Jennifer Grey revela premissa da continuação de “Dirty Dancing”
A atriz Jennifer Grey contou os primeiros detalhes da sequência de “Dirty Dancing: Ritmo Quente”, produção ventilada em 2020 e oficializada em maio passado, que vai encontrar sua personagem, Baby Houseman, três décadas depois dos eventos vistos no filme de 1987. Vale lembrar que o longa original se passava em 1963. Assim, a trama da continuação vai encontrar Baby nos anos 1990. Em entrevista ao jornal Los Angeles Times, a atriz se disse animada pela premissa e explicou sua motivação para retomar seu papel mais popular. “Estou animada pelo desafio de voltar para a história de um ponto de vista do que acontece, 30 anos depois, quando são os anos 1990. O que acontece com a pessoa que teve essa experiência — o que aconteceu com ela e o que agora é relevante sobre a história original em um momento diferente”, ela disse. Jennifer Grey aponta que será impossível recriar a magia do filme original, entre outras coisas porque seu par no musical, Patrick Swayze, morreu em 2009. “Não há como voltar atrás, não há como recriar isso de novo”. Mas vai se esforçar para que a continuação emocione os fãs. E acrescentou: “Eu não tenho o desejo de tentar refazer o primeiro filme, competir com ele ou tornar a continuação melhor que o original. A motivação é mais sobre: qual é a nova história que será contada?”. Ela completou dizendo que aceitou participar do projeto não porque havia um roteiro perfeito. O roteiro não está sequer pronto. Ela se empolgou com a abordagem e a equipe envolvida. “Uma hora você simplesmente pula. Jonathan Levine (‘Meu Namorado É um Zumbi’) é um bom diretor e roteirista. Eu apenas pensei: ‘Essas são boas pessoas e parecem entender [o original]'”. Atualmente em fase de roteiro, o filme deve começar sua produção no último trimestre do ano. Vale lembrar que “Dirty Dancing – Ritmo Quente” já teve uma continuação, mas sem os personagens originais. Em 2004, a Lionsgate lançou “Dirty Dancing 2: Noites de Havana”, que trazia novos protagonistas (Diego Luna e Romola Garai) e uma versão atualizada da história da jovem que se apaixona por seu instrutor de dança, para o desgosto dos pais. Foi um fracasso retumbante. Em 2017, o estúdio ainda tentou explorar a franquia num remake televisivo, “Dirty Dancing – o Musical”, com Abigail Breslin no papel de Baby. E o resultado foi pior que a continuação. Ao contrário dos dois fracassos deste século, o “Dirty Dancing” original foi um fenômeno de bilheteria (US$ 218 milhões de arrecadação mundial, com um orçamento de apenas US$ 5 milhões) e o primeiro filme a vender mais de 1 milhão de cópias em vídeo – ainda na época do VHS. O filme também é lembrado por sua trilha sonora, que liderou as paradas de sucesso da época. A canção “(I’ve Had) The Time of My Life”, que embala a dança final entre Johnny (Swayze) e Baby (Grey), venceu o Oscar e o Globo de Ouro. Lembre abaixo o trailer do filme original.
