Alguém morreu no final de “The Boys”? Criador diz que até Black Noir vai voltar
O final sangrento da 3ª temporada de “The Boys” deixou um saldo de mortos e feridos, que começou a ser revertido ainda antes dos últimos minutos do episódio, disponibilizado na sexta (8/7) na plataforma Prime Video, da Amazon. Os spoilers a seguir são tão violentos quanto a série. Considerados oficialmente mortos, Soldier Boy (Jensen Ackles) e Maeve (Dominique McElligott) reapareceram vivos, para se despedir da trama principal – provisoriamente, segundo o criador da série Eric Kripke. Já Black Noir (Nathan Mitchell), cujo assassinato nas mãos do Capitão Pátria (Antony Starr) não foi anunciado pela mídia afiliada à Vought, teria sido o único herói realmente morto no último capítulo. Mas vai voltar já na próxima temporada. Como assim? Em entrevista ao site americano TVLine, Kripke explicou: “Aqui está o que eu direi para qualquer fã de Black Noir que está de luto por sua morte: um super-herói mascarado completamente silencioso é superfácil de reescalar. E há uma razão para eles [Vought] não terem dito ao público que Noir está morto. Portanto, esta não é a última vez que vimos Noir. Esta é apenas a última vez que vimos dessa versão.” Ou seja, outra pessoa vai aparecer sob o uniforme de Black Noir na próxima temporada, encobrindo mais uma morte causada pelo Capitão Pátria. Kripke também falou sobre os outros personagens que tiveram a morte exagerada na mídia da Vought. “Soldier Boy provavelmente não vai reaparecer em curto prazo. Mas há uma razão muito específica para não matá-lo”, disse Kripke. “A série não vai terminar sem que Soldier Boy apareça novamente. Para que a história vá aonde precisamos que a história vá, às vezes você precisa colocar os personagens no banco por um minuto. Mas só porque eles estão no banco não significa que eles não vão voltar ao jogo”. Esse minuto no banco reflete o fato de que Jensen Ackles vai participar da próxima temporada de “Big Sky”. Assim que estiver livre, ele pode receber uma ligação de Kripke. O produtor também pretende trazer Maeve de volta, numa decisão que contraria os quadrinhos em que a série é baseada – a personagem morreu na história impressa. “Em nenhum momento eu considerei matar Maeve”, disse Kripke. “Nós estávamos intencionalmente construindo um final feliz para ela, por muitas razões. Um, ela merecia. Acredite ou não, ‘The Boys’ é um universo moral, e quando você faz as escolhas certas, você é recompensado, e ela merecia um final feliz com Elena.” O produtor também estava ciente das implicações que a morte da bissexual Maeve teria no contexto da História da TV, que costuma matar personagens LGBTQIAP+. “Eu não ia cair no clichê de matar personagens gays”, disse Kripke, evitando repetir o que séries como “Buffy: A Caça-Vampiros”, “The 100” e até a recente “Killing Eve” fizeram. “Eu concordo com as críticas e não iria fazer isso também”, continuou. “Mas admito que brincamos um pouco com esse clichê, deixando as pessoas pensarem que ela tinha morrido, mas então revelamos que ela não está morta e terá uma vida agradável e livre de seus poderes com sua namorada.” A saída de cena de Maeve, ainda que de forma diferente dos quadrinhos, teve uma função dramática específica, explicou Kripke. “Grande parte da história da temporada foi mostrar Annie (Erin Moriarty) finalmente se destacando e emergindo como a heroína que ela precisa ser. Portanto, era hora de sua mentora e protetora ir embora e deixá-la por conta própria”. Mas visto que Maeve sobreviveu, ela também deve ressurgir mais adiante. “Maeve e [a atriz] Dominique vão definitivamente fazer uma pausa… mas a série não terminará sem vermos Maeve novamente”, completou Kripke.
