Série Sobrenatural Glitch ganha trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer e o pôster da 2ª temporada de “Glitch”, uma das melhores séries internacionais de seu acervo. Produção australiana, “Glitch” parte de uma premissa bastante explorada nos últimos tempos – pela série francesa “Les Revenants”, seu remake americano “The Returned” e ainda “Resurrection”, todas já canceladas. Curiosamente, “Glitch” parecia ter sido vítima do mesmo destino, uma vez que sua temporada inaugural foi exibida em 2015. Mas a disponibilização dos episódio na Netflix influenciou a retomada de sua história. Ambientado na pequena cidade de Yoorana, o drama sobrenatural acompanha o policial James Hayes (Patrick Brammall, do filme “A Pequena Morte”) na investigação do caso de sete mortos que voltaram à vida, sem memória nenhuma de quem eram. Todos eles estão ligados de alguma maneira e Hayes reconhece um deles do seu passado. A expectativa é que a 2ª temporada desvende este mistério, conforme o trailer parece propor. Criada por Louise Fox (roteirista de “Broadchurch”) e Tony Ayres (criador de “Nowhere Boys”), a série também traz em seu elenco Genevieve O’Reilly (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Emma Booth (“Deuses do Egito”), Emily Barclay (“A Luz Entre Oceanos”), Ned Dennehy (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”) , Sean Keenan (“Terra Estranha”), Andrew McFarlane (“Conspiração e Poder”), Daniela Farinacci (“Lion”), Hannah Monson (série “The Leftovers”), Aaron L. McGrath (“Jasper Jones”) e John Leary (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Os seis primeiros episódios estão disponíveis na Netflix e os próximos seis estreiam em 28 de novembro.
Jerry Lewis (1926 – 2017)
Morreu Jerry Lewis, “O Rei da Comédia”, como lhe intitulou um filme de Martin Scorsese. Ele faleceu no domingo (20/8) em sua casa em Las Vegas, aos 91 anos, de uma doença cardíaca. Ator, roteirista, produtor e diretor, Lewis foi considerado um gênio ainda nos anos 1960 pela crítica francesa, e, como se sabe, os americanos transformaram esse reconhecimento numa piada sobre o gosto dos franceses, relutando em reconhecer sua importância na história do cinema. Entretanto, Jerry Lewis foi importantíssimo. Não apenas por estrelar inúmeros clássicos da comédia, mas por suas inovações, tanto diante das câmeras, com um humor físico levado a limites nunca antes testados, como também atrás delas. Sua contribuição para a direção de cinema é inestimável. Foi ele quem introduziu o uso do monitor de filmagens no estúdio, no qual podia verificar instantaneamente cenas recém-rodadas. Até então, os diretores só viam o resultado de seus trabalhos durante o processo de montagem, na pós-produção. Mas Lewis improvisava o tempo inteiro e queria verificar se o take tinha funcionado na hora da filmagem. Todos os outros diretores o copiaram. Filho de músicos profissionais, Lewis nasceu Joseph Levitch em 16 de março de 1926, em Newark, Nova Jersey, e fez sua estreia aos cinco anos em um hotel de Nova York, cantando “Brother, Can You Spare a Dime?”. Ele abandonou os estudos no ensino médio para seguir sua paixão pelo palco, fazendo shows em que imitava cantores populares, nos mesmos lugares em que também trabalhava como garçom. Aos 20 anos, em julho de 1946, enquanto atuava no 500 Club em Atlantic City, um dos artistas com quem trabalhava desistiu abruptamente e ele precisou encontrar um novo parceiro para dividir o show. Acabou se juntando a Dean Martin, e as apresentações da dupla se tornaram uma sensação. Os salários, que eram de US$ 250 por semana, dispararam para US$ 5 mil e eles foram parar na Broadway, com espetáculos tão disputados que causavam congestionamento na Times Square, em Nova York. O contraste de personalidades entre o introvertido Lewis e o sedutor Martin chamou atenção do produtor de cinema Hal Wallis, que os contratou para o casting da Paramount. Em seu primeiro filme, “Amiga da Onça” (1949), eles apareceram apenas como coadjuvantes, mas roubaram as cenas. E após a continuação, “Minha Amiga Maluca” (1950), não houve mais como conter o protagonismo da dupla. A partir de “O Palhaço do Batalhão” (1950), Martin e Lewis emendaram uma produção atrás da outra, estrelando nada menos que 14 filmes em seis anos, até o final da parceria em “Ou Vai ou Racha” (1956). O cantor começou a achar ruim o fato de ser menos reconhecido que o parceiro e desfez a dupla. Eles só voltaram a se encontrar 20 anos depois, num evento beneficente, quando Frank Sinatra surpreendeu o anfitrião Lewis trazendo o ex-amigo ao Teleton de 1976. Lewis era mesmo o astro da dupla, pois imediatamente renegociou com a Paramount, recebendo US$ 10 milhões para fazer mais 14 filmes durante um período de sete anos – negócio jamais visto em Hollywood. E esse período marcou o auge de sua criatividade. Sem ter