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  • Filme

    Na véspera do Oscar, cinemas exibem Nomadland, Minari e Judas e o Messias Negro

    22 de abril de 2021 /

    Depois de nova reabertura, os cinemas correm para exibir os filmes do Oscar. Em São Paulo, a normalização só acontece a partir de sábado (24/4), na véspera da premiação, destacando na programação os dramas indies que disputam o reconhecimento da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. A lista de estreias inclui “Minari – Em Busca da Felicidade” e “Judas e o Messias Negro”, que se juntam a “Nomadland”, disponibilizado de forma invisível na semana passada, quando praticamente não havia cinemas abertos. Os três vão se encontrar ainda com o resistente “Meu Pai”, que teve lançamento simultâneo em VOD (video on demand) há duas semanas, na véspera da mais recente fechamento das salas de exibição. “Minari” e “Nomadland” já fizeram história no Oscar 2021. O primeiro, vencedor do Festival de Sundance deste ano, transformou o sul-coreano Steven Yeun (o Glenn de “The Walking Dead”) no primeiro asiático indicado ao Oscar de Melhor Ator, enquanto o segundo, colecionador de prêmios nos festivais de Veneza, Toronto, Critics Choice, Globo de Ouro e sindicatos de Hollywood, rendeu indicação inédita à chinesa Chloé Zhao, primeira cineasta asiática a disputar o troféu de Melhor Direção – e ela é favoritaça. “Judas e o Messias Negro” também se distingue no Oscar pela inclusão de seus dois intérpretes principais, Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield, na disputa como Melhores Atores Coadjuvantes. Kaluuya tem vencido todas as disputas da categoria. Na verdade, os três lançamentos concorrem a muitos outros prêmios, além de travarem disputa direta pelo Oscar de Melhor Filme do ano – consagração reservada para “Nomadland”. Road movie com influência de documentários, “Nomadland” é estrelado por Frances McDormand, que já tem dois Oscars na prateleira por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017). Na trama, ela vive uma viúva que perdeu tudo, inclusive o rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país, enquanto encontra outros nômades motorizados na mesma situação. Baseado na infância do diretor Lee Isaac Chung (“Lucky Life”), “Minari” acompanha uma família sul-coreana que enfrenta dificuldades quando o pai (Yeun) decide se mudar para a zona rural do Arkansas, apostando no sonho americano. O resultado é o filme mais dramático e emocional do Oscar. Dramatização da história dos Panteras Negras, “Judas e o Messias Negro” traz Daniel Kaluuya como o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que consegue unir diferentes minorias e é traído por William O’Neal, o Judas vivido por LaKeith Stanfield, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Veja abaixo os trailers das três opções.     Nomadland | EUA | 2020     Minari – Em Busca da Felicidade | EUA | 2020     Judas e o Messias Negro | EUA | 2020

