PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Thor Ragnarok é uma piada – no bom sentido

    4 de novembro de 2017 /

    Elementos cômicos caracterizam os filmes da Marvel desde o primeiro “Homem de Ferro” (2008), mas após “Guardiões da Galáxia” (2014) vêm assumindo proporções cada vez maiores, a ponto de “Homem-Formiga” (2015) ser quase uma comédia. A evolução dessa linha narrativa rendeu “Thor: Ragnarok”, a primeira comédia assumida da Marvel. O filme é basicamente uma paródia de super-herói. Isto fica clara nas semelhanças em relação ao primeiro “Thor” (2011). Se o tom contrasta de forma radical com o clima de tragédia épica shakespeareana conjurado pelo diretor Kenneth Branagh há seis anos, a história parte exatamente da mesma premissa: Thor perde seu martelo místico, é exilado e precisava voltar a Asgard para salvar a cidade dos deuses de um inimigo mortal. Mas, como se trata de uma comédia, o caminho de volta é uma sucessão de piadas e não uma jornada de herói. Isto é, ele não precisa aprender humildade, como em “Thor”, apenas fazer gracejos, enquanto abre seu caminho à base de porradas. Ao mesmo tempo, “Thor: Ragnarok” é também o filme mais autoral de toda a linha industrial-cinematográfica da Marvel. Méritos do diretor neozelandês Taika Waititi, que tem comédias insanas e engraçadíssimas no currículo, entre elas o hilário documentário fake sobre vampiros “O Que Nós Fazemos Nas Sombras” (2014), que conseguiu a façanha de vencer a mostra Midnight do Festival de Toronto, dedicada a filmes extremos e assustadores. Se James Gunn abriu as portas com seus “Guardiões”, Taika Waititi derrubou as paredes. O novo “Thor” é um filme típico de Waititi, para rir do começo ao fim. E ele encontrou um aliado importante para realizar seu projeto: o próprio Thor. Ou melhor, o australiano Chris Hemsworth, que já tinha mostrado talento cômico anteriormente – em “Férias Frustradas” (2015) e “Caça-Fantasmas” (2016) – , e que entrega seu melhor desempenho como ator. Até Mark Ruffalo, que incorporava um Hulk atormentado, virou piadista. Pela primeira vez, o Hulk fala num filme da Marvel, apenas para contar piadas. O tom cômico agradou em cheio a maioria do público e até aos críticos de cinema, que consideravam os filmes de “Thor” como os mais fracos de todo o universo “cinemático” da Marvel. Mas irritou ferozmente os blogueiros nerds. Quem procurar por críticas de “Thor: Ragnarok” fora do Rotten Tomatoes pode se assustar com as notas baixas conquistadas pela produção na nerdosfera. Se a grande imprensa achou que o filme vale um 9, geeks irritados não dão nem 2. Isto porque o filme ridiculariza sem dó o gênero das adaptações de quadrinhos, e faz isso de forma consciente, com piadas sobre Tony Stark e outros personagens da Marvel. Mesmo assim, fãs dos quadrinhos não deveriam reclamar da paleta colorida e da extravagância visual dos novos personagens, pois remetem aos desenhos clássicos de Jack Kirby. E há inúmeras referências à tramas famosas da Marvel, de “Planeta Hulk” ao próprio “Ragnarok”. Por outro lado, a destruição de Asgard nas mãos de Hela, uma Cate Blanchett divina, causa tanto impacto quando a quarta explosão da Enterprise nos filmes de “Star Trek”. As piadinhas também fazem com que mortes de personagens conhecidos da franquia não sejam sentidas. E isto num filme intitulado “Ragnarok”, o apocalipse nórdico. A dramaticidade sucumbe sob o peso dos excessos. As nuances não funcionam. O destino dos personagens se torna irrelevante, já que o ritmo leva o público a esperar gags e não tragédias. E ironicamente, mesmo assim, as cenas de ação são muito bem realizadas. Mas o grande fato incontornável é que, sem as piadas, “Thor: Ragnarok” não valeria o ingresso de cinema. Isto porque a produção parte de um roteiro extremamente simplório, apesar de escrito por quatro roteiristas diferentes, e se resume a uma história de transição, criada para anunciar que vem outro filme da Marvel a seguir. Waititi conseguiu um milagre, ao tornar esse comercial gigante de “Vingadores: Guerra Infinita” num passatempo divertido. Para quem não espera nada de um terceiro filme do deus do trovão, “Thor: Ragnarok” pode se revelar uma boa surpresa. Já quem espera muito de qualquer filme da Marvel, a surpresa pode ser descobrir que o estúdio finalmente fez o filme que sempre ensaiou fazer: uma homenagem ao Batman da TV dos anos 1960.

