Atriz de Os Últimos Jedi deleta Instagram após ataques racistas de “fãs” de Star Wars
Vítima de bullying virtual intenso desde que apareceu em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, a atriz Kelly Marie Tran apagou todas as publicações de seu Instagram. A intérprete de Rose Tico decidiu abandonar as redes sociais após a participação no filme torná-la alvo constante de ataques xenófobos e misóginos. Kelly Marie Tran foi a primeira mulher asiática em um papel de destaque na saga espacial, mas o que seria um marco da inclusão em Hollywood acabou se tornando inspiração para manifestações racistas, com autodenominados fãs de “Star Wars” afirmando que sua personagem precisava morrer, já que era uma “vagabunda burra”. A situação escalou a ponto de hackers reescreverem sua biografia num site dedicado à franquia com ofensas à ascendência vietnamita da atriz. Desconhecida até o lançamento de “Os Últimos Jedi”, a atriz foi convencida pelo elenco a criar uma conta no Instagram. “Pessoal, posso contar um segredo? Eu evitei entrar nas redes sociais por um longo tempo por puro medo. (…) Foi preciso um ano de muito trabalho e de amigos que me apoiaram para eu perceber que não me interessa se as pessoas gostam de mim ou não. Isso não muda minhas metas, meus sonhos e o que eu quero fazer com as oportunidades que me apareceram”, escreveu Kelly em uma publicação de outubro. Nesta terça-feira (5/6), em vez de novas postagens, sua página registra apenas o branco caucasiano da cor de fundo e uma descrição: “Com medo, mas fazendo mesmo assim”. Enquanto isso, Rian Johnson, diretor de “Os Últimos Jedi”, publicou um tuíte em que chama as pessoas que usam as redes sociais para fazer comentários de ódio de “uma minoria”. “Nas redes sociais, uma minoria de pessoas doentes conseguem projetar uma grande sombra no muro, mas nos últimos quatro anos conheci muitos fãs de ‘Star Wars’ de verdade. Nós gostamos e não gostamos das coisas, mas fazemos isso com humor, amor e respeito. Nós somos a vasta maioria, estamos nos divertindo e nos dando bem”, disse. A tal “minoria”, porém, não se dá bem com ninguém. Tran não foi a primeira atriz de “Star Wars” a abandonar mídias sociais devido ao abuso dos “fãs”. Daisy Ridley, que interpreta Rey, deletou sua conta em 2016 após sofrer uma enxurrada de ataques devido a um comentário sobre controle de armamento.
Netflix vai lançar série baseada nos hits da cantora Dolly Parton
A Netflix vai lançar uma série baseada nas canções da veterana estrela da música country Dolly Parton. O projeto será composto por oito episódios, cada um deles inspirado em um hit diferente da cantora. Ainda não tem título, a série terá produção da Warner Bros e da Dixie Pixie Productions, empresa de Dolly Parton. “Sempre contei histórias através da música”, disse Parton em comunicado. “Estou muito feliz por trazer à vida algumas das minhas músicas favoritas na Netflix. Esperamos que o nosso programa inspire e entretenha famílias e pessoas de todas as gerações, e quero agradecer aos bons amigos da Netflix e da Warner Bros. TV pelo incrível apoio.” Este não é o primeiro projeto do gênero realizado com as músicas da cantora. Em 2015 e 2016, a NBC fechou contrato similar para a produção de dois telefilmes natalinos baseados em seus hits. O primeiro, “Coat Of Many Colors”, foi visto por quase 16 milhões de telespectadores ao vivo. Além de servir de inspiração para os roteiristas, a cantora também aparecerá em alguns episódios da série da Netflix, mas não foi detalhado, até o momento, qual será seu papel diante das câmeras. Além da bem-sucedida no mercado musical, Dolly Parton também investiu na carreira de atriz, e teve bastante sucesso em “Como Eliminar Seu Chefe” (1980) ao lado de duas estrelas atuais da Netflix, Jane Fonda e Lily Tomlin, protagonistas da série de comédia “Grace and Frankie”.
