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  • Etc,  TV

    Processo milionário de Rachel Sheherazade contra SBT cita assédio moral de Sílvio Santos

    19 de abril de 2021 /

    Demitida em agosto de 2020 do SBT, a jornalista e apresentadora de telejornal Rachel Sheherazade entrou com um ação milionária de indenização na Justiça, pedindo R$ 20 milhões de direitos trabalhistas nunca cumpridos. Mas o processo também abre espaço para denúncia de assédio moral contra Sílvio Santos. Protocolada em 11 de março, na 3ª Vara do Trabalho de Osasco (SP), onde o SBT é sediado, a ação cita a cerimônia do Troféu Imprensa realizada em 9 de abril de 2017, quando Sheherazade subiu ao palco para receber o Troféu Internet de melhor apresentadora de telejornal, que ela havia conquistado em 2016. A jornalista diz ter sido humilhada por Silvio Santos em rede nacional na ocasião. “Eu te chamei para você continuar com a sua beleza, com a sua voz, foi para ler as notícias, e não dar a sua opinião. Se quiser falar sobre política, compre uma estação de TV e faça por sua própria conta”, disse Sílvio Santos na ocasião. A defesa da apresentadora diz que Silvio Santos teve um comportamento depreciativo, preconceituoso, vexatório, humilhante e constrangedor, além de ter uma “atitude nitidamente machista, [que] colocou a figura feminina numa posição em que a beleza física é supervalorizada em detrimento dos atributos intelectuais”. Rachel Sheherazade também alega ter sofrido suspensão do telejornal “SBT Brasil” em agosto de 2019, após um pedido de Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, um dos principais patrocinadores dos programas da emissora de Silvio Santos. Por represália a suas publicações em redes sociais, ela foi proibida de comandar o telejornal nas edições de sexta-feira. “Silvio Santos a afastou da apresentação do telejornal ‘SBT Brasil’, como nítida forma de punição em razão de seus comentários e opiniões, bem como reduziu seu espaço no ar”, diz a defesa da apresentadora. Nos anexos do processo de 522 páginas, Sheherazade incluiu prints de um e-mail que José Roberto Maciel, CEO do SBT, lhe enviou em 17 de outubro de 2014. Na data, Rachel pediu afastamento do trabalho para se submeter a uma cirurgia e o executivo decidiu lembrar a funcionária sobre a linha editorial do SBT, pedindo para que ela revisse seu posicionamento político nas redes sociais, além de reduzir o tom, visto por ele como agressivo. Na época, a jornalista fazia duras críticas a Dilma Rousseff, que concorria à reeleição presidencial. Maciel disse que a postura dela envergonhavam a ele e a muitos dos colegas de trabalho. A jornalista foi contratada pelo SBT em março de 2011 na condição de prestadora de serviços, como pessoa jurídica, sem ter sua carteira de trabalho assinada. Seu salário inicial foi estipulado em R$ 30 mil e ela recebia mais um bônus de R$ 7 mil para custos com moradia – uma maneira de a emissora ajudá-la a se estabelecer na região metropolitana de São Paulo, já que morava em João Pessoa (PB) antes de ser contratada. Por conta das renovações de seu contrato, Rachel teve um crescimento salarial exponencial. Seu último vencimento na emissora, pago em outubro de 2020, foi de R$ 214.108,47, quase 614% maior do que o inicial, conforme mostram as notas fiscais anexadas ao processo. Mas a jornalista caiu na malha fina da Receita Federal, que está cobrando uma fortuna em impostos atrasados por considerar sua relação profissional fraudulenta, afirmando que ela deve impostos de Pessoa Física, embora tenha recebido como Pessoa Jurídica. Se a Receita acha isso, ela considera que também deve receber o que tem direito. Sua defesa alega que a “pejotização” contratual imposta pelo SBT deixou-a sem receber vários pagamentos que teria caso sua carteira de trabalho tivesse sido assinada, como férias integrais, que não lhe foram remuneradas, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), pagamento da diferença salarial decorrente dos reajustes que ela não usufruiu por não ser contratada pelo regime CLT, trabalhos em feriados e horas-extras, participação nos lucros da receita da empresa (PLR), pagas a funcionários CLT do SBT, aviso prévio, 13º salário nunca pago, etc. O processo lista diversos motivos para sustentar a tese de que ela não era uma prestadora de serviços, mas uma funcionária do SBT: cumprimento de carga horária, exclusividade de trabalho com o SBT, subordinação a diretores da emissora, uso de e-mail corporativo, crachá de funcionária, direito a vale-refeição e plano de saúde. A Justiça Trabalhista marcou para 3 de agosto, às 10h10, a primeira audiência do caso, em que as testemunhas de Rachel Sheherazade e do SBT serão ouvidas pelo juiz. O jornalista Hermano Henning, que também processou a emissora de Silvio Santos, é uma das testemunhas listadas para falar a favor da ex-colega de trabalho.

