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  • Etc

    Onde assistir ao Oscar 2021 no Brasil

    25 de abril de 2021 /

    A transmissão oficial do Oscar 2021 começa neste domingo (25/4) às 20h (horário de Brasília). Em vez do tradicional tapete vermelho, que acontece antes da premiação, a premiação será aberta por um evento musical, com a apresentação dos cinco indicados ao Oscar de Melhor Canção. Não está claro como o canal de TV por assinatura TNT, que fará a transmissão do evento ao vivo na TV brasileira, irá cobrir esta abertura, pois programou para o mesmo horário um “Esquenta TNT”, um aquecimento com informações sobre a cerimônia, apresentado por Tiago Abravanel e Carol Ribeiro. Em paralelo, no canal de YouTube da emissora, também vai acontecer uma live comentada por Carol Moreira, Jhordan Matheus e convidados. A transmissão da cerimônia no Brasil está oficialmente marcada para começar às 21h, com apresentação da jornalista Aline Diniz e Michel Arouca, na TNT e na TNT Series, com exibição simultânea na plataforma TNT Go. A Globo é responsável pela transmissão na TV aberta. A emissora incluirá flashes durante a transmissão do “Fantástico”, mas só vai começar a exibição em si depois do “BBB 21” – previsto para acabar às 23h35 – com apresentação de Maria Beltrão e comentários de Artur Xe Xéo e Dira Paes. Após a entrega da última estatueta, a Globo ainda mostrará uma edição dos melhores momentos da noite. A Globoplay, plataforma oficial da emissora, também prepara uma cobertura evento, que recebeu divulgação confusa. O que se sabe é que a programação vai começar cedo, a partir das 19h30, junto com o portal G1. No site do grupo Globo, consta a informação de que haverá transmissão ao vivo do “tapete vermelho” (que será azul e acontecerá na estação de trem Union Station, em Los Angeles) e dos shows previstos. Um programa humorístico temático (um “Sinta-se em Casa no Oscar”) com os humoristas Marcelo Adnet, Luciana Paes e Paulo Vieira ainda está programado para o mesmo horário na Globoplay. Mas nas últimas horas o G1 anunciou que a plataforma também fará uma transmissão ao vivo da cerimônia, que contará com o trio de apresentadores oficiais da Globo, em exibição conjunta com o G1. Ou seja, este ano vai ter Oscar ao vivo, do começo ao fim, com a equipe da Globo – no G1 e no Globoplay. O sinal da plataforma de streaming estará aberto para não assinantes.