Chaves sofre censura ao ser exibido no Multishow
A ida de “Chaves” ao Multishow acabou sendo traumática, considerando-se que qualquer censura é sempre traumática. O canal pago tomou a iniciativa de eliminar um detalhe “inconveniente” de um velho episódio da série mexicana, que teve uma fala redublada para evitar uma piada supostamente homofóbica. No episódio em questão, Chapolin é desprezado por uma personagem, que diz que teria sido melhor “chamar o Batman” do que ele. No SBT, o desbocado Chapolin disparava: “Em primeiro lugar, o Batman não está, porque está em lua de mel com o Robin”. No Multishow, a frase considerada homofóbica foi substituída por: “Em primeiro lugar, o Batman não pôde vir porque furou o pneu do batmóvel.” A troca de uma piada – boba, por sinal – esbarra no conceito do anacronismo. Tenta-se fazer com que um personagem dos anos 1970 tenha a consciência politicamente correta dos dias de hoje. Por conta dessa mentalidade orwelliana – em “1984”, um dos trabalhos da burocracia era reescrever o passado diariamente – , muitos livros de Monteiro Lobato também foram reescritos, com a supressão de termos racistas. Para o Multishow, não se trata de censura, mas de “entender” os limites do humor. Na prática, porém, parece haver confusão entre defender um humor mais ético nos dias de hoje e maquiar produtos históricos para adequá-los às conveniências das narrativas atuais. Um exemplo equivalente, para dar uma dimensão cultural mais ampla da polêmica, seria omitir a designação popular do Largo do Pelourinho, em Salvador, porque o nome remete à escravidão. Apagar registros históricos também pode estimular a ilusão de que os fatos censurados jamais ocorreram. Há uma vasta literatura de extrema direita que tenta provar que o Holocausto nunca existiu, e bem intencionados de esquerda – os politicamente corretos – podem alimentar uma linha de pensamento similar com revisões retroativas de menções preconceituosas. Com base em episódios “retificados”, seria possível acreditar no futuro que “Chaves” nunca produziu nenhuma piada preconceituosa. A posição do canal foi defendida em comunicado assinado pela diretora de programação e conteúdo artístico, Tatiana Costa, que se diz aberta aberta à discussão, ao mesmo tempo em que promete fidelidade ao material original. O discurso não reflete a prática já efetivada de censura. Confira a íntegra do posicionamento da emissora abaixo: “Estamos cientes das críticas e ainda vamos acertar e errar, mas sempre na tentativa de fazer o melhor. É vivo, uma troca, não é uma decisão única. Estamos aqui para discutir juntos, ajustar também com os fãs. Em algumas piadas, realmente existe um cunho homofóbico, mais machista. Nos anos 1970, isso era mais comum, mas hoje, felizmente, estamos em outro momento. Vamos entendendo o limite dentro do humor. A linha é muito tênue e, por isso, uma decisão sempre difícil. Somos uma marca democrática, com a responsabilidade de debater todas essas questões. Temos um poder social muito grande nas mãos. Vamos, sim, ficar de olho nisso, mas entendemos a liberdade artística e o contexto da época do produto e, por isso, vamos buscar ser fiéis à obra idealizada pelo Bolaños.”
Animação da Família Addams ganha imagem e anuncia vozes de Charlize Theron, Chloe Moretz e Finn Wolfhard
A MGM divulgou a primeira imagem e o elenco de vozes originais do longa animado de “A Família Addams”. E são todos astros famosos. Charlize Theron (“Tully”) foi anunciada como a voz da matriarca da família, Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) será seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) dará voz à Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney, vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro de Matt Lieberman, que está escrevendo o novo filme do “Scooby-Doo”, e Pamela Pettler, que anteriormente escreveu duas ótimas animações de temática sobrenatural, “A Noiva Cadáver” (2005) e “A Casa Monstro” (2006). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes. A nova produção será o primeiro longa animado de “A Família Addams”. A estreia está marcada para outubro de 2019.
