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    Donnie Yen será mentor de Mulan na versão com atores da Disney

    11 de abril de 2018 /

    O astro chinês das artes marciais Donnie Yen (“O Grande Mestre”) entrou na versão com atores de “Mulan”, em desenvolvimento na Disney. Segundo o Deadline, ele vai interpretar o comandante Tung, mentor e professor da heroína da fábula chinesa. Donnie Yen já tinha trabalho antes numa produção da Disney, ao estrelar “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Ele é segundo ator confirmado no elenco da atração, após o anúncio da também chinesa Liu Yifei (de “O Reino Proibido”) no papel-título. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz já trabalhou com o astro em “O Grande Mestre 3” (2015). A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisaria lutar por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 fez história por seu pioneirismo, ao mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, capaz de fazer o que qualquer homem faria e dispensando ajuda de um Príncipe Encantado para vencer seus desafios. A direção da versão com atores está a cargo da neo-zelandesa Niki Caro, que chamou atenção em 2002 à frente de outra história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”. Ela será a primeira mulher a dirigir uma fábula “live action” da Disney, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. Niki Caro realizou recentemente a série infantil “Anne”, disponível no Brasil pela Netflix, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, lançado no ano passado.

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    Aventura israelense vence primeira edição do festival de séries de Cannes

    11 de abril de 2018 /

    A série israelense “When Heroes Fly” venceu a primeira edição do Canneseries, festival internacional de televisão, encerrada nesta quarta (11/4) em Cannes, na França. Criada e dirigida por Omri Givon (criador de “Hostages”), a série de aventura acompanha quatro amigos, veteranos das Forças Especiais do exército israelense, que se reencontram após mais de uma década para encontrar uma quinta pessoa desaparecida nas selvas da Colômbia. O prêmio de melhor interpretação foi para Francesco Montanari, da série italiana “The Hunter”, enquanto o troféu de Melhor Roteiro ficou com o norueguês Mette M. Bølstad por “State of Happiness” (Lykkeland), produção que também venceu a categoria de Trilha Sonora. Bølstad também escreveu o filme “Inferno na Ilha” (2010), bastante premiado na Escandinávia. O Canneseries aconteceu no Palais des Festivals, o centro de convenções conhecido por sediar o tradicional festival de cinema de Cannes. O evento tem a ambição de se tornar a primeira competição internacional dedicada às séries, para se tornar o equivalente do gênero ao Festival de Cannes.

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  • Série

    Final de temporada de The Walking Dead será desfecho da série

    11 de abril de 2018 /

    O produtor Scott M. Gimple, que deixa o cargo de showrunner de “The Walking Dead” no final da 8ª temporada, revelou em entrevista à revista Entertainment Weekly que o final da 8ª temporada vai encerrar todas as tramas pendentes e servir como uma espécie de desfecho da série, permitindo à sua substituta recomeçar totalmente a atração no próximo ano. “Esse episódio não vai servir apenas uma conclusão para os últimos 15 episódios. Eu, a Angela e os roteiristas, sempre falamos sobre ser, de diversas formas, uma conclusão para as oito primeiras temporadas. O programa vai virar uma nova série ano que vem, com uma narrativa nova e maior. Era algo que nós estávamos muito animados para fazer. E tinha um certo peso no ar para o tipo de conclusão que nós estávamos nos aproximando.” Gimple foi promovido para um cargo recém-criado: Diretor de Conteúdo da franquia, com a função de supervisionar o universo compartilhado das séries de zumbis e expandir o mundo de “The Walking Dead” em novos derivados e produtos. Ele “caiu para cima”, após ter sua demissão pedida numa petição online de fãs inconformados com os rumos da série, especialmente pela decisão de Gimple de matar o personagem Carl, interpretado por Chandler Riggs – ainda vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. O final da 8ª temporada de “The Walking Dead” será exibida no domingo, dia 15 de abril. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.

