Roteirista de Jogador Nº 1 vai escrever filme do brinquedo e herói de quadrinhos Rom
O roteirista Zak Penn, roteirista do infame “X-Men: O Confronto Final” e do vindouro “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg, vai adaptar os quadrinhos derivados do brinquedo “Rom”, da Hasbro. O projeto foi anunciado há três anos, mas o fracasso de “Transformers: O Último Cavaleiro” desacelerou os planos da Paramount, que só agora deu o primeiro passo para tirar a ideia do papel. Não há indícios de que a produção ainda fará parte de um universo compartilhado de brinquedos da Hasbro, com “Transformers”, “G.I. Joe” e a esquecida produção dos “Micronautas”, desenvolvida pelos roteiristas de “Deadpool”, Rhett Reese e Paul Wernick (que também escreveram “G.I. Joe: Retaliação”). Para quem não lembra, os quadrinhos de “Rom, o Cavaleiro do Espaço” chegaram a ser publicados no Brasil como recheios de gibis da Marvel. A editora americana foi responsável pela adaptação dos brinquedos e criou grande parte da mitologia conhecida do personagem, originalmente projetado como brinquedo de ação semelhante a Comandos em Ação (G.I. Joe). A história em quadrinhos foi escrita por Bill Mantlo e ilustrada pelo famoso artista Sal Buscema. Mas mesmo interagindo com outros heróis da Marvel nas revistas, o brinquedo acabou sendo um fracasso de vendas e acabou abandonado. A publicação teve maior repercussão e durou sete anos, entre 1979 e 1986. Recentemente, quadrinhos do personagem voltaram a ser publicados pela editora IDW.
Anitta volta a dar o que falar com o lançamento de clipe “ao vivo”
Parece que tudo o que Anitta faz, dá o que falar. Desta vez, ela arriscou fazer um clipe num único take e, ainda por cima, ao vivo. Mas a internet brasileira não ajudou. Assim como a iluminação escura da locação escolhida: a própria casa da estrela, decorada para festa e cheia de convidados. O clima de festa tinha motivo: o aniversário de Anitta, que foi comemorado com o lançamento do vídeo de “Indecente”, música em espanhol com dub e influência de reggae. Nego do Borel, Jojo Todynho, Gabriel o Pensador e Pabllo Vittar aparecem dançando, entre os convidados, além de Thiago Magalhães, a cara metade da estrela, com direito a beijão. Mas a iluminação escura não facilita a identificação. Com o fim da transmissão, as opiniões sobre o clipe se dividiram. Enquanto muita gente se manifestou com “Amei!”, “Lindo!”, “Que tiro foi esse?”, outros esperavam mais: “Decepcionada”, “Esperava mais”, “Sério que foi isso?”. E houve até quem achasse que nada daquilo tinha sido ao vivo – foi mesmo bem-coreografado, com a câmera acompanhando Anitta de perto, enquanto ela percorre os cômodos da casa. “Era ao vivo, mas tivemos um problema de internet, então o link demorou para subir o vídeo com qualidade grande. Estávamos correndo o risco de subir com qualidade ruim, então preferi atrasar um pouco. Mas foi tudo feito de uma vez só, podem perguntar pros convidados”, Anitta escreveu no Twitter. Ela ainda explicou que algumas postagens feitas antes no Instagram não eram prova de que se tratava de uma gravação, mas que houve ensaio para o clipe. “Ensaiamos quatro vezes antes de fazer ao vivo.” Passada a novidade da iniciativa, o vídeo ganhou versão final e já pode ser conferido no canal oficial da cantora no YouTube, marcando nova parceria entre Anitta e o diretor Bruno Ilogti. Ou simplesmente veja abaixo.
