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  • Música

    Doja Cat critica todo mundo e é coberta de sangue em clipe surpreendente

    16 de junho de 2023 /

    A rapper Doja Cat deixou o público de queixo caído com o primeiro lançamento de sua nova era. A faixa “Attention” foi lançada nesta sexta-feira (16/6), acompanhada de um videoclipe surpreendente. Gravado nas ruas de Los Angeles, o clipe mostra um novo lado da artista, que assustou ao aparecer completamente nua e coberta de sangue – e sem medo de jogar indiretas. O clipe conta com referências a “Carrie, a Estranha”, clássico do terror de 1976 conhecido por criticar as aparências. Inspirada nessa mensagem, a rapper refletiu sobre seu descontentamento com a fama e as críticas que recebe do público. “Perdi um pouco de peso, mas nunca perdi o bumbum / Estou linda, mas agora minha cabeça careca combina com a minha – / Estou linda, mas agora todos estão dizendo que eu estou feia”, canta em um dos trechos. No começo do vídeo, ela aparece dirigindo um carro enquanto se distancia da toxicidade dos holofotes. “Vocês me seguem, mas não se importam genuinamente com a música”, ela reclama, referindo-se a uma polêmica que se envolveu recentemente.   Música pop ficou para trás Em maio, num tuíte já apagado, ela adiantou sua mudança de humor ao dizer aos seguidores que seus dois álbuns anteriores “Hot Pink” (2019) e “Planet Her” (2021) foram “para ganhar dinheiro e vocês caíram nessa”. Aclamados pelo público e pela crítica, os projetos se inclinavam ao gênero pop, com músicas estourando nas paradas musicais. Segundo ela, os projetos não condiziam com a sua verdadeira identidade artística e foram apenas uma estratégia. Após receber uma enxurrada de críticas pelas declarações, ela mostra um novo estilo com “Attention”, que é mais rap, mas também alternativo. No clipe, Doja aparece cantando as rimas nas ruas de Los Angeles sem ser notada por ninguém. “Não tenho medo de finalmente tirar a merd* com meu peito”, canta. Em clima de metralhadora crítica, ela ainda ironiza rumores sobre si mesma e denuncia a forma como a mídia incentiva a rivalidade feminina. ‘Por que ela acha que é a Nicki Minaj? Ela acha que é a maior’ […]. É claro que vadias como vocês, iriam comparar Doja com a mais gostosa”, canta em outra parte. O clipe tem direção de Tanu Muino, que é um dos nomes mais quentes do gênero após os sucessos de “As It Was” de Harry Styles, “Up” de Cardi B , “Frango Teriyaki” de Rosalía e “Montero (Call Me by Your Name)” de Lil Nas X, entre outros.

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  • Música

    Rebecca se junta a Pabllo Vittar e Vivi em novo clipe

    16 de junho de 2023 /

    A cantora Rebecca está de volta com a canção “AEIOU”, uma parceria com Pabllo Vittar e Vivi. A faixa inédita ganhou um videoclipe estrelado pelas três artistas, embalado em coreografias envolventes. No vídeo, as cantoras usam roupas coloridas que contrastam com o cenário branco e minimalista. A direção é de Giovanni Bianco, que já trabalhou com artistas como Madonna, Cher, Rihanna e Anitta. “Poder dar vida à essa música com o clipe, dirigido pelo Giovanni Bianco, foi um sonho realizado. Toda a equipe e a produção foi de um profissionalismo e qualidade ímpar e eles conseguiram criar um novo mundo pop, completamente imersivo. Sinto que realmente estou começando uma nova era”, comentou a Rebecca em comunicado. Já a produção da música foi feita pelo duo Tropkillaz, que também costuma trabalhar com Anitta. Remetendo ao pop dos anos 2000, a canção mistura batidas eletrônicas com vocais de R&B e sintetizadores.   Primeiro álbum após cinco anos de funk Rebecca também lançou uma segunda faixa. Intitulada “AFRODISÍAK”, a canção segue mais de perto o gênero trap, dando um vislumbre dos próximos passos da cantora, após um ano trabalhando em seu primeiro álbum. A carreira da cantora começou no samba, como passista da Salgueiro, antes de virar MC Rebecca, lançar “Cai de Boca” e enveredar pelos bailes funks em 2018. Em cinco anos, ela lançou quase 40 singles, incluindo os hits “Repara”, “Deslizo e Jogo” e “Ao Som do 150, além da recente “Barbie”, que contou com participação das cantoras Pocah, Lexa e Danny Bond. Mas nada de álbum, situação que deve mudar em breve.

