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    Corra! e Me Chame pelo Seu Nome vencem o prêmio do Sindicato dos Roteiristas dos EUA

    12 de fevereiro de 2018 /

    O Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos anunciou na noite de domingo (11/2) os vencedores de seu prêmio anual, os WGA Awards. Jordan Peele venceu o troféu de Melhor Roteiro Original por “Corra!”, enquanto o veterano James Ivory conquistou o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado por “Me Chame pelo Seu Nome”. A premiação do WGA aconteceu um dia após Ivory vencer o prêmio de Melhor Adaptação de Cinema do 30º USC Scripter Award, premiação acadêmica (da University of Southern California) que destaca roteiristas que transpõem obras literárias para as telas. Mesmo assim, o troféu dos roteiristas não é considerada uma prévia significativa do Oscar, porque apenas membros do sindicato são considerados, deixando de fora roteiristas britânicos, roteiristas de animação e os cineastas filiados apenas ao sindicato dos diretores. Vencedor de dois Oscars de Melhor Roteiro, Quentin Tarantino nunca foi nem sequer indicado ao prêmio do WGA por representar o último caso. Por sinal, o filme premiado na categoria de Documentário também não disputa o Oscar. Nas categorias televisivas, “The Handmaid’s Tale” foi duplamente premiada – na categoria de Melhor Roteiro de Série Dramática e de Melhor Roteiro de Série Nova. O WGA também premia programas de rádio, áudio, jornalismo, etc. A lista é enorme. Para ir direto ao ponto, confira abaixo apenas os vencedores de categorias de cinema, séries e games. Premiação do WGA Awards 2017 Melhor Roteiro Original “Corra!”, de Jordan Peele Melhor Roteiro Adaptado “Me Chame pelo seu Nome”, de James Ivory Melhor Roteiro de Documentário “Jane”, de Brett Morgen Melhor Roteiro de Série Dramática “The Handmaid’s Tale”, de Ilene Chaiken, Nina Fiore, Dorothy Fortenberry, Leila Gerstein, John Herrera, Lynn Renee Maxcy, Bruce Miller, Kira Snyder, Wendy Straker Hauser, Eric Tuchman Melhor Roteiro de Série de Comédia “Veep”, de Gabrielle Allan, Rachel Axler, Ted Cohen, Jennifer Crittenden, Alex Gregory, Steve Hely, Peter Huyck, Erik Kenward, Billy Kimball, David Mandel, Ian Maxtone-Graham, Dan Mintz, Lew Morton, Georgia Pritchett, Will Smith Melhor Roteiro de Série Nova “The Handmaid’s Tale”, de Ilene Chaiken, Nina Fiore, Dorothy Fortenberry, Leila Gerstein, John Herrera, Lynn Renee Maxcy, Bruce Miller, Kira Snyder, Wendy Straker Hauser, Eric Tuchman Melhor Roteiro de Episódio Dramático “Better Call Saul”: “Chicanel”, de Gordon Smith Melhor Roteiro de Episódio de Comédia “Will & Grace”: “Rosario’s Quinceanera”, de Tracy Poust e Jon Kinnally Melhor Roteiro de Episódio de Série Animada “BoJack Horseman”: “Time’s Arrow”, de Kate Purdy Melhor Roteiro Original de Minissérie ou Telefilme “Flint”, de Barbara Stepansky Melhor Roteiro Adaptado de Minissérie ou Telefilme “Big Little Lies”, de David E. Kelley Melhor Roteiro de Programa de Variedades de Esquetes “Saturday Night Live”, de Chris Kelly, Sarah Schneider, Bryan Tucker, James Anderson, Kristen Bartlett, Jeremy Beiler, Neal Brennan, Zack Bornstein, Joanna Bradley, Megan Callahan, Michael Che, Anna Drezen, Fran Gillespie, Sudi Green, Steve Higgins, Colin Jost, Erik Kenward, Rob Klein, Nick Kocher, Michael Koman, Dave McCary, Brian McElhaney, Dennis McNicholas, Drew Michael, Lorne Michaels, Josh Patten, Katie Rich, Pete Schultz, Streeter Seidell, Will Stephen, Kent Sublette, Julio Torres Melhor Roteiro de Novela General Hospital, de Shelly Altman, Jean Passanante, Anna Theresa Cascio, Suzanne Flynn, Charlotte Gibson, Lucky Gold, Kate Hall, Elizabeth Korte, Daniel James O’Connor, Dave Rupel, Katherine Schock, Scott Sickles, Christopher Van Etten, Christopher Whitesell Melhor Roteiro de Programa Infantil “An American Girl Story – Ivy & Julie 1976: A Happy Balance”, de May Chan Melhor Roteiro de Videogame “Horizon Zero Dawn”, de John Gonzalez, Benjamin McCaw, Ben Schroder, Anne Toole, Dee Warrick, Meg Jayanth

