Brad Pitt e Sandra Bullock trocam participações especiais em seus novos filmes
Os astros Brad Pitt (“Era uma Vez em… Hollywood”) e Sandra Bullock (“Gravidade”) resolveram fazer participações nos próximos filmes um do outro. Bullock já filmou sua passagem pelo thriller de ação “Bullet Train”, de David Leitch (“Deadpool 2”), e agora Pitt fará uma aparição em “Lost City of D”, comédia de ação e aventura romântica que também é estrelada por Channing Tatum (o “Magic Mike”). Nenhum dos dois terá um grande papel nos filmes, mas seus personagens estão sendo mantidos em segredo. Curiosamente, as duas produções também são as primeiras em que Pitt e Bullock, dois vencedores do Oscar, atuam juntos. “Bullet Train” reúne um grande elenco, incluindo Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”), Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”) e Karen Fukuhara (“The Boys”). Baseado no romance “Maria Beetle” de Kōtarō Isaka, o filme segue um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos do longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. Já “Lost City of D” tem sido comparado a “Tudo por uma Esmeralda”. O filme segue uma romancista reclusa (Bullock) que tinha certeza de que nada poderia ser pior do que ficar presa em uma turnê de livro com seu modelo de capa (Tatum), até que uma tentativa de sequestro coloca os dois em uma aventura implacável na selva, provando que a vida pode ser muito mais estranha e mais romântica do que qualquer uma das ficções baratas. Dirigido pelos irmãos Adam e Aaron Nee (“The Last Romantic”), o filme também conta com Daniel Radcliffe (o Harry Potter) como vilão. Os dois longas-metragens devem ser lançados em 2022.
The Underground Railroad: Série do diretor de Moonlight ganha trailer dublado
A Amazon divulgou o trailer completo de “The Underground Railroad”, que, sem querer, reforça o incômodo – e o equívoco – do Prime Video Brasil por disponibilizar no YouTube apenas versões dubladas em português de suas prévias. Por conta dessa opção, a abertura poética soa quase como português de Portugal aos ouvidos brasileiros. “The Underground Railroad” é um ficção de história alternativa, sobre um casal de escravos em uma plantação de algodão na Geórgia, no sul dos EUA, que buscam encontrar a rota de fuga utilizada por escravos foragidos para escapar de seus captores. O detalhe é que essa rota, que tem nome figurativo de “trilhos subterrâneos”, revela-se na trama da Amazon um inesperado metrô de verdade, funcionando com funcionários e clientes exclusivamente negros, em pleno século 19. Baseada no livro homônimo de Colson Whitehead, a série é uma criação do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme com “Moonlight” (2016), e destaca em seu elenco Thuso Mbedu (“Scandal!”) e Aaron Pierre (“Krypton”) como o casal principal, além de Joel Edgerton (“O Rei”), Amber Gray (“Escape at Dannemora”), Lily Rabe (“American Horror Story”), Peter Mullan (“Ozark”) e William Jackson Harper (“The Good Place”). Jenkins escreveu o piloto e dirigiu todos os 10 episódios da atração. A estreia vai acontecer em 14 de maio. Veja abaixo o trailer em versão dublada em português e, para ouvidos mais sensíveis, o original em inglês – mas sem legendas.
Criador de “Euphoria” prepara nova série na HBO
O cineasta Sam Levinson, criador de “Euphoria”, está desenvolvendo uma nova série para a HBO baseada no livro “Ohio”. Primeiro romance do escritor Stephen Markley, “Ohio” foi recebido com elogios rasgados da crítica ao ser publicado em 2018. “Uma estreia sinceramente ambiciosa”, definiu o New York Times, enquanto a NPR (National Public Radio) o chamou simplesmente de “obra-prima selvagem”. A história gira em torno do retorno de quatro ex-colegas de classe à sua cidadezinha natal devastada pela recessão, numa noite sufocante do verão de 2013, cada um carregando seus próprios arrependimentos, segredos e amores perdidos. O que se segue é, em parte, um mistério de assassinato e, em grande medida, também crítica social, focando-se numa geração que atingiu a maioridade em meio à guerras no Iraque e no Afeganistão, crise econômica, desemprego, hostilidade racial e radicalismo partidário. Levinson vai escrever a adaptação e produzir a série ao lado de sua esposa Ashley Levinson, em parceria com a MGM Television. “Ohio” será a terceira produção de Sam Levison exibida pela HBO desde um começo de relacionamento em 2017, quando ele co-escreveu a biografia de Bernie Madoff, “O Mago das Mentiras”, dirigida por seu pai, o veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”). O jovem roteirista, diretor e produtor está atualmente trabalhando na 2ª temporada de sua aclamada série “Euphoria”, que rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Zendaya no ano passado.