Atores de “Stranger Things” se convidam para a Farofa da Gkay
Os atores Jamie Campbell Bower e Joseph Quinn, intérpretes de Vecna e Eddie na série “Stranger Things”, publicaram um vídeo no TikTok em que se convidam para a Farofa da Gkay. “Oi Gkay, estamos muito felizes por você ser uma grande fã da série, muito obrigado pelo seu apoio”, diz o intérprete de Eddie no vídeo, publicado no próprio canal da influenciadora no TikTok. “Você não pôde estar aqui hoje, mas Joseph e eu tivemos uma conversa, e nós gostaríamos muito que você nos convidasse para sua próxima Farofa, então, você sabe, quando for, um de nós estará lá. Provavelmente ele”, completa Jamie. Na legenda do vídeo, Gkay escreveu: “vem aí [risos]”. Os dois vieram ao Brasil para ações promocionais da Netflix e, além de gravar vídeos e falar com a imprensa, aproveitaram para fazer turismo em São Paulo – foram à Galeria do Rock, Liberdade, Avenida Paulista e Jamie ainda assistiu a um jogo do São Paulo no Morumbi uniformizado. A Farofa da GKay é uma festa com celebridades que acontece desde 2017 – primeiro na Paraíba, estado natal de Gessica Kayane, e desde o ano passado, quando virou uma espécie de festival de música, no Ceará. Além de shows e dança, a Farofa é conhecida pelo clima liberado e fofocas envolvendo famosos. @gkay vem ai kk ♬ som original – GKAY
Kirsten Dunst e Jesse Plemons oficializam casamento
Kirsten Dunst e Jesse Plemons oficializaram seu casamento. As equipes do casal confirmaram o matrimônio na noite de sexta-feira (8/7), após o vazamento da cerimônia. A revelação do casamento foi feito pelo Page Six. O site de celebridades do jornal New York Post apurou que eles se casaram discretamente no fim de semana passado no resort de luxo GoldenEye, na Jamaica, depois de compartilharem seis anos de suas vidas e dois filhos juntos. O casal começou a namorar em 2016, após atuarem juntos na 2ª temporada de “Fargo”, e ficaram noivos no ano seguinte. Desde então, eles tiveram Ennis, de quatro anos, e James, de 14 meses. Em fevereiro, Dunst disse ao Los Angeles Times que tinha planos de oficializar o casamento em breve. “Nós nos chamamos de marido e mulher”, disse Dunst, na época. “Mas nós temos que nos casar. É ridículo. Nós apenas não planejamos um casamento. Teve Covid, depois tivemos outro filho. Eu não queria estar grávida, casar, fazer uma festa e não poder me divertir com todo mundo”, contou. Com tudo isso, eles acabaram casando antes no cinema: na trama de “Ataque dos Cães”, que também rendeu a ambos indicações ao Oscar 2022. Depois do sucesso da parceria nesse filme, a atriz disse que espera trabalhar com Plemons novamente em outra produção. “Temos algumas ideias, e Jesse e eu definitivamente queremos fazer outro projeto”, disse Dunst ao Hollywood Reporter. “Ele é meu ator favorito para trabalhar.”
HBO Max suspende a produção de sua primeira novela
A Warner Bros. Discovery travou o plano ambicioso da HBO Max de começar a fazer novelas no Brasil. A decisão já era esperada, após o cancelamento das produções da HBO Max na Europa e uma mudança na gerência da HBO Max para a América Latina, mas a plataforma preferiu uma abordagem menos definitiva, chamando a suspensão de adiamento por tempo indefinido. “Como parte das reformulações relacionadas ao processo de fusão da Warner Bros. Discovery, a companhia decidiu adiar a produção para HBO Max de ‘Segundas Intenções’ (título provisório) para um novo cronograma ainda a ser definido”, disse o streamer na nota enviada à imprensa. De acordo com a plataforma, “o desenvolvimento de texto segue até o final dos 40 capítulos e, no momento adequado, a produção será retomada”. O comunicado ainda faz questão de destacar: “Esta decisão é pontual. Não é uma decisão de abandonar a estratégia de novelas, apenas nos permite ampliar o tempo necessário para nos ajustarmos às novas diretrizes da companhia”. A fusão entre a Warner e a Discovery foi concluída em abril. Além do controle da empresa, a Discovery herdou uma dúvida de US$ 55 bilhões da antiga WarnerMedia, e para a situação não sair de controle tem tomado medidas radicais, como a ordem para os canais TNT e TBS não produzirem mais conteúdos roteirizados – o que levou ao fim de séries como “Expresso do Amanhã” e “The Last O.G.” – e para a HBO Max não desenvolver mais projetos originais na Europa – à exceção de produções da França, Espanha, Itália e Reino Unido. De acordo com o comunicado, a equipe brasileira da HBO Max segue com o sinal verde para desenvolver sua primeira novela de streaming… só não pode gravá-la. A paralisação também se deve à