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    Um Pequeno Favor: Anna Kendrick e Blake Lively vivem mistério em dois teasers

    3 de junho de 2018 /

    A Lionsgate divulgou quatro fotos, dois teasers e o pôster internacional de “Um Pequeno Favor” (A Simple Favor). As prévias revelam uma trama de mistério e suspense, que envolve a amizade das personagens vividas por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e Blake Lively (“A Incrível História de Adeline”). Este elenco pode mesmo enganar os espectadores, já que seria mais óbvio numa comédia romântica. Mas ainda mais surpreendente é o nome do responsável pela direção: Paul Feig, especialista em comédias rasgadas estreladas por mulheres, de “Missão Madrinha de Casamento” a “Caça-Fantasmas”. Adaptado do romance de Darcey Bell, “Um Pequeno Favor” conta a história de uma mamãe blogger e sua melhor amiga, que desaparece subitamente em sua cidadezinha. Roteirizada por Jessica Sharzer (do thriller “Nerve – Um Jogo sem Regras”), o filme ainda inclui em seu elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Rupert Friend (série “Homeland”), Eric Johnson (“Cinquenta Tons de Liberdade”) e Jean Smart (série “Legion”). A estreia está marcada para 27 de setembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Homem-Formiga e a Vespa se juntam em novo pôster e comercial divertido

    3 de junho de 2018 /

    A Marvel divulgou novos pôster e comercial de “Homem-Formiga e a Vespa”, seu próximo filme de super-heróis. A prévia destaca o bom humor da trama, que reúne os heróis interpretados por Paul Rudd e Evangeline Lilly, além de mostrar a supervilã Fantasma (Hannah John-Kamen, da série “Killjoys”). O trailer completo explica que Fantasma roubou uma tecnologia secreta do Dr. Henry Pym (Michael Douglas), capaz de conduzir a mundos subatômicos, e isso faz com que os heróis busquem ajuda do grupo atrapalhado de ladrões amigos de Scott Lang (Rudd) – para que Michael Peña volte a roubar as cenas com suas piadas, como também mostra o comercial. Fora esse confronto, não há maiores detalhes da trama, que também irá introduzir Michelle Pfeiffer (“A Família”) como Janet Van Dyne, a Vespa original. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Jurassic World: Vídeo legendado e novo pôster destacam importância de Blue na continuação

    3 de junho de 2018 /

    A Universal divulgou um novo pôster e vídeo de bastidores de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que destacam a importância de Blue, o velociraptor de Owen, o personagem vivido por Chris Pratt. “Eu disse a Steven Spielberg que Blue é o coração da história”, conta o diretor espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”), responsável por comandar a continuação. O vídeo também aponta que a trama se divide em duas partes distintas, refletindo a forma como o filme está sendo divulgado. Vale lembrar que o primeiro trailer destacou a destruição da Ilha Nublar e um êxodo espetacular de dinossauros variados, enquanto o segundo assumiu o tom de uma história gótica de cientistas loucos, que usam manipulação genética para criar novas espécies de répteis gigantes. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de “Jurassic World”), a direção, como mencionado, é do espanhol Juan Antonio Bayona e a produção é de Steven Spielberg (“Jurassic Park”). Com um elenco novamente encabeçado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard (ambos de “Jurassic World”), “Jurassic World: Reino Ameaçado” estreia em 21 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Missão Impossível: Vídeo legendado mostra risco de vida de Tom Cruise em salto de avião