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  • Música,  Série

    Morrissey diz que não tem dinheiro para processar Os Simpsons

    22 de abril de 2021 /

    O cantor Morrissey, ex-The Smiths, ficou realmente revoltado com o episódio de domingo passado (19/4) de “Os Simpsons”, que o parodiou como um artista hipócrita e racista. Depois de seu empresário, Peter Katsis, detonar a série na conta oficial do artista no Facebook, num texto sem assinatura, o próprio cantor resolver se manifestar contra o episódio, batizado como “Panic on the Streets of Springfield” em referência à música “Panic” dos Smiths. No episódio, a personagem Lisa Simpson se apaixona pela música alternativa britânica e por um músico extremamente parecido com Morrissey, dublado por Benedict Cumberbach (“Doutor Estranho”), apenas para descobrir, tempos depois, que ele teria abandonado o veganismo, virado uma pessoa desleixada, racista e com opiniões de extrema direita. Manifestando-se num longo texto publicado no site Morrissey Central, ele disse que só não processa a série porque, supostamente, não tem dinheiro suficiente para bancar a briga judicial. Leia abaixo a íntegra do desabafo, que recebeu até título: “Olá Inferno”. “Esse é o meu primeiro comentário (e espero que seja o último) sobre o episódio de ‘Os Simpsons’ – que eu sei que irritou muita gente. O ódio direcionado a mim de parte dos criadores de ‘Os Simpsons’ é obviamente uma provocação para processo judicial, mas é também um processo que precisa de mais financiamento do que eu poderia reunir para ter uma chance. Eu também não tenho uma equipe de advogados determinados pronta para agir. Eu acho que isso é de conhecimento geral e é o motivo pelo qual eu sou atacado de forma tão descuidada e tão barulhenta. Você é especialmente odiado se a sua música afeta as pessoas de uma forma poderosa e bela, já que a música não é mais algo requisitado. Na verdade, a pior coisa que você pode fazer em 2021 é oferecer um pouco de força para as vidas de outras pessoas. Não há lugar na música moderna para alguém com emoções fortes. Limitações foram colocadas sobre a arte e nenhuma gravadora irá contratar um artista que possa responder à altura. De qualquer forma, peço desculpas, todos sabemos disso porque podemos ver como a música – e o mundo em geral – , se tornou uma bagunça hipnotizante, e todos devemos deixar pra lá e girar juntos porque a liberdade de expressão não existe mais. Todos sabemos disso. No meu caso, nada sobre a minha vida tem sido ‘literal’; nada em relação às minhas canções é ‘literal’… então por que elas seriam agora? Desde a minha primeira entrevista, há várias décadas, eu convivi com acusações horríveis que chegaram a um nível em que as pessoas padronizaram que ‘é assim que escrevemos sobre Morrissey’. Em outras palavras, eu estou acostumado. Já me tocaram terror suficiente para matar uma manada de bisões. As acusações normalmente vêm de alguém com algum desejo maluco de importância; eles não operam em um nível muito alto. Escrever para ‘Os Simpsons’, por exemplo, evidentemente requer apenas completa ignorância. Mas todas essas coisas são muito fáceis de dizer. Em um mundo obcecado por Leis de Ódio, não há nenhuma para me proteger. Com frequência, os ‘jornais de escândalo’ (nós AINDA nos referimos a eles como jornais de ‘notícias’?) tentam machucar um artista psicologicamente, e aí reunir ódio suficiente contra aquele artista para que ele/ela seja fisicamente machucado. Falsas teorias de raça são agora o aspecto mais comum (e entediante) das críticas, e continuarão sendo até que as acusações de racismo se tornem, por elas mesmas, ilícitas. Eu já vi fãs de Smiths sendo atacados pela imprensa do Reino Unido porque ‘os fãs de Smiths’ seriam muito atrasados para entender a pessoa que eu sou hoje; eu já vi as plateias modernas de Morrissey sendo ridicularizadas pela imprensa do Reino Unido porque eles, também, não poderiam saber quem eu sou, e eu perdi vários amigos de renome porque eles não conseguiam mais viver com a perseguição diária dos jornalistas britânicos, que são angustiados de forma suicida, porque não conseguem fazer com que as pessoas ao meu redor reflitam incidentes fabricados de racismo. Eu carrego sozinho a fadiga dessa batalha, apesar de ser muito grato à escritora Fiona Dodwell por suas mensagens eloquentes a respeito da vitimização que agora é automaticamente associada ao meu nome, e sobre as quais o mais recente episódio de ‘Os Simpsons’ se delicia. As pessoas me perguntam com frequência sobre por que eu não inicio uma retaliação – especialmente após as críticas abertas no [canal de TV] Sky Sports. A resposta está explicada nas primeiras linhas desse comentário. A vida é difícil e você deve enfrentá-la por conta própria. E mesmo com uma artilharia legal impossível-de-imaginar, tudo pode ser reparado… menos o coração humano. Para mim é mais fácil não seguir em frente. Vocês sabem que eu não duraria”.

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  • Série

    M.O.D.O.K: Trailer de série animada adulta da Marvel inclui Homem de Ferro

    21 de abril de 2021 /

    A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “M.O.D.O.K.”, série animada sobre um dos vilões mais conhecidos do Capitão América. A prévia assume o tom de humor da produção, além de destacar seu visual inusitado, que resulta da combinação de bonecos, animação de stop-motion e acabamento de computação gráfica. Por conta disso, a produção está sendo chamada de “Frango Robô” (Robot Chicken) da Marvel. Nos quadrinhos, MODOK é uma aberração de laboratório. Com uma cabeça gigante e um corpo diminuto, o líder da IMA (espécie de HIDRA tecnológica) se movimenta traças a um traje especial, que também é uma mescla de cadeira/foguete voador, e se mostra um vilão difícil de derrotar devido a seu intelecto avançado. Na série, porém, ele não se mostra tão inteligente, lutando para manter sua organização criminosa e sua família unida, enquanto enfrenta a SHIELD e os Vingadores. O personagem tem dublagem original do comediante Patton Oswalt (que curiosamente apareceu em “Agents of SHIELD”). Ele também é um dos criadores, showrunner e produtor da série. Além do vilão, a prévia destaca os heróis Magnum (Wonder Man), dublado por Nathan Fillion (“Castle”, “Rookie”), e o Homem de Ferro, que tem a voz de Jon Hamm (“Mad Men”). Originalmente, a divisão televisiva da Marvel pretendia produzir quatro séries animadas adultas na Hulu, mas, após uma crise interna que levou ao cancelamento de todas as produções da Marvel Television, apenas “M.O.D.O.K.” sobreviveu. A própria Marvel Television implodiu, foi fechada e todos os seus projetos abandonados. No rescaldo dessa luta pelo poder, o controle sobre as séries de quadrinhos da companhia foram realocados para a divisão cinematográfica, Marvel Studios – que acaba de lançar suas primeira séries sob aclamação geral na Disney+. A expectativa é que a Disney siga a política de terra arrasada e cancele “M.O.D.O.K.” após a exibição da 1ª temporada, repetindo o que fez sem a menor cerimônia no ano passado com “Hellstrom”, última produção live-action da Marvel Television.

