Próximo filme de Pedro Alomodóvar vai juntar Antonio Banderas e Penélope Cruz
o diretor espanhol Pedro Almodóvar vai voltar a trabalhar com os atores Antonio Banderas e Penélope Cruz em seu próximo filme, “Dolor y Gloria” (Dor e Glória). No comunicado que anunciou o projeto, o começo das filmagens foi marcado para a primeira quinzena de julho. Ao contrário de “Julieta”, o filme anterior de Almodóvar, “Dolor y Gloria” terá protagonistas masculinos, interpretados por Banderas e Asier Etxeandía (de “A Porta Aberta”), enquanto Cruz viverá uma coadjuvante, junto de outra antiga colaboradora do diretor, Julieta Serrano (“Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”). “Dolor y Gloria” será o 21º longa-metragem de Almodóvar, e tratará “da criação, cinematográfica e teatral, e da dificuldade de separar a criação da própria vida”, na definição do próprio diretor. Segundo o comunicado, a trama narra “uma série de reencontros, alguns físicos e outros recordados depois de décadas, de um diretor no seu declínio: os primeiros amores, os segundos amores, a mãe, a mortalidade, um ator com o qual o diretor trabalhou, os sessenta, os oitenta, a atualidade e o vazio, o incomensurável vazio perante a impossibilidade de seguir filmando”. Antonio Banderas será o diretor, em sua oitava parceria com Almodóvar, começada em 1982, quando filmaram “Labirinto das Paixões” (1982). Já Penélope Cruz chega ao sexto longa do cineasta, numa filmografia iniciada em “Carne Trêmula” (1997), mas que também inclui um curta – “A Vereadora Antropófaga” (2009). Até então, os dois trabalharam sempre em filmes diferentes de Almodóvar, à exceção de “Os Amantes Passageiros” (2013), em que fizeram pouco mais que figuração. Nenhum deles, contudo, estava a tanto tempo sem trabalhar com o diretor quanto Julieta Serrano, parceira desde “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão” (1980). O último filme em que Almodóvar dirigiu a atriz foi “Ata-me” (1989). Ainda não há previsão para a estreia de “Dolor y Gloria”.
Pantera Negra será primeiro filme exibido nos cinemas da Arábia Saudita após mais de 35 anos
“Pantera Negra” foi o filme escolhido para abrir a primeira sala de cinema da Arábia Saudita, após mais de 35 anos de proibição de cinemas no país. A projeção do longa do super-herói da Marvel vai acontecer nesta quarta (18/4) em Riad, capital da Arábia Saudita, com a inauguração de um complexo cinematográfico da empresa americana AMC Entertainment. A sala que exibirá o filme tem 620 assentos, que serão preenchidos por convidados do governo e vários nomes da indústria cultural do país. Ao anunciar o encerramento da proibição aos cinemas em dezembro, o público árabe viu diversos teatros improvisando telas para projetar filmes aprovados pelo governo – a maioria, desenhos animados dos Estados Unidos. Mas só agora o país voltará a ter salas específicas para este fim. O governo saudita prevê que o setor do cinema possa criar 30 mil postos de trabalho permanentes e mais de 130 mil temporários até 2030 no país, além de contribuir para o aumento do faturamento da indústria cultural saudita. Entretanto, ainda não foi divulgado se homens e mulheres poderão se juntar na mesma sala, já que o reino saudita impõe normas de comportamento muito conservadoras, chegando a exigir a separação de pessoas por sexo nos espaços públicos. Considerando que a projeção acontece no escuro, o mais provável é que homens e mulheres tenham que assistir filmes em salas separadas. Vale lembrar que as salas de cinema foram fechadas na Arábia Saudita nos anos 1980, justamente após o endurecimento das normas e a imposição de severas restrições às liberdades individuais, à cultura, ao lazer e a todas as manifestações artísticas. A decisão das autoridades sauditas de dar licenças para abrir salas de cinema ocorre em meio a uma política de “abertura”, que vem sendo adotada desde junho, sob orientação do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, de apenas 32 anos. Um mês antes de anunciar mudanças nas regras rígidas do país, como a permissão para mulheres irem a estádios de futebol e dirigir carros, cerca de 40 príncipes, militares, ministros e empresários foram presos sob a acusação de corrupção, tirando do poder lideranças conservadoras que aconselhavam o rei Salman bin Abdulaziz Al Saud, de 82 anos.