que dividir os holofotes ou incluir uma pausa obrigatória para as músicas de Martin, Lewis deu vazão à sua influência do cinema mudo, tornando sua persona cinematográfica ainda mais maníaca, com contorcionismos e caretas que marcaram época. Seu primeiro filme como protagonista solo foi “O Delinquente Delicado” (1957), e a lista inicial inclui “Bancando a Ama-Seca” (1958), em que ele aceita cuidar de trigêmeos de uma antiga paixão. O sucesso desse filme ampliou seu público infantil. A grande guinada de sua carreira, porém, aconteceu quase por acaso. Em 1960, a Paramount não tinha filme para lançar no Natal e Jerry Lewis propôs rodar uma produção em um mês, desde que também assinasse o roteiro e dirigisse. O estúdio topou e o resultado foi um de seus maiores sucessos, “O Mensageiro Trapalhão”, um filme falado sobre um personagem mudo, grande influência no futuro Mr. Bean. A partir daí, Lewis virou um autor. Além de estrelar, também passou a escrever, dirigir e produzir seus filmes. E sua criatividade fluiu como nunca, rendendo “O Mocinho Encrenqueiro” (1961), com cenas de metalinguagem que o mostravam aprontando num grande estúdio de cinema, e “O Terror das Mulheres” (1961), filmado num único cenário compartimentado para simular, feito sitcom, um prédio de dormitório universitário feminino em que ele trabalhava como zelador. A obra-prima veio em 1963. “O Professor Aloprado” foi disparado o seu filme mais autoral. Atualização da trama gótica de “O Médico e o Monstro”, trazia o comediante como um professor universitário nerd e introvertido, que inventava uma poção para se transformar num cantor sedutor, capaz de encantar as mulheres. Era uma referência escancarada à antiga parceria com Dean Martin. Ao fazer sucesso se revezando em dois papéis, ele decidiu ousar ainda mais e se multiplicar em seus filmes seguintes. Interpretou nada menos que sete personagens, uma família inteira, em “Uma Família Fulera” (1965), e outros cinco em “3 em um Sofá” (1966), no qual contracenou com Janet Leigh (“Psicose”). Lewis ficou tão popular que virou história em quadrinhos e até apareceu na série “Batman” como ele mesmo, numa pequena participação em 1966. Mas os gostos mudaram radicalmente em pouco tempo. A politização cada vez maior da juventude, público alvo das comédias do ator, resultando em queda nas bilheterias de seus filmes seguintes. Houve quem dissesse que a implosão foi culpa dele próprio. Seu ego estaria fora de controle. Para complicar, em 1965 ele se machucou numa filmagem e passou a tomar analgésicos. Acabou se viciando em Percodan. Ele tentou apelar para o que estava em voga. Foi ao espaço (“Um Biruta em Órbita”, de 1966) e até buscou o visual mod de Londres (“Um Golpe das Arábias”, 1968), mas nada colou. Sem conseguir emplacar mais sucessos, em 1972 Lewis escreveu, dirigiu e estrelou o filme mais controverso de sua carreira – e da história do cinema. “The Day the Clown Cried” (“O dia em que o palhaço chorou”, em tradução literal) trazia o ator como um palhaço alemão que, durante a 2ª Guerra Mundial, tem como tarefa divertir as crianças judias a caminho da câmara de gás. Ao ver o resultado, Lewis proibiu seu lançamento. Apenas uma cópia sobreviveu à destruição e, em 2015, foi adquirida pela Biblioteca do Congresso Americano para preservação. A experiência de “The Day the Clown Cried” o deixou em depressão profunda e ele só foi voltar a filmar em 1980, num hiato de uma década em sua carreira. Mas “Um Trapalhão Mandando Brasa” não foi o revival que ele esperava. A frustração com a carreira ajuda a explicar sua incursão dramática, dois anos depois, em “O Rei da Comédia” (1982). No filme de Martin Scorsese, Lewis vive um astro de talk show noturno que é sequestrado por um comediante aspirante, vivido por Robert De Niro. Lewis convenceu Scorsese a modificar o roteiro, incluindo várias referências de sua própria biografia na trama, como reações maldosas de fãs frustrados. Ele também encheu o filme de improvisos, desenvolvendo um humor amargo e autodepreciativo que acabou por influenciar uma nova geração de humoristas – como Garry Shandling, Steve Coogan, Ricky Gervais, Larry David e Jerry Seinfeld. O sucesso e o impacto de “O Rei da Comédia” foram inesperados para Lewis, que finalmente se viu na situação em que sempre se achou merecedor: saudado pela crítica norte-americana. Animado pela repercussão positiva, foi novamente escrever, dirigir e estrelar múltiplos papéis em nova retomada da carreira. Mas as bilheterias de “Cracking Up – As Loucuras de Jerry Lewis” (1983) deixaram claro que o sucesso de “O Rei da Comédia” aconteceu por uma renovação de sua persona. Ao tentar voltar a ser o velho Jerry Lewis, descobriu-se ultrapassado. Não era mais o que o público queria. O ator ainda pareceu como coadjuvante de luxo em alguns filmes e séries, entre eles “Cookie” (1989), “Mr. Saturday Night – A Arte de Fazer Rir” (1992), “Arizona Dream: Um Sonho Americano” (1993) e principalmente “Rir É Viver” (1995), no qual realizou uma de suas melhores interpretações, como um comediante veterano de Las Vegas que acaba roubando a cena do filho que quer seguir seus passos. A saúde do ator deteriorou muito nos anos 1990, o que o levou a se afastar das telas. Por isso, foi uma grande surpresa quando ele realizou um retorno dramático, como protagonista do filme “Max Rose” (2013), uma história sobre o fim da vida. Ele ainda encontrou vontade e força para participar de mais dois filmes, a comédia brasileira “Até que a Sorte nos Separe 2” (2013), na qual retomou seu personagem clássico de “O Mensageiro Trapalhão”, e o thriller “A Sacada” (2016), como o pai de Nicolas Cage, último papel de sua carreira. Mas a importância de Lewis não se restringiu apenas ao cinema. Ele também se notabilizou como apresentador de longa data do Teleton, campanha televisiva beneficente que preconizou eventos similares no mundo inteiro, como o “Criança Esperança” da Globo. Seu programa anual levantou fortunas, ao longo de décadas, para ajudar crianças vítimas de Distrofia Muscular. Ele liderou o Teleton mesmo enfrentou diversos problemas de saúde. Em 1983, passou por uma cirurgia no coração. Em 1992, precisou fazer uma operação após ser diagnosticado com câncer de próstata. Passou por tratamento contra dependência em medicamentos em 2003. E, em 2006, sofreu um ataque cardíaco. Além disso, tratava há anos de fibrose pulmonar, doença crônica nos pulmões. Apesar do corpo tentar desistir, sua mente não dava sinais de cansaço, como lembrou Robert DeNiro. Até o fim da vida, Lewis permaneceu ativo e inigualável. “Mesmo aos 91, ele não perdia o ritmo. Ou a piada”, lembrou o ator no Twitter, ao contar ter visto um show do comediante há poucas semanas. “Jerry Lewis foi um pioneiro da comédia e do cinema. E foi um amigo. Sua falta será sentida.” “Aquele cara não era brinquedo, não! Jerry Lewis era um gênio inegável, uma benção insondável, a comédia absoluta!”, elogiou Jim Carrey, que sempre foi comparado a Lewis em sua carreira. “Eu sou, porque ele era!”
Annabelle 2 leva terror a mais de mil salas de cinema
O segundo filme da boneca maldita, “Annabelle 2: A Criação do Mal”, é o maior lançamento da semana, com distribuição em 1,2 mil salas nesta quinta (17/8). O primeiro foi um fenômeno de bilheteria nacional e a continuação mostrou suas garras ao abrir em 1º lugar no fim de semana passado na América do Norte. Ao contar a origem da personagem do título, o terror também surpreendeu a crítica, com 69% de aprovação no site Rotten Tomatoes – um alívio diante dos 29% do primeiro “Annabelle” em 2014. Apesar deste predomínio absoluto, os cinemas vão receber mais nove filmes, dois deles em circuito (quase) amplo. A animação alemã “Uma Família Feliz” é a opção para as crianças, com criaturas de terror que não assustam. A trama acompanha uma família cheia de problemas que é transformada em monstros por uma bruxa. A dublagem nacional destaca Juliana Paes (novela “A Força do Querer”) como a mãe protagonista. Há nada menos que cinco estreias nacionais. A principal é “João, O Maestro”, que traz Alexandre Nero (novela “Império”) como o maestro João Carlos Martins. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), a cinebiografia mostra o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, até a volta por cima edificante, quando ele se reinventa como maestro. O marketing faz questão de focar o aspecto de “uma história de superação”. Destaque do circuito limitado, “Corpo Elétrico” é o longa de estreia do premiado curtametragista Marcelo Caetano (“Verona”). Drama de temática LGBT+, o filme gira em torno de Elias (o estreante Kelner Macêdo), gay nordestino que encontra trabalho como costureiro de uma fábrica em São Paulo e se divide entre o prazer de fazer o que gosta, a amizade com os colegas e a vida noturna repleta de encontros com outros homens – entre eles o funkeiro Linn da Quebrada. Com carreira internacional, o longa foi selecionado para o Festival de Roterdã, na Holanda, e premiado no Festival de Guadalajara, no México. “El Mate” é um suspense de humor negro escrito, dirigido e estrelado por Bruno Kott, que foi premiado como Ator Coadjuvante no Festival de Gramado de 2016 pelo papel. Na trama, ele vive um pregador evangélico que acaba refém de uma situação caótica e tarantinesca, detido por um criminoso ao bater na casa errada. A estreia do diretor é um filme de cinéfilo. Os outros brasileiros são documentários. “O Homem que Matou John Wayne” faz um registro do diretor cinemanovista Ruy Guerra, com ótimas entrevistas (Chico Buarque, Werner Herzog, etc), mas dispensáveis e longas sequências encenadas. “Intolerância.doc” acompanha o trabalho da Decradi – Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, mas foca mais as torcidas de futebol. E “Viva o Cinema!” é resultado de um programa da Cinemateca Francesa, em que crianças do 5º ano da Escola Carlitos, em São Paulo, tiveram a oportunidade de experimentar a vivência cinematográfica. A programação se completa com dois ótimos dramas europeus para poucos. São os dois melhores lançamentos da semana, que a distribuição limitada mantém à distância do grande público, enquanto os shoppings recebem o horror. Uma das produções britânicas mais comentadas do ano, “Lady Macbeth” adapta o romance homônimo de Nikolai Leskov e destaca a performance de Florence Pugh (“The Falling”), que tem causado sensação entre a crítica por sua atuação contida, mas também provocante, como Katherine, uma jovem presa num casamento sem amor na Inglaterra rural do século 19, obrigada a se relacionar com um homem com o dobro de sua idade e a agradar sua família fria e cruel. Mas, como ele vive viajando, ela logo embarca num caso romântico com um dos empregados, o que tem consequências terríveis para todos os envolvidos. Além de 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, o drama acumula diversos prêmios da crítica em festivais internacionais (San Sebastian, Zurique, Dublim, Jerusalém, etc). “Afterimage” é a última obra do maior diretor do cinema polonês, Andrzej Wajda, falecido no ano passado, e mais um excelente trabalho sobre seu tema favorito: a denúncia da intolerância, do autoritarismo e da repressão comunista. A cinebiografia do pintor vanguardista Wladyslaw Strzeminski também serve para lembrar que, embora a direita fascista tenha ficado com a fama, a esquerda radical também ataca a cultura quando toma o poder. Herói da 1ª Guerra Mundial, onde perdeu um braço e uma perna, Strzeminski revolucionou as artes, mas foi perseguido pelo stalinismo por ser um modernista e não replicar a estética oficial do realismo socialista. Com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi o candidato polonês a uma vaga no Oscar 2017. Clique nos títulos dos filmes para assistir os trailers de todas as estreias.
Ator de 12 Monkeys será Richard Dragon na série Arrow
O ator Kirk Acevedo, que estrelou as três primeiras temporadas da série sci-fi “12 Monkeys”, entrou na 6ª temporada de Arrow no papel de Richard Dragon. Ou melhor de Ricardo Diaz, um vilão que rouba a identidade do herói dos quadrinhos. De acordo com o site Deadline, Richard/Ricardo é descrito como “um ex-presidiário, recentemente solto da prisão por crimes que não cometeu, decidido a assumir o submundo dos crimes de Star City. Mestre no combate corpo a corpo, afiado por anos de vida na rua, Diaz ainda não conheceu um inimigo que não pudesse derrotar”. Com a escalação de Acevedo, o produtor Greg Berlanti demonstra que não liga mesmo para a raça dos personagens de quadrinhos que leva às telas. Após contratar atores negros para interpretar diversos personagens ruivos, com a justificativa de que as revistas originais eram antiquadas em sua representação da diversidade racial, vê-se agora um ator branco (ainda que latino) no papel de um personagem… negro. Além disso, Acevedo jamais demonstrou ser praticante de artes marciais, um pré-requisito para se retratar Richard Dragon, mesmo sendo um Richard Dragon fake. Para quem não acompanha quadrinhos, basta dizer que Richard Dragon é o Bruce Lee da DC Comics. O personagem foi criado pelo lendário Denny O’Neil (responsável por desenvolver a faceta mais sombria de Batman) nos anos 1970. Originalmente um trombadinha, após tentar roubar um velho lutador do kung fu, ele é adotado e passa anos treinando com o sensei até se tornar um campeão das artes marciais. Com o passar dos anos, Dragon se aprimorou a ponto de virar o grande mestre do kung fu da editora, vindo a treinar alguns super-heróis, como o Questão, Barbara Gordon, após ela ficar paraplégica, e a Caçadora. Sua história teve uma reviravolta com o reboot dos “Novos 52”, quando um homem se dizendo Richard Dragon passou a comandar um grupo de inimigos do Arqueiro Verde, em busca de vingança contra John Diggle, que teria matado seu pai. Ele acaba sendo desmascarado como Richard Diaz Jr., um suposto estudante de Dragon que matou e roubou a identidade do herói original. Vale observar que os vilões que o falso Richard Dragon comandou, denominados os Caçadores (Long Bow Hunters), incluíam Rei Relógio, Tijolo, Conde Vertigo, Flecha Vermelha e Mariposa Assassina. Três deles já apareceram na série “Arrow”. Acevedo será um dos três novos personagens que cruzarão o caminho do Arqueiro Verde na 6ª temporada. Os outros dois serão vividos por Michael Emerson (série “Person of Interest”) e Sydelle Noel (série “GLOW”). A série retorna em 12 de outubro nos Estados Unidos, enquanto no Brasil o canal pago Warner Channel se encarrega da transmissão, em data a ser definida.
