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  • Música

    Novo clipe de Zayn é thriller de ação do diretor de O Espetacular Homem-Aranha

    11 de setembro de 2017 /

    Zayn Malik divulgou o clipe de “Dusk Till Dawn”, música que tem participação vocal de Sia. O vídeo dirigido pelo cineasta Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”) é um thriller de ação estrelado pelo cantor e por Jemima Kirke (a Jessa da série “Girls”), com direito perseguição de carros, gangster deformado, cerco policial, tiroteio, explosões e Jemima como mulher fatal. Além desta pequeno aperitivo, os fãs de Zayn poderão vê-lo num thriller verdadeiro de cinema. Ele fez uma participação no vindouro filme “Oito Mulheres e um Segredo” (2018), que estreia em junho. Já o diretor Marc Webb não fazia um clipe há sete anos, desde que trabalhou com a banda Green Day em 2010 e virou diretor de blockbusters. Seu filme mais recente, porém, foi um fracasso de crítica e público. Lançado há um mês nos Estados Unidos, “The Only Living Boy in New York” não fez nem US$ 1 milhão de bilheteria e ainda amargou uma média de 29% no site Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    Daniel Radcliffe se perde na Amazônia em fotos e trailer tenso de história de sobrevivência

    11 de setembro de 2017 /

    A Momentum Pictures divulgou dois pôsteres, 16 fotos e o segundo trailer do suspense australiano “Jungle”, estrelado por Daniel Radcliffe (“Truque de Mestre: O 2º Ato”). A prévia mostra como o ator e alguns amigos são convencidos a realizar uma expedição pela floresta amazônica por um guia fajuto, que transforma o passeio numa luta pela sobrevivência. Curiosamente, Thomas Kretschmann, intérprete do guia, conhece bem os rios amazônicos, pelo menos na ficção. Ele estrelou a série de terror “The River”, passada na região. Por mais mirabolante que possa parecer, a trama é verídica. Trata-se da adaptação do livro de memórias do israelense Yossi Ghinsberg, que inclusive rendeu um episódio da série “I Shouldn’t Be Alive”, do Discovery Channel. A direção é do australiano Greg Mclean (“Wolf Creek”) e o elenco também inclui Alex Russell (“Poder sem Limites”), Joel Jackson (série “Deadline Gallipoli”) e Luis Jose Lopez (série “The Inbetweeners”). A estreia está marcada para 20 de outubro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las em tela inteira.

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    Len Wein (1945 – 2017)

