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    Matt Damon estrela primeiro teaser da comédia sci-fi Pequena Grande Vida

    30 de agosto de 2017 /

    A Paramount aproveitou a première mundial de “Downsizing”, filme de abertura do Festival de Veneza 2017, para adiantar o primeiro teaser da produção. A prévia explora o caráter fantasioso da trama, acompanhando a sensação de maravilhamento de Matt Damon (“Jason Bourne”) diante do mundo moderno, e concluindo com o processo de miniaturização a que ele decide se submeter. O filme foi batizado no Brasil de “Pequena Grande Vida”, título ironicamente três vezes maior e sem o mais importante, que é sua metáfora econômica. “Downsizing” quer dizer encolhimento, mas também é a figura de linguagem usada nos Estados Unidos para representar cortes de despesas. Um eufemismo para demissões em massa. A trama se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. O casal vivido por Damon e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O elenco ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Primeira comédia sci-fi de Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013), o filme tem lançamento marcado para 22 de dezembro nos Estados Unidos e apenas em 18 janeiro no Brasil.

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  • Filme

    Festival de Veneza começa com filme americano e ambição de antecipar o Oscar 2018

    30 de agosto de 2017 /

    O Festival de Veneza 2017, que inicia nesta quarta (30/8) com uma sessão de “Downsizing”, de Alexander Payne, programou grandes estreias de mestres europeus e asiáticos, mas embute uma competição paralela entre os americanos. Os Oscars conquistados por filmes que estrearam em Veneza em anos recentes, como “Gravidade” (2013), “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015) e “La La Land” (2016), consagraram o festival italiano como o ponta-pé inicial das candidaturas à premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Não por acaso, os americanos que exibirão seus filmes em Veneza também estarão no Festival de Toronto, buscando ainda mais visibilidade. Entre os selecionados, incluem-se a comédia “Suburbicon”, dirigida por George Clooney, a fantasia “A Forma da Água” (The Shape of Water), de Guillermo del Toro, o terror “Mãe!”, de Darren Aronofsky, e o mencionado “Downsizing”, que recebeu o título “Pequena Grande Vida” no Brasil – perdendo sua metáfora econômica. Curiosamente, nenhum deles é um drama, gênero mais afeito aos Oscars. Combinação de sátira econômica e fantasia sci-fi, o filme de Payne é estrelado por Matt Damon (que também está no longa de Clooney) e Kristen Wiig, como um casal que decide se submeter a um procedimento de miniaturização, na esperança de assim contribuir para a preservação do planeta e, ao mesmo tempo, levar uma existência financeiramente mais confortável. Alimentar-se de migalhas ao longo de um ano custa menos que um simples prato de almoço, por exemplo. “É um filme surpreendente, dá o tom exato do festival”, disse Alberto Barbera, diretor artístico da mostra italiana, em entrevista coletiva. “Se há um tema dominante na seleção de filmes deste ano, é o das famílias em crise, como reflexo do que acontece fora dela, na economia, na vida social, no meio ambiente. O momento que atravessamos tem feito a maior parte dos cineastas demonstrar preocupação em relação à sociedade contemporânea e ao futuro do planeta. São filmes de diferentes gêneros, ambientados em diferentes épocas, mas todos trabalham com a realidade”. Entre as atrações não hollywoodianas, Veneza terá a estreia de “Mektoub, My Love: Canto Uno”, novo trabalho do cineasta tunisiano Abdellatif Kechiche, vencedor da Palma de Ouro de Cannes por “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Foxtrot”, o segundo longa de Samuel Maoz, após o diretor vencer o Leão de Ouro com sua estreia, “Lebanon” (2009), além de filmes do artista chinês Ai Weiwei (“Human Flow”), do cineasta japonês Hirokazu Koreeda (“The Third Murder”) e nada menos que quatro longas italianos: “The Leisure Seeker”, de Paolo Virzì, “Ammore e Malavita”, dos irmãos Manetti (foto do post), “Hannah”, de Andrea Pallaoro, e “Una Famiglia”, de Sebastiano Riso. O ponto negativo é a baixa presença feminina: apenas uma mulher — a chinesa Vivian Qu — teve um longa selecionado para a mostra principal do Festival. O Brasil aparece representado pela coprodução internacional “Zama”, drama de época dirigido pela argentina Lucrecia Martel, que será exibido fora da competição. O filme tem Matheus Nachtergaele no elenco e investimento da produtora brasileira Bananeira Filmes. Entre as homenagens previstas, os atores americanos Jane Fonda, 79, e Robert Redford, 80, receberão um prêmio pelas realizações de suas carreiras. Por “coincidência”, os dois acabam de filmar um novo trabalho juntos, o drama “Our Souls at Night”, produção da Netflix que convenientemente será exibida depois da cerimônia de entrega do prêmio.