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  • Filme

    Surgem as primeiras fotos das filmagens de Pokémon com atores

    11 de abril de 2018 /

    Os paparazzi flagraram as filmagens de “Detetive Pikachu”, primeiro filme live-action da franquia “Pokémon”. Nas imagens, tiradas nas ruas de Londres, é possível ver os atores Kathryn Newton (série “Supernatural”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”) e Ken Watanabe (“A Origem”), além de pessoas usando roupas de Pokémon – até um homem-Pikachu aparece em cena. Imagina-se que estes serão substituídos por efeitos visuais. O filme vai adaptar um game em que um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala através das infinitas repetições de seu próprio nome. Assim, os dois começam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Detalhe: no game, Pikachu usa um chapeuzinho à la Sherlock Holmes. Mas já se sabe que vários detalhes do jogo da Nintendo foram modificados para a produção da Legendary. Por exemplo, a personagem de Newton, Lucy, era chamada Emilia Christie na versão inglesa do jogo e, embora tivesse uma personalidade confiante e segura, não era descrita como uma repórter “atrevida”, como na sinopse do filme. O detetive Yoshida, personagem de Watanabe, também é uma versão retrabalhada do detetive Holliday do jogo. Já Pikachu será dublado por ninguém menos que Ryan Reynolds (o “Deadpool”). O elenco também inclui Justice Smith (série “The Get Down”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Chris Geere (série “You’re the Worst”) e a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”). A trama, que também não foi confirmada, deve girar em torno da união dessa turma para encontrar o pai do personagem de Smith, que foi sequestrado. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Ainda não há previsão para a estreia, que deve acontecer em 2019.

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  • Filme

    Vídeo e fotos de Vingadores: Guerra Infinita revelam clima dos bastidores da filmagem

    11 de abril de 2018 /

    A Marvel divulgou três fotos e um vídeo muito bacana dos bastidores de “Vingadores: Guerra Infinita”, em que o elenco compartilha as experiências e a camaradagem criada ao longo dos vários filmes do estúdio e o ótimo clima da produção, com encontros, reencontros e muita diversão por trás das câmeras. O filme promove pela primeira vez o encontro dos Vingadores com os Guardiões da Galáxia, reunindo todos os heróis da Marvel para enfrentar a ameaça do supervilão Thanos (Josh Brolin). Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Samuel L. Jackson aparece com visual diferente nos bastidores de Capitã Marvel

    11 de abril de 2018 /

    O ator Samuel L. Jackson publicou em seu Instagram uma imagem com a hashtag do filme “Capitã Marvel”. Num post anterior, ele tinha identificado o local como “cadeira de maquiagem”. Na foto, ele aparece sem o tapa-olho e o tradicional cavanhaque de Nick Fury, personagem que ele volta a interpretar no longa-metragem. Como o filme se passa nos anos 1990, pode ser que Fury surja com um visual diferente. Mas também é possível que a cicatriz no olho e o cavanhaque sejam incluídos na maquiagem, o que justificaria sua presença no local. Na legenda, ele escreveu: “Humor matinal. Que diferença o cavanhaque faz! Atitude é tudo!” Além de citar Capitã Marvel na sequência, ele incluiu hashtags de Nick Fury e “Rosto de Shaft vs. rosto de Fury”. Jackson também está trabalhando numa continuação do remake de “Shaft” (2000). O primeiro filme de super-heroína da Marvel será estrelado por Brie Larson como Carol Danvers/Capitã Marvel, Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) como Walter Lawson/Mar-Vell, Gemma Chan (série “Humans”) como a vilã Dra. Minerva/Minn-Erva, e trará de volta Clark Gregg aos filmes da Marvel, como o agente Coulson, da SHIELD. Por ser um prólogo, o filme também incluirá dois personagens que já morreram no Universo Cinematográfico da Marvel: os vilões Ronan (Lee Pace) e Korath (Djimon Hounsou), que enfrentaram os Guardiões da Galáxia no primeiro filme dos heróis, em 2014. A trama está sendo mantida em segredo, mas já se sabe que envolverá as raças alienígenas dos kree e dos skrulls. O roteiro foi finalizado por Geneva Robertson-Dworet (de “Tomb Raider”), a partir de uma premissa escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia é prevista para 14 de março de 2019 no Brasil. Morning mood! What a difference a goatee makes! Attitude is everything!!#NickFury#CaptainMarvel#ShaftfacevsFuryface Uma publicação compartilhada por Samuel L Jackson (@samuelljackson) em 11 de Abr, 2018 às 7:19 PDT

