3ª temporada de “Emily em Paris” ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos da 3ª temporada de “Emily em Paris”, que destacam os dois interesses românticos da personagem-título, vivida por Lily Collins. Uma das fotos traz Emily bem pertinho de Alfie (Lucien Laviscount), um banqueiro que surgiu na 2ª temporada e a tirou do chão. Mas outra registra uma conversa séria com Gabriel (Lucas Bravo), o “vizinho gato” quem desperta seu interesse desde o começo da série. Outras imagens ainda mostram Emily reunida com suas “besties” Mindy (Ashley Park) e Camille (Camille Razat) e tendo uma conversa animada ao telefone. “Emily em Paris” traz a filha do cantor Phil Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de levar uma “visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. Ainda não há previsão de estreia para a 3ª temporada. 𝓑𝓸𝓷𝓳𝓸𝓾𝓻! Fiquem com as primeiras imagens da 3ª temporada de Emily em Paris. Estreia em breve. 💕🥐 pic.twitter.com/ocQHAZX2gY — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2022 certeza que nessa cena a Emily tá julgando os jovens que falam CALÇA DE SHOPPING pic.twitter.com/fVCDf1gokd — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2022
Elenco de “Heartstopper” festeja reencontro para 2ª temporada. Veja o vídeo
A Netflix divulgou um vídeo para os fãs de “Heartstopper”, registrando o reencontro do elenco para o começo das gravações da 2ª temporada. As imagens mostram Joe Locke, Kit Connor e demais integrantes da produção fazendo festa ao se juntarem novamente para ler os roteiros dos novos episódios. Publicado nas redes sociais da plataforma, o post também anunciou novidades no elenco. Serão quatro integrantes novos na produção, incluindo o intérprete de David, irmão mais velho do Nick (Connor), que será interpretado por Jack Barton (“Carta ao Rei”). Primeira série adolescente de temática gay produzida em inglês pela Netflix, a trama gira em torno de dois estudantes britânicos do Ensino Médio: Charlie (vivido pelo estreante Joe Locke), um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick (Kit Connor, de “Rocketman”), um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se tornam amigos. Mas não demora para Charlie se ver profundamente apaixonado por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Só que Nick está mais interessado no amigo do que qualquer um dos dois imagina – e a proximidade se transforma no primeiro amor de suas vidas. Diferente das muitas histórias trágicas de amor gay, a produção é uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas, transmitindo conforto, ternura e reforço de positividade para a tão atacada comunidade LGBTQIAP+. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A série é escrita pela própria Oseman e tem direção de Euros Lyn, que já assinou episódios de séries como “Doctor Who”, “Torchwood”, “Demolidor” e “His Dark Materials”. Os novos episódios, no entanto, ainda não têm previsão de estreia, mas devem chegar à Netflix até o final de 2023. Oi 🥹🍂 A segunda temporada de Heartstopper já está em produção. E teremos 4 novos personagens, um deles é o David, irmão mais velho do Nick.💕 pic.twitter.com/RIxkFvsWYv — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2022
Wagner Moura entra na série baseada no filme “Sr. e Sra. Smith”
O ator Wagner Moura (“Iluminadas”) entrou no elenco da série baseada no filme “Sr. e Sra. Smith”. O nome do brasileiro foi vazado nesta quinta (22/9) pela revista Variety, junto com o da americana Parker Posey (“Perdidos no Espaço”). Seus papéis não foram confirmados, mas seriam participações recorrentes, juntando-se aos protagonistas da série, Donald Glover (“Atlanta”) e Maya Erskine (“PEN15”), que viverão o casal do título – interpretado famosamente no cinema por Brad Pitt e Angelina Jolie. O elenco também conta com Michaela Coel (“I May Destroy You”), John Turturro e Paul Dano (ambos de “Batman”). Assim como no filme, a série vai mostrar John e Jane Smith, um casal aparentemente comum que esconde um segredo. Os dois são assassinos de aluguel contratados por empresas rivais e a verdade só vem à tona quando eles, sem saber, recebem a missão de matar o outro. Além de atuar, Glover está escrevendo o roteiro com Francesca Sloane, que trabalha com o ator em “Atlanta” e é apresentada como cocriadora do projeto. O estúdio encarregado é o New Regency, responsável pelo filme de 2005, em parceria com o Amazon Studios. A série, que será disponibilizada pela Amazon Prime Video, ainda não tem previsão de estreia.
