Transformers: O Último Cavaleiro ganha 12 pôsteres de personagens
A Paramount divulgou 12 pôsteres de personagens de “Transformers: O Último Cavaleiro”. O elenco destacado inclui Mark Wahlberg (que retorna após “Transformers: A Era da Extinção”), Josh Duhamel (que estrelou a trilogia original), Laura Haddock (série “Da Vinci’s Demons”), Isabela Moner (da série “100 Coisas para Fazer Antes do High School”), Jerrod Carmichael (“Vizinhos”) e Anthony Hopkins (“Thor”). Há também seis robôs criados por computação gráfica: Optimus Prime (voz de Peter Cullen desde os anos 1980), Megatron (voz de Frank Welker desde os anos 1980), Hound (voz de John Goodman desde “Transformers: A Era da Extinção”), Cogman (voz do “novato” Jim Carter, da série “Downton Abbey”), o mudo Bumblebee e o “controvertido” estreante Hot Rod – o robô que substituiu Optimus Prime nos desenhos animados, “arruinando” a franquia para os fãs mais antigos. Curiosidade divertida: a estreia de Hot Rod, no longa animado “Transformers – O Filme” (1986), foi introduzida pelo hit brega “The Touch”, de Stan Bush, que também foi cantado por Mark Wahlberg no filme “Boogie Nights” (1997). Haveria uma homenagem a caminho? Novamente dirigido por Michael Bay, “Transformers: O Último Cavaleiro” estreia no dia 22 de junho.
Glenne Headly (1955 – 2017)
A atriz americana Glenne Headly, que viveu a protagonista feminina de “Dick Tracy” (1990) e estrelou a série “Monk”, morreu na noite de quinta-feira (8/6), aos 62 anos, informaram seus representantes, sem precisar a causa da morte. Headly nasceu em 13 de março de 1955 em Connecticut, iniciou a carreira no teatro e integrou a Chicago Steppenwolf Theatre Company, onde conheceu o ator John Malkovich, com quem se casou em 1982. Na mesma época, ela começou a aparecer nas telas. Sua estreia no cinema foi na comédia “Amigos para Sempre” (1981), de Arthur Penn. Especializando-se no gênero, ainda foi vista em pérolas da década de 1980, como “Fandango” (1985), de Kevin Reynolds, e “A Rosa Púrpura do Cairo” (1985), de Woody Allen. Ainda fez dois filmes com o marido, “Eleni” (1985) e “Construindo Um Cara Certinho” (1987), antes de se divorciarem em 1988, ano em que, por coincidência, deixou de ser coadjuvante. A virada veio com a comédia “Os Safados” (1988), na qual viveu uma herdeira assediada por dois golpistas rivais, interpretados por Steve Martin e Michael Caine. O filme do diretor Frank Oz fez grande sucesso. Mas o trabalho seguinte provou-se ainda mais popular. A atriz se projetou como protagonista ao conquistar o papel de Tess Trueheart, a namorada do herói dos quadrinhos Dick Tracy, no filme estrelado e dirigido por Warren Beatty em 1990. Na trama, ela superava até Madonna em desenvolvimento e tempo de tela. Para completar, na mesma época foi indicada ao Emmy pela minissérie “Os Pistoleiros do Oeste” (1989). O reconhecimento foi acompanhado pela vontade de diversificar sua filmografia, às vezes sem sucesso, como no suspense “Pensamentos Mortais” (1991) e no drama “O Despertar” (1991), outras com louvor, como no musical “Mr. Holland – Adorável Professor” (1995) e no telefilme “Marcas do Silêncio” (1996), que lhe rendeu nova indicação ao Emmy. O curioso é que, a partir de então, deixou de fazer sucesso com comédias, mesmo retomando a parceria com Steve Martin em “Bilko – O Sargento Trapalhão” (1996), fracasso de crítica e bilheteria. Ela também foi a mãe de Lindsay Lohan no fraco “Confissões de uma Adolescente em Crise” (2003) e, dez anos depois, a mãe de Joseph-Gordon Levitt em “Como Perder Essa Mulher” (2013), seu reencontro tardio com