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  • Filme

    Wonderwell: Último filme de Carrie Fisher ganha trailer

    16 de junho de 2023 /

    A Strange Quark Films divulgou o pôster e o primeiro trailer do longa fantasioso “Wonderwell”, que marca o último trabalho da atriz Carrie Fisher, a eterna Princesa Leia de “Star Wars”. A prévia apresenta o reino fantástico situado em uma floresta que ainda conta com plantas carnívoras gigantes, onde uma menina curiosa, interpretada pela estreante Kiera Milward, é acolhida pela personagem de Fisher. “A vida pode ser tão mágica quanto esse jardim, mas é muito mais divertida”, diz a atriz veterana, falecida em 2016, em um momento tocante no final do trailer. “Wonderwell” conta a história de Violet, uma garota curiosa que vive na Itália com seus pais americanos e sua irmã mais velha, Savannah. Quando Savannah é escolhida para ser o rosto de uma famosa grife de roupas criada pela estilista Yana, a família viaja para uma encantadora vila medieval para uma sessão de fotos. Entendiada e negligenciada pelos pais, Violet sai da antiga cidade para uma floresta próxima, acaba caindo num portal misterioso e conhece a enigmática Hazel, personagem de Fisher, onde tem um vislumbre do que seu futuro mágico pode trazer. O elenco ainda destaca Nell Tiger Free (“Servant”) como a irmã, a cantora Rita Ora como a estilista famosa e Sebastian Croft (“Hearstopper”) como o enteado da estilista. Escrito por William Brookfield (“Jogada de Mestre”), o longa marca a estreia de Vlad Marsavin na direção.   Demorou 7 anos para ser lançado É importante mencionar que “Wonderwell” foi filmado em 2016, pouco tempo antes da morte de Fisher. Em entrevista ao Deadline, o diretor explicou que a pandemia atrasou significativamente a pós-produção do filme, que usou muitos efeitos especiais para materializar seu visual de fantasia. “Os efeitos visuais em um filme dessa magnitude levam tempo, mas enfrentamos desafios com os bloqueios do Covid e, é claro, com a perda de nossa maravilhosa Carrie Fisher”, disse. “Agora é o momento perfeito para compartilhar seus momentos mágicos na tela como Hazel”. Fisher faleceu apenas seis semanas após a conclusão das filmagens em 2016, devido a uma parada cardíaca durante um voo entre Londres e Los Angeles. Após a fatalidade, sua última aparição nos cinemas tinha sido em “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (2019), onde foi recriada por efeitos especiais que reutilizaram filmagens descartadas da atriz em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Recentemente, ela recebeu uma estrela póstuma na Calçada da Fama de Hollywood em uma cerimônia emocionante com homenagens de sua filha, a atriz Billie Lourd, além de Mark Hamill e Harrison Ford, que formavam com Fisher trio icônico original de “Star Wars”. “Wonderwell” será lançado no dia 23 de junho em circuito limitado nos cinemas norte-americanos e ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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  • Série

    “Superman & Louis” demite maior parte do elenco e ator reage: “Procurando emprego”

    16 de junho de 2023 /

    A rede americana de TV The CW causou alvoroço com a renovação de “Superman & Louis”. Durante a semana, o canal anunciou que a série do Superman voltaria para uma 4ª temporada com a ausência de grande parte do elenco. Enquanto os fãs das séries lamentam o corte bárbaro, um dos atores vítima da onda de demissões aproveitou para se pronunciar nas redes sociais. Interprete de John Henry Irons, o ator Wolé Parks publicou um story sugestivo em seu perfil do Instagram na última quinta-feira (15/6). Na foto, ele aparece deitado ao lado de um urso de pelúcia gigante. “Procurando por emprego”, escreveu na imagem. Além do ator, a CW decidiu dispensar mais seis atores, quantidade que representa mais da metade do elenco regular de “Superman & Louis”. Dylan Walsh, Emmanuelle Chriqui, Erik Valdez, Inde Navarrette, Wolé Parks, Tayler Buck e Sofia Hasmik não retornam para os próximos episódios. Vale mencionar que Parks, Walsh, Chriqui, Valdez e Navarrette estão na série desde a 1ª temporada. Com isso, sobraram apenas o casal protagonista formado Tyler Hoechlin, intérprete de Superman, e Elizabeth Tulloch, a Lois Lane, ao lado dos atores Michael Bishop e Alex Garfin, que interpretam os filhos do casal. Já o ator Michael Cudlitz, que estreou como Lex Luthor na temporada atual, foi promovido ao elenco regular e terá mais destaque no próximo ano da série.   Demissões foram causadas por corte de orçamento Após meses em silêncio sobre o futuro da série, a CW confirmou a renovação de “Superman & Louis” com as novidades nada animadoras. Devido ao corte de gastos, o novo ano da produção também terá uma quantidade menor de episódios. As duas primeiras temporadas tiveram 15 episódios, reduzidos para 12 episódios na 3ª temporada atualmente exibida na CW. Já o próximo ano da série, terá um total de 10 episódios. De acordo com o Deadline, apesar da série ter uma boa audiência em streaming, o custo é muito alto. Diferente das outras séries da CW, “Superman & Louis” exige um orçamento maior por conta dos efeitos especiais – que também devem sofrer cortes!