    3 de junho de 2018 /

    A Paramount divulgou uma foto, um pôster e um vídeo de bastidores legendado de “Missão: Impossível: Efeito Fallout”, que destacam o salto em queda livre de Tom Cruise, que pula de um avião a 25 mil pés de altitude. A cena não é efeito visual. É real. E o vídeo revela as dificuldades de sua execução, tanto que nunca tinha sido feita anteriormente por um astro de Hollywood. Mas Cruise continua a dispensar dublês para fazer as sequências perigosas de seus filmes, arriscando a própria vida. O detalhe é que o diretor Christopher McQuarrie revela no making of que foram necessários 100 saltos para a cena sair perfeita. E Cruise saltou em todas as ocasiões. Não foi por acaso que o ator se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. Em relação à trama, “Missão: Impossível: Efeito Fallout” repete diversos elementos já vistos na franquia de ação, como as ameaças de vilões aprisionados, traições do governo, perseguições de motocicletas e um novo confronto entre Ethan Hunt (o personagem de Cruise) e Ilsa Faust (a agente de Rebecca Ferguson, introduzida no filme anterior). Mas as principais brigas são mesmo entre Hunt e o aliado relutante com ordens de matá-lo caso ele saia da linha, August Walker, um brutamontes de bigode intocável, vivido por Henry Cavill (“Liga da Justiça”). O elenco do sexto “Missão Impossível” também traz de volta Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e introduz novas personagens vividas por Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Bleach: Adaptação com atores do mangá cultuado ganha pôsteres e fotos oficiais

    3 de junho de 2018 /

    A Warner do Japão divulgou sete pôster e nove fotos oficiais do filme live-action de “Bleach”, que destacam os personagens da trama. As imagens trazem Sôta Fukushi (da adaptação do mangá “As the Gods Will”) como Ichigo Kurosaki, Hana Sugisaki (“Blade of the Immortal”) como Rukia Kuchiki, Taichi Saotome (“High & Low: The Movie”) como Renji Abarai, Ryō Yoshizawa (“Gintana”) como Uryu Ishida e o músico Miyavi (“Invencível”) como Byakuya Kuchiki, todos, menos o protagonista, integrantes da Sociedade das Almas. Um dos mangás mais bem-sucedidos e cultuados deste século no Japão, “Bleach” acompanha Ichigo Kurosaki, um estudante de 15 anos que desde criança se sentia amaldiçoado por poder ver fantasmas. Graças a essa capacidade, ele descobre a existência de uma ceifadora de almas chamada Rukia Kuchiki, que integra uma complexa sociedade de shinigamis (guardiões de almas). Numa luta para defender a Terra de um ataque de criaturas das trevas, a ceifadora acaba ferida e precisa deixar o garoto como responsável pelas almas humanas, o que o leva a descobrir um mundo sobrenatural que sequer imaginava existir. O mangá, escrito e desenhado por Tite Kubo, foi publicado no Japão entre 2001 e 2017, e se tornou bastante ambicioso com o passar do tempo, expandindo seu universo para outros planos de existência e incluindo centenas de personagens, entre eles mais de uma dezena de ceifadores da Sociedade das Almas – os mocinhos da trama. Os quadrinhos também inspiraram uma série animada bastante popular, exibida entre 2004 e 2012, com 16 temporadas. O filme tem direção de Shinsuke Sato, um especialista em versões live action de mangás, que já dirigiu “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016), “I Am a Hero” (2015) e “Gantz” (2010). A estreia acontece em 20 de julho no Japão e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Novo clipe do Gorillaz inclui Jack Black e vilão das Meninas Superpoderosas na banda

    3 de junho de 2018 /

    Gorillaz divulgou o clipe de “Humility”, o primeiro desde a “prisão” de seu baixista. Por isso mesmo, a banda apresenta uma nova formação. O comediante Jack Black (“Escola do Rock”) aparece tocando guitarra e há um novo integrante animado no grupo, que é simplesmente Ace, o ex-líder da Gangue Gangrena da série animada de “As Meninas Superpoderosas”. E não se trata de um rápido crossover. Ace vai substituir Murdock, enquanto ele estiver preso. Por curiosidade, a banda e a série do Cartoon Network já se referenciaram algumas vezes no passado. 2-D, o vocalista, apareceu com uma camiseta estampada com o rosto do supervilão Macaco Louco no CD “G-Sides”. E o longa-metragem das Meninas Superpoderosas mostrou a propaganda de um show da banda no jornal de Townsville. Ace continua fazendo maldades no clipe, enquanto 2-D desliza de skate, Noodle joga damas, Russel Hobbs surge mal-humorado e Jack Black saltita de alegria. Diferente dos clipes anteriores da banda, “Humility” se passa no mundo real. Mais exatamente em Venice Beach, na grande Los Angeles. Mas a direção permanece a cargo de Jamie Hewlett, o artista inglês que é responsável pelo visual da banda e co-criou os Gorillaz com o cantor Damon Albarn (o alter-ego de 2D). “Humility” faz parte do próximo álbum do grupo, “The Now Now”, que chega às lojas e serviços de streaming em 29 de junho.

