Novo trailer do remake de Dinastia se passa entre trapas e beijos
A rede CW divulgou um novo trailer de “Dynasty”, que destaca o tom novelesco do remake da série “Dinastia”, grande sucesso dos anos 1980. A prévia se passa entre tapas e beijos. Tem mulher estapeando mulher. E homem beijando outro homem. As cenas de fricção alimentam o melodrama e o suposto clima de escândalo do novelão. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, e foi uma grande concorrente de “Dallas”, outra série no mesmo formato. Em seu pico de audiência, entre 1984 e 1985, “Dinastia” foi o programa de televisão mais visto nos EUA. O remake, porém, concentra-se apenas nos Carringtons e introduz os Flores, acrescentando latinidade na revisão. Na série original, Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, ganham interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. Steven é um dos jovens gays do trailer. Mas o remake foca mesmo é no conflito entre a filha promíscua e a madrasta manipuladora, que nos anos 1980 acabou ofuscado pela chegada da primeira esposa do milionário Blake Carrington, vivida por Joan Collins a partir da 2ª temporada. O remake parece também ter guardado esta personagem para mais tarde. A produção foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, já que foram os criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. O piloto tem direção de Brad Silberling (do filme “Desventuras em Série”) e a estreia está marcada para 11 de outubro nos Estados Unidos.
Bingo – O Rei das Manhãs vai representar o Brasil no troféu Goya
O filme “Bingo – O Rei das Manhãs” foi o escolhido por uma comissão da Agência Nacional de Cinema (Ancine) para representar o Brasil no troféu Goya, principal premiação de cinema da Espanha. Dirigido por Daniel Rezende e estrelado por Vladimir Brichta, “Bingo” vai tentar uma vaga na categoria Melhor Filme Ibero-Americano. Ao todo, foram inscritos 23 filmes brasileiros para a indicação, entre eles os longas “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello, “Joaquim”, de Marcelo Gomes e “La Vingança”, de Fernando Fraiha. A comissão, formada por Amanda Aouad Almeida, Ana Julia Cury de Brito Cabral, André Sturm, Jorge Peregrino e Josiane Osório de Carvalho escolheu “Bingo” por considerar “ser uma obra cinematográfica com consistente marca autoral, força criativa ao apresentar um universo genuinamente brasileiro e capacidade de se comunicar com plateias de todo o mundo”. A seleção, no entanto, não garante que “Bingo” vá de fato ser indicado ao Goya. O processo é similar à escolha dos candidatos ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira, quando dezenas de países indicam seu representante para formar uma lista de cinco finalistas. Por curiosidade, o outro candidato de língua portuguesa, “São Jorge”, tem relação com o Brasil. O filme do português Marco Martins (de “Como Desenhar Um Círculo Perfeito”) acompanha um pugilista desempregado que, pressionado pela crise econômica europeia, divide-se entre a vontade da mulher de migrar para o Brasil e trabalhar no submundo do crime. O protagonista é interpretado por Nuno Lopes, que recentemente trabalhou no filme nacional “Joaquim”. “São Jorge” também foi selecionado para representar Portugal no Oscar. A 32ª Edição dos prêmios Goya vai acontecer em 3 de fevereiro, em Madri.
Jason George vai estrelar spin-off de bombeiros de Grey’s Anatomy
O ator Jason George vai sair de “Grey’s Anatomy” – de novo. Seu personagem, o Dr. Ben Warren, será transferido para um spin-off da série. Não foi exatamente o que aconteceu da primeira vez que ele saiu da produção, mas a situação também não é muito diferente. Para quem não lembra, o ator trocou provisoriamente “Grey’s Anatomy” por outra série médica da mesma produtora, “Off the Map”, em 2011. Foi o primeiro fracasso de Shonda Rhimes na rede ABC, e após o cancelamento a produtora trouxe George de volta. Seis anos se passaram e Shonda Rhimes volta a escalar o mesmo ator para lançar outra atração. Desta vez, porém, é um spin-off oficial e George vai continuar vivendo o seu personagem de “Grey’s Anatomy” (e não uma versão incrivelmente parecida, como em “Off the Map”). Ainda sem título, a série irá acompanhar uma brigada de bombeiros – uma espécie de “Chicago Fire”, mas passada em Seattle – e deve estrear apenas em 2018. A ideia é que o spin-off saia organicamente da trama da série principal. Assim, George participará em caráter fixo até o início da produção da atração derivada. A proposta dos realizadores é apresentar os demais personagens da nova série na própria “Grey’s Anatomy”, em um episódio no meio da temporada. A 14ª temporada de “Grey’s Anatomy” estreia com um episódio duplo em 28 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.