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  • Filme

    Gal Gadot aparece cheia de hematomas em novas imagens de “Agente Stone”

    16 de junho de 2023 /

    O suspense de ação “Agente Stone” (“Heart of Stone”), estrelado e produzido por Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”), ganhou pôster e novas imagens. Os visuais inéditos foram publicados pela revista Total Film e mostram a protagonista com o corpo repleto de machucados. Na trama, a atriz interpreta Rachel Stone, uma agente de elite altamente habilidosa que recebe a missão de salvar o mundo. Para enfrentar o desafio, Rachel encontra Parker (Jamie Dornan), um colega espião, e Keya (Alia Bhatt), uma hacker brilhante, que se juntam para evitar que uma super tecnologia alimentada por inteligência artificial caia em mãos erradas. As novas imagens também mostraram o personagem de Jamie Dornan (“Belfast”) bebendo em um bar. A Netflix já havia liberado um breve teaser do longa em setembro do ano passado. A prévia mostrava os bastidores das cenas de ação e contou com depoimentos do elenco. Ao contrário da última produção de Gadot com a Netflix, “Alerta Vermelho”, o novo filme tem um tom mais sério, lembrando produções como “007” e “Missão: Impossível”. O projeto foi desenvolvido pela empresa da atriz, Pilot Wave, em parceria com o estúdio Skydance especificamente para ser transformado numa franquia com várias continuações. “Heart of Stone” tem roteiro do autor de quadrinhos Greg Rucka (“The Old Guard”) e de Allison Schroeder (“Estrelas Além do Tempo”), e a direção está a cargo de Tom Harper (“The Aeronauts”, da Amazon).   Trailer será lançado no TUDUM A Netflix também anunciou que o primeiro trailer oficial será liberado neste sábado (17/6). A prévia deve ser exibida durante o Festival Tudum, evento grandioso realizado pela Netflix, que contará com a presença da própria Gal Gadot num painel especial ao lado de outros artistas. Criado com o propósito de promover os lançamentos da plataforma, o Tudum se tornou um dos principais veículos de divulgação do streaming. O evento começou nesta sexta-feira (16/6) no Pavilhão da Bienal do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e se encerra no domingo (18/6).

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  • Etc

    Spotify encerra parceria milionária com Harry e Meghan

    16 de junho de 2023 /

    A plataforma Spotify e o casal príncipe Harry e Meghan Markle encerraram o contrato de US$ 20 milhões, equivalente a R$ 96 milhões, para realizarem projetos para a plataforma de áudio. A informação foi divulgada por meio de um comunicado, que indica que a separação foi amistosa. “Spotify e Archewell Audio concordaram mutuamente em se separar e estão orgulhosos da série que fizeram juntos”, diz o texto. Devido a essa decisão, o podcast “Archetypes” (“Arquétipos”, em português) não vai ganhar uma nova temporada pelo streaming. O projeto dos duques de Sussex com a plataforma estreou em 2022 e alcançou sucesso entre o público. Apesar do encerramento do contrato com o Spotify, o podcast pode migrar para outra plataforma. Segundo o portal britânico Express, um porta-voz do casal disse que Meghan continuará “a desenvolver conteúdos para o público do programa em outra plataforma”.   Podcast conquistou o público e ganhou prêmio “Archetypes” era apresentado pela própria Meghan e debatia sobre os estereótipos femininos. Ao longo dos 12 episódios lançados, o podcast trouxe convidados renomados como Mariah Carey e Serena Williams. Além disso, a atração também recebeu historiadoras e especialistas. Sucesso entre o público, o podcast ficou em 1º lugar no ranking da plataforma entre os mais escutados em diversos países. A produção também conquistou a categoria de melhor podcast no People’s Choice Award, premiação americana de voto popular. Vale apontar que “Archetypes” foi um dos primeiros projetos comerciais do casal realizado após a mudança para os Estados Unidos. O podcast é uma produção da Archewell, organização sem fins lucrativos fundada por Harry e Meghan, focada para produções de mídia.   Netflix pode ser a próxima Com o fim da parceria com o Spotify, aumentam os boatos de que a Netflix também deve seguir o mesmo caminho. De acordo com a jornalista e comentarista real, Daniela Elser, a gigante do streaming deve cancelar a série “Harry & Meghan”, que estreou na plataforma em dezembro de 2022. “Já se passaram mais de dois anos e meio desde que assinaram seus nomes na linha pontilhada”, ela apontou ao site news.com.au. A produção mostrou os bastidores polêmicos que o casal enfrentou com a família real. Racismo, perseguição da mídia e acusações graves foram alguns dos tópicos retratados na série documental de 6 episódios. Após a estreia, “Harry & Meghan” causou um clima nada agradável na família real. Após seis meses do lançamento da 1ª temporada, a Netflix ainda não se pronunciou sobre o status da série. Considerando o silêncio prolongado, é provável que o streaming não vá renovar a produção da Archewell para novos episódios.

