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    Baywatch e Um Tio Quase Perfeito são as estreias mais amplas em semana repleta de comédias

    15 de junho de 2017 /

    Após estreias consecutivas de blockbusters em mais de mil telas, o parque exibidor assumiu a saturação ao reservar apenas 450 salas para o maior lançamento desta quinta (15/6). Pesa na decisão o fato de “Baywatch” ter fracassado nos EUA, onde foi lançado há um mês. A Paramount apostava que tinha uma nova franquia ao estilo “Anjos da Lei”, mas a versão comédia da série “SOS Malibu” se provou outro “CHiPs”. A aprovação de 19% no Rotten Tomatoes recebeu a culpa pelo péssimo desempenho nas bilheterias, um dos piores da carreira do astro Dwayne Johnson. Mas a produção serviu para algo: acabou com a ânsia dos estúdios de avacalhar séries clássicas no cinema. Quem quiser rir, tem mais três opções no circuito. Segunda maior estreia da semana, “Um Tio Quase Perfeito” é uma espécie de tupiniquização de “Quem Vê Cara Não Vê Coração” (1989), clássica Sessão da Tarde de John Hughes: um tio sem noção acaba tendo que cuidar dos sobrinhos – uma adolescente e duas crianças pequenas. O humorista Marcus Majella (“Tô Ryca!”) desempenha o papel de John Candy e a direção é de Pedro Antonio, que no ano passado tupiniquizou “Chuva de Milhões” (1985), também estrelado por Candy, em “Tô Ryca!” (2016). Num tom mais surreal, “Colossal” faz uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, entra em depressão profunda. A maluquice começa quando ela vê a notícia de que um monstro gigante está destruindo a cidade de Seoul e gradualmente percebe que está conectada àquele evento. A direção é de Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especialista em sci-fis bizarras como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011), que são cultuadíssimas. Sua estreia em inglês atingiu 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A quarta e melhor comédia também vem da Espanha, mas, diferente das demais, é bem picante. “Kiki – Os Segredos Do Desejo” explora os fetiches sexuais, num remake do australiano “A Pequena Morte” (2014). Seu clima caliente seduziu a crítica americana, com 85% no Rotten Tomatoes, e até a Academia de Cinema Espanhol, recebendo quatro indicações ao Goya (o Oscar espanhol). Se, em vez de rir, a vontade for de chorar, a programação dos shoppings oferece “Tudo e Todas as Coisas”. O filme pertence a outra tendência que conta os minutos para se esgotar: o romance juvenil de doença. A culpa não é das estrelas, é da mania de copiar “tudo e todas as coisas”. No caso específico, copiar “O Rapaz da Bolha de Plástico” (1976), da época em que John Travolta era adolescente, mudando o sexo da personagem protegida de forma hermética, que daria a vida por um beijo cheio de germes. O resultado é mesmo de chorar, como atestam os 49% de aprovação no Rotten Tomatoes. Quatro documentários brasileiros completam a relação de estreias. “Sepultura Endurance” tem a maior distribuição, narrando a versão sem Cavaleras da história do Sepultura. No outro extremo, “Os Transgressores” resume a trajetória de quatro personalidades com formato de programa de TV educativa. Mas é o terceiro registro biográfico que rende abordagem mais original, ao focar uma desconhecida, como estabelece seu título, “Quem É Primavera das Neves”. O cineasta Jorge Furtado ficou intrigado com o nome paradoxal, ao encontrá-lo pela primeira vez em “Alice no País das Maravilhas”, identificando a tradutora do livro, e quis descobrir sua história. Uma belíssima história, por sinal. Por fim, “Cidades Fantasmas” venceu o festival É Tudo Verdade deste ano. Com direção de Tyrell Spencer, aborda o destino de quatro cidades latino-americanas que foram prósperas e hoje estão abandonadas e consumidas pelo tempo. Catástrofes naturais, motivações econômicas, embates políticos e guerras são algumas das condições que levaram esses lugares ao total despovoamento, rendendo imagens fantasmagóricas. Enfim, clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de todas as estreias. E bom fim de semana.