    Leia mais
  • Filme

    Mark Strong negocia papel do vilão Dr. Silvana no filme Shazam!

    4 de novembro de 2017 /

    O ator Mark Strong pode estrelar sua terceira franquia de quadrinhos. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele negocia interpretar o vilão Doutor Silvana no filme “Shazam!”, que definiu o ator Zachary Levi (série “Chuck”) como o herói do título. Strong já viveu um vilão tradicional da DC Comics: Sinestro, em “Lanterna Verde” (2011). Além disso, estrelou os dois filmes baseados em “Kingsman”, de Mark Millar. Como a Warner deixou passar a chance de escalá-lo como Lex Luthor, ele pode interpretar o segundo vilão careca mais famoso da Era de Ouro dos quadrinhos. A semelhança entre Silvana e Luthor é mais que evidente. Ambos são cientistas loucos carecas, que usam a obsessão por destruir os super-heróis voadores e invulneráveis de seus universos para criar invenções perigosas e colocar o mundo em risco. De fato, a própria DC usou essa similaridade em seu processo de plágio contra a Fawcett Comics, que lançou o então Capitão Marvel (hoje Shazam!) nos anos 1940. Recorrendo na justiça por mais de uma década, a DC se aproveitou do endividamento da Fawcett para adquirir seus personagens – e após relançar o Capitão Marvel como Shazam! nos anos 1970, até o incluiu na Liga da Justiça. O roteiro de “Shazam!” está sendo escrito por Darren Lemke (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”), Henry Gayden (“Terra para Echo”) e Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”), mas a direção é de um especialista em terror: David F. Sandberg (“Quandos as Luzes se Apagam” e “Annabelle 2: A Criação do Mal”). O filme não deve trazer participação do astro Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”), escalado há vários anos para viver o vilão Adão Negro, o segundo principal antagonista de Shazam!. Johnson deve estrelar só o spin-off de seu personagem. “Shazam!” é o terceiro filme na fila de estreia dos heróis da DC, após “Liga da Justiça”, que chega aos cinemas já em novembro, e “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018. As filmagens vão começar em fevereiro em Toronto, no Canadá, com uma estimativa de lançamento para abril de 2019.