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  • Série

    2ª temporada de “O Poder e a Lei” ganha trailer

    15 de junho de 2023 /

    A Netflix divulgou pôster e trailer da 2ª temporada de “O Poder e a Lei”. Baseada na franquia literária “The Lincoln Lawyer” de Michael Connelly, os novos episódios trarão novos desafio para o advogado Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo), que vai misturar a vida romântica com o trabalho pessoal para defender um interesse amoroso na Justiça. A atriz Lana Parilla, conhecida por viver a Rainha Má na série de fantasia “Once Upon A Time”, é quem rouba o coração do protagonista. No trama, ela interpreta Lisa Trammell, uma chef de cozinha querida pela comunidade que ajuda os necessitados, mas que acaba sendo presa e acusada de assassinar um banqueiro explorador.   Série versus Filme Esta não é a primeira vez que o personagem de Connelly chega às telas. Anteriormente, a obra foi adaptada no filme “O Poder e a Lei” (2011), estrelado por Matthew McConaughey. Para não repetir a história apresentada no longa, a série teve como ponto de partida o segundo livro da franquia literária, “O Veredicto de Chumbo”. Já a 2ª temporada vai pular o terceiro volume para adaptar o quarto livro, “A Quinta Testemunha”. A produção é de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing”, “Big Sky” e “Nove Desconhecidos”, entre muitas outras séries. Seu parceiro no projeto é o co-roteirista e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”). Além de Manuel Garcia-Rulfo (“O Pior Vizinho do Mundo”) no papel principal, o elenco destaca Neve Campbell (“Pânico”) como a primeira ex-esposa de Mickey, Krista Warner (“Priorities”) como a filha adolescente do ex-casal e Becki Newton (“Ugly Betty”) como a segundo ex-esposa. Um detalhe interessante é que as ex-mulheres também trabalham com Direito e acabam se envolvendo nos casos do advogado, tanto para auxiliar em relação à defesa quanto para enfrentá-lo na acusação de seus clientes. A 2ª temporada foi dividida em duas partes. Os primeiros episódios estreiam em 6 de julho e a segunda leva em 3 de agosto.

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  • Série

    “Billions” vai acabar na 7ª temporada

    15 de junho de 2023 /

    O canal pago americano Showtime confirmou que a 7ª temporada de “Billions” será a última da série. A produção estrelada por Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2″) como um promotor que investiga bilionários volta com novos episódios no 2º semestre deste ano. “’Billions’ explorou habilmente o poder, o dinheiro e a ganância de uma forma que não apenas o tornou um enorme sucesso, mas também definiu seu próprio gênero graças ao talento criativo de Brian e David”, disse Chris McCarthy, presidente e CEO da Showtime, sobre a despedida da série. “Esta temporada final está repleta de diálogos incríveis e complexos e dinâmicas de personagens que os fãs aprenderam a amar, e estamos empolgados em ter feito essa parceria com eles para transformar esta série de sucesso em uma franquia global”, acrescentou. Segundo a sinopse oficial, na temporada final as alianças serão viradas de cabeça para baixo. Feridas antigas serão usadas como armas. Lealdades serão testadas. A traição vai atingir proporções épicas. Inimigos se tornarão amigos cautelosos. O grande destaque é o retorno de Damian Lewis (“Homeland”) ao papel do bilionário Bobby Axelrod. O ator tinha saído da série durante a 5ª temporada, em 2021. A volta do protagonista deve entregar uma despedida digna aos fãs da história.   Fim? Antes da oficialização do cancelamento, já havia boatos de que os próximos capítulos encerrariam a trama da série. Em março, o ator Dan Soder, intérprete de Dudley Mafee, fortaleceu os rumores quando deixou a informação escapar, durante um programa esportivo da rede americana de TV NBC. “A temporada sete, a temporada final de ‘Billions’, está a caminho”, disse ele, antes de perceber seu equívoco. “Eu não deveria dizer isso? Não sei se posso dizer isso”, acrescentou. Embora esteja chegando ao fim, o universo da série ainda continuará em produções derivadas no canal Showtime. Recentemente, a emissora anunciou que duas produções já começaram a ser desenvolvidas, com os títulos provisórios de “Millions” e “Trillions”. A série foi criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”). Nos Estados Unidos, a 7ª temporada estreia 11 de agosto pelo Paramount+ e 13 de agosto pela Showtime. No Brasil, não há previsão de estreia, enquanto as 6 temporadas anteriores estão disponíveis na Netflix.