Diretor e atriz de A Bruxa devem se juntar no remake de Nosferatu
O remake do clássico do cinema mudo “Nosferatu” (1922) vai promover o reencontro entre o diretor e a atriz de um dos melhores terrores recentes, “A Bruxa” (2015). A atriz Anya Taylor-Joy está cotada para a produção, que será dirigida por Robert Eggers. O projeto é um sonho antigo, literalmente de infância de Eggers. Em entrevista ao podcast do site Indiewire, o diretor contou que ficou obcecado pelo ator Max Schreck quando era criança, depois de ver uma foto do Conde Orlok num livro, a ponto de convencer sua mãe a dirigir até uma locadora em outra cidade para alugar um vídeo do filme. Algum tempo depois, quando tinha 17 anos, ele fez uma adaptação da história para o teatro. “Parece feio, blasfemo e egomaníaco que um diretor como eu faça ‘Nosferatu’ nesta altura da minha carreira. Eu até estava esperando um pouco, mas aí entrou o destino e mexeu com tudo”, ele explicou. O destino tem nome. Se chama Jeff Robinov, ex-presidente da Warner Bros, que foi decisivo para o sucesso de filmes como “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), “Se Beber, Não Case!” (2009), “A Origem” (2010), “Argo” (2012) e “Gravidade” (2013). O executivo conseguiu arrecadar um capital de US$ 1 bilhão para financiar sua nova empresa cinematográfica, Studio 8, e o remake de “Nosferatu” será um dos primeiros projetos. Além de dirigir, Eggers vai escrever a adaptação. Vale observar que produção será o quarto “Nosferatu” – ou quinto, se contar “Drácula em Veneza” (1988). O clássico foi refilmado pela primeira vez em 1979 pelo diretor alemão Werner Herzog, com o ator Klaus Kinski (“Fitzcarraldo”) no papel do vampiro. Kinski ainda voltou a reviver o personagem no citado trash “Drácula em Veneza”, que teve seu diretor demitido no meio das filmagens. Há ainda uma animação francesa, do mestre dos quadrinhos Philippe Druillet, lançada em 2002. Além disso, o cineasta indie David Lee Fisher disponibilizará uma nova versão de “Nosferatu” em outubro direto em VOD, com Doug Jones (“Hellboy”) no papel principal. O filme é tão lendário que até a história por trás de sua filmagem também foi parar nos cinemas, na ficção “A Sombra do Vampiro” (2000), em que Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) viveu Max Schreck como um vampiro de verdade. Para completar o clima macabro, há dois anos o crânio do diretor do filme original, Friedrich Wilhelm Murnau, foi roubado de sua sepultura na Alemanha.
Vídeo de Os Defensores mostra encontro das Filhas do Dragão
A Netflix divulgou no Twitter uma cena de “Os Defensores”, que junta as personagens Colleen Wing, de “Punho de Ferro”, e Misty Knight, de “Luke Cage” – interpretadas, respectivamente, por Jessica Henwick e Simone Missick. As duas são parceiras nos quadrinhos, trabalhando em sua própria agência de detetives com o codinome “Filhas do Dragão”. Em “Punho de Ferro”, Colleen usou o nome Filha do Dragão para participar de um clube de lutas clandestinas. Curiosamente, as duas personagens surgiram nas páginas de “Punho de Ferro”, mas, na TV, Misty Knight foi introduzida na série “Luke Cage”. Por sinal, num desdobramento diferente da série, a namorada do Punho de Ferro nas publicações da Marvel é Misty Knight. O encontro das personagens na telinha vai acontecer na sexta (18/8), quando a Netflix disponibilizar “Os Defensores”. Depois disso, Misty Knight ampliará a parceria e também será vista na 2ª temporada de “Punho de Ferro”. Feel free to stop by Chikara Dojo anytime. #DEFEND pic.twitter.com/pGjoWTS9e6 — Iron Fist (@MarvelIronFist) August 13, 2017
Filme que rendeu elogios a Adam Sandler ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou seis fotos e o primeiro teaser de “The Meyerowitz Stories (New and Selected)”, filme dirigido por Noah Baumbach (“Frances Ha”), que teve sua première no Festival de Cannes. A prévia traz o elenco eclético da produção cantando. E que eclético! O filme é estrelado por Adam Sandler (“Zerando a Vida”), Ben Stiller (“Zoolander”), Dustin Hoffman (“Trocando os Pés”) e Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”). “The Meyerowitz Stories” gira em torno de uma família cujos membros, que não se veem há anos, são obrigados a se reunirem para um evento que celebra as obras de arte do pai (Hoffman), um escultor que já foi famoso e se encontra em decadência. Aos poucos, as feridas e rancores do passado retornam, entre refeições e reuniões familiares. O filme foi bastante elogiado em sua exibição no festival francês. Até Adam Sandler recebeu críticas positivas, situação rara na carreira do ator, que prefere se ridicularizar nas suas comédias apelativas. Sua interpretação, como um músico desempregado e em processo de divórcio, foi o que mais chamou atenção da imprensa internacional. O jornal britânico The Guardian declarou ter visto um “ator formidável na tela”. E o site Indiewire completou: “Como Adam Sandler pode ser bom quando não protagoniza filmes típicos de Adam Sandler”. A estreia da produção vai acontecer em 13 de outubro, tanto na Netflix quanto em circuito limitado nos cinemas americanos.
