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  • Etc

    Fotos confirmam romance de Olivia Wilde e Harry Styles

    6 de julho de 2021 /

    O que era boato ganhou fotos. Olivia Wilde e Harry Styles foram clicados se beijando durante um passeio de iate no litoral italiano. Um paparazzo flagrou toda a intimidade das férias românticas do casal, e a imagem correu o mundo. Embora até o momento eles não tenham se pronunciado sobre o relacionamento, os fãs já aprovaram o casal, celebrando o beijo sob o céu do Mediterrâneo. O relacionamento teria começado nos bastidores de “Don’t Worry Darling”, filme ainda inédito dirigido por Wilde e estrelado por Styles. No começo da produção, a atriz não escondeu sua felicidade por contar com a participação do cantor no elenco. “Eu fiz uma pequena dança da vitória”, confessou Wilde para a revista Vogue. A atriz de 37 anos terminou seu casamento de nove anos com o comediante Jason Sudeikis no início de 2020, enquanto o cantor de 27 anos está solteiro desde 2018, quando se separou da modelo Camille Rowe. Harry Styles and Olivia Wilde can't keep their hands off each other in Italy https://t.co/YMWdbtIZUF pic.twitter.com/nOm2zi1uiX — Page Six (@PageSix) July 5, 2021

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  • Filme

    Trailer da continuação de “Rua do Medo” homenageia terror dos anos 1970

    5 de julho de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado do segundo filme da trilogia “Rua do Medo”. A prévia reforça a conexão entre os dois primeiros longas ao apresentar a nova história como um grande flashback passado nos anos 1970, que homenageia “Sexta-Feira 13” e outros terrores de acampamentos de verão, e é estrelado por Sadie Sink, de “Stranger Things” A trama é inspirada na famosa coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil”. Com livros publicados desde 1989, “Rua do Medo” é a segunda maior franquia do escritor, perdendo apenas para a mais popular de todas, “Goosebumps”, que já virou série de TV e filmes. Outra informação importante sobre o projeto é que os filmes têm classificação etária mais elevada que os livros, originalmente feitos para pré-adolescentes. Dirigidos por Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes estão sendo lançados semanalmente às sextas. “Rua do Medo: 1994” saiu no dia 2 e o próximo, “Rua do Medo: 1978”, chega no dia 9.

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  • Filme

    “A Guerra do Amanhã” quebra recorde de audiência na Amazon

    5 de julho de 2021 /

    O filme “A Guerra do Amanhã” teria quebrado o recorde de audiência da Amazon nas primeiras 48 horas de seu lançamento no Prime Video. A notícia foi dada pelo protagonista Chris Pratt em seu Instagram. Ele publicou um vídeo no domingo (4/7) em que agradeceu aos fãs pelo sucesso do longa. “Obrigado a todos que assistiram ‘A Guerra do Amanhã’ no final de semana. As primeiras 48 horas de audiência no Prime Video quebraram todos os recordes. Filme nº1 nos streamings ao redor do mundo!! E não poderíamos ter feito isso sem cada um de vocês”, comemorou o ator. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Eles querem recrutar soldados e civis para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. E o personagem de Pratt é um dos voluntários, um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo com sua filha adulta do futuro (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”). Considerado um amontado de clichês pela crítica internacional, o filme teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt)

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  • Etc

    Filha de Bruce Lee enquadra Quentin Tarantino: “Homem branco de Hollywood”