James Franco faz o pior filme de todos os tempos no trailer de sua nova comédia
A A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer completo de “The Disaster Artist”, comédia baseada em fatos reais, estrelada e dirigida por James Franco (“Tinha que Ser Ele?”). A prévia reencena os bastidores daquele que é considerado o pior filme de todos os tempos, “The Room” (2005), mostrando como Tommy Wiseau (Franco de peruca), um ator tão exagerado e canastrão que ninguém queria contratar, decidiu fazer seu próprio longa-metragem para provar seu talento. O vídeo também sugere que todos os envolvidos achavam que estavam fazendo uma comédia hilária, menos, claro, Wiseau, que escreveu, estrelou e produziu “The Room” como sua obra-prima dramática. Franco quase repete a mesma façanha em “The Disaster Artist”, ao estrelar, dirigir e produzir. Ele só não assinou o roteiro, que ficou a cargo da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (ambos de “A Culpa É das Estrelas”). O elenco também inclui seu irmão Dave Franco (“Vizinhos”), a cunhada Alison Brie (“O Durão”), Zac Efron (também de “Vizinhos”), Josh Hutcherson (franquia “Jogos Vorazes”), Kate Upton (“Mulheres ao Ataque”), Zoey Deutch (“Tinha que Ser Ele?”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”), Sharon Stone (série “Agent X”), Christopher Mintz-Plasse (“Vizinhos”), Dylan Minnette (série “13 Reasons Why”), Randall Park (série “Fresh off the Boat”), além de Lizzy Caplan (“A Entrevista”), Adam Scott (série “Parks and Recreation”), Bryan Cranston (série “Breaking Bad”), os diretores J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Judd Apatow (“Descompensada”), que interpretam a si mesmos. Não por acaso, Franco trabalhou com boa parte desses artistas em outras comédias, como “A Entrevista” (2014) e “Tinha que Ser Ele” (2017). A estreia está marcada para 1 dezembro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Pequena Grande Vida: Matt Damon encolhe no trailer legendado da comédia sci-fi
A Paramount divulgou o trailer legendado e dublado de “Pequena Grande Vida”, como batizou no Brasil o filme “Downsizing”, estrelado por Matt Damon (“Jason Bourne”). Ao som de “Once in a Lifetime”, dos Talking Heads, a prévia explora o caráter lúdico e fantasioso da trama, acompanhando a sensação de maravilhamento de Matt Damon (“Jason Bourne”) diante do admirável mundo novo em que passa a viver após se submeter a um processo de miniaturização. Vale destacar a ironia do título “Pequena Grande Vida”, que é três vezes maior que o original, num filme sobre encolhimento. Além disso, os gênios da tradução também perderam de vista a metáfora econômica. “Downsizing” quer dizer literalmente encolhimento, mas também é a figura de linguagem usada nos Estados Unidos para representar cortes de despesas. A trama se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. O casal vivido por Damon e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O elenco ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Primeira comédia sci-fi de Alexander Payne, conhecido por comédias dramáticas como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013), o filme teve première no Festival de Veneza 2017 e chega aos cinemas em 22 de dezembro nos Estados Unidos e apenas em 18 janeiro no Brasil.