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  • Filme

    Oscar 2021 abre mais espaço para streaming e diversidade

    25 de abril de 2021 /

    A disputa do Oscar 2021 é um retrato da situação do mercado cinematográfico atual, impactado pela pandemia de coronavírus, em que faltam blockbusters e cada vez mais filmes são lançados diretamente em streaming. O título com mais indicações, “Mank”, é da Netflix. E dos oito que disputam a categoria principal, apenas um foi produzido por um grande estúdio tradicional, “Judas e o Messias Negro”, da Warner. A retração do mercado causada pela covid-19 sepultou todos os argumentos contra o streaming, que tinha um detrator declarado em Steven Spielberg. O famoso cineasta chegou a esboçar um movimento para barrar produções do gênero no Oscar. Mas a natureza agiu de forma inesperada, mudando o destino da humanidade e da Academia. A pandemia também precipitou um grande aumento na compra de Smart TVs de tamanho família, diminuindo as diferenças entre as telas grandes do cinema e as da sala de estar. A questão de se o Oscar estaria pronto para aceitar o streaming foi superada com as 35 indicações conquistadas pela Netflix, um total não visto desde a “era de ouro” da Miramax de Harvey Weinstein, que acumulou 40 em 2003. Além disso, só o streaming tem apostado no mais cinematográfico de todos os formatos: o filme em preto e branco. Após produzir dessa forma o premiado “Roma”, de Alfonso Cuarón, a Netflix emplacou o preto e branco “Mank”, de David Fincher, na disputa de Melhor Filme. Antes da Netflix, o último filme em preto e branco a disputar – e vencer – o Oscar tinha sido “O Artista” em 2012, uma produção francesa. O último longa americano foi “A Lista de Schindler” em 1994 – dirigido adivinhe por quem? – , de Steven Spielberg. A falta de blockbusters também resgatou a participação do cinema independente na premiação da Academia. Desde a consagração de “Moonlight”, em 2017, os indicados vinham privilegiando produções de distribuição ampla e grandes bilheterias. A vitória de “Parasita”, no ano passado, foi notável não apenas por destacar um filme estrangeiro, mas por destoar do sucesso comercial de todos os demais concorrentes, a começar pelo longa com mais indicações, “Coringa” (US$ 1 bilhão nas bilheterias). A guinada pós-“Moonlight” se deu por pressão da rede ABC, que exibe o Oscar na TV americana, em reação à queda da audiência da cerimônia. Por conta disso, a Academia chegou até a cogitar, brevemente, a inclusão de uma categoria de Oscar de Filme Popular, mas abandonou as discussões após o tema se provar controverso entre seus membros. Com a relação dos indicados deste domingo (25/4), com excesso de filmes indies de distribuição precária devido à pandemia, a ABC já espera pelo inevitável recorde negativo. Mas até que ponto bilheteria realmente representa público em 2021? O Oscar também servirá para avaliar se o streaming é um fator diferencial. Com muitos candidatos disponíveis na Netflix, Amazon, Disney Plus e até em VOD, o público dos EUA (e em certa medida também do Brasil) tem, na verdade, maior acesso aos indicados – e no conforto do lar. O fato de o streaming e o cinema indie voltarem a ser temas principais das discussões acerta do Oscar revela outro detalhe da premiação deste ano: como ela se distanciou das críticas do #OscarSoWhite. Os questionamentos raciais ficaram para outros prêmios, enquanto a Academia avança cada vez mais em sua política de inclusão. O Oscar 2021 marca muitos avanços. Pela primeira vez, um longa com uma equipe de produtores totalmente negra, “Judas e o Messias Negro”, está sendo recebida na competição de Melhor Filme. Pela primeira vez, um intérprete de descendência asiática, Steven Yeun (“Minari”), e um muçulmano, Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”), vão concorrer ao prêmio de Melhor Ator. E pela primeira vez duas mulheres, Chloé Zhao (“Nomadland”) e Emerald Fennell (“Bela Vingança”), disputarão o Oscar de Melhor Direção – prêmio até hoje vencido apenas por uma cineasta, Kathryn Bigelow por “Guerra ao Terror” em 2010. Chloé Zhao, a diretora de “Nomadland”, ainda entrou na lista seleta de cineastas com quatro indicações individuais num único ano – número inferior apenas à façanha do fenômeno Walt Disney, indicado seis vezes em 1954. Para aumentar a representatividade, Chloé Zhao é chinesa. E pelo segundo ano consecutivo (depois de “Parasita” no ano passado), um filme com um elenco central composto por atores de ascendência coreana, “Minari”, vai disputar a categoria principal. De fato, o impulso por maior diversidade não se limitou a raça, gênero e até idade, seguindo ainda a inclinação recente da Academia para se tornar um órgão mais internacional. Isto pode ser visto na inclusão do grande cineasta dinamarquês Thomas Vinterberg na disputa de Melhor Direção por “Druk – Mais uma Rodada” (que também foi nomeado como Melhor Filme Internacional), no lugar de nomes como Aaron Sorkin, por “Os Sete de Chicago”, ou Regina King, por “Uma Noite em Miami”. Neste contexto, vale reparar que “Collective”, de Alexander Nanau, vencedor da Competição Internacional do É Tudo Verdade 2020, tornou-se não só o primeiro longa romeno a disputar o prêmio de Melhor Filme Internacional, mas também o segundo título já nomeado simultaneamente para esta categoria e Melhor Documentário, depois do turco-macedônio “Honeyland” no ano passado. Entre os intérpretes, o falecido Chadwick Boseman é favoritíssimo a vencer um Oscar póstumo de Melhor Ator por seu desempenho no último papel de sua carreira, em “A Voz Suprema do Blues”. O fato dele levar vantagem numa categoria que ainda inclui Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) e Steven Yeun (“Minari”), além de reconhecer os veteranos Anthony Hopkins (“Meu Pai”) e Gary Oldman (“Mank”), serve de resumo para o tamanho da inclusão e diversidade atingidos pelos Oscar 2021. Mesmo assim, ainda não é o Oscar ideal, por continuar a deixar conservadores ditarem pauta comportamental e barrar alguns dos melhores candidatos. Impossível esquecer como eleitores conservadores transformaram o medíocre “Crash” em Melhor Filme de 2005 ao se recusarem a assistir ao principal candidato, “O Segredo de Brokeback Mountain”, por ser um romance gay. Ainda mais porque a história voltou se repetir em 2021, com muitos votantes se recusando a considerar “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” por retratar o aborto adolescente. Premiado nos festivais de Sundance e Berlim, entre outros, o filme da cineasta Eliza Hittman não foi lembrado em nenhuma categoria do Oscar 2021. Detalhe: com 99% de aprovação em mais de 220 resenhas avaliadas no Rotten Tomatoes, “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” supera com folga as supostas qualidades da grande maioria dos candidatos ao prêmio principal da noite deste 25 de abril, inclusive de “Nomadland”, o grande favorito, que atingiu “apenas” 94% na média das avaliações dos críticos da América do Norte e do Reino Unido. Os vencedores da premiação serão conhecidos durante a transmissão televisiva, marcada para começar a partir das 20h nos canais pagos TNT e TNT Séries e na plataforma TNT Go. A rede Globo também vai exibir o Oscar 2021, mas só levará a cerimônia ao ar após o “Big Brother Brasil”, em sua reta final.

