiares. Entre eles, estão Milene (Manu Gavassi), a rainha do Maldivas, com uma vida aparentemente perfeita junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-cantora de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Já Kat (Carol Castro) é uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. Ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider que destoa das mulheres do Maldivas e Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz. A série, que já começou a ser gravada, ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    O Mundo Sombrio de Sabrina: Trailer revela o fim do mundo… e da série

    3 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer da 4ª e última temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que promete muita ação, pegação, viagem ao inferno e ameaça apocalíptica. Ou seja, o trivial da série. Com Sabrina (Kiernan Shipka) de volta às aulas, agora ao lado de seu namorado bruxo Nicholas Scratch (Gavin Leatherwood), e todos os bruxos e aliados humanos da heroína amiguinhos e felizes, a reviravolta final é simplesmente o fim do mundo. Ou, como os fãs lamentam, o fim da série. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. A Parte 4, portanto, foi gravada antes da pandemia. O cancelamento também é a culminação de uma fase terrível na carreira do criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, que recentemente também perdeu “Katy Keene”, outra série baseada em quadrinhos da Archie Comics, cancelada pela rede The CW após a 1ª temporada. Além disso, o projeto que ele desenvolvia para a rede ABC, “The Brides”, sobre as noivas de Drácula, foi recusado. O produtor só tem atualmente uma série no ar, “Riverdale”, justamente sua primeira atração, que retornará para a 5ª temporada na CW em 2021. Talvez por isso tenha se envolvido no projeto de reboot de “Pretty Little Liars” para a plataforma a HBO Max. A Parte 4 de “O Mundo Sombrio de Sabrina” tem estreia marcada para 31 de dezembro.

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  • Música

    Machine Gun Kelly diz que Megan Fox o ajuda a superar vício em drogas

    3 de dezembro de 2020 /

    O cantor e ator Machine Gun Kelly contou que sua nova namorada, a atriz Megan Fox, tem sido seu apoio nas tentativas de superar seu vício em drogas. Em depoimento à revista Interview, ele contou que Megan sempre a seu lado nas “noites obscuras”. “Quando você tem uma parceira, sentada lá com você nas noites escuras, quando você está suando e não sendo capaz de entender descobrir o porquê você está tão louco, para ajudá-lo a sair de sua cabeça e colocá-lo em perspectiva, isso realmente ajuda”, contou. O casal está junto desde meados de maio, quando Megan encerrou seu casamento de dez anos com o ator Brian Austin Green. Kelly disse ainda que, desde que engatou o namoro, começou a fazer terapia para cuidar da saúde mental. “Atualmente, minha droga de escolha é a felicidade e o compromisso com a arte, ao invés do compromisso com um vício que eu acreditava ter feito a arte. Estou dando passos”, afirmou. O artista lançou em setembro o álbum “Tickets to My Downfall” e deu uma guinada ao pop-punk, e ainda credita o apoio do amigo baterista Travis Barker como outro fator importante na sua mudança de hábito. “Porque ele viveu isso. É muito diferente de um padre ou algo assim, onde eu fico: ‘Como você pode se relacionar comigo? É fácil para você me dizer que posso superar isso quando você nunca enfrentou esses obstáculos’. Já com Travis é como, ‘eu sei que você passou pelo que eu estou passando'”, completou.

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  • Música

    Xamã e Luísa Sonza lançam clipe romântico tropical

    3 de dezembro de 2020 /

    Xamã e Luísa Sonza lançaram o clipe de “Câncer”, balada romântica com batida eletrônica, que lembra a época do charme de Claudinho & Buchecha. Em clima tropical, o vídeo dirigido por Guilherme Brehm leva Xamã a bordo de um barco até a ilha paradisíaca em que se encontra Luísa. Abraços, dancinha e frutas resultam do encontro. Xamã e Brehm já tinham trabalhado juntos no curta-metragem “O Iluminado”, lançamento teaser do CD anterior de Xamã. “Câncer” é a segunda música revelada de “Zodiaco”, próximo álbum do rapper, que deve ser lançado no dia 14 de dezembro. Antes desse clipe, ele lançou “Escorpião”, em parceria com Agnes Nunes.