J.J. Abrams é anunciado como diretor de Star Wars: Episódio IX
O cineasta J.J. Abrams foi confirmado como diretor de “Star Wars: Episódio IX”, o filme que encerra a terceira trilogia espacial da Lucasfilm. O anúncio foi feito pelo estúdio nesta terça-feira (12/9), uma semana exata após a demissão de Colin Trevorrow (“Jurassic World”) da produção. Abrams dirigiu “Star Wars: O Despertar da Força”, que abriu a nova trilogia e quebrou recordes de arrecadação nas bilheterias, faturando mais de US$ 2 bilhões em todo o mundo. “Com ‘O Despertar da Força’, J.J. entregou tudo o que poderíamos esperar, e estou muito animada por ele voltar para fechar esta trilogia”, disse a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, no comunicado que anunciou o diretor. Além de dirigir, Abrams irá escrever o roteiro do filme em parceria com o roteirista Chris Terrio (“Batman vs Superman”). A principal missão da dupla será contornar a ausência da General Leia, devido à morte da atriz Carrie Fisher, além de, claro, dar um final para a história de Luke Skywalker (Mark Hammill). Trevorrow deveria escrever e dirigir “Star Wars: Episódio IX”, mas nenhuma das versões da história que ele apresentou agradaram Kathleen Kennedy, que no mês passado decidiu contratar um novo roteirista, o britânico Jack Thorne (“Extraordinário”). O diretor não gostou e isto teria sido a gota d’água para Kennedy. Ele foi o terceiro diretor da franquia dispensado neste ano pela produtora. Em junho, Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”) foram demitidos do spin-off que tem Han Solo como protagonista, e substituídos por Ron Howard (“Inferno”). Mas os problemas da produtora com os diretores da franquia começaram bem antes. Um dos segredos menos disfarçados de Hollywood é que o Gareth Edwards foi substituído de “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), embora sem perder os créditos, durante refilmagens e pós-produção do longa-metragem. O diretor e roteirista Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) refez diversas cenas daquele filme. E não se pode esquecer de Josh Trank, que foi dispensado antes mesmo de iniciar qualquer trabalho, baseado apenas nos boatos dos problemas de bastidores de “Quarteto Fantástico” (2015). “Star Wars: Episódio IX” ainda não tem previsão para começar a ser filmado, mas a estreia está marcada para 24 de maio de 2019. Já o próximo capítulo da saga espacial, “Star Wars: Os Últimos Jedi”, com roteiro e direção de Rian Johnson, estreia em 14 de dezembro no Brasil.
Garrett Dillahunt será supervilão dos X-Men na série The Gifted
O ator Garret Dillahunt (séries “Raising Hope” e “The Mindy Project”) entrou no elenco de “The Gifted”, a série derivada dos “X-Men”. Segundo o site Deadline, o ator interpretará Roderick Campbell, um cientista contratado para pesquisar mutantes. O personagem é descrito como “intenso e intimidador”. E isto é o mínimo, já que, nos quadrinhos, o cientista Roderick “Rory” Campbell é um supervilão. Na linha temporal distópica de “Dias de um Futuro Esquecido”, é ele quem lidera a caça aos últimos integrantes da resistência mutante, assumindo o nome de Ahab, até ser derrotado por Rachel Summers, a filha de Cíclope. Ao tomar conhecimento do que o futuro lhe guardava, Rory ainda tentou mudar seu destino, apenas para virar um dos quatro cavaleiros de Apocalipse: a Fome. A cronologia de “The Gifted” parece mais próxima dos eventos de “Dias de um Futuro Esquecido”. Criada por Matt Nix (série “Burn Notice”), a atração se passa numa realidade distópica, em que mutantes são caçados pelo governo americano, e gira em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com um grupo de mutantes rebeldes. A família é formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”), Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). Já os super-heróis que os ajudam são Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”), Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”) e Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”), único dos quatro que não existe nos quadrinhos. A estreia no Brasil foi programada para as 22h30 do dia 3 de outubro, no canal pago Fox, um dia após o lançamento nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”), que também é um dos produtores da atração. Mostrando que a expectativa da Fox é alta, o segundo episódio da série tem direção de outro cineasta: Len Wiseman (diretor e roteirista de “Anjos da Noite”), que também entrou na equipe de produção.