Björk lança clipe fúnebre para expressar luto por sua mãe
A cantora Björk lançou um clipe ritualístico para a música “Ancestress”, em que lidera uma procissão fúnebre para o interior de um vulcão dormente no interior da Islândia. Ela e suas acompanhantes usam véus vermelhos, refletindo a atual fase da cantora, que tem aparecido geralmente com máscaras ou maquiagens chamativas sobre o rosto. A exceção é do único homem presente na peregrinação. Com véu e roupas brancas, ele segue para sua própria morte. A produção performática reflete o luto de Björk pela morte de sua mãe. A música foi feita em homenagem à ativista ambiental Hildur Rúna Hauksdóttir, que faleceu em 2018. “O tempo da minha ancestral está acabando/ A sua rebelião, um dia vibrante, se apagando”, canta a artista islandesa na letra. A direção é de Andrew Thomas Huang, que já tinha feito cinco clipes para a cantora, entre 2012 e 2017. “Ancestress” faz parte do 10º álbum de Björk, “Fossora”, que tem lançamento marcado para 30 de setembro. Anteriormente, a artista já havia revelado vídeos para “Atopos” e “Ovule”, todos bem menores, mas igualmente simbólicos, refletindo uma obra nada comercial, marcada por arranjos dissonantes – até dodecafônicos. Ela vem cantar esse repertório hermético no Brasil em 5 de novembro, como uma das atrações do festival Primavera Sound 2022, em São Paulo.
Bardo: Novo filme do diretor de “O Regresso” ganha trailer surreal ao som dos Beatles
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, que apresenta cenas surreais ao som de “I Am the Walrus”, hit psicodélico dos Beatles. Em clima de delírio, a prévia do novo filme do diretor Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, vai da Cidade do México à fronteira dos EUA, retratando cenas históricas, urbanas e a imigração em massa para os EUA, enquanto o protagonista pira com peixes, pregos e água. O protagonista é um jornalista mexicano vivido por Daniel Giménez Cacho (de “Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde precisa se reconectar com sua família, suas memórias e sua própria identidade, travando uma luta intensa contra as próprias memórias e arrependimentos, ao mesmo tempo que tenta fazer as pazes com as transformações sociais do México. Descrita como uma “comédia nostálgica”, a produção é a primeira falada em espanhol de Iñárritu desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio Iñárritu em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), também destaca em seu elenco outra atriz de “Quem Matou Sara?”, Griselda Siciliani. Apesar das imagens impactantes da prévia e um prêmio paralelo no Festival de Veneza, o filme não impressionou a crítica. Atingiu 55% de aprovação no Rotten Tomatoes após passar por dois festivais internacionais. Nesta sexta (23/9), estreia no terceiro: San Sebastián. Já o lançamento em streaming está marcado para 16 de dezembro.
Johnny Depp estaria namorando sua advogada
O ator Johnny Depp estaria namorado uma das advogadas que o defendeu na Justiça. Embora existissem rumores de uma relação com Camille Vasquez, pela afetividade demonstrada pelo ator durante as manifestações da advogada em seu caso de difamação contra Amber Heard, a revista americana US Weekly aponta que o caso é com Joelle Rich, que o defendeu em seu processo de difamação contra o jornal The Sun no Reino Unido. Quando os dois se conheceram, a advogada era casada, mas agora ela está se divorciando do marido. Segundo a fonte da revista, o relacionamento é sério. “A química deles é fora de série. É sério entre eles. Eles são pra valer”, afirmou. Mãe de dois filhos, Joelle foi uma das advogadas que trabalhou no caso que Depp perdeu no Reino Unido, quando tentou processar o jornal britânico por publicar que ele era um “espancador de esposa”. Por sinal, chamou atenção de olhares atentos que, mesmo não fazendo parte da equipe jurídica que representou o artista em seu julgamento por difamação contra a ex-mulher nos EUA, ela esteve presente no tribunal da Virgínia para mostrar o seu “apoio”. “Não havia nenhuma obrigação profissional para ela estar lá. Foi pessoal”, disse a fonte à revista, acrescentando que a dupla “discretamente” se encontrou em hotéis durante o início do romance. Ironicamente, Camille Vasquez reagiu na época aos rumores de seu suposto romance com Depp acusando os responsáveis de espalhar a fofoca de sexistas e que esse tipo de relacionamento seria “antiético”.
