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  • Série

    Agents of SHIELD volta para a Terra no trailer da midseason

    4 de fevereiro de 2018 /

    A rede ABC divulgou o trailer do próximo episódio de “Agents of Shield”, que inicia a midseason da 5ª e melhor temporada da série. A prévia derruba o cliffhanger do último capítulo, revelando que todos os agentes conseguiram voltar no tempo e chegar no presente da Terra. Mas isso não os livrou do perigo. Eles continuam a ser procurados pelo governo dos Estados Unidos. Na verdade, lideram a lista dos terroristas mais procurados do mundo. O vídeo também anuncia a estreia de Cameron Dove (a Mal dos “Descendentes” do Disney Channel) na série. O arco inicial da temporada mostrou os personagens no espaço e num futuro pós-apocalíptico, enfrentando alguns dos vilões mais formidáveis e os maiores perigos já vistos numa série da Marvel. Não por acaso, isso fez com que os novos episódios da atração criada pela família Whedon (Joss Whedon, seu irmão Jed e sua cunhada Maurissa Tancharoen) se tornassem os mais bem-avaliados no Rotten Tomatoes dentre todos os capítulos televisivos e de streaming da Marvel. A 5ª temporada de “Agents of SHIELD” atingiu impressionantes 95% de aprovação, o que a colocou à frente das temporadas inaugurais de “Luke Cage” (93%) e “Jessica Jones” (92%). A lista também inclui as séries desenvolvidas pela Fox, no universo dos X-Men. Para saber se a série vai manter a qualidade com a volta da ação para a Terra, será preciso esperar um mês. A segunda metade da temporada começa a ser exibida apenas em 2 março nos Estados Unidos. “Agents of Shield” faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil.

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  • Música

    Novo comercial de Pantera Negra revela música inédita de Kendrick Lamar e The Weeknd

    4 de fevereiro de 2018 /

    A Marvel divulgou um novo comercial de “Pantera Negra”. O vídeo não contém cenas inéditas, mas é acompanhado por “Pray for Me”, nova música de Kendrick Lamar em parceria com The Weeknd. Este é o segundo vídeo do filme acompanhada pela seleção musical de Lamar – o anterior continha a faixa “All the Stars”, em que o rapper divide os vocais com a cantora SZA. Grande vencedor do Grammy 2018, Lamar é responsável pela curadoria da trilha musical de “Pantera Negra”. O projeto marca a primeira colaboração de Lamar para um grande filme de Hollywood. Ele também disponibilizou na íntegra a parceria com The Weeknd em seu canal do YouTube. Ouça abaixo. Próximo filme de super-heróis da Marvel, “Pantera Negra” estreia em 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Tom Cruise se pendura num helicóptero e numa montanha em imagens do novo Missão Impossível

    4 de fevereiro de 2018 /

    A Paramount não estava brincando quando batizou o novo “Missão Impossível” de “Fallout” (que pode ser traduzido como “queda” em inglês, além de ter o sentido de “efeito adverso” e até “chuva radioativa”). Depois de revelar uma foto do salto entre prédios que terminou em acidente de Tom Cruise, quebrando seu tornozelo, novas imagens da produção destacam o ator pendurado em situações de risco, desafiando possibilidades de quedas. O primeiro pôster oficial de “Missão Impossível: Efeito Fallout” traz o ator de 55 anos voando, pendurado a uma corda num helicóptero, enquanto uma das novas fotos o retratam grudado numa montanha – algo que ele já tinha feito em “Missão Impossível 2” (2000), quando era jovem. As demais imagens registram seu reencontro com Rebecca Ferguson, estrela do filme anterior da franquia, além dos coadjuvantes Simon Pegg, Ving Rhames e o estreante Henry Cavill (“Liga da Justiça”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Jumanji surpreende e volta a liderar as bilheterias da América do Norte