o sucesso cômico. Glenne Headly também participou de várias séries. Alguns de seus papéis de destaque incluem a médica Abby Keaton na 3ª temporada de “Plantão Médico/E.R.” (exibida em 1996) e Karen Stottlemeyer, a esposa do personagem de Ted Levine na série “Monk” (entre 2003 e 2006). Além desses papéis recorrentes, ela apareceu em episódios de “Law & Order: SVU”, “C.S.I.”, “Grey’s Anatomy”, “Psych” e “Parks and Recreation”. Mais recentemente, a atriz integrou o elenco da série criminal “The Night Of”, uma das atrações mais elogiadas da HBO do ano passado, e estava gravando a 1ª temporada de “Future Man” para o serviço de streaming Hulu, como mãe do protagonista, Josh Hutcherson. Segundo os produtores, ela completou seis episódios e não será substituída na série, que ainda não tem data para estrear. A trama será reescrita para explicar sua ausência. Hutcherson foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais sobre a morte da atriz. “Eu só conheci a talentosa, compreensiva, carinhosa e bela Glenne Headly por um tempo curto. Ela era forte, poderosa e hilariante. Seus olhos trouxeram à vida tantos personagens surpreendentes ao longo dos anos e seu amor trouxe à vida uma bela família. Vou sentir falta da sua presença, seu sorriso, e a forma como ela me fez sentir como seu filho – antes, durante e depois das gravações. Agarre-se àqueles que fazem você se sentir amado. Meu coração está partido e eu só posso imaginar o que aqueles mais próximos a ela estão passando… Com o coração de chumbo vamos celebrar o insubstituível Glenne Headly”, ele escreveu em seu Instagram.
Terror australiano que conquistou a crítica ganha fotos e trailer tenso
A IFC divulgou o pôster, 20 fotos e o trailer do terror australiano “Killing Ground”, que ganhou muitos elogios durante sua exibição no Festival de Sundance deste ano, atingindo 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A prévia mostra como um fim de semana de camping à beira de um lago se transforma numa luta pela sobrevivência contra dois caçadores locais. Com uma história que evoca os ótimos “Wolf Creek – Viagem ao Inferno” (2005), “Viagem Maldita” (2006) e “Sem Saída” (2008), o filme acompanha um casal em busca de descanso numa praia remota, onde se depara com um acampamento abandonado. A falta de vestígio de seus ocupantes os deixa preocupados, ainda mais quando descobrem uma criança solitária e traumática nas proximidades. A verdade surge em flashbacks e no encontro com os sociopatas que aterrorizam os turistas da região. Estreia em longas do diretor e roteirista Damien Power, o filme é estrelado por Ian Meadows (série “Rake”), Harriet Dyer (série “Love Child”), Aaron Pedersen (“Nos Braços do Crime”), Aaron Glenane (“Mergulhando Fundo”), Tiarnie Coupland (“O Beijo do Vampiro”), Stephen Hunter (trilogia “O Hobbit”) e Mitzi Ruhlmann (“Os Garotos nas Árvores”). “Killing Ground” estreia em 21 de julho nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Novos trailer e pôster de Planeta dos Macacos: A Guerra destacam a importância de Nova
A Fox divulgou um pôster e um novo trailer de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, centrados em Nova. A prévia é mais emocionante que todas as anteriores sem uma cena de ação sequer. Ela mostra a origem da menina muda, que é criada pelos macacos inteligentes e se apega a Caesar (Andy Serkis), revelando brevemente de onde surgiu seu nome e como sua afeição e lealdade determinará seu lado durante a guerra do título, entre os macacos e o exército humano liderado pelo personagem de Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). A