Scorpion e Sub Zero lutam em cena inédita de “Mortal Kombat”
A Warner liberou um trecho do novo “Mortal Kombat”, que destaca um dos “combates mortais” do filme, travado entre Scorpion (Hiroyuki Sanada, de “Westworld”) e Sub Zero (Joe Taslim, de “The Raid – Operação Invasão”). O elenco ainda destaca Lewis Tan (“Into the Badlands”), Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Max Huang (“Operação Zodíaco”) e Chin Han (“Marco Polo”). “Mortal Kombat” tem produção de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que contratou o pouco experiente Simon McQuoid para a direção. Já o roteiro foi desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). O filme chegou a sair do calendário do estúdio, ressurgindo somente após mudança de tática para enfrentar a pandemia. Como estratégia comercial, o novo “Mortal Kombat” vai chegar simultaneamente aos cinemas e na HBO Max na sexta (23/4) nos EUA. No Brasil, o lançamento está marcado para 13 de maio, apenas nos cinemas. Mas a data pode mudar, uma vez que o circuito cinematográfico estão atualmente fechado na maior parte do país.
Oscar 2021 terá evento separado para shows dos indicados à Melhor Canção
Os organizadores da cerimônia do Oscar 2021 anunciaram neste sábado (17/4) que as músicas indicadas à premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas serão apresentadas num evento à parte, intitulado Oscars: Into the Spotlight, que servirá de aquecimento para o evento principal. De acordo com um comunidado oficial da Academia, as performances serão exibidas antes da cerimônia oficial, na noite de 26 de abril, e incluirão shows de Celeste, H.E.R., Leslie Odom, Jr., Laura Pausini, Daniel Pemberton, Molly Sandén e Diane Warren. Das cinco músicas indicadas ao Oscar, quatro terão apresentações gravadas nas redondezas do Dolby Theatre, palco tradicional do Oscar em Los Angeles, enquanto a quinta acontecerá em Húsavik, na Islândia. Trata-se, por sinal, da música que tem o nome do local, “Husavik”, que faz parte da trilha do “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars”. As outras músicas indicadas ao Oscar de Melhor Canção são “Fight for You” (de “Judas e o Messias Negro”), “Hear my Voice” (“Os 7 de Chicago”), “Io Sí” (“Rosa e Momo”) e “Speak Now” (“Uma Noite em Miami”). Embora as cinco músicas não durem mais que 20 minutos ao todo, o especial dedicado à sua exibição terá 90 minutos de duração – ocupando, portanto, mais tempo que o tradicionalmente reservado para as interpretações das canções indicadas ao Oscar. Os shows vão começar às 15h30 da tarde em Los Angeles, horário equivalente às 19h30 da noite em Brasília. Já o evento principal está marcado para às 17h em Los Angeles, 21 horas na capital nacional. A exibição no Brasil vai acontecer pela rede Globo (apenas o final, após o “BBB 21”) e pelo canal pago TNT (a íntegra ao vivo).