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  • Etc

    Oscar 2021 quer ser o mais cinematográfico de todos

    25 de abril de 2021 /

    Afinal de contas, o Oscar é um evento cinematográfico ou um programa de TV? A questão é relevante porque, embora premie os melhores do cinema, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA sofre pressão constante da rede ABC para que sua cerimônia tenha grande audiência. E historicamente esta pressão tem influenciado várias decisões, inclusive a seleção dos indicados. Desde a vitória de “Moonlight” em 2017, os organizadores do Oscar têm recebido orientações explícitas da rede televisiva do grupo Disney para ter mais artistas e filmes populares em sua seleção. Isto levou até à discussão da criação de uma categoria de Melhor Filme Popular em 2018 – prontamente rechaçada pela crítica. A pressão acabou resultando na inclusão de cada vez mais blockbusters, inclusive filmes de super-heróis, na disputa do prêmio principal. Só que isso não teve o efeito desejado. A audiência, na verdade, desabou de vez. Vale a pena comparar. A vitória de “Moonlight”, um filme independente de temática LGBTQIA+, com diretor e elenco negros, foi vista por 32,9 milhões de pessoas – o pior público da premiação até então. No ano passado, com o blockbuster “Coringa” no páreo, a audiência foi de 23,6 milhões. Quem apontar que a vitória histórica de “Parasita”, uma produção sul-coreana, alienou o público vai ignorar que os demais candidatos representavam as maiores bilheterias já reunidas numa lista de indicações – além disso, o resultado surpreendente só foi conhecido ao fim da transmissão. A conclusão é óbvia. O que torna o Oscar duro de assistir não são os candidatos. É o formato. Durante anos, o evento foi influenciado pelos musicais da Broadway, com shows de dança e canções entre seus anúncios de premiados. Vestidos em trajes de gala, os apresentadores também evocam bailes de elite de dois séculos atrás. O Oscar é antiquado, careta, cafona, porque muitos de seus eleitores e seu comitê organizador são da época em que se falava careta e cafona. Nos últimos seis anos – desde que a hashtag #OscarSoWhite abalou a Academia – , várias mudanças de bastidores foram feitas no processo de votação, em busca de maior representatividade entre os eleitores, que conseguiram de fato assegurar indicados mais inclusivos. Ao mesmo tempo, porém, pouco mudou no palco do Dolby Theatre – fora sua mudança de nome, diante das dificuldades financeiras da Kodak, que batizava o local. A pandemia de coronavírus proporcionou um novo desafio e uma alternativa radical ao Oscar de sempre. Afinal, com poucos blockbusters no mercado, por opção dos próprios estúdios, o período acabou trazendo de volta o cinema independente ao primeiro plano, além de abrir de vez as portas da Academia para o streaming. Logicamente, grandes bilheterias ficaram de fora da premiação. Sem saída senão inovar, o Oscar inovou – uma aposta que pode dar certo ou errado, mas que finalmente foi feita. Entre outras coisas, a cerimônia vai se passar numa estação de trem, a Union Station de Los Angeles, mudando toda a expectativa do ambiente. Mais que isso: a premiação está sendo encarada, pela primeira vez, com uma visão cinematográfica – em vez da tradicional abordagem de programa de variedades. Haverá um cenário, tema, enquadramentos e roteiros com padrões de cinema, garantem os organizadores. Os responsáveis pela cerimônia incluem um cineasta indie, Steven Soderbergh, uma produtora de filmes cults, Stacey Sher, e o produtor Jesse Collins, que este ano encenou a melhor cerimônia de premiação da indústria do entretenimento americano, o Grammy Awards. A experiência de Collins, ao realizar o primeiro evento de premiação presencial do ano, influenciou a decisão de fazer um Oscar sem participações por videochamadas – artistas europeus que não puderam viajar a Los Angeles contracenarão com os colegas em cenários especiais preparados em Londres e Paris. Esta proposta coincidiu com a expertise de Soderbergh como diretor de “Contágio”, que já o tinha colocado à frente dos esforços de Hollywood na elaboração de protocolos de trabalho durante a pandemia. Soderbergh também é ousado por natureza, sempre buscando formatos diferentes para contar suas histórias. Para completar, Sher (a produtora de “Pulp Fiction”!) trouxe a capacidade de transformar projetos inovadores em realizações factíveis. A maioria dos detalhes estão sendo guardados para o público descobrir ao vivo, durante a noite deste domingo (25/4), mas uma coisa os três fizeram questão de reforçar: o Oscar 2021 será o mais cinematográfico de todos, ainda que continue a ser exibido pela televisão. A transmissão está marcada para começar a partir das 20h nos canais pagos TNT e TNT Séries, na plataforma TNT Go e na rede Globo (somente o final, após o “Big Brother Brasil”).