Mike Myers entra no elenco do filme sobre a banda Queen
O ator Mike Myers vai voltar a aparecer num filme, uma década após o fracasso de sua última comédia, “O Guru do Amor” (2008). Ele se juntou ao elenco de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen e de seu vocalista, Freddie Mercury. Ainda não há informações sobre qual será o papel do ator, que, curiosamente, tem uma relação cinematográfica com a música do Queen que nomeia a produção. A cena mais famosa da comédia “Quanto Idiota Melhor” (1992) trazia Myers e elenco cantando e batendo cabeças ao som de “Bohemian Rhapsody” num carrinho compacto. Relembre no vídeo abaixo. Um dos mais bem-sucedidos comediantes a sair do humorístico “Saturday Night Live” nos anos 1990, graças ao sucesso da franquia “Austin Powers”, Myers sumiu dos cinemas após o fiasco de “O Guru do Amor”, tendo aparecido apenas num pequeno papel de “Bastardos Inglórios” (2009) desde então. Mesmo assim, sua voz continuou sendo ouvida em desenhos da franquia “Shrek”, onde ele dubla o personagem-título. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. Não se sabe, por exemplo, como será tratada a homossexualidade do cantor, que oficialmente nunca saiu do armário, a menos que se conte, por ironia, a letra de “Bohemian Rhapsody”. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.
Novo teaser do Justiceiro registra cena de ação militar
A Netflix divulgou um novo teaser de “Justiceiro” no perfil oficial da série no Instagram. O vídeo mostra uma operação militar acontecendo dentro de uma casa escura. A imagem esverdeada é característica do registro feito através de visor para ação noturna. “Tudo virá à luz eventualmente”, diz o texto que acompanha o vídeo. Uma imagem anterior já tinha mostrado o protagonista com uniforme militar. A sequência abaixo também deve ser de um flashback do período em que Frank Castle (Jon Bernthal) serviu na Marinha americana. Na versão original dos quadrinhos, ele era um marine (fuzileiro naval) veterano da Guerra do Vietnã. Mas a história deve ser atualizada para refletir a idade de seu intérprete, tornando-o integrante dos Navy Seal durante um dos conflitos recentes dos Estados Unidos no Oriente Médio. Seu treinamento militar é o que o torna tão letal. Além de Jon Bernthal, a série contará ainda com Ben Barnes (série “Westworld”) como o vilão Retalho (Jigsaw), Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) como Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, e Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible”/”O Filho de Deus”) como Dinah Madani, uma agente do governo que entra em conflito com o Justiceiro por sua interferência numa investigação. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e ainda não tem estreia marcada. Mas será em 2017, como os primeiros teasers deixaram claro. Everything will come to light eventually. Uma publicação compartilhada por The Punisher (@thepunisher) em Set 10, 2017 às 10:47 PDT
Trailer da nova animação de massinhas do criador de Wallace e Gromit subverte expectativas
A nova animação de massinhas da Aardman Animation ganhou um novo pôster e trailer que subvertem as expectativas em relação à sua trama. “Homem das Cavernas” (Early Man) acompanha, como diz o título nacional, personagens de uma tribo pré-histórica, mas não se passa na Idade da Pedra como dava a entender o teaser anterior, o primeiro pôster e todas as imagens divulgadas até aqui. Na verdade, a aventura animada acontece muitos séculos depois, na Era do Bronze. A trama acompanha as aventuras de Dug (voz de Eddie Redmayne, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”), guerreiro da última tribo das cavernas, que enfrenta o exército “moderno” do tirano Lord Nooth (Tom Hiddleston, de “Thor”). Dono de um castelo e elefantes encouraçados, ele expulsa a tribo, mas, numa tentativa de retomar suas terras, Dug o desafia para uma batalha. Na verdade, um combate numa arena de gladiadores. Onde atletas vigorosos disputam ferozmente… futebol. O elenco de vozes britânicas originais ainda inclui Maisie Williams (série “Game of Thrones”), Timothy Spall (franquia “Harry Potter”) e Richard Ayoade (série “The IT Crowd”). O filme tem direção de Nick Park, criador de “Wallace e Gromit”, “Shaun: O Carneiro” e diretor do divertido “A Fuga das Galinhas” (2000). “Early Man” estreia em janeiro de 2018 no Reino Unido e em 15 de fevereiro no Brasil.