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  • Filme

    Filme de Scorsese para a Netflix já custou US$ 140 milhões e orçamento não para de crescer

    12 de fevereiro de 2018 /

    Quando Martin Scorsese e a Netflix entraram em acordo para produzir “The Irishman”, o filme tinha um orçamento especulado em US$ 100 milhões. Mas o site Deadline revelou que o valor aumentou bastante desde então. Os custos estariam em US$ 140 milhões e longe de estacionar. Curiosamente, as filmagens está quase acabando. As despesas se devem ao processo de pós-produção. A trama vai atravessar décadas e o elenco central será rejuvenescido digitalmente para interpretar suas versões jovens, em diferentes fases da história. Não será a primeira vez que esse tipo de processo será tentado no cinema. Filmes como “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008) e “Tron: O Legado” (2010) foram alguns dos pioneiros. Mas Scorsese busca ainda maior realismo. E isto tem um custo. Por conta disso, nenhum estúdio de cinema quis se envolver no projeto, especialmente após o filme anterior do cineasta, “Silêncio”, ter fracassado nas bilheterias. Superprodução que não teve o orçamento divulgado, “Silêncio” fez apenas US$ 7 milhões nos EUA. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian criado a partir do livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, que detalha a vida de Frank “The Irishman” Sheeran, o maior assassino da máfia americana, supostamente envolvido na morte do sindicalista Jimmy Hoffa. Robert De Niro fará o papel principal. Ele e Scorsese não filmam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). Por sinal, Joe Pesci que já estava aposentado e também trabalhou em “Cassino”, voltará a atuar no filme. O elenco central se completa com outro veterano, Al Pacino. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Netflix adquire mais uma sci-fi problemática, estrelada por Michael Peña e Lizzy Caplan

    11 de fevereiro de 2018 /

    Dando sequência à sua onda de compras de filmes de ficção científica problemáticos, a Netflix adquiriu da Universal os direitos de distribuição de “Extinction”. Assim como aconteceu com “The Cloverfield Paradox” na Paramount, o filme foi tirado do cronograma de lançamentos do estúdio no final do ano passado e não tinha mais previsão de lançamento, apesar de já ter sido completamente filmado. Estrelado por Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Lizzy Caplan (“Truque de Mestre: O 2º Ato”), o filme acompanha um homem que tem um sonho recorrente de perder sua família – e esse pesadelo se transforma em realidade quando o planeta é invadido por uma força destrutiva. O roteiro final é de Eric Heisserer (do elogiado “A Chegada”) e a direção de Ben Young (“Predadores do Amor”). Além dos dois filmes citados, a Netflix também adquiriu da Paramount no começo do ano a sci-fi “Aniquilação”, estrelada por Natalie Portman. A diferença é que este filme terá lançamento limitado nos cinemas dos EUA no dia 23 de fevereiro, antes de ser disponibilizado no mercado internacional por streaming em março.