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  • Série

    Novo trailer de The Deuce evoca os anos 1970 e o início da indústria pornô

    29 de agosto de 2017 /

    A HBO divulgou o pôster e um novo trailer de “The Deuce”, série que mostra o início da indústria pornográfica na Nova York dos anos 1970. A prévia é atmosférica, focada em evocar a época, ao som de Marvin Gaye, mas nada da trama. Criada por David Simon (autor de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), a atração é estrelada por James Franco (“A Entrevista”) em papel duplo. E além de atuar, ele também dirige dois episódios. Na trama, Franco interpreta os irmãos Vincent e Will Seefried. O primeiro é um bar tender, enquanto o outro é um estudante da Universidade de Nova York (NYU). Ambos cresceram no wild side de Nova York, onde impera a violência e o sexo, e acabaram cruzando com algumas das pessoas mais influentes e perigosas da nascente indústria pornô. O elenco também destaca a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) como Candy, uma garota de programa que leva seu “espírito empreendedor” das ruas para a pornografia, além de Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”). Como curiosidade, a produção forma uma espécie de trilogia não oficial com as já canceladas “Vinyl” e “The Get Down”, ao se passar no mesmo lugar e na mesma época. O primeiro episódio de “The Deuce” já está disponível na HBO Now americana. A estreia televisiva está marcada para 10 de setembro nos Estados Unidos e, com uma semana de atraso, em 17 de setembro no Brasil.