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  • Filme

    Jennifer Lawrence, Michael Fassbender e James McAvoy são confirmados no novo filme dos X-Men

    14 de junho de 2017 /

    A Fox garantiu a participação de todos os X-Men em seu próximo filme, “Fênix Negra”. Segundo o site Deadline, Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, James McAvoy e Nicholas Hoult, que encerraram seus contratos com “X-Men: Apocalipse”, aceitaram a nova proposta do estúdio e vão retornar no próximo longa, reprisando os papéis de Mística, Magneto, Professor X e Fera. Além deles, estão confirmados os novos integrantes da franquia, que estrearam no filme passado: Sophie Turner, Tye Sheridan, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee, respectivamente como Jean Grey, Cíclope, Tempestade e Noturno. Evan Peters também deve retornar como Mercúrio. A principal novidade do elenco pode ser Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”), que está negociando viver a Imperatriz Lilandra, apresentada como a principal vilã da trama. Leitores dos quadrinhos da Marvel sabem que Lilandra Neramani não é exatamente uma vilã. Na verdade, ela se torna um dos grandes amores da vida de Charles Xavier. Mas sua presença assinala dois fatos importantes: a chegada dos alienígenas na franquia e um reboot completo de “X-Men: O Confronto Final” (2006), que abordou a trama da “Fênix Negra” pela primeira vez no cinema. Nos quadrinhos, a imperatriz shi’ar chega na Terra ao final da “Saga da Fênix Negra”, com o objetivo de executar Jean Grey pela destruição de naves de seu planeta e o extermínio de mundos com seus poderes de Fênix. O final trágico é bastante conhecido, mas não definitivo, graças à mania da Marvel de ressuscitar personagens. O Deadline também afirma que o roteirista Simon Kinberg foi definido como diretor do filme. A escolha acontece logo após o fracasso de “A Múmia”, dirigido por um roteirista inexperiente. Kinberg fará sua estreia oficial na direção com “X-Men: Fênix Negra”. Entretanto, rumores já o apontavam como responsável pela direção não identificada das refilmagens extensas de “Quarteto Fantástico”, cujo resultado foi rejeitado pela crítica e pelo público. Ele também assina a produção e a história do novo longa, assim como fez nos três últimos filmes dos “X-Men”. Vale lembrar que Kinberg entrou na franquia no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), que ironicamente quase acabou com ela. Com “X-Men: Fênix Negra” ele vai tentar refilmar a mesma história, desta vez de forma mais próxima dos quadrinhos.

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  • Etc,  Filme

    Anita Pallenberg (1944 – 2017)