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  • Filme

    Conheça os 40 filmes que concorrem ao Oscar 2021

    25 de abril de 2021 /

    Conseguiu ver todos os filmes que disputam o Oscar 2021? Neste ano, 40 longas foram selecionados – além de 15 curtas – , mas apesar de muitos terem sido disponibilizados em streaming, pelo menos um forte candidato à consagração na cerimônia deste domingo (25/4) ainda permanece inédito no Brasil: “Bela Vingança”, candidato a cinco troféus. Dificultando ainda mais a vida dos cinéfilos, as distribuidoras atrasaram a estreia de outros grandes favoritos, como “Minari”, “Judas e o Messias Negro” e “Nomadland”, que só tiveram lançamentos na véspera da premiação e exclusivamente nos cinemas – fechados até ontem em São Paulo, maior mercado cinematográfico do país. Além disso, alguns filmes da disputa de Melhor Filme Internacional e Documentário não conseguiram chegar a tempo nem em streaming – e “Quo Vadis, Aida” estreou só na sexta em VOD. Assim fica difícil. Por isso, visando ajudar a situar o público interessado na entrega dos prêmios, preparamos um lista diferenciada dos 40 longas que disputam troféus. Diferente da tradicional listagem por categoria divulgada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA e reproduzida pela imprensa em todo o mundo, a relação foi organizada por filmes. Cada longa que concorre ao Oscar pode ser visto abaixo acompanhado por suas respectivas indicações e representado por seus trailers, o que facilita a identificação, dá uma ideia do que trata cada título e evidencia quais são os mais nomeados. Os vencedores serão conhecidos durante a transmissão televisiva marcada para começar a partir das 20h nos canais pagos TNT e TNT Séries, na plataforma TNT Go e na rede Globo (somente o final, após o “Big Brother Brasil”). Obs: A expressão “Design de Produção” foi simplificada como Cenografia com o intuito de melhorar sua compreensão e diminuir a quantidade de caracteres das indicações.     Mank | Filme, Direção, Ator, Atriz Coadjuvante, Fotografia, Edição, Cenografia, Figurino, Trilha, Som, Cabelo & Maquiagem     Nomadland | Filme, Direção, Atriz, Roteiro Adaptado, Fotografia, Edição     Minari | Filme, Direção, Ator, Atriz Coadjuvante, Roteiro Original, Trilha     Judas e o Messias Negro | Filme, Ator Coadjuvante 1, Ator Coadjuvante 2, Roteiro Original, Fotografia, Canção     Os 7 de Chicago | Filme, Ator Coadjuvante, Roteiro Original, Fotografia, Edição, Canção     Meu Pai | Filme, Ator, Atriz Coadjuvante, Roteiro Adaptado, Cenografia, Edição     O Som do Silêncio | Filme, Ator, Ator Coadjuvante, Roteiro Original, Edição, Som     Bela Vingança | Filme, Direção, Atriz, Roteiro Original, Edição     A Voz Suprema do Blues | Ator, Atriz, Figurino, Cenografia, Cabelo & Maquiagem     Relatos do Mundo | Fotografia, Cenografia, Trilha, Som     Uma Noite em Miami | Ator Coadjuvante, Roteiro Adaptado, Canção     Soul | Animação, Trilha, Som     Borat: Fita de Cinema Seguinte | Atriz Coadjuvante, Roteiro Adaptado     Druk – Mais uma Rodada | Direção, Filme Internacional     Collective | Documentário, Filme Internacional     Era Uma Vez um Sonho | Atriz Coadjuvante, Cabelo & Maquiagem     Tenet | Cenografia, Efeitos Visuais     Mulan | Figurino, Efeitos Visuais     Emma. | Figurino, Cabelo & Maquiagem     Pinóquio | Figurino, Cabelo & Maquiagem     Os Estados Unidos vs. Billie Holiday | Atriz     Pieces of a Woman | Atriz     O Tigre Branco | Roteiro Adaptado     Amor e Monstros | Efeitos Visuais     O Céu da Meia-Noite | Efeitos Visuais     O Grande Ivan | Efeitos Visuais     Greyhound: Na Mira do Inimigo | Som     Destacamento Blood | Trilha     Festival Eurovision da Canção | Canção     Rosa e Momo | Canção     Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica | Animação     A Caminho da Lua | Animação     Shaun, o Carneiro: O Filme – A Fazenda Contra-Ataca | Animação     Wolfwalkers | Animação     Quo Vadis, Aida? | Filme Internacional     Better Days | Filme Internacional     O Homem que Vendeu sua Pele | Filme Internacional     Crip Camp: Revolução Pela Inclusão | Documentário    