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  • Filme

    Quadrinhos de Usagi Yojimbo vão virar série animada produzida por James Wan

    11 de fevereiro de 2018 /

    O maior coelho samurai do mundo, Usagi Yojimbo, vai virar uma série animada, e o cineasta James Wan (de “Invocação do Mal” e do vindouro “Aquaman”) estará envolvido na produção. A revelação foi feita por Stan Sakai, criador do personagem de quadrinhos, em seu Twitter. Veja abaixo. A saga de Usagi Yojimbo, um ronin (samurai sem mestre) do Japão medieval, começou em 1984 nos quadrinhos, em meio a muitas lutas de espadas, intrigas políticas, Yokais (fantasmas) e criaturas mitológicas. O detalhe é que os personagens das histórias de Sakai são bichos antropomórficos e não humanos como o – ironicamente chamado – Lobo Solitário, o ronin mais famoso que o precedeu nos quadrinhos. A série animada será uma coprodução do estúdio francês Gaumont, a Atomic Monster (produtora de James Wan) e a Dark Horse Entertainment (divisão de mídia da editora que publica o personagem). “Nós recebemos mensagens de fãs de todas as idades em todo o mundo que pediram para ver ‘Usagi Yojimbo’ em sua própria série de TV”, acrescentou Sakai, num comunicado. “Com a Gaumont, James Wan e sua equipe na Atomic Monster, e a Dark Horse Entertainment, temos o melhor talento criativo a bordo para trazer as aventuras que criei há mais de 30 anos”. “Eu sou fã da série de quadrinhos de Stan há muito tempo e é uma honra ter a oportunidade de trazer esse personagem e o mundo rico que Stan criou para uma nova geração”, completou James Wan. Apesar de nunca ter estrelado sua própria série, Usagi Yojimbo já apareceu na TV, em três produções animadas diferentes das “Tartarugas Ninja”. Mais recentemente, ele coestrelou um arco de três episódios de “As Tartarugas Ninja” da Nickelodeon em 2017. Ainda não há canal ou previsão para a estreia da nova produção. Yes, Usagi has been optioned for a TV series by Gaumont, the oldest film company in the world. Also involved is James Wan who created the Saw franchise and is director of the upcoming Aquaman movie. — Stan Sakai (@usagiguy) February 7, 2018

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  • Série

    Legends of Tomorrow: Constantine ajuda heróis a enfrentar demônio no trailer da volta da série

    11 de fevereiro de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer completo do próximo episódio de “Legends of Tomorrow”, que destaca a volta do ator Matt Ryan ao papel de John Constantine. Ele embarca a bordo da nave Waverider no 10º episódio da 3ª temporada, intitulado “Daddy Darhkest”, que será o primeiro sem a presença dos dois intérpretes do herói Nuclear. “Constantine” foi a única série da DC Comics/Vertigo cancelada na 1ª temporada, mas os fãs nunca desistiram de voltar a ver o personagem na TV, especialmente depois de uma participação especial no 4º ano de “Arrow” – quando salvou a alma de Sara Lance (Caity Lotz). A prévia remete justamente a este evento, revelando que sua participação terá relação com a ameça sobrenatural evocada por Rip Hunter no começo da temporada. Constantine procura Sara para enfrentar Mallus, uma entidade demoníaca, que ela já encontrou nos episódios anteriores – e que é dublada por John Noble (das séries “Fringe” e “Sleepy Hollow”). “Legends of Tomorrow” volta a ser exibida nesta segunda (12/2) nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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    O Grinch entra no clima das olimpíadas de inverno no primeiro teaser da nova animação

    11 de fevereiro de 2018 /

    O estúdio de animação Illumination tem outro “malvado favorito”. No clima das Olimpíadas de Inverno, liberou o primeiro teaser do novo desenho do “Grinch”, em que o vilão esverdeado demonstra um lado inesperado, sonhando em competir em patinação no gelo. Apesar da prévia, o filme vai contar a velha história de sempre, em que o mau-humorado Grinch rouba o Natal. O famoso personagem infantil de Dr. Seuss, que já foi dublado pelo ícone do terror Boris Karloff (“Frankenstein”) na animação “Como o Grinch Roubou o Natal” (1966) e, mais recentemente, vivido por Jim Carrey no longa com atores reais “O Grinch” (2000), ganhará agora a voz de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”). A nova versão foi escrita pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul, em sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). Já a direção foi compartilhada por um quarteto, Yarrow Cheney (“Pets: A Vida Secreta dos Bichos”), Scott Mosier (criador da série animada “Clerks”, baseada em “O Balconista”), Peter Candeland (animador da série “Aladdin”) e Matthew O’Callaghan (“George, o Curioso”)