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  • Série

    HBO Max renova “Velma” após série ser detonada por público e crítica

    15 de junho de 2023 /

    A HBO Max renovou “Velma” para uma 2ª temporada após a animação ser detonada pelo público e pela crítica especializada. A série derivada de “Scooby-Doo”, retrata a personagem adolescente e conta com uma abordagem mais adulta – o streaming classificou a produção para maiores de 16 anos. Apesar disso, o tom da série não agradou e foi alvo de controvérsias. O anúncio dos novos episódios veio durante um painel realizado pela Warner Bros. Discovery no Festival de Cinema de Animação de Annecy, onde foram divulgadas novidades dos desenhos do estúdio. Pelo visto, a recepção negativa não foi vista como impedimento. “Velma” estreou em janeiro na HBO Max, apresentando uma releitura dos personagens de “Scooby-Doo”. A produção chamou a atenção pelo visual e proposta diferente para a história de Velma, Salsicha, Daphne e Fred. Vale apontar que cachorro Scooby-Doo não foi incluído na narrativa. Uma das principais mudanças na série é a alteração étnica dos personagens. Além de Velma ser retratada como indiana, Salsicha (ou melhor, Norville) tornou-se negro. Apesar da alteração parecer um saldo positivo para a representatividade na tela, esse aspecto passou longe de salvar a série de uma enxurrada de críticas negativas.   Polêmicas e críticas detonaram a produção No Rotten Tomatoes, a produção atingiu baixíssimos 7% de aprovação do público, enquanto a média das 35 críticas especializadas não passou da marca dos 40% de aprovação. As reclamações variam desde a sexualização de personagens jovens até mudanças na personalidade da protagonista. Nas redes sociais, muitos fãs não aprovaram a nova versão da personagem, chegando a chamá-la de detestável. Além disso, a falta de profundidade dos personagens também foi apontada como um ponto fraco da animação. As críticas mais sérias ainda apontam que Velma aborda de forma inadequada o movimento #MeToo, que trouxe à tona casos de estupro e assédio. Com violência, sangue e piadas adultas, a animação foi concebida por Mindy Kaling (“Projeto Mindy”), que também dubla Velma. O elenco de vozes ainda conta com Constance Wu (“Podres de Ricos”) no papel de Daphne, Sam Richardson (“Ted Lasso”), como o dublador de Norville/Salsicha e Glenn Howerton (“It’s Always Sunny In Philadelphia”) dando voz a Fred. Todos os episódios da 1ª temporada de “Velma” estão disponíveis na HBO Max, enquanto a 2ª temporada não tem previsão de estreia.

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  • TV

    Débora Falabella revela segredo de “O Clone”: substituída pela irmã sem que ninguém percebesse

    15 de junho de 2023 /

    A atriz Débora Falabella surpreendeu seus seguidores nesta quinta-feira (15/6). Durante um vídeo publicado no TikTok, a atriz contou pela primeira vez que foi substituída pela irmã mais velha, a atriz Cynthia Falabella, em algumas cenas de “O Clone” (2001). Apesar da diferença de idade, as duas chamam a atenção pelos traços parecidos. “O clone e a minha irmã”, escreveu na legenda do vídeo. Ela explica que contraiu meningite viral e precisou ser hospitalizada enquanto gravava a novela. Como vivia uma das personagens centrais da história, a dependente química Mel, a produção buscou uma solução que não atrasasse as gravações. “A novela não podia parar, e o Jayme Monjardim, diretor da novela, havia conhecido minha irmã um mês antes em Belo Horizonte e decidiu: ‘é isso, vou colocar sua irmã para te substituir, ela será sua dublê'”, revelou Débora. Em um trecho do vídeo, Cynthia apareceu e contou que precisou viajar para gravar as cenas da irmã. Ela ainda mencionou que teve que fazer adaptações nas roupas para que servissem corretamente. “A Cynthia entrou e fez simplesmente uma das cenas mais difíceis da novela”, apontou Débora. “Tudo isso para dizer que eu acho que pela primeira vez na televisão brasileira que uma irmã substitui a outra e fez isso muito bem”, afirmou. Nos comentários, os seguidores ficaram perplexos por nunca terem percebido a substituição. @deborafalabellaoficial O clone e a minha irmã ♬ Marrocos – Beth Sampaio