trocas de comandos em vários departamentos devido à a fusão, inclusive na liderança da empresa na América Latina. O executivo que deu aval para a produção de novelas na HBO Max já não está mais no conglomerado. Contratado para comandar o departamento de novelas da plataforma, o ex-Globo Sílvio de Abreu tinha planos para lançar várias novelas curtas. Ele também queria que elas fossem chamadas de “telesséries”, sem que isso tivesse uma justificativa convincente. A primeira produção do gênero já tinha elenco definido e começaria a ser gravada nos próximos dias. Escrita por Raphael Montes, criador de “Bom Dia, Verônica”, “Segundas Intenções” era um melodrama centrado na vingança de uma mocinha (Alice Wegmann) contra vilões sem escrúpulos (Camila Pitanga e Daniel de Oliveira) em ambiente médico. O elenco contaria ainda com Antonio Fagundes, Murilo Rosa, João Vicente de Castro, Rodrigo Simas e Reynaldo Gianechini. Com o adiamento por tempo indeterminado, a produção pode ter que recomeçar do zero. O mínimo é um novo elenco, dependendo dos contratos, mas toda a estratégia pode ser repensada pelo novo gerente da HBO Max para a América Latina, ainda não anunciado.
Tony Sirico: Astro de “Família Soprano” morre aos 79 anos
O ator Tony Sirico, conhecido por interpretar o mafioso Paulie Walnuts em “Família Soprano” (The Sopranos), morreu nesta sexta-feira (8/7), de causa não revelada em Fort Lauderdale, Flórida, aos 79 anos. Ele sofria de demência há dois anos e estava num lar de idosos. O personagem de Sirico era um dos mais divertidos da família de Tony Soprano (James Gandolfini), roubando as cenas da série desde seu começo. Em sua interpretação, o ator equilibrava um jeito ameaçador de gângster com um humor ridículo, caracterizado pela propensão para malapropismos (uso de palavras erradas), como chamar Sun Tzu de “Sun Tuh-Zoo” e chamar o mesmo filósofo de o “Matchabelli chinês” (querendo dizer Maquiavel). Sirico apareceu em todas as seis temporadas de “Família Soprano”, exibidas de 1999 a 2007, mas a produção da HBO não foi a primeira a enxergá-lo como mafioso. De fato, essa associação rendeu muitos filmes e começou em sua vida real. Nascido Gennaro Anthony Sirico Jr. em 24 de julho de 1942, ele veio de uma família italiana de Nova York e passou grande parte de sua infância tendo problemas com a lei. Associado à família mafiosa Colombo, acabou preso 28 vezes – a primeira aos sete anos de idade, depois de roubar moedas de uma banca de jornal. Ele chegou a ser condenado e ir para a prisão duas vezes, acusado de porte ilegal de arma e por assalto à mão armada. Esta experiência foi seu maior aprendizado para se tornar ator. Desde sua estreia nas telas, como figurante no drama mafioso “Crazy Joe” (1974), Sirico se se especializou em viver gângsteres. E foi tão convincente que acabou entrando em alguns clássicos, como “Os Bons Companheiros” (1990), de Martin Scorcese, e “Cop Land: A Cidade dos Tiras” (1997), de James Mangold. Ele também foi um mafioso em “Tiros na Broadway” (1994), de Woody Allen. E a participação gerou uma grande amizade, que levou o diretor o chamá-la para diferentes papéis em novas colaborações, quebrando o estereótipo em filmes como “Poderosa Afrodite” (1995), “Todos Dizem Eu Te Amo” (1996), “Desconstruindo Harry” (1997), “Celebridades” (1998), “Café Society” (2016) e “Roda Gigante” (2017). Mas os papéis de mafioso foram persistentes, inclusive em produções de comédia, como “Mickey Olhos Azuis” (1999), no qual trabalhou com outro famoso mafioso do cinema, James Caan (“O Poderoso Chefão”), também falecido nesta semana. Sirico foi mafioso até em séries animadas, vivendo o gângster Vinny em “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e Enzo Perotti em dois episódios do desenho “American Dad”, ambos produzidos por Seth MacFarlane. Em um post no Instagram, seu colega Michael Imperioli fez uma homenagem emocionada ao colega de “Sopranos”: “Dói-me dizer que meu querido amigo, colega e parceiro no crime, o grande Tony Sirico faleceu hoje. Tony era como nenhum outro: mais durão, leal e generoso que qualquer um que eu já conheci. Eu estive ao seu lado durante muitas coisas: nos bons e maus momentos. Mas principalmente bons. E demos muitas risadas. Encontramos um balanço perfeito como Christopher e Paulie, e tenho orgulho de dizer que fiz meu melhor e mais divertido trabalho com meu querido amigo Tony. Vou sentir sua falta para sempre. Ele é realmente insubstituível. Eu envio amor para sua família, amigos e seus muitos fãs. Ele era amado e jamais será esquecido. De coração partido hoje.”