The Florida Project: Trailer do filme sobre a periferia do Disney World encanta com cores e crianças
A A24 divulgou o pôster, três fotos e o trailer de “The Florida Project”, novo drama aclamado de Sean Baker, o diretor de “Tangerine” (2015). A prévia explora um visual extremamente colorido, enfatizando os aspectos infantis da arquitetura de Orlando, ao situar a narrativa sob o ponto de vista de crianças. Na trama, Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) interpreta o gerente do hotel Magic Castle, que recebe turistas dos parques temáticos da Disney e precisa lidar com diversas crianças hiperativas durante as férias de verão, envolvidas em suas próprias aventuras, enquanto os adultos enfrentam seus problemas de gente grande. O elenco infantil é todo composto por crianças estreantes no cinema. Ao contrário de “Tangerine”, gravado com um iPhone, “The Florida Project” usou filme de verdade, de 35 milímetros, mas manteve a estética de registro realista, rodado nas ruas da periferia do Disney World. O filme teve première na Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes, ocasião em que encantou a crítica internacional (tem 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes), e chegará aos cinemas americanos em 6 de outubro. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Desempenho dos blockbusters de 2017 deixa uma lição: filme ruim não faz mais verão
A estreia de “Annabelle 2: A Criação do Mal” marcou o último lançamento sobre o qual havia perspectiva positiva no verão norte-americano de 2017. E mesmo abrindo em 1º lugar, o filme teve o pior desempenho da franquia, desde o primeiro “Invocação do Mal” há quatro anos. Detalhe: a Warner comemorou o resultado. O verdadeiro terror das bilheterias da América do Norte acontece à luz do dia. O desempenho dos blockbusters neste verão sombrio tem sido abaixo da crítica – literalmente – , empurrando as arrecadações para baixo. Como resultado, a receita bruta de Hollywood ficou 11% menor que o faturamento do ano passado. E não há mais nenhuma grande estreia até o fim de semana do Dia do Trabalho americano, em 4 de setembro, indicando que o verão de 2017 pode se encerrar com uma queda ainda maior, de até 15% nas vendas. A empresa de dados financeiros Bloomberg comparou estes números ao avançado do consumo por streaming. Em sua análise, um em cada seis frequentadores de cinema da América do Norte preferiu ficar em casa assistindo “Game of Thrones” por streaming do que sair para ver um filme aos domingos. O que mais impressiona é que, de acordo com o site Rotten Tomatoes, poucas vezes houve tantos filmes bons para o público consumir nos cinemas durante o verão. A lista das maiores bilheterias, encabeçada por “Mulher-Maravilha”, é repleta de queridinhos da crítica, como “Dunkirk” e “Em Ritmo de Fuga”, e registra uma pontuação média de 72% de aprovação. O problema para os grandes estúdios é que alguns desses filmes não deveriam aparecer no topo desta lista. O fato de produções com potencial cult darem dinheiro representa um resultado inversamente proporcional ao desempenho dos lançamentos caros, que deveriam ter liderado o faturamento. Mas novos capítulos de “Transformers” e “Piratas do Caribe” fracassaram, assim como as tentativas de inaugurar franquias com “A Múmia”, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas“, “Baywatch” e “A Torre Negra”. A conclusão é que filmes barulhentos, que geralmente só incomodavam a crítica, este ano não foram aceitos pelo público. O motivo parece evidente. O Fandango, maior site de vendas de ingressos online da América do Norte, comprou o Rotten Tomatoes no ano passado e passou a incluir a nota da crítica entre as informações disponíveis para o público interessado em adquirir entradas. Isto inspirou outros pontos de venda a incluírem as cotações dos filmes, impactando a decisão de compra de ingressos. Não por acaso, filmes com notas ruins fracassaram clamorosamente. E filmes elogiados tiveram um desempenho acima do esperado. É uma mudança radical de paradigma para a indústria. E isto está deixando Hollywood atordoada, pois indica que os executivos precisarão abandonar a preguiça das reciclagens e continuações e fazer o que nunca fizeram questão de produzir: filmes bons, filmes melhores, filmes com qualidade crítica.