Orange Is the New Black: Vídeo revela destino das personagens e data da 6ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo nas redes sociais anunciando a 6ª temporada de “Orange is the New Black”. A curta prévia mostra bombas de fumaça no restaurante do presídio de Litchfield, enquanto ônibus se afastam pela janela, transportando as detentas. Um aviso sobre o destino das personagens encerra o vídeo: “Segurança Máxima”. A próxima temporada vai lidar com as consequências da rebelião em Litchfield e a transferência das presidiárias para um nova prisão de segurança máxima. “É um mundo completamente novo”, diz a voz de Piper (Taylor Schilling) na prévia. O vídeo também informa que os novos episódios serão disponibilizados no dia 27 de julho na plataforma de streaming. CHAMANDO TODAS AS DETENTAS. CHAMANDO TODAS AS DETENTAS. pic.twitter.com/mlZ7IkEvNH — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 5, 2018
White Boy Rick: Matthew McConaughey é pai de traficante juvenil em trailer legendado de drama real
A Sony divulgou sete fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado de “White Boy Rick”, filme de gângsteres estrelado por Matthew McConaughey (vencedor do Oscar por “Clube de Compra Dallas”) e baseado numa história verídica. O tom, que pincela eventos dramáticos com cenas de ação e humor negro, lembra o recente “Feito na América”, com Tom Cruise, também baseado em fatos reais, passado na mesma época e com desdobramentos similares. A trama gira em torno de uma família da classe trabalhadora de Detroit nos anos 1980, e mostra como o filho adolescente do personagem de McConaughey é atraído para o submundo das drogas, vira traficante, rei do crime, é preso e se transforma em informante do FBI, tudo isso aos 15 anos de idade. O jovem estreante Richie Merritt vive o personagem-título e o elenco ainda inclui Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Bruce Dern (também de “Os Oito Odiados”), Piper Laurie (“Twin Peaks”), Bel Powley (“O Diário de uma Adolescente”), RJ Cyler (“Power Rangers”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”), Rory Cochrane (série “CSI: Miami”), Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) e Jonathan Majors (minissérie “When We Rise”). O roteiro foi escrito pelos irmãos gêmeos Logan e Noah Miller (ambos de “Sweetwater”) e Andy Weiss (“Intermediário.com”), e finalizado por Steve Kloves (roteirista dos sete filmes da franquia “Harry Potter”). A direção é do francês Yann Demange (“71: Esquecido em Belfast”) e a estreia está marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Máquinas Mortais: Sci-fi pós-apocalíptica de Peter Jackson ganha trailer legendado
A Universal divulgou o pôster e o primeiro trailer completo legendado de “Máquinas Mortais” (Mortal Engines), que revela como a premissa absurda se materializa nas telas. O nonsense surreal acompanha cidades gigantescas que devoram o que encontram pelo caminho, transformadas em aparatos gigantescos via tecnologia steampunk, na vastidão desértica do pós-apocalipse. “O que é aquilo?”, pergunta uma personagem diante do avanço de uma das engenhocas da trama. “Aquilo é Londres”, apresenta a resposta. Uma Londres sobre rodas, com direito à Catedral de Saint Paul em seu topo, no papel do “monstro” mais perigoso da história. A trama é ambientada em um mundo futurista devastado, onde cidades inteiras foram transformadas em veículos – as Cidades Tração, que exploram os recursos naturais e consomem umas as outras. Londres é a principal Cidade-Tração e tem planos de se tornar a única sobrevivente. Um casal de jovens escapa de suas entranhas e é caçado, enquanto tentam evitar que uma nova arma terrível ameace o futuro do mundo. O elenco destaca Hera Hilmar (série “Da Vinci’s Demons”) como Hester Shaw, uma heroína com cicatriz na face, que ilustra o pôster, e Robert Sheehan (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) como seu ajudante relutante. Não são exatamente astros de blockbusters. Por isso, o único destaque da prévia é dado ao nome do cineasta Peter Jackson. O nome do responsável pelas trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” aparece em letras garrafais no trailer. Mas embora assine o roteiro e a produção, ele não é o diretor do longa. Escondido nos créditos finais, o diretor é Christian Rivers, que estreia na função, mas foi assistente de Jackson nos filmes do “Hobbit” e trabalhou nos efeitos visuais das duas trilogias da Terra Média. Jackson, por sua vez, compartilha o roteiro e a produção com sua esposa Fran Walsh e a parceira criativa Philippa Boyens. O trio foi mentor dos seis filmes baseados nas obras de J.R.R. Tolkien. “Maquinas Mortais” é a adaptação do primeiro volume das “Crônicas das Cidades Famintas” do escritor britânico Philip Reeve, e pode originar uma nova franquia. Afinal, a história já rende quatro volumes, publicados desde 2001. O elenco ainda inclui Hugo Weaving (“O Hobbit”), Stephen Lang (“Avatar”), Jihae (série “Mars”), Joel Tobeck (série “Ash vs Evil Dead”), Colin Salmon (série “Limitless”), Frankie Adams (série “The Expanse”), Caren Pistorius (“A Luz entre Oceanos”) e Leila George (“Minha Namorada É uma Vampira”). A estreia está marcada para 13 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer de Uma Aventura Lego 2 leva personagens para o espaço ao som de Beastie Boys