    13 de junho de 2017 /

    Morreu Anita Pallenberg, atriz e modelo de carreira intimamente ligada aos Rolling Stones. Ela tinha 73 anos e a causa da morte não foi revelada. Nascida em 1944 na Itália, Pallenberg estudou na Alemanha e era fluente em quatro idiomas. Sua carreira artística começou em Nova York, quando ela entrou na trupe do Living Theatre, participando da peça “Paradise Now”, repleta de nudez, numa época em que também era uma habitué da Factory de Andy Warhol. Em 1965, enquanto trabalhava como modelo, Pallenberg e um amigo conseguiram entrar nos camarins de um show de Rolling Stones em Munique, e isso levou a um romance com o guitarrista Brian Jones. Ela também namorou brevemente Mick Jagger, antes de iniciar um relacionamento duradouro com Keith Richards, com quem teve três filhos (um deles, morreu ainda bebê). Os dois ficaram juntos até 1980. Sua estreia no cinema aconteceu em 1967, protagonizando “Degree of Murder”, segundo longa do mestre alemão Volker Schlondorff, no qual assassinava um ex-amante e seduzia os dois homens que a ajudavam a se livrar do cadáver. A trilha sonora era de Brian Jones. Ao se estabelecer em Londres, Anita participou de grandes clássicos do cinema psicodélico. Além de aparecer em “O Muro das Maravilhas” (1968) e “Candy” (1968), viveu a Rainha Negra em “Barbarella” (1968), de Roger Vadim, seduzindo Jane Fonda, e foi muito íntima de Mick Jagger em “Performance” (1970), de Nicolas Roeg, que ficou dois anos aguardando liberação da censura britânica. As cenas de sexo, consideradas muito fortes para a época, eram resultado de muito “ensaio” – noite adentro, segundo “Life”, a autobiografia de Keith Richards. Ela ainda estrelou o filme seguinte de Schlondorff, “O Tirano da Aldeia” (1969), e “Dillinger Morreu” (1969), do italiano Marco Ferreri, no qual contracenou com Michel Piccoli. Mas os fãs de rock talvez a conheçam melhor por sua voz. É dela a principal voz do corinho de “Sympathy for the Devil”, dos Rolling Stones. Sua presença também tem proeminência no documentário dirigido por Jean-Luc Godard em 1968, que tem o título da canção. Sua própria carreira ficou para trás quando nasceram seus filhos, a partir de 1969, que também foi o ano em que Brian Jones morreu. Por isso, há quem diga que ela foi a Yoko Ono dos Stones, afastando Jones da banda – ele nunca teria superado sua rejeição. Mas Anita contribuiu com críticas que levaram a uma remixagem extensiva do disco “Beggar’s Banquet” (1968) e com o sexo e as drogas que acompanharam as gravações de “Exile on Main Street” (1972). No meio disso tudo, ela só fez um longa-metragem nos anos 1970, ao lado da amiga roqueira Nico: “Le Berceau de Cristal” (1976), dirigido por Philippe Garrel. Em compensação, virou personagem favorita dos tabloides, por conta de seu envolvimento com drogas e pelo suicídio de um jovem em sua casa, mais especificamente na cama que ela compartilhava com Keith Richards em 1979. O relacionamento do casal não resistiu ao escândalo, mas o guitarrista não se tornou rancoroso, descrevendo-a de forma poderosa em seu livro. “Eu gosto de mulheres espirituosas. E com Anita, você sabia que estava enfrentando uma valquíria – ela é quem decide quem morre numa batalha”. Nos anos seguintes, sua memória acabou resgatada por clipes da música pop. A banda Duran Duran, batizada com o nome de um personagem de “Barbarella”, usou cenas em que ela aparecia na sci-fi de 1968 no clipe de “Wild Boys” (1985). Mas foi Madonna quem interrompeu sua aposentadoria precoce, convidando-a para participar do vídeo de “Drowned World/Substitute for Love” em 1999. Dois anos depois, Anita ressurgiu como o Diabo num episódio da série “Absolutely Fabulous”, contracenando com outra velha amiga, a cantora Marianne Faithfull, escalada no papel de Deus. A aparição fez tanto sucesso que, por um breve período, ela experimentou um renascimento de sua carreira, estrelando cinco filmes em sequência: “Mister Lonely” (2007), de Harmony Korine, “Chéri” (2009), de Stephen Frears, e três longas de Abel Ferrara – “Go Go Tales” (2007), “Napoli, Napoli, Napoli” (2009) e “4:44 – O Fim do Mundo” (2011). De forma impressionante, Anita Pallenberg só trabalhou com cineastas cultuados.

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  • Filme

    James Gunn planta sugestão do herói Quasar em Guardiões da Galáxia Vol. 3

    13 de junho de 2017 /

    O diretor James Gunn pode ter dado um indício de que pretende incluir o super-herói Quasar em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Sem maiores explicações, ele decidiu “lembrar” que tinha um videocassete “com painel de madeira”. E postou a foto de um velho modelo de VCR no Twitter. O detalhe que chama atenção é a marca: Quasar. Seria um indício da participação de Quasar? Provavelmente, já que Quasar é parte integral da história de Ayesha, personagem vivido por Elizabeth Debicki em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Nos quadrinhos, ela decide que apenas Quasar é digno de se tornar seu par. Criado em 1978 como coadjuvante de histórias do Hulk e do Capitão América, Wendell Vaughn ganhou superpoderes ao usar braceletes alienígenas, mas só assumiu o nome Quasar um ano depois, numa história de Mark Gruenwald, que também foi responsável por lançar a primeira revista do herói, dez anos depois. Detalhe 1: a publicação fez parte do crossover da “Guerra Infinita”, subtítulo do próximo filme dos Vingadores. Detalhe 2: Elizabeth Debicki está confirmada em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que ainda não tem previsão de estreia. For some reason I'm just remembering now that as a kid my family's VCR had wood paneling. pic.twitter.com/Qdb8oH9mfA — James Gunn (@JamesGunn) June 12, 2017