    Leia mais
  • Série

    Série 24 Horas pode ganhar novo spin-off com protagonista feminina

    2 de novembro de 2017 /

    A série “24 Horas” pode ganhar um novo spin-off protagonizado por uma mulher. Segundo o site Deadline, o projeto, ainda em desenvolvimento pela Fox, recriaria a ideia da “luta contra o relógio” a cada episódio. Entretanto, a personagem principal lutará para desmascarar uma conspiração, em vez de combater uma organização terrorista. A abordagem está sendo escrita por Jeremy Doner (produtor-roteirista de “The Killing”) em parceria com Howard Gordon, produtor da série original. Os detalhes oficiais são escassos, mas o Deadline descreve a trama como sendo focada numa promotora que descobre uma conspiração jurídica, e tem que correr contra o tempo para salvar um condenado à morte que enfrenta execução iminente, justamente alguém que ela ajudou a processar, mas pode ser inocente. A ideia é que a história faça parte de um projeto de antologia, que a cada temporada abordaria uma história nova, com personagens diferentes, ligados apenas pelo formato do tempo real e a corrida contra o relógio. O projeto de uma antologia já tinha sido mencionado pelos executivos da Fox em junho, quando anunciaram o cancelamento do spin-off “24: Legacy”, após apenas uma temporada. Mas há quem defenda uma abordagem diferente. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, foi um enorme sucesso. O problema é que a audiência não se repetiu com a série derivada, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. E a culpa disso seria a falta de personagens conhecidos, já que o spin-off apresentou um elenco muito diferente do que o público estava acostumado. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Keifer Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Mas um projeto de protagonista feminina poderia mostrar aventuras da filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”, Chloe O’Brian (a expert em computação vivida por Mary Lynn Rajskub), que é a segunda personagem mais importante da franquia, ou até mesmo Kate Morgan (Yvonne Strahovski, que está em alta graças à série vencedora do Emmy, “The Handmaid’s Tale”), a agente da CIA que se destacou na minissérie recente “24: Live Another Day”. Saudada como revolucionária, tanto por sua narrativa em tempo real quanto por capturar o zeitgeist do começo do século, chegando às telas seis meses após a queda das Torres Gêmeas, “24 Horas” acabou ficando datada, após “Homeland” redefinir as séries de combate ao terrorismo. Mas, curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E a Fox está contando com a ajuda dele para repaginar a franquia.

    Leia mais
  • Filme

    Estreias: Feriadão sem blockbuster destaca filmes indies e drama brasileiro premiado em Cannes