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  • Filme

    Disney fecha acordo e filmes do Homem-Aranha vão aparecer na Disney+

    21 de abril de 2021 /

    A Disney anunciou nesta quarta (21/4) ter chegado a um acordo com a Sony para trazer os novos filmes da franquia “Homem-Aranha” e outros lançamentos do estúdio para a Disney+, Hulu (Star+ no Brasil) e seus vários canais de televisão. O contrato foi fechado após a Netflix ser mais rápida e obter exclusividade das produções da Sony por 18 meses. Com o acordo, a Disney vai virar a terceira janela dos filmes da Sony, após eles passarem nos cinemas e serem disponibilizados na Netflix e/ou por serviços de VOD (vídeo sob demanda). O negócio inclui produções que serão lançadas entre 2022 e 2026 e prevê que a Disney começará a oferecer os novos filmes a partir de 2023. Entre as obras com lançamento agendado no período estão o filme da Marvel “Morbius”, a adaptação do livro best-seller “Um Lugar Bem Longe Daqui”, e o thriller “Bullet Train”, com Brad Pitt, além de nova parte da franquia “Bad Boys”. Filmes anteriores do Homem-Aranha também fazem parte do contrato, assim como animações e outras produções populares do estúdio – “Hotel Transilvânia”, “Jumanji”, etc. Os termos financeiros do negócio não foram revelados.

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  • Série

    Jeremy Renner anuncia final das gravações da série do Gavião Arqueiro

    21 de abril de 2021 /

    O ator Jeremy Renner revelou em seu Instagram que a série do Gavião Arqueiro (“Hawkeye”, em inglês) encerrou suas gravações nesta quarta-feira (21/4). Ele agradeceu ao elenco e equipe de produção numa mensagem rápida em seu Stories e, posteriormente, com um post no feed principal, ao lado de uma foto em que aparece aplaudindo de pé. Com lançamento previsto para o fim de 2021, a série será a quarta produção do Marvel Studios para a plataforma Disney+, bem como a quarta continuação oficial da trama do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, após “WandaVision”, “Falcão e o Soldado Invernal” e a ainda inédita “Loki” (que estreia em 11 de junho). No Story, ele acrescentou que “Não é um adeus, mas um até logo”, sugerindo participação em novo projeto ou numa nova temporada da série. Com roteiro e produção de Jonathan Igla (“Mad Men”), a série traz Renner de volta a seu papel dos filmes dos “Vingadores”, desta vez acompanhado por Hailee Steinfeld (“Dickinson”) como sua aprendiz Kate Bishop. A série também terá ligação com o filme “Viúva Negra” por meio da participação de Florence Pugh, intérprete de Yelena Belova, a ser introduzida no longa com lançamento marcado para 9 de julho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@jeremyrenner)

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  • Etc

    Ministro do Meio Ambiente leva #ForaSalles e invertida de Anitta nas redes sociais