Diego Raymond: De presidiário a astro da Globoplay
Ex-traficante que foi destaque nas páginas policiais em 2010, durante a ocupação do Complexo do Alemão, Diego Raymond emplacou a carreira de ator na Globoplay. Após cumprir sua pena, o antigo Mister M do crime é destaque da 3ª temporada de “A Divisão” e está em “O Jogo que Mudou a História”, dramatização da história do tráfico do Rio. Já gravados, os dois trabalhos estreiam ainda neste ano. Em entrevista à coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, ele explicou que contou com o apoio da família para se entregar à polícia. Graças a iniciativa, teve a pena reduzida. Ficou nove meses preso e saiu em 2011. Sua ficha, em vez de se tornar um estigma, acabou facilitando a carreira de ator, conquistando produtores em busca de realismo para produções policiais. O convite para fazer as séries do Globoplay foi feito por José Junior, criador do Grupo Cultural AfroReggae e autor e idealizador das produções, quando ele ainda estava preso. “Quando eu me entreguei para a polícia, o José Júnior foi até a delegacia e me perguntou se eu estava disposto a recomeçar a minha vida e, que se eu tivesse, já teria um emprego com carteira assinada ao sair da cadeia. Quando eu fui libertado, fui trabalhar no AfroReggae, onde fiz diversos cursos. Virei cinegrafista e, por isso, já conhecia os bastidores do audiovisual”, contou Raymond, que também é atleta de crossfit, modelo e jogador de futebol americano. Ele confessou que se imaginava trabalhando atrás das câmeras nas produções de José Júnior e relutou a aceitar o convite para atuar, por timidez e vergonha, mas agora está bem confortável na nova profissão. “As pessoas têm me elogiado bastante”, disse Raymond. “Podem vir as próximas que eu estou pronto”, afirmou. O ator ainda tem aproveitado a experiência positiva para inspirar outras pessoas, compartilhando com seguires nas redes sociais os passos de sua reconstrução. “Sair do crime não é algo fácil, mas existe um caminho e eu quero mostrar isso para os outros. Eu costumo postar sobre as minhas vitórias nas redes sociais, mas eu não faço isso para tirar onda. Eu posto justamente para mostrar para aqueles que ainda estão lá (no crime) que há uma luz no fim do túnel. Quero ser uma prova de que bandido bom não é bandido morto. As pessoas precisam de oportunidades”, explicou. Além disso, ele cita três motivações especiais para dar certo como artista e nunca mais voltar para o crime: duas filhas de 13 e 12 anos, e um filho de 4. “Quero dar uma educação boa para os meus filhos, para que eles nem pensem em chegar perto do crime”.
Estevam Nabote vai estrear como protagonista de cinema
O humorista Estevam Nabote, da sitcom “Tô de Graça”, do Multishow, fará seu primeiro papel de protagonista no cinema. Depois de fazer participações em filmes do Porta do Fundos, como “A Primeira Tentação de Cristo” (2019), “Teocracia em Vertigem” (2020) e “Peçanha Contra o Animal” (2021), ele começa a rodar na semana que vem, em Porto Alegre, a comédia “Um Dia Cinco Estrelas”. Na trama, Nadote vai viver Pedro Paulo, um desempregado apaixonado por seu carro, um Opala dos anos 1970, que, para trabalhar novamente, vira motorista de aplicativo e passa por um monte de imprevistos ao longo do dia, como o encontro com um casal de velhinhos que embarca para fugir após cometer um assalto; um cantor, que foi muito famoso no passado, e pede ajuda para reconquistar a ex-mulher; uma grávida que entra em trabalho de parto durante a corrida; e uma mulher rica que propõe que Pedro Paulo a auxilie a flagrar o marido, que ela desconfia ser infiel. O elenco também conta com Aline Campos (“Vai que Cola”), Danielle Winits (“Os Farofeiros”), Hugo Bonemer (“A Vida Secreta dos Casais”) e Nany People (“Quem Vai Ficar com Mário?”) O longa é baseado em um argumento de Ricky Hiraoka (“Z4”), que assina o roteiro em parceira com Cris Wersom (“A Culpa É da Carlota”). A direção é de Hsu Chien (“Me Tira da Mira”), um dos diretores mais requisitados de comédias, que tem feito dois filmes por ano. As filmagens devem durar até 16 de agosto e a estreia está prevista para 2023 pela Paris Filmes.
Sobrinho acusa Ricky Martin de abuso
O cantor e ator Ricky Martin foi acusado pelo sobrinho Dennis Yadiel Sánchez de incesto e violência doméstica. O caso tinha sido divulgado pela imprensa no início do mês, mas a identidade do denunciante só veio à tona na sexta (15/7). Após a repercussão, a defesa de Martin classificou as acusações como falsas e “nojentas”. “Ricky Martin não está, nunca esteve e nunca estará envolvido em qualquer tipo de relacionamento sexual ou romântico com seu sobrinho. A ideia não é apenas falsa, é nojenta”, afirmou Marty Singer, advogado de Martin, ao site TMZ. Singer é conhecido por (perder) casos que envolvem assédio em Hollywood, tanto na defesa quanto na acusação – já tentou processar, sem conseguir, o diretor de “X-Men”, Bryan Singer (sem parentesco), ao representar uma suposta vítima de abusos, e intermediou um acordo entre o diretor de “X-Men: O Confronto Final”, Brett Ratner, com outra suposta vítima, sem impedir a implosão da carreira do cineasta e de um poderoso chefão da Warner. A acusação contra Martin veio à tona no início de julho, quando a Justiça de Porto Rico emitiu uma ordem de restrição contra Martin por violência doméstica. Como a legislação local assegura o anonimato das vítimas, não existiam informações sobre quem tinha dado entrada no pedido. Na ocasião, sites de celebridades divulgaram que o cantor e a suposta vítima haviam se relacionado durante sete meses, mas o ex-Menudo não aceitava o término. Pelo Twitter, Martin informou aos fãs que a decisão judicial era baseada em “alegações completamente falsas”. Na sexta (15/7), o jornal espanhol Marca revelou a identidade de Sánchez. O advogado do cantor aproveitou a revelação para afirmar que o sobrinho de Martin enfrenta problemas psicológicos. Uma audiência judicial sobre o caso está marcada para o dia 21 de julho. Caso as acusações sejam confirmadas pela Justiça, Martin pode ser condenado a 50 anos de prisão, pena prevista na legislação porto-riquenha.