Alexis Bledel, Melissa McCarthy, Stranger Things e Westworld vencem preliminar do Emmy 2017
A Academia da Televisão dos Estados Unidos distribuiu os primeiros prêmios Emmy 2017 em cerimônia realizada na noite de domingo (10/9) em Los Angeles. Batizado de Emmy das “Artes Criativas” e considerado uma premiação preliminar, o evento premiou editores, cinematógrafos, figurinistas, maquiadores, compositores e técnicos em geral, mas também alguns atores. “Stranger Things”, “Veep” e “Big Little Lies” conquistaram os Emmys de Melhor Elenco, nas categorias de Séries de Drama, Comédia e Minissérie. Não só isso. Também foram os destaques da premiação completa, junto a “Westworld”, que se impôs com seus efeitos e equipe técnica. Nas categorias de interpretação, porém, os destaques foram outras atrações. Gerald McRaney venceu como Melhor Ator Convidado em Série de Drama por sua participação em “This Is Us”, enquanto Alexis Bledel foi a Melhor Atriz Convidada por “The Handmaid’s Tale”. Nenhum dos dois jamais tinha sido indicado anteriormente ao Emmy. Para os fãs de séries, a conquista mais significativa da noite foi justamente o prêmio de Bledel. Com 36 anos, ela cresceu diante do público televisivo, que a conheceu ainda adolescente, na série “Gilmore Girls” em 2000. Seu amadurecimento como a sofrida Ofglen, de “The Handmaid’s Tale”, demonstrou a sólida evolução de sua capacidade interpretativa. Já as categorias de Convidados de Comédia foram dominadas, como sempre, pelo humorístico “Saturday Night Live”. Mesmo assim, foi curioso ver uma segunda estrela revelada em “Gilmore Girls” levar outro Emmy como Atriz Convidada: Melissa McCarthy, hoje uma comediante de carreira bem-sucedida nos cinemas. No geral, a HBO teve a programação mais celebrada, com 19 prêmios. Mas foi seguida de perto pela Netflix, com 16. Dentre as redes abertas, a maior vencedora foi a NBC, com 9 troféus. Individualmente, “Stranger Things” e “Westworld” empataram como as atrações mais vitoriosas, cada uma com 5 Emmys conquistados. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Vencedores do Creative Arts Emmy 2017 Melhor Ator Convidado em Série de Drama Gerald McRaney (“This Is Us” — “The Big Day”) Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Alexis Bledel (“The Handmaid’s Tale” — “Late”) Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Dave Chappelle (“Saturday Night Live” — “Apresentador: Dave Chappelle”) Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Melissa McCarthy (“Saturday Night Live” — “Apresentador: Melissa McCarthy”) Melhor Ator em Comédia ou Drama Curto Kim Estes (“Dicks”) Melhor Atriz em Comédia ou Drama Curto Jane Lynch (“Dropping the Soap”) Melhor Elenco em Série de Drama “Stranger Things” Melhor Elenco de Série de Comédia “Veep” Melhor Elenco em Minissérie ou Filme para TV “Big Little Lies” Melhor Coordenação de Dublês de Série de Drama, Minissérie ou Filme para TV James Lew (“Marvel’s Luke Cage”) Melhor Coordenação de Dublês de Série de Comédia Eddie Perez (“Shameless”) Melhor Fotografia de Série (meia-hora) David Miller (“Veep”) Melhor Fotografia de Série (uma hora) Colin Watkinson (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Fotografia de Série com várias câmeras (gravada em estúdio) Donald A. Morgan (“The Ranch”) Melhor Fotografia para Minissérie ou Filme para TV Fred Elmes (“The Night Of”) Melhor Edição de Séries