Mãe de vítima de José Dumont se pronuncia: “Quero justiça”
A mãe da suposta vítima de José Domont falou pela primeira vez sobre a acusação de estupro de vulnerável envolvendo o ator. Durante investigação do caso, ele foi preso em flagrante por possuir pornografia infantil em casa. Em entrevista ao Jornal da Record, na noite de quarta-feira (21/9), a mulher – que não foi identificada – afirmou que os contatos entre seu filho e o artista começaram no comércio dela, e que Dumont era um cliente antigo. “Ele [o suspeito] era cliente frequente e sempre perguntava como ele [filho] estava no teatro. E aos sábados, quando o meu filho estava comigo, ali mesmo onde eu ficava, ele ficava conversando com o meu filho, dando as dicas dele”, disse. A mãe e a criança tiveram as identidades preservadas pela reportagem. Segundo ela, o comportamento do veterano nunca despertou suspeitas. “Não despertava nada em mim de desconfiança. Sempre bem atencioso”, afirmou. A mulher contou que José Dumont sempre dava presentes ao seu filho, mas nunca longe de sua presença. “Sempre na minha companhia, meu filho estava sempre próximo de mim.” Depois da repercussão do caso, o menino precisou passar por tratamento psicológico. “Difícil superar um baque desse. A minha preocupação é proteger ele, apenas isso que eu quero, nada mais. Quero justiça. Que ele não faça isso com ninguém mais, com nenhuma criança mais”. José Dumont, de 72 anos, continua detido e foi transferido para o presídio de Benfica, na Zona Norte do Rio. A polícia do Rio ainda busca identificar uma suposta segunda vítima de Dumont, mencionada no pedido de busca e apreensão pelo juiz Daniel Werneck Cotta. O ator também é investigado por pedofilia na Paraíba desde 2013. Responsável pela denúncia, o Ministério Público Estadual pretende retomar a investigação após a prisão do artista no Rio de Janeiro. O crime teria acontecido em 2009 em Cabedelo, onde Dumont tinha um apartamento. Os documentos que chegaram à imprensa trazem depoimentos de duas testemunhas, que alegam ter presenciado abusos por parte do ator contra um grupo de meninos. Na ação que corre na 1ª Vara Mista de Cabedelo, na região metropolitana de João Pessoa, ele é indiciado pelo crime de estupro de vulnerável. Em sua defesa, o ator alegou que os conteúdos com pornografia infantil encontrados pela polícia eram um objeto de estudo para seu personagem na novela “Todas as Flores”, que será exibida no Globoplay. Seu personagem seria um explorador de menores, que abusa de crianças de rua. Ele foi demitido da produção após a prisão e substituído por Jackson Antunes. O último trabalho do ator na TV tinha sido o Coronel Eudoro em “Nos Tempos do Imperador” (2021). Ele é visto em produções da Globo desde que teve o papel principal no telefilme “Morte e Vida Severina”, de 1981, e também participou da versão original de “Pantanal” na TV Manchete. Com uma longa carreira nas telas que vem desde o filme “Lucio Flávio, o Passageiro da Agonia”, de 1977, Dumont também colecionou 21 prêmios nacionais e internacionais, incluindo três Candangos de Melhor Ator em Longa-Metragem no Festival de Brasília, dois Kikitos de Melhor Ator e um de Coadjuvante no Festival de Gramado, além de prêmios equivalentes nos festivais do Rio, Recife (Cine-PE), Miami (EUA), Havana (Cuba) e Huelva (Espanha).