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  • Etc

    Danilo Gentili terá que pagar indenização por piada com enfermeiras

    19 de abril de 2021 /

    A Justiça de São Paulo condenou o humorista Danilo Gentili a pagar uma indenização de R$ 41,8 mil ao Sindicato dos Enfermeiros, bem como a publicar um pedido de desculpas em suas redes sociais. Gentili foi processado pelo sindicato por tuitar: “Vocês sabem se existe um asilo especializado onde as enfermeiras batem umas pros véios? Essa tem sido uma preocupação minha quando penso no futuro. Existe esse tipo de serviço?”. Em sua sentença, o juiz André Salvador Bezerra, da 42ª Vara Cível de São Paulo, considerou que o humorista “fez uso de sua condição de pessoa pública para ofender toda uma categoria profissional”, legitimando “seculares formas de opressão contra as mulheres – inseriu a profissão de enfermeira como uma função a ser ocupada por mulheres para servir sexualmente a ele, o homem branco”. O humorista terá de pedir desculpas sob pena de lhe ser aplicada uma multa diária de R$ 1.000 reais durante 200 dias, mas cabe recurso contra a decisão. Em sua defesa, Gentili alegou que não cometeu ato ilícito e nem violou nenhum direito, citando tanto seu direito constitucional à liberdade artística quanto o fato de que a piada fazia referência a uma cena da comédia italiana “Feios, Sujos e Malvados” (1976), de Ettore Scola. “Fazer piada de forma alguma permite concluir que Gentili estivesse incentivando o assédio moral e sexual contra a categoria dos enfermeiros ou que seja o responsável pela violência doméstica que existe contra as mulheres desse país”, afirmou a defesa, realizada pelo escritório Simão e Bunazar Advogados. Para a defesa, o processo foi uma tentativa de censura aberta por adversários políticos, citando o fato de que o sindicato é ligado à CUT (Central Única dos Trabalhadores) e ao PT. “Trata-se de uma absurda e inócua restrição à atividade humorística.” O sindicato negou à Justiça que o processo tenha relação com a política. Disse ainda que Gentili não fez uma piada, mas cometeu uma agressão à categoria.

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  • Filme

    Marvel revela primeiro trailer de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”

    19 de abril de 2021 /

    A Marvel divulgou o pôster e o trailer de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, o filme do Mestre do Kung Fu, com direito a muitas lutas, poses e apresentação de personagens. A prévia destaca as mudanças feitas para o cinema, com a retirada dos elementos de espionagem da trama original. Em suas origem clássica, concebida por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, era filho do lendário Fu Manchu, vilão da literatura pulp, criado por Sax Rohmer e primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão oriental com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornaria lugar-comum, seja nos quadrinhos de Flash Gordon (o Imperador Ming) quanto nos filmes de James Bond (o “satânico” Dr. No). Nas publicações da Marvel dos anos 1970, Fu Manchu se apresentava como um grande filantropo para o filho, enquanto o treinava para se tornar uma arma letal. Tudo muda quando Shang-Chi é enviado em sua primeira missão e descobre que o pai não era quem dizia ser. A partir dessa reviravolta, alia-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel, porém, não tem os direitos sobre Fu Manchu. No lugar dele, o filme apresenta o vilão Mandarim, mencionado na franquia “Homem de Ferro”. Desta forma, preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu como o herói do título, e o elenco também conta com Awkwafina (“A Despedida”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Fala Chen (“The Undoing”) e o astro de filmes de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”), que tem o papel do Mandarim. Awkwafina, que aparece dirigindo um ônibus desgovernado na prévia, também pode ter substituído um personagem clássico que se encontra fora da “jurisdição” da Marvel, um motorista de táxi falastrão e estabanado chamado Rufus, que era desenhado exatamente como o humorista clássico Grouxo Marx. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” tem direção do cineasta indie Destin Daniel Cretton, responsável por projetar a atriz Brie Larson (a Capitã Marvel) em “Temporário 12”, drama vencedor do Festival SXSW em 2013. Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e do reboot de “Mortal Kombat”. A estreia está marcada para 2 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer nas versões legendada e dublada em português.

