Chiquinha passa pela experiência de Eleven em comercial de Stranger Things
A Netflix divulgou um novo comercial de “Stranger Things”, em que a atriz mexicana María Antonieta de las Nieves volta a viver Chiquinha, sua personagem da série “Chaves”, passando pela mesma experiência secreta que deu superpoderes para Eleven (Millie Bobby Brown). O vídeo insere a atriz caracterizada nas cenas da 1ª temporada da atração, resultando numa Chiquinha para(a)normal – com superpoderes (débeis) mentais. A campanha com a Xuxa, realizada no ano passado, foi mais engraçada. A 2ª temporada estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.
Trailer de Os Parças aposta em humor datado com caretas, bordões, Tom Cavalcante e Whindersson Nunes
O youtuber Whindersson Nunes divulgou em seu canal o primeiro trailer de “Os Parças”, besteirol repleto de referências antigas – Fábio Júnior, É o Tchan – , que ajudam a definir seu humor como datado. Nas primeiras horas de publicação, o vídeo foi visto mais de 2 milhões de vezes e recebeu milhares de comentários de gente que até já decorou os bordões. E é isto mesmo. A prévia é basicamente um quadro do antigo programa “Zorra Total”, em que um grupo de comediantes careteiros e cheios de frases de efeito (que funcionam como bordões) tenta dar um golpe numa festa de casamento, conseguindo se mostrar mais incompetente que “Os Penetras” – franquia de que Nunes também participou. Os “parças” do título são vividos pelo próprio Whindersson Nunes, Bruno de Luca (“Copa de Elite”), Tirullipa (filho de Tiririca) e Tom Cavalcante (do “Zorra Total”), em sua estreia no cinema. Na trama, quatro amigos montam uma empresa de organização de casamentos trambiqueira, com produtos da rua 25 de Março – endereço de lojas populares de São Paulo – , e acabam contratados para fazer uma festa do casamento de luxo. A noiva é vivida por Paloma Bernardi (novela “A Terra Prometida”), o noivo é André Bankoff (“Gostosas, Lindas e Sexies”), o pai da noiva é Taumaturgo Ferreira (série “Magnifica 70”) e Neymar (“xXx: Reativado”) é Neymar, numa participação especial. A comédia foi escrita por Cláudio Torres Gonzaga (do fraco “Vestido Pra Casar”) e está sendo dirigida por Halder Gomes (do bom “O Shaolin do Sertão”). A estreia está marcada para 30 de novembro.
Pantera Negra ganha novo trailer com visual futurista e hip-hop furioso
A Marvel divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Pantera Negra”. A prévia é repleta de ação e efeitos visuais, com ênfase para o visual futurista de Wakanda, a nação africana liderada pelo herói do título (Chadwick Boseman), que equilibra avanços tecnológicos com tradição tribal – com direito a uma guarda de amazonas negras. E há também a formação da aliança entre o vilão Ulysses Klaue (Andy Serkis, repetindo seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”) e Erik Killmonger (Michel B. Jordan, de “Creed”). Tudo isso pulsando com batidas furiosas de hip-hop, num mash-up impressionante de “BagBak”, novo rap de Vince Staples, com o clássico “The Television Will Not Be Televised”, de Gil Scott Heron, lançado em 1970, durante a era dos verdadeiros Panteras Negras. Segundo a sinopse oficial divulgada, “Pantera Negra” encontra T’Challa (Boseman) imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), em sua volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e também inclui em seu elenco Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Sterling K. Brown (minissérie “The People v O.J. Simpson – American Crime Story”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”) e Daniel Kaluuya (“Corra!”), além de Martin Freeman e Florence Kasumba, que também reprisam seus papéis de “Capitão América: Guerra Civil” (2016). A estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Série Roswell, sci-fi juvenil dos anos 1990, tem projeto de remake
A cultuada série sci-fi “Roswell”, que teve três temporadas entre 1999 e 2000, vai ganhar uma nova versão. Segundo o site The Hollywood Reporter, a ideia é atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). Desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”), a série original era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também se passa em Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. A trama acompanha a filha de imigrantes ilegais, que descobre uma verdade chocante sobre sua antiga paixão adolescente: ele é um alienígena que manteve suas habilidades sobrenaturais ocultas a vida inteira. Ela protege seu segredo enquanto os dois se reconectam e começam a investigar suas origens, mas quando um ataque violento e um acobertamento do governo aponta para uma grande presença alienígena na Terra, a política de medo e ódio ameaça expô-los e destruir o seu romance. A protagonista da atração dos anos 1990 era Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos por Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”). O remake está em desenvolvimento na rede CW. Para quem não lembra, a rede surgiu em 2006 da união de duas emissoras, a UPN e a Warner. “Roswell” era originalmente exibido no canal Warner. Por enquanto, apenas o roteiro foi encomendado. Ele tem que ser aprovado para ganhar encomenda de piloto. Por isso, ainda não há elenco definido. Relembre abaixo as aberturas das três temporadas da série, numa montagem ao som da música tema, o hit “Here with Me”, de Dido.