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  • Filme

    Mortal Kombat vence luta pelas bilheterias dos EUA

    25 de abril de 2021 /

    “Mortal Kombat” saiu-se vencedor da disputa pela liderança das bilheterias da América do Norte. E foi mesmo uma luta. Pela primeira vez desde o começo da pandemia, dois filmes travaram uma competição pela venda de ingressos, resultando na maior arrecadação total de fim de semana em mais de um ano nos EUA e no Canadá. A adaptação do videogame faturou US$ 22,5 milhões em 3.073 cinemas, a segunda maior estreia da pandemia, perdendo apenas para “Godzilla vs. Kong” (US$ 31 milhões em março). Vale lembrar que ambos são produções da Warner Bros. e tiveram lançamentos simultâneos em streaming para assinantes da HBO Max, o que torna seus desempenhos ainda mais impressionantes. Em comunicado, Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica da Warner Bros., exaltou a performance de “Mortal Kombat”: “Este fim de semana foi uma verdadeira vitória para a indústria”. De fato, o sucesso de “Mortal Kombat” foi acompanhado de perto por “Demond Slayer: Mugen Train”, animação japonesa baseada numa série anime popular, que atingiu US$ 19,5 milhões. Somando os outros filmes em cartaz, as bilheterias tiveram uma receita estimada em US$ 54,2 milhões entre todos os cinemas norte-americanos abertos entre sexta e este domingo (25/4), assinalando o começo de um retorno à normalidade para um mercado extremamente afetado pela epidemia de coronavírus. O Top 5 contou com “Godzilla vs. Kong” (US$ 4,2 milhões), “Anônimo” (US$ 1,8 milhão) e “Raya e o Último Dragão” (US$ 1,6 milhão). Destes três, penas “Anônimo” é inédito no Brasil. O filme de ação estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) tem estreia nacional marcada para 13 de maio. O êxito de “Demond Slayer” ainda ampliou o histórico recordista da produção. Lançado em seu país de origem no final do ano passado, o filme chegou aos EUA com a fama de fenômeno, após se consagrar como a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos, e ainda recebeu elogios rasgados da imprensa especializada. Na disputa da preferência crítica, “Demond Slayer” venceu com folga, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, quase o dobro da boa vontade despertada por “Mortal Kombat”, considerado medíocre com seus 55%. Graças ao desempenho norte-americano, a animação japonesa ultrapassou a marca de US$ 440 milhões de bilheteria mundial. Enquanto isso, “Mortal Kombat” chegou a US$ 50 milhões em todo o mundo em seu primeiro fim de semana em cartaz. O filme japonês não tem previsão de lançamento nacional, mas a série em que se baseia pode ser encontrada na Netflix. Já a adaptação do videogame só vai chegar nos cinemas brasileiros em 20 de maio.

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  • Filme,  Música

    Milva (1939–2021)

    25 de abril de 2021 /

    A cantora e atriz italiana Milva, que foi a mais famosa intérprete da canção “Bella Ciao”, morreu na última sexta (23/4) aos 81 anos, após muitos anos doente, segundo contou a filha Martina Corgnati, com quem vivia em Milão. Apelidada de “Pantera de Goro”, em referência à sua cidade natal, e de “A Vermelha”, por causa de seus cabelos ruivos, Milva estourou ao lançar “Bella Ciao” em 1965. De autoria desconhecida, a música original existia desde o século 19 e virou símbolo da resistência da Itália durante a 2ª Guerra Mundial. Com Milva, a canção se fortaleceu como tornou hino de liberdade e de luta contra o fascismo. Mais recentemente, a música voltou aos holofotes por integrar a trilha sonora da série “La Casa de Papel”, da Netflix. Milva lançou muitas outras canções de sucesso entre os anos 1960 e 1970, e chegou a participar de 15 edições do Festival de Sanremo da Canção, principal concurso musical da Itália, conquistando um 2º lugar em 1962. No mesmo ano, ela estreou no cinema, atuando como coadjuvante em “A Beleza de Hipólita”, de Giancarlo Zagni, ao lado de Gina Lollobrigida. Ao todo, Milva apareceu em 9 filmes até os anos 1990, trabalhando com diretores como o francês Jacques Rouffio e o polonês Krzysztof Zanussi, além de atuar em cerca de 40 peças entre 1964 e 2009. Mas apesar do extenso trabalho como atriz, sempre foi considerada uma cantora pelo público italiano. O presidente da Itália, Sergio Mattarella, afirmou que Milva foi uma “protagonista da música italiana”. “Uma intérprete culta, sensível e versátil, muito apreciada na Itália e no exterior. Expresso meu sentimento de condolências à família”, ele escreveu em seu Twitter. Já o ministro da Cultura, Dario Franceschini, disse que Milva foi uma das cantoras “mais intensas” da história do país. “Sua voz suscitou profundas emoções em gerações inteiras. Uma grande italiana, uma artista que, começando de sua terra amada, alcançou os palcos internacionais, tornando seu sucesso global e levando ao alto o nome de seu país”, salientou.