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  • Etc

    Atriz Glenda Jackson, vencedora de dois Oscars, morre aos 87 anos

    15 de junho de 2023 /

    A atriz britânica Glenda Jackson, vencedora de duas estatuetas do Oscar, faleceu nesta quinta-feira (15/6) em Londres, aos 87 anos. Ao longo da carreira, ela também chamou a atenção por ingressar na política e atuar como membro do Parlamento do Reino Unido. A notícia da morte foi confirmada por seu agente, Lionel Larner, que revelou o falecimento decorrente de uma breve doença. Jackson era conhecida pelos seus papéis em clássicos como “Mulheres Apaixonadas” (1969) e “Um Toque de Classe” (1973), que lhe renderam as vitórias no Oscar na categoria de Melhor Atriz. Mas, ao longo da carreira, ela marcou as telas com várias outras obras famosas, incluindo “Domingo Maldito” (1971) e “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971). Sucesso nos cinemas, a atriz também conquistou a televisão como a Rainha Elizabeth I na série “Elizabeth R”, pela qual ganhou dois prêmios Emmy como Melhor Atriz. Já no teatro, foi aclamada pela sua atuação nas peças “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, “Hedda Gabler” e “Interlúdio Estranho”.   Começo da carreira Nascida na cidade de Birkenhead, na Inglaterra, Glenda May Jackson ingressou nos estudos das artes cênicas na Academia Real de Arte Dramática em 1954, aos 18 anos. Ela fez sua estreia na peça “Separate Tables”, do dramaturgo britânico Terence Rattigan. E deu seus primeiros passos na carreira com pequenas aparições em filmes, como o clássico “O Pranto de um Ídolo” (1954), de Lindsay Anderson. Após mais de 10 anos nos palcos, ela se tornou membro da Royal Shakespeare Company, a mais consagrada companhia de teatro do Reino Unido. Nesse período, ela estrelou a peça “A Perseguição e o Assassinato de Jean-Paul Marat Desempenhados pelos Loucos do Asilo de Charenton sob a Direção do Marquês de Sade” (1967), abreviada para “Marat/Sade”. Aclamado pelo público, o espetáculo foi adaptado para os cinemas, sob a direção de Peter Brook, lançando a atriz em seu primeiro papel de destaque nas telas. Em seguida, ela protagonizou o romance deturpado “Negatives” (1968), de Peter Medak, e fez rápidas aparições em séries televisivas. Até que, em 1969, estabeleceu-se como um dos principais nomes no cinema – e um grande símbolo sexual da época.   Símbolo sexual O longa “Mulheres Apaixonadas” (1969), adaptação de D.H. Lawrence dirigida por Ken Russel, foi importante por retratar a revolução sexual e a liberdade feminina numa Inglaterra ainda fortemente conservadora. Ela surpreendeu o público com a sua personagem, Gudrun Brangwen, uma mulher de personalidade complexa, inteligente e emocional. Antes disso, a maioria das atrizes que se tornavam símbolos sexuais eram passivas e sujeitas às vontades dos homens. No longa, era a sua personagem quem dava as ordens. Apesar do filme ter sido escrito e dirigido por homens, a produção buscava uma atriz capaz de interpretar uma mulher dos anos 1920 que estivesse a frente do seu tempo. Com sua vitória no Oscar como Melhor Atriz, ficou claro que Jackson foi a escolha certa para o papel. No ano seguinte, ela continuou sua parceria com o diretor no longa “Delírio de Amor” (1970), onde voltou a dar o que falar, como a esposa ninfomaníaca de um homossexual torturado – ninguém menos que o famoso compositor russo Tchaikovsky, interpretado por Richard Chamberlain.   Coleção de prêmios O ano de 1971 foi bastante marcante em sua carreira. Ela provou seu talento na televisão com sua versão da Rainha Elizabeth I na série “Elizabeth R” (1971), produzida pela BBC, levando dois prêmios Emmy pela atuação. E ainda repetiu o papel no filme “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971). Mas foi o papel no filme “Domingo Maldito”, do diretor John Schlesinger, que novamente rendeu comentários. No filme, ela participava de um triângulo amoroso envolvendo dois homens bissexuais. A produção lhe rendeu um prêmio BAFTA e mais uma indicação ao Oscar. Pouco tempo depois, a atriz embarcou em outra grande produção, a comédia romântica “Um Toque de Classe” (1973), estrelada com o ator George Segal. Mantendo seu semblante de mulher empoderada, ela recebeu muitos elogios pela performance e conquistou sua segunda estatueta do Oscar como Melhor Atriz.   Papéis marcantes A atriz passou a ser exaltada como uma das estrelas mais populares nas bilheterias britânicas. E se superou em 1975, quando estrelou três de seus filmes mais famosos. Sempre ousada, flertou com o lesbianismo na adaptação da peça “As Criadas”, de Jean Genet, transformou infidelidade em criatividade em “A Inglesa Romântica”, dirigida por Joseph Losey, e conquistou sua quarta indicação ao Oscar com outra adaptação teatral, “Hedda”, baseada na peça de Ibsen sobre uma femme fatale nórdica. Ela também deu vida à lendária Sarah Bernhardt, mais famosa atriz teatral de todos os tempos, em “A Incrível Sarah” (1976). Até que, de uma hora para outra, passou a preferir estrelar comédias, como “Um Toque de Humor” (1979), “Os Alunos da Sra. McMichael” (1979), “Política do Corpo e Saúde” (1980) e duas parcerias com o comediante americano Walter Matthau, “Um Viúvo Trapalhão” (1978) e “O Espião Trapalhão” (1980). Depois de passar boa parte dos anos 1980 no teatro, ela voltou às telas em nova comédia, “Além da Terapia” (1987), de Robert Altman, e em duas novas parcerias com Ken Russell: “A Última Dança de Salomé” (1988), adaptação da peça de Oscar Wilde no papel da vingativa Herodias, e “O Despertar de Uma Mulher Apaixonada” (1989), retomando o universo do filme de 1971 que lhe rendeu o primeiro Oscar.   Carreira política No ano de 1992, a atriz surpreendeu a todos ao trocar a carreira artística por uma chance de virar política. Ao ser eleita pelo Partido Trabalhista como membro do Parlamento do Reino Unido, Jackson interrompeu de forma drástica suas atividades como atriz. Quando seu Partido assumiu o governo britânico em 1997, ela foi nomeada Ministra Júnior dos Transportes. Mas, anos depois, desgostosa por não conseguir disputar a prefeitura de Londres, declarou que não iria se candidatar novamente, encerrando sua vida política em 2015.   Retorno premiado Logo que saiu do cargo, ela fez um retorno inesperado como atriz e até venceu um BAFTA e um Emmy Internacional pelo telefilme “Elizabeth Is Missing”, da BBC, no qual interpretou um mulher com demência, lutando para resolver o desaparecimento de uma amiga. Ela também estrelou drama “O Domingo das Mães”, dirigido por Eva Husson, lançado no Festival de Cannes em 2021 – e um dos poucos trabalhos em que Jackson teve a oportunidade de trabalhar com uma diretora mulher. Antes de morrer, ela finalizou o ainda inédito “The Great Escaper”, no qual voltou a se reunir com Michael Caine, seu parceiro em “A Inglesa Romântica”. Com direção de Oliver Parker (“O Retorno de Johnny English”), seu último filme não tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Bill Cosby enfrenta 9 acusações novas de agressão sexual