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  • Filme

    Atriz de The Crown aparece pela primeira vez em foto do novo Missão Impossível

    11 de fevereiro de 2018 /

    A Paramount divulgou uma nova foto oficial de “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, que apresenta pela primeira vez a personagem de Vanessa Kirby (a Princesa Margaret na premiada série “The Crown”). Ela aparece loira e cantando diante de uma platéia, acompanhada por uma orquestra, numa imagem que parece saída de outra franquia – “007”. O próprio Tom Cruise, estrela da franquia, teria definido sua contratação, ao participar com executivos dos estúdios Paramount e Skydance de testes de várias atrizes para o papel. Mas qual papel? A personagem da atriz é o principal mistério da trama. O sexto “Missão Impossível” ainda conta com as voltas de Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e inclui mais dois estreantes na franquia: Henry Cavill (“Liga da Justiça”), e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Jumanji passa Homem-Aranha e vira maior brilheteria mundial da Sony desde 2012

    11 de fevereiro de 2018 /

    O fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, líder das bilheterias da América do Norte até a semana passada, ultrapassou a arrecadação de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 334,2M doméstico e US$ 880,2M mundial) nos últimos três dias e virou a maior lançamento da Sony de 2017. Em sua oitava semana em cartaz, o reboot do filme de 1995 já acumula US$ 365,6M nas bilheterias domésticas e atingiu US$ 881,7M em todo o mundo. Apesar de ter chegado ao Brasil em janeiro, o filme foi originalmente lançado em 20 de dezembro nos Estados Unidos e por isso é considerada uma produção do ano passado. Entretanto, em toda a lista de blockbusters da Sony, apenas dois outros filmes faturaram mais que o novo “Jumanji”. E um deles deve ser ultrapassado até o próximo fim de semana, tão pequena é a distância que os separa. “Homem-Aranha 3” (2007) tem a 2ª maior arrecadação da Sony, com US$ 890,9M – apenas US$ 9,2M à frente de “Jumanji”. Já o campeão do estúdio é “007 – Operação Skyfall”, uma coprodução com a MGM lançada em 2012, com US$ 1,1 bilhão de faturamento mundial. Ou seja, “Jumanji” não é só o maior lançamento da Sony de 2017: também é o maior sucesso desde 2012 e a terceira maior bilheteria do estúdio em todos os tempos. Não é à toa que já existe uma encomenda de continuação desta comédia fantasiosa.

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    Franquia Cinquenta Tons atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    11 de fevereiro de 2018 /

    A estreia de “Cinquenta Tons de Liberdade” neste fim de semana foi o empurrão que faltava para a trilogia atingir o faturamento de US$ 1 bilhão de arrecadação em todo o mundo. Apesar de representar a pior abertura de todos os três filmes, o novo lançamento rendeu US$ 136,9M em todo o mundo, somando-se aos US$ 381,1M de “Cinquenta Tons Mais Escuros” (2017) e aos US$ 571M de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). E isto sem que nenhum deles tenha sido lançado na China. O fenômeno é realmente internacional, já que os três filmes somados não passam de US$ 319,4 na América do Norte. Mas não deixa de ser significativo, considerando o desinteresse do cinema americano em produções de viés erótico. Filmes como “Shame” (US$ 3,9M nos EUA) e “Showgirls” (20,3M) foram verdadeiros fracassos comerciais. Na verdade, desde que “Henry & June” se tornou o primeiro lançamento com a classificação “NC-17” em 1990, Hollywood se afastou de tudo o que fosse mais provocativo por medo da censura. Na prática, “NC-17” diferencia-se por um pequeno detalhe da classificação “R”: é proibida para menores de 17 anos mesmo na companhia de adultos responsáveis. Entretanto, é mais entendida como sendo a classificação que precede o “X” de sexo explícito. “Cinquenta Tons” não representa uma revisão de critérios, porque ousa muito pouco em relação ao que o cinema europeu tem mostrado. A trilogia foi classificada como “R” nos Estados Unidos. Assim como “Deadpool” e “Logan”, por exemplo. E cada filme de sua franquia se revelou menos quente que o anterior – o novo tem casamento, noiva de vestido branco e gravidez. Um levantamento do público apontou que 78% das pessoas que lotaram os cinemas para ver o final da trilogia neste fim de semana nos Estados Unidos foram mulheres e 55% tinham menos de 30 anos. É revelador que a maioria dos homens não tenha considerado o apelo do filme excitante o suficiente para compensar uma ida ao cinema, nem mesmo os jovens de hormônios desenfreados.