Javier Bardem viverá o conquistador espanhol Hernán Cortez em minissérie de Steven Spielberg
O ator Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vai viver o conquistador espanhol Hernán Cortez numa minissérie produzida por Steven Spielberg para a Amazon. O projeto estava originalmente sendo desenvolvido para o cinema e se baseia num roteiro do lendário Dalton Trumbo, cuja luta contra a Lista Negra de Hollywood foi retratada no recente filme “Trumbo” (2015). Escrito nos anos 1960 sob o título “Montezuma”, o filme deveria marcar o reencontro entre o roteirista e o ator Kirk Douglas, após “Spartacus” (1960), mas nunca saiu do papel. O antigo roteiro foi resgatado em 2014, visando um lançamento cinematográfico da DreamWorks, já com Barden no papel de Cortez e Steven Spielberg… como diretor. Não está claro se Spielberg vai agora dirigir a minissérie, produzida pela Amblin, de sua propriedade. Ele não assina um episódio de série há mais de 30 anos, desde a criação de “Amazing Stories” nos anos 1980. O roteiro passou por uma revisão completa de Steven Zaillian, que venceu o Oscar por uma parceria com Spielberg, “A Lista de Schindler” (1993). Zaillian também é o criador da premiada série de antologia “The Night Of”, da HBO. Prevista para quatro episódios, a minissérie vai dramatizar a saga da conquista do México no início do século 16, a partir da chegada da tropa comandada por Cortez no território então dominado pela civilização asteca. Com a dizimação da população indígena e a prisão e morte de Montezuma, o último rei asteca, o território passou a ser dominado pela Espanha. Além de interpretar o personagem principal, Bardem também atuará como produtor executivo da minissérie. “É um privilégio contar essa história épica — que é cheia de drama e conflito dentro desse enorme e histórico espetáculo onde duas civilizações distantes se chocam no auge de seu reinado”, disse Javier Bardem, em comunicado. “O melhor e o pior da natureza humana vem à tona em toda a sua luz e escuridão. Como ator, não há melhor desafio do que servir um projeto tão único que eu sou apaixonado há anos, e estou muito feliz de trabalhar com esse time dos sonhos”, completou. Ainda não há previsão para a estreia.
Stéphane Audran (1932 – 2018)
Morreu a atriz francesa Stéphane Audran, uma das musas da nouvelle vague. Ela faleceu nesta terça-feira (27/3) aos 85 anos. “Minha mãe estava doente há algum tempo. Ela foi hospitalizada há dez dias e voltou para casa. Ela partiu pacificamente esta noite por volta das duas da manhã”, anunciou seu filho Thomas Chabrol à AFP. Nascida Colette Suzanne Dacheville, em 8 de novembro de 1932 na cidade de Versalhes, ela foi casada com o ator Jean-Louis Trintignant entre 1954 e 1956, antes dele se tornar famoso. Mas só virou atriz depois da separação. Em 1959, o cineasta Claude Chabrol a escalou na comédia “Os Primos” e foi amor à primeira vista. Os dois se casaram na vida e no cinema, criando 20 filmes juntos. Entre eles, estão alguns clássicos da nouvelle vogue, como “Entre Amigas” (1960), “A Mulher Infiel” (1969), “Amantes Inseparáveis” (1973) e especialmente “As Corças” (1968), sobre um relacionamento à três, em que ela encarnou uma bela bissexual. Pelo papel, a atriz venceu o Urso de Prata no Festival de Berlim. Stéphane também venceu o César por “Violette” (1978), e o BAFTA por “Ao Anoitecer” (1971), ambos dirigidos por Chabrol. Ela também estrelou inúmeros clássicos de outros cineastas, como “O Signo do Leão” (1962), de Éric Rohmer, “A Garota no Automóvel com Óculos e um Rifle” (1970), de Anatole Litvak, o vencedor do Oscar “O Discreto Charme da Burguesia” (1972), de Luis Buñuel, “Agonia e Glória” (1980), de Samuel Fuller, e o popular “A Festa de Babette” (1987), de Gabriel Axel, que também venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O casamento com Chabrol acabou em 1980, mas não a parceria, que perdurou até os anos 1990. Após encerrar a carreira em 2008, num pequeno papel em “A Garota de Mônaco”, de Anne Fontaine, ela retornou recentemente para completar filmagens de um longa inacabado de Orson Welles, “The Other Side of the Wind”, que permanece inédito. “Stéphane era uma atriz muito boa. Era ótima para interpretar mulheres livres e independentes, como era na vida”, reagiu o diretor Jean-Pierre Mocky, que havia dirigido a atriz em “Les Saisons du Plaisir” em 1988.