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  • TV

    Globo exibe especial “Falas da Terra” neste Dia do Índio

    19 de abril de 2021 /

    A Globo celebra o Dia do Índio com a exibição nesta segunda-feira (19/4) do especial “Falas da Terra”, terceiro fruto do Projeto Identidade, dedicado a valorizar temáticas da agenda social vinculadas a datas do calendário. Nenhum dos especiais repetiu a mesma estrutura, mas cada um avançou um pouco a forma de abordar seus temas. O que se dedica ao lugar da fala indígena é o mais representativo, por dar voz a ativistas de verdade – uma rápida evolução desde o primeiro, “Falas Negras”, que trouxe atores interpretando ativistas, além de ter sido escrito por roteirista branca. Desta vez, há nativos brasileiros à frente e atrás das câmeras. O especial conta com a consultoria do escritor Ailton Krenak, da artista Ziel Karapató, da cineasta Graciela Guarani, da documentarista Olinda Tupinambá e do cineasta Alberto Alvarez. Na pauta, estão a pluralidade de falas dos diferentes indígenas do Brasil, que compartilham suas identidades étnico-raciais, culturas, lutas e ocupações, tratando não apenas da terra física mas de sua extensão cultural, como moda, música e arte. O programa vai ao ar após o “BBB 21”. Veja um vídeo especial sobre o programa abaixo, que aborda os bastidores da produção.

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  • Série

    Final feliz de “Wynonna Earp” foi feito antes do aviso de cancelamento

    18 de abril de 2021 /

    A criadora e showrunner de “Wynonna Earp”, Emily Andras, admitiu numa entrevista ao jornal The Los Angeles Times que escreveu o final feliz da 4ª temporada, exibido na sexta passada 9/4) nos EUA, antes de saber que aquele seria o final da série, cancelada pelo canal pago americano SyFy. “Eu não sabia e foi uma verdadeira montanha-russa”, disse Andras. “Mas meu instinto me dizia que eu tinha que garantir que a 4ª temporada fosse satisfatória para os fãs, nossos Earpers, que se esforçaram tanto para nos trazer de volta em meio a nossos problemas financeiros após a 3ª temporada.” Andras conseguiu garantir que a 4ª temporada fosse “emocionalmente gratificante” por não querer arriscar terminar a série com um monte de perguntas sem resposta. Por isso, a temporada terminou com casamento e reconciliação entre os personagens, mostrando o destino de cada um deles ao seu final. Mas se tivesse certeza que teria outra temporada, Andras confessou que teria atrasado o casamento altamente antecipado entre Waverly Earp e Nicole Haught. “Eu poderia ter prolongado o suspense, prolongado o drama”, ela explicou, possivelmente aludindo à trama da Waverly Anjo do Mal, resumida em dois episódios. “Mas, no meu coração, eu simplesmente senti que não poderíamos arriscar pelo público. E, estranhamente, eu esperava que isso também fosse um presente para o elenco – tanto o casamento quanto a resolução da história de Doc e Wynonna.” No final, a showrunner concluiu que queria deixar os personagens em um lugar onde eles pudessem ver que todos os seus esforços na trama – e dos fãs nos bastidores – valeram a pena. “Não precisa ser perfeito. Não há garantia de que vai durar”, acrescentou Andras. “Mas vale a pena lutar pelo seu momento, lutar pelo que você quer, lutar por alguém que te emociona.” Apesar do final bastante conclusivo, Andras não desistiu de encontrar um novo canal ou plataforma nos Estados Unidos para viabilizar a produção de uma potencial 5ª temporada, em coprodução com a produtora canadense SEVEN24 Films e a IDW Entertainment, divisão responsável pelas adaptações das histórias em quadrinhos da editora IDW. Para quem não conhece, “Wynonna Earp” teve suas três primeiras temporadas disponibilizadas recentemente no Brasil pela plataforma Globoplay. Baseada nos quadrinhos de Beau Smith, a atração desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”) traz Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família Earp e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula e anjo bissexual, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial lésbica “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro imortal do Velho Oeste Doc Holliday. Inicialmente comparada a “Buffy: A Caça-Vampiros”, a série logo se tornou cultuada por seus próprios méritos, ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade LGBTQIA+ para atingir 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer do lançamento na Globoplay e um documentário emocionante dos bastidores do episódio final, que foi exibido nos EUA após a despedida da série.