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  • Série

    Heathers: Tema polêmico faz série baseada na comédia cult Atração Mortal ser descartada

    2 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Paramount desistiu de estrear “Heathers”, série baseada na comédia cult “Atração Mortal” (1988). O cancelamento do projeto veio depois de um longo adiamento e reflete o clima atual dos Estados Unidos. Originalmente prevista para estrear em março, “Heathers” foi adiada devido ao tiroteio letal numa escola em Parkland, Flórida, que deixou 17 estudantes mortos. Uma nova data de estréia nunca foi definida, mas havia expectativa de um lançamento durante o verão norte-americano. Entretanto, estes planos foram descartados após um novo tiroteio, desta vez em Santa Fé. A emissora passou a considerar a série muito polêmica, já que trata de assassinatos de estudantes numa trama de vingança contra adolescentes praticantes de bullying. “Este é uma série passada no ensino médio, em que explodem a escola, há armas na escola e há momentos de professores com armas. Ela toca em muitos tópicos quentes. Esta empresa não pode passar mensagens conflitantes, ao dizer que o movimento da juventude é importante para nós e, ao mesmo tempo, colocar no ar uma série com a qual não estamos confortáveis”, disse Keith Cox, presidente de desenvolvimento e produção da Paramount Network. “A combinação de uma série do ensino médio com esses momentos muito sombrios deixou de parecer algo correto”, completou. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que, antes da polêmica, a série era muito bem considerada pela Paramount Network, que quase a renovou para a 2ª temporada antes da estreia. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram produzidos e agora serão oferecidos para outros canais e plataformas de streaming. “Heathers” era uma atualização da comédia original dos anos 1980, mas contaria uma história diferente por temporada, em formato de antologia. A 1ª temporada seria a mais parecida com o filme. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Até serem confrontadas por um estudante serial killer (papel de Christian Slater, hoje em “Mr. Robot”), que convence sua namorada (Winona Ryder, hoje em “Stranger Things”) a embarcar numa matança “justificada”. Na serie, a anti-heroína Veronica Sawyer é interpretada por Grace Victoria Cox (a Melanie de “Under the Dome”) e lida com um grupo muito diferente de Heathers, mas igualmente maldoso. No lugar das magrelas branquelas do filme, as novas Heathers são estereótipos “modernos”: um gay (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). O elenco central se completa com o estreante James Scully como J.D. (o papel de Slater). Além deles, Selma Blair (“Hellboy”) vive uma personagem que não existia no filme: Jade, uma ex-stripper que aplicou o golpe do baú para virar madrasta de uma das novas Heathers, e passa o tempo aguardando o marido de 82 anos morrer para herdar tudo. A produção incluiu até Shannen Doherty, que interpretou Heather Duke, uma das maldosas originais, que voltaria numa participação especial. A série foi criada por Jason A. Micallef, roteirista da comédia indie “Butter: Deslizando na Trapaça” (2011), e o piloto teve direção de Leslye Headland, cineasta responsável pela comédia “Quatro Amigas e um Casamento” (2012).