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  • Série

    The Shannara Chronicles revela trailer e fotos de sua 2ª temporada

    29 de agosto de 2017 /

    Demorou, mas a 2ª temporada de “The Shannara Chronicles” ganhou seu primeiro trailer e fotos. E também uma justificativa para tanto atraso em sua divulgação. A série simplesmente mudou de canal. Saiu da MTV e entrou no canal pago americano Spike, que vai se chamar Paramount a partir de 2018. A MTV, que exibiu a 1ª temporada entre janeiro e março de 2016, chegou a anunciar a renovação da atração, mas tudo mudou após uma reformulação geral da Viacom, dona dos canais MTV e Spike. A palavra mágica é “rebranding”. A Viacom quer transformar o Spike, pós-relançamento como Paramount, numa vitrine para séries baseadas em franquias conhecidas. “The Shannara Chronicles” é uma tentativa de lançar um “Game of Thrones” teen. A série é a adaptação de uma franquia literária escrita desde 1977 pelo escritor Terry Brooks, o 2º autor de fantasia mais vendido no mundo, atrás apenas de J.K. Rowling (“Harry Potter”). E foi desenvolvida pelos criadores de “Smallville” Al Gough e Miles Millar, em parceria com o diretor Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”). Enquanto a 1ª temporada adaptou o segundo livro, intitulado “The Elfstones Of Shannara”, a trama dos novos episódios foi criada especialmente para a série. O motivo é que a trama salta décadas na coleção literária, passando a se focar nos filhos dos personagens introduzidos na história anterior. A 2ª temporada, porém, registrará apenas a passagem de um ano, após o fim da trama inaugural. Mesmo assim, muita coisa terá mudado. As Quatro Terras estão no caos. O ressurgimento da magia deixou o povo aterrorizado, e uma organização chamada The Crimson está caçando usuários de magia, usando medo e intimidação para semear a discórdia entre as raças. O protagonista Wil Ohmsford (Austin Butler), que é metade humano e metade elfo, ainda está amargurado pelo sacrifício da princesa Amberle (Poppy Drayton) e por sua separação de Eretria (Ivana Baquero), e abandonou seu destino mágico para se tornar um curandeiro. Mas quando uma mulher misteriosa chamada Mareth o salva Wil de um ataque do Crimson, ele é forçado a se juntar à luta. A prévia dá esperanças para um retorno de Amberle, que aparece rapidamente numa cena – apesar de ter morrido no final da temporada inaugural. Mas a extensão da participação ainda é sigilosa. Entre os que tiveram a volta confirmada na 2ª temporada estão Manu Bennett (Allanon), Marcus Vanco (Bandon) e Aaron Jakubenko (o agora rei Ander). Já as novidades são Malese Jow (série “The Flash”), Vanessa Morgan (série “Finding Carter”), Gentry White (série “UnReal”), Caroline Chikezie (“Everly”) e Desmond Chiam (série “NCIS: Los Angeles”). Malese Jow será a mencionada Mareth, uma jovem volátil e imprevisível que tem habilidades mágicas. Vanessa Morgan vai interpretar Lyria, uma bela e misteriosa jovem que está romanticamente ligada à Eretria. Gentry White interpretará Garet, um caçador de recompensas hábil, carismático e conhecido nas Quatro Terras como “Mestre das Armas”. Caroline Chikezie ficou com o papel da Rainha Tamlin, a poderosa e astuciosa Rainha de Leah, o único reino humano nas Quatro Terras. Desmond Chiam será o General Riga, um antigo General do exército de Eventine, que se torna o líder do grupo extremista de soldados elfos conhecido como The Crimson. Os novos episódios de “The Shannara Chronicles” estreiam no dia 11 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Música

    Taylor Swift vira zumbi, supervilã e enterra sua reputação em clipe superproduzido

    28 de agosto de 2017 /

    Taylor Swift lançou seu novo clipe, “Look What You Made Me Do”, durante o Video Music Awards 2017, e imediatamente virou trending topic. Superprodução, o clipe mostra a cantora como diversas personagens, muitas vezes interagindo consigo mesma de forma autorreferencial. Ela começa como zumbi, saindo do túmulo em que foi enterrada sua reputação, com o mesmo vestido do último clipe do ano passado, “Out of the Woods”, mas logo vira supervilã de quadrinhos, com direito a chá servido por cobras – referência a um emoji que Taylor conhece muito bem, graças a Kim Kardashian. Há também um banho de jóias preciosas, em que se destaca uma nota comum de um dólar – recentemente, ela ganhou o valor (simbólico) na justiça, num caso contra o DJ David Mueller. Ela também finge apontar uma arma nesse momento, que seria uma referência ao roubo das jóias de Kardashian em Paris. Alimentando outra rixa, bem mais produtiva (a carreira de ambas lucra com isso), surge em seguida num carro parecidíssimo ao que Katy Perry dirigiu no clipe “Waking Up in Vegas” – e segurando um prêmio Grammy, que Katy nunca venceu – , antes de assaltar um banco batizado de Streaming Co – referência às suas críticas aos rendimentos que os serviços de streaming pagam aos artistas. Mais referências: pessoas que parecem manequins, como seu “esquadrão” de supostos amigos falsos (bonitos e produzidos demais para serem de verdade), e camisetas com coraçãozinho e suas iniciais, como a usada pelo ator Tom Hiddleston durante seu namoro. Os efeitos visuais são deslumbrantes, mas se superam na sequência em que uma multidão de Taylors se amontoa, tentando subir no topo de uma montanha humana, que ela própria domina. Quando a música termina, o clone clube de Taylor discute entre si, e o curioso é que algumas delas vêm de outros vídeos, como a Taylor country de violão e outras versões “pobrezinhas” de músicas de coração partido, que a nova Taylor reprime. Mas talvez a mais significativa seja a Taylor com o Astronauta Prateado nas mãos, lembrando sua vitória no VMA de 2009 e também o início de sua rixa com Kanye West. Entre as frases ditas, há mais citações: às críticas que dizem que sua cara de surpresa ao ganhar prêmios são falsas, à reclamação de que ela sempre se faz de vítima nas confusões em que se mete, ao rótulo de vadia que ganhou na canção “Famous”, de Kanye, e diversas declarações dadas ao longo da carreira. Quem orquestra este coral de intertextos é um mestre, o diretor Joseph Kahn, um dos mais premiados realizadores de videoclipes deste século, responsável pelo melhor vídeo anterior de Taylor, “Bad Blood” – e muitos outros. Com uma levada de hip-hop que não costumava existir em seu repertório, “Look What You Made Me Do” é daqueles clipes para ver, rever e encontrar cada vez mais camadas de informação. E, ainda por cima, diverte e faz o corpo balançar. Quem orquestra este coral de intertextos é um mestre, o diretor Joseph Kahn, um dos mais premiados realizadores de videoclipes deste século, responsável pelo melhor vídeo anterior de Taylor, “Bad Blood” – e muitos outros.