    21 de abril de 2021 /

    O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi alvo de tuitaço nesta quarta (21/4) com a hashtag #ForaSalles, mas escolheu especificamente a cantora Anitta para retrucar. Ao subestimá-la, acabou levando uma invertida ainda maior que o comentário inicial da estrela. Divulgada por organizações ligadas à agenda ambiental, a iniciativa do tuitaço mobilizou milhares de internautas. Além de aderir ao #ForaSalles, Anitta acrescentou que o ministro, denunciado por corrupção pelo superintendente da PF (Polícia Federal) do Amazonas, presta “um desserviço para o meio ambiente”. Salles repostou o tuíte da cantora e ironizou: “Fica na sua ai, ô Teletubbie”. A ofensa foi uma referência ao programa infantil de mesmo nome criado em 1997. Anitta rebateu: “Que resposta madura. Quantos anos você tem? 12? Então é melhor sair do ministério anyway”. O ministro insistiu: “Se você conseguir demonstrar, sem ajuda de outra pessoa, que sabe quais são as capitais do Brasil ou pelo menos os nomes dos seis biomas brasileiros a gente começa conversar…”. Aí, Anitta destruiu: “Desculpa, querido. Não consigo te responder em 5 minutos como você me responde porque eu trabalho. Tava dando umas entrevistas em inglês, espanhol, em francês… você fala francês? Liga pra presidente da França? Ouvi dizer que ele AMA vocês. Aliás é uma loucura a quantidade de perguntas que tenho que responder sobre esse desgoverno de bosta que vocês estão fazendo. A única parte boa é que eu nem preciso explicar pq eu escolhi lançar algo pra fazer o Brasil lembrar que temos várias coisas pra se orgulhar. Pq com vocês no comando tá puxado… Se você conseguir explicar, pode ter ajuda de alguém, porque sozinho você não conseguiu raciocinar: qual o perigo de acabar com a fiscalização do Ibama ou de ir contra a Polícia Federal para defender madeireiros na maior apreensão de madeira na Amazônia… aí a gente começa a conversar”. O jornalista Nelson Motta oficializou o placar da luta: “Levou uma merecida mijada da Anitta. Alguém precisa avisar a ele que ela tem 50 milhões de seguidores nas redes sociais…” Para completar, a cantora ainda lembrou, ironicamente numa enquete postada no seu Twitter, que o ministro do Meio Ambiente não sabe onde vive o Mico Leão Dourado.

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  • Filme,  Música

    Kiss vai ganhar filme biográfico da Netflix

    21 de abril de 2021 /

    A Netflix adquiriu os direitos de “Shout It Out Loud”, cinebiografia da banda Kiss que será dirigida por Joachim Rønning, o cineasta norueguês de “Malévola: Dona do Mal” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”. O roteiro foi escrito por Ole Sanders (também conhecido como Traktor), diretor do clipe “Die Another Day”, de Madonna, a partir de um esboço concebido por William Blake Herron (“A Identidade Bourne”). O filme vai se concentrar na amizade entre Gene Simmons e Paul Stanley, que surgiu ainda na adolescência, quando eram apenas dois garotos desajustados do Queens, em Nova York, que resolvem formar uma banda inspirada em heróis de quadrinhos após recrutarem o guitarrista Ace Frehley e o baterista Peter Criss. Totalmente maquiados, eles foram considerados uma piada até que ligaram seus instrumentos em amplificadores decentes e deixaram todos “boquiabertos”, de acordo com Simmons. Dos porões do rock nova-iorquino às turnês de estádios lotados, Kiss bateu recorde de venda de ingressos, vendeu mais de 100 milhões de discos e deixou sua marca na História do Rock. Atualmente, a banda está no meio de sua “End of the Road Tour”, turnê de despedida que tinha sido interrompida pela pandemia. Mas há todos os motivos para imaginar que a aposentadoria será adiada mais uma vez para aproveitar a sinergia do lançamento do filme biográfico, que deverá chegar ao streaming em 2023, a tempo de comemorar os 50 anos dos primeiros shows da banda em Nova York. “Shout It Out Loud” será a segunda cinebiografia de rock da Netflix, após o lançamento de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”, em 2019.

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  • Série

    “The Resident” se despede de personagem após quatro temporadas

    21 de abril de 2021 /

    O episódio mais recente da série “The Resident”, exibido na noite de terça-feira (20/4) nos EUA, marcou a despedida da integrante do elenco original Shaunette Renée Wilson. A atriz anunciou a despedida em seu Twitter, antes mesmo do episódio ir ao ar. “Depois de uma reflexão profunda, eu abordei os produtores pedindo para deixar a série e eles concordaram – e deram ao meu personagem uma despedida maravilhosa”, escreveu a atriz. “Eu agradeço a eles por me permitirem incorporar uma alma tão bela como a Dra. Mina Okafor. Eu também gostaria de agradecer ao estúdio, rede, elenco, equipe e, acima de tudo, aos fãs maravilhosamente dedicados de ‘The Resident’ por seu apoio nas últimas quatro temporadas”, completou. Na trama, Mina Okafor (a médica vivida por Wilson), que trabalha no Chastain Park Memorial Hospital de Atlanta, sai da cidade para retornar à sua Nigéria natal. Desenvolvida por três “veteranos” de séries médicas, Amy Holden Jones (criadora de “Black Box”), Hayley Schore e Roshan Sethi (roteiristas de “Code Black”), “The Resident” gira em torno do personagem do título, um médico residente vivido por Matt Czuchry (série “The Good Wife”), que tenta inspirar estudantes recém-chegados com um estilo de orientação hardcore. O elenco também inclui Bruce Greenwood (“Star Trek”), Manish Dayal (“A 100 Passos de um Sonho”) e Emily VanCamp (“Falcão e o Soldado Invernal”). Originalmente exibida na rede americana Fox, a série chega ao Brasil pelo canal pago Star Life. #TheResident pic.twitter.com/TzJ5wPM9Af — Shaunette 'kiss my black ass joy' Renée Wilson (@shauneywood) April 21, 2021