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  • Etc,  Filme

    Brasileira faz parte da equipe de “Mank” que concorre ao Oscar 2021

    24 de abril de 2021 /

    Uma cenógrafa brasileira integra o time de profissionais do filme “Mank”, produção da Netflix dirigida por David Fincher, que disputa o Oscar 2021 neste domingo (25/4). Daniela Medeiros já recebeu, inclusive, reconhecimento do Sindicato dos Diretores de Arte, levando para casa seu ADG Award como integrante da equipe de “Mank”, premiada com o troféu de Melhor Direção de Arte em Filme de Época do ano. Formada em Arquitetura e Urbanismo e Design de Mobiliário em Curitiba, onde também fez um curso de cinema, ela se mudou para Los Angeles em 2013, a princípio para um mestrado no American Film Institute. Como surgiram convites de trabalho, em filmes da Marvel como “Thor: Ragnarok” e “Homem-Formiga e a Vespa”, ela acabou ficando em Hollywood, onde também trabalhou em “Godzilla II: Rei dos Monstros” e na série “Star Trek: Picard”, entre muitos outros projetos. Em “Mank”, ela foi responsável pelos desenhos de três sets diferentes, que levaram os espectadores de volta aos anos 1930, num trabalho de reconstituição que foi materializado em um grande galpão no centro de Los Angeles. Por conta da pandemia, que restringiu o número de participantes do Oscar, a premiação destacou apenas dois profissionais, chefes de departamento, para acompanhar a cerimônia. Daniela não foi convidada e deve torcer em casa sozinha. Ao todo, “Mank” tem 10 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, mas é favorito apenas na categoria em que a curitibana trabalhou, disputando o prêmio de Melhor Design de Produção com “Meu Pai”, “A Voz Suprema do Blues”, “Relatos do Mundo” e “Tenet”. A artista brasileira está atualmente envolvida nas produções do filme de super-herói “Adão Negro”, para a Warner Bros., e da fábula “Pinóquio, da Disney. Quem quiser conhecer melhor seu trabalho está convidado a visitar seu Instagram, onde ela detalha etapas da produção cenográfica, das plantas arquitetônicas ao visual finalizado das cenas cinematográficas. Clique abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DANIELA MEDEIROS (@danielamedeiros_)

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  • Filme,  Música

    Veja os clipes oficiais das músicas que disputam o Oscar 2021

    24 de abril de 2021 /

    Já conhece as músicas que disputam o Oscar de Melhor Canção? A premiação de 2021, que acontece neste domingo (24/4), será diferente de todas as edições anteriores, com uma abertura dedicada às músicas indicadas à premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Intitulado Oscars: Into the Spotlight, o evento musical servirá de aquecimento para a programação principal e incluirá shows de Celeste, H.E.R., Leslie Odom, Jr., Laura Pausini, Daniel Pemberton, Molly Sandén e Diane Warren. Das cinco músicas indicadas ao Oscar, quatro terão apresentações gravadas nas redondezas do Dolby Theatre, palco tradicional do Oscar em Los Angeles, enquanto a quinta acontecerá em Húsavik, na Islândia. Trata-se, por sinal, da música que tem o nome do local, “Husavik”, que faz parte da trilha do “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars”. As outras músicas indicadas ao Oscar de Melhor Canção são “Fight for You” (de “Judas e o Messias Negro”), “Hear my Voice” (“Os 7 de Chicago”), “Io Sí” (“Rosa e Momo”) e “Speak Now” (“Uma Noite em Miami”). Os shows vão começar às 15h30 da tarde em Los Angeles, horário equivalente às 19h30 da noite em Brasília. Já o evento principal está marcado para às 17h em Los Angeles, 21 horas na capital nacional. A exibição no Brasil vai acontecer pela rede Globo (apenas o final, após o “BBB 21”) e pelo canal pago TNT (a íntegra ao vivo). Veja abaixo os clipes oficiais das canções que disputam o Oscar 2021.     H.E.R.: “Fight For You” | Judas e o Messias Negro     Celeste: “Hear My Voice” | Os Sete de Chicago     Leslie Odom Jr.: “Speak Now” | Uma Noite em Miami     Molly Sandén: “Husavik” | Festival Eurovision da Canção     Laura Pausini: “Io Sí (Seen)” | Rosa e Momo