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  • Música,  Série

    Nova série de Dave Grohl explora relação de roqueiros e suas mães

    18 de abril de 2021 /

    A Paramount+ divulgou o trailer de “From Cradle to Stage”, nova série documental produzida por Dave Grohl, líder da banda Foo Fighters. Inspirada pelo livro homônimo da mãe do roqueiro, lançado em 2017, a série vai explorar a dinâmica da relação entre músicos de sucesso e suas mães, e contará com as participações das cantoras country Brandi Carlile e Miranda Lambert, do rapper Pharrell Williams e dos roqueiros Geddy Lee (do Rush), Tom Morello (do Rage Against the Machine) e Dan Reynolds (do Imagine Dragons) juntos de suas mães, além, claro, de Dave e Virginia Grohl. “Eu acredito que a relação entre um músico e sua mãe é muito importante porque é a base de sua compreensão do amor, que é certamente a maior musa de todo artista”, disse Grohl, em comunicado sobre o projeto. “Ter a oportunidade de viajar pelo país e contar as histórias dessas mulheres incríveis por trás da cortina não só iluminou a música que elas inspiraram, mas também me fez apreciar o amor que recebi de minha própria mãe, minha melhor amiga. Nem é preciso dizer o que todos devemos às mulheres que nos deram a vida. Sem elas, não haveria música. ” “Esta série, baseada no aclamado livro de Virginia Grohl, oferece um raro olhar sobre os momentos íntimos e inspiradores entre alguns dos maiores artistas do mundo e suas mães – bem a tempo para o Dia das Mães”, acrescentou Bruce Gillmer, Presidente de Programação de Eventos e Músicas da ViacomCBS. A estreia está marcada para o dia 6 de maio, três dias antes do Dia das Mães, na plataforma de streaming Paramount+. Além desse projeto, Dave Grohl ainda tem outro lançamento previsto para as próximas semanas: o documentário “What Drives Us”, sobre a relação dos músicos de rock com a estrada à bordo das vans de turnês, que estreia na Amazon Prime Video em 30 de abril. Ele também já lançou uma série sobre a história do lendário estúdio californiano Sound City em 2013 e documentou o 20º aniversário do Foo Fighters em 2014.