Olivia de Havilland, de 101 anos, perde ação contra a série Feud
A ação movida pela lendária atriz Olivia de Havilland contra a série “Feud” não foi aceita pela justiça americana. O processo foi descartado pelo tribunal de Los Angeles nesta segunda (26/3). A atriz de 101 anos de idade acusava o canal FX de distorcer a verdade e manchar sua reputação ao retratá-la na 1ª temporada de “Feud”, na qual ela foi vivida por Catherine Zeta-Jones. Mas, no entendimento da Justiça americana, o direito da última estrela viva de “…E o Vento Levou” não está acima do direito da liberdade de expressão e criação, estabelecidos na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. A 1ª temporada de “Feud” era centrada na famosa rivalidade entre outras estrelas de Hollywood: Bette Davis, interpretada por Susan Sarandon, e Joan Crawford, encarnada por Jessica Lange. De Havilland é a única atriz viva dentre os personagens retratados na série. A advogada da atriz, Suzelle Smith, afirmou ante ao tribunal que a produção passa uma imagem negativa de sua cliente e viola seu direito à privacidade, ao mostrá-la na ficção referindo-se a sua irmã, Joan Fontaine, como uma “cadela” (“bitch”). “Uma das razões principais do grande respeito do público por Olivia de Havilland é que em sua carreira de mais de 80 anos sempre se negou a se envolver em fofocas de Hollywood sobre as relações entre os outros atores”, afirma a ação. Já a advogada do canal pago, Kelly Klaus, alegou em juízo que a ficção documental não se propõe a contar a história literalmente. “Essa é a função dos documentários”, afirmou. O tribunal de apelação não discutiu o mérito da calúnia, que seria outra ação, apenas considerou que a produção “Feud” estaria protegida constitucionalmente. Além disso, a Primeira Emenda exime os criadores de pagar pelos direitos da vida de alguém – porque a vida não é uma obra intelectual. “A decisão é uma vitória para a comunidade criativa e para a Primeira Emenda”, comemorou Ryan Murphy, criador da série, em um comunicado. “A vitória de hoje dá a todos os criadores o espaço necessário para respirar e continuar a contar histórias históricas importantes inspiradas em eventos reais. Acima de tudo, é um ótimo dia para a expressão artística e um lembrete de quão preciosa nossa liberdade permanece.”
Pôsteres de Vingadores: Guerra Infinita separam heróis em cinco grupos de personagens
Ainda se recuperando da coleção de gafes e spoilers do cartaz anterior, a Marvel divulgou uma coleção com nada menos que cinco pôsteres de “Vingadores: Guerra Infinita”. Desta vez, a arte opta pelo (não) bom e velho design de perspectiva desproporcional que caracteriza as artes dos filmes da Marvel. É interessante observar que cada cartaz junta um grupo de personagens diferentes, que evoca reuniões de heróis vislumbradas no trailer. Isto também sugere cinco narrativas centrais na trama. “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ator de Han Solo diz que diretores demitidos não estavam preparados para filmar Star Wars
A demissão dos diretores Phil Lord e Chris Miller, substituídos por Ron Howard nas filmagens de “Han Solo: Uma História Star Wars”, teria sido por incompetência. Ou, de forma mais delicada, despreparo. Quem afirma é um dos atores da produção, que revelou os bastidores conturbados da produção ao site Vulture, sob a condição de ser mantido em anonimato. Na opinião do ator (atriz?) misterioso, a dupla de diretores, responsável pela animação “Uma Aventura Lego” e a comédia “Anjos da Lei”, simplesmente não estava preparada para assumir um filme da franquia “Star Wars”. “Depois da 25ª tomada, os atores ficaram se olhando e pensando: ‘Isso está ficando estranho’. Eles [os diretores] pareciam um pouco fora de controle. Definitivamente sentiram a pressão. Com um desses filmes, há muitas pessoas em cima de você o tempo todo. O