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  • Etc,  Filme

    Tom Felton chora ao rever primeiro filme de Harry Potter

    3 de dezembro de 2020 /

    O ator Tom Felton, que viveu Draco Malfoy nos filmes de “Harry Potter”, não conseguiu parar de chorar ao rever o primeiro título da franquia, “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), durante uma live no Instagram. Ele convidou fãs para assistirem com ele o filme ao vivo, dizendo que comentaria algumas cenas. Só que foi a primeira vez em 20 anos que reviu o longa e não conseguiu segurar a emoção. “É maluco… Eu estou apenas chorando ao invés de comentar o filme para vocês”, disse o ator durante o vídeo. Felton tinha apenas 13 anos quando filmou o longa. O ator virou amigo para toda vida de seus colegas da saga e, durante a pandemia, tem feito vídeos com participação deles, incluindo Emma Watson, Rupert Grint e Daniel Radcliffe. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Felton (@t22felton) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Felton (@t22felton)

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  • Filme

    Cinemas exibem Trolls 2, Poderoso Chefão 3 e seis filmes brasileiros

    3 de dezembro de 2020 /

    O Brasil continua a receber nos cinemas os títulos que saíram em versão digital nos EUA. A novidade da programação desta semana é “Trolls 2”, animação musical em que os trolls dublados em inglês por Justin Timberlake e Anna Kendrick descobrem que há mais estilos de músicas no mundo que o pop comercial. A produção fez tanto sucesso em PVOD nos EUA, que a Universal se sentiu empoderada para pressionar as redes de cinema a diminuir a janela de exibição cinematográfica, algo que seria impensável antes do coronavírus e que agora é condição para o estúdio liberar seus filmes em tela grande. Os cinemas ainda exibem, por curto período, o relançamento de “O Poderoso Chefão 3”. Reeditada por Francis Ford Coppola, esta versão ganhou novo começo, fim diferente e mais ritmo, e o resultado encantou o elenco original, conforme entrevistas recentes atestam. Coppola ficou meio ano trabalhando na edição, entre 300 latas de negativos originais, e em vez de fazer o filme engordar com a inclusão de muitas cenas, o resultado entra em cartaz como um filme mais magro (isto é, mais curto) e em melhor forma artística. Com um título diferente, “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, também chegará em PVOD para locação digital daqui a cinco dias. Entre as demais estreias, vale conferir “Belle Époque”, romance premiado no César (o Oscar francês), e dois destaques nacionais (entre meia dúzia de lançamentos brasileiros): “M8 – Quando a Morte Socorre a Vida”, drama de Jeferson Dê (“Bróder”) sobre racismo, tema infelizmente muito relevante no país, e o western cangaceiro “Sertânia”, premiada no Festival Guarnicê, com bela fotografia em preto e branco e direção de Geraldo Sarno (“O Último Romance de Balzac”). Confira abaixo os trailers de todos os lançamentos de cinema desta quinta (3/12). Trolls 2 | EUA | 2020 O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone | EUA | 1990-2020 Belle Époque | França | 2019 M8 – Quando a Morte Socorre a Vida | Brasil | 2019 Sertânia | Brasil | 2018 Guerra de Algodão | Brasil | 2018 New Life S.A. | Brasil | 2018 Soldado Estrangeiro | Brasil | 2019 Niède | Brasil | 2019 Amizade Maldita | Canadá | 2019

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  • Etc,  Filme

    Warren Berlinger (1937 – 2020)