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Uma Aventura Lego 2” em versão dublada. A prévia mostra que o mundo Lego não é mais sensacional. Na verdade, ficou muito parecido com a franquia “Mad Max” nessa continuação, com todo mundo mal-humorado, sombrio e punk, menos Emmett, que continua feliz, colorido e irremediavelmente otimista, mesmo diante de uma nova ameaça, que chega numa nave para capturar seus amigos e levá-los para o espaço. Deve ser a Enterprise, já que ataca ao som de Beastie Boys. Ou não? Os personagens que sobreviveram aos eventos catastróficos do primeiro filme continuam dublados em inglês por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Alison Brie (série “Glow”), Will Arnett (série “Arrested Development”), Nick Offerman (série “Parks and Recreation”), Charlie Day (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e Channing Tatum (“Magic Mike”), entre outros. Stephanie Beatriz (série “Brooklyn Nine-Nine”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) são as novidades, a primeira como a alienígena que desembarca na Terra Lego, e a segunda como uma rainha transmorfa. Os diretores do primeiro filme, Phil Lord e Christopher Miller, escreveram o roteiro original, que foi revisado e reescrito por Raphael Bob-Waksberg (criador da série animada “BoJack Horseman”). A direção é de Mike Mitchell (“Trolls”) e Trisha Gum (diretora de arte da série animada “Frango Robô”), e a estreia está prevista para 7 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Confira também abaixo a versão original do trailer, que não foi disponibilizada com legendas.
Trailer legendado de Bumblebee revisita premissa do primeiro Transformers
A Paramount divulgou o pôster e o trailer legendado de “Bumblebee”, filme derivado da franquia “Transformers”, que acompanha uma aventura solo do personagem-título. A trama será um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz o robô-carro como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A prévia revisita a premissa do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 3”) quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões e a chegada de Optimus Prime. O elenco também conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 da categoria. A produção será seu primeiro trabalho com atores reais. A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Deadpool mantém liderança no Brasil, enquanto Han Solo cai para 3º lugar
“Han Solo: Uma História Star Wars” realmente não virou o blockbuster esperado pela Disney. Em sua segunda semana de exibição no Brasil, o filme caiu uma posição, sendo superado por “Vingadores: Guerra infinita”, que já está há mais de um mês em cartaz. O derivado de “Star Wars” rendeu R$ 4,2 milhões para ocupar a 3º lugar no ranking das bilheterias nacionais, de acordo com o relatório do site Filme B. Assim, ficou abaixo de dois filmes de super-heróis. O longa dos Vingadores subiu para o 2º lugar, com cerca de R$ 5,5 milhões, e “Deadpool 2” arrecadou R$ 10,2 milhões para se manter no topo da venda de ingressos pelo terceiro fim de semana consecutivo, visto por 655 mil pessoas entre os dias 31 de maio e 3 de junho. O detalhe mais preocupante é que, enquanto a maioria dos filmes representou melhora de desempenho em relação à semana passada – isto é, após a greve dos caminhoneiros – , “Han Solo” teve queda de público. “Vingadores: Guerra Infinita” puxou a recuperação, com 40% mais ingressos vendidos que no fim de semana passado, seguido por “Deadpool 2”, que teve aumento de 26%. Já “Han Solo” registrou menos 13%. Segundo o Filme B, houve um aumento de 16,2% na arrecadação geral dos cinemas, entre os dez filmes que mais venderam ingressos. Entre os estreantes do fim de semana, os que tiveram melhor desenho foram, obviamente, os três filmes que tiveram maior distribuição, ocupando do 4º ao 6º lugares. A animação “Gnomeu e Julieta e o Mistério do Jardim” fez R$ 4,4 milhões, a comédia brasileira “Não se Aceitam Devoluções” faturou R$ 2,2 milhões e o religioso “Eu Só Posso Imaginar” somou R$ 1,8 milhões. Melhor lançamento do fim de semana, o drama musical brasileiro “Paraíso Perdido” fez R$ 154 mil e ficou em 9º lugar, refletindo sua distribuição em número limitado de salas.