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  • Música

    Ator de Stranger Things estrela clipe de cantor da série Glee

    28 de agosto de 2017 /

    A banda dos irmãos Criss, Computer Games, lançou um clipe estrelado por Gaten Matarazzo, o Dustin de “Stranger Things”. Mas a voz que ele dubla também é conhecida das séries, como a de Blaine de “Glee”. Darren Criss ainda viveu recentemente o vilão Mestre da Música no crossover musical de “Supergirl” e “The Flash”, e estará na 2ª temporada de “American Crime Story”. Ele e o irmão Chuck fundaram o Computer Games neste ano e “Lost Boys Life” é o segundo single da dupla e faixa-título de seu EP de estreia. Os irmãos aparecem no clipe na cena do show ao vivo, quando Dustin brinca de guitar hero. A aparição do astro de “Stranger Things” tem motivação dupla. As músicas de Computer Games são influenciadas pelo que Darren e Chuck ouviam na infância – além de videogames e filmes da época. Ambos nasceram nos anos 1980, época em que se passa a série da Netflix, mas apesar de trintões suas canções refletem propositalmente sentimentos adolescentes. Para quem nasceu depois, vale observar que o tipo de música que os Criss idolatram já era velho na época em que surgiu: rock baladeiro influenciado por synth pop. Mas o repertório faz sentido para um cantor que se destacou na série que voltou a tornar a banda Journey popular. Ecos de Toto e Phil Collins também assombram o repertório.