    5 de julho de 2021 /

    Depois de ouvir seu pai ser mais uma vez ofendido por Quentin Tarantino, a produtora Shannon Lee (“Warrior”), filha do ator Bruce Lee, publicou um longo desabafo na revista The Hollywood Reporter. A briga entre Shannon Lee e Tarantino se tornou pública pela primeira vez quando ela reclamou do tratamento dado a seu pai em “Era uma Vez em… Hollywood”, após incontáveis casos de atores brancos pegaram papéis que podiam ser dele, passando-se por asiáticos. Para a filha do ex-ator e grande mestre das artes marciais, falecido em 1973, Tarantino podia ter tentado mostrar como Lee era estereotipado, em vez de desrespeitá-lo e retratá-lo como um asiático arrogante que puxava brigas com dublês. Na época do lançamento de “Era uma Vez… em Hollywood”, o diretor defendeu sua versão dizendo que “Bruce Lee era meio que um cara arrogante mesmo”. “O jeito que ele falava… Eu não inventei, ouvi ele falar coisas como essas. As pessoas me dizem ‘Ele nunca disse que poderia derrotar Muhammad Ali’, mas ele disse sim. E não foi só ele quem disse isso, sua esposa também. A primeira biografia dele que li foi ‘Bruce Lee: The Man Only I Knew’, de Linda Lee, e ela absolutamente disse isso.” O assunto voltou à tona no fim de semana, quando Tarantino foi divulgar o livro que expande a história do filme – lançado na terça passada (29/6) no Brasil. Em uma entrevista para o podcast “The Joe Rogan Experience”, o diretor baixou o nível ao voltar à carga. “Eu consigo entender a filha dele ter um problema com isso [a maneira como Lee foi interpretado]. É a p*rra do pai dela, eu entendo. Mas qualquer outra pessoa, vá chupar um p**!”. A resposta extremamente arrogante e mal-educada irritou de vez Shannon Lee, que foi convidada pelo THR a escrever uma coluna sobre a questão. “Como vocês já sabem, a forma como Bruce Lee foi retratada em ‘Era uma vez em… Hollywood’ pelo Sr. Tarantino, na minha opinião, foi pouco fiel e desnecessária, para dizer o mínimo (por favor, não vamos culpar o ator Mike Moh. Ele fez o que pôde com o que lhe foi dado). E embora eu esteja grata que o Sr. Tarantino tenha reconhecido tão generosamente a Joe Rogan que eu possa ter meus sentimentos sobre sua representação de meu pai, eu também sou grata pela oportunidade de poder expressar o seguinte: estou cansada pra c*ralho de homens brancos em Hollywood tentando me dizer quem era Bruce Lee”, escreveu Shannon. “Estou cansada de ouvir de homens brancos de Hollywood que ele era arrogante e um c*zão, quando eles não têm ideia e não conseguem entender o que pode ter sido necessário para conseguir trabalho em Hollywood nos anos 1960 e 1970 para um homem chinês com um (Deus o livre) sotaque, ou tentar expressar uma opinião em um set de filmagens sendo encarado como um estrangeiro e uma pessoa de cor”, continuou. “Estou cansada de homens brancos de Hollywood confundindo sua confiança, paixão e habilidades com arrogância e, logo, achando necessário diminuí-lo, assim como suas contribuições. Estou cansada de homens brancos de Hollywood acharem muito desafiador acreditar que Bruce Lee pode ter sido bom no que fazia e que talvez soubesse fazê-lo melhor que eles”. “Estou cansada de ouvir de homens brancos de Hollywood que ele não era um lutador de artes marciais e que só fazia isso para os filmes. Meu pai vivia e respirava artes marciais. Ele ensinava artes marciais, escrevia sobre artes marciais, criou sua própria arte marcial”, reforçou. “E, já que estamos aqui, estou cansada de me dizerem que ele não era americano (ele nasceu em São Francisco, Califórnia), que ele não era amigo de James Coburn, que ele não era bom com os dublês, que ele saía chamando as pessoas para brigas em sets de filmagens, que minha mãe disse em seu livro que meu pai acreditava que ele venceria Muhammad Ali (não é verdade), que tudo o que ele queria era ser famoso, e muito mais”. Ela finaliza com uma ressalva: “Claro, isso não se aplica a todos os homens brancos de Hollywood. Eu trabalhei com alguns colaboradores e parceiros maravilhosos. Mas encontrei muitos deles ao longo dos anos (e não só em Hollywood) que querem explicar Bruce Lee para mim e usam Bruce Lee quando e como lhes agrada sem reconhecer sua humanidade, seu legado ou sua família”.

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  • Música

    Marisa Monte resgata a MPB do tempo do “Fantástico”

    5 de julho de 2021 /

    A cantora Marisa Monte disponibilizou em seu YouTube o clipe de “Portas”, que interrompe um hiato de cerca de 10 anos sem músicas inéditas. Sem muitos elementos, além da trocas de figurino e truques simples de computação, o vídeo minimalista de Giovanni Bianco (“Girl from Rio”, de Anitta) chama mais atenção pela opção de divulgação: seu lançamento em primeira mão no “Fantástico” resgatou um costume antiquado da MPB, que tinha acabado com o advento da MTV nos anos 1990. Em plena era do YouTube, o capricho de lançar vídeo de fundo branco no programa dominical da Globo parece um aceno analógico de hipster, mas até combina com a sonoridade nostálgica da canção. Não é de hoje que Marisa Monte tenta resgatar sons da MPB de raiz, mais especificamente da época em que Gal Costa e Nara Leão eram parâmetros para as cantoras brasileiras – que teve seu auge quando ainda se lançava clipes no “Fantástico”. Depois de uma década sem novidades, ela continua do ponto em que parou, o que deve agradar seus fãs antigos.