    4 de fevereiro de 2018 /

    Após uma semana na liderança, “Maze Runner: A Cura Mortal” perdeu o 1º lugar das bilheterias norte-americanas para o maior campeão do ano, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A produção da Sony retornou ao topo, somando, assim, quatro semanas como líder das bilheterias em 2018. Um feito que demonstra sua enorme popularidade. Os US$ 11M (milhões) arrecadados entre sexta e este domingo (4/2) ajudaram “Jumanji” a cruzar a marca de US$ 350M na América do Norte. Em todo o mundo, a arrecadação atingiu US$ 855,7M. Não é à toa que a Sony já aprovou a continuação da comédia fantasiosa. As críticas pouco empolgantes ajudam a explicar porque “Maze Runner: A Cura Mortal” faturou apenas US$ 10M em seu segundo fim de semana em cartaz, mantendo-se apenas por pequena margem à frente do 3º lugar, que foi o único lançamento de sexta (2/2): “A Maldição da Casa Winchester”. Primeiro terror estrelado por atriz Ellen Mirren (“A Rainha”), “A Maldição da Casa Winchester” também teve a distinção de se tornar o filme pior avaliado da carreira da atriz, com apenas 9% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Não por acaso, a distribuidora CBS Films tentou esconder o filme da crítica, que só pôde assistir as sessões após sua estreia. O lançamento do terror no Brasil está marcado para 1 de março. O resto do ranking não trouxe novidades, mas é interessante reparar que “A Forma da Água”, um dos filmes mais premiados do ano e favorito ao Oscar 2018, não fez muito sucesso entre o público norte-americano. Em cartaz há mais de um mês, rendeu apenas US$ 44,5M no mercado doméstico. Embora tenha iniciado sua trajetória em circuito limitado, a fantasia do diretor Guillermo Del Toro está atualmente em exibição em mais de 2,8 mil cinemas – e em 9º lugar no ranking. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 11M Total EUA: US$ 352,6M Total Mundo: US$ 855,7M 2. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 39,7M Total Mundo: US$ 137M 3. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 9,2M Total EUA: US$ 9,2M Total Mundo: US$ 9,2M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA: US$ 37,4M Total Mundo: US$ 271,9M 5. Hostiles Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA: US$ 21,2M Total Mundo: US$ 21,2M 6. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA: US$ 67,1M Total Mundo: US$ 107,3M 7. 12 Heróis Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA: US$ 37,3M Total Mundo: US$ 46M 8. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 36,2M Total Mundo: US$ 45,3M 9. A Forma da Água Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA: US$ 44,5M Total Mundo: US$ 59,2M 10. Paddington 2 Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 36,3M Total Mundo: US$ 195,9M

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  • Série

    Ash ensina como ser pai à moda de Evil Dead

    4 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano Starz divulgou quatro vídeos de “Ash vs Evil Dead”, em que Ash (Bruce Campbell) dá dicas sobre como ser pai. Entre os conselhos, estão usar uma espingarda como proteção sexual, ir nas festas com os filhos para aproveitar a diversão e resolver discussões chutando as bundas dos moleques. Os vídeos são uma alusão à novidade da trama da 3ª temporada. Ashley J. Williams vai descobrir que é pai de uma adolescente chamada Brandy. Por conta disso, Adrielle Carver-O’Neill (“O Predestinado”) se juntará ao elenco dos próximos episódios, ao lado de Campbell, Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena”). “Ash vs Evil Dead” é uma continuação da trilogia “Evil Dead” (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ash. A 3ª temporada estreia no dia 25 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Série