Sarah Drew revela foto e data de sua volta à “Grey’s Anatomy”
A atriz Sarah Drew anunciou quando vai acontecer sua volta ao hospital Grey-Sloan na 17ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Ela postou uma foto do capítulo para revelar que estará no ar em 6 de maio. Drew vai retomar sua personagem adorada pelos fãs da série, a Dra. April Kepner, e já tinha revelado uma foto dos bastidores em que aparece ao lado de Jesse Williams, que interpreta seu ex-marido na série. A Dra. April Kepner era uma cirurgiã de trauma no Gray Sloan Memorial Hospital, que veio do Mercy West Medical Center após a fusão entre os dois hospitais. Ela divide uma filha com seu ex, o Dr. Jackson Avery (Jesse Williams). A atriz saiu da série no final da 14ª temporada em 2018, após aparecer em nove temporadas. Na trama, ela se juntou a Matthew (Justin Bruening) e saiu do emprego, embora muitos fãs – e a própria Drew – esperassem que ela acabasse com Jackson. O retorno pode ajudar a encerrar a história do ex-casal. Mas será uma passagem breve, devido aos outros compromissos da atriz. Atualmente, ela integra duas séries novas, que estão prestes a estrear, com papel recorrente em “Cruel Summer”, prevista para terça (20/4) no canal pago Freeform, e como a personagem-título de “Republic of Sarah”, que chega em junho na rede The CW. A volta de April Kepner é mais um retorno entre muitos da atual temporada, que já mostrou participações de Patrick Dempsey como Derek Shepherd, TR Knight como George O’Malley, Chyler Leigh como Lexie Grey e Eric Dane como Mark Sloan. Tantos retornos parecem preparar “Grey’s Anatomy” para seu final. A showrunner Krista Vernoff já admitiu que a atual temporada pode ser a última da série. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. We have a date! April is back on @GreysABC Thursday, May 6 at 9|8c on ABC! ☺️☺️☺️ pic.twitter.com/1JEa7iCRnD — Sarah Drew (@sarahdrew) April 16, 2021
Alfred Molina confirma volta como Doutor Octopus no próximo “Homem-Aranha”
O ator Alfred Molina confirmou o seu retorno como o Doutor Octopus no próximo filme do Homem-Aranha. A participação tinha vazado em dezembro passado, mas até este fim de semana nem os estúdios nem o ator tinham comentado a escalação. Em entrevista à revista Variety, Molina não apenas confirmou que voltará ao papel que interpretou em 2004, no filme “Homem-Aranha 2”, mas deu detalhes de como isso vai acontecer, revelando aos fãs que “Spider-Man: No Way Home” realmente abordará o multiverso – mais especificamente, o “Aranhaverso” das outras encarnações do personagem no cinema. Só que ele não podia sequer ter dito nada disso. “Quando estávamos filmando, havia ordens de não falar sobre isso, porque era para ser um grande segredo”, disse Molina com uma risada durante a entrevista. “Mas, você sabe, está tudo na internet. Na verdade, eu descrevo minha participação como o segredo mais mal guardado de Hollywood!” Entusiasmado, Molina descreveu a volta ao papel como algo “maravilhoso”, mas também inesperado, pois, como lembra, “Eu morri” no filme de 2004. Ele próprio questionou como isso seria possível para o diretor Jon Watts, que lhe disse: “Neste universo, ninguém realmente morre”. Segundo o ator, o novo filme vai retomar a história do Doutor Octopus exatamente “naquele momento”, em que ele supostamente morre afogado no rio Hudson. Isto significa que ele voltará como o mesmo personagem e não uma nova versão do antigo papel. Mais que isso: voltará com a mesma idade que tinha há 17 anos. O próprio Molina contou que ficou em dúvida foi sobre como eles iriam lidar com o fato de que, aos 67 anos, ele tinha adquirido “dois queixos, uma papada e uma curvatura” que não possuía no filme de 2004. “O diretor apenas olhou para mim e disse: ‘Você viu o que fizemos com Bob Downey Jr. e Sam Jackson?’”, explicou Molina com outra risada. Em “Capitão América: Guerra Civil” (2016), a Marvel usou CGI para reduzir a idade de Robert Downey Jr., que modo que ele ficasse como seu visual de 1991, e em “Capitã Marvel” (2019), também ambientado na década de 1990, Samuel L. Jackson foi rejuvenescido digitalmente para encarnar a versão jovem de seu personagem, Nick Fury. Molina também citou “O Irlandês”, de Martin Scorsese, como um exemplo de redução do envelhecimento digital – e de suas limitações. “Eles deixaram o rosto de Robert De Niro mais jovem, mas quando ele estava lutando, ele parecia um cara mais velho”, disse Molina. “Ele parecia um velho! Isso é o que me preocupou em assumir esse papel”, contou. “Não tenho a mesma agilidade de 17 anos atrás”, continuou ele. Entretanto, seu vilão tem uma especificidade que resolve este problema. “Lembrei-me que são os tentáculos que fazem todo o trabalho!” Ele disse que só precisa olhar intensamente para a câmera, enquanto os tentáculos mecânicos do personagem se mexem com ajuda de efeitos visuais para criar toda a sensação ameaçadora das cenas de luta. “Eu só faço muito isso, enquanto os braços estão matando, destruindo e quebrando. Minhas cenas de ação são um olhar maldoso no meu rosto”. O resultado, segundo ele, “é fantástico”. Os estúdios Sony e Marvel não confirmaram nenhuma das informações reveladas pelo ator, nem sequer que ele faz parte do elenco. Ainda sem título oficial em português, “Spider-Man: No Way Home” também incluiria a participação de Jamie Foxx como o vilão Electro, de “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2004). E, segundo boatos alimentados por blogs geeks, seria estrelado por Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland como três versões do Homem-Aranha. Os únicos atores oficialmente confirmados até o momento são Tom Holland (como Peter Parker/Homem-Aranha), Zendaya (M.J.), Jacob Batalon (Ned Leeds) e Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho). A estreia está marcada para dezembro deste ano.