Diretor de “O Paradoxo Cloverfield” fará “Capitão América 4”
A Marvel finalmente definiu o diretor de “Capitão América 4”, filme anunciado há 15 meses. O estúdio fechou com o cineasta nigeriano-americano Julius Onah, que é mais conhecido por ter dirigido a sci-fi “O Paradoxo Cloverfield”, de 2018. O roteiro está a cargo de Malcolm Spellman, criador de “Falcão e o Soldado Invernal”, em parceria com Dalan Musson, que também trabalhou na série do Disney+. Não por acaso, a trama de “Capitão América 4” será consequência dos eventos da série, quando o Falcão assumiu o escudo e o título do Capitão América original. Anthony Mackie vai estrelar o longa, reprisando o papel de Sam Wilson, seu personagem do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), que já foi o Falcão e atualmente é o novo Capitão América. Até o momento, nenhum outro integrante do elenco foi confirmado. Também não há previsão para o começo das filmagens nem data de estreia. Onah nasceu em Markurdi, Nigéria, e morou em vários lugares do mundo graças à carreira do pai diplomata, antes de se estabelecer nos EUA. Ele fez mais de 10 curtas entre 2004 e 2012, e seu trabalho de formatura na Escola de Cinema de Universidade de Nova York atraiu Spike Lee como produtor executivo. Os curtas – e um clipe do DJ Avicii – chamaram a atenção do cineasta JJ Abrams, que o contratou para dirigir “O Paradoxo Cloverfield”. Mas a crítica destruiu a produção, lançada de surpresa na Netflix. Demonstrando que o fracasso do filme estava mais ligado ao roteiro que a direção, Onah se consagrou em seu filme seguinte, o drama indie “Luce” (2019), que recebeu três indicações ao Spirit Awards (o Oscar do cinema independente), incluindo Melhor Direção.
Criador de “The Boys” revela: Soldier Boy vai voltar
O final da 4ª temporada de “The Boys” revelou o destino de Soldier Boy, personagem de Jensen Ackles. Claro que é spoiler. Derrotado no confronto generalizado contra os heróis da série, que foi ao ar nesta sexta (8/7) na plataforma Prime Video, da Amazon, Soldier Boy voltou a ser drogado e aprisionado numa câmera de contenção. Mas apesar do tom definitivo de sua última aparição, Eric Kripke, o criador e showrunner da atração, confirmou ainda ter planos para o personagem. Por isso, ele não morreu na explosão que a Vought News divulgou como sendo seu fim. Kripke e o elenco da série falaram com a imprensa brasileira durante sua passagem por São Paulo nesta semana, mas muitas das conversas não podiam ser reveladas antes do lançamento do episódio final desta sexta. Especificamente sobre Soldier Boy, ele revelou: “Existe uma razão bem específica pela qual a gente deixou a porta aberta para este personagem. Por enquanto, esta peça de xadrez está guardada de lado, mas certamente não haverá um fim da série sem o retorno de Soldier Boy”. Jensen Ackles sugeriu que topa voltar. Na entrevista coletiva, o ator contou que foi ele quem pediu o papel na série. “Eu já tinha uma relação com o Eric e estávamos falando sobre a 3ª temporada. Então eu disse que ficaria desempregado em breve e pedi um papel na série”, revelou. Como já tinha trabalhado com Eric Kripke em “Supernatural”, também criada pelo produtor, ele queria saber se tinha