Aposentado, Bruce Willis volta ao cenário de “Duro de Matar”
Aposentado do cinema após ser diagnosticado com afasia, o ator Bruce Willis voltou ao local em que foi filmado o maior sucesso de sua carreira. Em um vídeo publicado nas redes sociais da mulher, Emma Heming Willis, ele aparece no “topo do Nakatomi Plaza, 34 anos depois” do lançamento do filme. Bruce Willis anunciou em março passado o fim de sua carreira em razão da afasia. A condição é resultado de lesões cerebrais e sua característica mais marcante é a impossibilidade de o paciente se comunicar com outras pessoas. Com uma longa carreira, Bruce Willis estourou primeiro na televisão ao lado de Cybill Shepherd na série “A Gata e o Rato”, com a qual ganhou um Emmy em 1987, e chegou com força em Hollywood logo em seguia, estrelando justamente “Duro de Matar” em 1988. Em sua filmografia repleta de filmes marcantes destacam-se ainda “Pulp Fiction”, de Quentin Tarantino, várias sci-fis impactantes, como “12 Macacos”, “Armageddon” e “O Quinto Elemento”, além do terror “O Sexto Sentido”. Com créditos em mais de cem produções, Willis ainda tem um segundo Emmy na carreira, conquistado em 2000 por uma participação na série “Friends”. Ele foi casado com a também atriz Demi Moore por 13 anos. O casamento gerou três filhas (Rumer, Tallulah e Scout). Após o segundo casamento com Emma Heming, ele se tornou pai de mais duas filhas (Evelyn e Mabel). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emma Heming Willis (@emmahemingwillis)
Série baseada em “Gigolô Americano” ganha trailer com tema clássico da banda Blondie
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer completo da série baseada em “Gigolô Americano” (American Gigolo), filme cultuado de 1980 sobre um profissional do sexo que se torna suspeito de assassinato. A produção traz Jon Bernthal (o “Justiceiro” da Marvel) como Julian Kaye, personagem que foi vivido pelo então galã Richard Gere há 40 anos, e a prévia usa até a mesma música-tema, “Call Me”, um grande sucesso da banda Blondie. O vídeo também anuncia a estreia para 9 de setembro e revela recriação de cenas do filme escrito e dirigido por Paul Schrader, antes de dar um salto de 15 anos para contar a continuação da história, após o protagonista sair da prisão pelo crime em que foi falsamente implicado. Enquanto procura desvendar a conspiração que o colocou na prisão, Julian tenta retomar seu lugar na indústria do sexo, que mudou muito nos últimos anos, envolvendo-se com novas mulheres vorazes, ao mesmo tempo em que tenta reencontrar sua antiga paixão, a ex-cliente Michelle – na série, vivida por Gretchen Mol (“Boardwalk Empire”). O elenco inclui Lizzie Brocheré (“The Strain”), Rosie O’Donnell (“Boneca Russa”), Gabriel LaBelle (“O Predador”), Leland Orser (“Ray Donovan”) e Wayne Brady (“Whose Line Is It Anyway?”). A adaptação do filme foi desenvolvida pelo roteirista-produtor David Hollander, um dos principais escritores de “Ray Donovan”, que já tinha lidado com a indústria do sexo no longa “Censura Máxima” (2000). Mas ele foi demitido durante as gravações, após denúncia e investigação de mau comportamento nos sets, deixando o cargo de showrunner nas mãos de Nikki Toscano – que trabalhou em “Revenge”, “Bates Motel” e na recente “The Offer”. “American Gigolo” (o título original com que a série está sendo lançada nos EUA) ainda tem supervisão do megaprodutor Jerry Bruckheimer, responsável pelo lançamento cinematográfico de 1980, mas não contará com participação do cineasta Paul Schrader, criador da história e dos personagens originais. Ele contou que foi pago para não se envolver com a produção. A série deve chegar no Brasil pela plataforma Paramount+.