    Viva – A Vida É uma Festa domina premiação do Annie Awards, o Oscar da Animação

    4 de fevereiro de 2018 /

    “Viva – A Vida É uma Festa”, novo longa da Disney-Pixar, que enfrentou boicote de salas exibidoras no Brasil, foi o grande vencedor do Annie Awards 2018, prêmio que é considerado o Oscar da animação. Além de levar o troféu principal de Melhor Animação do ano na cerimônia realizada na noite de sábado (3/2), o filme também venceu outras nove categorias. A produção, que é conhecida como “Coco” no resto do mundo, é a favorita ao Oscar 2018 de Melhor Animação, e também disputa o prêmio da Academia na categoria de Melhor Canção. Outro candidato ao Oscar, “Dear Basketball”, venceu como Melhor Curta. Entre as séries, a principal vencedora da 45ª edição do Annie Awards foi “Ricky and Morty”, como Melhor Série Animada Adulta e Melhor Roteiro de Série Animada. Mas também houve menções repetidas para “Disney Mickey Mouse” e “Samurai Jack”. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Vencedores do Annie Awards 2018 Melhor Animação “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Animação Independente “The Breadwinner” Melhor Animação – Produção Especial “Revolting Rhymes” Melhor Curta de Animação “Dear Basketball” Melhor Série de Animação Infantil “We Bare Bears” Melhor Série de Animação Adulta “Rick and Morty” Melhor Série de Animação Pré-Escolar “The Octonauts” Melhor Música “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Efeitos Especiais em Animação “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Animação de Personagem em TV “Trollhunters” Melhor Animação de Personagem em Cinema “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Animação de Personagem em Produção Live-Action “Planeta dos Macacos: A Guerra” Melhor Animação de Personagem em Video Game “Cuphead” Melhor Design de Personagem em TV “Samurai Jack” Melhor Design de Personagem em Cinema “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Direção em TV Dave Wasson, Eddie Trigeros & Alonso Ramirez-Ramos, por “Disney Mickey Mouse” Melhor Direção em Cinema Lee Unkrich & Adrian Molina, por “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Trilha Sonora em TV Christopher Willis, por “Disney Mickey Mouse” Melhor Trilha Sonora em Cinema Michael Giacchino, por “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Design de Produção em TV “Samurai Jack” Melhor Design de Produção em Cinema “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Storyboard em TV “Disney Mickey Mouse” Melhor Storyboard em Cinema “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Dublagem em TV Tom Kenny, por “Bob Esponja Calça Quadrada” Melhor Dublagem em Cinema Anthony Gonzalez, por “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Roteiro em TV Ryan Ridley & Dan Guterman, por “Rick and Morty” Melhor Roteiro em Cinema Adrian Molina & Matthew Aldrick, por “Viva – A Vida é uma Festa”

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  • Filme

    Isabel Coixet se torna primeira mulher a vencer duas vezes o Goya de Melhor Filme

    4 de fevereiro de 2018 /

    A Academia de Cinema Espanhol consagrou a cineasta catalã Isabel Coixet com três prêmios Goya 2018. Ela venceu os troféus de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção e Melhor Filme por “La Librería”, na cerimônia realizada na noite de sábado (3/1), em Madri, na Espanha. Esta é apenas a terceira vez na história do Goya que um filme dirigido por uma mulher vence o prêmio máximo. E por coincidência, uma das vitórias anteriores tinha sido da própria Isabel Coixet, por “A Vida Secreta das Palavras” (2005), que assim se torna a primeira mulher a vencer duas vezes o troféu, considerado o Oscar espanhol. “La Librería” (ou “The Bookshop”) é uma coprodução da Espanha com o Reino Unido, estrelada por atores britânicos, falada em inglês e ambientada na Inglaterra, em 1959. A trama gira em torno de uma mulher (Emily Mortimer) que decide abrir uma livraria, o que vira um ato político por causa da oposição da comunidade local. Ainda não há previsão de lançamento para o Brasil. A vitória de Coixet enfatizou a mensagem de empoderamento feminino que deu o tom do evento, representada pela presença de leques vermelhos nas mãos de atrizes e profissionais de cinema com os dizeres “Mais Mulheres”, num protesto por maior reconhecimento ao trabalho feminino na indústria cinematográfica espanhola. O prêmio de Melhor Diretor Estreante também foi para uma mulher: Carla Simón, por “Verão 1993”, história de uma menina órfã enviada para viver com os parentes no campo. O drama chileno “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio, sobre as adversidades enfrentadas por uma mulher transexual, venceu como Melhor Filme Ibero-Americana. E o Goya de Melhor Filme Europeu foi para o sueco “The Square”, de Ruben Östlund. Ambos os filmes concorrem ao Oscar 2018. Outro filme da premiação já exibido no Brasil, “As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas”, venceu como Melhor Animação. Entre os demais, “Handia”, drama basco sobre o homem mais alto do mundo, dirigido pela dupla Aitor Arregi e Jon Garaño, levou a maior quantidade de troféus, varrendo as categorias técnicas. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Vencedores do Goya 2018 Melhor Edição Laurent Dufreche, Raul Lopez (“Handia”) Melhor Desenho de Produção Ander Sistiago (“Handia”) Melhor Direção Artística Mikel Serrano (“Handia”) Melhor Figurino Saioa Lara (“Handia”) Melhor Cabelo e Maquiagem Ainhoa Eskisabel, Olga Cruz, Gorka Aguirre (“Handia”) Melhor Som Aitor Berenguer (“Veronica”) Melhor Trilha Sonora Pascal Gaigne (“Handia”) Melhor Canção “Leiva” by Alexi Delano (“La Llamada”) Melhores Efeitos Especiais David Heras, Jon Serrano (“Handia”) Melhor Animação “As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas” Melhor Documentário “Muchos Hijos” Melhor Filme Ibero-Americano “Uma Mulher Fantástica” Melhor Filme Europeu “The Square” Melhor Curta “Madre” Melhor Curta Documental “Los Desheredados” Melhor Curta Animado “Woody & Woody” Goya Honorário Marisa Paredes