algo que poderia fazer em “The Boys”. Inicialmente, o showrunner pretendia escalar um ator mas velho, mas percebeu que Ackles seria um Soldier Boy perfeito. “Convenci Eric a me dar o papel, originalmente eles planejavam usar um ator mais velho”, confirmou o ator. “Tive a chance de tentar e entrei nessa montanha-russa que é ‘The Boys'”, concluiu. O produtor, porém, não faz qualquer previsão para a volta de Ackles. Nem se/quando Dominique McElligott, a intérprete de Maeve, retornará após perder os poderes na explosão que nocauteou Soldier Boy. O mesmo que ele falou no Brasil sobre Soldier Boy ele disse ao site americano TVLine sobre Maeve nesta sexta: “A série não vai acabar sem vermos Maeve de novo”. E quando a série vai acabar? Kripke não arrisca-se a dizer. Depois de afirmar que “Supernatural” só duraria cinco temporadas, ele diz que nunca mais se arriscará a prever o futuro. “Quando eu fiz ‘Supernatural’ eu disse que ‘Supernatural’ teria cinco temporadas. Então eu tenho a honra de ser o produtor mais errado da história da televisão em termos de quão duradouro será a sua série”, disse Kripke, lembrando que “Supernatural” durou 15 anos. “Desde então, eu aprendi a não me comprometer a um número de temporadas que uma série deve ter. Não vou mais prever”. Maior sucesso da Prime Video, plataforma de streaming da Amazon, “The Boys” já se encontra renovada para a 4ª temporada, ganhou um spin-off animado, “Diabolical”, e prepara um spin-off juvenil, centrado em estudantes de uma universidade de super-heróis, que contará com participação do brasileiro Marco Pigossi (“Cidade Invisível”).
Elon Musk desiste de comprar o Twitter
O bilionário Elon Musk anunciou nesta sexta-feira (8/7) que desistiu de comprar o Twitter. Ele retirou sua oferta de US$ 44 bilhões, dizendo que a empresa não forneceu informações suficientes sobre o número de spam e contas falsas na plataforma. Em comunicado, o dono da companhia de carros Tesla e de foguetes SpaceX afirmou que o Twitter estava “violando materialmente várias disposições” do acordo de venda e “parece ter feito declarações falsas e enganosas”. No documento, Musk afirma que uma análise preliminar de seus assessores determinou que o número de spam e contas falsas no Twitter é muito maior do que os 5% divulgados pela empresa. Desde que chegou a um acordo financeiro para a aquisição do Twitter em abril, Musk vem questionando as contas falsas da empresa, considerando desistir do acordo para comprar a rede social. Como parte do acordo, ele é obrigado a pagar uma multa de US$ 1 bilhão pela desistência. Além de seu prejuízo pessoal, a aventura de Musk fez as ações do Twitter caíam 6%. Mas a história está longe de acabar. O Twitter informou que entrará com uma ação contra Musk caso a compra da rede social pelo empresário não seja realizada. Bret Taylor, presidente do conselho administrativo do Twitter, se pronunciou na noite desta sexta-feira exigindo que Musk cumpra sua palavra no acordo. “O Conselho do Twitter está comprometido em fechar a transação no preço e nos termos acordados com o sr. Musk, e planeja entrar com uma ação legal para fazer cumprir o acordo. Estamos confiantes que prevaleceremos no tribunal de Delaware”, afirmou.