    2 de novembro de 2017 /

    Quase uma dúzia de estreias chegam aos cinemas neste feriadão, mas nenhum blockbuster. A grande ironia é que os lançamentos com maior distribuição desta vez são europeus, enquanto os títulos de qualidade vem dos Estados Unidos e do Brasil: duas produções indies que devem marcar presença na temporada de premiações americanas do fim de ano e um dos melhores dramas brasileiros de 2017. Clique nos títulos dos filmes abaixo para ver os trailers de todas as estreias. O filme que chega em mais salas nesta quinta-feira (2/11) é uma animação genérica belga, “Big Pai, Big Filho”, sobre um adolescente que descobre que seu pai é o Pé Grande. A premissa vira uma aventura de animais falantes com direção dos responsáveis pelas “Aventuras de Sammy” (2010), o “Procurando Nemo” com tartarugas da Bélgica, usando os mesmos softwares já superados de computação gráfica. “A Noiva” é o terceiro terror russo de Svyatoslav Podgayevsky, que já tem mais três encaminhados. Nenhum deles agradou à crítica internacional, mas este vai ganhar remake americano graças à temática macabra, que explora um costume antigo de países da Europa Oriental: fotografias de mortos para os álbuns de recordações das famílias, com as pálpebras pintadas para simular olhos abertos. A tradição sinistra é evocada quando uma jovem viaja com o noivo para conhecer a família dele, e se vê numa cerimônia ritualística de casamento. O único susto do lançamento, porém, é que não saiu direto em DVD ou streaming. O feriado de Finados oferece até uma combinação de animação para crianças com tema de terror. Como o título sugere, “Historietas Assombradas – O Filme” é uma produção brasileira derivada da TV. Trata-se da versão de cinema da série “Historietas Assombradas para Crianças Malcriadas”, do Cartoon Network, por sua vez inspirada num curta de 2013. O diretor é o mesmo dos três, Victor-Hugo Borges. O desenho faz sentido para quem não acompanha a série, mas é melhor ainda para quem conhece os personagens, já que aborda o passado do menino Pepe, abandonado pelos pais e criado pela Vó, o que evitou que fosse utilizado num ritual macabro. Entretanto, o que chama atenção é seu visual peculiar, com traços bizarros para evocar o terror trash, repleto de monstros e criaturas repugnantes. Não tema, pois é divertido e com moral da história, sobre o que representa uma família de verdade. Há uma montanha no caminho de dois filmes. “Depois Daquela Montanha” traz Kate Winslet (“O Leitor”) e Idris Elba (“A Torre Negra”) perdidos no meio da neve após um acidente aéreo. Sozinhos e feridos em um local ermo e congelante, em vez de lutarem pela sobrevivência, aproveitam o cenário para viver um novelão romântico. A produção “de prestígio” da Fox foi um fracasso de crítica (42% no Rotten Tomatoes) e público (US$ 28,3 milhões arrecadados para um orçamento de US$ 35 milhões) na América do Norte. A melhor parte da programação começa na outra montanha. “Gabriel e a Montanha” dramatiza a viagem derradeira de Gabriel Buchmann (vivido na tela por João Pedro Zappa), jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada numa montanha no Malawi. O diretor Fellipe Barbosa era amigo de infância do rapaz, que fazia questão de não seguir regras, ao viajar pelo mundo sem dinheiro e sem parecer turista. O filme foi vencedor de dois prêmios da mostra Semana da Crítica, do Festival de Cannes 2017, inclusive o principal, além de ter sido aplaudido de pé e recebido críticas muito positivas da imprensa internacional. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado o Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna. Também premiado em Cannes, “Terra Selvagem” rendeu o troféu de Melhor Direção para Taylor Sheridan na mostra Um Certo Olhar. Neste ano, Sheridan já tinha sido indicado ao Oscar como Roteirista, por “A Qualquer Custo”. Sua nova trama de suspense dramático combina a neve da região do Wyoming com um clima bastante sombrio, ao acompanhar a investigação do assassinato de uma jovem numa reserva indígena. O elenco é liderado por Jeremy Renner e Elizabeth Olsen (ambos de “Vingadores: Era de Ultron”), como um caçador local e uma agente do FBI, que se unem para tentar descobrir o assassino. 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outro filme indie com destaque na temporada, com 81% no Rotten Tomatoes e indicação a Melhor Roteiro no Gotham Awards (premiação do cinema independente americano), “O Estado das Coisas” traz Ben Stiller (“Zoolander”) amargurado, comparando seu status ao de seus amigos de faculdade, que ficaram milionários enquanto ele continuou idealista e não construiu patrimônio. A reflexão acontece quando seu filho (Austin Abrams, da série “The Walking Dead”) tenta entrar numa boa universidade. O filme tem roteiro e direção de Mike White (roteirista de “Escola de Rock” e da vindoura animação “Emoji: O Filme”) e também inclui no elenco Michael Sheen (série “Masters of Sex”), Luke Wilson (série “Roadies”), Jemaine Clement (série “Legion”) e Jenna Fischer (série “The Office”), além do próprio Mike White. Dois thrillers completam o circuito convencional. “Em Busca de Vingança” traz Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) fazendo o que diz o título, na caça do controlador de voo que causou o acidente aéreo em que sua filha morreu. Fraquinho (39%), saiu direto em streaming nos Estados Unidos. E “Deserto” mostra Jeffrey Dean Morgan (série “The Walking Dead”) como um americano racista, que passa seu tempo de tocaia na fronteira para eliminar imigrantes ilegais do México. Para seu azar, Gael García Bernal (“Neruda”) se mostra um cucaracha difícil de matar. Dirigido por Jonás Cuarón, roteirista de “Gravidade” (2013) e filho do cineasta vencedor do Oscar Alfonso Cuarón, o filme faz uma analogia entre o personagem de Bernal, chamado de Moisés, e o personagem bíblico que viaja pelo deserto até a terra prometida. Além disso, o conflito dos protagonistas virou metáfora após a eleição de Donald Trump – o que lhe trouxe simpatia de 61% da crítica dos Estados Unidos. A programação ainda inclui dois lançamentos segmentados. Antes de chegar ao “Sul Maravilha”, o remake de “Dona Flor e seus Dois Maridos” estreia no Nordeste (Salvador, Recife e Fortaleza). Na nova versão, Juliana Paes assume pela segunda vez um papel que foi eternizado por Sonia Braga. Em 2012, ela protagonizou o remake da novela “Gabriela”. Por coincidência, tanto Dona Flor quanto Gabriela são personagens criadas pelo escritor Jorge Amado. Por fim, a animação “Pokémon – O Filme: Eu Escolho Você!”, que celebra os 20 anos da franquia contando a origem de Ash e Pikachu, será exibido em apenas dois dias, 5 e 6 de novembro, nos cinemas da rede Cinemark.