Dominic Purcell abandona “Legends of Tomorrow”
O ator Dominic Purcell anunciou ter “abandonado” seu papel como Mick Rory/Onda Térmica (Heat Wave) na série “Legends of Tomorrow”, baseada em quadrinhos da DC Comics. Fiel ao temperamento de seu personagem, ele deixou uma mensagem inflamada na despedida. “Não teve acordo. Não importa quanto dinheiro joguem em cima de mim, estou abandonando ‘Legends of Tomorrow’. Foi um prazer total e uma experiência incrível dar vida ao personagem icônico Onda Térmica, também conhecido como Mick Rory, da DC Comics. Eu arrebentei com esse personagem – nenhum ator no mundo poderia ter feito melhor. Fato. Um babaca muito engraçado. Hora de seguir em frente e ver como a m*rda se desenrola”, ele escreveu no Instagram. Falando diretamente aos colegas da série e ao estúdio, ele acrescentou: “Caity Lotz e Nick Zano, cuidem das crianças que estão chegando. Eles precisam de educação. Ensine-os a não confiar na lealdade do estúdio. O estúdio não se importa. A dedicação e o talento dos atores devem dar-lhes a confiança para questionarem a autoridade. Muito amor a todos. Não perdi de vista o quanto tive sorte. Atores, entrem em contato para discutirmos como lidar com os babacas fingidos”. Depois desta explosão, Purcell apagou a mensagem original e a republicou com um final em tom completamente diverso: “Muito obrigado ao elenco e equipe e todos os relacionamentos incríveis que fiz ao longo dos anos. Obrigado a todos. Dom.” Só que também apagou essa nova versão, voltando com um texto ainda mais diferente, em que acrescentou: “A verdade é que estou deixando ‘Legends of Tomorrow’, mas voltarei periodicamente.” Ele explicou: “Firmei um acordo de aperto de mão com meu chefe Phil Klemmer. Eu não tenho nada contra o estúdio Warner Bros. TV”. Logo em seguida, também excluiu este post. O texto original, porém, sobreviveu em cópias na internet. Veja abaixo. Os representantes da rede The CW e do estúdio Warner Bros. TV, que produz “Legends of Tomorrow”, não comentaram as declarações de Purcell. Segundo fontes ouvidas pelo site Deadline, o estúdio ainda não iniciou negociações com o elenco para renovar seus contratos visando a produção da próxima temporada. “Legends of Tomorrow” estreia sua 6ª temporada em 2 de maio nos EUA e foi uma das 12 séries da CW que recebeu encomenda antecipada de uma nova temporada em fevereiro. No more Mick Rory 😭 Dominic Purcell has confirmed he's leaving #LegendsOfTomorrow in an instagram post. Link: https://t.co/XAnl9Y3K1o pic.twitter.com/tK32Hj9YrN — Legends Clips (@LegendsClips_) April 17, 2021
Annie Awards: Soul é o grande vencedor do “Oscar da animação”
O filme “Soul”, da Pixar, foi o grande vencedor do Annie Awards 2021. Considerado o “Oscar da animação”, o evento realizado virtualmente na noite de sexta (16/4) rendeu sete troféus à produção disponibilizada com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus), incluindo o prêmio principal de Melhor Longa-Metragem de Animação do ano. A produção irlandesa “Wolfwalkers” foi a segunda com mais vitórias, conquistando cinco estatuetas no total – inclusive como Melhor Longa-Metragem Independente. “Wolfwalkers” também teve distribuição por uma plataforma de streaming: a Apple TV+. Curiosamente, “Soul” e “Wolfwalkers” estavam empatados com o maior número de indicações – 10 cada. Desde a introdução da categoria de Melhor Animação no Oscar, há 19 anos, os filmes que venceram o Annie Awards levaram a estatueta da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas 13 vezes. Confira abaixo os vencedores dos Annie Awards 2021, incluindo os destaques televisivos. Melhor Longa-Metragem Animado “Soul” (Pixar) Melhor Animação Independente “Wolfwalkers” (Cartoon Saloon/Melusine) Melhor Produção Animada de TV – Pré-escolar “As Aventuras de Paddington” (Blue-Zoo Animation/Nickelodeon) Melhor Produção Animada de TV – Infantil “Hilda” (Silvergate/Netflix) Melhor Produção Animada de TV – Geral “Primal” (Cartoon Network Studios) Melhor Direção em Série Animada Genndy Tartakovsky por “Primal” Melhor Direção em Filme Animado Tomm Moore e Ross Stewart por “Wolfwalkers” Melhor Trilha Sonora em Série Animada Kevin Kiner, por “Star Wars: The Clone Wars” (Lucasfilm) Melhor Trilha Sonora em Filme Animado Trent Reznor, Atticus Ross e Jon Batiste, por “Soul” Melhor Roteiro de Série Animada Andrew Goldberg e Patti Harrison por “Big Mouth” (Netflix) Melhor Roteiro de Filme Animado Pete Docter, Mike Jones e Kemp Powers por “Soul” Melhor Edição de Série Animada “Hilda” (Silvergate/Netflix) Melhor Edição de Filme Animado “Soul” (Pixar) Melhor Dublagem de Série Animada David Bradley (Merlin) em “Tales of Arcadia: Wizards” Melhor Dublagem de Filme Animado Eva Whittaker (Mebh Óg MacTíre) em “Wolfwalkers” Melhor Storyboard de Série Animada “Looney Tunes Cartoons” (Warner Bros. Animation) Melhor Storyboard de Filme Animado “Soul” (Pixar) Melhor Design de Produção de Série Animada “Shoom’s Odyssey” (Picolo Pictures) Melhor Design de Produção de Filme Animado “Wolfwalkers” (Cartoon Saloon/Melusine) Melhores Efeitos Visuais de Série Animada “Jurassic World: Camp Cretaceous” (Universal Pictures, DreamWorks Animation, Amblin Entertainment, Netflix) Melhores Efeitos Visuais de Filme Animado “Soul” (Pixar) Melhor Animação de Personagem de Série Animada “Hilda” (Silvergate/Netflix) Melhor Animação de Personagem de Série Live-Action “The Mandalorian” (Lucasfilm) Melhor Animação de Personagem de Videogame “Marvel’s Spider-Man: Miles Morales” (Insomniac Games) Melhor Design de Personagens de Série Animada “Amphibia” (Disney TV) Melhor Design de Personagens de Filme Animado “Wolfwalkers” (Cartoon Saloon/Melusine) Melhor Produção Especial de Animação “The Snail and the Whale” (Magic Light Pictures) Melhor Curta de Animação “Souvenir Souvenir” (Blast Production) Melhor Comercial de Animação “There’s a Monster in my Kitchen” (Cartoon Saloon) Melhor Animação Estudantil “La Bestia, School: Gobelins” (l’école de l‘image)
Felix Silla (1937–2021)
O ator Felix Silla, que interpretou o Primo Coisa na série “A Família Addams” e o robô Twiki de “Buck Rogers”, morreu na sexta (16/4) aos 84 anos, após lutar contra um câncer no pâncreas. O falecimento foi anunciado por seu amigo de longa data Gil Gerard, o Buck Rogers da série exibida entre 1979 e 1981. “Vou sentir muita falta dele, especialmente do quanto nos divertíamos em convenções, quando ele me mandava me f…”, escreveu Gerard. Com menos de 1,2 m de altura e pesando 30 quilos, Silla estreou na TV num episódio de 1963 de “Bonanza”. Mas seu primeiro papel de destaque só veio dois anos depois, ainda que ninguém pudesse vê-lo. Ele fez grande sucesso ao aparecer como o Primo Coisa (Cousin Itt), no 20º capítulo de “A Família Addams” em 1965, escondido atrás de uma cabeleira imensa, que levava um tratador a confundi-lo com um animal exótico e tentar colocá-lo numa jaula. Silla repetiu o papel em 17 episódios da série. Em uma entrevista ao jornal Los Angeles Times em 2014, ele contou que a peruca usada para interpretar o personagem era feita inteiramente de cabelo humano: “Era quente e pesada. Como vestir um tijolo”. Na 2ª temporada, a produção trocou a peruca original por outra feita de cabelos sintéticos, porque muita gente fumava durante as gravações. “Todo mundo no set fumava. Eles só jogavam as bitucas no chão e pisavam nelas. Os produtores tinham medo de que eu