Metallica faz dueto com Eddie, de “Stranger Things”
A banda Metallica postou um vídeo no TikTok em que faz um “dueto” com Eddie Munson, o personagem de Joseph Quinn em “Stranger Things”, tocando “Masters of Puppets” junto das cenas do episódio final da 4ª temporada. O vídeo é a segunda referência do Metallica à série da Netflix, que usou “Masters of Puppets” numa das cenas principais de seu recente encerramento. Na terça (5/7), a banda comentou a inclusão da música em seu perfil no Instagram, dizendo que foi uma “honra incrível”. Metallica foi só elogios no post: “A maneira como os Irmãos Duffer incorporam música em ‘Stranger Things’ sempre foi de outro nível, então ficamos mais que empolgados por eles não apenas incluírem ‘Master of Puppets’, mas por terem uma cena tão crucial construída em torno da música. Estávamos todos loucos pra ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente impressionados…” Em “Stranger Things”, o rock clássico de 1986 é tocado por Eddie, em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!”, acrescentou a banda. “Foi uma honra incrível ser uma parte tão importante da jornada de Eddie e mais uma vez fazer companhia a todos os outros artistas incríveis apresentados na série”. @metallica #duet with @netflix Eddie, this is for you! #StrangerThings #StrangerThings4 #MasterOfPuppets #EddieMunson #Netflix ♬ original sound – Netflix
Lenny Von Dohlen: Ator de “Twin Peaks” morre aos 64 anos
O ator Lenny Von Dohlen, ex-integrante de “Twin Peaks”, morreu na terça-feira em sua casa em Los Angeles após uma longa doença, informou seu empresário. Ele tinha 64 anos. Von Dohlen é mais lembrado pelo papel de Harold Smith, um cultivador de orquídeas agorafóbico e bastante perturbado, que apareceu de forma recorrente na 2ª temporada de “Twin Peaks”, em 1990, e no filme derivado da série, “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992). O personagem marcou tanto que o ator também foi convidado a participar da homenagem à “Twin Peaks” feita num episódio especial da comédia “Psych”, que reuniu os principais membros do elenco da série clássica em 2010. Ele estreou no cinema em 1983, no drama clássico “A Força do Carinho”, de Bruce Beresford, e logo em seguida foi escalado como o nerd protagonista da comédia “Amores Eletrônicos” (1984). Mas a carreira cinematográfica não decolou, o que o levou a uma procissão por diversas séries, incluindo “Miami Vice” e “Galeria do Terror”. A participação em “Twin Peaks” acabou lhe dando maior projeção e o conduziu para uma carreira em suspenses de baixo orçamento, produzidos para o mercado de vídeo. Entre eles, ainda encaixou uma produção de grande estúdio, “Jennifer 8 – A Próxima Vítima” (1992), estrelada por Andy Garcia. Um de seus últimos destaques foi “Esqueceram de Mim 3” (1997), continuação pouco vista da comédia infantil, em que interpretou um dos ladrões e chamou atenção pelo humor físico. Mas depois disso especializou-se em filmes trash, incluindo os terrores “Vagina Dentada” (2007) e “A Escolhida” (2011). Seu último trabalho, a comédia indie “Sallywood”, encontra-se atualmente em pós-produção e ainda não tem previsão de estreia. Ele era casado com o dramaturgo e roteirista James Still, autor da série animada “O Pequeno Urso”, da Nickelodeon.
Luana Piovani revela assédio sofrido na Globo
A atriz Luana Piovani revelou ter sofrido assédio sexual no começo da carreira na Globo. Em entrevista à revista Veja, ela disse que foi cortada da novela “Anjo Mau” (1997) após ter se recusado a sentar na perna do diretor Carlos Manga (1928-2015). “Vivi um abuso aos 20 anos, mas na época era normal e só me dei conta mais tarde. Eu e algumas pessoas, entre elas Luiza Brunet, que seria minha mãe no folhetim, estávamos na sala do diretor Carlos Manga. De longe, ele bateu na perna e disse: ‘senta aqui’. Eu pensei: tiozinho ousado. Sentei no braço da poltrona”, contou ela na entrevista. Depois disso, ela foi dispensada da produção, sob o pretexto de que “não agregaria”. “Hoje vejo que aquele episódio pode ter pesado”, ponderou. Piovani também lembrou do episódio em que foi agredida por Dado Dolabella, com quem namorava na época. Ela acredita que o ator não foi devidamente punido. “Inclusive porque não me agrediu apenas, mas também a camareira da minha peça. Ele a jogou longe, e ela trincou os dois antebraços. Nunca pagou a indenização. Na época, vivi a primeira crise de ansiedade. Não pela agressão, mas pela ressaca daquilo. Brasileiro é cruel, mas fantasiado de engraçadinho”, afirmou. Por ter se afastado da TV brasileira, Luana disse que ficou livre de ameaças e represálias, e assinem não teve receio de bater de frente com J.B. de Oliveira, o Boninho, durante o “BBB 22”. Ela se recusou a permitir a inclusão de fotos dos filhos com Pedro Scooby no programa. “Poder tenho eu, que não preciso nem dele nem da Globo. Já precisei, não mais. Quanto à postura do Boninho, só falo do que sei. Ele é um fazedor de dinheiro, responsável pelo maior faturamento da casa. Suponho que seja tratado como rei na Globo. Quanto à qualidade, não conheço seu trabalho. Nunca assistir a um ‘BBB’, só vi trechos. Talvez aquilo seja bom para o diretor: ficar só botando armadilhas para as pessoas caírem. Deve se divertir com isso”, comentou. Ela defende o direito dos filhos à privacidade. “A minha reivindicação era justa. Sempre tomei o cuidado de minimizar o exagero no uso da minha imagem. Imagina se não teria com meus filhos. Tentei um acordo, ceder para tal prova, mas queriam para a edição toda. E esse ‘BBB’ é tipo Jason, não acaba. Parece ‘Sexta-Feira 13, versão 49′”, debochou.