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  • Filme,  Série

    Guillermo Del Toro vence o prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA

    4 de fevereiro de 2018 /

    O cineasta mexicano Guillermo Del Toro foi considerado o Melhor Diretor do ano, na premiação do sindicato da categoria dos Estados Unidos, por seu novo filme de monstro “A Forma da Água”. Ele concorria com Greta Gerwig (“Lady Bird”), Martin McDonagh (“Três Anúncios para um Crime”), Christopher Nolan (“Dunkirk”) e Jordan Peele (“Corra!”). E a vitória no DGA Awards ratifica seu favoritismo ao Oscar 2018. “A Forma da Água” já havia vencido o prêmio do Sindicato dos Produtores como Melhor Filme do ano e tem 13 indicações ao Oscar. Mas o maior desafio do longa será vencer a desconfiança de plágio, após ser acusado de copiar a peça de teatro “Let Me Hear You Whisper”, escrita por Paul Zindel (1936–2003), vencedor do prêmio Pulitzer. Isto deve tirar pelo menos um Oscar de Del Toro: o de Melhor Roteiro Original. A polêmica fortalece Jordan Peele, que também foi premiado no DGA Awards, como Melhor Diretor Estreante por “Corra!”. Ele concorre diretamente com Del Toro em três categorias do Oscar: Melhor Filme, Direção e justamente Roteiro Original. Na disputa das séries de TV, os prêmios foram para duas mulheres: Reed Morano, por “The Handmaid’s Tale”, reprisando sua premiação no Emmy 2007, e Beth McCarthy-Miller, por “Veep”. Além delas, a neozelandesa Niki Caro foi reconhecida por “Anne”, na categoria de Programa Infantil. O cineasta Jean‑Marc Vallee completa a lista das obras de ficção, premiado por “Big Little Lies”, na categoria de Telefilme ou Série Limitada. Confira abaixo a lista completa dos premiados abaixo. Vencedores do DGA Awards 2018 Melhor Direção de Cinema Guillermo Del Toro – “A Forma da Água” Melhor Diretor Estreante Jordan Peele – “Corra!” Melhor Direção de Documentário Matthew Heineman – “City of Ghosts” Melhor Direção de Série Dramática Reed Morano – “The Handmaid’s Tale: Offred” Melhor Direção de Série de Comédia Beth McCarthy-Miller – “Veep: Chicklet” Melhor Direção de Telefilme ou Série Limitada Jean‑Marc Vallee – “Big Little Lies” Melhor Direção de Programa Infantil Niki Caro – “Anne: Your Will Shall Decide Your Destiny” Melhor Direção de Programa de Variedades Don Roy King – “Saturday Night Live” Melhor Direção de Especial de Variedades Glenn Weiss – “The 89th Annual Academy Awards” Melhor Direção de Reality Show Brian Smith – “MasterChef”