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  • Filme

    Dunkirk: Filme de guerra de Christopher Nolan ganha cinco comerciais intensos

    13 de junho de 2017 /

    A Warner Bros divulgou três pôsteres e cinco comerciais de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). As prévias se concentram no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção também se revela, mostrando a ação em três planos distintos, entre soldados cercados em terra, bombardeados durante a fuga pelo mar e abatidos no combate aéreo. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o único comercial legendado abaixo. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ellen Page experimenta a morte no trailer da nova versão de Linha Mortal

    13 de junho de 2017 /

    A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Flatliners”, remake/reboot de “Linha Mortal” (1990). A prévia revela diversas mudanças em relação ao original, a começar pelo papel de instigador, com Ellen Page assumindo a função que originalmente pertencia a Keifer Sutherland. A nova versão também tem mais personagens, totalizando três mulheres, enquanto o original contava apenas Julia Roberts em meio ao elenco masculino. Também há mais cenas típicas de filme de terror, que sugerem consequências e desfecho diferentes de 27 anos atrás. Mas a premissa foi mantida. Um grupo de médicos residentes decide investigar o que existe após a morte, experimentando morrer por alguns minutos e voltar para compartilhar o que viram. Não demora e a experiência se transforma em competição para ver quem fica mais tempo morto, até a situação sair do controle e entrar em terreno perigoso. Brincar com a morte revela ter consequências, que os acompanham ao retornarem à vida. Além de Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o elenco inclui Diego Luna (“Rogue One”), Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), James Norton (minissérie “Guerra e Paz”), Kiersey Clemons (série “Extant”) e o próprio Keifer Sutherland em participação especial. O roteiro é Ben Ripley (“Contra o Tempo”) e a direção do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”). A estreia está marcada para 19 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    3ª temporada de Killjoys ganha primeiro trailer

    13 de junho de 2017 /

    O canal pago americano Syfy divulgou o trailer da 3ª temporada de “Killjoys”, série espacial desenvolvida em coprodução com o canadense Space. A prévia tem as explosões, tiros e sensualidade que caracterizam a atração, mas também adiantam uma possível resolução para seu mistério central – a existência de uma sósia maligna da heroína. A série foi desenvolvida por Michelle Lovretta (criadora de “Lost Girl”) e acompanha as aventuras de um trio de caçadores de recompensas espaciais, vividos por Hannah John-Kamen (série “The Hour”), Luke Macfarlane (série “Brothers and Sisters”) e Aaron Ashmore (série “Warehouse 13”), num sistema espacial marcado por intrigas planetárias. Como a prévia insinua, “Killjoys” pode ter sua trajetória finalizada em breve. O principal motivo é a súbita fama de Hannah John-Kamen. A beleza exótica da atriz, filha de psicólogo nigeriano e modelo norueguesa, encantou Steven Spielberg, que a contratou para seu próximo filme, “Jogador Número 1”. Além disso, ela também estará no reboot de “Tomb Raider” e no filme de super-heróis “Homem-Formiga e a Vespa”, colocando em risco a continuidade do programa. 3ª temporada de “Killjoys” estreia em 30 de junho nos Estados Unidos.

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  • Música

    Rap do Run the Jewels usado no trailer de Pantera Negra ganha clipe

    11 de junho de 2017 /

    O trailer de “Pantera Negra” chamou atenção pelo ritmo pulsante de sua trilha de hip-hop. A música usada foi “Legend Has It”, da dupla de rappers Run the Jewels, que também ganhou um clipe recente. Dirigido por Brian Beletic (de inúmeros clipes do Black Eyed Peas), o vídeo traz Killer Mike e El-P numa delegacia de polícia, alinhados como suspeitos de um crime, ao lado de pessoas “aleatórias”, para serem identificados por uma testemunha anônima. A lado da dupla, estão figurantes completamente inofensivos, como uma menina japonesa, uma freira e um homem totalmente engessado, e mesmo assim a testemunha não consegue identificar quais seriam os criminosos. Para facilitar, a polícia decide trocar os civis por oficiais uniformizados, perfilados ao lado do Run the Jewels, deixando claro quem considera culpado, enquanto as marcas da parede derretem num caldo surreal. “Legend Has It” é o terceiro single extraído do terceiro álbum dos rappers, “Run the Jewels III”, lançado em dezembro passado.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha enterra A Múmia nas bilheterias da América do Norte