menina Nova tem o mesmo nome da humana selvagem que guiava o astronauta Taylor (Charleton Heston) pelo “Planeta dos Macacos” original, o filme de 1968. Vivida pela alemã Linda Harrison, a personagem de mini-saia de pele ainda apareceu na continuação apocalíptica “De Volta ao Planeta dos Macacos” (1970) e foi uma das personagens da animação homônima, lançada em 1975. Por sinal, a atriz fez até uma pequena participação como prisioneira humana no remake de 2001, dirigido por Tim Burton. Na nova versão, Nova ainda é uma criança e tem interpretação de Amiah Miller (“Quando as Luzes se Apagam”). Vale observar que “Planeta dos Macacos: A Origem” (2011) já continha uma cena breve em que um noticiário referia-se ao desaparecimento de uma nave espacial chamada Icarus – justamente a nave que carregava Taylor para o Planeta dos Macacos original. Dirigido por Matt Reeves, que assinou o filme anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), o novo capítulo da franquia estreia em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Reset: Sci-fi chinesa de viagem no tempo ganha trailer repleto de ação e efeitos visuais
É inevitável que, com a abertura do mercado chinês para os blockbusters de Hollywood, o cinema do país embarque nas tramas grandiosas de ficção científica, diversificando uma indústria mais conhecida por seus filmes de kung fu, fantasias de época, comédias e dramas. “Reset” é uma das produções mais ambiciosas da China. Seu trailer destaca muitos efeitos visuais e cenas de ação, que criam um thriller futurista de viagem no tempo. O detalhe é que, embora o elenco e os produtores (entre eles, Jackie Chan) sejam chineses, o diretor é sul-coreano. Não é por acaso: o cinema sul-coreano é a melhor referência de produção sci-fi da Ásia. Ainda assim, “Reset” é a primeira sci-fi e superprodução de Chang, que se identifica com apenas um nome (como Madonna), e antes fez um terror, um thriller e um drama. O filme traz a atriz chinesa Yang Mi (“Pele Pintada: A Ressurreição”) como um brilhante cientista que trabalha em uma máquina do tempo capaz de enviar pessoas de volta aproximadamente uma hora e dez minutos para o passado. Quando seu filho é sequestrado por mercenários fortemente armados, ela é instruída a entregar todos os dados da pesquisa. Mas a troca de reféns dá errado e, vendo seu filho morrer, ela decide usar sua máquina para retroceder no tempo e mudar os eventos da última hora. “Reset” será lançado no dia 30 de junho na China.
Gorillaz divulga novo clipe animado com música desanimada
A banda animada Gorillaz lançou um novo clipe, “Sleeping Powder”, que abre com uma cena icônica de campanha anti-drogas dos anos 1980. A peça, intitulada “This Is Your Brain On Drugs”, traz a imagem de um ovo sendo frito, narrada por uma voz que diz “Isto é o que acontece com o seu cérebro quando você usa drogas”. A música que se segue é descrita como uma faixa solo de um dos membros virtuais do Gorillaz, o vocalista e tecladista 2-D. Embora ela não seja empolgante, o vídeo mostra o personagem levantando de seu teclado para dançar animadamente. Em entrevista à BBC Radio 1, o vocalista Damon Albarn afirmou que estava trabalhando em quatro dezenas de músicas que não entraram no último álbum para disponibilizá-las ao longo de um ano e meio. “Eu estou revendo todas as faixas que de algum jeito não deram certo e as terminando”, disse, em entrevista ao apresentador Zane Lowe. “Acredito que posso continuar no jogo por pelo menos 18 meses.” Ou seja, vem aí mais músicas desanimadas que só personagens animados conseguem dançar.