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    Cinquenta Tons de Liberdade estreia em 1º lugar com a pior bilheteria da trilogia nos EUA

    11 de fevereiro de 2018 /

    A estreia de “Cinquenta Tons de Liberdade” foi a maior bilheteria do fim de semana na América do Norte. O final da trilogia de melodrama erótico arrecadou US$ 38,8M (milhões) em seus três primeiros dias de exibição. Mesmo assim, o desempenho ficou bem abaixo da abertura dos dois capítulos anteriores baseados na obra de E.L. James. O primeiro “Cinquenta Tons” estreou com US$ 85,1M em 2015, enquanto o segundo fez US$ 46,6M em 2017. Por coincidência, a nota da crítica também se tornou mais rasteira a cada novo lançamento. O novo episódio rendeu apenas 11% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O primeiro filme da franquia (25% no RT) foi o eleito o pior filme de 2015 na votação do troféu Framboesa de Ouro. Já o segundo concorre a bis este ano. Alheio às críticas negativas, o público mundial pagou US$ 136,9M para assistir ao final feliz de Anastasia e Christian Grey, fazendo com que a franquia da Universal atingisse US$ 1 bilhão de arrecadação em todo o mundo, entre os três títulos. Além deste, o fim de semana ainda teve o lançamento de mais dois filmes nos Estados Unidos e no Canadá, que deixaram o resto do Top 3 no mesmo tom cinzento, sem impressionar a crítica. Em 2º lugar, a produção infantil “Pedro Coelho”, combinação de animação e atores reais, fez US$ 25M, obtendo um início razoável para seu orçamento de US$ 50M. Pouco mais que medíocre para a crítica norte-americana, com 58% de aprovação, o longa chega aos cinemas brasileiros em 22 de março. “15:17: Trem para Paris”, dirigido por Clint Eastwood, ficou com o 3º lugar. Orçado em US$ 30M, faturou US$ 12,6M em seus três primeiros dias. Baseada em uma história real, o filme dispensou astros famosos para trazer os verdadeiros personagens da história, recriando para as telas seu ato de heroísmo. A estratégia do docudrama, entretanto, não impressionou a crítica – teve 21% de aprovação. Estreia no Brasil em 22 de fevereiro. Logo abaixo das estreias, o fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, líder até a semana passada, apareceu em 4º lugar. A produção da Sony arrecadou mais US$ 9,8M em sua oitava semana em cartaz, já acumula US$ 365,6M nas bilheterias domésticas e atingiu US$ 881,7M em todo o mundo. Com isso, ultrapassou “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 334,2M doméstico e US$ 880,2M mundial), o maior sucesso do estúdio no ano passado. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 38,8M Total EUA: US$ 38,8M Total Mundo: US$ 136,9M 2. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 25M Total EUA: US$ 25M Total Mundo: US$ 25M 3. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 12,6M Total EUA: US$ 12,6M Total Mundo: US$ 17,9M 4. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 9,8M Total EUA: US$ 365,6M Total Mundo: US$ 881,7M 5. O Rei do Show Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA: US$ 146,52M Total Mundo: US$ 314,2M 6. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 49M Total Mundo: US$ 229,1M 7. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 5M Total EUA: US$ 17,1M Total Mundo: US$ 17,1M 8. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 72,8M Total Mundo: US$ 123M 9. A Forma da Água Fim de semana: US$ 3M Total EUA: US$ 49,7M Total Mundo: US$ 74,3M 10. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 40,9M Total Mundo: US$ 57M