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  • Etc

    Tempest Storm (1928–2021)

    21 de abril de 2021 /

    A pin-up Tempest Storm, ícone do teatro burlesco americano, conhecida por seus cabelos de fogo e por ter estrelado filmes de Russ Meyer e Irving Klaw, morreu na terça (20/4) em seu apartamento em Las Vegas aos 93 anos. A artista sofria de demência e recentemente foi submetida a uma cirurgia no quadril. Nascida Annie Blanche Banks em Eastman, Geórgia, ela se mudou para Hollywood aos 20 anos, já divorciada duas vezes. O dinheiro como garçonete não pagava as contas e, assim, virou stripper no Follies Theatre, adotando o nome artístico Tempest Storm no final dos anos 1940. Suas apresentações burlescas a tornaram amiga de várias celebridades de Hollywood, desde a vizinha Marilyn Monroe até Frank Sinatra. Mas foi o diretor e produtor Russ Meyer quem teve a ideia de levá-la ao cinema, escalando-a em seus primeiros documentários de exploitation (exploração sexual), que registravam espetáculos de striptease e alimentavam o fetiche de mulheres de seios grandes. Sua estreia foi no curta “The French Peep Show” (1949), de Meyer, logo seguida pelos longas “Strip Strip Hooray” (1950), “Striptease Girl” (1952), “A Night in Hollywood” (1953) e muitos outros. Em 1955, ela chegou a dividir a tela com outra pin-up icônica, Bettie Page, no clássico “Teaserama” de Irving Klaw. Ela também estrelou “Buxom Beauties” (1956), de Klaw, no ano em que, de acordo com Review-Journal, tornou-se a artista burlesca mais bem pago da história, com um contrato de US$ 100 mil por 10 anos com a produtora burlesca Bryan-Engels. Em 1957, Storm começou a se apresentar em espetáculos exclusivos no Dunes Hotel and Casino, em Las Vegas, mantendo-se como uma das atrações principais da Cidade do Pecado até o final dos anos 1980. Dois anos após a estreia no Dunes, ela se casou com Herb Jeffries, um cantor de jazz da Orquestra de Duke Ellington. Mais tarde, disse que o casamento lhe custou um empresário e uma carreira no cinema porque Jeffries era negro. Sua lista de amantes conhecidos – ou pelo menos muito comentados – também inclui Elvis Presley, Mickey Rooney, Louis Armstrong, Sammy Davis Jr., o gangster Mickey Cohen e até o presidente John F. Kennedy. Em uma entrevista deste século, ela lembrou uma piada que Frank Sinatra costumava contar quando a apresentava ao público durante participações em seus shows. Ele a introduzia dizendo: “Ela me ensinou a me vestir”. E quando a multidão aplaudia, Sinatra acrescentava: “Vocês pensaram que eu ia dizer que ela me ensinou a me despir!” Embora tenha feito consideravelmente muitos filmes, Storm atuou pouco, pois a maior parte de sua filmografia foram registros documentais. Mesmo assim, participou de filmes de ficção, todos de títulos sugestivos, como “Paris After Midnight” (1951), “Paris Topless” (1966) e “Mundo Depravados” (1967). Nos anos 1970, Storm mudou de público, virando musa do rock. Em 1973, chegou a compartilhar uma turnê com a banda James Gang, que incluiu uma parada no Carnegie Hall de Nova York. “Essa foi a melhor apresentação”, ela disse mais tarde. “Que emoção.” Sua última apresentação ao vivo aconteceu em junho de 2010 durante um show de ícones do Burlesque Hall of Fame. Naquela noite, ela fraturou o quadril esquerdo, encerrando suas aparições no palco. Mas ela continuou aparecendo na mídia. Em 2011, foi entrevistada pelo roqueiro Jack White para um álbum chamado “Interview With Tempest Storm”, lançado pela própria empresa do guitarrista. E em 2016 sua vida foi tema de um documentário, “Tempest Storm: Burlesque Queen”, dirigido pela cineasta canadense Nimisha Mukerji e premiado no festival Hot Docs. O trailer do filme pode ser visto abaixo.