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  • Filme

    Dupla Explosiva vira pior líder de bilheterias do ano na América do Norte

    28 de agosto de 2017 /

    O rendimento das bilheterias dos últimos dias na América no Norte foi o mais baixo do ano, uma verdadeira catástrofe, a ponto de ser comparado ao desempenho do fim de semana posterior aos atentados de 11 de setembro de 2001, ocasião em que o líder fez US$ 8 milhões e a soma dos 12 filmes mais bem posicionados ficou em US$ 43,5 milhões. Neste fim de semana, a melhor bilheteria foi US$ 10 milhões e o Top 12 somou US$ 49 milhões. Em vez de atentado terrorista, a atenção do público se voltou para a transmissão televisiva de uma luta de boxe. Para dar ideia da dimensão do evento, o combate Mayweather vs. McGregor foi exibido em alguns cinemas e sua transmissão ficou entre as sessões mais concorridas, em 8º lugar. À frente de uma das estreias da semana. Como se não bastasse, a ameaça do furacão Harvey também dividiu as atenções do público do sul dos Estados Unidos. Com isso, nenhuma estreia se sobressaiu, e a bomba explosiva, ou melhor, “Dupla Explosiva”, manteve-se por duas semanas consecutivas em 1º lugar. Com dez dias de exibição, a comédia de ação estrelada por Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds fez US$ 39,6 milhões. E está se saindo até bem para um filme de baixo orçamento (US$ 29 milhões), que tem um diretor de filmes B (fez “Os Mercenários 3”), história batida (derivada de “Fuga à Meia-Noite”, de 1988) e foi execrado pela crítica (38% de aprovação no Rotten Tomatoes). A distribuidora nacional ainda ajudou a estabelecer que se trata de um produto genérico ao batizá-lo justamente de “Dupla Explosiva”. O título original é “Hitman’s Bodyguard” (o guarda-costas do assassino profissional), mas, por falta de ideias, será o quarto “Dupla Explosiva” lançado no país – sem contar a série homônima. Chega aos cinemas brasileiros na quinta (31/8). O terror “Annabelle 2: A Criação do Mal” manteve o 2º lugar. Com os US$ 7,3 milhões dos últimos três dias, atingiu US$ 77,8 milhões no mercado doméstico. Ou seja, o filme mais que se pagou após três fins de semana, uma vez que foi rodado por apenas US$ 15 milhões. O sucesso também é internacional. Além de estrear em 1º lugar no Brasil no fim de semana passado, “Annabelle 2″ já soma US$ 215 milhões em todo o mundo. A melhor estreia da semana foi a animação “A Bailarina”, produção franco-canadense que passou pelos cinemas brasileiros em janeiro. Abriu em 3º lugar, com US$ 5 milhões e críticas negativas (37% de aprovação no Rotten Tomatoes). Mas os tomates mais podres foram reservados para “Birth of the Dragon”, aventura centrada numa luta da juventude de Bruce Lee, muito mal-recebida pela imprensa (27% de aprovação) e pelo público. Abriu apenas em 9º lugar, com US$ 2,5 milhões, e foi considerado um grande desperdício de premissa. Se chegar ao Brasil será em streaming ou vídeo. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 39,6 milhões Total Mundo: US$ 39,6 milhões 2. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 77,8 milhões Total Mundo: US$ 215 milhões 3. A Bailarina Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 5 milhões Total Mundo: US$ 63,2 milhões 4. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 9,8 milhões Total Mundo: US$ 9,8 milhões 5. Roubo em Família Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 16 milhões 6. Dunkirk Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 172,4 milhões Total Mundo: US$ 412,1 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 318,8 milhões Total Mundo: US$ 737 milhões 8. Mayweather vs. McGregor Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 2,5 milhões Total Mundo: US$ 2,5 milhões 9. Birth of the Dragon Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 2,5 milhões Total Mundo: US$ 2,5 milhões 10. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 76,4 milhões Total Mundo: US$ 144,1 milhões