    11 de junho de 2017 /

    A super-heroína deu uma surra no monstro que surgiu para ameaçar sua liderança nas bilheterias da América do Norte (Estados Unidos e Canadá). “Mulher-Maravilha” manteve o 1º lugar, rendendo impressionantes US$ 57,1 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz, façanha rara até mesmo entre blockbusters. O desempenho representou uma queda na arrecadação de apenas 45% em relação à sua estreia, uma das menores já registradas entre filmes de super-heróis. Tema de debate entre os estúdios, a façanha foi alcançada com ajuda do Rotten Tomatoes, site que mapeia as críticas da imprensa norte-americana. “Mulher-Maravilha” tem 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Como medida de comparação, “Batman vs. Superman”, com apenas 27% no tomatômetro, desabou 68% em seu segundo fim de semana, uma diferença notável. Com a aprovação da crítica e do público nas bilheterias, o filme da Warner ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões no mercado doméstico em apenas 10 dias. No mundo todo, já são US$ 435,2 milhões. Um resultado importante para o futuro do universo compartilhado dos super-heróis da DC Comics no cinema, com “Liga da Justiça” vindo logo a seguir, em novembro, trazendo novamente Mulher-Maravilha em sua trama. “A Múmia”, por sua vez, enfrenta situação oposta. A superprodução da Universal foi lançada com a função de inaugurar o seu próprio universo compartilhado, mas abriu com apenas US$ 32,2 milhões na América do Norte e míseros 17% de aprovação no Rotten Tomatoes. Trata-se da segunda pior avaliação de um filme estrelado por Tom Cruise, acima apenas do terrível “Coquetel”, de 1988. A nova versão do monstro clássico ficou abaixo até do remake de 1999. “A Múmia” estrelada por Brendan Frasier abriu com US$ 43,3 milhões há 18 anos – e 58% de aprovação. O mercado internacional foi menos exigente com o longa, permitindo que atingisse US$ 174 milhões em todo o mundo, graças ao lançamento em 63 países. A China liderou com US$ 52,2 milhões. O lado positivo é que isso representa o melhor desempenho de Tom Cruise no exterior. O negativo é que não há como brilhar muito mais, após a queima simultânea de todos os fogos. E a competição é contínua, com o lançamento de “Carros 3” na próxima semana em boa parte do mundo. Ao custo de US$ 125 milhões de produção, mais uma fortuna de marketing, “A Múmia” pode se tornar um dos grandes fracassos do ano. Resta saber se a Universal vai dobrar a aposta, mantendo seus planos em relação às filmagens de “A Noiva de Frankenstein”. Caso positivo, o futuro de seu “Dark Universe” pode ficar nas mãos de uma protagonista feminina. Por falar em fracasso, o maior do ano não completou um mês nos cinemas da América do Norte. “Rei Arthur – A Lenda da Espada” saiu de cartaz na quinta (8/6), somando apenas US$ 37,7 milhões em quatro semanas. É o lado B do sucesso da “Mulher-Maravilha” na Warner em 2017. Os outros lançamentos da semana tiveram desempenho medíocre. O terror “Ao Cair da Noite” abriu apenas em 6º lugar, com US$ 6 milhões, enquanto o drama de guerra “Megan Leavey” estreou em 8º com US$ 3,7 milhões. Ambas são produções indies de baixo orçamento e menor distribuição, e receberam aprovação de mais de 80% no Rotten Tomatoes. “Ao Cair da Noite” estreia em 22 de junho no Brasil e não há previsão para a cinebiografia da militar, que lutou para ficar com o cachorro que salvou sua vida no Iraque. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 57,1 milhões Total EUA: US$ 205 milhões Total Mundo: US$ 435,2 milhões 2. A Múmia Fim de semana: US$ 32,2 milhões Total EUA: US$ 32,2 milhões Total Mundo: US$ 174 milhões 3. As Aventuras do Capitão Cueca Fim de semana: US$ 12,3 milhões Total EUA: US$ 44,5 milhões Total Mundo: US$ 45,4 milhões 4. Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar Fim de semana: US$ 10,7 milhões Total EUA: US$ 135,8 milhões Total Mundo: US$ 528,7 milhões 5. Guardiões da Galáxia Vol. 2 Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 366,3 milhões Total Mundo: US$ 828,2 milhões 6. Ao Cair da Noite Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 6 milhões Total Mundo: US$ 6 milhões 7. Baywatch Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 51 milhões Total Mundo: US$ 86 milhões 8. Megan Leavey Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 3,7 milhões Total Mundo: US$ 3,7 milhões 9. Alien: Covenant Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 71,2 milhões Total Mundo: US$ 178,7 milhões 10. Tudo e Todas as Coisas Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 31,7 milhões Total Mundo: US$ 31,7 milhões