Primeiro clipe do Fifth Harmony como quarteto é comercial descarado de carro
O Fifth Harmony lançou seu primeiro clipe como quarteto. Mas é preciso assistir a um comercial de carro de 30 segundos, num merchandising descarado e encrustado no começo do vídeo, antes que as primeiras notas de “Down” sejam ouvidas. Não que a luz neon de motel barato e a coreografia de girl band dos anos 1990 melhore o resultado nos minutos seguintes. Muito menos a presença isolada do rapper Gucci Mane, que diz suas falas e sai de cena sem se misturar. Na verdade, comerciais de carro costumam ter maior orçamento e mais ação que a direção de James Larese (do coletivo Syndrome, que já trabalhou com Ke$ha e Eminem) conseguiu elaborar. A música merecia algo melhor. “Down” faz bom uso de sua influência de dancehall (a versão eletrônica do reggae), num arranjo muito bem produzido, que também é muito muito parecido com o recente hit “Come First”, do misterioso trio Terror Jr. Já há debates no Twitter sobre plágio.
Novo trailer legendado de Transformers: O Último Cavaleiro estraga o que havia de melhor nos anteriores
A Paramount divulgou mais um trailer legendado de “Transformers: O Último Cavaleiro”, que capricha nos efeitos visuais para mostrar como os Transformers venceram a 2ª Guerra Mundial e agora estão empenhados numa “batalha final” – mais “final” que a anterior e com certeza menos definitiva que a próxima da franquia. A prévia também serve para acabar com o impacto da melhor cena até então divulgada, mostrando que Optimus Prime não acerta o golpe desferido contra Bumblebee no primeiro trailer, considerado sombrio e chocante pelos fãs. Spoiler oficial. O elenco traz de volta Mark Wahlberg, Stanley Tucci e John Goodman, que estrelaram o quarto “Transformers”, e John Turturro, Josh Duhamel e Tyrese Gibson, que estiveram nos três primeiros. Eles vão contracenar com muitas novidades no elenco, que incluem Isabela Moner (da série “100 Coisas para Fazer Antes do High School”), Laura Haddock (série “Da Vinci’s Demons”), Jerrod Carmichael (“Vizinhos”), Mitch Pileggi (série “Arquivo X”), Allen Phoenix (“The Birth of a Nation”) e o chileno Santiago Cabrera (das séries “Heroes” e “The Musketeers”). Claro que também há robôs novos. Afinal, a franquia se originou da venda de brinquedos. Novamente dirigido por Michael Bay, “Transformers: O Último Cavaleiro” estreia no dia 22 de junho.
Novo clipe de Karol Conka faz ode ao sexo oral feminino
A rapper Karol Conka divulgou seu novo clipe, “Lalá”, uma ode ao sexo oral feminino, que usa flores como metáfora visual e explora a ineficácia masculina na hora do “lalá”. Isto é, de lamber lá. “Não sabe a diferença de um clitóris para um ovário”, canta Karol, de forma crítica. “Escrevi essa música na intenção de informar as pessoas da necessidade da prática e da técnica do sexo oral na mulher. Tive a ideia de fazer um clipe com uma equipe toda formada por mulheres de forte posicionamento”, explicou a artista no release que acompanha o lançamento. “Tivemos ideias coletivas que mostram o universo feminino de uma maneira doce e ao mesmo tempo divertida. A intenção é passar a mensagem quebrando o tabu de maneira informativa e criativa.” A letra, que trata do assunto de forma direta e sem pudor, ganhou um vídeo lúdico dirigido por Vera Egito (roteirista de “Elis” e diretora de “Amores Urbanos” e “Restless Love”) e Camila Cornelsen (cinematógrafa de “Restless Love”), na mesma linha colorida, repleta de figurinos e glitter, que tem marcado os clipes da nova geração de funkeiras. O detalhe é que, para ilustrar com línguas e virilhas a mensagem de empoderamento, o vídeo empregou uma alarmante quantidade de atores de pele clara em sua produção, deixando Karol como a única pessoa de pele escura falando sobre igualdade de direitos e prazeres. Pois é.