Ron Howard revela crossover com quadrinhos de Star Wars no filme de Han Solo
O diretor Ron Howard anunciou a participação de dois populares personagens dos quadrinhos de “Star Wars” no longa sobre juventude de Han Solo. Ele postou uma foto ao lado dos intérpretes da dupla, chamada de Tag e Bink, que aparecerão pela primeira vez num longa-metragem. Os dois não passam de figurantes nos eventos acontecidos há muito numa galáxia muito distante, mas tiveram até sua própria minissérie, “Tag and Bink Are Dead”, cujo título entrega a referência à famosa peça de Tom Stoppard “Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos”. Assim como a peça, que aborda a história de “Hamlet”, de Shakespeare, pela visão de dois personagens periféricos, os quadrinhos de Tag e Bink percorrem a saga encontrando personagens importantes. Vestidos como stormtroppers, eles são inseridos pelo roteirista Kevin Rubio em momentos-chave dos filmes, coincidindo com aparições de soldados imperiais na tela. E o encaixe é perfeito. Será a primeira vez que os universos do cinema e dos quadrinhos de “Star Wars” experimentarão um crossover. A estreia está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. #tagandbink ? pic.twitter.com/1EzUbS3MQs — Ron Howard (@RealRonHoward) October 14, 2017
A Morte Te Dá Parabéns confirma boa fase do terror ao estrear em 1º lugar na América do Norte
“A Morte Te dá Parabéns” foi o filme mais visto do fim de semana na América do Norte, tomando o 1º lugar das bilheterias de “Blade Runner 2049”, líder por uma semana. Produzido por apenas US$ 4,5M (milhões), o longa arrecadou US$ 26,5M e já se pagou com três dias em cartaz. Trama que junta psicopata mascarado à vítima presa num “looping temporal”, “A Morte Te dá Parabéns” teve boas críticas (média de 67% no Rotten Tomatoes), que aprovaram sua reciclagem de “O Feitiço do Tempo” (1993) num contexto slasher, pela forma como reforça o mistério central sobre a identidade do assassino. O filme é a terceira produção da Blumhouse a fazer sucesso em 2017, após “Fragmentado” e “Corra!”. Não por acaso, o estúdio e o diretor Christopher Landon (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”) planejam continuação. Mas o fenômeno não é restrito à Blumhouse. A New Line, divisão especializada da Warner, também colecionou campeões de bilheteria de terror, como “Annabelle 2: A Criação do Mal” e principalmente “It: A Coisa”, que quebrou recordes do gênero em 2017. Lançado há cerca de 50 dias, o filme continua no Top 5 norte-americano (veja abaixo). Até a Dimension, de Bob Weinstein, emplacou “47 Metros Para Baixo”. Vive-se uma nova era de ouro (no sentido financeiro) do terror americano. Já a sci-fi “Blade Runner 2049”, após abrir abaixo do esperado na semana passada, caiu para o 2º lugar com US$ 15,1M, num encolhimento de 53,1% em sua arrecadação. Neste caso, as críticas positivas (89% de aprovação) não fizeram diferença. O longa custou US$ 150 milhões apenas para ser produzido – o marketing teve custo não revelado – e se não estourar na China – como aconteceu com “Planeta dos Macacos: A Guerra” – dará grande prejuízo. O Top 3 se fecha com outra estreia, o thriller de ação “O Estrangeiro”, estrelado por Jackie Chan, que fez US$ 12,8M e registrou 57% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 26,5M Total EUA: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 31,5M 2. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 15,1M Total EUA: US$ 60,5M Total Mundo: US$ 158,5M 3. O Estrangeiro Fim de semana: US$ 12,8M Total EUA: US$ 12,8M Total Mundo: US$ 101,2M 4. It: A Coisa Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 314,9M Total Mundo: US$ 630,6M 5. A Montanha Entre Nós Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 20,5M Total Mundo: US$ 30,2M 6. Feito-na-América Fim de semana: US$ 5,48M Total EUA: US$ 40,1M Total Mundo: US$ 112M 7. Kingsman: O Circulo Dourado Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA: US$ 89,6M Total Mundo: US$ 286,7M 8. Lego Ninjago: O Filme Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA: US$ 51,5M Total Mundo: US$ 96,9M 9. My Little Pony: O Filme Fim de semana: US$ 4M Total EUA: US$ 15,5M Total Mundo: US$ 26,1M 10. Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 40,1M
Jornalista é demitido da Folha após Danilo Gentili mobilizar seguidores contra entrevista
O comediante Danilo Gentili tem aproveitado a divulgação do seu besteirol “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” para bater na tecla de que humor não deve ter limite, além de atacar a patrulha ideológica. Entretanto, na prática acabou demonstrando que seu próprio humor tem limite pequeno, e que ele é na verdade o maior patrulheiro em atividade no país, capaz de mobilizar tropas de patrulheiros-mirins a fazer bullying virtual até sua vítima ser demitida. Gentili não gostou de uma entrevista/crítica publicada na Folha de S. Paulo e usou as redes sociais para mobilizar seus seguidores contra o autor. Como forma de engajamento, ele disponibilizou um vídeo com a íntegra da entrevista para “denunciar” as perguntas. Mas nele já deixa clara sua má vontade, reclamando da reportagem antes dela ser publicada. “Eu acho que você já está com sua matéria pronta independente do que eu dizer”, ele falou, ao ser questionado a respeito de temas que seu filme de fato aborda. Ao publicar o vídeo, o comediante atacou pessoalmente o jornalista Diego Bargas. “Esse cara do vídeo abaixo se chama Diego Bargas, e como pode ver nas imagens que postei aqui nos coments, ele se comporta mais como militante político do que como jornalista isento. Sendo assim, que credibilidade teria um torcedor do PT entrevistando eu, um artista que está literalmente na lista negra do PT?” Nos “coments”, Gentili publicou registros pessoais de Bargas em seu Twitter, derretendo-se por Lula, Fernando Haddad e Dilma, “a honesta”, para demonstrar a má intenção do entrevistador. Neste ato, sua patrulha se assumiu literalmente ideológica. Entretanto, o principal ponto da entrevista não é política, mas o questionamento feito a Gentili e ao diretor Fabrício Bittar sobre uma cena do filme, protagonizada por Fábio Porchat, envolvendo pedofilia. A questão é se pedofilia tem graça. Danilo preferiu não responder cara a cara com o entrevistador, mas o ironizou no post: “Porque o mesmo cara que estava uma semana atrás defendendo a liberdade para todos artistas e que pedofilia é uma coisa e arte é outra, agora teve um surto moral e se mostra inconformado com uma obra artística de ficção, roteirizada, onde nada daquilo aconteceu na vida real? Chego até mesmo a pensar que na verdade ele estaria escandalizado porque retratamos o pedófilo como um vilão, sem relativizar a pedofilia. Seriam os pedófilos uma nova minoria a ser protegida das piadas?” 