pisasse em uma ainda acesa e pegasse fogo. Eles me deram cabelo sintético, que retarda as chamas”, explicou. O personagem foi ideia de um produtor e nunca fez parte dos desenhos de Charles Addams em que a série era baseada. Entretanto, desde a aparição de Silla passou a integrar a franquia sempre que ela ganhou uma nova adaptação. Ele também apareceu nas séries “Os Monkees”, “A Garota da U.N.C.L.E.”, “A Feiticeira”, “A Flauta Encantada” e até no piloto original de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), antes de entrar nas produções de Glen A. Larson, que em 1978 o escalou como o cylon Lucifer em 10 episódios de “Battlestar Galactica”, e no ano seguinte o colocou sob a “armadura” do robô Twiki, o parceiro do protagonista de “Buck Rogers”. Silla trabalhou ao lado de Gil Gerard, intérprete do herói espacial, em todos os episódios das duas temporadas de “Buck Rogers”, exibida até 1981. Depois disso, ainda foi um ewok em “Star Wars: O Retorno do Jedi” (1983), uma criatura sobrenatural do terrir “A Casa do Espanto” (1985) e Dink, uma paródia dos jawas de “Star Wars”, na comédia “S.O.S.: Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), além de vestir a fantasia de um pinguim em “Batman: O Retorno” (1992). Aposentado nos anos 1990, ele voltou a atuar em “CHARACTERz” (2016), uma comédia que, de certa forma, homenageava sua carreira, ao acompanhar profissionais que ganhavam dinheiro para se fantasiar e divertir crianças num parque de diversões.
Mari Törőcsik (1935–2021)
Mari Törőcsik, uma das atrizes mais célebres da Hungria, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes e estrela de dois filmes indicados ao Oscar, morreu na sexta-feira (16/4) em Budapeste após uma longa enfermidade. Ela tinha 85 anos. Törőcsik se destacou logo na estreia, “Carrossel do Amor” (1956), aos 20 anos de idade, como uma camponesa que se apaixona por um menino camponês contra a vontade de seu pai. O filme de Zoltán Fábri teve première no Festival de Cannes e chamou atenção da crítica francesa para o talento da jovem. Então jornalista, o futuro diretor François Truffaut chegou a escrever em sua crítica do filme: “sem que a artista de 20 anos soubesse, ela era a maior estrela do festival”. Três anos depois, ela foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Karlovy Vary, o mais importante do Leste Europeu, por “Kölyök” (1959), de Mihály Szemes e Miklós Markos, tornando-se rapidamente uma das atrizes mais requisitadas de sua geração. Ela trabalhou com os principais mestres do cinema húngaro, como Miklós Jancsó, Márta Mészáros, István Gaál, István Szabó, Gyula Maár, Károly Makk e o próprio Zoltán Fábri, em várias ocasiões. Uma de suas muitas parcerias com Fábri, “Esta Rua é Nossa” (1968), disputou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, assim como uma de suas colaborações com Makk, “Cat’s Play” (1974),igualmente indicado ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA Em 1971, ela recebeu uma Menção Especial do Júri do Festival de Cannes por seu desempenho em “O Amor” (1971), outro drama de Makk, e no ano seguinte voltou a conquistar o prêmio de interpretação em Karlovy Vary, por “Holt Vidék” (1972), de Gaál. Mas foi somente em 1976, 20 anos após debutar na Croisette, que ela conquistou o prestigioso troféu de Melhor Atriz de Cannes pelo desempenho como uma atriz de teatro envelhecida em “A Locsei Fehèr Asszony”, de Gyula Maár. A parceria com Maár ainda lhe rendeu o troféu de Melhor Atriz no Festival de Taormina no ano seguinte, por “Teketória” (1977). Ao longo do último meio século, foram mais de 100 papéis cinematográficos, a grande maioria no cinema húngaro, mas ela também contracenou com astros de