de Drama Dean Zimmerman (“Stranger Things”) Melhor Edição de Série de Comédia com Câmera Única (gravação em externas) Jennifer Lilly (“Master of None”) Melhor Edição de Série de Comédia com Câmeras Múltiplas (gravação em estúdio) Peter Chakos (“The Big Bang Theory”) Melhor Edição de Minissérie ou Filme para TV Jay Cassidy & Nick Houy (“The Night Of”) Melhor Design de Produção de Série Contemporânea Jim Gloster, Andrew Leitch & Kimberly Wannop (“Veep”) Melhor Design de Produção de Série Fantástica ou de Época Julie Berghoff, Evan Webber & Sophie Neudorfer (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Design de Produção de Série, Minissérie ou Filme para TV Martin Childs, Mark Raggett & Celia Bobak (“The Crown”) Melhor Figurino Contemporâneo Alix Friedberg, Risa Garcia & Patricia McLaughlin (“Big Little Lies”) Melhor Figurino de Época de Série, Minissérie ou Filme para TV Michele Clapton, Alex Fordham, Emma O’Loughlin & Kate O’Farrell (“The Crown”) Melhor Maquiagem (com prostéticos) de Série Eryn Krueger Mekash, Michael Mekash, David Leroy Anderson, James Mackinnon, Jason Hamer, Melanie Eichner, Cristina Himiob, Maiko Chiba (“American Horror Story: Roanoke”) Melhor Maquiagem (sem prostéticos) de Série Christien Tinsley, Myriam Arougheti, Gerald Quist, Lydia Milars, Ed French (“Westworld” — “The Original”) Melhor Maquiagem (sem prostéticos) de Minissérie ou Filme para TV Eryn Krueger Mekash, Robin Beauschense, Tym Buacharern, Kim Ayers, Becky Cotton, David Williams (“Feud: Bette and Joan”) Melhor Design de Cabelos de Série Joey Zapata, Pavy Olivarez, Bruce Samia & Donna Anderson (“Westworld”) Melhor Design de Cabelos para Minissérie ou Filme de TV Chris Clark, Ralph Michael Abalos, Wendy Southard & Helena Cepeda (“Feud: Bette & Joan”) Melhor Edição de Som de Série de Drama Bradley North, Craig Henighan, Jordan Wilby, Jonathan Golodner, Tiffany S. Griffth, Sam Munoz, Sam Munoz, David Klotz, Noel Vought & Ginger Geary (“Stranger Things”) Melhor Edição de Som de Série de Comédia Andy D’Addario, Gary Gegan, Marco Fiumara (“Mozart in the Jungle” — “Now I Will Sing”) Melhor Edição de Som de Minissérie ou Filme para TV Nicholas Renbeck, Marissa Littlefield, Steve Visscher, Ruth Hernandez, Sara Stern, Luciano Vignola, Odin Benitez, Ruy Garcia, Wyatt Sprague, Warren Shaw, Roland Vajs, Heather Gross, Dan Evans Farkas, Grant Conway & Marko Costanzo (“The Night Of”) Melhor Mixagem de Som em Série Keith Rogers, Scott Weber, Roger Stevenson, Kyle O’Neal (“Westworld” — “The Bicameral Mind”) Melhor Mixagem de Som de Minissérie ou Filme para TV Nicholas Renbeck, Michael Barry, Felix Andrew, Larry Hoff (“The Night Of” — “The Beach”) Melhor Trilha Sonora Original de Série Jeff Beal (“House of Cards” — “Chapter 63”) Melhor Trilha Sonora Original de Minissérie ou Filme para TV Jeff Russo (“Fargo” — “Aporia”) Melhor Trilha Sonora da Abertura Michael Stein, Kyle Dixon (“Stranger Things”) Melhor Supervisão de Músicas Susan Jacobs (“Big Little Lies” — “You Get What You Need”) Melhores Efeitos Visuais Jay Worth, Elizabeth Castro, Joe Wehmeyer, Eric Levin-Hatz, Bobo Skipper, Gustav Ahren, Paul Ghezzo, Mitchell S. Drain, Michael Lantieri (“Westworld” — “The Bicameral Mind”) Melhores Efeitos Visuais Secundários Thomas Mahoney, Matthew Wheelon Hunt, Alex Gitler, Sina San, Michael Capton, Jon Anastasiades, Ryan Bauer, Mark Anthony Nazal, Randy