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  • Série

    Atriz de 24: Legacy vai viver Estelar na série dos Novos Titãs

    27 de agosto de 2017 /

    A série baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs definiu a intérprete de Estelar (Starfire, em inglês). E uma coisa que se pode dizer do produtor Greg Berlanti é que ele é consistente. Como a personagem é ruiva, obviamente sua intérprete é uma atriz negra – seguindo o padrão estabelecido com Jimmy Olsen, Miss Marte (ambos em “Supergirl”), Iris West e Kid Flash (em “The Flash”). A escolhida foi a senegalesa Anna Diop (da série “24: Legacy”), o que mostra outra consistência de Berlanti. Assim como a intérprete de Miss Marte, que é adolescente nos quadrinhos, a jovem Estelar também será uma trintona. A atriz completará 30 anos durante a produção. Será interessante ver como se dará o romance entre Robin e uma mulher de 30 anos. Se bem que, nos quadrinhos, ele gosta de mulheres mais velhas, como demonstra sua longa relação, de idas e vindas, com Batgirl. Claro que a série pode mostrar Dick Grayson adulto, como Asa Noturna. Enfim, detalhes. Com idade para pertencer à Liga da Justiça, Anna Diop é a segunda intérprete definida da produção sobre os heróis adolescentes da DC Comics. Ela se junta à australiana Teagan Croft, de apenas 13 anos. Revelada na novela “Home and Away”, Tegan, que é loira, ficou com o papel da morena gótica Ravena (Raven, no original). Intitulada “Titans”, a série está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, pontos baixos de uma carreira em franca decadência. Sua genialidade promete um novo fenômeno, desta vez em parceria com Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. “Titans” está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics. Segundo o release, os Titãs terão em sua formação Dick Grayson (o release não informa se como Robin ou Asa Noturna), Estelar, Ravena e outros que serão confirmados. Em seu Twitter, Geoff Johns acrescentou mais um nome à turma: Mutano. É quase a formação do desenho animado do Cartoon Network, “Os Jovens Titãs em Ação”, mas principalmente dos “Novos Titãs” originais, a versão do grupo que foi popularizada nos quadrinhos dos anos 1980 e ainda não tinha aparecido em carne e osso na televisão. Diz o texto: “‘Titans’ segue um grupo de jovens super-heróis que serão recrutados em todos os cantos do Universo DC. Nesta série cheia de ação, Dick Grayson emerge das sombras para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar, Ravena e muitos outros. ‘Titans’ é uma série dramática de aventuras que vai explorar e comemorar uma das mais populares equipes de quadrinhos de todos os tempos”. A ideia de recrutar heróis “em todos os cantos do Universo DC” faz lembrar que as séries da rede CW já apresentaram Titãs originais dos quadrinhos: Arsenal e Kid Flash. Os dois foram membros fundadores da chamada “Turma Titã”, ainda nos anos 1960. Uma integrante ainda mais recente do grupo também andou aparecendo em episódios de “Supergirl”: a Miss Marte, retratada bem mais velha que nas publicações. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo de heróis adolescentes para combater o crime, adotando o nome “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. “Titans” será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. O gênio, o mito. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming da DC Comics.

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  • Música

    Filhas de Dave Grohl estrelam novo clipe do Foo Fighters

    27 de agosto de 2017 /

    A banda Foo Fighters divulgou o clipe de “The Sky Is A Neighborhood”, que tem direção do cantor Dave Grohl e é estrelado por suas filhas, Violet, de 11 anos, e Harper, de 8. Bastante estilizado, o vídeo mostra as meninas numa cabana, lendo as letras da música em um livro antigo, enquanto o grupo começa a tocar sobre seu teto. À medida que a música se torna mais pesada, as meninas percebem a agitação sobre suas cabeças, saltando de alegria no início, mas logo se irritam ao perceber que o barulho as impede de dormir. Sem falar nas luzes que passam a se infiltrar pelos buracos causados pelos pulos da banda no teto. As luzes, na verdade, vêm de objetos voadores não identificados, e quando atingem as meninas, elas começam a levitar. O clipe termina com Grohl olhando para cima, no teto, cercado por objetos brilhantes, num clima de “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977). Nunca é demais lembrar que o nome Foo Fighters é uma referência a objetos voadores não identificados. A música faz parte do vindouro álbum “Concrete and Gold”, que a banda gravou com um produtor de música pop, Greg Kurstin (trabalhou com Adele, Sia, Pink e outras). O disco será lançado em 15 de setembro, e conta com participação de Paul McCartney , que toca bateria em uma faixa.