Marvel cria super-heroína inspirada no Chapolin Colorado
A Marvel seguiu os bons e criou uma super-heroína inspirada no Chapolin Colorado, originalmente uma sátira televisiva aos super-heróis americanos criada por Roberto Gómez Bolaños, que também deu vida a Chaves. Não é piada, é quadrinhos. A personagem é uma jovem mexicana chamada Fernanda Ramírez, que se veste de vermelho, tem um capacete com antenas e traz um enorme coração amarelo no peito de seu uniforme. Para completar, ela assumiu o nome de Red Locust (Gafanhoto Vermelho, também conhecido como Chapulin Colorado). Red Locust é resultado da astúcia do desenhista mexicano Humberto Ramos, em parceria com o escritor americano Mark Waid, e fará parte da nova versão do grupo de heróis conhecidos como Campeões, composto ainda por Miss Marvel, Nova, o jovem Ciclope do passado, o Homem-Aranha Miles Morales, o Hulk Amadeus Cho e a filha do Visão, Viv Vision. Por sinal, a homenagem recebeu autorização oficial para ser feita. “Conversei com a Marvel, então pude falar com Paulina Gómez Fernanández [filha de Bolaños]. Quero que fique claro, isso é uma homenagem ao trabalho de Chespirito, é um tributo, uma manifestação de amor ao México. É importante mostrar que essa equipe de Campeões conversa com todas as diferentes culturas, línguas e raças”, disse Ramos em entrevista ao jornal mexicano Cronica.
Fox cancela 24: Legacy e planeja transformar franquia em antologia
A Fox anunciou o cancelamento de “24: Legacy”, spin-off de “24 Horas”, após apenas uma temporada. A produção não repetiu a audiência nem a repercussão da série original, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. Mas isso não significa que a Fox tenha desistido da franquia. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, registrou o dobro desse público em 2014, e a expectativa pelo projeto de “24: Legacy” era tão alta que o trailer bateu recordes de visualizações na internet. Um dos maiores problemas que a atração enfrentou foi que “Homeland” redefiniu as séries de combate ao terrorismo, deixando “24 Horas” muito datada. Curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E o canal conta com a ajuda dele para repaginar a franquia, transformando-a numa antologia com personagens e tramas diferentes a cada temporada. Os executivos do canal estão atualmente discutindo com Gordon e Brian Grazer como retomar “24 Horas”. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Uma ideia seria mostrar aventuras de alguns personagens originais, como a filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”. Seja como for, o ator Corey Hawkins, que protagonizou o spin-off, não fará mais parte do legado de “24 Horas”. O que, por outro lado, é uma boa notícia para os fãs de “The Walking Dead”, já que seu personagem, Heath, desapareceu misteriosamente durante a primeira metade da 7ª temporada para o ator se dedicar a outros projetos – ele também está num espetáculo da Broadway. Agora, Hawkins terá mais tempo para combater zumbis.