Gregory Itzin: Presidente vilão de “24 Horas” morre aos 74 anos
O ator Gregory Itzin, que marcou época na TV com o papel do presidente Charles Logan em “24 Horas”, morreu nesta sexta (8/7) aos 74 anos de idade. Jon Cassar, produtor executivo da série de ação, confirmou a notícia no Twitter, mas não informou a causa da morte. “Ele foi um dos atores mais talentosos com quem eu tive a honra de trabalhar, mas, mais do que isso, ele foi um ótimo homem. A sua família de ’24 Horas’, que nutria muito amor e respeito por ele, vai sentir sua falta. Ele fez sua marca. Descanse em paz, amigo”, escreveu. Itzin recebeu duas indicações ao Emmy, em 2006 e 2010, por interpretar Logan na produção da Fox. A princípio um vice-presidente aparentemente covarde, o personagem inspirado em Richard Nixon cresceu e se tornou o vilão da 5ª e melhor temporada de “24 Horas” e o antagonista mais formidável do agente de contraterrorismo Jack Bauer (Kiefer Sutherland). Graças a esse embate, “24 Horas” se consagrou como a Melhor Série de Drama no Emmy de 2006. Nascido em Washington, DC, em 1948, Itzin estreou nas telas aos 31 anos, como figurante da minissérie “Backstairs at the White House” (1979). Seu primeiro filme foi a comédia “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu” (1980), também num pequeno papel. E ele ainda voltou na continuação de 1982, mas como outro personagem sem nome. Sua carreira só começou a deslanchar quando ele optou de vez pelas séries, aparecendo em mais de uma centena de episódios, de “As Panteras” (em 1979) a “NCIS” (em 2020). Ele se tornou um dos atores recorrentes das atrações do megaprodutor Steven Bochco, aparecendo em “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “LA Law”, “Murder One” e “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue), além de favorito dos produtores de “Star Trek”, que o escalaram em “Deep Space Nine”, “Voyager” e “Enterprise”. Ele também interpretou o pai de Mike Hannigan (Paul Rudd) em “Friends” e teve papéis recorrentes em “Covert Affairs” e “O Mentalista” (The Mentalist). Além dos trabalhos nas telas, Itzin se destacou nos palcos, recebendo uma indicação ao Tony Award em 1994 por seu papel na peça “The Kentucky Cycle”, de Robert Schenkkan e três prêmios dos Círculo dos Críticos de Los Angeles por diferentes produções – “Volta ao Lar” e “A Festa de Aniversário”, de Harold Pinter, e “Esperando Godot”, de Samuel Beckett . Itzin sofreu um ataque cardíaco no palco enquanto interpretava Falstaff de Shakespeare em 2015, mas continuou trabalhando após sua recuperação. Ele deixou o piloto de uma série (“The Pragmatist”) e um filme (“The Requiem Boogie”) inéditos.