Mulher de Stênio Garcia diz que ator está com inflamação no pulmão
A mulher de Stênio Garcia, Marilene Saade, usou as redes sociais para atualizar os fãs sobre o estado de saúde do ator. Já são dez dias com sintomas e o casal segue testando positivo para a covid-19. Além disso, Stênio está com inflamação no pulmão. “Stênio tem dez dias de sintomas e nove dias que positivou e também continua positivo e com inflamação no pulmão vista ontem em tomografia no hospital”, contou ela no Instagram. “Segundo diziam, durava só uma semana e aqui estamos ainda infectados”, desabafou. Sobre sua própria situação, Saade explicou: “Já tenho nove dias de sintomas e sete de quando positivei e continuo testando positivo. Disseram que ia embora em sete dias, mas não foi. O que é isso, meu Deus?”. É a segunda vez que Stênio Garcia contrai a doença. Ele já havia tido um teste positivo para covid-19 em abril do ano passado. Ela ainda afirmou que o casal tomou as quatro doses da vacina e mesmo assim ficou mal. Segundo Marilene Saade, os dois estão com “sintomas bem pesados”, como falta de ar e cansaço.
“A Mulher Rei” e “Não se Preocupe, Querida” chegam aos cinemas
A programação de cinema desta quinta (22/9) registra estreias fortes, com destaque para “A Mulher Rei”, protagonizado por Viola Davis, que tem o lançamento mais amplo em 900 salas, e “Não se Preocupe, Querida”, estrelado por Florence Pugh e o cantor Harry Styles. Davis veio ao Brasil promover seu filme, chamando atenção até no “Fantástico”, enquanto o outro longa tem o chamariz de Styles e de muitas fofocas de bastidores – o cantor começou a namorar a diretora Olivia Wilde durante as filmagens, supostamente criando um climão. O circuito também recebe o filme “Eike – Tudo ou Nada”, sobre o ex-bilionário brasileiro Eike Batista, e o relançamento de “Avatar”, além de sete estreias limitadas – incluindo a adaptação de “O Livro dos Prazeres”, de Clarice Lispector. Confira abaixo todos os 11 títulos que chegam às telas. | A MULHER REI | O épico de ação traz Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) como líder de um exército de guerreiras africanas do século 19 – que foram a inspiração real das guerreiras Dora Milaje dos quadrinhos e filmes do “Pantera Negra”. Durante dois séculos, as Agojie defenderam o Reino de Daomé, uma das nações africanas mais poderosas da era moderna, contra os colonizadores franceses e as tribos vizinhas que tentavam invadir o país, escravizar seu povo e destruir tudo o que representavam. O filme tem direção de Gina Prince-Bythewood (“The Old Guard”) e se concentra na relação da general Nanisca (Davis) e uma guerreira ambiciosa, Nawi (Thuso Mbedu, de “The Underground Railroad”), enquanto lutam lado a lado contra as forças coloniais. O elenco ainda destaca Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo Para Morrer”), a cantora Angélique Kidjo (“Arranjo de Natal”), Hero Fiennes Tiffin (“After”) e John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como o rei de Daomé. Elogiadíssimo, atingiu 95% de aprovação entre a crítica do Rotten Tomatoes e um raro A+ entre o público americano no CinemaScore, além de ter liderado as bilheterias em sua estreia nos EUA no fim de semana passado. | NÃO SE PREOCUPE QUERIDA | O segundo longa dirigido por Olivia Wilde (após “Fora de Série”) tem uma ambientação similar a do clássico “As Esposas de Stepford” (1975), com esposas levando vidas domésticas confortáveis num subúrbio isolado do deserto da Califórnia. Entretanto, a aparente vida perfeita dos casais e seus vizinhos tem uma condição: o segredo absoluto do trabalho dos maridos. Ninguém fala sobre o misterioso Projeto Vitória, que estaria “mudando o mundo”. Mas sinais de que algo está errado são cada vez mais evidentes, com pesadelos, apagões e coincidências marcando a vida das mulheres. E quando a personagem de Florence Pugh (“Viúva Negra”) começa a questionar tudo, não é apenas seu casamento com Harry Styles (“Dunkirk”) que fica em risco. O elenco ainda destaca Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Eternos”), Nick