Nova série da Globo, Carcereiros chega em streaming dez meses antes da estreia na TV
A Globo disponibiliza nesta quinta (8/6) os 12 episódios da minissérie “Carcereiros”, protagonizada por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), para os assinantes de sua plataforma digital, numa experiência para testar o mercado de streaming. A série inédita só tem estreia prevista na televisão para o segundo trimestre de 2018, possivelmente em abril. A estratégia é inédita no Brasil. “Supermax” (2016), realizado pela mesma equipe, teve 11 de seus 12 episódios antecipados no Globo Play, mas o último foi guardado para ser exibido em primeira mão na TV. Além disso, a distância entre o lançamento em streaming e a transmissão televisiva não foi tão longa. Gravada no último trimestre de 2016, “Carcereiros” deveria ter estreado no começo deste ano, mas as rebeliões dos presídios da região Norte fizeram com que fosse adiada indefinidamente. Como a produção já estava inteiramente gravada, ela foi exibida no MIPTV 2017, festival/feira internacional de televisão, realizado em abril em Cannes, na França, onde venceu o prêmio de Melhor Série Internacional de Drama. O juri presidido por Frank Spotnitz (“Arquivo X”, “The Man in the High Castle”) elegeu a obra brasileira sobre as britânicas “Clique”, “Gap Year” e “Fearless”, a russa “The Territory”, a francesa “Missions” e a sueca “Veni Vidi Vici”. “Carcereiros” adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. A trama é centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários. Lombardi vive Adriano, alguém que tem a responsabilidade de passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Colocado diariamente diante de dilemas éticos e morais, o carcereiro vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos – humanos e psicológicos, principalmente. E também encara problemas dentro de sua própria casa. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”) e Fernando Bonassi (“Carandiru”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”). Os roteiristas e Belmonte também trabalharam juntos em “Supermax”. Nos episódios, as histórias de ficção são intercaladas com trechos de um documentário realizado por Fernando Grostein Andrade e Pedro Bial (“Jorge Mautner: O Filho do Holocausto”), no qual agentes veteranos relembram histórias reais vividas dentro de presídios. Para se ter ideia de como a abordagem é forte, no primeiro capítulo, intitulado “O Resgate”, explode uma rebelião, enquanto o agente Adriano (papel de Lombardi) é incumbido de levar um preso de um pavilhão para outro. Mas o presidiário só aceita se mudar se levar consigo sua namorada, uma travesti.
Festival Varilux antecipa estreias comerciais do cinema francês
O Festival Varilux chega a sua 8ª edição como marco da consolidação do cinema francês no Brasil, trazendo os trabalhos mais recentes de estrelas como Catherine Deneuve (“O Reencontro”), Gérard Depardieu (“Tour de France”), Juliette Binoche (“Tal Mãe, Tal Filha”) e Marion Cotillard (“Um Instante de Amor” e “Rock’n’Roll”), além do último filme da atriz Emmanuelle Riva (“Perdidos em Paris”). Não é por acaso que os longas possuem títulos nacionais. Há meia dúzia de distribuidoras diferentes especializadas em lançamentos franceses no país, o que faz com o que o festival tenha papel de vitrine para a degustação de suas próximas estreias. Como esses filmes já tem lançamento garantido em circuito comercial, o destaque do evento acaba sendo seu alcance, ao chegar a 56 cidades brasileiras. Serão exibidos 19 longas, que curiosamente compartilham um tema em comum: o amor. Não apenas o amor romântico, mas também o amor paterno, filial, de amigos. Segundo Christian Boudier, diretor do Varilux, trata-se de escapismo mesmo. “Acho que a realidade é tão pesada e tóxica na França, com atentados, eleições, imigração, refugiados e corrupção, que as pessoas estão cheias disso e talvez os cineastas queiram sair um pouco disso porque acham difícil convencer as pessoas a ir ao cinema ver as mesmas histórias e imagens que invadem a casa deles pelos telejornais”, declarou. Seja como for, com uma (“Frantz”) ou outra exceção (“Perdidos em Paris”), a seleção resulta bem convencional e até fraquinha, chegando a incluir aquele que foi considerado o pior filme do recente Festival de Cannes, “Rodin”. Mas não o melhor – “120 Battements par Minute”. Em contraste com a falta de títulos marcantes, a programação inclui um clássico do cinema francês, a comédia musical “Duas Garotas Românticas” (1967), de Jacques Demy, que influenciou “La La Land” e está completando 50 anos. Além disso, o festival terá uma mostra inédita de filmes franceses em realidade virtual. Estão previstas oito obras em 360º, que serão apresentadas gratuitamente, em cadeiras giratórias e com óculos de realidade virtual. Confira abaixo os trailers de seis dicas (três dramas e três comédias), que a Pipoca Moderna considera as melhores opções do evento, e acesse a programação completa, com todos os filmes, locais e horários, no site oficial do festival.