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  • Série

    Sacha Baron Cohen vai estrelar série de espionagem da Netflix

    11 de abril de 2018 /

    O ator Sacha Baron Cohen (“O Ditador”) vai estrelar “The Spy”, uma série de espionagem do responsável pela criação de “Homeland”, em desenvolvimento para a Netflix. A produção vai mostrar a capacidade dramática do intérprete de Borat e Bruno, que viverá um espião da vida real, Eli Cohen. Agente israelense infiltrado na Síria no início dos anos 1960, Eli Cohen foi um dos espiões mais lendários do mundo. Ele viveu disfarçado em Damasco e conseguiu se inserir na alta sociedade síria e ingressar nos bastidores da política síria. Suas ações, conexões e imenso sacrifício tiveram conseqüências duradouras, moldando o Oriente Médio de hoje. “The Spy” é uma criação do israelense Gideon Raff, cuja série “Hatufim” virou o remake americano “Homeland”. Ele é creditado como produtor da série do canal pago Showtime e também criou “Tyrant”, que durou três temporadas no FX, e a minissérie “Dig”, no USA. O Canal Plus francês é parceiro da produção, junto com a Netflix. A série renova o interesse de Baron Cohen na Síria, que o levou a doar em 2015, junto com sua esposa, a atriz Isla Fisher, US$ 1 milhão para organizações voltadas a ajudar os refugiados sírios. A data de estreia de “The Spy” ainda não foi definida.

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  • Série

    Fãs e elenco de Everything Sucks! se mobilizam para Netflix “descancelar” a série

    11 de abril de 2018 /

    Os fãs e o elenco de “Everything Sucks” resolveram fazendo uma campanha nas redes sociais para a Netflix reverter a decisão de cancelar a série, após o anúncio da plataforma de que não haveria uma 2ª temporada. Comparada à cultuada “Freaks and Geeks” (1999), de Judd Apatow, a série sobre a juventude dos anos 1990 combinava drama e comédia e, com o cancelamento, ficou sem fim, já que o último episódio termina num cliffhanger – a famosa situação-limite que precisa ser resolvida no próximo capítulo. A protagonista Peyton Kennedy, que vive a adolescente lésbica Kate Messner, filha do diretor da escola, e Jahi Di’Allo Winston, que vive Luke, seu melhor amigo na série, resolveram encorajar os fãs a se manifestarem para continuar a história da atração. A série era criação de uma dupla em ascensão no cinema indie americano, o ator e roteirista Ben York Jones (“Newness”) e o diretor e roteirista Michael Mohan (“Save the Date”), que também foram ao Twitter com a hashtag #RenewEverythingSucks. Peyton Kennedy ainda lançou sua própria hashtag, #IAmKateMessner, em homenagem à sua personagem. “Como vocês, estou de coração partido, mas sou grata por ter retratado essa personagem complexa e importante. Kate, dolorida e não assumida, se transformou em um ícone adolescente. O amor dos fãs e críticos é um testemunho do poder de sua voz única. Eu admiro vocês por levantarem suas vozes únicas. #IAmKateMessner”, escreveu a jovem atriz de apenas 14 anos de idade. Há precedentes para a influência dos fãs nas decisões da plataforma de streaming. Anteriormente, pressão dos fãs fez a Netflix encomendar um telefilme de encerramento da série “Sense8”, após seu cancelamento. O detalhe é que a produção de “Everything Sucks!” é muito mais barata que da série sci-fi das irmãs Wachowski. Ao todo, foram produzidos 12 episódios de “Everything Sucks”, disponibilizados em 16 de fevereiro. If you ❤️ KATE & EMALINE & LUKE & MCQUAID & TYLER & OLIVER, pls go to these #Netflix accounts and reply #RenewEverythingSucks on every single post! @netflix @Netflix_CA @NetflixUK @NetflixES @NetflixANZ @NetflixIT @NetflixBrasil @NetflixSA @NetflixNL @NetflixKR @NetflixFR et al — Peyton Kennedy (@peyton_kennedy) March 30, 2018 PREACH!!!!! https://t.co/mvrKfflyWP — Jahi Di'Allo Winston (@jahidiallo) March 30, 2018 It’s frustrating, but perhaps appropriate, that a show about a bunch of underdogs finds itself an underdog. If you root for those characters, and this show, please let everyone know: #RenewEverythingSucks — Michael Mohan (@michaelmohan) 30 de março de 2018 Like you I’m heartbroken but I’m grateful I got to portray this complex & important character. Broken, closeted Kate blossomed into a teen icon. Love from fans & critics is testament to the power of her unique voice. I admire you for raising your unique voices. #iamkatemessner pic.twitter.com/Y5liRBZqCt — Peyton Kennedy (@peyton_kennedy) April 7, 2018