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  • Filme

    Disney+ vai lançar prólogo do filme animado Soul

    21 de abril de 2021 /

    A Disney+ anunciou que vai lançar um curta inédito de animação da Pixar baseado nos personagens de “Soul”, indicado ao Oscar 2021 de Melhor Animação. E já na semana que vem, no dia 30 de abril. Intitulado “22 vs. Earth”, o curta será um prólogo centrado na alma cética 22, que voltará a ter a voz de Tina Fey. A história vai se passar muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner (dublado por Jamie Foxx). A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul”, que no fim de semana passado venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes do mesmo diretor, Pete Docter – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos vencedores do Oscar. “Enquanto fazíamos ‘Soul’, conversamos sobre o porquê de uma nova alma não querer viver na Terra, mas, em última análise, isso não fazia parte daquele filme”, disse Nolting em comunicado. “’22 vs. Earth’ é uma chance de explorar algumas das perguntas sem respostas que tínhamos sobre o que levou 22 a ser tão cínica. Como sou, eu mesmo, uma pessoa bastante cínica, me pareceu um material perfeito para dirigir.” O curta vai mostrar 22 desafiando as regras do Grande Antes e se recusar a ir para a Terra, alistando cinco outras almas novas em sua tentativa de rebelião.

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  • Série

    “How I Met Your Mother” vai ganhar versão feminina com Hilary Duff

    21 de abril de 2021 /

    Depois de sete anos de tentativas frustradas na rede CBS, os criadores da popular comédia “How I Met Your Mother” conseguiram emplacar a versão feminina da série, “How I Met Your Father”, na plataforma de streaming Hulu. A nova versão será centrada numa personagem vivida por Hilary Duff (de “Lizzie McGuire” e “Younger”) que, como Ted Mosby (Josh Radnor) em “How I Met Your Mother”, vai contar aos filhos como conheceu os pais deles. A explicação de Mosby/Radnor durou 9 temporadas e, ao fim, frustrou todo o público que acompanhou a série. A versão de Duff tem ao menos dez capítulos garantidos em sua 1ª temporada. Na série, Sophie (Duff) vai aparecer no futuro, contando aos filhos como em 2021 a ideia de romance era marcada por “aplicativos de encontros e opções ilimitadas”, segundo os produtores, e foi assim que conheceu o pai deles. A ideia é a mesma que foi rejeitada pela primeira vez pela CBS em 2014, quando os criadores da série original, Craig Thomas e Carter Bays, chegaram a gravar um episódio piloto estrelado por Greta Gerwig (que depois foi indicada ao Oscar de Melhor Direção por “Lady Bird – A Hora de Voar” e assinou o remake de “Adoráveis Mulheres”). A dupla voltou a tentar novamente em 2016 e 2018, desta vez sem passar da pré-produção, até a Hulu demonstrar interesse. Desta vez, Thomas e Bays deixaram a história ser desenvolvida por novos roteiristas, mantendo-se como produtores. No comunicado do projeto, eles explicaram o projeto parafraseando seu roteiro original de “How I Met Your Mother”. “Crianças, vou contar uma história incrível: é a história de como dois escritores tiveram a sorte de fazer seu programa de TV dos sonhos por nove temporadas e agora passam a tocha para uma nova equipe criativa inspirada, com suas próprios histórias para contar, a história de ‘How I Met Your Father'”. Os responsáveis pelos rumos da nova história são Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, roteiristas do filme “Com Amor, Simon” e criadores da série derivada, “Com Amor, Victor”, que é exibida justamente na plataforma Hulu. Eles também escreveram e produziram a série “This Is Us”, fenômeno dramático da rede americana NBC. “Estamos muito entusiasmados em trazer ‘How I Met Your Father’ para o Hulu”, disseram Aptaker e Berger no mesmo comunicado. “A icônica série original de Carter e Craig revolucionou o formato da sitcom de meia hora e estamos muito honrados em levar a tocha adiante para a próxima geração – e com nada menos que Hilary Duff! Mal podemos esperar para o público conhecer Sophie e sua turma, e vê-los se tornarem independentes e encontrarem o amor na moderna cidade de Nova York. E esperamos que ninguém ache estranho que Bob Saget esteja interpretando a voz da velha Hilary Duff”, brincaram, referindo-se ao narrador (versão mais velha de Ted) em “How I Met Your Mother”.