Annabelle 2 estreia em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte
“Annabelle 2: A Criação do Mal” assustou a concorrência ao abrir em 1º lugar nas bilheterias no fim de semana, afastando um pouco as nuvens de um versão bastante sombrio para a indústria cinematográfica. O terror, que estreia na próxima quinta (17/8) no Brasil, conjurou US$ 35 milhões em 3,5 mil salas, superando o desempenho de alguns supostos blockbusters da temporada – “A Torre Negra”, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” e “A Múmia”. A estreia agradou a crítica, com 69% de aprovação, ao contar a origem da personagem do título – um alívio diante dos 29% do primeiro “Annabelle” em 2014. Mas o verão está tão fraco que a volta da boneca do mal vendeu menos ingressos que o lançamento dos outros filmes de seu “universo” cinematográfico – “Invocação do Mal”, que introduziu a boneca, fez US$ 41,9 milhões em sua estreia em 2013, “Invocação do Mal 2” abriu com US$ 40,4 milhões e “Annabelle” começou com US$ 37,1 milhões. “Nós teríamos ficado felizes em atingir US$ 30 milhões, considerando o mercado lento”, disse Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica de Warner, comemorando o faturamento do filme no site The Hollywood Reporter. O estúdio tem realmente o que comemorar, pois também mantém o 2º lugar com o inesperado desempenho de “Dunkirk”. O filme de guerra de Christopher Nolan permaneceu uma força formidável em seu quarto final de semana em cartaz, somando mais US$ 11,4 milhões para ultrapassar a marca de US$ 150 milhões na América do Norte – uma façanha rara para uma produção sobre a 2ª Guerra Mundial, não vista desde que Steven Spielberg comandou “O Resgate do Soldado Ryan” (US$ 216 milhões no total). No mundo todo, “Dunkirk” já soma US$ 363,7 milhões. Outra estreia da semana, a animação “O Que Será de Nozes 2” abriu em 3º lugar, com US$ 8,9 milhões em 4 mil salas. Um desempenho pífio pela ampla distribuição e que representa menos da metade dos US$ 19,4 milhões obtidos pelo primeiro filme, em 2014. A continuação estreia no Brasil em 14 de setembro. Mas sombria mesmo é a arrecadação de “A Torre Negra”, que desabou do 1º para o 4º lugar após uma semana, com US$ 7,9 milhões. Em dez dias, a superprodução da Sony atingiu um total doméstico de US$ 34,3 milhões. Sim, menos que a abertura de “Annabelle 2”. Em todo o mundo, a soma não passa de US$ 53,6 milhões. Com isso, não há como a Sony investir numa continuação ou série de TV, conforme especulado. O Top 10 ainda registra a estreia do drama “O Castelo de Vidro”, estrelado por Brie Larson, que volta a trabalhar com o diretor Justin Cretton após “Temporário 12” (2013), o filme que a tornou atriz premiada. A produção da Lionsgate abriu apenas em 9º lugar, com US$ 4,8 milhões e uma distribuição em 1,4 mil salas. Vale destacar ainda as quedas de “Detroit”, o novo drama de Kathryn Bigelow (“Guerra ao Terror”), e a sci-fi “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, de Luc Besson (“O Quinto Elemento”), que não conseguiram completar um mês no Top 10. Entre as estreias limitadas, o melhor resultado ficou com a comédia indie “Ingrid Goes West”, estrelada por Aubrey Plaza e Elizabeth Olson, que fez US$ 141,2 mil em somente três salas, registrando uma média por tela de US$ 47 mil, a melhor da semana. Com 86% de aprovação crítica, “Ingrid Goes West” superou até os outros dois lançamentos indies do circuito, que inclusive abriram em mais salas: “Bom Comportamento” (Good Time, US$ 137,6 mil em quatro salas) e “The Only Living Boy in New York” (US$ 57,6 milhões em 15 salas). Mas enquanto “Bom Comportamento”, com Robert Pattinson, encantou a crítica (92% de aprovação), “The Only Living Boy in New York”, que marca a volta do diretor Marc Webb às produções modestas após “O Espetacular Homem-Aranha 2”, foi execrado (29%). Confira abaixo o Top 10 completo com os trailers das produções. Clique nos títulos dos filmes para assistir às prévias de cada um. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 35 milhões Total EUA: US$ 35 milhões Total Mundo: US$ 71,7 milhões 2. Dunkirk Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 153,7 milhões Total Mundo: US$ 363,7 milhões 3. O Que Será de Nozes 2 Fim de semana: US$ 8,9 milhões Total EUA: US$ 8,9 milhões Total Mundo: US$ 8,9 milhões 4. A Torre Negra Fim de semana: US$ 7,8 milhões Total EUA: US$ 34,3 milhões Total Mundo: US$ 53,6 milhões 5. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 63,5 milhões Total Mundo: US$ 97,1 milhões 6. Girls Trip Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 97,1 milhões Total Mundo: US$ 105,5 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 306,4 milhões Total Mundo: US$ 702 milhões 8. O Sequestro Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 19,3 milhões Total Mundo: US$ 19,3 milhões 9. O Castelo de Vidro Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 4,8 milhões 10. Atômica Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 42,8 milhões Total Mundo: US$ 61,7 milhões