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  • Filme

    Atriz de “Lucifer” vai escrever continuação de “47 Ronins”

    24 de abril de 2021 /

    A atriz Aimee Garcia, que vive a investigadora forense Ella Lopez em “Lucifer”, vai escrever a continuação do filme de samurais “47 Ronins”, estrelado por Keanu Reeves em 2013, em parceria com a ex-campeã de luta-livre AJ Mendez. A coprodução da Universal Pictures e da 1440 Entertainment será dirigida por outro ator: Ron Yuan, de “Mulan”, que também é coordenador de dublês. “AJ e eu estamos ansiosas para escrever um filme de ação diversificado e inclusivo”, disse Garcia, em comunicado. “A visão do diretor Ron Yuan de misturar artes marciais, terror, cyberpunk e ação foi inspiradora e gostaríamos de agradecer à equipe do 1440 por nos apoiar”. O filme original foi dirigido por Carl Rinsch (seu único longa) e escrito por Chris Morgan (da franquia “Velozes e Furiosos”) e Hossein Amini (“Drive”). Orçado em US$ 175 milhões, arrecadou US$ 151 milhões em todo o mundo e deu grande prejuízo. Não está claro como a continuação será relacionada ao longa anterior, por sua vez baseado num clássico do cinema japonês sobre um grupo de samurais do século 18, que resolveu vingar a morte de seu mestre e acabou derrotado por um shogun impiedoso. A produção vai marcar a estreia de Aimee Garcia e AJ Mendez como roteiristas de cinema, após as duas desenvolverem juntas a adaptação para os quadrinhos da série “GLOW”, da Netflix. Elas criaram juntas uma produtora de mídia, Scrappy Heart, e também estão assinando novas histórias da Mulher-Maravilha, que começarão a ser publicadas em julho pela editora americana DC Comics. Relembre abaixo o trailer de “47 Ronins”.

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  • Série

    Filha de Michael Jackson teria entrado em “American Horror Stories”

    24 de abril de 2021 /

    A atriz e cantora Paris Jackson, filha de Michael Jackson, deve aparecer em breve numa série de terror do produtor Ryan Murphy. A informação foi publicada pelo site americano de celebridades TMZ, que indicou sua participação na 10ª temporada de “American Horror Story”. Entretanto, outras fontes indicam que ela deve atuar, na verdade, na nova série “American Horror Stories”. Jackson deve participar de um dos episódios da vindoura série de antologia da plataforma Hulu, que contará uma história de terror diferente por capítulo. A participação não seria o primeiro papel da carreira da herdeira de Michael Jackson. Ela já apareceu nas séries “Star” e “Pânico” (Scream) e no filme “Gringo” (2018), além de ter atuado nos ainda inéditos “Habit”, com Bella Thorne, e “The Space Between”, com Kelsey Grammer. “American Horror Stories” ainda não têm previsão de estreia, mas devem ser lançada ainda em 2021.

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  • Série

    Jeffrey Dean Morgan revela foto de seu filho como zumbi em “The Walking Dead”

    24 de abril de 2021 /

    Jeffrey Dean Morgan revelou a primeira foto de seu filho nos bastidores de “The Walking Dead”. Gus Morgan, de 11 anos, será um zumbi na temporada final da atração. “Meu filho. Só uma espiadinha…”, ele escreveu ao lado da imagem, acrescentando: “Como pai, devo dizer que é difícil me lembrar de uma época em que tive mais orgulho desse cara. Mal posso esperar para vocês pvê-lo em ação”. Segundo morgan, o menino é fã da série e vai aparecer no quinto episódio da última temporada. “Ele vai passar por todos os protocolos, incluindo os testes de covid-19, para ficar no set”, contou o ator durante participação no programa “The Late Show with James Corden” no começo de abril. “Ele está muito empolgado. É um papel pequeno mas muito legal. A última vez que fizemos uma maquiagem de zumbi nele, quando ele se olhou no espelho, ficou assustado!”, completou. No último episódio da 10ª temporada, Morgan já tinha contracenado com Hilarie Burton (conhecida da série “The OC”), sua esposa na vida real, que interpretou Lucille, a esposa de Negan, durante um longo flashback. A 11ª e última temporada de “The Walking Dead” tem estreia prevista para 22 de agosto, mas será dividida em duas partes, chegando ao fim apenas no segundo semestre de 2022. Durante a entrevista com James Corden, Morgan também revelou que as gravações vão durar um ano e ele só vai sair da Georgia, onde a produção é sediada, em março de 2022. A informação também é um spoiler, apontando que, ao contrário dos quadrinhos, Negan vai participar ativamente de todos – ou da maioria – dos 24 episódios da temporada final. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeffrey Dean Morgan (@jeffreydeanmorgan)