    Leia mais
  • Série

    Vídeos da série The Flash destacam a estreia do Homem-Elástico

    31 de outubro de 2017 /

    A rede CW divulgou uma cena e um vídeo de bastidores de “Elongated Journey Into Night”, episódio da 4ª temporada de “The Flash”, que vai ao ar nesta terça (31/10) nos Estados Unidos. O episódio é importante por introduzir o Homem-Elástico, e a cena introduz o personagem em sua identidade civil. A decisão de incluir o Homem-Elástico na série é uma das melhores surpresas da temporada. Afinal, Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos, tendo inclusive feito sua estreia numa história do Velocista Escarlate em 1960, criado por John Broome e Carmine Infantino, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo personagem coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes dessa forma que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. Como mostra a cena, “The Flash” deve mostrar o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, com interpretação de Harley Sawyer (da novela “The Young and the Restless”). Entretanto, o vídeo de bastidores também mostra mudanças em relação aos quadrinhos, como a origem de seus poderes e uma personalidade arrogante. Além disso, ele já aparece como detetive, após ter sido expulso da polícia por suposta corrupção – e os vídeos, inclusive, sugerem que ele foi denunciado por Barry Allen. Mas há uma contradição forte nesta história, em relação a episódios anteriores. Quem está prestando atenção em “The Flash” pode lembrar que o nome de Ralph Dibny foi citado na 1ª temporada (no sétimo episódio, “Power Outage”) como uma das pessoas que morreram instantaneamente na explosão dos laboratórios Star. #Fail? “The Flash” é exibido pelo canal pago Warner com cerca de três semanas de atraso no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    Globo estreia série americana que foi cancelada após nove episódios e ficou sem final

    30 de outubro de 2017 /

    A rede Globo estreia nesta segunda-feira (30/10) a série americana “O Jogador” (The Player), grande fracasso de audiência nos Estados Unidos, que foi cancelada após a exibição de apenas nove episódios e não possui final. A série estrelada por Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”) era parecida com “Pessoa de Interesse” (Person of Interest) e foi ao ar em 2015 na rede americana NBC. Criada por John Rogers (também criador da série “Leverage”), a trama acompanha um especialista de segurança de Las Vegas (Philip Winchester, da série “Strike Back”), que é aliciado por um milionário misterioso (Snipes) para salvar vidas inocentes. Recentemente, a Globo fechou um acordo com a Warner TV e poderia levar ao ar diversas séries de sucesso. Em vez disso, exibirá “O Jogador” às segundas-feiras após o programa “Conversa com Bial”.

    Leia mais
  • Música

    Playlist de Halloween: Os 20 melhores clipes de terror de 2017

    29 de outubro de 2017 /

    Em clima de Halloween, confira os 20 melhores clipes internacionais com temática de terror lançados em 2017 – e um excelente do ano passado, como bônus. A seleção inclui vídeos bem tenebrosos, mas também comédias. Não faltam bruxas, satanistas, psicopatas, demônios, lobisomens, vampiros e outras criaturas terríveis, embora alguns tenham sido incluídos mais pelo clima e elementos cênicos do que pela presença do mal encarnado – ou em preto e branco. Os clipes foram organizados por relação sonora, numa ordem de discotecagem e não de preferência. Começa com rock clássico, mas a lista ainda inclui rap e dance music. Confira abaixo a lista completa das faixas e seus intérpretes. 1 Ghost – “He Is” (Suécia) | 2 Foo Fighters – “The Sky Is A Neighborhood” (EUA) | 3 Royal Blood – “How Did We Get So Dark?” (Inglaterra) | 4 Sticky Boys – “Better Days” (França) | 5 Gothminister – “Ich Will Alles” (Noruega) | 6 Marilyn Manson – “We Know Where You Fucking Live” (EUA) | 7 Mastodon – “Steambreather” (EUA) | 8 Honeyblood – “Ready For The Magic” (Escócia) | 9 Torres – “Helen In The Woods” (EUA) | 10 Ariel Pink – “Time To Live” (EUA) | 11 NRVS LVRS – “Lost To The Max” (EUA) | 12 MGMT – “Little Dark Age” (EUA) | 13 Don Broco – “Pretty” (Inglaterra) | 14 Tyler | The Creator – “Who Dat Boy” (EUA) | 15 Gorillaz – “Saturnz Barz” (Inglaterra) | 16 Alice Glass – “Without Love” (Canadá) | 17 Ghosted – “Get Some” (ft. Kamille) (Canadá) | 18 Be The Bear – “Erupt” (Suécia) | 19 Zola Jesus – “Exhumed” (EUA) | 20 Cage The Elephant – “Cold Cold Cold” (EUA) | 21 Marlon Williams – “Vampire Again” (Nova Zelândia)