Kroll (“Nossa Bandeira é a Morte”), Kiki Layne (“Um Príncipe em Nova York 2”) e a própria Olivia Wilde. Apesar do talento envolvido, a produção tem dado mais o que falar por seus bastidores, de supostas brigas e intrigas, que pelo resultado apresentado na tela. A crítica americana torceu o nariz, fazendo o longa atingir apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes. | EIKE – TUDO OU NADA | A dramatização da ascensão e queda do empresário Eike Batista, ex-bilionário que já foi o homem mais rico do Brasil e o sétimo mais rico do mundo, percorre os altos e baixos de sua trajetória, incluindo a criação da petroleira OGX e os escândalos que o fizeram perder a fortuna. Conhecido principalmente por papéis em humorísticos, Nelson Freitas (“Socorro, Virei uma Garota!”) surpreende no papel principal. Ele é o grande achado do filme, ao aparecer transformado em cena — quase uma encarnação de Eike. Carol Castro (“Maldivas”) como Luma de Oliveira é outro ponto alto. Entretanto, o roteiro entrega uma produção ingênua, sem o cinismo e a crítica contundente que o personagem merecia. Baseado no livro homônimo da jornalista Malu Gaspar, o filme é assinado em dupla por Andradina Azevedo e Dida Andrade (“30 Anos Blues”). | AVATAR | A superprodução de maior bilheteria de todos os tempos volta aos cinemas com cenas inéditas. A já bem conhecida trama acompanha a colonização de Pandora, lua habitado pelos Na’vi, uma raça humanoide de cultura totalmente desconhecida, que intriga cientistas, mas atrapalha planos de militares. O relançamento é parte da campanha de recordação da franquia, preparando o lançamento de sua continuação, “Avatar: O Caminho da Água”, que é esperada para dezembro. No exterior, a projeção teve direito, inclusive, à cena inédita do segundo filme. | O SEGREDO DE MADELEINE COLLINS | O suspense hichcockiano de Antoine Barraud (“Le Dos Rouge”) traz Virginie Efira (“Benedetta”) como uma mulher com duas identidades. Ela tem dois filhos na França, uma filha na Suíça e um amante em cada um desses lugares. Quando esses dois mundos se conectam por acaso, seus segredos começam a desmoronar. Elogiadíssimo pela crítica internacional, tem 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. | O PERDÃO | A vida de uma mãe viúva vira de cabeça para baixo quando descobre que seu marido era inocente do crime pelo qual foi executado pela Justiça intransigente de seu país. Empobrecida e tendo que sustentar sozinha sua casa, ela inicia uma batalha contra autoridades cínicas, sofrendo recriminações de vizinhos conservadores por aceitar a visita de um estranho, que diz querer ajudá-la como amigo do marido morto – escondendo seu remorso por ter sido quem causou a morte dele. O excelente drama de Maryam Moghadam e Behtash Sanaeha faz um forte denúncia contra o regime iraniano, tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi premiado nos festivais de Zurique (Suiça) e Valladolid (Espanha). | DESTERRO | Documentarista e roteirista premiada, Maria Clara Escobar (“Os Dias com Ele”) estreia na direção de ficção com este longa, que teve sua première internacional no Festival de Roterdã, na Holanda. A trama gira em torno da angústia existencial de Laura (Carla Kinzo, de “Quanto Eu Era Vivo”), que se sente presa num casamento sem afetividade. Desconfortável, decide largar marido e filho e seguir uma jornada pessoal sem rumo. Na estrada, ela se depara com situações imprevisíveis e outras histórias de vida que vão reconfigurar suas próprias ideias. | O LIVRO DOS PRAZERES | A adaptação da obra de Clarice Lispector acompanha uma professora livre e melancólica, que vive um rotina solitária e monótona, com relacionamentos casuais. Até que se apaixona e começa a enfrentar sua solidão. O livro original é um clássico de 1969. Estrelada por Simone Spoladore, a adaptação é marcada por diálogos poéticos, mas é preciso reconhecer o esforço realizado pela diretora Marcela Lordy (“Turma da Mônica: A Série”) para transformar reflexões existenciais numa trama cinematográfica. | CORDIALMENTE