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  • Filme

    O Doutrinador: Filme do super-herói brasileiro que combate a corrupção ganha primeiro teaser

    11 de abril de 2018 /

    A Downtown Filmes divulgou o primeiro teaser de “O Doutrinador”, filme de super-herói brasileiro. A prévia mostra o vigilante mascarado entre protestos, repressão policial e caçando políticos e empresários corruptos, que carregam malas de dinheiro. Este teaser será exibidos nos cinemas antes do filme “Vingadores: Guerra Infinita”, no final de abril. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador é inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller e já rendeu duas graphic novels. Originalmente concebido em 2008, os quadrinhos originais ficaram na gaveta de Luciano Costa até 2013, quando ele resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), reescrito por mais cinco nomes, e direção de Gustavo Bonafé (do vindouro “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) e Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o filme ainda inclui no elenco Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A estreia está prevista para setembro, em plena campanha presidencial, mas a história vai continuar numa série em 2019, que será exibida no canal pago Space.

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    John Cusack ataca versão Disney de Alta Fidelidade

    11 de abril de 2018 /

    O ator John Cusack usou o Twitter para protestar contra a transformação do livro e do filme “Alta Fidelidade” numa série de comédia romântica do serviço de streaming da Disney. Insatisfeito com as mudanças anunciadas pela Disney para a adaptação, que vai trocar o gênero do protagonista, ele disparou: “Versão pra cima?… Parece que a magia vai ser perdida. Eles querem misturar a marca deles com a nossa obra — e vão f**** tudo”. Em um terceiro tweet, Cusack declarou que não acha uma versão feminina do personagem principal ruim, mas não confia numa produção sem a participação de Nick Horby, autor do livro de 1995. Cusack foi indicado ao Globo de Ouro em 2001 pelo papel de Rob Gordon, o dono de uma loja de discos obcecado com listas de melhores, no filme dirigido por Stephen Frears. Fãs da obra cultuada também demonstraram insatisfação com a novidade. Alguns lembraram do fracasso da versão de 2016 de “Caça-fantasmas”, que também resolveu mudar o gêneros dos protagonistas. A adaptação está a cargo das roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”. Up beat ? sound like they may miss the majic mix – 🙂 what came first the music or the misery ? https://t.co/rHyst6p4zv — John Cusack (@johncusack) April 6, 2018 Of course – they want to brand their thing with our thing- they’ll fuck it up 😉 https://t.co/J1QTTocMTR — John Cusack (@johncusack) April 6, 2018

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  • Série

    Samantha!: Primeira série de comédia brasileira da Netflix ganha teaser e data de estreia

    11 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser de “Samantha!”, sua primeira série de comédia brasileira. A prévia destaca a egotrip da protagonista, vivida por Emanuelle Araújo (“Bingo – O Rei das Manhãs”), além de uma rápida participação da produtora Alice Braga (série “Queen of the South”) e a aguardada data de estreia da produção. A série gira em torno da personagem-título, uma ex-celebridade infantil dos anos 1980 que tenta retornar aos holofotes com planos absurdos. Ela é casada com Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol que acabou de voltar para casa depois de passar mais de dez anos na prisão. O elenco ainda inclui os dois filhos do casal, Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves). Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), “Samantha!” está sendo produzida pela empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga. A direção dos episódios também contará com Luis Pinheiro (“Julie e os Fantasmas”) e Julia Jordão (“O Negócio”), e os roteiros estão a cargo de Roberto Vitorino (“Justiça”), Patricia Corso (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), Rafael Lessa (“Vai que Cola”) e Filipe Valerim (“Neymar Jr: A Vida Fora dos Campos”). “Samantha!” foi anunciada pela Netflix no começo de 2017 durante uma visita de seu CEO, Reed Hastings, ao país. “É o tipo de série que todo mundo no Brasil vai gostar, mas também vai espalhar a cultura brasileira pelo mundo”, afirmou ele na ocasião. A estreia está marcada para o dia 6 de julho.