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    Homem-Aranha conhece M.J. em divertido comercial das finais da NBA

    10 de junho de 2017 /

    A Sony divulgou o vídeo estendido da campanha promocional de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” exibida na TV americana durante as finais da NBA, a liga de basquete profissional dos Estados Unidos. O vídeo reúne os quatro comerciais produzidos numa história contínua, que mostra o que acontece quando Peter Parker (Tom Holland) é convidado por Happy Hogan (Jon Favreau) a assistir a final do campeonato numa festa exclusiva, com muitas celebridades esportivas, organizada por Tony Stark (Robert Downey Jr.). Um dos melhores momentos é quando Peter finalmente conhece M.J. Considerando que o filme trocou a raça de praticamente todo os colegas de classe do personagem, não é de estranhar que M.J. surja com pele escura e imponente, em seus mais de dois metros de altura. Mas pede para ser chamado por seu nome completo: Magic Johnson. Hilário. Para os fãs de rap, DJ Khaled também aparece no comercial, fazendo compras numa loja de conveniência. Estas cenas, claro, não fazem parte do filme, que estreia em 6 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    DC Comics presta tributo à memória de Adam West

    10 de junho de 2017 /

    A DC Comics emitiu um comunicado em memória a Adam West, intérprete de Batman na série clássica de 1966 e em inúmeros desenhos animados, que morreu na noite de sexta-feira (9/6). “O retrato de Adam West de Batman foi uma enorme contribuição para o status do Cruzado Encapuzado como um verdadeiro ícone da cultura pop. Seu trabalho ajudou a levar os quadrinhos ao grande público e encorajou uma geração a descobrir as maravilhosas histórias e personagens que compunham o mundo de Batman através das páginas dos quadrinhos”, diz o comunicado. “Assim como aconteceu com muita gente, o Batman de Adam West fez parte da minha infância”, acrescentou Geoff Johns, presidente e diretor criativo da DC Entertainment. “As reprises de ‘Batman’, que assistia todos os dias depois da escola, tornou a leitura de quadrinhos muito mais real para mim na minha infância”. “A popularidade de Batman estará ligada para sempre a Adam West”, resumiu Jim Lee, Publisher da DC Entertainment. “Ele trouxe alegria para legiões de fãs em todo o mundo e foi a porta de entrada para se descobrir ou, em alguns casos, redescobrir o amor pelos quadrinhos. Sua ausência será profundamente sentida”. Após décadas tentando se distanciar da imagem do programa de TV dos anos 1960, a editora tinha criado recentemente uma nova revista inspirada no Batman interpretado pelo ator, intitulada “Batman 66”. Algumas aventuras fizeram, inclusive, crossovers com outras séries clássicas da sua época, como “Os Vingadores” britânicos e o “Agente da UNCLE”. O passar dos anos transformou o Batman de Adam West em herói cult.

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  • Filme

    Papel misterioso de Zendaya em Homem-Aranha: De Volta ao Lar pode ter sido descoberto

