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    Fracasso de Life Sentence antecipa volta de The Originals nos Estados Unidos

    30 de março de 2018 /

    A estreia da 5ª e última temporada de “The Originals” vai acontecer antes do previsto nos Estados Unidos. Marcada originalmente para 20 de abril, a volta da atração à rede CW foi antecipada em dois dias, para 18 de abril. Com isso, a série será exibida nas quartas e não mais nas sextas, que costumam registrar a pior audiência semanal na TV americana. A mudança da programação se deve ao fracasso de “Life Sentence”. A nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) não atraiu muitos espectadores para a rede CW. Exibida na noite de quarta-feira (7/3) nos Estados Unidos, teve a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro nos Estados Unidos, vista por apenas 670 mil telespectadores. E a situação só tem ficado pior. O último episódio teve público de 404 mil e marcou somente 0,10 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos, que interessa aos anunciantes). Assim, “Life Sentence” perdeu o horário nobre das quartas para “The Originals” e ficou com o exílio das sextas, antes do provável cancelamento.

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  • Filme

    Diretor de Jurassic World voltará a comandar a franquia no terceiro filme

    30 de março de 2018 /

    O cineasta Colin Trevorrow, que comandou o blockbuster “Jurassic World”, voltará à cadeira de direção no terceiro filme da franquia. A notícia foi compartilhada por Steven Spielberg, produtor do longa, em uma entrevista à revista Entertainment Weekly. “Ele vai escrever e dirigir o terceiro filme de ‘Jurassic World’”, afirmou Spielberg. Após dirigir e co-escrever o roteiro do primeiro filme, Trevorrow continuou na franquia como produtor e co-autor da trama da sequência, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, mas passou a direção para J.A. Bayona (“O Impossível”), porque tinha a expectativa de comandar um longa da franquia “Star Wars”. Isto acabou não acontecendo e sua disponibilidade foi aproveitada por Spielberg, que tem o sucesso do primeiro “Jurassic World” como parâmetro para confiar no cineasta. A confiança é tanta que o terceiro longa já tem data de estreia marcada, numa decisão tomada meses antes da estreia do segundo. “Jurassic World: Reino Ameaçado” chega aos cinemas em 26 de junho no Brasil, enquanto o filme seguinte está previsto para junho de 2021.

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  • Filme

    Revival de Roseanne é renovado após estreia com recorde de audiência

    30 de março de 2018 /

    Bastou a exibição de um único episódio para a rede ABC decidir renovar o revival da série “Roseanne” para sua 2ª temporada. Segundo dados da consultoria Nielsen, o episódio inaugural da atração, exibido na noite de terça (27/3) nos Estados Unidos, foi assistido por 18,1 milhões de espectadores e marcou 5,1 pontos na demo (entre espectadores na faixa demográfica de 18 a 49 anos), um feito incrível que só costuma ser registrado em transmissões de grandes eventos esportivos ao vivo. Para dimensionar o tamanho do sucesso, o único episódio que superou essa marca na atual temporada (iniciada em setembro) foi o capítulo de “This Is Us” exibido logo após o Super Bowl, geralmente o horário de maior audiência do ano na TV americana. Mas os números não pararam nisso. Com as reprises e outras plataformas, a atração atingiu a estratosfera. Ao todo, 21,9 milhões de espectadores assistiram a volta da série, que estava fora do ar há 21 anos, registrando astronômicos 6,1 pontos na audiência qualificada em três dias de exibição. Além de renovar a atração, a ABC encomendou mais episódios para o segundo ano. Ou melhor, para a 11ª temporada, considerando os episódios exibidos originalmente entre 1988 e 1997. Foram encomendados 13 capítulos novos, quatro a mais que os nove da atual temporada. A produção manterá todos os atores centrais no próximo ciclo, com os convidados deste ano retornando para participações eventuais. Isto inclui a criadora da série e intérprete da personagem-título, Roseanne Barr, o astro John Goodman e os filhos do casal na sitcom, Sara Gilbert, Alicia Goranson e Michael Fishman, além da irmã da protagonista, Laurie Metcalf. Entre os convidados eventuais, destaca-se ainda Johnny Galecki (ele mesmo, de “The Big Bang Theory”), que se casou com a personagem de Sara Gilbert. O sucesso de “Roseanne” deve animar os estúdios a realizar ainda mais resgates de produções clássicas, após “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Fuller House”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls” e “Will & Grace”, que também deram o que falar. A rede CBS está atualmente produzindo o revival de “Murphy Brown” para a próxima temporada de outono e há conversas intensas a respeito de “The Office” e “Mad About You”.