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  • Etc

    Pastor que ora pela morte de Paulo Gustavo será processado

    18 de abril de 2021 /

    Dezenas de entidades LGBTQIA+ e de grupos defensores de direitos humanos anunciaram neste fim de semana que vão processar na Justiça o pastor José Olímpio, da Assembleia de Deus de Alagoas, após uma postagem nas redes sociais em que ele disse estar orando pela morte do ator Paulo Gustavo, internado há um mês com covid-19, em estado grave. “Esse é o ator Paulo Gustavo que alguns estão pedindo oração e reza. E você vai orar ou rezar? Eu oro para que o dono dele o leve para junto de si”, publicou o pastor em suas redes sociais durante a semana passada. Após a repercussão negativa do comentário, José Olímpio apagou a publicação. Internado na UTI desde o começo de março, Paulo Gustavo enfrenta complicações da covid-19, está intubado, utilizando pulmão artificial e seu estado de saúde é considerado crítico. A situação comoveu famosos e fãs, que têm organizado correntes de oração pelo restabelecimento da saúde do ator, conhecido pelos papéis humorísticos no teatro, na TV e no cinema. Foi neste contexto que o pastor José Olímpio se manifestou de forma anticristã. Para as entidades, o ataque de ódio gratuito se deve ao fato de o ator de 42 anos ser homossexual assumido e casado com o médico Thales Bretas, com quem tem dois filhos bebês. “É urgente que crimes como estes, motivados por homofobia, sejam enquadrados da tipificação da LGBTfobia, na lei de combate ao racismo de n. 7.716/2018, e que punições mais rigorosas e severas sejam tomadas contra condutas homofóbicas e atos discriminatórios como o em questão”, diz a nota assinada pelas principais entidades de defesa dos direitos de LGBTs do país, no anúncio de que medidas judiciais serão tomadas contra o pastor. A Aliança LGBT+, signatária do documento, afirma que a declaração do pastor não é um caso isolado, mas parte de uma campanha que atinge cotidianamente gays, lésbicas e trans. “Vivemos tempos sombrios. Esta afirmativa foi dita por nós inúmeras vezes nos últimos meses. “A pandemia que ainda segue em curso transformou o caráter de alguns e revelou o verdadeiro caráter de outros, fazendo com que pudéssemos separar o joio do trigo e sem nenhuma sombra de dúvidas fossemos capazes de compreender melhor o outro”, diz o texto assinado pelo ativista Toni Reis, líder da Aliança LGBT+. Além de entidades LGBTQIA+, o texto de repúdio ao pastor também conta com apoio de lideranças evangélicas.

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  • Filme

    Documentário sobre presos da ditadura vence festival É Tudo Verdade

    18 de abril de 2021 /

    A organização do É Tudo Verdade, o principal festival de documentários da América Latina, anunciou neste domingo (18/4) os vencedores da sua 26ª edição. Tanto “Os Arrependidos”, vencedor da Competição Brasileira de Longas, e “Presidente”, Melhor Filme da Competição Internacional, marcaram o evento com temas políticos. Dirigido pelos jornalistas Armando Antenore e Ricardo Calil (“Narciso em Férias”), “Os Arrependidos” traz relatos de ex-militantes que, muito jovens, largaram tudo para arriscar a vida por uma causa, mas acabaram presos, torturados e usados como propaganda da ditadura militar. Já o “Presidente” de Camilla Nielsson mostra como Nelson Chamisa enfrentou a velha guarda nas eleições de Zimbábue. Entre os curtas, os premiados foram o brasileiro “Yaõkwa: Imagem e Memória”, de Rita Carelli e Vincent Carelli, e a coprodução entre Argentina e México “A Montanha Lembra”, dirigido por Delfina Carlota Vazquez. Os vencedores dos prêmios de longa-metragem terão novas exibições no dia 20 de abril, em programa duplo às 19h (“Presidente”) e às 21h (“Os Arrependidos”), na seção É Tudo Verdade da plataforma de filmes Looke. Veja abaixo o debate com os diretores de “Os Arrependidos” realizado virtualmente para o É Tudo Verdade.

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  • Etc

    Suely Franco sai de apartamento por não conseguir pagar condomínio

    18 de abril de 2021 /

    Sem contrato com a Globo, a atriz Suely Franco, de 81 anos, que atuou em mais de 30 novelas da emissora, não conseguiu pagar o condomínio do apartamento onde morava e teve que se mudar. A intérprete de Marlene de “A Dona do Pedaço” (2019) revelou, em nota enviada à coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, que estava morando num apartamento localizado no bairro do Catete, zona sul do Rio de Janeiro, porque tinha problemas no joelho, o que a fez sair de sua casa com escadas. Sem trabalhos, porém, ela não teve como sustentar o imóvel e voltou ao antigo endereço, Onde sofre com escadas. No relato, ela explicou: “Tenho problemas no joelho e precisei sair da minha casa por conta das escadas. Aluguei um apartamento no Catete, porém tive de retornar ao antigo endereço por não conseguir pagar o condomínio. Apesar de ter participado de duas leituras online de um espetáculo contemplado pela Lei Aldir Blanc, estou me mantendo graças a algumas economias de uma vida dedicada à arte. Hoje estou isolada, já tomei a primeira dose da vacina e aguardo a segunda dose em maio, esperando dias melhores com a retomada das nossas atividades”. Ela contou que o fechamento dos teatros, por conta da pandemia, dificultou a possibilidade de encontrar trabalho para bancar suas despesas. “O teatro representa a minha vida, meu coração, meus pulmões. Sem ele, não há vida, fica tudo muito difícil. Eu sinto falta do público, dos aplausos e dos companheiros das coxias. Ficar sem subir num palco é a morte em vida. Eu não sou contratada de nenhuma emissora e dependo do teatro para meu sustento”, escreveu.