    10 de junho de 2017 /

    Quem lembra quando Umberto Gonzales, o fofoqueiro que mais se equivoca no mundo geek, deu o “furo” exclusivo de que Zendaya viveria Mary Jane Watson em “Homem-Aranha: De Volta para Casa”? Na lista de personagens divulgada pela Sony, a atriz aparece listada apenas como Michelle, o que deixou muita gente inclinada a acreditar no boato, já que não há nenhuma Michelle nos quadrinhos do herói. Mas agora o site Comic Book alega ter descoberto o sobrenome desta personagem e ele é inesperado. A fonte citada é um livro que adapta a trama do filme. Nele, a jovem colega de aula de Peter Parker é chamada de Michelle Toomes. Embora não haja nenhuma Michelle Toomes em parte alguma das publicações da Marvel, o filme traz outro personagem com o mesmo sobrenome: Adrian Toomes, mais conhecido como o vilão Abutre. Caso isso se confirme, os roteiristas inventaram uma nova personagem. O Abutre tem, sim, uma filha nos quadrinhos. Mas ela é adulta e se chama Valeria Toomes, uma agente da SHIELD que esconde sua filiação. Se a ideia for realmente apresentá-la como filha do Abutre, será mais uma alteração racial do elenco em relação aos quadrinhos, já que Valeria é caucasiana como o Abutre. O filme também tem Angourie Rice (“Dois Caras Legais”), que é loira, vivendo a morena Betty Brant, Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapeste”), que é mulato, vivendo o loiro Flash Thompson, a negra Laura Harrier como a loira Liz Allen e o asiático Jacob Batalon como o loiro Ned Leeds. Tudo a ver, como se pode ver. A confirmação definitiva do papel de Zendaya virá na estreia de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, marcada para 6 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Adam West (1928–2017)