diretor-assistente era experiente e teve que intervir para ajudá-los a dirigir muitas cenas.” Um porta-voz dos cineastas respondeu aos pedidos de comentários do Vulture, afirmando que “esta informação é completamente imprecisa”, mas se recusou a aprofundar os motivos da demissão. Ainda de acordo com o ator anônimo, a equipe do longa, com a provável exceção dos atores principais, soube da demissão de Lord e Miller lento notícias na internet, assim como os fãs. “Foi uma loucura”, ele (ela?) disse. “Eles demitiram nossos chefes. Ficamos trocando mensagens: ‘Você viu as notícias? Você acha que vai haver refilmagens?’. Foi confuso. E foi uma loucura como tudo vazou para a imprensa.” Felizmente, após ser contratado às pressas, o veterano cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”) conseguiu tomar rapidamente o controle do projeto, devido a seus anos de experiência com grandes sets de filmagens. “Ele conseguiu respeito imediatamente”, disse o ator (atriz?). “Ele é muito confiante.” A fonte/agente secreto da Vulture também confirmou os rumores de que o protagonista Alden Ehrenreich sofreu para conseguir encarnar Han Solo, de modo a evocar minimamente a interpretação original de Harrison Ford. Para isso, foi preciso contratar um “coach” de atuação durante as filmagens. “Você pode ver que a atuação dele ficou mais relaxada. Ele se tornou mais como Harrison. O treinador ajudou!” Apesar de todos problemas na produção, “Han Solo: Uma História Star Wars” conseguiu superar as crises para cumprir seu cronograma de produção, – com um elenco central formado ainda por Emilia Clarke, Donald Glover, Woody Harrelson e Joonas Suotamo. A estreia está marcada para o dia 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos,
Noomi Rapace e Orlando Bloom enfrentam terroristas em trailer de filme da Netflix
A Lionsgate divulgou o trailer legendado de “Conspiração Terrorista” (Unlocked), thriller de espionagem com direção do veterano cineasta britânico Michael Apted (“007 – O Mundo Não É O Bastante”). A prévia traz a sueca Noomi Rapace (“Prometheus”) como uma ex-interrogadora da CIA, que é convocada para voltar à ativa e ajudar a extrair informação de um terrorista, sem saber que está sendo usada como parte de um plano para um ataque biológico em Londres. Ao perceber que nem tudo é o que parece, ela se alia a um agente do MI6, vivido pelo inglês Orlando Bloom (trilogia “O Hobbit”), para tentar impedir o ataque iminente. O elenco ainda inclui John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Michael Douglas (“Homem-Formiga”) e Toni Collette (“xXx: Reativado”). Produção original da Lionsgate, o filme foi lançado em maio do ano passado no Reino Unido e chega ao Brasil direto em streaming – já disponível.
Vídeo de bastidores explica o que é O Mecanismo do título da série inspirada na Operação Lava-Jato
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “O Mecanismo”, que traz o diretor José Padilha (“Tropa de Elite”) e os atores Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”), Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) e Enrique Diaz (“Justiça”) falando da série, livremente inspirada na Operação Lava-Jato. Na prévia, eles explicam o que é o mecanismo do título e reforçam as semelhanças da ficção com a realidade. Apesar disso, a série altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na ficção. Criada por José Padilha e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série vem ganhando bastante publicidade gratuita de simpatizantes do PT, inclusive de um site encrencado na própria Lava-Jato, além da ex-presidente Dilma, que decidiram se manifestar contra a produção na internet. “O Mecanismo” é a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. Com oito episódios, a série foi disponibilizada na sexta na plataforma de streaming, inclusive no exterior.