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  • Filme

    Filme que previu o Holocausto é encontrado e volta a ser exibido após quase 100 anos

    30 de março de 2018 /

    Um filme que previu o nazismo e o Holocausto, perdido há décadas, foi restaurado, após ser reencontrado por acaso, e voltou aos cinemas da Áustria após quase um século de sua produção. Intitulado “Die Stadt Ohne Juden” (A Cidade Sem Judeus, em tradução livre), o filme é mudo e em preto e branco. Foi lançado em 1924 como um alerta, mostrando uma cidade europeia que resolve hostilizar e expulsar seus judeus. As primeiras imagens mostram uma mulher insatisfeita com o aumento dos preços num mercadinho, que resolve atirar frutas num judeu que passa pela rua. Em seguida, informa-se a todos os judeus da cidade que devem abandoná-la até o Natal. Assim, suas cenas mostram judeus escoltados por militares, forçados a embarcar em trens ou andar descalços sobre a neve, com famílias separadas sem a menor consideração. O retrato de antecipação do Holocausto foi escrito pelo romancista austríaco judeu Hugo Bettauer (o mesmo de “Rua das Lágrimas”, que virou filme com Greta Garbo) e foi dirigido pelo também austríaco HK Breslauer, na época em que Adolf Hitler escrevia seu infame “Mein Kampf”. Mas o filme tinha um final feliz. Depois de os judeus abandonarem a cidade, a vida do local piora sensivelmente. O comércio e a economia entram em crise e a cidade fica vazia e pobre. Assim, o governador não vê saída senão convidar os judeus a regressarem. No final, as famílias cristãs e judaicas voltam a estar reunidas. Na vida real, porém, a situação foi bem diferente, com os judeus exterminados pelos nazistas. Mas o autor da história, Hugo Bettauer, foi assassinado bem antes da 2ª Guerra Mundial. Considerado um traidor da Áustria na época do filme, ele teve seu endereço publicado nos jornais, com indicação de que não merecia fazer parte da sociedade. Poucos meses após a estreia de “Die Stadt Ohne Juden”, foi assassinado por um nazista, que cumpriu uma pena curta. O diretor HK Breslauer, que não era judeu, sobreviveu, mas nunca mais fez nenhum outro longa-metragem, apesar da longa carreira precedente, iniciada em 1918. No elenco de “Die Stadt Ohne Juden”, ainda constava Hans Moser, um dos mais famosos astros austríacos do pré-guerra, que se casou com uma mulher judaica. Quando os nazistas tomaram o poder na Áustria, em 1938, ele chegou a escrever uma carta a Hitler, que se dizia seu fã, pedindo clemência para a mulher. Esta história terminou melhor. Ela acabou fugindo para a Hungria, onde os dois voltariam a se reencontrar depois do fim do nazismo. Os nazistas tentaram destruir o filme, que se acreditava perdido. Mas uma cópia sobreviveu e foi encontrada numa feira de produtos usados em Paris, há três anos. Quando o comprador percebeu o que tinha em mãos, deu início a uma campanha de crowdfunding para resgatar a obra e conseguir projetá-la novamente nos cinemas. Foram obtidos 86 mil euros e o filme conseguiu ser salvo. Está atualmente em exibição em Viena, na Áustria, e deverá chegar a mais cidades europeias ao longo do ano.

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    Thor encontra os Guardiões da Galáxia em cena completa do novo filme dos Vingadores

    30 de março de 2018 /

    A Marvel segue a divulgação anabolizada de “Vingadores: Guerra Infinita” com a revelação da primeira cena completa do filme, que revela o encontro de Thor (Chris Hemsworth) com a nave dos Guardiões da Galáxia. A prévia mostra que Thor é encontrado inconsciente no espaço e resgatado pelos Guardiões, que ficam impressionados com o físico musculoso do herói. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Diretor de Invocação do Mal vai adaptar o clássico Tommyknockers de Stephen King

    29 de março de 2018 /

    Um dos poucos livros clássicos de Stephen King que permanecem inéditos no cinema vai virar uma produção de James Wan, o diretor e produtor da franquia “Invocação do Mal”. Trata-se de “The Tommyknockers”, escrito por King em 1987. Assim como “It – A Coisa”, o livro foi adaptado apenas como minissérie nos anos 1990. E Wan se juntou justamente ao produtor do filme “It”, Roy Lee, e ao produtor da versão televisiva de 1993, Larry Sanitsky, para adquirir os direitos da produção. Wan não deve dirigir o filme, mas, segundo a revista The Hollywood Reporter, está encabeçando discussões com interessados, entre estúdios de Hollywood e plataformas de streaming. “É um conto alegórico de vício (Stephen estava lutando com o seu na época), a ameaça da energia nuclear, o perigo da histeria em massa e o absurdo da evolução tecnológica. Temas tão relevantes hoje quanto o dia em que o romance foi escrito. É também uma história sobre o poder eterno do amor e a graça da redenção”, escreveu Sanitsky, que detém os direitos de exibição, em uma apresentação enviado a interessados na produção e obtido pela THR. Lançado no Brasil como “Os Estranhos – Tommyknockers”, o livro foi uma das primeiras incursões de King na ficção científica, e inclui vários clichês do gênero, como a população possuída de uma cidadezinha, ao estilo de “Vampiro de Almas” (1956). Mesmo assim, vendeu mais que todos os clássicos do escritor, incluindo “It”, “O Iluminado” e “Carrie”. A história se numa cidade no Maine – obviamente – que sofre a influência do vazamento de um gás perigoso vindo de uma nave espacial desenterrada. O gás começa a transformar as pessoas, dando-lhes habilidades aprimoradas, mas também tornando-as violentas e sujeitas a objetivos alienígenas. Apenas um homem se mostra imune, graças a uma placa de aço na cabeça, e tenta impedir os demais moradores. A minissérie da rede ABC, estrelada por Jimmy Smits, Marg Helgenberger e a ex-porn star Traci Lords, foi um enorme sucesso de audiência. Vinte anos depois, em 2013, a NBC anunciou que faria outra adaptação, mas esses planos nunca saíram do papel.

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    Ethan Hawke é padre atormentado no trailer do melhor filme de Paul Schrader em 20 anos

    29 de março de 2018 /

    A A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer de “First Reformed”, drama estrelado por Ethan Hawke (“Boyhood”) e Amanda Seyfried (“Ted 2”), que marca um reencontro entre o cineasta Paul Schrader e as críticas positivas, após duas décadas de estranhamento. Com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, algumas resenhas chegam a dizer que se trata de sua melhor obra desde o roteiro de “Taxi Driver”, em 1976. Também há elogios rasgados para a performance de Hawke. A trama gira em torno de um ex-capelão militar, vivido por Hawke, que tem sua visão sombria de mundo forjada pela morte de seu filho. Sua vida ganha novo rumo ao se aproximar da personagem de Seyfried, integrante de sua diminuta congregação, cujo marido é um ambientalista radical. Ao descobrir que o maior doador para a conservação de sua igrejinha histórica é um grande poluidor do meio ambiente, o padre tem um epifania em meio aos planos para comemorar os 250 anos do local. Premiado com um troféu especial pela temática ecológica no Festival de Veneza 2017, o filme estreia em 18 de maio nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Segunda parte de La Casa de Papel ganha trailer tenso e repleto de ação

    29 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da segunda parte da série espanhola “La Casa de Papel”, um fenômeno que demonstra a penetração internacional do serviço de streaming. Trama de assalto ousado, a série original ganhou uma nova edição para a Netflix, com episódios menores e, portanto, uma quantidade maior de capítulos. A decisão de dividir a trama em duas partes veio do costume da plataforma de lançar séries de 13 episódios. A prévia da segunda parte é cheia de ação e mostra como a situação dentro da Casa da Moeda da Espanha torna-se cada vez mais insustentável e o jogo psicológico entre Professor (Álvaro Morte) e a delegada Raquel (Itziar Ituño) pode colocar tudo a perder. Criada por Álex Pina (da também cultuada série sci-fi “El Barco”), “La Casa de Papel” mostrou seu alcance mundial com a adoção das máscaras de Salvador Dali, usadas no assalto da trama, até no carnaval brasileiro. Originalmente exibido em novembro na Espanha, o final da trama chega ao streaming em 6 de abril.

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  • Etc

    Livro de Sean Penn defende assediadores e ataca movimento #MeToo

    29 de março de 2018 /

    O ator Sean Penn resolveu escrever um livro. O resultado, seu primeiro romance, “Bob Honey Who Just Do Stuff”, pode implodir sua carreira no cinema, tamanha foi a rejeição. Além de execrado pela crítica por ser “repelente e estúpido”, na definição do jornal The Guardian, o livro encerra com um poema que faz a defesa do comediante Louis CK e o jornalista Charlie Rose, ambos acusados de assédio sexual, além de atacar o movimento #MeToo. “Para onde foram todas as risadas? Você está por aí, Louis C.K.? Uma vez, conversas cruciais nos mantinham de pé. Era mesmo do nosso interesse atropelar Charlie Rose?”, diz o poema. Em outro trecho, logo em seguida, o autor reclama: “O que querem com esse ‘Me Too’? Esse termo infantil do momento. É uma cruzada de crianças?” Penn recebeu muitas críticas nas redes sociais, mas não ficou nisso. O ator resolveu aparecer chapado numa entrevista com Steve Colbert para promover o livro no programa “The Late Show”. Confessou estar sob efeito de droga, enrolou a língua o tempo inteiro e ainda acendeu um cigarro ao vivo. Veja abaixo. Diante da controvérsia, o jornal The Guardian resolveu criar um ranking para saber se Penn era o ator mais insuportável de Hollywood. Ele acabou em 3º lugar, atrás de Jim Carrey e James Franco, o mestre, que já escreveu vários livros, além de entrevistas consigo mesmo – inclusive uma entrevista com seu lado feminino – e que tem a “vantagem” sobre os demais por também ter sido acusado de assédio sexual.

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  • Série

    Clima épico e surpresas do trailer da 2ª temporada de Westworld são de cair o queixo

    29 de março de 2018 /

    A HBO divulgou o trailer completo da 2ª temporada de “Westworld”. E é de cair o queixo. Épico, explosivo, tenso e surpreendente, altera momentos plácidos com surtos maníacos, como uma música do Nirvana. A comparação vem imediatamente à mente por conta da trilha escolhida, uma versão orquestral de “Heart Shaped Box”. A edição das cenas, entre idas e vindas, torna difícil precisar exatamente o que acontece – o que é uma qualidade dos melhores trailers. Mas algumas cenas são tão inesperadas que chamam mais atenção, como a caminhada de Maeve (Thandie Newton) entre samurais e a descoberta de Dolores (Evan Rachel Wood) de um mundo repleto de prédios modernos. Não faltam cowboys, índios, exército contemporâneo, tiroteios, massacres e cenas de guerra de dar vergonha à temporada de “guerra total” de “The Walking Dead”. Inspirada no longa “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), escrito e dirigido por Michael Crichton (o autor de “Parque dos Dinossauros”), a série foi criada pelo casal Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar” e criador da série “Person of Interest”) e Lisa Joy (roteirista da série “Pushing Dasies”), e tem produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). A estreia da 2ª temporada está marcada para 22 de abril.

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  • Etc,  Série

    Lula diz em discurso que vai processar a Netflix

    29 de março de 2018 /

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou num discurso que processará a Netflix por causa da série “O Mecanismo”, livremente inspirada pela Operação Lava-Jato, investigação federal que já lhe rendeu uma condenação por corrupção, além de mais sete processos criminais. “Nós vamos processar a Netflix. Nós não temos que aceitar isso e eu não vou aceitar”, afirmou Lula em discurso em Curitiba, no encerramento de sua caravana pelo sul do País. Ao contrário do filme “Polícia Federal: A Justiça É para Todos”, a série “O Mecanismo” não cita Lula, Dilma, Petrobrás, Sérgio Moro e nem mesmo a Polícia Federal. Todos os nomes de pessoas e instituições foram alterados, ressaltando que se trata de uma obra de ficção. No entanto, não é difícil associar o personagem João Higino ao ex-presidente. Lula afirmou que a série é “mais uma mentira” que inventaram contra ele e o PT. “Há anos eu já ouvia dizer que a Globo estava fazendo um documentário para passar na Netflix, para não aparecer a cara da Globo”, ele afirmou em seu discurso. Desde o lançamento na última sexta-feira (23/3), a nova série de José Padilha, responsável também por “Narcos” e o filme “Tropa de Elite”, vem causando controvérsia entre petistas e simpatizantes. O discurso de Lula é o ápice de uma campanha de setores da esquerda, que faz de “O Mecanismo” uma das produções mais comentadas do Brasil nos últimos anos, superando até atrações da Globo. A obra motivou até um artigo crítico assinado pela ex-presidente Dilma Rousseff, que destaca o maior incômodo causado pela produção: a inclusão da frase “estancar a sangria”, popularizada pelo ex-líder de Lula e Dilma no Senado, Romero Jucá (do MDB), na boca de João Higino (o avatar de Lula). O diálogo original completo, gravado por uma escuta, insinuava um acordo nacional em torno do Impeachment de Dilma para apaziguar os ânimos e permitir ao Supremo soltar todo mundo, inclusive o próprio Lula – citado textualmente. O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, também condenado na Justiça por corrupção, manifestou-se sobre a série no Twitter, mas para ressaltar como o protesto petista ajuda a divulgação da série. “Com uma pessoa como Dilma fazendo campanha para boicote à série ‘O Mecanismo’, desconfio que a produção vai bater todos os recordes mundiais e planetários de audiência”, escreveu em sua conta no Twitter.

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  • Filme

    Cinemas recebem nova sci-fi de Steven Spielberg e a biografia de Edir Macedo

    29 de março de 2018 /

    A programação da semana destaca a nova sci-fi de Steven Spielberg, uma fantasia grandiosa da Disney e a hagiografia de Edir Macedo, todos candidatos a blockbuster – o filme do fundador da Igreja Universal já arrasa quarteirões, com 4 milhões de ingressos vendidos antecipadamente e ocupação de 1.108 salas. Lembrando que o circuito cinematográfico brasileiro é de pouco mais de 3 mil telas e que há outros filmes muito bem sucedidos em cartaz, cabe a pergunta: tem espaço para tudo isso ao mesmo tempo? A Record está buscando uma alternativa com exibições itinerantes de “Nada a Perder” para somar à blitz da pré-venda, supostamente responsável por já ter esgotado os ingressos desse fim de semana. A popularidade do filme é impressionante, e tende a ser incensada, porque é o único aspecto visível da produção para a imprensa. Só os amigos e funcionários da Record foram convidados a assistir ao longa antes da estreia, por isso o lançamento chega aos cinemas sem críticas. Foi escondido da imprensa, talvez como estratégia para não colocar tudo a perder. Mas há relatos de que teria sido finalizado apenas na semana passada, o que realmente dificultaria sessões antecipadas. Rumores também dizem que o filme tem o maior orçamento da história do cinema brasileiro, superando os R$ 25 milhões, e recorde de figurantes, mobilizando 30 mil pessoas numa única cena. Mas os gastos teriam sido contrabalanceados com contratos internacionais – já estaria negociado em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A trama se estende por três décadas e inclui a fundação da Igreja Universal do Reino de Deus e a compra da rede Record. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). Superproduções de Hollywood Se o filme de Edir Macedo é um mistério, a nova sci-fi de Steven Spielberg já foi aprovada pela crítica norte-americana. “Jogador nº1” teve premières aplaudidas e elogios rasgados da imprensa geek, por sua capacidade de transformar nostalgia em fonte de referências, com recorde de easter eggs espalhados na tela. Mas também houve ponderações – as animações de seu mundo virtual são antiquadas, a ação do mundo real menos interessante, etc. – , que evitaram a unanimidade e a multiplicação exagerada de exclamações de obra-prima. Mesmo assim, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. O longa que marca a volta de Spielberg à ficção científica é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980 e 1990. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). Já “Uma Dobra no Tempo” não se desdobrou como a Disney planejava. O êxito de “Pantera Negra” pode ter canibalizado o interesse no longa. Afinal, a fantasia infantil do estúdio buscava um nicho similar de mercado, com elenco multicultural, protagonista e diretora negras, numa adaptação de obra juvenil adorada por gerações. O fato é que a filmagem do clássico literário de Madeleine L’Engle por Ava DuVernay (“Selma”) implodiu nas bilheterias dos Estados Unidos, atingindo “apenas” US$ 76,3M (milhões) em três semanas. O valor não correspondeu às expectativas do mercado, representando uma volta à “normalidade” para a Disney, que não registrava fracassos clamorosos desde “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de 2016. “Uma Dobra no Tempo” teve abertura melhor que esses filmes, mas seu desempenho está à altura da frustração causada por “Tomorrowland” em 2015, que não conseguiu recuperar seu investimento. Embora a Disney não tenha revelado o orçamento da produção, o longa é repleto de efeitos visuais e estrelado por atores de renome – Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) vivem coloridas mulheres místicas – , o que costuma vir com uma etiqueta de preço elevado. Para completar, as críticas não empolgaram. Com 41% de aprovação, foi considerado um “grande desapontamento” (The Wall Street Journal), repleto de efeitos que “não conseguem envolver” (Chicago Sun-Times) e com a profundidade de um “vídeo cheio de cores para distrair as crianças” (The Guardian). Curto-circuito feminino O excesso de superproduções não chega a esgotar completamente o circuito, que ainda traz cinco lançamentos limitados, três deles de ficção e dirigidos por mulheres. O grande filme da pequena lista é “Zama”, coprodução brasileira que foi escolhida para representar a Argentina na busca de uma indicação ao Oscar 2018. Drama épico de Lucrecia Martel ambientado na época da colonização, o longa conta a história de Diego de Zama, um oficial da coroa espanhola do século 18, que se encontra estagnado há anos em um posto de Assunção, no Paraguai, e decide se juntar a um grupo de soldados para capturar um perigoso bandido. Mas, nesses momentos de violência, ele descobre que tudo o que realmente deseja não é uma promoção, mas sobreviver. Lucrecia Martel é conhecida por filmes premiados como “O Pântano” (2001), “A Menina Santa” (2004) e “A Mulher sem Cabeça” (2008), entretanto não filmava há nove anos. “Zama” venceu o prêmio da crítica no Festival de Havana, apareceu em 4º lugar na lista dos melhores filmes de 2017 da revista Sight & Sound (publicação oficial do British Film Institute) e ainda disputa 11 categorias na premiação da Academia Argentina e 8 indicações ao Prêmio Platino. Até o Rotten Tomatoes aprovou, com 86% de avaliação positiva. “Deixe a Luz do Sol Entrar” também traz uma cineasta renomada atrás das câmeras, a francesa Claire Denis, frequentadora assídua dos grandes festivais europeus. A surpresa é que, desta vez, a diretora de dramas pesados como “Chocolate” (1988), “Noites Sem Dormir” (1994), “35 Doses de Rum” (2008), “Minha Terra, África” (2009) e “Bastardos” (2013) opta pela leveza. O filme consiste, basicamente, de uma hora e meia de rejeições, nas quais Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), fotografada como uma jovem, busca e afasta pretendentes. A obra tem sua graça e muito charme, como atesta a aprovação de 89% da crítica norte-americana. Foi premiada na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes do ano passado e ainda rendeu mais uma indicação ao César de Melhor Atriz para Binoche. Por outro lado, “Madame” não recebeu os mesmos elogios. Trata-se de uma comédia de erros convencional que chama atenção por ser falada em inglês e pelo elenco estrangeiro, com a australina Toni Collette (“xXx: Reativado”) no papel de uma madame que, por superstição, decide que precisa de mais uma mulher para compôr o número de convidados de um jantar fino. Assim, manda uma empregada trocar o uniforme por um vestido de seu closet para fazer figuração. A escolhida é a espanhola Rossy Palma (“Julieta”), velha conhecida dos filmes de Pedro Almodóvar, que acaba encantando um milionário. O mais curioso nessa história de Cinderela é que a madrasta malvada e a fada madrinha são a mesma personagem. Mas o trabalho da diretora francesa Amanda Sthers (“Eu Vou te Fazer Falta”) não passou dos 24% no Rotten Tomatoes. Como sempre, a programação se completa com documentários. “Árvores Vermelhas” é uma produção britânica que revisita o Holocausto, por meio das memórias do pai da diretora Marina Willer e viagem às locações atuais dos antigos cenários de horror na República Tcheca. E “Górgona” retrata a atriz brasileira Maria Alice Vergueiro, com uma extensa carreira nos palcos, que enfrenta dívidas e o mal de Parkinson, sem ter atingido o reconhecimento da indústria cultural.

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    Rodrigo Santoro posta teaser de Westworld em seu Instagram

    29 de março de 2018 /

    O ator Rodrigo Santoro divulgou um teaser de “Westworld” em seu Instagram, antecipando o lançamento do trailer completo da a 2ª temporada, que a HBO irá disponibilizar nesta quinta (29/3). O brasileiro foi destaque entre a primeira leva de fotos dos novos episódios. Na trama, ele vive o pistoleiro Hector. Além dos demais personagens, que incluem Dolores (Evan Rachel Wood), Teddy (James Marsden), Bernard (Jeffrey Wright), Maeve (Thandie Newton), o Homem de Preto (Ed Harris), Ashley (Luke Hemsworth), Charlotte (Tessa Thompson) e a recepcionista Angela (Talulah Riley), a nova temporada deve trazer três novidades interpretadas pelo libanês Fares Fares (“Rogue One: Uma História Star Wars”), o sueco Gustaf Skarsgård (série “Vikings”) e a americana Betty Gabriel (“Corra!”). A 2ª temporada de “Westworld” estreia em 22 de abril. Ready to bring yourself back online? The #Westworld Season 2 trailer drops worldwide tomorrow, March 29 at 11AM ET/8AM PT. Trailer da segunda temporada de #Westworld entra no ar amanhã ao meio dia.? #hbo #ww #hbobr #hectorescaton Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 28 de Mar, 2018 às 5:13 PDT

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