O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil
Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.
The Walking Dead registra sua pior audiência de final de temporada desde 2010
A série “The Walking Dead” terminou sua 8ª temporada com a audiência em queda livre. O episódio final, exibido no domingo (15/4), foi visto por 7,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos, de acordo com a apuração da Nielsen. É o pior público de season finale desde a 1ª temporada, em 2010, quando o encerramento foi visto por 5,9 milhões. Na ocasião, a série não era tão conhecida. A previsibilidade da história, repleta de idas e vindas, teria frustrado o público, assim como a expectativa de um final anticlimático, sem mortes ou vinganças. Em relação ao final da 7ª temporada, assistido por 11,4 milhões, o desfecho do fim de semana interessou menos 30% de telespectadores. Este foi o legado da passagem de Scott M. Gimple como showrunner da série. Ele se despediu da função no último episódio, tendo “caído para cima”, com uma promoção a um cargo de supervisão da franquia (que inclui a série “Fear the Walking Dead”), após ser alvo de uma petição na internet que pedia sua demissão. Para o lugar de Gimple, o canal pago AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Ela vai comandar a atração a partir da 9ª temporada, que irá introduzir a ameaça dos Sussurradores, e ainda precisará lidar com uma possível ausência da atriz Lauren Cohan. O impasse sobre a renovação do contrato da intérprete de Maggie continua no mesmo ponto há vários meses, como se não fosse importante resolver logo a questão. No mês passado, o ator Khary Payton, intérprete de Ezekiel, desabafou em seu Instagram, ao lado de uma foto da atriz: “Paguem a mulher”. Maior sucesso da história do canal pago AMC, “The Walking Dead” sofre paradoxalmente com uma sucessão de descasos e decisões controversas para economizar trocados, que teve como ponto mais baixo a demissão de seu criador, o cineasta Frank Darabont, na metade da 2ª temporada.
Quinzena dos Realizadores levará filmes brasileiros ao Festival de Cannes 2018
A Quinzena dos Realizadores, mostra paralela ao Festival de Cannes, anunciou sua seleção oficial. E entre os filmes anunciados há um longa e um curta brasileiros, respectivamente “Los Silencios”, de Beatriz Seigner, e “O Órfão”, de Carolina Markowicz. Além destes, “Skip Day” tem codireção do americano Patrick Bresnan e de Ivete Lucas, que nasceu no Brasil e trabalha nos Estados Unidos. Coprodução entre Brasil, França e Colômbia, “Los Silêncios” acompanha o reencontro de uma família em uma ilha desconhecida onde o pai, dado como morto em conflitos locais, está escondido. O elenco destaca o peruano radicado no Brasil Enrique Diaz (da série “O Mecanismo”). A diretora Beatriz Seigner comemorou a inclusão na mostra de seu segundo longa – após “Bollywood Dream – O Sonho Bollywoodiano” (2010) – , por meio das redes sociais. “Depois de 9 anos de trabalho, 37 editais públicos dos quais ganhamos 10 e perdemos 27, uma gravidez surpresa e filhote lindo nascido no caminho, muitas parcerias para levar pra vida toda, finalmente este filme vai chegar ao mundo, no maior festival de cinema deste planeta, tendo passado por uma seleção de 2 mil filmes dos quais apenas 20 são selecionados”. Rodado no rio Amazonas, na fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia, o longa já tem distribuição garantida no Brasil pela Vitrine Filmes. Além dos filmes brasileiros, a mostra trará, entre outros títulos, “Clímax”, o novo longa erótico do polêmico argentino Gaspar Noé (“Love”), “Mandy”, terror de Panos Cosmatos (filho de George P. Cosmatos), “Le Monde Est à Toi”, segundo longa do premiado diretor francês de clipes Romain Gavras (filho do mestre Costa-Gavras), e “Pájaros de Verano”, do premiado colombiano Ciro Guerra (“O Abraço da Serpente”), em parceria com sua produtora Cristina Gallego. A Quinzena dos Realizadores foi fundada em 1969 pela Société des réalisateurs de films, o sindicato dos diretores