Agente Coulson vai voltar ao cinema no filme da Capitã Marvel
Os fãs do agente Coulson, que pediam o retorno do personagem vivido por Clark Gregg aos filmes da Marvel, tiveram uma boa notícia nesta segunda (26/3), quando o estúdio anunciou os integrantes finais do elenco de “Capitã Marvel”. Entre os nomes confirmados, Clark Gregg vai voltar a viver Coulson no cinema. Ele não aparecia num filme da Marvel desde “Os Vingadores”. Mas sua participação não significa que os heróis descobrirão que ele foi ressuscitado (na série “Agents of SHIELD”), após ser abatido por Loki no filme de 2012. Afinal, “Capitã Marvel” é um prólogo. O filme se passa anos antes de Tony Stark virar o Homem de Ferro. Segundo revelou o produtor Kevin Feige, a trama é localizada na década de 1990. Coulson deve aparecer entre outros agentes da SHIELD na produção, que também terá participação de Samuel L. Jackson reprisando o papel de Nick Fury. Por ser um prólogo, o filme também incluirá dois personagens que já morreram no Universo Cinematográfico da Marvel: os vilões Ronan (Lee Pace) e Korath (Djimon Hounsou), que enfrentaram os Guardiões da Galáxia no primeiro filme dos heróis, em 2014. “Capitã Marvel”, que tem Brie Larson como a protagonista, tem estreia marcada para 14 de março de 2019 no Brasil.
Festival de Cannes 2018 veta filmes da Netflix e selfies no tapete vermelho
A organização do Festival de Cannes 2018 confirmou o veto a produções da Netflix na competição pela Palma de Ouro deste ano, após a polêmica causada pela exibição de dois filmes do serviço de streaming na mostra competitiva do ano passado. A informação foi dada pelo diretor do festival, Thierry Fremaux, em entrevista coletiva, que ressaltou que a participação de “Okja”, de Bong Joon-ho, e “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, de Noah Baumbach, “causou enorme controvérsia ao redor do mundo”. Trata-se, claro, de um exagero provinciano. A polêmica foi localizada no mercado francês, que tem a maior janela de reserva de lançamentos cinematográficos do mundo – 36 meses entre a exibição em cinema e a disponibilização em streaming de uma produção, contra 3 meses nos Estados Unidos. “No ano passado, quando selecionamos dois de seus filmes, achei que poderia convencer a Netflix a lançá-los nos cinemas. Eu fui presunçoso: eles se recusaram”, disse Fremaux. “As pessoas da Netflix adoraram o tapete vermelho e gostariam de nos mostrar mais filmes. Mas eles entenderam que sua intransigência em relação ao modelo (de negócios) colide com a nossa”. A Netflix poderá, no entanto, exibir filmes à margem do festival, fora da competição oficial, disse Fremaux. O diretor do festival também anunciou a proibição de selfies no tapete vermelho e o fim das sessões matutinas para a imprensa. A partir deste ano, os críticos precisarão disputar lugar com o público e convidados na première mundial ou aguardar sessões posteriores dos filmes exibidos no festival. Para Fremaux, os selfies criam uma “bagunça” e são bregas. “Vão contra o que fez a reputação de Cannes: uma certa elegância, discrição”, concluiu. A seleção oficial dos filmes que participarão do festival será anunciada no dia 12 de abril. A atriz australiana Cate Blanchett vai presidir o júri do evento deste ano, que acontecerá na Riviera francesa de 8 a 19 de maio.