Little (“Gotham” — “Heavydirtysoul”) Melhor Design do Título Michelle Dougherty, Peter Frankfurt, Arisu Kashiwagi, Eric Demeusy (“Stranger Things”) Melhor Programa Infantil “Once Upon a Sesame Street Christmas” (HBO) Melhor Curta Cômico “Los Pollos Hermanos Employee Training”: “Better Call Saul” (AMC) Melhor Programa Interativo Original Felix & Paul Studios (“The People’s House – Inside the White House With Barack and Michelle Obama”) Prêmio de Criatividade para Interatividade em Programa Roteirizado HBO, Kilter Films & Bad Robot (“Westworld”) Melhor Comercial John X Hannes & Smuggler (“Calling JohnMalkovich.com – Squarespace”)
Polícia Federal e Lino sobrevivem ao furacão It: A Coisa nas bilheterias do Brasil
“It: A Coisa” dominou a bilheteria mundial no fim de semana, inclusive no Brasil, onde atingiu sua quarta maior arrecadação internacional, com R$ 17,4 milhões faturados sobre a venda de 1,1 milhão de ingressos, segundo dados do comScore. Isto representa a maior estreia de um filme de terror no país. O fenômeno já tinha sido antecipado no sábado pelas prévias da Warner. Mas o que chamou mais atenção no mercado foi o bom desempenho dos dois lançamentos nacionais da semana diante do tamanho do furacão vindo dos Estados Unidos. “Policia Federal – A Lei É para Todos”, o filme sobre a Operação Lava-Jato, abriu em 2º lugar e, mesmo rendendo cerca de 60% menos que o terror americano, faturou R$ 7,4 milhões com 430 mil pagantes. Isto representa a melhor estreia de um filme brasileiro em 2017. Vale lembrar que a maior bilheteria nacional do ano pertence ao infantil e televisivo “Detetives do Prédio Azul – O Filme”, que teve um lançamento em duas etapas, faturando R$ 2 milhões com 128 mil ingressos vendidos em seu primeiro fim de semana de “pré-estreia paga”. Apesar disso, um colunista do jornal O Globo titulou que a estreia do filme tinha sido decepcionante, comparando seu desempenho ao de “Tropa de Elite 2”, simplesmente a segunda maior bilheteria do cinema nacional. Entretanto, até “Lino: O Filme”, que abriu em 5º lugar, com R$ 2 milhões e 121 mil espectadores, fez história. Embora pareça comedido, o resultado representa um recorde. A produção brasileira da StartAnima registrou a maior abertura de uma animação nacional em todos os tempos. O relativo sucesso de ambos os filmes aponta que é possível fazer cinema comercial no Brasil sem a obrigação de apelar para derivados de programa televisivo ou besteirol. A distribuição é obviamente a chave do negócio. “Policia Federal – A Lei É para Todos” foi distribuído em mais de 700 salas. Graças a isso, em seu primeiro fim de semana já faturou quase tanto quanto o drama brasileiro de maior bilheteria total do ano passado, “O Vendedor de Sonhos” (R$ 8,2 milhões com 611 mil espectadores), para dar a dimensão real de sua abertura. “Lino”, por sua vez, ocupou salas equipadas com projeção 3D, que lhe garantiram 51% do total de sua bilheteria. Em termos de comparação, a animação prévia da StartAnima, “Grilo Feliz e os Insetos Gigantes” (2009), arrecadou R$ 1,9 milhão – ao todo. Em três dias, “Lino” já superou este montante. Os outros dois filmes do Top 5 do Brasil foram outra animação “O Filme” e mais um terror com dois pontos no título: respectivamente, “Emoji: O Filme” (449,5 mil ingressos e R$ 6,9 milhões) e “Annabelele 2: A Criação do Mal” (196,9 mil ingressos e R$ 3,1 milhões).