    11 de setembro de 2017 /

    Morreu o autor de histórias em quadrinhos Len Wein, criador do Wolverine, na Marvel, e do Monstro do Pântano, na DC Comics. Ele faleceu no domingo (11/9), aos 69 anos, mas a causa da morte ainda não foi divulgada. Desde março, a conta oficial de Wein no Twitter tem sido atualizada com publicações sobre o estado de saúde do artista. O post mais recente é de sábado e foi escrito pela mulher de Wein, Christine Valada. “Saí da minha última cirurgia. Tudo ocorreu muito bem”, escreveu ela, em nome do marido, no último tuíte. Nascido em 1948, Wein foi um dos maiores escritores dos quadrinhos. Ele começou sua carreira na DC Comics escrevendo a Turma Titã, em 1968. Pouco depois, criou com outro mestre, o artista Bernie Wrightson, o icônico Monstro do Pântano, que anos mais tarde seria o carro-chefe do lançamento da Vertigo, a linha de quadrinhos adultos da editora. Ele começou a trabalhar na Marvel no início dos anos 1970, onde criou Wolverine com os desenhistas John Romita Sr. e Herb Trimpe, durante o período em que escreveu a revista do Hulk. Mas seu trabalho de maior impacto costuma não receber os devidos créditos. Em 1975, ele decidiu reviver um dos títulos da Marvel que menos vendia e tinha sido cancelado há cinco anos. Ao lado do desenhista Dave Cockrum, Wein recriou os X-Men, reformando a equipe com a inclusão de novos personagens. Para começar, incluiu Wolverine na equipe, mas também acrescentou Tempestade, Noturno, Colossus e Passáro Trovejante. Eles se juntaram a alguns X-Men clássicos de Stan Lee e Jack Kirby na publicação, e em pouco tempo a revista se tornou a mais popular da Marvel, rendendo spin-offs com cada vez mais personagens até crescer a ponto de hoje ser responsável por um universo cinematográfico e até séries na Fox. Quando Chris Claremont assumiu os X-Men, levando-os ao seu ápice criativo, Wein voltou para a DC, mas em nova função. Contratado como editor, realizou outra revolução, ao abrir as portas a uma nova geração de escritores britânicos e histórias cada vez mais adultas, que mudaram o conteúdo dos quadrinhos de forma definitiva. Ele foi o editor, entre outras coisas, de “Watchmen” e responsável pela carreira de Alan Moore na DC Comics, começando pelas histórias do escritor no personagem que ele criou, o Monstro do Pântano. A influência de seu legado pode ser medida pela repercussão de sua morte nas redes sociais, que motivou tuítes sentidos, saudosos e elogiosos de gente tão diferente quanto Neil Gaiman, criador dos quadrinhos de “Sandman” na DC Comics/Vertigo e autor do livro que virou a série “American Gods”, Joss Whedon, o diretor de “Os Vingadores” e “Liga da Justiça”, Mark Millar, criador de “Kick-Ass” e “Kingsmen”, Hugh Jackman, o intérprete de Wolverine no cinema, entre inúmeros outros colegas e fãs de seu trabalho. “Len Wein foi o editor que trouxe os criadores britânicos para DC. Ele foi uma das melhores pessoas que conheci em 30 anos trabalhando em quadrinhos”, afirmou Gaiman. “Ele escreveu O Monstro do Pântano, O Vingador Fantasma & minhas histórias favoritas do Batman. Ele mostrou para um garoto de 12 anos que quadrinhos podiam ser literatura”, completou. “Co-criador de Wolverine & dos novos X-Men. Co-iniciador da era moderna dos quadrinhos com sua maior metáfora. E muito mais”, saudou Whedon. “Descanse em paz o grande Len Wein. Ele co-criou Wolverine & O Monstro do Pântano, dois personagens que me deram uma vida como escritor & prazeres imensuráveis como leitor”, escreveu Millar “Sou abençoado por tê-lo conhecido. Nos vimos pela primeira vez em 2008. Eu disse a ele que de suas mãos, coração e mente saiu o personagem mais icônico dos quadrinhos”, lembrou Jackman. “Len Wein era um dos caras mais acolhedores e uma das lendas dos quadrinhos. Percebi isso quando entrei na DC, há oito anos”, disse Diane Nelson, presidente da DC Entertainment. “Ele escreveu e editou quase todos os quadrinhos de personagens centrais da DC. Eu, a empresa e a indústria como um todo vamos sentir sua falta”.

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    Cinquenta Tons de Liberdade tem primeiro trailer legendado com clima de novelão

    11 de setembro de 2017 /

    A Universal divulgou o primeiro pôster e o trailer legendado de “Cinquenta Tons de Liberdade”, final da trilogia inaugurada por “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). A prévia replica o climão de novela do filme anterior, “Cinquenta Tons Mais Escuros” (2017), com direito a anel de noivado e vestido branco de casamento, num desvio conservador da história. De ousado, só o vilão, que surge na última cena no velho estilo de “Disque M para Matar” (1954), após breves flashes de insinuação sexual no quarto vermelho do casal – lembram quando isso costumava ser o destaque do marketing da franquia? O filme foi rodado simultaneamente ao anterior pelo diretor James Foley (da série “House of Cards”), com roteiro de Niall Leonard, marido da autora dos livros, E.L. James, e volta a trazer Dakota Johnson e Jamie Dorman como o casal que só se comunica sussurrando, Anastasia e Christian Grey. O restante do elenco inclui a cantora Rita Ora e muitos atores de TV, entre eles Eric Johnson (série “Rookie Blue”) como o vilão de nome evidente Jack Hyde. “Cinquenta Tons de Liberdade” estreia em 8 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    História do filme Invencível vai ganhar continuação do diretor de Deus Não Está Morto