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  • Filme

    Framboesa de Ouro elege documentário trumpista, Sia e Rudy Giuliani como piores do ano

    24 de abril de 2021 /

    Premiação dos piores do ano, o Framboesa de Ouro 2021 teve seus vencedores revelados na tarde deste sábado (24/4), um dia antes da cerimônia do Oscar. E o grande vencedor foi um documentário trumpista, “Absolute Proof”, que alega que a eleição do atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, foi resultado de recorde de fraudes eleitorais. Além de Pior Filme, o delírio conspiratório de extrema direita ainda rendeu o troféu de Pior Ator para o responsável pela coisa toda: o cara-de-pau Mike Lindell, CEO da MyPillow, que também dirigiu a produção. Para completar o clima politizado, o evento ainda consagrou outro canastrão trumpista da vida real: Rudy Giuliani. O ex-prefeito de Nova York e advogado de Donald Trump, que foi pego abrindo as calças em “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, venceu como Pior Coadjuvante e Pior Dupla (com o zíper da calça), aumentando a avacalhação sobre os derrotados na última eleição americana. Giuliani foi levado a aparecer no filme de Sacha Baron Cohen ao participar de uma suposta entrevista conduzida pela atriz indicada ao Oscar Maria Bakalova. Convidado pela falsa jornalista a continuar a conversa em um quarto de hotel, ele aparentemente abre o zíper e enfia a mão dentro das calças, sem perceber as câmeras escondidas. Apesar da ênfase política, o Framboesa de Ouro também fez o que faz de melhor: constranger a velha e má Hollywood. Entre os favoritos a levar framboesas, “Music” confirmou sua ruindade, curiosamente após ser incensado na recente e mais polêmica edição do Globo de Ouro. A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, em inglês) achou que o filme era uma das melhores comédias/musicais do ano e Kate Hudson uma das melhores atrizes. Já a associação dos Razzies (apelido do Framboesa de Ouro) não poderia discordar mais – assim como toda a crítica americana, que deu apenas 8% de aprovação à bomba dirigida pela cantora Sia no Rotten Tomatoes. “Music” levou três Framboesas para casa: Pior Atriz, para Kate Hudson, Pior Atriz Coadjuvante para Maddie Ziegler e Pior Direção para Sia. Já os líderes em indicações ao prêmio, o fracasso infantil “Dolittle” (com Robert Downey Jr.) e o fenômeno adulto “365 Dias” (hit da Netflix), que disputavam seis Framboesas cada, ficaram apenas com uma vitória cada, respectivamente como Pior Remake e Pior Roteiro. Veja abaixo a lista completa dos premiados. Pior Filme “Absolute Proof” Pior Ator Mike Lindell, por “Absolute Proof” Pior Atriz Kate Hudson, por “Music” Pior Atriz Coadjuvante Maddie Ziegler, por “Music” Pior Ator Coadjuvante Rudy Giuliani, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Pior Dupla Rudy Giuliani e o Zíper de Sua Calça, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Pior Diretor Sia, por “Music” Pior Roteiro “365 Dias” Pior Remake, Cópia ou Sequência “Dolittle” (remake)

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  • Série

    Estrelada por Ewan McGregor, minissérie sobre o estilista Halston ganha imagens

    24 de abril de 2021 /

    O produtor Ryan Murphy (“Pose”, “American Horror Story”) divulgou em seu Instagram o pôster e as fotos de personagens de sua nova atração na Netflix, a minissérie “Halston”, baseada na vida badalada do estilista Roy Halston Frowick na Nova York da era disco. As imagens, inclusive, imitam fotos de polaroides tiradas na famosa casa noturna Studio 54. Halston foi um dos maiores nomes da moda dos anos 1970. Seus designs minimalistas e limpos, muitas vezes feitos de cashmere ou ultrasuede, tornaram-se um fenômeno nas discotecas e redefiniram a moda americana. Mas ele perdeu toda a sua fortuna com problemas financeiros na década seguinte e morreu de Aids logo em seguida, nos anos 1990, aos 57 anos de idade. O protagonista é vivido por Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) e o elenco ainda inclui Krysta Rodriguez (“Daybreak”), que viverá Liza Minnelli, Rebecca Dayan (“Noviciado”) como Elsa Peretti, Bill Pullman (“The Sinner”) como David Mahoney, o venezuelano Gian Franco Rodriguez (“Simón”) como Victor Hugo, David Pittu (“A História Verdadeira”) com Joe Eula, Sullivan Jones (“The Looming Tower”) como Ed Austin, Rory Culkin (“Waco”) como o cineasta Joel Schumacher, Kelly Bishop (“Gilmore Girls”) como Eleanor Lambert, e Vera Farmiga (“Invocação do Mal”) como Adele. Com cinco episódios, a minissérie também ganhou previsão de estreia: 14 de maio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)

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