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  • Etc

    Quentin Tarantino compra cinema centenário de Los Angeles

    5 de julho de 2021 /

    O diretor Quentin Tarantino comprou um cinema de quase 100 anos em Los Angeles. Ele revelou nesta segunda (5/7), durante participação no podcast “Armchair Expert”, que comprou o histórico Vista Theatre na Sunset Drive e pretende reabrir a sala de tela única ainda neste ano. “Comprei o Vista na Sunset”, anunciou Tarantino com orgulho no podcast, sem entrar em detalhes do negócio. “Provavelmente vamos abri-lo na época do Natal”. O Vista Theatre foi inaugurado em 9 de outubro de 1923, com capacidade para 400 pessoas, e fechado em março do ano passado, no começo da pandemia de covid-19. Ele não chegou a reabrir como os demais cinemas de Los Angeles, exibindo atualmente em sua marquise apenas a mensagem “To be Continued” (continua). Tarantino já tem um cinema na cidade. Ele é dono do New Beverly desde 2007, onde exibe exclusivamente filmes de 35 mm e 16 mm, a maioria de sua própria coleção pessoal. Este cinema reabriu em meados de junho e tem esgotado todos os ingressos desde que passou a receber o público de volta. Explicando que a decisão de comprar estes cinemas se deve a ligações pessoais, Tarantino surpreendeu ao não fazer uma defesa intransigente do circuito cinematográfico como muitos poderiam imaginar. Ao contrário, disse que alguns dos cinemas que estão falindo em meio a pandemia já vão tarde. “Eu não gosto de ver nenhum cinema fechando, mas alguns desses que se vão, eles merecem mesmo ir”, disse Tarantino no podcast. “Eles já tinham tirado todo o prazer especial dos filmes. São redes de cinema que exibem só filmes comerciais, não apagam as luzes, usam assentos de estádio de m*rda de plástico”, reclamou. “Tem sido uma loucura ao longo da minha carreira ver como a experiência cinematográfica piora para os espectadores a cada cinco anos. No entanto, acho que os cinemas boutique realmente devem prosperar. E não estou falando de pedir nachos e margaritas durante um filme…”, acrescentou, diferenciando entre salas elitistas, que são basicamente restaurantes com filmes, das exibições que respeitam o público e enfatizam os prazeres puramente cinematográficos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael Idov (@michaelidov) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrew Farmer (@thatsajellyfish)

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  • Filme

    Hugh Jackman enlouquece fãs com imagens de Wolverine e do chefão da Marvel

    5 de julho de 2021 /

    Hugh Jackman está dando o que falar nas redes sociais, graças à duas postagens feitas em seu Stories no Instagram. Na verdade, ele fez três publicações que, de certo modo, são relacionadas, mas a primeira foi uma homenagem a Richard Donner, cineasta falecido nesta segunda (5/7), que produziu o filme dos “X-Men” e também o primeiro derivado de Wolverine. Em seguida, ele postou um desenho do Wolverine sem texto. Só que a imagem seguinte mudou completamente o contexto. Jackman publicou sem legendas uma foto em que aparece ao lado de Kevin Feige, chefão do Marvel Studios. Pode ser só uma forma de lembrar que Feige também trabalhou no primeiro longa dos “X-Men”, como produtor associado. Mas também pode ser a prévia da notícia que os fãs querem ver confirmada imediatamente: a volta de Jackman como Wolverine num filme da Marvel – provavelmente em “Deadpool 3”. Vale lembrar que, ao declarar que tinha se aposentado do papel do herói com “Logan” (2017), o ator brincou que só voltaria a viver Wolverine numa condição: se fosse num filme dos Vingadores. Na época, ninguém nem sonhava com os planos da Disney para comprar a 20th Century Fox, o que acabou acontecendo dois anos depois. Com isso, Wolverine já pode estrelar um filme dos Vingadores! Além de “Deadpool 3” – onde a participação é um desejo pessoal de Ryan Reynolds – , também há um boato antigo sobre um filme que juntaria Wolverine e Hulk. Após o alarme falso de “WandaVision”, Kevin Feige não revelou até o momento como vai introduzir mutantes conhecidos, como Wolverine e os X-Men, nas produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel).