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  • Filme

    Matt Damon vive pesadelo suburbano no novo trailer de Suburbicon

    27 de agosto de 2017 /

    A Entertainment One divulgou o pôster britânico e o segundo trailer de “Suburbicon”, que destaca o humor negro do novo filme dirigido por George Clooney. Ainda sem legendas, o vídeo demonstra grande influência dos irmãos Coen (“Ave César”) no tom da produção, que combina violência sangrenta, frieza noir e humor desconcertante de sitcom dos anos 1950, época em que a trama se passa. Os irmãos Ethan e Joel Coen, de fato, assinam a trama, em parceria com Clooney e seu sócio produtor Grant Heslov (ambos de “Caçadores de Obras-Primas”). A história gira em torno da família de um bairro tranquilo do subúrbio, durante o verão de 1959. Mas sob a aparência de felicidade, há uma trama sombria, envolvendo o assassinato brutal da mulher do personagem de Matt Damon (“Perdido em Marte”), que envolve matadores da máfia e agentes de seguro numa trama em que nada parece ser o que aparenta. O elenco também inclui Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”), Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) e o menino Noah Jupe (série “Houdini and Doyle”). Selecionado para o Festival de Toronto, o filme estreia no Brasil em 21 de dezembro.

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  • Filme

    Trailer junta Cassio Gabus Mendes e Kéfera Buchmann em comédia culinária

    27 de agosto de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Gosto se Discute”, nova comédia de André Pellenz, responsável pelos blockbusters nacionais “Minha Mãe é uma Peça: O Filme” (2013) e “Detetives do Prédio Azul: O Filme” (2017). Desta vez, a trama gira em torno da cozinha do chef de um restaurante, que precisa lidar com o interesse inesperado da sócia financeira no negócio. O trailer é bastante episódico, sugerindo mais esquetes que uma trama propriamente dita. O elenco destaca Cassio Gabus Mendes (“Confissões de Adolescente”, minissérie “Justiça”) e a youtuber Kéfera Buchmann (“É Fada”). E apesar da diferença de 32 anos entre ambos, o casal parece ensaiar faíscas românticas na prévia. A estreia está marcada para 9 de novembro.

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  • Música

    Novo clipe destaca fase “bem comportada” de Miley Cyrus

    27 de agosto de 2017 /

    A cantora e atriz Miley Cyrus divulgou um novo clipe de seu próximo álbum. A música tem o título do disco, “Younger Now”, e entrega a contradição inerente em sua concepção – como se fosse possível ficar mais jovem com a passagem do tempo. A ideia por trás da premissa é expressa numa Miley mais comportada, que retoma suas raízes na música country e até contracena com uma boneca fantoche, um ato infantil – e a boneca ainda lembra Hannah Montana. Como ela era antes, mais jovem. O clipe também contrapõe crianças e dançarinas envelhecidas, algumas em drag, refletindo que o tempo realmente não para, o amadurecimento é inevitável, mas, por outro lado, o conservadorismo não é determinismo biológico. É importante, neste caso, atentar para a flagrante estética gay da produção, com drag queens e drag kings. A própria cantora assume a persona masculina do king em drag Elvis Presley durante boa parte do vídeo. Musicalmente, o neocountry de Miley é um neon country, com arranjo sintetizado que evoca os anos 1980 e, no cruzamento de influências, acaba soando como a banda The Killers. O vídeo é o segundo clipe do novo álbum, após

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  • Filme

    Trailer legendado do terror russo A Noiva resgata costume mórbido do século 19

    27 de agosto de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de “A Noiva”, um terror russo, o que por si só já desperta curiosidade. Mas a premissa também é intrigante, por explorar um costume de países da Europa Oriental durante o século 19, em que os mortos eram fotografados para os álbuns de recordações das famílias, imitando poses de pessoas vivas, com as pálpebras pintadas para simular olhos abertos. A trama lembra essa tradição bizarra em flashbacks, mas se passa nos dias atuais, quando a jovem Nastya (Alexandra Rebenok) viaja com o noivo Ivan (Victor Solovyev) para conhecer a sua família. Ao chegar lá, ela começa a ter visões, enquanto os familiares do futuro marido preparam uma tradicional cerimônia eslava de casamento “A Noiva” é o terceiro terror consecutivo do diretor Svyatoslav Podgayevsky, que já tem mais três encaminhados. Mas vale observar que nenhum deles agradou à crítica internacional. A estreia está marcada para 21 de dezembro no Brasil, quase um ano após o lançamento na Rússia.

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