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  • Série

    Primeira série animada de “Resident Evil” ganha novo teaser

    18 de abril de 2021 /

    A Netflix revelou um novo teaser de “Resident Evil: No Escuro Absoluto” (Resident Evil: Infinite Darkness), primeira série animada da franquia de games da Capcom. O vídeo confirma que a trama terá aparições de Claire Redfield e Leon S. Kennedy, personagens clássicos dos jogos desde “Resident Evil 2” (de 1998), e também faz referência à Racoon City, cidade onde os games acontecem. Apesar disso, as cenas apresentam um ataque zumbi à Casa Branca. Outro detalhe é que a dublagem original está a cargo de Stephanie Panisello e Nick Apostolides, intérpretes de Claire e Leon no remake de 2019 do game “Resident Evil 2”, o que sugere a possibilidade de uma continuação direta do jogo. A sinopse oficial ainda não foi divulgada. A série é produzida e supervisionada por Hiroyuki Kobayashi, da Capcom, que é responsável pela produção de vários títulos da franquia – originalmente conhecida como “Biohazard” no Japão. Já o visual em computação gráfica está a cargo da Quebico, sob comando de Kei Miyamoto, o produtor de “Resident Evil: Vendetta”, último longa animado do game, lançado em 2017. A prévia também anuncia a estreia para julho, três meses após uma data especial de aniversário da franquia. O primeiro “Resident Evil” completou 25 anos de seu lançamento em 22 de março.

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  • Etc

    Damian Lewis escreve tributo emocionante para esposa Helen McCrory

    18 de abril de 2021 /

    O ator Damian Lewis, conhecido pelas séries “Homeland” e “Billions”, publicou um tributo emocionante a sua esposa Helen McCrory, da série “Peaky Blinders”, que faleceu na sexta (16/4) de câncer, aos 52 anos. Em um artigo publicado neste domingo (18/4) no jornal britânico The Sunday Times, Lewis refletiu sobre a vida de sua “Dama Helen”, definindo-a como “uma pessoa ainda mais brilhante do que ela foi como atriz” e dizendo que não sentia “nenhum medo, nenhuma amargura, nenhuma autopiedade” sobre sua morte prematura. “Nunca conheci ninguém que espalhasse tão conscientemente a felicidade”, descreveu Lewis na parte mais comovente do texto, explicando que as enfermeiras que estavam tratando seu câncer esperavam ansiosamente para vê-la “porque ela tornava seus dias melhores”. “Nunca conheci ninguém que gostasse tanto da vida. Sua capacidade de estar no presente e aproveitar o momento foi inspiradora. Ela não estava interessada em olhar para o umbigo. Nenhum verdadeiro interesse pessoal na autorreflexão. Ela acreditava em olhar para fora, não para dentro. É por isso que conseguia direcionar sua luz para os outros com tanta intensidade”, disse ele. Lewis explicou que ela era uma mulher capaz de ser “engraçada como o diabo”, mas também “magnificamente zangada e gloriosamente desdenhosa”. “No final das contas, ela estava feliz”, ele acrescentou. “Sempre. Algumas pessoas acreditam que a felicidade é um direito, algumas pessoas acham a felicidade difícil. É uma emoção indescritível. E Helen acreditava que você escolhe a felicidade. ” Diante da morte, Lewis disse que sua esposa McCrory demonstrou generosidade feroz, dizendo-lhe para “ter namoradas, muitas delas” depois de sua morte – mas, com um toque de humor, acrescentava: “Tente pelo menos passar pelo funeral sem beijar ninguém”. Em comentários aos dois filhos, ela disse: “Não fiquem triste, porque, embora eu esteja prestes a expirar, vivi a vida que queria”. Ele ainda admitiu: “Já estou com saudades dela. Ela brilhou mais intensamente nos últimos meses do que a estrela mais brilhante poderia brilhar”. Para Lewis, “seu maior e mais requintado ato de bravura e generosidade foi ‘normalizar’ sua morte”. “Ela não demonstrou medo, nem amargura, nem autocomiseração, apenas nos deu coragem para continuar e insistiu para que ninguém ficasse triste, porque ela é feliz. Fiquei pasmo com ela. Ela foi um meteoro em nossa vida”, concluiu.