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  • Etc,  Filme

    Richard Donner (1930-2021)

    5 de julho de 2021 /

    O diretor Richard Donner, que encantou gerações com clássicos como “A Profecia” (1976), “Superman – O Filme” (1978), “Os Goonies” (1985) e “Máquina Mortífera” (1987), morreu nesta segunda (5/7) aos 91 anos, de causa ainda não revelada. O nome Donner era na verdade apelido de Donald, segundo nome do nova-iorquino Richard Donald Schwartzberg, que estudou teatro na NYU (Universidade de Nova York) e chegou a atuar em peças do circuito off-Broadway, antes de decidir tentar carreira atrás das câmeras. Ele até ensaiou atuar na TV, mas a experiência nunca passou de um punhado de séries, como “Agente da UNCLE” e “Lassie”. Em compensação, ao entrar na indústria televisiva rapidamente se estabeleceu como um dos diretores mais requisitados da década de 1960, somando em período recorde mais de uma centena de episódios de atrações como a própria “Agente da UNCLE”, “Procurado Vivo ou Morto”, “Rota 66”, “O Homem do Rifle”, “Paladino do Oeste”, “O Fugitivo”, “A Ilha dos Birutas”, “Perry Mason”, “James West”, “Agente 86” e principalmente “Além da Imaginação”, onde mostrou sua capacidade de comandar tramas fantásticas. Paralelamente, começou a dirigir seus primeiros filmes, inaugurando a lista com a produção de baixo orçamento “X-15”, estrelada por Charles Bronson. Mas apesar do desejo de fazer cinema, só conseguiu superar a tradicional resistência de Hollywood a profissionais da TV depois de 15 anos de atividades cinematográficas em filmes baratos, quando “A Profecia” estourou nas bilheterias. O terror de 1976 marcou época e inspirou continuações, remake e até uma série, sendo considerado o segundo filme mais assustador da década, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). O sucesso o credenciou a dirigir a produção que levaria os espectadores a “acreditar que um homem pode voar”. Donner entregou tudo o que o marketing anunciou e os fãs esperavam do primeiro filme de super-heróis com grande orçamento. Um ano após “Guerra nas Estrelas” inaugurar a era moderna dos blockbusters, “Superman – O Filme” consolidou a mudança de paradigma e o mercado cinematográfico nunca mais foi o mesmo. Infelizmente, ele brigou com os produtores Alexander e Ilya Salkind durante as filmagens de “Superman II” e acabou ficando sem créditos pelo trabalho seguinte, finalizado por Richard Lester, embora tenha contribuído com várias cenas do longa de 1980. Os fãs puderam ver a diferença quando a Warner restaurou sua versão em 2006, lançada em DVD como “Superman II: The Richard Donner Cut”, no mesmo dia da estreia de “Superman: O Retorno” nos cinemas. Após a frustração com “Superman II”, Donner decidiu montar sua própria produtora em parceria com sua esposa, Lauren Shuler Donner, visando manter maior controle de seus projetos. Foi pela empresa, que hoje é conhecida como The Donners’ Company, que ele lançou seus filmes seguintes e a iniciativa o transformou em milionário. Os primeiros títulos da produtora foram a fantasia medieval “O Feitiço de Áquila” (1982) e a aventura “Os Goonies” (1985), coproduzida por Steven Spielberg. O sucesso desses filmes, especialmente do fenômeno “Goonies”, ainda fizeram de Donner um dos diretores mais admirados da década de 1980. O detalhe é que ele guardou seu lançamento mais bem-sucedido para o final da década. Depois de entreter crianças e adolescentes, Donner ainda revolucionou a velha fórmula dos filmes policiais com “Máquina Mortífera” (1987), apresentando a parceria entre um jovem policial destemido/suicida e outro “muito velho para essa m*rda”. A química entre Mel Gibson e Danny Glover, aliada à combinação de ação e comédia, criou novo fenômeno de bilheteria, que ainda ganhou mais três sequências e permaneceu influente a ponto de inspirar uma série de TV nos últimos anos. Além de dirigir todos os quatro “Máquina Mortífera” ao longo de uma década (até 1998), o diretor voltou a bisar a parceria com Mel Gibson em mais dois longas, a adaptação da série de western “Maverick” (1994) e o thriller “Teoria da Conspiração” (1997). Seus últimos trabalhos como diretor foram a sci-fi “Linha do Tempo” (2003), estrelada por Paul Walker, e o thriller policial “16 Quadras” (2006), com Bruce Willis. Como produtor, Donner ainda trabalhou nos bastidores de continuações de seus sucessos, como “Superman III” e “A Profecia III”, além de ter realizado a trilogia “Free Willy”, a série “Contos da Cripta”, baseada em quadrinhos de terror dos anos 1950, e dois filmes derivados dessa atração. Mas sem dúvida sua maior contribuição longe das câmeras foi ter produzido o filme que lançou a era dos super-heróis da Marvel nos cinemas: “X-Men”, no ano 2000. Nos últimos anos, ele ensaiava voltar a dirigir um último filme, que seria “Máquina Mortífera 5”, resgatando a franquia com os atores originais. O projeto chegou a ser anunciado por Mel Gibson, mas agora não deve mais sair do papel. Apesar da repercussão de seus filmes, Richard Donner nunca teve seu talento reconhecido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mas é um equívoco subestimar seu talento, que rivalizava com os cineastas mais badalados de sua geração. Um dos plano-sequências de “Superman – O Filme” dava inveja em Martin Scorsese.