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  • Série

    Diretor confirma saída de Andrew Lincoln de The Walking Dead

    2 de junho de 2018 /

    O spoiler é irremediável. Andrew Lincoln, o ator que interpreta Rick Grimes, o protagonista de “The Walking Dead”, vai mesmo deixar a série na vindoura 9ª temporada. Apesar do canal pago AMC ter se recusado a comentar a notícia, que foi confirmada por diversas publicações de credibilidade, como as revistas Entertainment Weekly e The Hollywood Reporter, a repercussão da história, incluindo a negociação de salário de Norman Reedus para se tornar o novo protagonista, já indicavam que a decisão era irreversível. O próprio Reedus postou uma imagem enigmática de um abraço em Lincoln no Instagram, que muitos entenderam como um gesto simbólico de despedida. Agora, um dos diretores da série de zumbis acabou com as últimas esperanças de quem esperava que o fim de Rick fosse apenas um simples boato. Michael Satrazemis disse com todas as letras que Lincoln estava saindo da série, ao usar Instagram pessoal para agradecer e se despedir do ator. “Muitos de nós passamos os últimos oito anos de nossas vidas trabalhando, criando, dando tudo de si, abraçando e as vezes até mesmo sangrando de verdade, com o Andy [Lincoln]. Tudo isso para fazer algo especial. Ele é um dos maiores homens que eu já conheci. E um amigo. A série sentirá a falta dele tanto quanto vocês. Ela será diferente, mas ainda será ótima. Todos nós que amamos fazer ‘The Walking Dead’ continuaremos dando o nosso melhor para a criação e as vezes até sangraremos por vocês”, ele escreveu, ao lado de uma foto em que abraça Lincoln, coberto de sangue cenográfico. O diretor deve ter recebido um pito enorme dos produtores e do canal, já que o post ficou pouco tempo no ar. Mas ele pode ser confirmado abaixo, numa cópia feita antes de ser apagado. Numa entrevista recente para o site ComicBook, Lincoln já tinha dado pistas de que pretendia largar a série, devido a desdobramentos recentes da produção, em particular o impacto que foi para ele a saída de Chandler Riggs, o jovem que interpretava seu filho Carl na série. “Eu penso que quando nós recebemos a notícia que o Carl estaria morrendo na série, certamente foi para mim como o final de uma grande jornada, iniciada no hospital lá em 2010. A busca por sua esposa e seu filho era o que mantinha esse homem vivo desde o começo da série. Depois desses oito anos, perder o segundo motor de sua vida, pareceu para mim pessoalmente não o final de um capítulo, mas de um livro, realmente”, disse Lincoln sobre a jornada de Rick, seu personagem. A declaração aumenta ainda mais o tamanho do equívoco irreparável do então showrunner Scott M. Gimple, responsável pela decisão de matar Carl – e que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Carl seria o personagem perfeito para tomar a frente da série após uma suposta morte de Rick. Como se não bastasse, os produtores da série assumiram uma postura machista ao não ceder o aumento pedido por Lauren Cohan para renovar sua participação na trama, de forma a equilibrar seu salário com os dos atores masculinos do programa. Sem ser atendida, ela não assinou sua renovação contratual e foi fazer outra série. Diante da polêmica criada, um acordo de meio termo foi acertado para ela aparecer de forma recorrente, mas não não mais como integrante do elenco fixo. E tudo indica que ela também sairá da série na 9ª temporada. Maggie seria a segunda personagem mais indicada para virar protagonista da série diante de uma suposta saída de Rick. Restou, portanto, Daryl, personagem de Norman Reedus, que nunca existiu nos quadrinhos originais em que a série se baseia. As diversas decisões equivocadas da atração, sob comando de Gimple, fizeram “The Walking Dead” perder cerca de 10 milhões de telespectadores, voltando a índices que a série só atingia em sua estreia, quando ainda era pouco conhecida e o AMC tinha muito menos assinantes. E as notícias sobre a saída de Rick tem gerado comoção e declarações de fãs a respeito de abandonar a série de vez. Responsável por popularizar o AMC, “The Walking Dead” foi tratada com desdém desde o princípio. Seu criador, o cineasta Frank Darabont, foi demitido na metade da 2ª temporada, após reclamar do baixo orçamento e da baixa qualidade da equipe montada pelo canal para tocar a série. Atualmente, ele está envolvido numa batalha legal contra o canal, numa disputa por centenas de milhões de dólares por direitos sobre “The Walking Dead” que não teriam sido honrados. Pelos serviços prestados, Scott M. Gimple foi promovido a supervisor do chamado “universo Walking Dead”, que também inclui a série “Fear the Walking Dead”. A roteirista-produtora Angela Kang assume como nova showrunner na 9ª temporada, herdando o caos. A 9ª temporada de The Walking Dead tem previsão de estreia para outubro.

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  • Série

    Após cancelamento, Roseanne pode ganhar spin-off centrado na filha da protagonista

    2 de junho de 2018 /

    A série americana “Roseanne”, que foi cancelada após comentários racistas da protagonista e criadora Roseanne Barr no Twitter, pode ganhar um spin-off sem a comediante. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter afirmam que a rede ABC, que exibia a atração, estaria planejando um novo programa centrado em Darlene, filha de Roseanne na série. A intérprete da personagem, Sara Gilbert, já teria, inclusive, sondado os colegas do elenco para ver se gostariam de participar do projeto. O THR ouviu que John Goodman, intérprete do pai de Darlene e marido de Roseanne, estaria “muito interessado”. O spin-off teria o mesmo produtor, Tom Werner, e obviamente outro nome. O problema é que “Roseanne” é baseada numa personagem criada por Roseanne Barr, o que pode fazer com que a produção do spin-off enfrente problemas com a atriz, já que a ABC não aceita que ela se beneficie financeiramente do projeto. Vale observar que ela sumiu do Twitter, após condenar integrantes do elenco da série que a criticaram. A preocupação da ABC em reviver a série se deve, em parte, ao destino da equipe. Mais de 200 funcionários perderam seus empregos com o cancelamento súbito da comédia. Mas também há um fator comercial inegável, já que o revival da atração, criada em 1988, tinha surpreendido as expectativas ao se tornar a série mais vista de 2018 em seu retorno à TV, 21 anos após a exibição de seu último episódio original – em 1997. A expectativa é que o programa deveria gerar pelo menos US$ 60 milhões em receita publicitária em sua 11ª temporada, segundo a Kantar Media. Por isso, fontes do THR afirmam que a ABC terá prejuízo de “dezenas de milhões de dólares” por decidir cortar a série. Ao mesmo tempo, a rede emitiu um comunicado interno em que se desculpou com a equipe de “Roseanne” e expressou o desejo de encontrar uma maneira de continuar a trabalhar juntos com os agora desempregados. A presidente da ABC Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, após a protagonista atacar gratuitamente a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Dungey, que é a única mulher negra a comandar uma rede de TV nos Estados Unidos, considerou a publicação de Roseanne no Twitter “detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores”, ao justificar o cancelamento da série em declaração oficial. A decisão teve respaldo até do CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou.

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  • Série

    The Walking Dead: Norman Reedus posta “abraço de despedida” em Andrew Lincoln

    1 de junho de 2018 /

    O ator Norman Reedus compartilhou uma foto em seu Instagram, em que aparece em um comovente abraço com Andrew Lincoln. A imagem tem coo legenda apenas um coraçãozinho, mas seu simbolismo está sendo interpretado por grande parte dos seguidores do ator como uma espécie de abraço de despedida no colega de série. Lincoln, que interpreta o protagonista Rick Grimes, deve sair da atração ao final da próxima temporada. Sua participação na 9ª temporada seria, inclusive, reduzida. De acordo com a imprensa americana, Rick aparecerá em apenas mais meia dúzia de episódios. Isto significa que teria o mesmo destaque que Maggie, a personagem de Lauren Cohan, que voltará para um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC estaria se preparando para oferecer um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. Rumores apontam que os valores negociados giram em torno de US$ 20 milhões por temporada. O AMC se recusou a comentar a notícia, quando foi questionado pelos sites Deadline, The Hollywood Reporter e TVLine. A saída de Rick, personagem cuja trajetória marcou toda a atração desde seu primeiro episódio, aumenta ainda mais o tamanho do equívoco irreparável do ex-showrunner Scott M. Gimple, responsável pela decisão de matar Carl, o filho de Rick, interpretado por Chandler Riggs – e que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Carl seria o personagem perfeito para tomar a frente da série após uma suposta morte de Rick. Como se não bastasse, os produtores assumiram uma postura machista ao não ceder o aumento pedido por Lauren Cohan para renovar sua participação na trama. Ela queria apenas receber o mesmo salário que os atores masculinos do programa. Sem ser atendida, não assinou sua renovação contratual e foi fazer outra série. Diante da polêmica criada, um acordo de meio termo foi acertado para ela aparecer de forma recorrente por mais alguns episódios. Maggie seria a segunda personagem mais indicada para virar protagonista da série diante de uma suposta saída de Rick. Mas também estaria saindo da série. As diversas decisões equivocadas da atração, sob comando de Gimple, fizeram “The Walking Dead” perder cerca de 10 milhões de telespectadores, voltando a índices que a série só atingia em sua estreia, quando ainda era pouco conhecida e o AMC tinha muito menos assinantes. Responsável por popularizar o canal, a série foi tratada com desdém desde o princípio. Seu criador, o cineasta Frank Darabont, foi demitido na metade da 2ª temporada, após reclamar do baixo orçamento e da baixa qualidade da equipe montada pelo canal para tocar a série. Atualmente, ele está envolvido numa batalha legal contra o AMC, numa disputa por centenas de milhões de dólares por direitos sobre “The Walking Dead” que não teriam sido honrados. Pelos serviços prestados, Scott M. Gimple foi promovido a supervisor do chamado “universo Walking Dead”, que também inclui a série “Fear the Walking Dead”. A roteirista-produtora Angela Kang assume como nova showrunner na 9ª temporada, herdando o caos. ❤️ Uma publicação compartilhada por norman reedus (@bigbaldhead) em 31 de Mai, 2018 às 7:11 PDT

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  • Filme

    Logotipo da continuação de Mulher-Maravilha revela época do novo filme

    1 de junho de 2018 /

    O produtor Geoff Johns, presidente da DC Entertainment, divisão de cinema e séries da DC Comics – e cocriador da série “The Flash” – , adotou o logo da continuação de “Mulher-Maravilha” em suas páginas no Facebook e Twitter. E assim que a arte foi liberada, foi prontamente seguido pela diretora Patty Jenkins. Além de sugerir o nome do filme, “WW84” também aponta o ano em que se passa a sequência, indicando que a trama acontecerá em 1984. Não por acaso, o domínio “www.wonderwoman1984.com” foi um dos muitos recentemente registrados pela Warner com o nome da heroína. O primeiro “Mulher-Maravilha” acompanhou a luta da guerreira amazona contra Ares na 1ª Guerra Mundial. E desde o começo das negociações para retornar como diretora do segundo filme, Patty Jenkins afirma sua intenção de contar uma história passada durante a Guerra Fria, em vez de retomar a trama nos dias atuais. Gal Gadot voltará a viver Mulher-Maravilha, que desta vez enfrentará a vilã Mulher-Leopardo, interpretada por Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”). A estreia está marcada para novembro de 2019.