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    Ronda Rousey anuncia primeira gravidez

    21 de abril de 2021 /

    A atriz e lutadora Ronda Rousey, uma das principais responsáveis pela popularização do MMA feminino, anunciou nesta quarta-feira (21/4) que espera o primeiro filho. A novidade foi contada por meio de um vídeo publicado no canal do Youtube da ex-campeã do UFC. Rousey, que atualmente tem 34 anos, já está no quarto mês de gravidez. O bebê é fruto do casamento de Rousey e Travis Browne, juntos desde 2015 e casados desde agosto de 2017. Também lutador, o havaiano já possui outros dois filho de um relacionamento anterior. De acordo com a ex-campeã do UFC, seu primogênito deve vir ao mundo no mês de setembro. “Pow! Grávida de quatro meses? O quê? Vocês nem sabiam… os últimos quatro meses. Eu estou grávida desde janeiro. Woo, barriga de grávida. Eu não consigo escondê-la mais, então é hora de mostrá-la. Eu só queria compartilhar com vocês um pouco da jornada que nós estamos seguindo, e definitivamente tem mais que nós vamos contar depois, mas aqui vamos nós”, anunciou Ronda, num sofá ao lado de Browne. Campeã de judô e medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, Ronda Rousey migrou de sua categoria para o MMA profissional três anos depois, sagrando-se campeã peso-galo do Strikeforce poucos meses depois, ao derrotar Miesha Tate, que viria a se tornar uma de suas principais rivais na carreira. Vitoriosa nos ringues e carismática diante das câmeras, ‘Rowdy’ chamou a atenção de Dana White, presidente do UFC, que até então negava qualquer interesse em criar categorias femininas na sua organização. Tudo isso mudou em novembro de 2012, quando o Ultimate anunciou a contratação de Ronda, primeira atleta mulher a assinar um contrato com a entidade. Credenciada pela passagem no Strikeforce, a americana já chegou na organização como campeã peso-galo, reinado que durou até novembro de 2015, quando foi nocauteada por Holly Holm, perdendo o cinturão e a invencibilidade na carreira. Ela abandonou as lutas de MMA profissional um ano depois, ao perder da brasileira Amanda Nunes, mas virou uma atriz bem-sucedida, com diversas participações em filmes (como “Os Mercenários 3”, “Velozes e Furiosos 7” e “22 Milhas”) e séries (um arco longo em “9-1-1”), além de se aventurar no pro wrestling (luta livre profissional), onde conquistou o título da liga WWE em 2018. O vídeo do anúncio, com direito a ultrassom do bebê, pode ser visto abaixo.

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    Monte Hellman (1929–2021)