    11 de setembro de 2017 /

    A história de “Invencível” (Unbroken), longa dirigido por Angelina Jolie em 2014, ganhará uma sequência em breve. Segundo o site Deadline, o produtor Matt Bauer retomará a trama com novo diretor e elenco. O filme tem como título original “Unbroken: Path to Redempetion” (invencível: o caminho da redenção) e será baseado na segunda parte do livro escrito por Laura Hillenbrand. Jolie só filmou a primeira parte, deixando de fora os aspectos de cinema evangélico da trama. O roteiro é de Richard Friedenberg (“Nada É para Sempre”) e Ken Hixon (“Corações Perdidos”) e vai se concentrar justamente na história de conversão religiosa do ex-atleta olímpico e prisioneiro de guerra Louis Zamperini, enquanto ele tenta retomar sua vida nos EUA. Após o fim da 2ª Guerra Mundial, ele se casa com o amor de sua vida, Cynthia Applewhite, mas precisa lutar com transtorno pós-traumático e constantes pesadelos. Isto o faz cair no alcoolismo, depressão e desespero. Convencido por sua esposa, ele redescobre Jesus, larga a bebida e começa o processo de cura. O longa será dirigido por Harold Kronk, de “Deus Não Está Morto”, reforçando seu apelo para o público evangélico. Este mesmo objetivo é realçado com a escalação do pastor Will Graham para interpretar seu próprio avô, um dos mais famosos pastores americanos, Billy Graham, responsável pela conversão de Zamperini. Já o papel de Zamperini, interpretado por Jack O’Connell na produção original, será vivido por Samuel Hunt (da série “Chicago P.D.”). O orçamento não foi divulgado, mas elenco e diretor sugerem uma versão bem mais econômica que o épico levado às telas por Angelina Jolie. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Neo Yokio: Anime criado pelo cantor da banda Vampire Weekend ganha trailer

    11 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, sete imagens e o primeiro trailer de “Neo Yokio”, uma experiência curiosa de série animada americana com visual de anime japonês. Mas a curiosidade não fica nisso. O projeto foi criado por Ezra Koenig, cantor da banda Vampire Weekend, e tem como principal dublador Jaden Smith (“Depois da Terra”). O elenco de vozes, por sinal, é cinematográfico, com participações de Steven Buscemi (“Norman: Confie em Mim”), Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Jason Schwartzman (“Moonrise Kingdom”), Tavi Gevinson (“À Procura do Amor”), Susan Sarandon (“A Intrometida”) e a dupla Desus & Mero (que tem um talk show no canal pago Viceland) Neo Yokio é o nome da cidade em que a trama se passa, um evidente trocadilho com Nova York e a Neo Tóquio do mangá de “Akira”. Não faltam os personagens superpoderosos e robôs inevitáveis do gênero, mas o tom é infantil e feminino. O mundo fútil e elitista dos protagonistas chega a lembrar as novelas teen que fazem sucesso no Japão e na Coréia do Sul. O personagem de Jaden Smith é Kaz Kaan, um assassino de demônios que está mais preocupado com compras, relacionamentos e esportes do que manter a tradição da sua família de caçar essas criaturas malignas. A estreia está marcada para 22 de setembro.

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    Novo trailer do remake/reboot de Linha Mortal troca o terror pelo suspense dramático

    11 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou um novo trailer do remake/reboot/sequência de “Linha Mortal” (Flatliners), que acabou rebatizado como “Além da Morte” no Brasil. A prévia chama atenção por minimizar os elementos de terror do longa original e apresentar o filme como um suspense dramático, com imagens que enfatizam os altos e baixos emocionais dos protagonistas. Segundo o slogan, eles demonstram estar bem vivos porque morreram. Apesar do tom diferente, a premissa do filme de 1990 foi mantida. Um grupo de médicos residentes decide investigar o que existe após a morte, experimentando morrer por alguns minutos e voltar para compartilhar o que viram. Não demora e a experiência se transforma em competição para ver quem fica mais tempo morto, até a situação sair do controle e entrar em terreno perigoso. Brincar com a morte revela ter consequências, que os acompanham ao retornarem à vida. O novo filme tem mais personagens femininas, totalizando três mulheres, enquanto o original contava apenas Julia Roberts em meio ao elenco masculino. Esta diferença faz com que Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) assuma a função de instigadora, que originalmente pertencia a Keifer Sutherland. Além dela, o elenco inclui Diego Luna (“Rogue One”), Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), James Norton (minissérie “Guerra e Paz”), Kiersey Clemons (série “Extant”) e, escondido na divulgação, o próprio Keifer Sutherland em participação especial. O roteiro foi escrito por Ben Ripley (“Contra o Tempo”) e a direção é do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”). A estreia está marcada para 19 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Chris Pine é o Rei da Escócia na primeira foto do novo filme do diretor de A Qualquer Custo