48 mil pessoas curtiram o ataque no Facebook. E boa parte foi assediar o jornalista, além do próprio jornal, que demitiu Bargas – provavelmente pelas postagens pessoais de simpatia política, escancaradas por Gentili, que vão contra o “Manual de Redação”. Estarrecedor por um lado. Mas por outro, iluminador. Afinal, ilustra como são parecidos os “petistas” que perseguiram Marcos Petrucelli (o caso “Aquarius”) e os “anti-petistas” que agora miraram em Diego Bargas. Ambas as facções compartilham a mesma visão de mundo estilo Facebook, onde se busca eliminar a existência de contrários, procurando um “botão” para bloqueá-los. “A Folha de S.Paulo me demitiu. Não posso entrar em detalhes sobre isso, mas é tudo muito nebuloso”, Bargas escreveu em seu Facebook. “As perguntas eram espinhosas, mas eram perguntas. Era a oportunidade de o Danilo rebatê-las. Como eu poderia ser mais honesto do que questionando-o? Disseram que as perguntas tinham conotação política, mas são as respostas que importam. Fui condenado por fazer perguntas. São tempos sombrios”, completou. Veja abaixo o post de Gentili e um post de Bargas sobre o caso. E leia o texto original publicado no site da Folha. Vale lembrar que, durante a perseguição sofrida por Petrucelli, a Abraccine, dita Associação de Críticos de Cinema do Brasil, omitiu-se e até certo ponto apoiou os ataques de “cineastas petistas” contra o jornalista. Aguardamos agora a posição da entidade nesta escalada de “artistas” contra a “classe” – que evoca uma conhecida poesia de Eduardo Alves da Costa, atribuída a Vladimir Maiakóvski. COMO SE TORNAR O PIOR JORNALISTA DE CINEMA A Folha de SP publicou hoje uma matéria com a manchete "DANILO SE NEGA A FALAR SOBRE PIADA COM PEDOFILIA". Eu gravei essa entrevista. Posto agora na íntegra. O jornalista da Folha foi honesto? Assista e tire suas próprias conclusões. De todo modo faço questão de apontar algumas coisinhas: 1) Esse cara do vídeo abaixo se chama Diego Bargas, e como pode ver nas imagens que postei aqui nos coments, ele se comporta mais como militante político do que como jornalista isento. Sendo assim, que credibilidade teria um torcedor do PT entrevistando eu, um artista que está literalmente na lista negra do PT? 2) Que tipo de jornalista cultural vai conversar sobre um filme de ficção/comédia e não faz uma pergunta sequer sobre direção, roteiro, fotografia, atuação e outros aspectos artísticos e cinematográficos? 3) Porque o mesmo cara que estava uma semana atrás defendendo a liberdade para todos artistas e que pedofilia é uma coisa e arte é outra, agora teve um surto moral e se mostra inconformado com uma obra artística de ficção, roteirizada, onde nada daquilo aconteceu na vida real? Chego até mesmo a pensar que na verdade ele estaria escandalizado porque retratamos o pedófilo como um vilão, sem relativizar a pedofilia. Seriam os pedófilos uma nova minoria a ser protegida das piadas? 4) Ao perguntar em tom de desaprovação se "pode fazer piada com pedófilo e psicopata" o cara que recebe um salário como "especialista de cinema" (uii) demonstra desconhecer momentos clássicos da sétima arte como o hilário piloto de "Apertem os cintos o piloto sumiu" ou o mais recente "Quero matar meu chefe". Isso pra ser breve e ir parando por aqui. Os exemplos são incontáveis. Todo mundo conhece, menos o burrão aí. Aliás dá uma olhadinha nas imagens que postei aqui nos coments. O cara que reprova psicopatas na ficção parece admirá-los bastante na vida real. 5) Infelizmente a melhor parte desse encontro não foi filmada. Após cortarem a entrevista, ele se levantou dando suas bufadinhas e disse "Eu quero dizer que não gosto do filme". Eu respondi: "E eu quero dizer que não me importo nem um pouco com a sua opinião". 6) Se você assistir o que foi respondido e ler a matéria que ele publicou verá que eu tinha razão. Esse cara já tinha a matéria pronta, ignorando o óbvio, que o Fabrício tão pacientemente explicou. Eu, como já conhecia o tipo, nem me dei ao trabalho, pois saquei qual era a dele desde a primeira pergunta. 7) Se um cara como esse não gostou, não recomenda e ainda precisa fazer matéria desonesta é sinal que você deve correr para o cinema hoje mesmo e assistir "Como Se Tornar O Pior Aluno da Escola". Nos vemos lá! Publicado por Danilo Gentili em Sexta, 13 de outubro de 2017