TEUS | O longa de Aimar Labaki (“O Jogo das Decapitações”) é uma antologia que reúne 10 histórias diferentes, de décadas e até séculos distintos, em torno da violência que marca as relações no Brasil. Uma revolta de escravos numa fazenda de café, a tortura de um índio, o sequestro de um embaixador, judeus se escondendo da Inquisição, uma torturada que revê seu torturador na plateia para a qual conta o crime cometido por ele, pai e filho conversando durante a 2ª Guerra, uma viúva que perdeu tudo na Encilhada e é forçada a se casar e perder a liberdade, etc. | OS OSSOS DA SAUDADE | O documentário de bela fotografia traz paisagens marcantes, que ilustram narrações de pessoas de diferentes nacionalidades. Elas compartilham a língua portuguesa e sentimentos de ausência e distância, espalhadas por Brasil, Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde. É descrito como uma “viagem pelos territórios da memória, da representação e do pertencimento”. | ACAMPAMENTO INTERGALÁCTICO | O filme infantil traz Ronaldo Souza (um pouco velho para esse tipo de papel) e sua irmã num acampamento para crianças, onde descobrem um alienígena malvado com planos malignos. Assim, decidem cantar, dançar e sobreviver a piadas de flatulência para salvar o mundo. A direção é de Fabrício Bittar, do infame “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola” (2017).
“Losing My Religion”, do R.E.M., atinge 1 bilhão de views no YouTube
O icônico clipe de “Losing My Religion”, hit de 1991 da banda R.E.M., ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube. Apesar do vídeo ser do começo da década de 1990, ele só entrou no YouTube duas décadas depois, em 2011. Dirigido por Tarsem Singh (“A Cela”) antes de virar cineasta, o clipe é um dos poucos em que o vocalista Michael Stipe aparece cantando a letra da canção. Com quase cinco minutos, também apresenta os músicos do R.E.M. tocando, além de cenas de figuras de diferentes religiões do passado histórico. Singh disse à Rolling Stone em 2016 que o vídeo foi inspirado no conto de Gabriel Garcia Marquez “A Very Old Man With Enormous Wings”, no qual uma figura que parece ser um anjo aparece misteriosamente em uma pequena cidade litorânea. No clipe, Michael Stipe e alguns personagens aparecem com asas de anjo. O clipe de “Losing My Religion” venceu dois Grammys e o troféu de Vídeo do Ano no MTV Video Music Awards de 1991. E agora se tornou o sexto clipe dos anos 1990 a atingir 1 bilhão de visualizações no YouTube, depois de “November Rain” (1992) do Guns N’ Roses, “Smells Like Teen Spirit” (1991) do Nirvana, “Zumbi” (1994) dos Cranberries, “I Will Always Love You” (1992) de Whitney Houston e “Barbie Girl” (1997) de Aqua.
Suzy Camacho vira viúva em meio à briga na Justiça com enteados
Envolvida numa disputa legal com os enteados, a ex-atriz da Globo Suzy Camacho virou viúva na quarta-feira (21/9). Seu marido, o empresário Farid Curi, morreu aos 85 anos. Ele estava internado em coma desde 2020. Suzy Camacho e Farid Curi se casaram em 2013 em regime de separação obrigatória de bens. Desde 2020, o empresário e a atriz enfrentam uma ação na Justiça contra os herdeiros dele em razão de uma movimentação financeira de R$ 10 milhões. Ela foi acusada de se utilizar de atestados médicos falsos para sinalizar que o marido teria capacidade mental para autorizá-la a sacar R$ 10 milhões de suas contas. Os filhos do empresário a acusam de se aproveitar da situação de seu pai para dilapidar os seus bens. A morte de Curi traz uma reviravolta, pois os filhos são os únicos herdeiros. O caso está na polícia, com acusações graves contra a atriz. Além do saque vultoso, a polícia investiga a venda de um imóvel avaliado em R$ 60 milhões, que teria sido negociado pela atriz por R$ 32 milhões em 2015. A defesa de Suzy Camacho nega todas as acusações, apontando que o dinheiro sacado foi para a conta de Curi e a venda abaixo do valor foi fechado pelos próprios filhos do empresário e não por sua cliente. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.