Christopher Meloni faz comercial pelado aos 61 anos
O ator Christopher Meloni, conhecido pela franquia “Lei e Ordem”, posou nu aos 61 anos para um novo comercial da Peloton, empresa americana de equipamentos para exercícios físicos, como bicicletas ergométricas e esteiras. No anúncio, o astro de “Lei e Ordem: Crime Organizado” aparece se exercitando sem roupas, com as partes íntimas cobertas por um borrão, reclamando que as pessoas consideram seu estilo de malhação estranho, apenas porque usa um aplicativo da Peloton. Ele aparece em situações inusitadas, exercitando-se de todos os ângulos, e não apenas em casa. Um cachorro quase tem um troço quando o vê praticando jogging. Ao final da propaganda, uma voz anuncia que a comunidade Peloton é formada por usuários de “dois grupos separados, mas igualmente motivados: aqueles que usam calças… e Christopher Meloni”, informa. O comercial repercutiu nas redes sociais e chamou a atenção pelo físico do ator, além da coragem, espírito esportivo e bom humor.
Minissérie “Dr. Death” vira antologia com encomenda da 2ª temporada
A plataforma americana Peacock realizou uma operação de mudança de gênero em “Dr. Death”. Exatamente um ano após a minissérie encerrar sua história completa, a plataforma anunciou sua renovação para a 2ª temporada. Graças a esta encomenda, a minissérie original deixou de ser minissérie. Virou 1ª temporada e a produção se transformou em antologia, com uma reconfiguração para apresentar a cada ano uma história diferente de crime médico. “A primeira temporada de ‘Dr. Death’ nos surpreendeu quando mergulhamos na mente aterrorizante e distorcida do Dr. Christopher Duntsch e da equipe que se propôs a detê-lo”, disse Lisa Katz, presidente de conteúdo roteirizado da NBCUniversal Television e Streaming. “A nova parte desta série de antologia altamente viciante explorará um cirurgião itinerante que seduz todo o mundo da Medicina”, acrescentou. Enquanto a 1ª temporada se concentrou no caso do Dr. Christopher Duntsch, que atuava secretamente como um serial killer na mesa de cirurgia – o que lhe valeu o apelido de “Doutor Morte” – , a 2ª contará a história de Paolo Macchiarini, um charmoso cirurgião conhecido por suas operações inovadoras que lhe renderam o apelido de “Homem Milagroso”. Quando uma jornalista investigativa se aproxima dele para uma reportagem, problemas de ética profissional são confrontados, na medida em que ela descobre até onde Paolo é capaz de chegar para proteger seus segredos. Ao mesmo tempo, um grupo de médicos do outro lado do mundo faz descobertas chocantes que colocam seus “milagres” em cheque. A trama inicial era baseada num podcast do site/produtora Wondery – que inspirou duas outras séries de sucesso: “Homecoming” na plataforma de streaming da Amazon e “Dirty John” no canal pago USA Network e na Netflix. Roteirista da agora 1ª temporada, Patrick Macmanus virou produtor executivo na 2ª temporada. Já os roteiros e o trabalho de showrunner ficaram com Ashley Michel Hoban, que foi produtora da 1ª temporada. “Dr. Death” foi disponibilizada no Brasil pela plataforma Starzplay. Veja o trailer nacional abaixo.