    10 de junho de 2017 /

    Morreu Adam West, o intérprete mais famoso e querido de Batman. Ele faleceu na noite de sexta (9/6), em Los Angeles, de leucemia aos 88 anos. William West Anderson só virou Adam West a partir de seu primeiro filme, o clássico “O Moço de Filadélfia” (1959), no qual viveu o pai homossexual de Paul Newman. Como podia chocar sensibilidades da época, a homossexualidade de seu personagem era apenas aludida e, antes que pudesse causar controvérsia, rapidamente enterrada. O mesmo acidente de carro que o tirou de cena foi o pretexto para avançar a história e mostrar seu filho adulto – Paul Newman era três anos mais velho que West. A preferência do sobrenome West sobre Anderson coincidiu com o fato dele fazer muitas séries de western no começo da carreira, como “Cheyenne”, “Bronco”, “Colt .45”, “Maverick”, “Bonanza”, “Laramie”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke” e “O Homem de Virgínia”, entre outras. Seu primeiro papel fixo na TV foi na série “Os Detetives”, em 1961. A atração só durou uma temporada de 30 episódios, apesar de ter em seu elenco o astro de cinema Robert Taylor (“Quo Vadis”) e até Mark Goddard, o futuro Major West de “Perdidos no Espaço”. No cinema, destacou-se como coadjuvante da sci-fi “Robinson Crusoé em Marte” (1964) e da comédia dos Três Patetas “Os Reis do Faroeste” (1965), antes de virar protagonista com o western spaghetti “Os Quatro Implacáveis” (1965) e a aventura “Mara das Selvas” (1965). Mas sua carreira de galã de filmes B e de participações televisivas tomou um rumo completamente diferente a partir de 1966, quando o ator assumiu o papel que marcaria sua vida. Adam West virou Batman em 1966 e nunca mais deixou o personagem na imaginação dos fãs, mesmo que a produção tenha sido cancelada após três temporadas, em 1968. Primeira série a levar a estética dos quadrinhos para a TV, com a inclusão de onomatopeias, clifhangers que continuavam na próxima história, lutas totalmente coreografadas, ameaças absurdas e um colorido digno de quadros da pop art, “Batman” virou um fenômeno de audiência, foi indicada ao Emmy de Melhor Série de Comédia e até ganhou um filme, que reuniu os principais vilões da atração num esforço conjunto para derrotar a dupla dinâmica, formada pelo cruzado encapuzado e o menino prodígio – Robin, vivido por Burt Ward. Infelizmente, o surto criativo durou pouco. A série tornou-se repetitiva com a falta de imaginação de seus roteiristas, que abusaram das mesmas piadas em torno da “batcaverna”, “batmóvel”, “batfone” e “bat-repelente de tubarão”, na mesma “bat-hora” e no mesmo “batcanal”, gerando fadiga. Para piorar, a ideia de renovação do produtor William Dozier foi criar novos vilões, tão bobões que só existiram em seus episódios. A falta dos vilões clássicos levou à queda de audiência, que culminou no cancelamento após três anos. Uma inovação, pelo menos, acabou entrando para os quadrinhos: a Batgirl, originalmente interpretada por Yvonne Craig. Conforme foi emburrecendo, “Batman” também sofreu rejeição dos fãs de quadrinhos, e a editora DC precisou reinventar o herói de forma radical nos anos 1970, como uma figura sombria, para se distanciar do tom de pastelão do programa. A repercussão da atração foi tanta que Adam West encontrou dificuldades para fazer outro papel pelo resto da carreira. Embora tenha aparecido em algumas séries e coadjuvado dois filmes bem-sucedidos, “Só o Casamento Nos Separa” (1971) e “Hooper – O Homem das Mil Façanhas” (1978), os trabalhos se revelaram mais escassos que antes de “Batman”. Incapaz de sair da sombra de Batman, West acabou retornando ao papel após uma década como dublador da primeira série animada do herói, “As Novas Aventuras de Batman” (1977), que também contava com Burt Ward como a voz de Robin. Sem premeditação, esse trabalho acabou lhe abrindo uma nova linha de atuação. Ele voltaria a dublar Batman no desenho dos “Superamigos” (1985) e, a partir daí, passou a emendar inúmeras participações vocais em produções animadas – que eram melhores que os filmes trash que fez nos anos 1980, lutando contra zumbis e motoqueiros selvagens. Numa reviravolta, em 1992 foi convidado a enfrentar Batman, dublando o vilão Fantasma Cinzento na 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”. Mas foi só uma vez, e ele logo voltou a ser o herói encapuzado em desenhos dos “Animaniacs” (em 1997) e “Os Simpsons” (em 2002), antes de virar o prefeito de Gotham City na série animada “The Batman” (entre 2004 e 2006). Além de Batman, Adam West teve ainda outro papel reincidente: Adam West. Ao aparecer pela primeira vez como si mesmo na série “The Ben Stiller Show”, em 1992, o ator inaugurou um novo costume em sua carreira. Ele viveu Adam West em filmes como “O Tamanho das Melancias” (1996) e “Lindas de Morrer” (1999), séries animadas, como “O Crítico”, “Space Ghost Coast to Coast” e “Os Padrinhos Mágicos”, e em sitcoms, como “Murphy Brown”, “NewsRadio”, “The King of Queens”, “30 Rock” e “The Big Bang Theory” – num episódio exibido no ano passado. Sem esquecer que foi o Prefeito Adam West ao longo de mais de uma centena de episódios do desenho “Uma Família da Pesada” (Family Guy), entre 2000 e 2017. Famoso por ser ele mesmo, Adam West entretanto nunca foi reconhecido como alguém importante pelos produtores dos filmes de Batman. Ele jamais foi convidado a aparecer nos filmes do herói, embora intérpretes dos seriados de Superman tenham figurado nos longas do Homem de Aço. Esta desfeita refletia como a DC Comics enxergava o legado da série dos anos 1960. A avaliação negativa só começou a ser revista nos últimos anos, a ponto da Warner e a DC Comics desenvolverem novas linhas de produtos nostálgicos relacionados ao “Batman” de Adam West. Um desses lançamentos foi um longa animado, concebido como uma aventura da época da série, que fez grande sucesso no ano passado. Intitulado “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, o filme voltou a reunir West e Burt Ward como Batman e Robin, além de resgatar a voz ronronante de Julie Newmar como Mulher-Gato. Lançado em home video, “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” teve repercussão tão forte que o ator estava trabalhando numa sequência, “Batman vs. Duas-Caras”, que seria lançada no segundo semestre. Não há informações sobre a etapa em que se encontravam as dublagens. Declarando-se devastado pela perda do amigo, Burt Ward deu a dimensão do legado de Adam West num texto publicado nas redes sociais. “Adam e eu tivemos uma amizade especial há mais de 50 anos. Nós compartilhamos alguns dos momentos mais divertidos de nossas vidas juntos. Esta é uma perda terrivelmente inesperada de meu amigo de toda a vida. Eu sempre sentirei sua falta. Existem vários atores que retrataram o Batman nos filmes. Mas, para mim, só houve um verdadeiro Batman, que é e sempre será Adam West. Ele era verdadeiramente o Cavaleiro das Luzes”.

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