Ator de “The 100” será Capitão Bumerangue na temporada final de “The Flash”
A 9ª e última temporada de “The Flash” vai marcar a estreia de uma nova versão de um dos personagens mais tradicionais da Galeria de Vilões do herói. O ator Richard Harmon (o John Murphy de “The 100”) foi escalado como Owen Mercer, o Capitão Bumerangue. Vale lembrar Nick Tarabay (“Spartacus”) interpretou Digger Harkness, o Capitão Bumerangue anterior do Arrowverso, que foi morto na 5ª temporada de “Arrow”. Mas ele nunca cruzou com o Flash (Grant Gustin). O personagem também já apareceu no cinema, interpretado por Jai Courtney nos dois filmes do “Esquadrão Suicida”. De acordo com a descrição da rede The CW, o novo Capitão Bumerangue seria resultado das mudanças pós-Crises nas Infinitas Terras. Ele saiu recentemente da prisão de Iron Heights com contas para acertar e representará uma ameaça perigosa e violenta a Central City, a cidade do Flash. Como a temporada será mais curta, Bumerangue deve ser o principal vilão dos últimos capítulos. Após nove anos de produção, a série de super-heróis da DC Comics terminará em 2023 durante a midseason (começo do ano), com apenas 13 episódios. A 8ª temporada encerrou-se em 29 de junho como um dos programas mais assistidos da rede americana The CW do ano, com média de 1 milhão de espectadores ao vivo e uma das maiores audiências do canal nas plataformas digitais. “The Flash” foi a segunda série de super-heróis desenvolvida pelo produtor Greg Berlanti. Ao surgir como derivado de “Arrow”, a atração expandiu as narrativas para criar um universo compartilhado com a atração anterior, batizado de “Arrowverso”, que ajudou a redefinir a CW e trazer espectadores masculinos para o que até então era um canal de perfil feminino. Mas desde então, as séries “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Batgirl” e a própria “Arrow” foram canceladas – e duas delas, “Legends” e “Batgirl”, interrompidas sem final neste ano. Além de “The Flash”, a rede The CW vai se despedir em 2023 de outra produção de Berlanti que marcou época em sua programação: “Riverdale”. A conclusão de ambos os programas acontece em meio a vários cancelamentos e uma redução de produções originais, numa transição da programação da CW após ser vendida pelas sócias Warner Bros. TV e CBS Studios para o grupo de emissoras Nexstar no mês passado.
Brad Pitt revela comédia que ele quase estrelou com Sandra Bullock
Brad Pitt e Sandra Bullock nunca tinham atuado juntos antes deste ano, quando “Trem-Bala”, protagonizado por Pitt, teve uma pequena participação de Bullock, e “Cidade Perdida”, estrelado por Bullock, contou com uma aparição especial de Pitt. Diante disso, Brad Pitt foi questionado pela revista Vogue britânica se os dois atores, vencedores do Oscar, planejavam no futuro protagonizar um filme juntos pra valer. A resposta foi uma surpresa. Os dois já tinham tentado fazer uma comédia como casal divorciado. “Sandy [Sandra Bullock] e eu uma vez tentamos desenvolver uma ideia de filme sobre uma equipe de marido e mulher”, disse Pitt à publicação. “Eram os vendedores mais bem-sucedidos da QVC [canal especializado em compras domésticas pela TV], mas estavam se divorciando, então se odiavam enquanto estavam ao vivo vendemos as coisas… Isso foi o máximo que desenvolvemos”. A seguir, Pitt será visto ao lado de Margot Robbie em “Babilônia”, filme sobre a velha Hollywood dirigido pelo também vencedor do Oscar Damien Chazelle (“La La Land”). A estreia está marcada para o Natal nos EUA e 19 de janeiro no Brasil.