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  • Série

    Série Imposters é cancelada no final da 2ª temporada

    1 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Bravo cancelou a série “Imposters” ao final da 2ª temporada. A atração tinha surpreendido por conseguir aumentar sua audiência a cada episódio da 1ª temporada, até atingir uma média de 1,4 milhão de telespectadores. Entretanto, este público sumiu na 2ª temporada, vista por 400 mil. Primeira série criada pelo ator Paul Adelstein (da série “Prison Break”) e o roteirista de cinema Adam Brooks (“Bridget Jones: No Limite da Razão”), “Imposters” era uma comédia sombria sobre uma golpista que vive mudando de personalidade. A trama girava em torno de Maddie (a israelense Inbar Lavi, da série “The Last Ship”), especialista em roubar os corações e os pertences de suas vítimas. Sua carreira de golpista bem-sucedida, porém, encontra um inconveniente, quanto três de seus últimos alvos decidem se unir e caçá-la – dois homens, vividos por Rob Heaps (série inglesa “Home Fires”) e Parker Young (série “Arrow”), e uma mulher, Marianne Rendón (“Gemini”). Em busca de Maddie, eles viram o jogo, transformando a golpista num alvo, mas as muitas reviravoltas acabam revelando seu chefe misterioso, seu capanga psicótico e até o envolvimento do FBI. O último episódio vai ao ar na próxima quinta, dia 7 de junho, nos Estados Unidos. Mas, segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, a Universal, que produz a atração, acredita que encontará um novo parceiro para continuar a história. A Netflix, que distribui “Imposters” no mercado internacional, inclusive no Brasil, será a primeira escala destas negociações, já que a série se saiu melhor em streaming que na TV.

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    Advogado muppet vence os humanos de Sésamo em tribunal de Nova York

    1 de junho de 2018 /

    O filme “Crimes em Happytime” não poderia encomendar melhor campanha publicitária. A STX venceu o processo movido pelos produtores da série infantil de fantoches “Sésamo” (antiga “Vila Sésamo”) contra seu filme. O juiz distrital Vernon Broderick determinou que o longa continuar usando o slogan “No sesame. All street” (Nada de Sésamo, só rua) na promoção do filme para maiores, que apresenta fantoches semelhantes aos Muppets em uma história de crime cômica. O Sesame Workshop tinha entrado com um processo na semana passada, buscando impedir a divulgação do slogan em materiais promocionais antes do lançamento do filme em 17 de agosto. A empresa argumentava que o público ficaria confuso e acharia que o filme era associado a “Sésamo”. E que esta associação, por meio de seu slogan, “causa um dano irreparável” a “Sésamo”. “Cenas da sinopse mostram uma linguagem grosseira usada pelos humanos e pelas marionetes, o uso de drogas por parte de humanos e marionetes, marionetes que se prostituem ou oferecem seus serviços a humanos, armas e violência e relações sexuais entre marionetes, cujo ponto alto é uma cena em que se vê uma marionete ejacular copiosa e prolongadamente”, diz o documento do processo. As descrições correspondem a cenas vistas no primeiro trailer da produção. No filme, a atriz Melissa McCarthy interpreta uma policial que investiga uma série de assassinatos de fantoches e, durante o caso, encontra marionetes apresentados como prostitutas e viciados. Detalhe: a direção de “Crimes em Happytime” é de Brian Henson, filho de Jim Henson, criador dos “Muppets” e de bonecos clássicos de “Sésamo”, como Kermit (que os mais velhos lembram como Caco, o Sapo). Após ouvir os argumentos dos dois lados, o juiz disse que o Sesame Workshop não conseguiu demonstrar que os espectadores estavam confusos ou que patrocinadores ou pais estavam reclamando. E deu ganho de causa para a STX. O mais curioso é que a STX chegou a escalar um novo muppet, um advogado chamado Fred, para sua esquipe de defesa. Foi ele quem assinou o comunicado oficial da produtora relativo ao caso. O comunicado assinado pelo advogado muppet diz: “A STX adorou a ideia de trabalhar de perto com Brian Henson e a Jim Henson Company para contar a história jamais contada da vida ativa dos bonecos de Henson, quando eles não estão se apresentando na frente das crianças. ‘Crimes em Happytime’ é o resultado feliz dessa colaboração e estamos incrivelmente satisfeitos com a reação inicial ao filme e no quão bem o trailer foi recebido por seu público alvo. Embora estejamos decepcionados com o fato de ‘Sésamo’ não compartilhar a nossa diversão, estamos confiantes em nossa posição legal. Estamos ansiosos para apresentar os espectadores adultos aos nossos adoráveis ​​personagens sem remorso neste verão”, diz a nota assinada por Fred, “advogado da STX Entertainment”, acompanhada por um foto do fantoche (imagem acima). Assim, na prática, um advogado muppet derrotou os representantes humanos do famoso programa de muppets.

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