John Malkovich vai viver o detetive Hercule Poirot em minissérie britânica
O ator John Malkovich vai viver a nova versão televisiva do icônico detetive Hercule Poirot, visto mais recentemente no cinema na adaptação de “Assassinato no Expresso do Oriente”. Ele foi escalado para interpretar o personagem da escritora Agatha Christie numa minissérie baseada no livro “Os Crimes ABC”. Intitulada, em inglês, “The ABC Murders” a minissérie terá três episódios, coproduzidos pela rede BBC no Reino Unido e a plataforma Amazon nos Estados Unidos. No romance de 1936, Poirot caça um serial killer conhecido apenas como “ABC”. Curiosamente, a trama já tinha sido adaptada no cinema em 1965, só que como uma comédia estrelada por Tony Randall (“Adorável Pecadora”). Malkovitch vai se juntar a Rupert Grint (da franquia “Harry Potter”), que tem o papel do Inspetor Crome, para investigar os crimes, e o elenco ainda inclui Andrew Buchan (série “Broadchurch”), Eamon Farren (série “Twin Peaks”) e Tara Fitzgerald (série “Game of Thrones”). Ainda não há previsão para a estreia.
Scarlett Johansson e Pete Yorn divulgam clipe e músicas de sua nova parceria musical
A atriz Scarlett Johansson e o cantor-compositor Pete Yorn retomaram a parceria com o lançamento de um novo disco de duetos. Eles disponibilizaram as músicas do EP “Apart” na íntegra no YouTube, além de um clipe da canção “Bad Dreams”. São, ao todo, quatro faixas inéditas e uma regravação de “Tomorrow”, música lançada por Yorn em 2016. A dupla já tinha lançado um disco indie antes, “Break Up”, em 2009. O novo trabalho segue o tema de final de relações e corações partidos. Já o clipe de “Bad Dreams” é mais elusivo, mostrando o casal num carro, dirigindo noite adentro, até ciúmes, paranoia e delírio transformarem as luzes da estrada em estrelas, diamantes e sinais de perigo. Alternando-se ao volante, eles aceleram para o desfecho, mas também ponderam se evitam o pior ao refazer a relação de confiança. A direção é da veterana Sophie Muller, que faz clipes desde os anos 1980 (de Eurythmics, The Cure, Björk, etc). O disco “Apart” foi lançado na sexta (1/6) nas lojas online e físicas dos Estados Unidos.
Misty Knight e Colleen Wing formam parceria dos quadrinhos em cena de Luke Cage
A Netflix divulgou uma nova cena da 2ª temporada de “Luke Cage”. E desta vez ela não inclui o herói vivido por Mike Coulter. A prévia junta Misty Knight (Simone Missick) e Colleen Wing (Jessica Henwick), que formam uma famosa parceria nos quadrinhos, numa luta contra um grupo de arruaceiros machistas. Ao ser chamada de bitch, Misty demonstra que só precisa de um braço – e nem é seu braço biônico – para colocá-los em seus devidos lugares. Mas Colleen também dá uma ajudinha. As duas personagens surgiram nas páginas de “Punho de Ferro” da Marvel, mas, no universo das séries, Misty Knight foi introduzida em “Luke Cage” e só foi conhecer Colleen na minissérie “Os Defensores”. Nos quadrinhos, as duas chegaram a abrir uma agência de detetives juntas e têm aventuras com o codinome “Filhas do Dragão”. Vale lembrar que Colleen já usou o nome Filha do Dragão para participar de um clube de lutas clandestinas na 1ª temporada de “Punho de Ferro”. A 2ª temporada de “Luke Cage” estreia em 22 de junho.