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  • TV

    Ana Maria Braga testa positivo para covid-19 e se afasta do “Mais Você”

    5 de julho de 2021 /

    A pandemia está atingindo em cheio os apresentadores da TV brasileira. Após Rodrigo Faro na sexta (2/7), Ana Maria Braga teve resultado positivo e já ficou afastada da apresentação do “Mais Você” desta segunda-feira (5/7). A apresentadora fez o exame nas dependências da rede Globo e a situação foi informada pelo repórter Fabricio Battaglini no próprio “Mais Você” desta segunda-feira. Com o afastamento de Ana Maria, ele foi responsável por comandar o programa. “A Ana está bem, os sintomas são leves. Ela está com dor de garganta, um pouquinho cansada. Mas o importante é saber que ela está bem”, explicou Battaglini no programa. Logo após o anúncio, ele conversou ao vivo com a apresentadora, direto do hospital. “Está tudo ótimo, na verdade, dentro do possível. Eu estava achando que era uma ‘gripinha’. Estava mais ou menos assim desde quinta-feira. A gente não espera. Eu nunca penso no pior. Pra mim, está tudo ótimo”, contou Ana. A apresentadora ainda confirmou que descobriu que estava com a doença ao fazer o teste, assim que chegou pela manhã aos estúdios da Globo para gravar o programa. “Deu positivo. Vim aqui [no hospital] só pra conferir. Estou ótima, me sentindo bem. Parece uma gripe, mas já me sossegaram aqui. Mas tem que ficar quietinha”, explicou. Em sua participação, Ana Maria disse que seus sintomas foram mal-estar, dor de garganta e indisposição. Ela ainda declarou que não estava sentindo cheiro de perfume. “É uma coisa meio congestionada. Agora preciso cuidar.” Ela também repetiu o relato no Instagram. “Vim passar aqui avisar que estou bem”, escreveu para tranquilizar os fãs. “Sim, testei positivo para COVID-19. Já tinha tomado as duas doses e mesmo assim fui infectada”, continuou. “Estava com sintomas de gripe desde quinta à noite, mas hoje de manhã perdi meu olfato. Não estava sentindo meu perfume”, detalhou, antes de voltar a dizer que estava bem. “Tirando o mal estar, passo bem. Sem motivos para preocupação. Obrigada pelo carinho de todos! Não estou no programa pelo bem estar e saúde de todos”, completou. Ela deve ficar afastada do “Mais Você” até terminar a quarentena, que geralmente dura 14 dias. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ana Maria Braga (@anamaria16)