Atriz de Os Caça-Noivas será nova vilã de The Flash
A série “The Flash” terá uma nova supervilã em sua 4ª temporada, e os paparazzi já a flagraram uniformizada. A atriz Sugar Lyn Beard, vista recentemente na comédia “Os Caça-Noivas”, foi fotografada como Rebecca “Becky” Sharpe, mais conhecida como Hazard. Ela vai aparecer no terceiro episódio da nova temporada, mudando a sorte da equipe do Flash. Sharpe é descrita como uma mulher azarada e que está convencida de que sua vida é amaldiçoada, até que um bizarro acidente muda tudo e ela passa a representar uma ameaça para Central City. Nos quadrinhos, ela é neta de um vilão clássico dos anos 1940, O Jogador, que decide vingar a morte do avô e se junta a um grupo de supervilões (a Liga da Injustiça) para enfrentar os super-heróis conhecidos como Corporação Infinito, filhos dos membros originais da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis do mundo. Seus poderes residem na manipulação das probabilidades, que ela controla com ajuda de dados especiais. Criada em 1986, até hoje ela não teve uma história de origem que explicasse como ganhou os dados ou desenvolveu sua sorte mágica, mas a morte de seu avô era relacionada a jogos viciados num cassino de Las Vegas. A série deve juntar esses pedaços de informações para contar sua história. A 4ª temporada de “The Flash” estreia em 10 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Valor: Nova série de ação militar ganha trailer sem diálogos
A rede CW divulgou um novo trailer de “Valor”. Sem diálogos, o vídeo mostra cenas do relacionamento entre os personagens e a tensão do combate militar, estabelecendo o tom dramático da produção. “Valor” repercute as consequências de uma missão de resgate em território inimigo que dá errada. Enquanto os dois sobreviventes mantém segredo sobre o que realmente aconteceu, surge a notícia de que soldados desaparecidos de sua unidade foram capturados por terroristas. Para salvá-los, será necessário uma nova missão, mas, conforme surgem as informações sobre o resgate, os segredos se provam cada vez mais perigosos. A série foi criada pelo roteirista e músico Kyle Jarrow (da banda Sky-Pony), e tem como protagonistas Christina Ochoa (destaque da série “Blood Drive”) e Matt Barr (série “Sleepy Hollow”). O elenco também inclui Charlie Barnett (série “Chicago Fire”), Melissa Roxburgh (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Davis W. Trè (série “Shades of Blue”), Corbin Reid, Nigel Thatch (o Malcolm X de “Selma”), Mac Brandt (série “Colony”), Corbin Reid (série “How to Get Away with Murder”) e Jaiden Kaine (série “The Vampire Diaries”). O piloto foi dirigido por Michael M. Robin (séries “The Closer” e “Major Crimes”) e a estreia está marcada para 9 de outubro nos Estados Unidos. Vale observar que, além de “Valor”, a nova temporada terá mais dois dramas militares: “The Brave” e “SEAL Team”. Seriam ainda mais, se “Behind Enemy Lines” tivesse sido aprovado.
White Famous: Nova série de comédia com Jamie Foxx ganha primeiro trailer
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer de sua nova série de comédia “White Famous”. Assim como “SMILF”, que também estreia em breve no canal, o título busca ser provocante e tem potencial ofensivo. Se o nome “SMILF” busca empoderar um termo sexista, “White Famous” é uma expressão originada de racismo. Para entender, segue o contexto. A série foi criada por Tom Kapinos, que é um homem branco, e o humor segue o tom da criação anterior do produtor, “Kalifornication”. A diferença é que, em vez de um escritor branco de meia idade em Hollywood, a trama gira em torno de um jovem comediante negro e as piadas tem tom claramente racial. O protagonista Floyd Mooney (Jay Pharoah, do humorístico “Saturday Night Live”) está em ascensão na carreira e começa a receber propostas para estrelar filmes, o que o faz ter encontros inusitados com astros famosos – Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) aparece bem confortável de minissaia na prévia – e reuniões com empresários e produtores influentes que prometem torná-lo tão “famoso como um branco”. Daí, o título. Jamie Foxx é um dos produtores, assim como o cineasta negro Tim Story (“Policial em Apuros”), que dirigiu o episódio piloto e mais dois dos dez capítulos da 1ª temporada. “White Famous” estreia em 15 de outubro nos Estados Unidos.