    Leia mais
  • Filme

    Disney já faturou US$ 4 bilhões com filmes em 2017

    29 de outubro de 2017 /

    A Disney já pode antecipar as congratulações pelo desempenho anual de seus filmes. O sucesso internacional de “Thor: Ragnarok” e a proeza de “Viva – A Vida É uma Festa” no México foram os empurrões que faltavam para o estúdio se tornar o primeiro a atingir US$ 4 bilhões de arrecadação mundial neste ano. Mais que isso: a Disney virou o único estúdio a atingir esta marca de forma consecutiva pelos últimos cinco anos. O recorde de faturamento da empresa aconteceu justamente no ano passado, quando superou os 6 bilhões mundiais, valor nunca antes atingido por nenhum estúdio de cinema. A bilheteria doméstica da Disney em 2017 está em US$ 1,4B (bilhão), enquanto a internacional acumula US$ 2,7B até o momento. Os valores devem chegar facilmente em US$ 5B, considerando que, além de “Thor: Ragnarok” e “Viva – A Vida é uma Festa”, a Walt Disney Pictures ainda irá lançar o aguardado “Star Wars: Os Últimos Jedi” no final do ano. Os dados ressaltam, mais uma vez, como a estratégia de aquisições do estúdio funcionou: “Thor: Ragnarok” é uma propriedade original da Marvel, “Viva – A Vida é uma Festa” da Pixar e “Star Wars: Os Últimos Jedi” da Lucasfilm.

    Leia mais
  • Filme

    Nova animação da Pixar, Viva – A Vida É uma Festa estreia com recorde de bilheteria no México

    29 de outubro de 2017 /

    A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, rendeu um recorde de arrecadação no único mercado em que foi disponibilizado antecipadamente neste fim de semana. A distribuição da Disney priorizou o México e este fim de semana específico, por ser o país e a data em que a trama do desenho se passa – durante a comemoração do Dia dos Mortos. A estratégia foi bem-sucedida e o filme lotou os cinemas, abrindo em 1º lugar, com faturamento de US$ 8,4 milhões. O valor representa a maior estreia de uma produção animada original no país – ou seja, que não é continuação de uma franquia – e a maior estreia de uma animação fora do período das férias nacionais de verão. A estratégia da Disney incluiu adiar o lançamento de “Thor: Ragnarok” no mercado mexicano, permitindo que “Viva” (ou “Coco”) concentrasse as atrações em sua estreia. Já no Brasil, a prioridade é nenhuma. Além do título enorme e horrível, o filme só vai chegar aos cinemas brasileiros em 2018.