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  • Etc

    Larissa Manoela transforma boatos em pauta de respeito LGBTQIAP+

    5 de julho de 2021 /

    O atual passeio de férias de Larissa Manoela pelos Estados Unidos está virando uma novela nas redes sociais. Ou, na definição da própria atriz, uma “fanfic”. Enquanto Larissa compartilha sua felicidade instagramável, com direito à foto em parque temático da Disney, os fãs estão indo à loucura com os boatos de bastidores. Nessa viagem, Larissa conta com a companhia de uma amiga e de sua mãe. Mas, do nada, Silvana Santos, a mãe, fez uma série de comentários revelando que está chateada e gostaria de voltar para casa. Em seguida, deu nada menos que unfollow na filha. Embora Silvana não tenha explicado o que a estava desagradando, não faltaram teorias sobre o que teria causado tamanha insatisfação. E aí começou o segundo boato. A atriz estaria em um relacionamento romântico com a amiga da viagem. A fofoca começou a ganhar grandes proporções, a ponto de Larissa precisar se pronunciar no Twitter, desmentindo a história, mas também aproveitando para reforçar a necessidade de se respeitar a comunidade LGBTQIAP+. “Gente, que coisa mais desnecessária ficar tendo que falar de orientação sexual em pleno 2021”, escreveu Larissa. “Não estou namorando a minha amiga, conforme estão criando essa fic sem noção! Mulheres, ou elas são rivais, ou são namoradas?? Oi??”, continuou. “E seu eu tivesse, não teria que ser tabu. Chega de preconceito, de querer limitar o amor das pessoas”, explicou. “Apesar de não ser lésbica, vamos transformar esse episódio sobre consciência e respeito aos LGBTQIAP+. A luta deles deveria ser a de todos nós. Mais amor, mais respeito”, completou. Gente, que coisa mais desnecessária ficar tendo que falar de orientação sexual em pleno 2021. É preciso ter paciência, respirar e ser didática, como a Professora Helena (captaram o link? 🙃). — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 Dito isto, não, não estou namorando a minha amiga, conforme estão criando essa fic sem noção! Isso é MENTIRA. Mulheres, ou elas são rivais, ou são namoradas?? Oi??Que mundo é esse!!Número 1: não, não tenho relacionamento amoroso com mulheres. — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 E seu eu tivesse, não teria que ser tabu. Chega de preconceito, de querer limitar o amor das pessoas. Não tenho dúvidas sobre a minha orientação sexual. Sim, eu sou hétero. Esse espaço é meu com vocês, para não deixar dúvidas sobre mentiras e especulações. — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 E acrescento: assim como já viajei com outras amigas, outras vão me acompanhar. Sou abençoada por belas e verdadeiras amizades, ainda mais em um mundo em que a superficialidade reina. Valorize seus amigos de verdade! ❤️ — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 Mas a questão não é só essa!! É desrespeitoso espalhar e alimentar mentiras sobre as pessoas. Ainda mais envolvendo uma amiga que não tem nada a ver com isso. Parem de criar mentiras!!E o que mais me chateia é pensar: por que esse assunto ainda é notícia?? — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 Não me relaciono com meninas. Mas isso não deveria ser motivo de deboche e de preconceito disfarçado de curiosidade ou "brincadeira". Precisamos de mais respeito!! — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 Estou aqui em respeito aos meus fãs de verdade, aqueles que não espalham esse tipo de notícia mentirosa. É por vocês e para vocês essa mensagem!! — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021 E mais, apesar de não ser lésbica, vamos transformar esse episódio sobre consciência e respeito aos LGBTQIAP+. A luta deles deveria ser a de todos nós. Mais amor, mais respeito. — LARISSA MANOELA (@larimanoela) July 5, 2021

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  • Etc

    Estrela de “Bridgerton” está namorando humorista do “Saturday Night Live”

    5 de julho de 2021 /

    Tem novo casal assumido em Hollywood. A atriz inglesa Phoebe Dynevor, estrela da série “Bridgerton”, e o comediante americano Pete Davidson, do humorístico “Saturday Night Live”, decidiram demonstrar seu romance publicamente no fim de semana. Eles já vinham sendo alvo de boatos desde março, após fotos de paparazzi flagrarem a proximidade, mas desta vez não foram apenas clicados lado a lado. Os dois foram assistir juntos a uma partida de tênis de Roger Federer, em Wimbledon, e não esconderam o afeto, abraçando-se em vários momentos. O comediante ainda deu um beijinho na testa da atriz, quando ela se acomodou em seus braços. Dynevor está atualmente gravando a 2ª temporada de “Bridgerton” em Londres, e Davidson está passando uma temporada na cidade. Pete Davidson and Phoebe Dynevor are so cute together ✨ I love how happy he’s looking ❤️ pic.twitter.com/wYfv5BkHcZ — Katharine 🖤🌻 (@MIW_Kat) July 3, 2021