    3 de dezembro de 2020 /

    O veterano ator Warren Berlinger, que fez várias comédias desde a época de Elvis Presley, morreu na quarta-feira (2/12) num hospital de Valência, na Califórnia, aos 83 anos. Nascido no Brooklyn, Berlinger estreou ainda criança na Broadway, como parte do elenco da produção original de “Annie Get Your Gun”, de 1946, estrelada por Ethel Merman. Apaixonado pelo teatro, ele fez carreira em peças famosas, chegando a aparecer na versão cinematográfica de algumas delas. Sua estreia no cinema aconteceu justamente desta forma. Após atuar ao lado de sua futura esposa, Betty Lou Keim, na montagem da Broadway de “A Roomful of Roses”, os dois reprisaram seus papéis na adaptação da Fox, batizada de “Alma Rebelde”, que marcou seu debut nas telas em 1956. Ele também bisou outro papel marcante dos palcos no filme “Blue Jeans – O Que os Pais Desconhecem” (1959), uma história sobre adolescentes e aborto, que tinha lhe rendido o prêmio Theatre World em 1958. Sua carreira cinematográfica foi longa e repleta de comédias, incluindo “O Pior Calhambeque do Mundo” (1960), com Jack Lemmon, “Casa-te Comigo” (1961), com Pat Boone, “Uma Lourinha Adorável” (1965), com Patty Duke, “Minhas Três Noivas” (1966), com Elvis Presley, “Prometo… por Agora” (1976), com Elliot Gould, “Quem Não Corre, Voa” (1981), com Burt Reynolds, “O Mundo Segundo Garp” (1982), com Robin Williams, “Herói por Acidente” (1992), com Dustin Hoffman, e o famoso musical “The Wonders: O Sonho Não Acabou” (1996), com Tom Hanks. Entre as raras incursões dramáticas destacam-se o cultuado noir “Um Perigoso Adeus” (1973), dirigido pelo mestre Robert Altman, e uma adaptação do suspense mais célebre de Agatha Christie, “O Caso dos Dez Negrinhos” (1989). Berlinger ainda fez muitas participações em séries de televisão, mas poucos papéis fixos, como o irmão mais novo de Joey Bishop na sitcom “The Joey Bishop Show” (a partir de 1961) e um marujo da tripulação de “O Caso das Anáguas” (Operation Petticoat, 1978). Seu último trabalho foi uma aparição na 2ª temporada da série “Grace & Frankie”, disponibilizada em 2016 na Netflix. Ele foi casado com Keim de 1960 até a morte dela em janeiro de 2010, e eles tiveram quatro filhos, oito netos e um bisneto.

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  • Série

    Disney cancela DuckTales: Os Caçadores de Aventuras

    3 de dezembro de 2020 /

    A Disney anunciou que a nova versão da série “DuckTales: Os Caçadores de Aventuras” vai acabar em sua 3ª e atual temporada. “A talentosa equipe criativa, liderada por Matt Youngberg e Francisco Angones, apresentou uma narrativa excepcional com personagens reimaginados em três temporadas de 75 episódios e mais de 15 curtas”, disse o canal pago Disney XD, que exibe a atração, em um comunicado. “Embora sua produção esteja terminando, “DuckTales” continuará disponível nos canais Disney e na plataforma Disney+ (Disney Plus) em todo o mundo, e os fãs ainda terão um final de temporada épico em 2021.” Apesar da declaração, muitos fãs tem reclamado que “DuckTales” não está disponível na Disney+ (Disney Plus) do Brasil, apesar do apelo da produção, que ganhou até uma versão da música de abertura cantada por Ivete Sangalo para exibição no Disney Channel nacional. O reboot foi um dos maiores sucessos do Disney XD nos Estados Unidos em sua 1ª temporada, com alto engajamento dos fãs nas redes sociais e repercussão na imprensa, mas as temporadas subsequentes não mantiveram o mesmo êxito. O site Collider apurou que a equipe da série foi informada sobre o cancelamento em setembro passado para ter tempo de preparar um desfecho para sua trama. Além de atualizar a série homônima, exibida originalmente entre 1987 e 1990 e inspirada nos quadrinhos clássicos de Carl Barks, “DuckTales” chegou até a desvendar um dos maiores mistérios da Disney: quem é e que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho, os sobrinhos favoritos do Tio Patinhas. Apesar do cancelamento, o universo de “Ducktales” vai continuar a ser explorado num spin-off. A Disney+ (Disney Plus) encomendou “Darkwing Duck”, série animada sobre um pato vigilante mascarado que apareceu em alguns capítulos da atração cancelada, e que já tinha protagonizado sua própria série nos anos 1990.

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