Com dados oficiais, sucesso de It: A Coisa é ainda maior na América do Norte
Os dados das bilheterias do fim de semana, antecipados no domingo (10/9), foram atualizados com os valores reais. E o resultado é que “It: A Coisa” teve um sucesso maior que o anteriormente anunciado. O filme não fez US$ 117,1 milhões na América do Norte, mas US$ 123 milhões. O valor é insano, porque representa a terceira maior estreia do ano, atrás apenas de “A Bela e a Fera” (que abriu com US$ 174 milhões) e “Guardiões da Galáxia 2” (US$ 146,5 milhões). E não se pode esquecer que os valores não incluem os cinemas da Flórida, fechados devido ao furacão Irma. Mais: “It: A Coisa” é um lançamento com classificação “R” (para maiores de 17 anos), e mesmo assim teve mais público em sua estreia que “Mulher-Maravilha” e “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. “É uma lição de humildade quando algo assim supera nossas expectativas mais loucas”, disse o presidente e diretor de conteúdo da Warner Bros. Pictures Toby Emmerich ao site The Hollywood Reporter. “Falando por meus colegas da Warner Bros. e da New Line, estamos incrivelmente felizes e aliviados. Todo o trabalho duro valeu a pena, mas sabemos que houve uma certa sorte envolvida. Gosto de pensar que a New Line é realmente boa para nutrir cineastas e a Warner é realmente boa no marketing”. Vale recapitular os recordes quebrados pela produção, maior estreia de um filme de terror da História. Para começar, o novo longa do diretor Andy Muschietti (“Mama”) teve a maior pré-estreia de todos os tempos. Nos Estados Unidos, costuma-se antecipar o lançamento de candidatos a blockbuster na noite de quinta-feira, véspera da estreia oficial, e nestas primeiras sessões “It: A Coisa” arrecadou US$ 13,4 milhões. O valor deixa para trás o antigo recordista “Deadpool”, que somou US$ 12,7 milhões em 2016. Na estreia oficial, que aconteceu na sexta-feira (7/9), o longa bateu mais três recordes, ao registrar surpreendentes US$ 51 milhões em um único dia. O valor representa: a maior abertura de um filme lançado no mês de setembro na América do Norte, a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos e a maior abertura de um filme de classificação “R” (para maiores de 17 anos) da história do cinema norte-americano. Curiosamente, o antigo recordista desta última marca também era “Deadpool”, com US$ 47,3 milhões. E aí vieram os números completos do fim de semana. Até então, o máximo que um filme de terror tinha conseguido atingir nos primeiros três dias tinha sido menos da metade deste valor: US$ 52 milhões, obtidos por “Atividade Paranormal 3” em 2011. Para se ter noção, os US$ 123 milhões arrecadados de “It: A Coisa” já representam a sexta maior bilheteria de terror da América do Norte em arrecadação total! O recordista ainda é “O Exorcista”, cuja marca de US$ 193 milhões em 1974 deve finalmente ser superada em poucos dias. Só para lembrar: o custo de produção foi de apenas US$ 35 milhões. Além do recorde de maior estreia do terror, também ficou para trás a marca de maior lançamento de setembro (o recorde trucidado pertencia a “Hotel Transilvânia 2”, com US$ 41 milhões), faltando pouco para superar os três dias iniciais de “Deadpool” (US$ 132 milhões), como maior estreia com classificação “R”. “It: A Coisa” ficou em 2º lugar neste quesito.