    15 de junho de 2023 /

    Bill Cosby, ator e comediante americano, enfrenta novas acusações de agressão sexual. Ao todo, nove mulheres alegam que foram drogadas e agredidas por Cosby entre os anos de 1979 e 1992, em casas, vestiários e hotéis em Las Vegas, Reno e Lake Tahoe, nos Estados Unidos. De acordo com o site The Hollywood Reporter, os processos foram abertos em um tribunal federal de Nevada. Em uma das acusações, a vítima relata que Cosby a chamou de Nova York para Nevada, alegando que seria seu “mentor de atuação”. Ao invés disso, o ator a estuprou em um quarto de hotel após drogá-la com uma bebida que ele afirmava ser espumante sem álcool.   Nova lei viabiliza acusações contra Cosby O novo processo surge algumas semanas após o governador de Nevada, Joe Lombardo, assinar uma lei que suspende o prazo de prescrição de dois anos para adultos que desejam entrar com processos por abuso sexual. Dessa forma, não há mais uma restrição de tempo para uma vítima poder denunciar o agressor, viabilizando punições por crimes cometidos há muitos anos. Uma das acusadoras de Cosby, identificada como Lise-Lotte Lublin, é natural do estado e apoiou a mudança na lei. “Durante anos, lutei pelos sobreviventes de agressão sexual, e hoje é a primeira vez que poderei lutar por mim mesma”, declarou. “Com a nova mudança na lei, agora posso levar meu agressor Bill Cosby ao tribunal. Minha jornada está apenas começando, mas sou grata por esta oportunidade de buscar justiça”. Ela afirmou que o ator a estuprou em um hotel em Las Vegas em 1989. A lista de denunciantes inclui uma ex-modelo da Playboy, que alegou ter sido drogada e agredida sexualmente por Cosby, juntamente com outra mulher, em sua residência em 1969. O responsável pelas relações públicas de Cosby, Andrew Wyatt, criticou essas leis em um comunicado, afirmando que as mulheres estão buscando atenção da mídia ao processar o ator. “A partir de hoje, não permitiremos mais que essas mulheres apresentem múltiplas alegações supostas contra o Sr. Cosby sem que sejam examinadas no tribunal de opinião pública e no tribunal em si”, declarou.   #MeToo colocou o ator na prisão por 3 anos Anteriormente, o artista de 85 anos chegou a ser condenado por estupro, além de enfrentar acusações de agressão e assédio sexual por mais de 60 mulheres. Cosby foi a primeira celebridade a ser julgada e condenada na época do movimento #MeToo, movimento liderado por diversas artistas e ativistas para incentivar mulheres a denunciarem crimes de violência sexual. Ele passou quase três anos em uma prisão estadual na Filadélfia antes de ter sua condenação anulada por um tribunal superior em 2021. Mesmo assim, o ator voltou a enfrentar processos. No início deste ano, um júri de Los Angeles concedeu uma indenização de US$ 500 mil a uma mulher que afirmou ter sido abusada sexualmente por Cosby na Mansão Playboy quando ela tinha apenas 16 anos, em 1975.