    Leia mais
  • Filme

    Thor: Ragnarok fatura mais de US$ 100 milhões no mercado internacional

    29 de outubro de 2017 /

    “Thor: Ragnarok” teve uma boa arrancada internacional e já soma US$ 107,6 milhões antes de estrear nos Estados Unidos. O novo lançamento da Marvel chegou neste fim de semana a 52% do mercado mundial, inclusive no Brasil, onde conquistou a 4ª maior arrecadação internacional. Os países que puxam a arrecadação são Reino Unido (US$ 15,8M), Coreia do Sul (US$ 15,5M), Austrália (US$ 8,4M), Brasil (US$ 8,3M) e França (US$ 7,4M). Segundo o site Deadline, a performance é melhor que outros lançamentos recentes da Marvel, como “Guardiões da Galáxia Vol.2” (4% melhor) e “Doutor Estranho” (22%). Com relação ao filme anterior da franquia, “Thor: O Mundo Sombrio”, a diferença é ainda maior, abrindo 32% de vantagem em seus rendimentos. A estreia na América do Norte está marcada para sexta-feira (3/11) e, diante dos números internacionais, a expectativa da indústria é que a abertura doméstica possa gerar um faturamento entre US$ 100 e 150 milhões. Ajuda o fato de o filme ter sido muito bem avaliado pela crítica norte-americana, com 96% (caiu um ponto no fim de semana) de aprovação no site Rotten Tomatoes.

    Leia mais
  • Filme

    It: A Coisa atinge arrecadação de US$ 666 milhões na véspera do Halloween

    29 de outubro de 2017 /

    Um fato macabro chama atenção nas bilheterias deste fim de semana. Terror de maior sucesso em todos os tempos, “It: A Coisa” atingiu uma marca no mínimo impressionante: exatos US$ 666,6M em todo o mundo, na véspera do Halloween. Lançado em 7 de setembro, o filme demonstra um fôlego invejável, aparecendo ainda no Top 10 das bilheterias de diversos países, inclusive nos Estados Unidos (onde está em 10º lugar) e Brasil (8º lugar). A arrecadação doméstica na América do Norte chegou a US$ 323,7M. Isto significa que o filme vai passar blockbusters de super-heróis, como “Esquadrão Suicida” (US$ 325 milhões domésticos) e, provavelmente, até “Batman vs Superman” (US$ 330 milhões) nos próximos dias. Em seu desempenho mundial, o número diabólico de US$ 666,6M já deixou para trás “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” (US$ 653M) “Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones” (US$ 649M) e até “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644M), e coloca a produção nos calcanhares de “O Homem de Aço” (US$ 668M), sem esquecer seu provável próximo recorde para o terror. “It: A Coisa” está prestes a superar a arrecadação global de “O Sexto Sentido”, que fez US$ 672,8M em 1999. Ao ultrapassar esta marca, a adaptação de Stephen King, dirigida pelo argentino Andy Muschietti, se tornará o filme de terror de maior bilheteria mundial em todos os tempos. Há quem considere que isto já aconteceu, porque “O Sexto Sentido” seria um suspense sobrenatural e não um terror clássico. De todo modo, a dúvida deve ser superada em breve.

    Leia mais
  • Filme

    Jogos Mortais: Jigsaw lidera bilheterias da América do Norte com pior estreia da franquia