SBT demite jornalista envolvido no caso Klara Castanho
O SBT demitiu o jornalista Matheus Baldi, que entrou no programa “Fofocalizando” em maio e ficou mais conhecido após aparecer no “Fantástico” como o responsável pelo vazamento da gravidez de Klara Castanho, vítima de estupro. Ele confirmou o corte nas redes sociais, após não aparecer no ar nesta sexta (15/7), apontando como motivo a redução do programa. “Eu não estava no ‘Fofocalizando’ porque eu cheguei lá, conversei com o diretor, e ele me explicou que, quando eu fui contratado, o programa tinha uma hora e quarenta minutos. Eu era o integrante mais novo do programa. Depois de algum tempo, esse tempo foi reduzido”, disse. “Agora, com uma hora, eram muitos participantes para esse tempo de duração. Então, foi necessário fazer esse ajuste. Não teve nada mais do que isso. Sou muito grato ao SBT e o programa é incrível”, explicou Baldi. Quando a participação de Baldi no vazamento da gravidez de Klara Castanho veio à tona, Chris Flores usou seu espaço no “Fofocalizando” para negar que o programa tenha dado palco para o assunto antes da atriz se pronunciar. Na ocasião, Baldi também rejeitou ser culpado pela exposição de Klara. Sobre o assunto, ele disse que uma fonte muito confiável havia falado sobre a gravidez de Klara por telefone – soube-se depois que tinha sido uma enfermeira do hospital em que a atriz deu à luz. Ele explicou que mandou uma mensagem por e-mail para a assessoria de Castanho para formalizar a informação. Com a falta de retorno, decidiu publicar a notícia nas redes sociais. Minutos depois, Baldi recebeu uma ligação da assessoria, que explicou que não foi apenas uma gravidez, que Klara tinha sido vítima de estupro e o assunto não podia ter vazado. A própria atriz entrou na ligação. Ele contou que ela pediu “‘Pelo amor de Deus, pela minha vida, apague esse post, porque eu não quero falar sobre gravidez’. E eu disse ‘claro’, e apaguei”. Segundo Baldi, a postagem ficou poucos minutos no ar, mas a história acabou voltando com força logo depois, num vídeo surreal de Antonia Fontenelle que acusou Klara de ser monstruosa e cometer crime por dar a criança para doação. Klara se viu obrigada a contar todos os detalhes para o público, publicando um post em 26 de junho que descreveu como “o relato mais difícil da minha vida”. Apesar disso, outro colunista de fofocas, Leo Dias, não se conteve e publicou em seguida os dados do nascimento da criança, incluindo hora e local de nascimento, que são protegidos por lei, expondo ainda mais a jovem. “Nunca mais mexi nessa história e não posso ser responsabilizado por tudo o que, depois, as pessoas, sabendo do que se tratava, fizeram”, disse Baldi.
Demi Lovato jura que é roqueira rebelde em novo clipe
Demi Lovato está de identidade nova: virou roqueira rebelde na crise dos 30 anos. O clipe de “Substance” vem acompanhado de guitarras e refrãos gritados, enquanto Demi rasga contratos, quebra discos de ouro e levanta o dedo do meio para executivos de gravadora. Figurativa e literalmente foge do pop para reclamar de cenários cheios de gente bonita em trajes mínimos, recusando-se a fazer parte dos padrões. O refrão é com certeza contundente. “Eu me pergunto: Será que sou só eu que estou buscando conteúdo? Fiquei chapada, isso só me deixou sozinha e sem amor. Não quero acabar em um caixão [com a] cabeça cheia de vermes, corpo cheio de merda”, canta, refletindo sua experiência real de quase morte após uma overdose. Mas rebeldia não deixa de ser um clichê sem “substância” pra dizer: agora faço rock. Será que há estereótipo maior que terminar o clipe numa moto, segurando dinamite? A presença da socialite Paris Hilton na garupa, com a moto inerte, só reforça o aspecto fake, numa confissão sublimar de que o rock é de butique e a rebeldia segue a última moda pop, de olho no sucesso de Olivia Rodrigo. A faixa rebelde de Demi Lovato faz parte de seu oitavo disco, “Holy Fvck”, e sucede a também roqueira “Skin of My Teeth” como os primeiros singles do álbum. O disco completo só chega às plataformas musicais em 19 de agosto, um dia antes de Demi completar 30 anos.