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  • Série

    Arrow: Canário Negro quer matar Sereia Negra no trailer do próximo episódio

    4 de fevereiro de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio da 6ª temporada de “Arrow”. Intitulado “The Devil’s Greatest Trick”, destaca a raiva de Canário Negro (Juliana Harkavy) e seu desejo de vingança, culminando na luta contra aquela que ela jurou matar após os eventos do capítulo anterior: a vilã Sereia Negra (Katie Cassidy). A prévia ainda inclui um novo confronto do time Arrow contra o vilão Cayden James (Michael Emerson), que também está determinado a cumprir uma ameaça: destruir Star City com uma explosão nuclear. “The Devil’s Greatest Trick” vai ao ar na quinta (8/2) nos Estados Unidos. “Arrow” é exibido no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Oswaldo Loureiro (1932 – 2018)

    3 de fevereiro de 2018 /

    O ator e diretor Oswaldo Loureiro morreu neste sábado (3/2), em São Paulo, aos 85 anos. Ele participou de quase 150 peças, estrelou um punhado de clássicos do cinema e atuou em dezenas de novelas da Globo. O ator sofria de Alzheimer e estava afastado da carreira artística desde 2011. Oswaldo Loureiro Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 24 de julho de 1932. Filho de artistas — a mãe era cantora lírica, o pai ator e as irmãs, bailarinas do Theatro Municipal —, ele iniciou a carreira artística ainda criança, aos 12 anos, quando atuou em filmes como “O Brasileiro João de Souza”, “É Proibido Sonhar” e “Romance Proibido”, todos realizados em 1944. Ele seguiu carreira teatral ao estrear na peça “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em 1955. E em 1958 recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT, de Ator Revelação por “A Fábula do Brooklin”, de Irwin Shaw. A partir dos anos 1960, atuou em montagens de grande repercussão, como “Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come”, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht, e “Édipo Rei”, de Sófocles, com direção bem-sucedida de Flávio Rangel. Além disso, deslanchou no cinema numa coleção de clássicos, como o thriller conspiratório “O 5º Poder” (1962), de Alberto Pieralisi, a comédia “Sonhando com Milhões” (1963), com Dercy Golçalves, “Engraçadinha Depois dos Trinta” (1966), adaptação de Nelson Rodrigues dirigida por J.B. Tanko, o thriller criminal “Mineirinho Vivo ou Morto” (1967), com Jesse Valadão e Leila Dinis, “O Homem Nu” (1968), adaptação do famoso conto de Fernando Sabino com direção de Roberto Santos, e até a comédia italiana “Uma Rosa para Todos” (1967), estrelada por Claudia Cardinale. Na mesma época, estreou na TV. Após atuar no fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964), da TV Tupi, Loureiro foi integrar uma das primeiras turmas de atores da TV Globo, no elenco das novelas “Sangue e Areia” (1968), “Véu de Noiva” (1969) e “Acorrentados” (1969), sucessos iniciais de Janete Clair. Também participou da divertida “Corrida do Ouro” (1974), e do histórico “O Casarão” (1976), primeira novela de estrutura não linear da Globo, ambas escritas por Lauro César Muniz. A guinada do cinema para a pornochanchada nos anos 1970 não interessou Loreiro, que só fez quatro filmes na década, entre eles “Os Herdeiros” (1970), de Cacá Diegues, e “As Confissões de Frei Abóbora” (1971), de Braz Chediak. Ele preferiu dedicar sua energia aos palcos, atingindo o ápice da carreira teatral com os clássicos “Gota D’água” (1975), de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Papa Higuirte”, de Vianinha, e “Dois Perdidos numa Noite Suja” (1977), de Plínio Marcos. Loureiro voltou com tudo ao cinema em 1981, em adaptações de dois famosos textos teatrais de Nelson Rodrigues: “O Beijo no Asfalto” (1981), dirigido por Bruno Barreto, e “Bonitinha Mas Ordinária ou Otto Lara Rezende” (1981), de Braz Chediak. Seguiu com o sucesso “Bar Esperança” (1983), de Hugo Carvana, e diversificou, com um filme dos Trapalhões, “Atrapalhando a Suate” (1983), o drama “Parahyba Mulher Macho (1983), de Tizuka Yamasaki, um adaptação musical de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, “Para Viver Um Grande Amor” (1984), a aventura juvenil “Rádio Pirata” (1987), de Lael Rodriguez, a cinebiografia de sua amiga “Leila Diniz” (1987) e a comédia “Sonho de Verão” (1990). A agenda cinematográfica cheia coincidiu com alguns de seus melhores papéis na TV, em novelas como “Guerra dos Sexos” (1983), “Vereda Tropical” (1984) e “Cambalacho” (1986), as três de Sílvio de Abreu, o fenômeno “Roque Santeiro” (1985) e “Mandala” (1987), ambas de Dias Gomes, além da divertidíssima “Que Rei Sou Eu?” (1989), de Cassiano Gabus Mendes, na qual viveu o inesquecível conselheiro pilantra Gaston Marny, do Reino de Avillan. Fez também muitas séries, entre elas “Tenda dos Milagres” (1986), “Incidente em Antares” (1994) e “A Grande Família” (em 2001), além de dirigir “O Bem-Amado” (1980-1985) e o humorístico “Os Trapalhões” (1982-1988). Nos anos 1990, estabeleceu-se como uma figura habitual das novelas das 19h. Ele apareceu em diversas produções consecutivas do horário na Globo até o final da carreira – “Quatro por Quatro” (1994), “Cara & Coroa” (1995), “Salsa e Merengue” (1996), sequência interrompida por um pulo na extinta TV Manchete e retomada com “Uga-Uga” (2000), “As Filhas da Mãe” (2001), “Kubanacan” (2003), “Começar de Novo” (2004) e “A Lua Me Disse” (2005), seu último trabalho. Além de atuar e dirigir peças, Oswaldo também dirigiu óperas, shows musicais e de humor, e foi presidente do Sindicato dos Artistas, num momento de luta pelo reconhecimento da profissão e pela liberdade de expressão, nos anos 1980.