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    Festival É Tudo Verdade traz documentários contundentes em sua programação

    11 de abril de 2018 /

    Principal festival de documentários do Brasil – e da América Latina – , o É Tudo Verdade começa sua 23ª edição nesta quarta (11/4) no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, e na quinta na Cinemateca do MAM, no Rio. Dois documentários biográficos abrem as sessões: “Adoniran — Meu Nome É João Rubinato”, sobre o músico Adoniran Barbosa, dá a largada na versão paulistana do festival, e “Carvana”, sobre o ator e cineasta Hugo Carvana, inaugura a porção carioca. Mas são outras produções que devem dar mais o que falar no evento. Um dos mais impactantes da mostra, “Auto de Resistência”, de Natasha Neri e Lula Carvalho, conta com a presença de Marielle Franco, vereadora carioca recém-assassinada, em registro da comissão da Assembléia Legislativa carioca que investigou a violência policial do Rio. O filme foi gestado após uma visita de Neri a uma delegacia de polícia em 2008, quando atuava como pesquisadora no Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana da UFRJ. Ela conta que, na ocasião, percebeu duas pilhas de inquéritos: uma relativa a homicídios e outra classificada como autos de resistência, em que policiais matavam supostos criminosos. “Não tratavam os autos como homicídio”, disse a diretora, em entrevista ao jornal O Globo. Com seu marido Lula Carvalho, diretor de fotografia de “Tropa de Elite”, ela resolveu transformar seu acesso aos números da crise da segurança pública em filme. “Tivemos, só em janeiro deste ano, 154 homicídios em consequência da ação da polícia. Isso dá uma média de cinco por dia. Não é algo que a gente possa naturalizar”, afirma. O filme registra vários casos de abusos, como a chacina de Costa Barros, em 2015, quando cinco jovens foram confundidos com ladrões de carga e receberam 111 tiros da polícia, e o episódio em que um morador do Morro da Providência gravou um grupo de policiais colocando uma arma na mão de um suspeito assassinado. Além disso, também acompanha os familiares das vítimas dos tais autos de resistência, e não perde tempo com análises, fazendo “cinema direto” e urgente sobre seu tema. Além deste documentário, também são bastante aguardados “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, registro do impeachment de Dilma Rousseff, “Ex-Pajé”, de Luiz Bolognesi, sobre as comunidades indígenas ameaçadas pelo avanço evangélico, e “Elegia de um Crime”, no qual o cineasta Cristiano Burlan investiga o assassinato da mãe. Os dois primeiros foram exibidos no Festival de Berlim deste ano. Entre os destaques internacionais da seleção, ainda há dois filmes de diretores brasileiros: “Naila e o Levante”, de Julia Bacha, que relembra a Primeira Intifada, na Palestina, e “Zaatari: Memórias do Labirinto”, de Paschoal Samora, um registro do maior campo de refugiados sírios, na Jordânia. Já a homenagem do ano será para a documentarista americana Pamela Yates, cuja obra se debruça sobre a temática dos direitos humanos e a América Latina. A programação inclui ao todo 51 longas e curtas. Ou seja, um quarto dos títulos do ano passado. Em compensação, aumentou a presença de longas dirigidos por brasileiros, de 11 em 2017 para 14 neste ano. A diferença na quantidade de filmes estrangeiros foi a principal consequência da perda de apoio de Petrobras e BNDES, parceiros tradicionais do evento. Segundo o diretor do festival Amir Labaki, a decisão de última hora – informada em fevereiro – teve impacto na organização. Apesar disso, parte do rombo deixado pela ausência do patrocínio do governo federal foi coberto pela entrada de outro parceiro, o Sesc.

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    Canal de Walking Dead encomenda série de vampiros do filho de Stephen King

    11 de abril de 2018 /

    O canal pago americano AMC encomendou uma nova série de terror, gênero de sua produção mais bem-sucedida, “The Walking Dead”. Em vez de zumbis, desta vez os monstros são vampiros. Intitulada “NOS4A2” (um jeito afetado de escrever Nosferatu), a série é baseada no best-seller homônimo de Joe Hill, que é autor do livro que virou o terror “Amaldiçoado” (2013) e filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”). A trama gira em torno de Vic McQueen, uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx, um vilão aparentemente imortal que se alimenta das almas das crianças e depósitos que sobraram delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. Sim, essa ideia de crianças raptadas e abandonadas numa espécie de “Christmasland” já apareceu numa série, “Happy!”, que estreou no ano passado no canal pago Syfy. A série é criação da produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e terá 10 episódios em sua 1ª temporada, que deve estrear em 2019. Hill também atuará como produtor executivo. Ele finalmente verá uma de suas obras virar série, após duas tentativas frustradas de adaptar “Locke and Key”, que teve seu segundo piloto recusado no final de março pela plataforma Hulu.

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