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  • Filme

    Mads Mikkelsen busca vingança em trailer de filme de ação

    18 de abril de 2021 /

    A Magnolia Pictures divulgou o pôster e o trailer do thriller dinamarquês “Riders of Justice”, que traz Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”) em busca de vingança. Na trama, Mikkelsen é um militar que volta para casa após a morte da esposa e é visitado por um grupo de ativistas com evidências de que sua perda não foi uma acidente, mas resultado de um atentado à bomba. Juntando-se aos amadores bem intencionados, ele forma um esquadrão de vigilantes para encontrar os extremistas responsáveis e impedir que realizem novos crimes. A direção é de Anders Thomas Jensen (“Entre o Bem e o Mal”) e o elenco também destaca Nikolaj Lie Kaas (da série “Britannia”), Lars Brygmann (“O Gênio e o Louco”), Nicolas Bro (“O Alienista”/”The Alienist”) e a adolescente Andrea Heick Gadeberg (“Daniel”) como filha do protagonista. O filme teve première mundial no Festival de Rotterdã, na Holanda, em fevereiro passado, agradando a crítica com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial vai acontecer em 21 de maio nos EUA, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil. Veja abaixo o trailer os cartazes dinamarqueses e o pôster americano da produção

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  • Filme

    “Godzilla vs Kong” bate recorde de bilheteria mundial da pandemia

    18 de abril de 2021 /

    A bilheteria gigante de “Godzilla vs Kong” continua aumentando sua arrecadação e, neste fim de semana, bateu o recorde mundial de “Tenet” como filme de maior bilheteria do período da pandemia de covid-19. Com a soma global do fim de semana, a superprodução de monstros da Warner e da Legendary atingiu US$ 390 milhões, abrindo larga vantagem sobre os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan. A produção já era, desde 9 de abril, o filme de maior bilheteria da América do Norte durante a fase crítica do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Ao adicionar mais US$ 7,7 milhões entre sexta e este domingo (18/4), aumentou sua arrecadação norte-americana para US$ 80,5 milhões. Tudo indica que “Godzilla vs Kong” será o primeiro lançamento a ultrapassar US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá desde o início da pandemia. A seu favor no circuito cinematográfico pesou a vantagem de ter sido o primeiro filme a estrear após a reabertura dos cinemas de Nova York e Los Angeles, ainda que em eles estejam operando em capacidade reduzida. Por outro lado, “Godzilla vs. Kong” também deixou de vender ingressos por ter sido lançado simultaneamente na HBO Max para assinantes, o que significa que as pessoas que pagam pelo serviço de streaming podem assisti-lo em casa sem nenhum custo extra. A WarnerMedia sugeriu que o filme é um sucesso em streaming, mas, ao contrário dos números das bilheterias, não ofereceu dados para mensurar seu desempenho. O que pode ser mensurado é que na China, onde só está em cartaz nos cinemas, “Godzilla vs Kong” arrecadou US$ 177 milhões até o momento – a maior bilheteria de qualquer título do Monstroverso da Legendary e mais que o dobro do que o filme arrecadou nos EUA e Canadá. Após a América do Norte, o terceiro mercado em que o longa mais faturou foi a Austrália com US$ 19,1 milhões, com o México (US$ 17,3 milhões) e Taiwan (US$ 12,1 milhões) completando o Top 5. Igualmente digno de nota, “Anônimo”, um thriller de ação da Universal estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), ficou em 2ª lugar no ranking norte-americano com US$ 2,5 milhões, elevando sua arrecadação para US$ 19 milhões nos Estados Unidos e US$ 34 milhões globalmente em quatro semanas. Esta arrecadação razoável foi obtida apesar de um acordo entre a Universal e várias redes de cinema, incluindo AMC e Cinemark, que permitiu o lançamento do filme para locação online sob demanda neste fim de semana.

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