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  • Etc,  TV

    TV paga brasileira perde quase 1 milhão de assinantes em 2017

    3 de fevereiro de 2018 /

    A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) divulgou dados preocupantes sobre o mercado de TV por assinatura no Brasil. Entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017, o setor perdeu 938,7 mil assinantes – cerca de 5% do total, a maior queda de todos os tempos. O número total de assinantes caiu para 17,85 milhões – contra 18,79 milhões do ano anterior. A base de assinantes já teve 19,58 milhões de assinantes em outubro de 2014. Projeções otimistas da época, apontavam que o mercado cresceria para 30 milhões em cinco anos. Mas aconteceu o contrário. Desde então, o encolhimento vem se intensificado. No ano passado, foram 673 mil assinantes a menos. Com cada ano menos assinantes, o mercado regrediu para o tamanho atingido em 2013. A empresa que mais perdeu assinantes no ano foi a Claro, que engloba também a Net – 832 mil clientes. Mas ela segue como líder do mercado, logo à frente da Sky, que, ao contrário das demais, cresceu, ganhando 109 mil clientes no ano passado. Caçula no mercado, a Oi TV também cresceu, ganhando 205 mil assinantes. As operadoras atribuem o mau resultado à crise econômica e à pirataria, desconsiderando em suas avaliações a chegada da TV digital, a crise de cinco meses com a Simba (Record, SBT e Redetv), o impacto dos serviços de streaming, como a Netflix, e a oferta cada vez maior de opções de assinaturas a la carte pela internet, como a HBO Go.