Festival de Gramado anuncia filmes de sua 50ª edição
A organização do Festival de Cinema de Gramado anunciou os filmes de sua competição deste ano, que marca a 50ª edição do evento. Segundo os organizadores, mais de mil longas e curtas foram inscritos para o festival, mas apenas 50 produções foram selecionadas. Na disputa do Kikito de Melhor Filme nacional entraram novos trabalhos de Cristiano Burlan (diretor de “Antes do Fim”), Julia Rezende (de “Depois a Louca Sou Eu”), Gabriel Martins (“O Nó do Diabo”), Sérgio de Carvalho (“O Olhar Que Vem De Dentro”), Angelo Defanti (“Meia Hora e as Manchetes que Viram Manchete”), José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Gregório Graziosi (“Obra”). Desta lista, só Belmonte já foi premiado em Gramado, mas não por longa-metragem – pelo curta “Tepê” (2000). Além das exibições, estão marcadas homenagens ao diretor Joel Zito Araújo, vencedor do Festival de Gramado de 2004 com “Filhas do Vento”, que receberá o Troféu Eduardo Abelin, e à atriz gaúcha Araci Esteves, vencedora do Festival de Brasília de 1997 por “Anahy de las Misiones”, agraciada com o Troféu Cidade de Gramado. Mais detalhes da programação e outras homenagens serão anunciadas no próximo dia 13 de julho, em evento a ser realizado no Rio de Janeiro. O 50º Festival de Gramado vai acontecer na serra gaúcha entre os dias 12 e 20 de agosto. Confira abaixo lista de filmes selecionados para a disputa do troféu Kikito. Longas-metragens brasileiros “A Mãe”, de Cristiano Burlan “A Porta ao Lado”, de Julia Rezende “Marte Um”, de Gabriel Martins “Noites Alienígenas”, de Sérgio de Carvalho “O Clube dos Anjos”, de Angelo Defanti “O Pastor e o Guerrilheiro”, de José Eduardo Belmonte “Tinnitus”, de Gregório Graziosi Longas-metragens estrangeiros “9” (Uruguai/Argentina), de Martín Barrenechea e Nicolás Branca “Cuando Oscurece” (Argentina/Uruguai), de Néstor Mazzini “El Camino de Sol” (México), de Claudia Sainte-Luce “Inmersión” (Chile), de Nicolas Postiglione “La Boda de Rosa” (Espanha/França), de Iciar Bollain “La Pampa” (Peru/Chile/Espanha), de Dorian Fernández Moris “O Último Animal” (Portugal/Brasil), de Leonel Vieira Longas-metragens gaúchos “Casa Vazia”, de Giovani Borba “Campo Grande é o Céu”, de Bruna Giuliatti, Jhonatan Gomes e Sérgio Guidoux “Despedida”, de Luciana Mazeto e Vinícius Lope “Don Never Raised – Cachorro Inédito”, de Bruno de Oliveira “5 Casas”, de Bruno Gularte Barreto Curtas-metragens brasileiros “Benzedeira”, de Pedro Olaia e San Marcelo “Deus Não Deixa”, de Marçal Vianna “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli “Imã de Geladeira”, de Carolen Meneses e Sidjonathas Araújo “Mas Eu Não Sou Alguém”, de Gabriel Duarte e Daniel Eduardo “O Elemento Tinta”, de Luiz Maudonnet e Iuri Salles “O Fim da Imagem”, de Gil Baroni “O Pato”, de Antônio Galdino “Serrão”, de Marcelo Lin “Socorro”, de Susanna Lira “Último Domingo”, de Joana Claude e Renan Barbosa Brandão “Um Tempo pra Mim”, de Paola Mallmann “Solitude”, de Tami Martins e Aron Miranda “Tekoha”, de Carlos Adriano Curtas-metragens gaúchos “A Diferença entre Mongóis e Mongoloide”, de Jonatas Rubert “Apenas para Registro”, de Valentina Ritter Hickmann “Drapo A”, de Alix Georges e Henrique Lahude “Fagulha”, de Jéssica Menzel e Jp Siliprandi “Johann e os Imãs de Geladeira”, de Giordano Gio “O Abraço”, de Gabriel Motta “Madrugada”, de Leonardo da Rosa e Gianluca Cozza “Mby’a Nhendu”, de Gerson Karaí Gomes “Mora”, de Sissi Betina Venturin “Nação Preta do Sul – O curta”, de Nando Ramoz e Gabriela Barenho “Nós que Fazemos Girar”, de Lucas Furtado “Olho por Mim”, de Marcos Contreras “Perfection”, de Guilherme G. Pacheco “Possa Poder”, de Victor Di Marco e Márcio Picoli “Sinal de Alerta Lory F”, de Fredericco Restori “Sintomático”, de Marina Pessato “Tudo Parece em Constante Movimento”, de Cristine de Bem e Canto