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  • Etc,  Filme

    Vladimir Menshov (1939–2021)

    5 de julho de 2021 /

    O diretor de cinema russo Vladimir Menshov, premiado com o Oscar em 1981, morreu de covid-19 nesta segunda (5/7), aos 81 anos Nascido em 1939 em Baku, no Azerbaijão soviético, Vladimir Menshov começou a filmar curtas em 1968, antes de estrear como roteiristas de em 1974 e dirigir seu primeiro longa em 1977, “Practical Joke”. Ele se mundialmente conhecido por seu segundo filme de longa-metragem, “Moscou não Acredita em Lágrimas” (1980), que venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, um dos dois únicos prêmios da Academia conquistados pela União Soviética. Menshov escreveu, dirigiu, produziu e atuou no filme, que acompanhava a vida de três mulheres, da juventude ao começo da velhice, refletindo seus sonhos e desejos ao virem de cidades pequenas para Moscou. Seus filmes seguintes não tiveram o mesmo alcance, mas sua comédia “Love and Pigeons”, lançada em 1984, encontrou grande sucesso local e continua sendo uma das mais assistidas na televisão russa. Menshov também se destacou como ator, sendo convidado a participar de projetos de vários colegas após atuar em “Moscou não Acredita em Lágrimas”. Ele participou de cerca de 100 filmes russos como ator, incluindo alguns sucessos de alcance internacional, como “O Mensageiro” (1986) e “Cidade Zero” (1988), de Karen Shakhnazarov, além do terror “Guardiões do Dia” (2006), de Timur Bekmambetov. Um de seus últimos trabalhos, “Legenda No. 17”, lhe rendeu o Georges, prêmio Nacional do Cinema Russo, como Melhor Ator Coadjuvante em 2013. Além da carreira na indústria cinematográfica, ele também deu aulas de direção na VGIK (Instituto Gerasimov de Cinematografia), prestigiosa escola de cinema de Moscou.

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  • Filme

    Estrela de “Velozes e Furiosos” será Noiva de Drácula

    4 de julho de 2021 /

    A atriz Nathalie Emmanuel, que interpreta a hacker Ramsey na franquia “Velozes e Furiosos”, vai estrelar “The Bride” (A Noiva), uma produção da Screen Gems (do grupo Sony) inspirada pelo clássico romance gótico “Drácula”, de Bram Stoker. O terror vai se passar nos dias de hoje e contar a história de uma jovem (Emmanuel) que é cortejada e seduzida, apenas para perceber que se encontra no meio de uma conspiração gótica em andamento. O ator Garrett Hedlund (“Mudbound”) também está no elenco, mas seu papel não foi confirmado. “The Bride” tem roteiro de Blair Butler (“Parque do Inferno” e série “Hellstrom”) e direção da australiana Jessica M. Thompson (“The Light of the Moon”). escreveu o roteiro original, baseado em seu argumento de venda, com revisões de Thompson. Emile Gladstone está produzindo. Emmanuel a seguir será visto na nona edição de Fast & Furiou s e em Army of Thieves, a prequela de Army of the Dead de Zack Snyder . Anteriormente, ela estrelou como Missandei na série de sucesso Game of Thrones da HBO ; A minissérie de Hulu, Four Weddings & a Funeral; e Die Hart, de Quibi , no qual ela contracenou com Kevin Hart e John Travolta. Hedlund apareceu mais recentemente em The United States vs. Billie Holiday, de Lee Daniels . Seus outros créditos incluem Triple Frontier, contracenando com Ben Affleck, Mudbound e Tron: Legacy, indicado ao Oscar . A seguir, ele vai estrelar The Plowman, ao lado de Robert Duvall e dirigido por Ed Harris. Thompson é mais conhecido por A Luz da Lua, seu vencedor do Prêmio do Público SXSW 2017 de Melhor Filme Narrativo . Os créditos de Butler incluem Polaroid e Helstrom da Marvel .

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