    21 de abril de 2021 /

    O diretor Monte Hellman, que dirigiu os clássicos cultuados “O Tiro Certo” (The Shooting) e “Corrida Sem Fim” (Two-Lane Blacktop), morreu na terça-feira, uma semana após sofrer uma queda em casa, aos 91 anos. Chamado de o cineasta americano mais talentoso de sua geração pela influente revista francesa Cahiers du Cinema, Monte Himmelbaum (seu nome verdadeiro) começou sua carreira nos anos 1950, abrindo uma companhia de teatro em Los Angeles. Ninguém menos que Roger Corman, o rei dos filmes B, foi um de seus investidores e eles se juntaram na primeira montagem de “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, na cidade. Quando foi expulso de seu espaço depois de um ano, Hellman foi encorajado pelo produtor a entrar no cinema e assim fez sua estreia em 1959, dirigindo o terror barato “A Besta da Caverna Assombrada” com produção de Corman. Ele também foi um dos envolvidos nas filmagens de “Sombras do Terror”, que aconteceu apenas para aproveitar dois dias de estúdio agendado com cenários góticos, numa sobra do cronograma da produção de “O Corvo”, em 1963. Após Corman filmar dois dias de cenas de Boris Karloff subindo e descendo escadas, andando por corredores e abrindo portas num castelo, vários diretores foram convocados para completar a produção com cenas ao ar livre, entre eles Hellman e Francis Ford Coppola. Foi nessa produção inusitada que Hellman conheceu Jack Nicholson, astro do filme – trajado no uniforme napoleônico de Marlon Brando, contrabandeado de “Désirée, o Amor de Napoleão” (1954). Os dois se tornaram parceiros em várias produções. Hellman e Nicholson rodaram dois filmes consecutivos nas Filipinas para Corman em 1964, “Flight to Fury” e “Guerrilheiros do Pacífico”. O diretor filmou o segundo enquanto editava o primeiro, e antes de terminar o ano ainda completou “Cordilheira”, o que dá ideia do ritmo insano das produções de Corman. Depois de mostrar serviço, Hellman procurou o produtor para financiar um faroeste escrito por uma amiga de Jack Nicholson, a estreante Carole Eastman (que depois escreveria outro clássico, “Cada um Vive como Quer”). O produtor topou, desde que o mesmo orçamento rendesse dois westerns. O resultado foi “O Tiro Certo”, escrito por Eastman, e “A Vingança de um Pistoleiro”, com história concebida rapidamente por Nicholson. Os dois filmes marcaram época pelo uso das paisagens desertas e empoeiradas em Kanab, Utah, e levaram apenas três semanas para serem concluídos em 1966. “O Tiro Certo” também inaugurou a parceria do diretor com outro astro, Warren Oates (1928–1982), que Hellman passou a considerar seu alter ego no cinema. Na trama, o personagem de Oates era contratado para guiar uma mulher misteriosa (Millie Perkins) pelo deserto opressivamente quente, cuja agenda de vingança acaba incluindo um terceiro viajante, um pistoleiro habilidoso retratado por Nicholson. Já “A Vingança de um Pistoleiro” trazia Nicholson e mais dois cowboys em fuga, sendo caçados por vigilantes. “Achávamos que estávamos fazendo ‘Duelo ao Sol’”, Hellman disse uma vez ao LA Weekly sobre as filmagens, citando um western clássico dos anos 1940. Mas embora os dois longas tenham sido exibidos no Festival Cannes em 1966, nenhum recebeu distribuição nos cinemas dos Estados Unidos, porque a companhia europeia que os adquiriu no festival faliu. Eles só chegaram aos EUA na TV, onde estrearam dois anos depois. Por isso, a crítica cinematográfica demorou a descobri-los, o que só aconteceu na era do VHS, quando se tornaram cultuadíssimos e considerados pioneiros do western subversivo que revolucionou o gênero nos anos 1960. A decepção com o destino dos longas fez Hellman levar cinco anos para voltar a dirigir. Nesse meio tempo, trabalhou como editor em cult movies como “Os Anjos Selvagens” (1966) para Corman e “Os Monkees Estão de Volta” (Head, 1968) para Bob Rafelson. Mas quando decidiu que era hora de voltar ao cinema, trouxe ao mundo sua obra mais cultuada, “Corrida Sem Fim”, em 1971. O filme trazia o cantor James Taylor e o baterista dos Beach Boys, Dennis Wilson, como dois hot-rodders, que ganhavam a vida vencendo corridas de arrancada com seu Chevy One-Fifty de 1955 incrementado. Eles acabam desafiados pelo personagem de Warren Oates, proprietário de um novo Pontiac GTO, numa corrida pelas estradas do Arizona a Washington. As sessões de imprensa do longa chamaram atenção pelos aplausos, as primeiras críticas rasgaram elogios e o então chefe da Universal Pictures, Ned Tanen, chegou a dizer que “Corrida Sem Fim” era o melhor filme ao qual ele já tinha se associado. Infelizmente, seu chefe, Lew Wasserman, não compartilhou do mesmo entusiasmo. Ao contrário, achou que o filme era “subversivo”, segundo contava Hellman, e proibiu que o estúdio gastasse publicidade para promovê-lo, resultando num fracasso comercial. Hellman fez mais dois longas com Warren Oates, “Galo de Briga” (1974) e “A Volta do Pistoleiro” (1978), este último um spaghetti western rodado na Espanha. E passou muitos anos envolvido em projetos – mais de 50, segundo uma contagem – que acabaram nunca sendo realizados. Ele ainda trabalhou como editor de “Elite de Assassinos” (1975) para Sam Peckinpah e diretor de segunda unidade nas cenas de ação de “Agonia e Glória” (1980), de Samuel Fuller, e “RoboCop” (1987), de Paul Verhoeven. Além disso, como produtor executivo, ajudou a financiar “Cães de Aluguel” (1992), primeiro filme dirigido por Quentin Tarantino, enquanto pensava que poderia dirigir o roteiro do colega, que vislumbrava como um potencial clássico. Após seus últimos longas fracassarem – a aventura “Iguana: A Fera do Mar” (1988) e o terror “Noite do Silêncio” (1989), lançado direto em vídeo – o diretor só foi ressurgir mais de duas décadas depois, com “Caminho para o Nada” (2010), produzido por sua filha. Exibido no Festival de Veneza, o filme foi recebido com curiosidade, mas sua maior repercussão foi trazer de volta a lembrança de Monte Hellman para os cinéfilos de todo o mundo.

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