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  • Filme

    Lauren Cohan ameaça sair de The Walking Dead por diferença salarial

    2 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Lauren Cohan, que vive Maggie na série “The Walking Dead”, divulgou no mercado que está disponível para novos projetos e se tornou disputadíssima por várias produtoras para estrelar os pilotos da próxima temporada televisiva. A notícia veio à tona no site Deadline, que apontou que o interesse pela atriz está gerando guerra de ofertas. Não se trata de boato. O contrato de Cohan se encerra ao final da 8ª e atual temporada da série, e ela exigiu ter o salário equiparado ao dos protagonistas masculinos para continuar na atração. Segundo o Deadline, Andrew Lincoln (Rick) e Norman Reedus (Daryl) recebem um cachê muito maior que as mulheres da produção. Em resposta a seu pedido, o canal pago AMC propôs apenas um pequeno aumento, argumentando que os dois atores tem mais cenas do que os demais, o que justificaria o salário maior. Ainda de acordo com o site, ela avisou que então não renovaria seu contrato e o AMC não fez contraproposta. O impasse geralmente é usado como tática de negociação, para levar a situação até um ponto que um dos lados fica sem outra opção a não ser ceder. Mas quando os agentes divulgaram no mercado que Cohan poderia sair da série, ela passou a receber propostas salariais maiores que as oferecidas pelo AMC. Isto muda tudo. O canal AMC não tem um bom histórico de negociações com a equipe de “The Walking Dead”, tanto que está sendo processado por ex-produtores da série por supostamente se recusar a cumprir obrigações financeiras contratuais. A personagem Maggie continua viva nos quadrinhos de Robert Kirkman. A segunda metade da 8ª temporada de “The Walking Dead” começa a ser exibida em 25 de fevereiro. No Brasil, a série vai ao ar no canal pago Fox e no Fox Premium (sem intervalos).

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  • Filme

    Festival de Berlim barra filmes de assediadores denunciados, mas esquece o condenado Kim Ki-duk

    2 de fevereiro de 2018 /

    O diretor do Festival de Berlim, Dieter Kosslick, afirmou nesta sexta-feira (2/2) que a programação deste ano barrou a inclusão de filmes com a participação de pessoas acusadas de abusos ou assédio sexual, em concordância com a campanha #MeToo. Em um encontro com a Associação da Imprensa Estrangeira na Alemanha, Kosslick não quis citar os títulos recusados nem os nomes dos envolvidos, mas confirmou que retirou do evento filmes que pretendia exibir. “São menos de cinco”, especificou o diretor. Kosslick destacou a importância do debate aberto pela campanha #MeToo, que começou com as denúncias de abuso sexual contra um dos produtores mais poderosos de Hollywood, Harvey Weinstein. Apesar disso, ele afirmou que não pode garantir que entre os 400 filmes que serão exibidos não exista alguém que possa virar alvo de denúncias. “Vamos aguardar ver o que acontecerá. Espero que não aconteça nada sério com os filmes que escolhemos”, apontou. Entretanto, algo “sério” já aconteceu com o diretor sul-coreano Kim Ki-duk, presente na mostra Panorama com seu novo filme “Human, Space, Time and Human”. Ele não foi apenas denunciado, mas condenado por agredir uma atriz durante a produção do longa “Moebius” em 2013. Kim Ki-duk já venceu o prêmio de Melhor Direção do Festival de Berlim com “Samaritana” (2004). Vale lembrar que o Festival de Berlim também premiou Roman Polanski como Melhor Diretor há bem pouco tempo. Foi em 2010, por “Escritor Fantasma”. O prêmio foi especialmente significativo, porque reconheceu o cineasta logo após sua detenção na Suíça, por mais de 200 dias, a pedido da promotoria de Los Angeles. Na ocasião, havia a expectativa de que ele fosse extraditado para os EUA, onde seria julgado por estupro de menor – o caso de Samantha Geimer, de 1977. Mas Polanski acabou libertado, após campanha de várias celebridades e intelectuais, e seu filme bastante comemorado em Berlim. Para Kosslick, o debate é “difícil”, principalmente quando se analisa a possibilidade de separar a obra de arte do seu autor, quando este é alvo de graves acusações de assédio ou abusos sexuais. Entre os filmes que já terminaram as filmagens e poderiam figurar no festival, mas não foram incluídos, estão “A Rainy Day in New York”, de Woody Allen, e “The House That Jack Built”, de Lars von Trier. O Festival de Berlim 2018 começa em 15 de fevereiro, com a exibição de “Isle of Dogs”, animação de Wes Anderson, e termina dia 25, com a entrega dos Ursos de Ouro e Prata.

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