    29 de outubro de 2017 /

    “Jogos Mortais: Jigsaw” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, mas abaixo das expectativas. Único lançamento de terror do fim de semana anterior ao Halloween, o filme rendeu US$ 16,2M (milhões) em ingressos vendidos, a pior abertura da franquia lançada há 13 anos. A produção da Lionsgate retoma os “Jogos Mortais” após terem “acabado” no chamado “Jogos Mortais: O Final”, há sete anos. E a crítica deu a entender que a franquia deveria ter ficado enterrada. As avaliações foram negativas, com 39% no Rotten Tomatoes. Apesar disso, filmes de terror costumam se pagar devido ao baixo orçamento. “Jogos Mortais: Jigsaw” não é exceção. Custou somente US$ 10M. A estreia no Brasil ainda vai demorar um mês, prevista para 30 de novembro. Dois outros longas também chegaram na sexta (27/10) a mais de 2 mil salas de cinema dos Estados Unidos e Canadá, com desempenhos muito fracos. Apesar de ter agrado à crítica, o drama “Thank You for Your Service” abriu em 6º lugar, com US$ 3,7M. Estrelado por Miles Teller (“Whiplash”), o filme reflete a dificuldade de adaptação dos militares à rotina de suas famílias, após voltarem do Iraque. Dramas sobre traumas de guerra já foram bastante explorados no cinema americano, especialmente na fase de revisionismo do conflito do Vietnã, mas a crítica aprovou a nova abordagem, com 77% no Rotten Tomatoes. O fato mais interessante desta estreia é que não se trata de um drama indie, mas uma produção da DreamWorks com distribuição da Universal e orçamento modesto – US$ 20 milhões. Após anos de lamentações de cineastas sobre o fim dos filmes deste porte, o lançamento parece uma tentativa de recuperar o terreno perdido para os indies, que neste século de blockbusters megalômanos viraram o padrão de qualidade do Oscar. Entretanto, a temática patriótica impede maior apelo internacional. Não por acaso, não há previsão de estreia no Brasil. A pior façanha da semana ficou por conta de “Suburbicon”, lançado no Festival de Veneza e antecipado como aposta na temporada de premiações. Sua chegada nas telas, porém, revelou se tratar de uma nova bomba de George Clooney. A implosão é ainda maior que o desastre de “Caçadores de Obras-Primas” (2014), o filme anterior dirigido por Clooney. Muito maior: 90% de diferença negativa nas bilheterias. E a tragédia não parou nisso. “Caçadores de Obras-Primas” fez US$ 22 milhões em sua estreia, abriu em 2º lugar, teve 30% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi considerado um fracasso. Já “Suburbicon” fez meros US$ 2,8M, segurou-se num péssimo 9º lugar e seu sepultamento ainda teve pá de cal da crítica, com somente 26% de aprovação. Um horror de Hollywood na vida real, que vem assustar o Brasil na véspera do Natal com o subtítulo “Bem-vindos ao Paraíso”. Por falar em horror, é preciso destacar o desempenho de “It: A Coisa”, que fecha o Top 10 norte-americano. O filme continua com uma arrecadação impressionante, mas atingiu uma marca especialmente macabra neste fim de semana, ao somar exatos US$ 666,6M em todo o mundo, na véspera do Halloween. Sinistro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 16,2M Total EUA: US$ 16,2M Total Mundo: US$ 25,7M 2. Tyler Perry’s Boo 2! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 35,5M Total Mundo: US$ 35,7M 3. Tempestade – Planeta em Fúria Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 23,5M Total Mundo: US$ 136,9M 4. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 5M Total EUA: US$ 48,3M Total Mundo: US$ 68,5M 5. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA: US$ 81,3M Total Mundo: US$ 223,3M 6. Thank You for Your Service Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA: US$ 3,7M Total Mundo: US$ 3,7M 7. Only the Brave Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 11,9M Total Mundo: US$ 12,4M 8. O Estrangeiro Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA: US$ 28,8M Total Mundo: US$ 117,2M 9. Suburbicon Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 2,8M Total Mundo: US$ 2,8M 10. It: A Coisa Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 323,7M Total Mundo: US$ 666,6M

    Leia mais
  • Filme

    Filme sobre a origem do Ursinho Pooh ganha vídeo com comentários do elenco

    28 de outubro de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou um novo vídeo de “Goodbye Christopher Robin”, em que diretor, roteirista e elenco comentam a origem sombria de um clássico infantil. O filme conta a história da criação do Ursinho Pooh pelo escritor Alan Alexander Milne. A trama é complexa, porque o filho de Milne, Christopher Robin, cresceu culpando o pai de ter explorado sua infância para vender livros. Os comentários abordam o ressentimento do menino, ao mesmo tempo em que imagens o mostram feliz com seus bichinhos de pelúcia, que originaram os personagens do Bosque dos 100 Acres, além de revelar como escrever os livros curaram seu pai do trauma de ter lutado nas trincheiras da 1ª Guerra Mundial. Produção britânica, o filme marca a segunda parceria entre o diretor Simon Curtis e o ator Domhnall Gleeson, intérprete de Milne, após a ótima comédia “Questão de Tempo” (2013). O elenco também destaca Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como a mulher do escritor e o estreante Will Tilston como Christopher Robin. O personagem também vai aparecer como um jovem adulto, interpretado por jovem Alex Lawther (“O Jogo da Imitação”). “Goodbye Christopher Robin” teve um lançamento em circuito limitado – nove salas – há duas semanas nos EUA e deve expandir sua distribuição em breve. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie