Dietland: Série de feministas assassinas revela fotos com atriz de The Good Wife
O canal pago americano AMC divulgou 25 retratos do elenco de “Dietland”, nova série estrelada por Julianna Margulies (“The Good Wife). Além dela, as imagens destacam Joy Nash (vista em “Twin Peaks”), Robin Weigert (série “Big Little Lies”), Rowena King (“Of Kings and Prophets”), Tamara Tunie (“Law & Order: SVU”), Adam Rothenberg (“Ripper Street”), Erin Darke (“The Marvelous Mrs. Maisel”), e os novatos Will Seefried (visto em “The Deuce”), Tramell Tillman (visto em “Difficult People”) e Ricardo Davila. Desenvolvida por Marti Noxon, criadora de “UnReal” e “Girlfriends’ Guide to Divorce”, a produção é baseada no romance homônimo de Sarai Walker, lançado em 2015, e gira em torno de uma mulher com obesidade mórbida chamada Plum Kettle, que se junta a dois grupos feministas radicais. Um deles usa táticas de guerrilha para atacar a indústria de cosméticos e o outro, ainda mais radical, mutila e mata homens que machucam mulheres. Joy Nash vive a protagonista, que inicia a série como uma escritora fantasma de uma revista de moda. Ela lida com rejeição a sua imagem corporal enquanto trabalha com magras modelos e considera realizar uma cirurgia para perder peso. Enquanto isso, homens do alto escalão, acusados de agressão sexual, começam a aparecer mortos na cidade. Já o papel de Margulies é o de Kitty Mongomery, a ambiciosa editora de revista de moda, que vê seus amigos virarem alvo de uma organização terrorista feminista. Segundo a sinopse divulgada, ela será “sugada por um ciclo de notícias aterradoras e não poderá mais contar com o poder da mídia tradicional, devendo, em vez disso, participar de um jogo totalmente novo de manipulação, onde não há regras”. A série é uma co-produção entre a Skydance Television e o AMC Studios, e primeiro projeto criado por Noxon após assinar um contrato de três anos para desenvolver produções para a Skydance. A 1ª temporada terá dez episódios e tem estreia marcada para 4 de junho nos Estados Unidos.
You: Série de suspense com atores de Gossip Girl e Pretty Little Liars ganha trailer intenso
O canal pago Lifetime divulgou o primeiro trailer de “You”, nova série estrelada por Penn Badgley (o “Gossip Girl”). E quem imagina um drama lacrimoso, por causa do título na linha pronominal de “This Is Us”, pode se surpreender. A prévia é bastante intensa, avançando entre cenas de romance e suspense violento. Adaptação do best-seller homônimo de Caroline Kepnes, “You” é descrita como um suspense psicológico do século 21, que cruza a linha tênue entre o romance e a perseguição virtual. Badgley interpreta o protagonista, um brilhante gerente de livraria que se apaixona por uma escritora aspirante e decide usar as mídias sociais como suas ferramentas para se aproximar dela, reunindo informações sobre suas coisas favoritas, ao mesmo tempo em que age estrategicamente para remover todos os obstáculos – e pessoas – que possam atravessar seu caminho. A perseguição o faz estar no lugar e na hora certa para salvar a vida da jovem, o que os aproxima, ao mesmo tempo em que desperta a desconfiança dos amigos do alvo de sua obsessão. A série é criação de uma dupla de peso, Greg Berlanti (criador de todas as séries da DC Comics do canal CW) e Sera Gamble (criadora de “The Magicians”), e o elenco inclui Elizabeth Lail (a princesa Anna de “Once Upon a Time”) como a vítima e Shay Mitchell (a Emily de “Pretty Little Liars”) como uma amiga bastante íntima dela. A estreia vai acontecer apenas em setembro nos Estados Unidos.
Netflix revela primeira foto da série de terror mexicana Diablero
A Netflix divulgou a primeira foto de sua série mexicana “Diablero”, uma produção de terror, mas que também usa de humor para contar a batalha eterna entre o bem e o mal em meio a demônios e anjos nas ruas da Cidade do México. A imagem destaca os três protagonistas. A trama começa quando o Padre Ramiro Ventura busca o auxílio do legendário “diablero”, ou caçador de demônios, Elvis Infante, para encontrar sua filha. Com a ajuda de Nancy, uma heroína dos tempos modernos, esse trio improvável vive em uma constante batalha entre os dois mundos e inicia uma série de eventos que podem determinar o destino da humanidade. Ao longo do caminho, eles irão prender e vender demônios, anjos caídos e criaturas de outro mundo em um mercado negro que tem conexão com um circuito de luta clandestino. A trama é baseada no livro “El Diablo me Obligó”, de F. G. Haghenbeck, e tem produção e direção de José Manuel Cravioto (“Sr. Ávila”). O elenco inclui Christopher Von Uckermann (da série “Kdabra”), Horacio Garcia Rojas (“Carga Preciosa”), Giselle Kuri (“Sonho em Outro Idioma”), Dolores Heredia (série “El Chapo”), Humberto Busto (também de “El Chapo”), Flavio Medina (“A Ditadura Perfeita”) e Quetzalli Cortes (série “Tres Milagros”), entre outros. Diablero deve chegar à Netflix ainda em 2018, como parte de um esforço da plataforma para lançar mais produções em espanhol e português e aumentar sua presença no mercado latino-americano.
Will Ferrell e o diretor Adam McKay vão produzir série de comédia para a Netflix
A Netflix encomendou uma nova série de comédia com produção da dupla Will Ferrell e Adam McKay, ator e diretor de “Tudo por um Furo”. Intitulada “Dead to Me”, a série é criação de Liz Feldman (criadora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”) e é descrita como uma produção sobre “uma poderosa amizade que nasce entre uma viúva e uma pessoa de espírito livre com um chocante segredo”. A 1ª temporada terá 10 episódios, ainda sem previsão de estreia. A produtora Gary Sanchez, de Ferrell e McKay, está investindo cada vez mais em séries. Entre as novas produções da dupla estão “No Activity”, renovada para a 2ª temporada na plataforma CBS All Access, “LA to Vegas”, que estreou em janeiro na rede Fox, e “Succession”, que chega em junho na HBO.
Doutor Estranho, Tony Stark, Bruce Banner e Wong se juntam em 4 fotos de Vingadores: Guerra Infinita
A Marvel divulgou quatro fotos de “Vingadores: Guerra Infinita” que reúnem um quarteto inesperado de super-heróis: Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo) e Wong (Benedict Wong). Uma das imagens, com a pose mais desafiadora, já tinha sido antecipada por uma revista, com seu indefectível logotipo. Pela quantidade de destroços, a cena se passa logo após uma batalha. Com direção de Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel.
Vídeos de personagens de Kobra Kai revelam a filha de Karatê Kid
O YouTube Red divulgou cinco vídeos dedicados aos personagens de “Cobra Kai”, série que continua a história de “Karatê Kid”. E além de destacar Daniel Larusso (novamente vivido por Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (ainda vivido por William Zabka), as prévias revelam os filhos dos dois personagens. Mary Mouser (série “Freakish”) vive Samantha “Sam” LaRusso, a filha de Daniel San, e Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) é Robby Keene, o filho de Johnny Lawrence. O quinto vídeo traz Xolo Maridueña (série “Parenthood”) como Miguel, um estudante do Cobra Kai, que também é o namorado potencial da filha do Karatê Kid. A trama vai mostrar que os dois antigos rivais “fizeram as pazes”, mas Johnny ainda busca redenção. Para isso, resolve reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele pretende reabrir como sensei. Entretanto, isto traz de volta o conflito com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio, agora sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração pretende explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, que morreu em 2005. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinam a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Courtney Henggeler (série “Mom”), o menino Griffin Santopietro (da vindoura comédia da Netflix “Lá vem os Pais”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A estreia está marcada para 2 de maio no serviço de streaming do YouTube.
Filha de Stan Lee é acusada de bater no pai e dilapidar fortuna da família
Os relatos de abuso contra Stan Lee, de 96 anos, ganharam um novo capítulo. A revista The Hollywood Reporter publicou uma reportagem-denúncia que acusa J.C. Lee, filha única do criador dos heróis da Marvel, de abusar fisicamente de seu pai e sua mãe, Joan Lee, que faleceu em julho do ano passado, e se juntar a pessoas interessas em dilapidar a fortuna da família. A publicação conseguiu um documento de fevereiro deste ano assinado pelo próprio Stan Lee no escritório de seu então advogado, Tom Lallas, onde ele acusa três homens – Jerardo “Jerry” Olivarez (cuidador de Lee na época), Keya Morgan (atual cuidador de Lee) e Kirk Schenck (advogado de J.C. Lee) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. No texto, Stan Lee afirma: “Tudo isso aumentava junto com seu maior medo: que após minha morte, ela ficaria sem casa e destituída”. Segundo o documento, J.C. Lee, de 67 anos, conta “com poucos amigos adultos” e os três homens insinuariam uma amizade com um único propósito: ter acesso ao controle das propriedades e dinheiro do lendário quadrinista. Poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e outros empregados de Lee foram demitidos e a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. A reportagem ainda afirma que J.C. Lee teria machucado fisicamente seus pais em 2014. Um dia, ela chegou em casa e viu um Jaguar na entrada. Imediatamente ela assumiu que o carro era pra ela, mas assim que descobriu que ele havia sido “apenas” alugado, teria surtado. Após tomar uma bronca da mãe (na época com 92 anos), a mulher a pegou pelo braço e a jogou contra uma janela, a derrubando no chão. Stan Lee (com 91 anos) começou a gritar com a filha e ela teria pego o quadrinista pela cabeça e batido contra uma cadeira. Antigos cuidadores ainda reportaram que J.C. Lee costumava ligar para o pai durante o dia para gritar com ele e pedir mais dinheiro. Na declaração assinada em fevereiro, ele diz que “não é incomum ela pedir US$ 20 mil até US$ 40 mil em cartões de crédito”. Mais: “também é comum ela gritar comigo se não consegue o que quer”. A última aparição pública do quadrinista foi durante a Silicon Valley Comic Con, no fim de semana passado, e muitos fãs descreveram sua participação como perturbadora, com o criador do Homem-Aranha aparentemente sendo forçado a caminhar pela convenção contra sua vontade. O número de telefone do quadrinista foi mudado e, segundo o THR, seus emails são monitorados e respondidos por Keya Morgan, o cuidador contratado por sua filha. “Stan Lee tem problemas de visão e não consegue ler letras pequenas”, justificou-se Morgan a THR. Assim que foi informado que a revista preparava a reportagem, Morgan também gravou um vídeo em que Lee diz que o documento em que acusa a filha é “totalmente incorreto, impreciso, enganoso e insultante”. Confrontado com essa declaração, o ex-advogado do escritor diz que Lee repassou todo o conteúdo com ele, “palavra por palavra, linha por linha”. Lee também disse no vídeo: “Minha relação com minha filha nunca foi melhor e meu amigo Keya Morgan e eu também temos um ótimo relacionamento… Qualquer um que esteja dizendo outra coisa… está se espalhando mentiras”. Atualmente, Lee conta com um patrimônio entre US$ 50 milhões e U$ 70 milhões – recebendo US$ 1 milhão da Marvel por ano.
Jumanji ultrapassa Homem-Aranha e vira maior bilheteria da Sony na América do Norte
Finalmente aconteceu. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” virou a maior bilheteria da história da Sony na América do Norte, ao atingir US$ 403,707M (milhões) nesta terça-feira (10/4). O filme superou o antigo líder de arrecadação, o primeiro “Homem-Aranha” (2002), que reinou por 16 anos no topo do ranking doméstico do estúdio, com US$ 403,706M. O montante também representa um dos maiores faturamentos mundiais do estúdio. Com US$ 950,7M, perde apenas para “007 – Operação Skyfall”, único filme da Sony que rendeu mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. A arrecadação também supera todos os filmes já feitos pelos integrantes do elenco no mercado doméstico, inclusive as franquias “Velozes e Furiosos”, de Dwayne Johnson, e “Guardiões da Galáxia”, de Karen Gillan. Os dois estrelaram “Jumanji” ao lado de Jack Black e Kevin Hart. Não é por acaso que a Sony trabalha atualmente no desenvolvimento de uma sequência para o blockbuster, prevista para dezembro de 2019.
Vídeo do remake de Perdidos no Espaço destaca a nova Dra. Smith
A Netflix divulgou um novo vídeo do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que destaca a nova Dra. Smith, interpretada por Parker Posey (“O Homem Irracional”). A mudança de sexo do personagem é uma das principais mudanças da nova série em relação à produção original dos anos 1960. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), era uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia acontece na sexta, dia 13 de abril.
Remake de Perdidos no Espaço ganha 20 fotos novas
A Netflix divulgou 20 novas fotos do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que apresentam os personagens, alguns efeitos visuais e os cenários da atração. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção dos anos 1960 se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia acontece na sexta, dia 13 de abril.
Série da Netflix sobre o cantor Luis Miguel ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “Luis Miguel – A Série”, que dramatiza a vida do popular cantor mexicano Luis Miguel, um fenômeno dos anos 1980 e 90. A prévia traz Diego Boneta (“Rock of Ages”) como o protagonista, em conflitos com seu pai músico-empresário (Óscar Jaenada, de “Águas Rasas”), sofrendo de amor, “amargando” a solidão do sucesso e sobrevivendo a penteados bregas. A série é uma versão oficial dos eventos, aprovada pelo próprio Luis Miguel e escrita por Daniel Krauze (da série “Sincronía”). Ao contrário da maioria de suas atrações, o serviço de streaming vai disponibilizar apenas um episódio por semana, todos os domingos, a partir de 21 de abril.
Produtor revela planos para uma 2ª temporada de Troia: A Queda de uma Cidade
A chegada de “Troia: A Queda de uma Cidade” (Troy: Fall of a City) à Netflix deu início à discussão sobre a possibilidade de uma continuação para a série. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, o produtor Derek Wax (que também produz a série “Humans”) assumiu o interesse em realizar uma 2ª temporada, revelando já ter conversado com o roteirista David Farr (da minissérie “The Night Manager”) a este respeito. “David Farr tem uma ideia maravilhosa para onde a 2ª temporada pode ir, mas é basicamente uma opção das emissoras continuar ou não. Ela precisa render interesse na Netflix por tempo suficiente para que eles tomem uma decisão”. Ou seja, se a série fizer sucesso na Netflix, a coprodução com a BBC deve ser renovada. O produtor não revelou qual seria a história abordada, já que a Guerra de Troia se conclui com a queda da cidade, como diz o título da atração. Mas há três obras clássicas que abordam o período posterior à guerra: “A Odisseia”, de Homero, “A Eneida”, de Virgílio, e “Electra”, de Eurípedes, que tratam dos destinos de três personagens importantes, que sobrevivem ao conflito: respectivamente, Odisseus (Ulisses, na mitologia romana), Eneias e Agamenon. Além destes, o final do herói grego Diomedes é revelado na “Heracleia”, de Peisândro de Rodes, coleção dos poemas épicos sobre os Doze Trabalhos de Héracles (Hércules, na mitologia romana).
Veja o trailer legendado de Troia: A Queda de uma Cidade, novidade da Netflix
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Troia: A Queda de uma Cidade” (Troy: Fall of a City), série britânica que liderou a audiência, mas também gerou polêmica durante sua exibição no Reino Unido. A série teve grande repercussão na mídia e nas redes sociais, graças à escalação controversa de atores negros como intérpretes de heróis e deuses gregos. A decisão foi toma em nome da liberdade artística dos produtores, que optaram por anacronismo politicamente correto para retratar personagens descritos como brancos por Homero e retratados em afrescos, estátuas e até em moedas da Grécia antiga dessa forma. As mudanças mais significativas envolveram Aquiles, interpretado por David Gyasi (“Interestelar”), Eneias, vivido pelo “brasileiro” Alfred Enoch (“How To Get Away With Murder”), e até Zeus, maior deus dos gregos, representado por Hakeem Kae-Kazim (“Black Sails”) – jogando por terra inúmeras representações pictóricas do velhinho de barbas, roupas e pele claras, soltando raios nos pobres mortais. Como as escalações dizem mais respeito ao século 21 do que ao século 13 antes de Cristo, alegraram os defensores de uma agenda de inclusão, mas frustram quem esperava uma recriação mais fiel do épico de Homero, a ponto de gerar editoriais sobre o assunto. “Por que a nova série da BBC ‘Troy: Fall of a City’, passada há 1,2 mil anos antes de Cristo, sente a necessidade de nos doutrinar sobre raça e gênero?’, indagou uma manchete do tabloide The Sun. “Controvérsia espreita a escalação do mítico Aquiles com um ator negro no novo épico da BBC”, publicou o site Greek Hollywood Reporter. Os produtores defenderam as escalações em entrevista à revista Variety, afirmando que o “mundo dos mitos” permite “uma liberdade maravilhosa” de casting. “Diversidade está no coração do nosso casting e no coração do que a BBC e a Netflix querem. Isto só é controverso se as pessoas tentam criar uma controvérsia a partir disso”, afirmou Derek Wax, numa frase digna, como diriam os gregos, dos melhores sofistas. Comentários no Twitter lembram que os africanos não tem nenhuma relação com a mitologia grega ou com a história da Grécia antiga. Alguns se disseram “chocados” com a “tentativa da BBC de reescrever a História da Grécia”. Poderia se argumentar que pelo menos os troianos não eram europeus brancos, já que sua cidade ficava na Turquia. Mas a verdade é que até eles eram gregos. A região de Anatólia foi colonizada pelos gregos e pertencia à civilização helênica, compartilhando, inclusive, os mesmos deuses, como descreve o poema épico de Homero. Enquanto alguns se limitaram à discussão histórica, a polêmica também traz à tona argumentos francamente racistas. Nunca falta tampouco quem lembre situação oposta, um filme sobre o Pantera Negra estrelado por um ator branco. Entretanto, antes de “Pantera Negra” existiu “O Fantasma” (1996), herói branco de quadrinhos passados na África. A cultura e a sociedade simplesmente evoluem. Mas a polêmica não é realmente sobre os avanços do presente, mas a respeito do anacronismo representado pela ação afirmativa da escalação. Recriar o passado sob uma ótica politicamente correta pode, em seu extremo, levar à situação-limite de retratar o período da escravidão sem escravos negros. A abordagem inclusiva também falha em respeitar os povos e culturas originais, tendo efeito oposto ao esperado. Criador da série, David Farr defendeu sua opção dizendo que lidou com mitos e não com História factual para justificar suas decisões de elenco. “Ninguém sabe se a versão de Homero, que foi escrita 500 anos depois [da Guerra de Troia], é fiel aos fatos ou se é inteiramente mítica”, ele afirmou, referindo-se ao poema épico “A Ilíada”, de 3,2 mil anos atrás. É bom lembrar que o mesmo poderia ser dito sobre a Bíblia.