    11 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou a primeira imagem de “Outlaw King”, que destaca o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como o rei da Escócia Robert the Bruce (conhecido no Brasil como Roberto I). A trama é ambientada no começo do século 14, após Robert The Bruce ser coroado Rei dos Escoceses e enfrentar um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, que ocupou a Escócia e o declarou um fora-da-lei – daí o título de “Rei Fora-da-Lei”. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert The Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. “Outlaw King” marca o reencontro de Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). As filmagens estão acontecendo nos locais onde muitas das batalhas reais aconteceram na Escócia e o lançamento é previsto para 2018.

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    6ª temporada de Arrow escala intérprete de Joe Wilson, o filho do Exterminador

    11 de setembro de 2017 /

    A 6ª temporada de “Arrow” vai introduzir Joe Wilson, o filho do Exterminador (Deathstroke), personagem vivido por Manu Bennett. De acordo com a revista Entertainment Weekly, o ator Liam Hall (“Antes que Eu Vá”) foi escalado no papel. Joe Wilson é mais conhecido pelos leitores dos quadrinhos clássicos dos Novos Titãs. Ele foi criado por Marv Wolfman e George Pérez em 1984 com a identidade de Jericó, um rapaz mudo (devido às consequências de um rapto nas mãos de um inimigo de seu pai) que possui a capacidade de invadir o corpo de quem o olhar diretamente nos olhos. A princípio integrante dos Titãs, ele acabou possuído por demônios que o transformam num vilão, até ser morto pelo próprio pai. Mais ou menos. A história não terminou aí, já que Jericó passou a possuir o corpo do Exterminador. Na série, Joe Wilson seguiu os passos do pai e foi para a agência militar australiana A.S.I.S. A trama vai encontrá-lo anos depois, quando ele se vê lutando por sua sobrevivência numa prisão, enquanto usa um nome falso. Slade, o Exterminador, vai convencer Oliver Queen (Stephen Amell) a ajudar a libertá-lo. Vale lembrar que Slade Wilson tem mais dois filhos: Grant, que virou o vilão Devastador e já morreu, e Rose, que também perdeu um olho como pai, mas é uma heroína e integrante dos Titãs, tendo sido treinada pelo próprio Asa Noturna. O novo ano da série terá a paternidade como tema recorrente. Além da história do Exterminador, Oliver Queen precisará criar seu filho William Clayton (Jack Moore), que não sabia que ele era seu pai até os eventos fatídicos do final da temporada passada. “Arrow” retorna em 12 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    It: A Coisa apavora América do Norte com maior bilheteria de estreia da história do terror

    10 de setembro de 2017 /

    A bilheteria de “It: A Coisa” se provou espantosa. Em pleno fim de semana do furacão Irma, em que os cinemas da Flórida estiveram fechados, a nova adaptação de Stephen King acumulou recordes e se consagrou como o terror mais bem-sucedido de todos os tempos. Em seu primeiro fim de semana, o filme fez US$ 117,1 milhões na América do Norte, maior estreia de uma produção de terror da História. Até então, o máximo que um filme de terror tinha conseguido atingir num fim de semana tinha sido menos da metade deste valor: US$ 52 milhões, obtidos por “Atividade Paranormal 3” em 2011. O valor superou até as projeções mais otimistas, após caírem os primeiros recordes de arrecadação. Para começar, o novo longa do diretor Andy Muschietti (“Mama”) teve a maior pré-estreia de todos os tempos. Nos Estados Unidos, costuma-se antecipar o lançamento de candidatos a blockbuster na noite de quinta-feira, véspera da estreia oficial, e nestas primeiras sessões “It: A Coisa” arrecadou US$ 13,4 milhões. O valor deixa para trás o antigo recordista “Deadpool”, que somou US$ 12,7 milhões em 2016. Na estreia oficial, que aconteceu na sexta-feira (7/9), o longa bateu mais três recordes, ao registrar surpreendentes US$ 51 milhões em um único dia. O valor representa: a maior abertura de um filme lançado no mês de setembro na América do Norte, a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos e a maior abertura de um filme de classificação “R” (para maiores de 17 anos) da história do cinema norte-americano. Curiosamente, o antigo recordista desta última marca também era “Deadpool”, com US$ 47,3 milhões. Depois disso, as projeções apontavam uma bilheteria “flutuante” entre US$ 100 e US$ 115 milhões no acumulado do final de semana, o que também foi superado. Para se ter noção, os US$ 117,1 milhões arrecadados em três dias já fazem de “It: A Coisa” a sexta maior bilheteria de terror da América do Norte – em arrecadação total! Só para lembrar: o custo de produção foi de apenas US$ 35 milhões. Além do recorde de maior estreia do terror, também ficou para trás a marca de maior lançamento de setembro (o recorde trucidado pertencia a “Hotel Transilvânia 2”, com US$ 41 milhões), mas a produção não superou os três dias iniciais de “Deadpool” (US$ 132 milhões), tendo que se contentar com o 2º lugar como maior estreia com classificação “R”. A diferença do desempenho de “It: A Coisa” para o 2º lugar das bilheterias foi abissal. A posição foi ocupada por outra estreia, a comédia “De Volta para Casa”, estrelada por Reese Witherspoon, que fez somente US$ 9 milhões. O desencontro também foi similar na opinião da crítica. Enquanto o terror teve 87% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a comédia recebeu só 35% de críticas positivas. Assim, o que foi feito para rir acabou virando o verdadeiro horror nos cinemas. Após três semanas na liderança do ranking, a comédia de ação “Dupla Explosiva” fecha o Top 3. Confira abaixo o desempenho das dez maiores bilheterias da América do Norte. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: A Coisa Fim de semana: US$ 117,1 milhões Total EUA: US$ 117,1 milhões Total Mundo: US$ 179,1 milhões 2. De Volta para Casa Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 9 milhões 3. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 64,9 milhões Total Mundo: US$ 64,9 milhões 4. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 96,2 milhões Total Mundo: US$ 280,2 milhões 5. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 25 milhões Total Mundo: US$ 25 milhões 6. A Bailarina Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 15,8 milhões Total Mundo: US$ 98,9 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 327,7 milhões Total Mundo: US$ 823 milhões 8. Dunkirk Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 183,1 milhões Total Mundo: US$ 492,2 milhões 9. Roubo em Família Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 25,2 milhões Total Mundo: US$ 31,7 milhões 10. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 82,5 milhões Total Mundo: US$ 170,9 milhões

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    The Square: Comédia sueca que venceu a Palma de Ouro ganha trailer americano em busca do Oscar

    10 de setembro de 2017 /

    A Magnolia Pictures divulgou o pôster e o trailer americanos de “The Square”, comédia sueca que venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2017. Como estratégia de divulgação, a prévia destaca a participação da atriz americana Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) e os elogios da imprensa do país à produção, enquanto explora a discussão do que, afinal de contas, é arte, com cenas absurdas e surreais. Em tom de humor negro, a trama acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, vítima de um pequeno incidente que desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, “The Square” também embute uma crítica social, ao fazer um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. Além de Elisabeth Moss, o elenco internacional destaca o dinamarquês Claes Bang (série “Bron/Broen”, que é a versão original de “The Bridge”), o inglês Dominic West (série “The Affair”) e o dublê americano Terry Notary (o King Kong de “Kong: A Ilha da Caveira”), que mostra como se interpreta um macaco sem os efeitos que normalmente acompanham seu desempenho na franquia “Planeta dos Macacos” (onde vive o macaco Rocket). A obra venceu o recente Festival de Cannes sem estar entre as mais baladas do evento, mas o diretor Ruben Östlund já tinha causado boa impressão com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar três anos antes. Candidato da Suécia a uma vaga no Oscar 2018, na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira, “The Square” estreou em 25 de agosto em seu país de origem e chega em 25 de outubro nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Jogo Perigoso: Carla Gugino se desespera em trailer de nova adaptação de Stephen King

    10 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer do filme “Jogo Perigoso” (Gerald’s Game), nova adaptação de um livro de terror de Stephen King (“It: A Coisa”). A prévia reflete o desespero vivido por Carla Gugino (série “Wayward Pines”), numa situação vista num dos maiores sucessos baseados numa obra do escritor, “Louca Obsessão” (1990). Publicada em 1992, a história acompanha uma mulher, algemada numa cama durante um jogo sexual, que se vê imobilizada e sozinha, numa cabana no meio da floresta, após seu amante morrer subitamente de ataque cardíaco. Por conta da premissa, passada em parte na imaginação da protagonista e com terríveis cenas brutais de ataque animal, “Jogo Perigoso” era considerado infilmável, ao menos pelos investidores que sistematicamente recusaram produzir sua adaptação, apesar da popularidade das obras de Stephen King. O cineasta Mike Flanagan (“O Espelho”) passou uma década imaginando como abordar o livro e ninguém quis bancar sua filmagem. Até a Netflix concordar com a loucura. A adaptação é a segunda produção de Flanagan para a plataforma de streaming, após o terror “Hush – A Morte Ouve”, no ano passado. Além de Gugino, o elenco enxuto inclui Bruce Greenwood (“Star Trek”) como o responsável por algemar a mulher na cama. A estreia está marcada para 29 de setembro.

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    Sheena, A Rainha das Selvas vai ganhar novo filme

    10 de setembro de 2017 /

    Sheena, a Rainha das Selvas vai ganhar um novo filme. De acordo com o site Deadline, a Millennium Films já está trabalhando no novo longa, 33 anos após a personagem dos quadrinhos ter sido vivida por Tanya Roberts num biquíni de peles. Ela foi a primeira heroína dos quadrinhos a ter suas próprias histórias individuais a partir de 1937, quatro anos antes da Mulher-Maravilha. Mas foi mesmo o sucesso do recente filme da “Mulher-Maravilha” que voltou a despertar interesse na personagem. Inspirada tanto em Tarzan quanto em sua predecessora literária Rima, a Garota das Selvas (criada em 1904 e vivida por Audrey Hepburn no filme “A Flor que Não Morreu”, de 1959), Sheena foi concebida por S. M. “Jerry” Iger e ninguém menos que Will Eisner (o criador de “The Spirit”). Órfã como Tarzan, Sheena era filha de uma exploradora que morreu ao tomar acidentalmente uma poção mágica de um xamã na África, sendo a partir daí criada pelo próprio xamã. E é graças aos ensinamentos místicos de seu “pai” que Sheena se torna a rainha da selva, adotando um visual que virou a fonte original da subcultura pulp das loiras selvagens de maiô de oncinha. A ideia de uma rainha loira das selvas africanas era típica do período colonial e já se mostrou difícil de ser levada à sério pelo público dos anos 1980, quando foi adaptada pelo roteirista Lorenzo Semple Jr. (mesmo autor da adaptação de “Flash Gordon”) como uma heroína que falava com animais. Além do filme estrelado por Tanya Roberts em 1984, Sheena teve duas séries. A pin-up Irish McCalla incorporou a personagem entre 1955 a 1956, e Gena Lee Nolin fez a versão mais recente, entre 2000 e 2002, que ironicamente foi a mais pudica de todas, mostrando a heroína num maiô comportadíssimo. Ao menos, McCalla era sincera. Ela costumava dizer que não sabia atuar, mas era insuperável ao balançar seu corpo entre as árvores. Para completar as referências, a música dos Ramones “Sheena Is a Punk Rocker” (de 1977) é mesmo uma referência aos quadrinhos clássicos da personagem. A quarta encarnação de Sheena vai começar sua produção em 2018 e ainda não tem previsão de estreia.

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