SEAL Team garante produção da 1ª temporada completa
A rede americana CBS encomendou a produção de novos episódios da série militar “SEAL Team”. A atração terá mais nove capítulos, além dos 13 originalmente encomendados, completando assim os 22 episódios tradicionais de uma temporada da TV aberta americana. “SEAL Team” é a terceira estreia do outono norte-americano a garantir a produção de sua 1ª temporada completa, após “Young Sheldon” e “The Good Doctor”. A série estrelada por David Boreanaz (série “Bones”) foi a mais bem-sucedida das três produções de temática militar recém-lançados nos Estados Unidos. Sua estreia foi assistida por 9,7 milhões de telespectadores ao vivo e manteve uma média acima dos 8 milhões nos dois episódios seguintes. Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), “SEAL Team” aproveita a popularidade dos Navy Seals, que se tornaram proeminentes nos EUA após a missão que resultou no assassinato de Osama Bin Laden, para contar histórias de uma unidade desta elite militar, um grupo altamente treinado, que é enviado em ações cirúrgicas no combate ao terrorismo internacional. Mas também revela como é seu cotidiano quando os soldados retornam a seus lares. Das três atrações de perfil similar, “SEAL Team” é a que tem o elenco mais popular, liderado por David Boreanaz (série “Bones”), Max Thierot (série “Bates Motel”), Jessica Paré (série “Mad Men”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (série “Justified”) e Toni Trucks (série “Franklin & Bash”). As outras duas séries militares da temporada são “The Brave”, com 5 milhões de telespectadores na rede NBC, e “Valor”, que implodiu na CW com 1,2 milhão. Antes destas estreias, o canal pago History ainda lançou “Six”, que recria missões verídicas do Seal Team Six, a equipe que eliminou Bin Laden. Lançada em janeiro, a série já foi renovada para sua 2ª temporada.
Primeiro trailer de Os Novos Mutantes assume aparência de filme de terror
A Fox divulgou o primeiro trailer de “Os Novos Mutantes”, em versões legendada e dublada em português. A prévia confirma o que havia adiantado o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”): o clima é de filme de terror. “Não haverá uniformes. Não haverá supervilões. Nós estamos tentando fazer algo muito muito diferente. Estamos fazendo um filme de horror dentro do universo X-Men”, ele disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. A opção é curiosa, pois se consegue se diferenciar dos outros filmes de mutantes da Fox, por outro lado as imagens materializadas no vídeo são indistinguíveis de inúmeras produções de terror genéricas, em que um hospital se revela ambiente amaldiçoado – “Aterrorizada”, “A Cura”, etc – ou que uma entidade transforma a realidade em pesadelo – “A Hora do Pesadelo” e até a série “Legion”, que é de mutantes da Fox. Além disso, os protagonistas parecem adolescentes comuns, vítimas de uma assombração, e não super-heróis da Marvel. Feita a ressalva, há indicações de que a trama segue sim uma história clássica dos Novos Mutantes, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos quadrinhos, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus), o brasileiro Henry Zaga (de “13 Reasons Why”) como o Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”), creditada como a médica mutante Dra. Cecilia Reyes. É ela, por sinal, quem domina a prévia com sua voz. Mas só na versão legendada. Não é a voz de Alice Braga que se ouve, quando a personagem fala na versão dublada em português. A estreia está prevista para abril de 2018.