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    Amigos de Jean-Pierre Léaud pedem ajuda para o ator de clássicos do cinema francês

    15 de junho de 2023 /

    Jean-Pierre Léaud, ator francês conhecido pelos clássicos “Os Inocentes” (1959) e “A Chinesa” (1967), está enfrentando problemas financeiros e de saúde. A informação foi divulgada por familiares e amigos do artista, que lançaram uma campanha de arrecadação na plataforma Leetchi, afirmando que o ator de 79 anos está passando por um momento difícil. “Apesar de uma carreira excepcional, Jean-Pierre está atravessando um momento difícil em termos morais, físicos e materiais”, diz a página dedicada ao ator no site. “Seu amigo Serge Toubiana, testemunha dessa preocupante situação, acaba de mobilizar diversos contatos no meio cinematográfico e apelar à generosidade de todos”. Embora a campanha não forneça detalhes específicos sobre a condição do ator, Toubiana, presidente da Unifrance e ex-diretor da Cinemateca Francesa, revelou à imprensa francesa que Léaud teria enviado diversas mensagens preocupantes durante a última edição do Festival de Cannes, em maio. Segundo ele, o ator disse estar com dificuldades para se levantar. O ex-diretor também afirmou que Léaud teria se envolvido em muitos jogos de azar na juventude, o que o levou a perder o dinheiro acumulado ao longo de sua carreira. A campanha no Leetchi já alcançou a meta de € 15 mil, estipulada pelos amigos de Léaud – equivalente a aproximadamente R$ 78 mil.   Sucesso no cinema e Palma de Ouro Jean-Pierre Léaud é um ícone do cinema francês há muitos anos. Nascido em Paris, o ator deu início a carreira ainda na infância, aos 14 anos. Com essa idade ele estrelou o longa “Os Inocentes” (1959), dirigido por François Truffaut, um dos filmes franceses mais famosos de todos os tempos. Seu personagem, Antoine Doinel, era um menor abandonado. Ele voltou a viver Doinel e trabalhar com Truffaut em “O Amor aos Vinte Anos” (1962), “Beijos Roubados” (1968), “Domicílio Conjugal” (1970) e “Amor em Fuga” (1979), transformando-se em alter-ego do diretor. Léaud estrelou os quatro longas-metragens ao lado da atriz Claude Jade, que na época era noiva de Truffaut. O ator também trabalhou em filmes icônicos de Jean-Luc Godard, como “A Chinesa” (1967), “Alphaville” (1965) e “O Demônio das Onze Horas” (1965), além de colaborar com outros diretores da Nouvelle Vague e inovadores do cinema dos anos 1960 e 1970. Sua filmografia inclui inúmeros clássicos como “O Testamento de Orfeu” (1960) de Jean Cocteau, “Não me Toque” (1971) de Jacques Rivette, “O Último Tango em Paris” (1972), de Bernardo Bertolucci, “A Mãe e a Puta” (1973) de Jean Eustache, e até “O Leão de Sete Cabeças” (1970), do brasileiro Glauber Rocha. Mais recentemente, Léaud apareceu “Irma Vep” (1996), de Olivier Assayas, protagonizou “O Pornógrafo” (2001), de Bertrand Bonello, e viveu o personagem-título de “A Morte de Luís XIV” (2016), de Albert Serra, que lhe rendeu o prêmio Lumière de Melhor Ator. No mesmo ano, ele recebeu uma Palma de Ouro honorária no Festival de Cannes, em reconhecimento à sua contribuição para o cinema.

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