franceses, após a greve geral e a revolta de maio de 1968, após o Festival de Cannes ter sido cancelado em solidariedade aos grevistas. A mostra não se restringe a Cannes, nem mesmo à França. Após a seção na Riviera, viaja para Marselha, Paris, Genebra, Roma, Milão, Florença e Bruxelas. Confira abaixo a seleção completa de filmes da Quinzena dos Realizadores 2018. Longas “Amin”, de Philippe Faucon “Carmen y Lola”, de Arantxa Echevarria “Climax”, de Gaspar Noé “Cómprame un Revólver”, de Julio Hernández Cordón “Les Confins du Monde”, de Guillaume Nicloux “El Motoarrebatador”, de Agustín Toscano “En Liberté!”, de Pierre Salvadori “Joueurs”, de Marie Monge “Leave no Trace”, de Debra Granik “Los Silencios”, de Beatriz Seigner “The Pluto moment”, de Ming Zhang “Mandy”, de Panos Cosmatos “Mirai”, de Mamoru Hosoda “Le Monde Est à Toi”, de Romain Gavras “Pájaros de Verano”, de Ciro Guerra & Cristina Gallego (filme de abertura) “Petra”, de Jaime Rosales “Samouni Road”, de Stefano Savona “Teret”, de Ognjen Glavonic “Troppa Grazia”, de Gianni Zanasi (filme de encerramento) “Weldi”, de Mohamed Ben Attia Curtas “Basses”, de Félix Imbert “Ce Magnifique Gâteau!”, de Emma De Swaef e Marc James Roels “L’Arbre et la Pirogue”, de Sébastien Marques “La Chanson”, de Tiphaine Raffier “La Lotta”, de Marco Bellocchio “La Nuit des Sacs Plastiques”, de Gabriel Harel “Las Cruces”, de Nicolas Boone “Le Sujet”, de Patrick Bouchard “O Órfão”, de Carolina Markowicz “Our Song to War”, de Juanita Onzaga “Skip Day”, de Patrick Bresnan e Ivete Lucas
Choi Eun-hee (1926 – 2018)
A atriz Choi Eun-hee ícone do cinema sul-coreano dos anos 1950 e 1960, faleceu na segunda-feira (16/4), em Seul, aos 91 anos, após uma longa doença. Ela fez sucesso numa época em que o cinema do país não tinha tanta repercussão no Ocidente quanto hoje. Mas formou, ao lado do marido, o diretor Shin Sang-ok, o principal casal da indústria cinematográfica do país asiático durante duas décadas. A parceria dos dois rendeu mais de 100 filmes, como “A Flower in Hell” (1958), “A Happy Day of Jinsa Maeng” (1961), “Rice” (1962), “Red Scarf” (1963) e “Phantom Queen” (1967), nenhum deles lançado no Brasil. Em 1978, após descobrir que o marido mantinha uma amante, a atriz Oh Su-mi, com quem teve dois filhos, ela se divorciou de Shin. Mas a história do casal não terminou aí, e acabou se tornando mundialmente conhecida por razões alheias à sua vontade. Dois anos depois, Choi foi sequestrada depois durante uma viagem a Hong Kong e levada para a Coreia do Norte, por ordem de Kim Jong-il (pai do atual líder norte-coreano, Kim Jong-un). Desesperado com o sumiço da ex-mulher, Shin seguiu o rastro de Choi até Hong Kong, onde também foi sequestrado e levado para a Coreia do Norte. Apaixonado pela sétima arte, Kim comunicou seu plano de transformá-los no pilar do cinema de propaganda norte-coreano. E para reforçar os planos, obrigou-os a se casarem novamente. Eles viveram oito anos no país, sem a menor liberdade, e chegaram a realizar sete filmes para o ditador antes de fugirem. Sua fuga aconteceu de forma cinematográfica. Após convencerem Kim de que suas realizações no cinema norte-coreano precisavam ser reconhecidas no mundo inteiro, conseguiram incluir um filme na seleção do Festival de Berlim, para onde viajaram em 1986. Lá, conseguiram despistar seus guardas e escaparam para a Áustria, sendo perseguidos até chegar em Viena e entrar na embaixada dos Estados Unidos, onde seu pesadelo acabou, ao conseguirem asilo. Após conquistar a liberdade, o casal permaneceu junto por vontade própria. Ambos viveram os anos 1990 nos Estados Unidos, antes de retornar para a Coreia do Sul, onde Shin faleceu em 2006. No mesmo ano, Choi recebeu um prêmio pela carreira da Academia Sul-Coreana de Cinema, mas sua saúde imediatamente começou a se deteriorar, de acordo com familiares e repórteres que a entrevistaram na casa de repouso onde vivia, nos arredores de Seul. Ela fazia um tratamento de rotina quando faleceu, revelou seu filho mais velho, Shin Jeong-gyun.
Teaser de Cara Gente Branca revela data de estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou seis fotos e um teaser legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que revela a data de estreia dos novos episódios. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.
Jason Clarke negocia estrelar o remake de Cemitério Maldito
O sucesso de “It: A Coisa” tirou o projeto do remake de “Cemitério Maldito”, também baseado num livro de Stephen King, do fim da fila de produções em desenvolvimento na Paramount. Segundo o site The Hollywood Reporter, o ator Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”) abriu negociações para viver o pai da família da história. Clarke recentemente atuou em um outro filme de terror, “A Maldição da Casa Winchester”, que foi um grande fracasso de crítica e bilheteria. Apesar de Andy Muschietti, diretor de “It: A Coisa”, ter afirmado que adoraria fazer o remake de “Cemitério Maldito”, o filme acabou nas mãos dos diretores Dennis Widmyer e Kevin Kolsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão perto de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem. Ali perto também existe um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, quem volta à vida age de modo estranho e violento. O livro publicado em 1983 teve sua primeira adaptação para o cinema em 1989, dirigida por Mary Lambert, e que originou uma famosa música-tema da banda Ramones.
Diretor confirma Spock na 2ª temporada de Star Trek: Discovery
O Sr. Spock vai voltar à TV. Durante passagem pela Comic Con de El Paso, no fim de semana, o ator e diretor Jonathan Frakes, que vai comandar alguns episódios da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, confirmou a aparição do oficial vulcano na série. Mas o retorno não será como os fãs esperavam. Muito se especulava a respeito da participação do personagem, uma vez que sua irmã de criação, Michael Burnham (vivida por Sonequa Martin-Green), é a protagonista da série. Além disso, seus pais Sarek (James Frain) e Amanda (Mia Kirshner) fazem aparições recorrentes na trama. Para completar, o final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” introduziu em cena a nave Enterprise, preparando a revelação de sua tripulação para os primeiros episódios do segundo ano. A nave, já se sabe, terá como comandante o Capitão Christopher Pike, que foi o antecessor de James Kirk. Ele será vivido por Anson Mount (intérprete de Raio Negro na série dos Inumanos, da Marvel). Caso os produtores optassem por seguir a cronologia da série clássica dos anos 1960, as chances de Spock aparecer na Enterprise eram enormes, pois ele já era o Oficial de Ciências da nave na época de Pike. Entretanto, isto foi mudado pelo reboot cinematográfico de 2009, que mostrou Spock iniciando sua carreira ao lado de James Kirk. Frakes revelou que “Star Trek: Discovery” vai seguir a cronologia cinematográfica, ao afirmar que Spock aparecerá ainda criança na série, no segundo episódio da 2ª temporada. A série ainda não tem previsão para voltar a ser exibida. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.
Atriz de Game of Thrones estrela trailer de suspense britânico
A Universal divulgou sete fotos e o trailer de “In Darkness”, suspense britânico escrito e estrelado por Natalie Dormer (Margaery Tyrell em “Game of Thrones”). No filme, a atriz interpreta uma pianista cega que, ao escutar uma briga no apartamento acima do seu, torna-se a única pista da polícia para desvendar a morte da sua vizinha. Mas a história é ainda mais complexa, uma vez que o pai da vítima é um empresário sérvio suspeito de ser criminoso de guerra, responsável pelo genocídio da Guerra da Bósnia. O filme tem direção do irlandês Anthony Byrne (de séries como “Ripper Street” e “The Last Kingdom”), que também assina o roteiro com a atriz. E o elenco ainda destaca Ed Skrein (“Deadpool”), Emily Ratajkowski (“Garota Exemplar”), Joely Richardson (“Snowden: Herói ou Traidor”), James Cosmo (“Mulher-Maravilha”), Neil Maskell (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Jan Bijvoet (“O Abraço da Serpente”). A estreia de “In Darkness” ainda não foi definida.
Trailer e fotos de Modern Life Is Rubbish combinam rock britânico e romance
A produção indie britânica “Modern Life Is Rubbish” ganhou 10 fotos, pôster e trailer, que combinam rock e romance. O longa gira em torno de um roqueiro aspirante que enfrenta dificuldades para tirar sua banda da garagem, ao mesmo tempo em que acompanha seu envolvimento com uma garota que ele conheceu numa loja de discos, e que compartilha seu amor pelo rock. Mas conforme a dificuldade de fazer dinheiro com música se torna mais evidente, o relacionamento é posto em cheque. Até que decisões importantes sobre o futuro os colocam em rumos opostos, conduzindo-os a mais dolorosa das decisões: como dividir suas coleções de discos. O filme marca a estreia do diretor Daniel Jerome Gill, que adapta seu próprio curta homônimo (de 2009) na produção. O título é o mesmo do segundo álbum da banda Blur e a trilha inclui diversas músicas do rock britânico contemporâneo. O elenco é liderado por Josh Whitehouse (da série “Poldark”) e Freya Maior (da série “Skins”), e também inclui Tom Riley (série “Da Vinci’s Demons”), Ian Hart (série “The Last Kingdom”), Will Merrick (também de “Skins”), Steven Mackintosh (“Anjos da Noite: A Evolução”), Tallulah Haddon (série “Taboo”), Matt Milne (série “Downton Abbey”), Daisy Bevan (série “The Alienist”) e Jessie Cave (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”). A estreia acontece em 27 de abril nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Astro de The Vampire Diaries vai estrelar nova série de vampiros na Netflix
O ator Ian Somerhalder, que viveu o vampiro Damon Salvatore em oito temporadas de “The Vampire Diaries”, vai voltar às séries vampíricas em seu próximo trabalho. Ele foi confirmado como protagonista de “V-Wars”, atração de dez episódios da Netflix. “V-Wars” é baseada em quadrinhos criados por Jonathan Maberry e publicados pela editora IDW (a mesma de “Locke & Key”). Somerhalder irá interpretar o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, desta vez como matador de vampiros, Somerhalder será produtor e vai dirigir episódios da atração, que terá como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da série sci-fi trash “Aftermath”). A data de estreia da nova série ainda não foi divulgada. Veja algumas capas da publicação abaixo.
Carrie Coon será supervilã em Vingadores: Guerra Infinita
Os irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”, revelaram quem dará vida à supervilão Próxima Meia-Noite, uma das auxiliares de Thanos na trama. A atriz Carrie Coon (das séries “The Leftovers” e “Fargo”) ficou com o papel. Próxima da Meia-Noite faz parte da Ordem Negra de Thanos, da qual também participam seu marido Corvus Glaive, o cerebral Fauce de Ébano e o brutamontes Anão Negro (que virou Cull Obsidian no filme, nome original do grupo). Nos quadrinhos, a ordem também inclui a Supergigante, que não foi anunciada no filme. A participação de Coon, recentemente indicada ao Emmy por sua atuação em “Fargo”, foi confirmada durante uma entrevista à revista britânica Radio Times. Ao falar sobre a escalação (anteriormente confirmada) de Tom Vaughn-Lawlor (“Conexão Escobar”) como Fauce de Ébano, Joe Russo foi questionado se poderia revelar mais alguma coisa. “Carrie Coon é a Próxima Meia-Noite”, entregou ele. Vista nos trailers atirando sua lança contra o Capitão América (Chris Evans), Próxima Meia-Noite tem superpoderes como força, agilidade e invulnerabilidade, além de ser uma exímia artista marcial. Sua lança foi feita a partir de uma estrela forjada pelo próprio Thanos e possui uma energia tóxica com o poder de sempre acertar o seu alvo. “Vingadores: Guerra Infinita” estreia no Brasil em 26 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