Trailer de Fear The Walking Dead reforça crossover com chegada de Morgan à nova comunidade
A produtora Skybound divulgou o trailer estendido de “Fear the Walking Dead”, com quase 4 minutos de cenas inéditas da 4ª temporada. A prévia mostra Madison (Kim Dickens) reunida com seus filhos numa comunidade ao estilo de Alexandria e Hilltop, e a chegada de Morgan (Lennie James), aconselhando-os a ir embora, porque “não vai funcionar”. Os diálogos e as cenas confirmam que a série vai avançar no tempo e emparelhar sua linha narrativa com “The Walking Dead”, já que Morgan afirma ter sobrevivida a uma “guerra” com perdas devastadoras – uma alusão ao confronto com os Salvadores. O vídeo também mostra os três principais personagens inéditos, vividos por Maggie Grace (de “Lost” e “Busca Frenética”), Garret Dillahunt (série “The Gifted”) e Jenna Elfman (série “Imaginary Mary”), que aparecem como membros da nova comunidade. Além, claro, do elenco original formado por Kim Dickens, Frank Dillane, Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo e até Danay Garcia, intérprete da sumida Luciana. Os novos episódios de “Fear the Walking Dead” estreiam em 15 de abril nos Estados Unidos, com exibição logo após o final de temporada de “The Walking Dead”. Será a primeira vez que as duas séries serão exibidas no mesmo dia na TV americana, indicando que terão uma ligação forte, num crossover significativo. E aí surge um detalhe inconveniente para os telespectadores brasileiros. “The Walking Dead” é exibido no Brasil pelo canal pago Fox. Mas “Fear the Walking Dead” passa no AMC brasileiro, que marcou sua exibição para o mesmo dia, às 22h30, exatamente no horário de “The Walking Dead”.
Vida de Gretchen vai virar filme
A vida da cantora Gretchen vai ser transformada numa cinebiografia pelas mãos da atriz e apresentadora Antonia Fontenelle (“Assalto ao Banco Central”). Ambas anunciaram a produção nas redes sociais. “Em 2018, a verdadeira história, contada por uma mulher forte e guerreira. Aguardem!”, escreveu Gretchen no post. Em seu pronunciamento, Antonia Fontenelle se alongou um pouco mais. “Vou tentar em poucas palavras dizer o porque gosto tanto de você Gretchen. Porque mesmo depois de tudo que você passou nessa vida, você nunca perdeu a sua doçura, uma certa inocência e alegria de viver”, disse. O filme marcará a estreia da atriz na direção. Mas, segundo ela conta, o convite partiu da própria Gretchen. “Eu, assustada com a responsabilidade, levei alguns anos para dizer sim. Agora que disse sim, prepare-se para sair daquela sala de cinema orgulhosa de você mesma”, explicou. Não há outros detalhes do projeto, como quem vai escrever o roteiro ou a intérprete de Gretchen – que foi vivida por Emanuelle Araújo em “Bingo: O Rei das Manhãs”. Nem mesmo previsão de estreia” “Ainda temos chão pela frente”, confirmou Antonia, ao assumir que falta muito a ser feito. Confira os posts originais na íntegra: EM 2018, A VERDADEIRA HISTÓRIA, CONTADA POR UMA MULHER FORTE E GUERREIRA @ladyfontenelle, AGUARDEM! Uma publicação compartilhada por Gretchenoficial (@mariagretchen) em 24 de Mar, 2018 às 1:29 PDT Vou tentar em poucas palavras dizer o porque gosto tanto de você @mariagretchen Porque mesmo depois de tudo que você passou nessa vida, você nunca perdeu a sua doçura, uma certa inocência e alegria de viver. Hoje você me surpreendeu com esse video idealizado por você, pra dizer ao seu publico que a real historia da sua vida será contada no cinema. Ja faz um tempo que você me fez o convite pra dirigir e produzir sua biografia pras telonas e eu assustada com a responsabilidade levei alguns anos pra dizer sim. Agora que disse SIM, prepare se pra sair daquela sala de cinema orgulhosa de você mesma. Ainda temos chão pela frente, chão esse que vamos tirar de letra, afinal mulheres como você, como eu, viemos ao mundo pra isso, pra desafiar a vida e fazer a diferença, tenho certeza absoluta que qualquer mulher nesse país, independende de cor, raça, cargo ou posição social se alegra ao ouvir o som da sua conga la conga, do seu freak le boom boom e do seu melo do piripipi…. Portanto você fez a diferença sim. #Brevenumcinemapertodevocê. Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 24 de Mar, 2018 às 4:45 PDT