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    Me Chame pelo Seu Nome vence prêmio de Roteiro Adaptado

    11 de fevereiro de 2018 /

    O filme “Me Chame pelo Seu Nome” venceu na noite de sábado (10/1) o prêmio de Melhor Adaptação de Cinema do 30º USC Scripter Award, premiação que destaca roteiristas que transpõem obras literárias para as telas. O troféu foi entregue para o veterano James Ivory e o autor do livro original, André Aciman. O Scripter Award não tem nenhuma relação com a premiação da Academia, já que seus eleitores não são profissionais de cinema, mas acadêmicos da UCS (University of Southern California). Mas, por coincidência, nos últimos sete anos o filme que se saiu vencedor do troféu universitário também venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado – desde “A Rede Social” (2010). No USC Scripter Award, “Me Chame Pelo Seu Nome” enfrentou todos os seus concorrentes no Oscar: “Artista do Desastre”, “A Grande Jogada”, “Logan”, e “Mudbound”, além de mais dois filmes, “Mulher-Maravilha” e “Z: A Cidade Perdida”. Na categoria Melhor Adaptação para TV, o prêmio foi entregue para o roteirista Bruce Miller pelo primeiro episódio da série “The Handmaid’s Tale”, baseada na obra da escritora Margaret Atwood.

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    Veja os dois primeiros episódios dublados da série animada Ducktales

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Disney divulgou no Facebook oficial do Disney Channel Brasil um vídeo com os dois primeiros episódios de “DuckTales – Os Caçadores de Aventuras”. Veja abaixo. O reboot estreou em agosto nos Estados Unidos, destacando-se pelo bom-humor de suas tramas, excelente elenco de dubladores, histórias criativas e design estilizado, que se aproxima dos traços dos quadrinhos clássicos da Disney. Assim como no primeiro “DuckTales”, a inspiração vem das HQs de Carl Barks, publicadas entre os anos 1940 e 1960. As artes do criador de Patópolis e da maioria dos patos da Disney são considerados obras de arte modernas e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. Os dubladores famosos – entre eles, o ex-Doctor Who David Tennant como Tio Patinhas – não vão ser ouvidos na versão nacional. Mas, em compensação, a música tema ganhou nova gravação em português, cantada por ninguém menos que Ivete Sangalo.

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    Tudo que Quero: Dakota Fanning é trekker autista em trailer legendado de drama indie

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de “Tudo que Quero” (Please Stand By), drama indie americano que presta homenagem aos fãs de “Star Trek”. Na prévia, Dakota Fanning (“Amaldiçoada”) é uma jovem autista obcecada pelo universo trekker, que sonha escrever para a franquia. Até que uma competição de roteiros para uma nova história da série a faz fugir dos cuidados da terapeuta e da irmã mais velha para chegar à fronteira final: Los Angeles. Mas nem todas as novas formas de vida que encontra se mostram amistosas, o que faz com que reviravoltas transformem sua jornada numa grande aventura. O bom elenco da produção também inclui Toni Colette (“Uma Longa Queda”) como a terapeuta e Alice Eve (que já estrelou um filme da franquia, “Além da Escuridão: Star Trek”) como a irmã mais velha. Outras participações incluem Jessica Rothe (“A Morte te Dá Parabéns”), Michael Stahl-David (série “Narcos”), Marla Gibbs (da série clássica “Os Jeffersons”), River Alexander (“O Verão da Minha Vida”), Tony Revolori (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Patton Oswalt (série “Agents of SHIELD”) como um policial geek. O roteiro é de Michael Golamco (editor de textos da série “Grimm”) e a direção do polonês Ben Lewin, de 71 anos de idade, cujo trabalho mais recente foi o premiado drama indie “As Sessões” (2012). Para completar, a trilha é do guitarrista brasileiro Heitor Pereira (da franquia “Meu Malvado Favorito”). A estreia está marcada para 26 de abril no Brasil.

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