Gretchen ofusca haters em novo clipe
A veterana Gretchen lançou o clipe de “Fênix do Amor”, música dedicada aos haters da internet. A artista que mais rende memes no Brasil explicou que o título diz respeito a todos que precisam “renascer diariamente” – mulheres, LGBTQIAP+s, negros, idosos e quem mais sofrer discriminações. Sua opção por aparecer com uma fênix carnavalesca, com direito a penas vermelhas, busca reforçar que ela “ofusca os haters com seu brilho”, como diz a letra da canção. “Vejo o publico LGBTQIAP+, nós mulheres, os negros, como excluídos da sociedade, mas somos a maioria que verdadeiramente formamos a sociedade. Renascemos das cinzas com tantas agressões, ataques homofóbicos, ataques racistas e sociais. Somos fênix, renascemos mais fortes diariamente”, disse Gretchen. A produção é, na verdade, um projeto em família. A música foi composta por seu filho, Gabriel Miranda, e o vídeo traz seu marido, o músico Esdras de Souza, tocando sax e dançando com a cantora nas ruas de Belém, no Pará, capital do brega eletrônico nacional – estilo em que “Fênix do Amor” se encaixa à perfeição, a ponto de parecer muito como outras canções. Por sinal, a cantora chegou a usar as redes sociais na quarta-feira (13/7) para denunciar ataques que vem sofrendo, após se mudar para Belém, dizendo-se vítima de xenofobia. Haters estão em toda a parte.
Depois da filha, ex de Charlie Sheen também entra no OnlyFans
Denise Richards, ex-esposa de Charlie Sheen, resolveu seguir a filha e abrir uma conta no OnlyFans, serviço de conteúdo adulto. Em entrevista à radio KTLA, a atriz de 51 anos admitiu que foi influenciada pela filha Sami em sua decisão. “Minha filha recebeu muita reação negativa por abrir a conta. Até então eu só tinha ouvido falar do OnlyFans, mas não sabia realmente o que era o OnlyFans, e quando comecei a pesquisar, percebi que os criadores pegaram o melhor de todas as plataformas de mídia social e colocaram em um só local”. A atriz diz que o grande diferencial é que o OnlyFans permite que os criadores sejam os verdadeiros donos dos conteúdos produzidos. “Os outros sites podem vender seu conteúdo. Todos nós postamos fotos de nós mesmos com trajes de banho no Instagram e em alguns outros sites, e não há diferença além de você realmente possuir o conteúdo”, justificou a atriz. Segundo a atriz, o OnlyFans oferece um espaço criativo, o que a atrai bastante. “Todo mundo pensa que é apenas para coisas muito atrevidas, mas você pode realmente postar o que quiser lá”, ressaltou. Além disso, também serve como uma forma de aumentar a renda. Questionada sobre a ideia de ver a mãe no OnlyFans, Sami Sheen deu de ombros. “Eu não me importo, estou feliz por ela”, comentou. Vale lembrar que Denise Richards ficou famosa por sua participação no thriller picante “Garotas Selvagens”. Ela também já posou nua para a revista Playboy.
Andrew Garfield vai viver dono bilionário da Virgin em minissérie
Indicado ao Emmy pela minissérie “Em Nome do Céu”, o ator Andrew Garfield já prepara uma nova incursão no gênero. Na nova produção, ele dará vida ao bilionário Richard Branson, um dos homens mais ricos do mundo e fundador do grupo Virgin. O grupo Virgin começou como gravadora de rock em 1972 e hoje envia até foguetes ao espaço, controlando mais de 400 empresas em todo o mundo. Intitulada “Hot Air”, a produção vai se passar no momento em que a carreira de Branson levantou voo – literalmente – e enfrentou resistência da “companhia aérea favorita do mundo”, British Airways, ameaçada pelo sucesso da nova empresa de aviação Virgin Atlantic. A empresa de Branson foi lançada em 1984 e começou a dominar a aviação comercial britânica em 1990. Para enfrentar o crescimento vertiginoso da concorrente, a British Airways lançou uma campanha de baixo nível contra a Virgin, num jogo muito sujo de bastidores. Primeiro, infiltrando espiões que se passavam por funcionários da Virgin para roubar registros de passageiros e desviá-los para a outra própria empresa. Depois que Branson reclamou com a Comissão Européia sobre essas táticas antiéticas, a British Airways escalou a briga com uma campanha de imprensa negativa (e falsa) contra Branson. Ele processou a companhia rival e recebeu uma fortuna da tradicional companhia aérea, que buscou um acordo financeiro para evitar que o caso fosse a julgamento. A trama é baseada no livro “Dirty Tricks”, do jornalista investigativo Martyn Gregory, e terá seis episódios escritos por Jon Croker, roteirista de “Paddington 2”. Já a direção estará a cargo de David Leicht (“Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”). Em fase de “empacotamento” para o mercado, a produção é da Universal e foi anunciada oficialmente nesta sexta (15/7) com o objetivo de abrir negociações com interessados em exibi-la.