Disney desiste de produzir nova animação sobre a fábula João e o Pé de Feijão
A Disney desistiu de produzir uma nova animação baseada em fábula encantada. Segundo o site Deadline, o projeto de “Gigantic”, uma versão de “João e o Pé de Feijão”, encontrou impasses criativos e foi arquivado, após desenvolvimento avançado. A história deveria revisar a fábula clássica com a inclusão de novos detalhes e grandes diferenças, como uma protagonista gigante feminina, como pode ser visto pela arte conceitual acima. Ambientada na Espanha na época das Grandes Navegações, “Gigantic” traria o adolescente Jack descobrindo um mundo de gigantes escondido entre as nuvens. Ao chegar lá, ele faz amizade com a menina gigante Inma, que tem 11 anos, 60 metros de altura e seria completamente mal-humorada. Previsto para 2020, o projeto marcaria a estreia na direção da roteirista de “Divertida Mente” (2015), Meg LeFauve, que trabalharia ao lado de Nathan Greno, diretor de “Enrolados” (2010). Além dos diretores, também estavam trabalhando em “Gigantic” os compositores Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, ambos de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), que já tinham desenvolvido as primeiras canções da trilha sonora. Vale lembrar que a Disney já tinha adaptado a fábula num curta animado, com Mickey Mouse no lugar do protagonista. Intitulado “Mickey e o Pé de Feijão”, o desenho foi lançado em 1947.
Antes o Tempo Não Acabava: Filme amazonense com índios e temática LGBT ganha primeiro trailer
O filme “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, ganhou seu primeiro trailer, um ano após sua première nacional no Festival de Brasília e quase dois anos após iniciar sua trajetória internacional pelo Festival de Berlim de 2016. Rodado em Manaus, o filme acompanha a história de Anderson (Anderson Tikuna), índio que enfrenta os líderes da sua comunidade e as tradições de seu povo para ir morar sozinho no centro de Manaus. Dividido entre rituais da tribo e a noite gay da capital do Amazonas, ele busca encontrar sua identidade como cidadão – seu “nome de branco”. A temática LGBT+ lhe rendeu a vitória no Queer Lisboa 2016, Festival Internacional de Cinema Queer, realizado em Portugal. “Antes o Tempo Não Acabava” é o segundo longa do amazonense Sérgio Andrade, após o também premiado “A Floresta de Jonathas” (2012), e marca a estreia na direção de Fábio Baldo, que editou “A Floresta de Jonathas”. A expectativa de lançamento é para a segunda quinzena de novembro nos cinemas brasileiros.
Estreia da 2ª temporada de Riverdale registra recorde de audiência da série
A estreia da 2ª temporada de “Riverdale”, exibida na noite de quinta (11/10) nos Estados Unidos, foi o episódio mais visto da história da série, lançada em janeiro de 2017. Mais que isso: “Riverdale” foi o única atração da rede CW que voltou ao ar com audiência em ascensão, enquanto as produções de super-heróis da DC Comics experimentaram queda de público. Vista por 2,3 milhões de telespectadores ao vivo e com 0,8 pontos na demo (público entre 18-49 anos), a série foi praticamente redescoberta, após ser disponibilizada na Netflix nos Estados Unidos. O mesmo fenômeno já tinha acontecido antes com “Breaking Bad”. O fato de ter encerrado a temporada inaugural num grande cliffhanger também mobilizou o interesse do público para conhecer o desdobramento do tiro levado pelo pai de Archie Andrews. Até então, a maior audiência de “Riverdale” tinha sido seu primeiro episódio. E a diferença é brutal: 1 milhão a menos. O lançamento da série interessou apenas 1,3 milhão de telespectadores e a audiência vinha despencando a cada episódio, a ponto de o final da temporada inaugural ter atraído só 900 mil pessoas. De fato, a rede CW chegou a considerar seu cancelamento. Felizmente, o canal tem como presidente Mark Pedowitz, fã declarado das séries que produz e responsável por manter no ar séries de prestígio, mesmo sem audiência – caso evidente de “My Crazy Ex-Girlfriend”. A noção de que “Riverdale” tinha potencial maior que a audiência registrava foi percebida pela quantidade de vezes que a produção foi acessada pelas plataformas digitais da CW. Um aumento de 116% em seu público. Ao final da temporada, todos os episódios foram disponibilizados na Netflix americana, após a plataforma distribui-los semanalmente em vários países. E o interesse apenas aumentou. A confirmação veio em agosto, durante a premiação do Teen Choice Awards, quando “Riverdale” dominou as categorias televisivas, superando produções que tinham oficialmente muito mais audiência. Com sete troféus, foi a série mais premiada do Teen Choice 2017. A produtora Warner também percebeu a novidade e mudou sua estratégia de lançamento internacional. “Riverdale” passou a ser disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner de forma simultânea aos Estados Unidos. É a primeira – e por enquanto única – série do canal pago Warner a ter este tratamento diferenciado. E já há um projeto adiantado para o lançamento de um spin-off centrado em Sabrina, a aprendiz de feiticeira, que também é uma personagem da editora Archie Comics. Assim como “Riverdale”, o derivado de Sabrina está sendo desenvolvido por Roberto Aguirre-Sacasa, editor da Archie Comics, que renovou os quadrinhos originais da Turma do Archie ao introduzir elementos de terror e suspense. O sucesso de “Riverdale” mostra que o público aprovou a combinação de suspense e tramas sombrias com as histórias de romance juvenil de Archie, abrindo caminha para a reinvenção televisiva de Sabrina como série de terror – bem diferente da sitcom juvenil estrelada por Melissa Joan Hart nos anos 1990.
Estreias de Valor e Dynasty têm audiências de cancelamento
As duas únicas séries novas da temporada na rede CW não tiveram um começo promissor. O suspense militar “Valor” e o remake da novelesca “Dynasty” tiveram as piores audiências da programação inteira do canal entre as noites de segunda (9/10) e quinta (11/10) passadas. “Valor” teve o pior desempenho, assistida por 1,1 milhão de telespectadores ao vivo e registrando 0,3 pontos na demo (a faixa etária de 18-49 anos). O fato de ser a terceira série militar lançada na TV aberta dos Estados Unidos nesta temporada (após “The Brave” e “SEAL Team”) pode ter contribuído para o desinteresse do público. Mas desde a encomenda da atração comenta-se que ela destoa demais do perfil do canal. Os dados de audiência confirmam que não houve sintonia. “Dynasty” foi ligeiramente melhor, vista por 1,3 milhão e com 0,4 pontos na demo. Mas a audiência foi inferior à obtida por outras iniciativas do gênero no canal. O remake de “Melrose Place”, por exemplo, iniciou com 2,3 milhões de telespectadores e 1,3 pontos em 2009, mas ao final da 1ª temporada já estava sofrendo com 900 mil e os mesmo 0,4 pontos na demo. Foi cancelada. Outra comparação preocupante envolve os números das duas séries canceladas na temporada passada pelo canal. “Frequency” e “No Tomorrow” tiveram mais público em suas estreias, com de 1,4 milhões e 0,4 pontos, e 1,5 milhões e 0,5, respectivamente. Acabaram caindo para baixo dos 700 mil ao vivo. Para piorar, ambas as séries foram destruídas pela crítica. “Valor” teve apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes, com avaliação negativa para sua mistura de melodrama e ação militar, enquanto “Dynasty” ficou com 48% e considerada uma imitação pálida em relação à “Dinastia” original dos anos 1980. A série militar foi criada pelo roteirista e músico Kyle Jarrow (da banda Sky-Pony) e repercute as consequências de uma missão de resgate em território inimigo que dá errada. Enquanto os dois sobreviventes mantém segredo sobre o que realmente aconteceu, surge a notícia de que os soldados desaparecidos de sua unidade foram capturados por terroristas. Para salvá-los, será necessário uma nova missão, mas além de enfrentar os inimigos, os protagonistas também precisam contornar segredos cada vez mais perigosos. O elenco destaca Christina Ochoa (estrela da série “Blood Drive”) e Matt Barr (série “Sleepy Hollow”). Já o novelão foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys. O remake, porém, concentra-se apenas nos Carringtons e introduz os Flores, acrescentando latinidade na revisão. Na série original, Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente.