Hollywood, em filmes como “Muito Mais que um Crime” (1989), de Costa-Gavras, filmado nos EUA com Jessica Lange, “Corações Covardes” (1990), coprodução italiana estrelada por Keith Carradine, Miranda Richardson e Kristin Scott Thomas, e o premiado sucesso internacional de István Szabó, “Sunshine – O Despertar de um Século” (1999), protagonizado por Ralph Fiennes. Seu último trabalho foi lançado no ano passado, “Psycho 60”, um curta experimental dedicado a recriar a cena do chuveiro de “Psicose” com 60 atrizes diferentes, uma para cada take, nos 60 anos de lançamento do clássico de Alfred Hitchcock.
Série do “Senhor dos Anéis” custará quase meio bilhão de dólares por temporada
O orçamento da 1ª temporada da série derivada de “O Senhor dos Anéis” veio à tona. O ministro de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Nova Zelândia, Stuart Nash, revelou numa entrevista televisiva que a Amazon vai gastar US$ 465 milhões (o equivalente a R$ 2,5 bilhões) apenas com a produção da 1ª temporada. “Isso é fantástico, realmente é, esta será a maior série de televisão já feita”, ele afirmou, diante dos números. Trata-se realmente de um orçamento recordista. Em termos de comparação, “Game of Thrones”, da HBO, custou cerca de US$ 100 milhões por temporada, enquanto a trilogia cinematográfica de “O Senhor dos Anéis”, dirigida por Peter Jackson, custou no total US$ 281 milhões. Os valores foram confirmados como parte da Lei de Informações Oficiais do governo da Nova Zelândia. Segundo Nash, o próprio governo neozelandês desembolsou cerca de US$ 71 milhões em estímulos e subsídios para a produção, citando como contrapartida o benefício que a série trará para o crescimento da indústria de entretenimento no país. Ao todo, a Amazon Studios pretende filmar cinco temporadas da série no país, além de possíveis produções derivadas.
Castlevania vai acabar na 4ª temporada
A série animada “Castlevania” vai chegar ao fim em sua 4ª temporada na Netflix. Com estreia marcada para 13 de maio, os novos e derradeiros episódios da atração ganharam uma arte oficial, que pode ser vista acima. Apesar do final da série, o site Deadline aponta que a plataforma estuda produzir um spin-off passado no mesmo universo, mas com um elenco totalmente novo de personagens. “Castlevania” foi uma série fundamental na evolução da programação original da Netflix. Lançada em julho de 2017, tornou-se a primeira série de estilo anime criada originalmente para o streamer. Bem recebida pela crítica, rapidamente desenvolveu fãs devotados, que estimularam a plataforma a investir no formato. A atração gira em torno dos esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Com ajuda do próprio filho do vampiro, ele atinge seu objetivo na 2ª temporada. Mas ainda precisa enfrentar um exército de criaturas das trevas, que lutam para ocupar o vácuo deixado pela morte de Drácula. O elenco de vozes inclui Richard Armitage (de “O Hobbit”) como o protagonista Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Alejandra Reynoso (“Winx Club”) como Sypha Belnades, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. Além do estilo visual fortemente influenciado por animes japoneses e pela arte de Ayami Kojima, no videogame “Castlevania: Symphony of the Night”, a série também se distinguiu pelas histórias adultas do prolífico escritor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), que atuou como roteirista e produtor executivo. Ellis chegou a terminar os roteiros da 4ª temporada, antes de ser afastado ao enfrentar alegações de má conduta sexual, que negou firmemente. Sem mais envolvimento com “Castlevania”, ele não faz parte das conversas sobre o novo programa em potencial.












