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  • Filme

    Netflix atropela proibição de competir em Cannes e compra dois filmes premiados no festival

    6 de junho de 2018 /

    O Festival de Cannes proibiu as produções da Netflix de concorrerem à prêmios em sua edição mais recente, alegando que, após a polêmica do ano passado, apenas filmes feitos para o cinema poderiam participar. Por isso, não deu outra. A Netflix comprou os direitos de exibição de dois filmes premiados no evento. “Girl”, do diretor francês Lukas Dhont, considerado uma das maiores revelações do festival, e “Happy as Lazzaro” (Lazzaro Felice), da italiana Alice Rohrwacher, farão parte do catálogo da plataforma. O drama de Lukas Dhont venceu os prêmios da Palma Queer, para melhor longa de temática LGBT, e Câmera de Ouro, para melhor filme de diretor estreante, e conta a história de Lara, uma menina trans de 15 anos, que sonha ser bailarina. Já o drama de Alice Rohrwacher conquistou o troféu de Melhor Roteiro da competição oficial. Ele narra o encontro entre o camponês Lazzaro, considerado ingênuo por sua bondade excessiva, e Tancredi, um jovem nobre amaldiçoado por sua imaginação. O filme levou o prêmio de Melhor Roteiro. A aquisição dos direitos de filmes vencedores de Cannes foi um recado da Netflix sobre como encara as regras restritivas da competição. E o curioso é que o festival já sabia que isso poderia acontecer, pois o serviço de streaming já tinha adquirido anteriormente um filme premiado com a Câmera de Ouro há dois anos: “Divines”, da francesa Houda Benyamina. O resultado da “proibição” deixa claro que o alcance da Netflix é bem maior do que supunham os organizadores de Cannes. Mas não é necessariamente um bom resultado. Afinal, a política de aquisições da plataforma já corrói de forma irreversível o Festival de Sundance, com repercussões no próprio Oscar. Considere que o filme vencedor de Sundance no ano passado simplesmente sumiu na programação da Netflix, sem maiores consequências. E a concorrência com a plataforma fez a HBO tirar do Oscar 2019 o filme mais falado de Sundance neste ano, programando-o para a televisão. Por outro lado, a exibição na Netflix não impediu indicações a “Mudbound” no Oscar 2018. A Netflix ainda não anunciou quando disponibilizará suas novas aquisições.

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  • Série

    Jogos Sagrados: Trailer legendado repleto de ação apresenta primeira série indiana da Netflix

    6 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo pôster, 11 fotos e o trailer completo legendado de “Jogos Sagrados” (Sacred Games), sua primeira série indiana. Repleta de ação e tiroteios, a prévia revela que se trata de uma trama policial, onde um “tira” honesto precisa enfrentar sozinho a corrupção e o crime. Baseada no best-seller homônimo de Vikram Chandra, a trama parte de um suicídio para mergulhar numa intrincada rede de crime organizado, corrupção, política e espionagem que movimentam os bastidores da economia indiana. Ambientada em Mumbai, entrelaça diferentes mundos, de Bollywood às favelas, que se embaralham ao longo de uma investigação policial. A ação acompanha Sartaj Singh (Saif Ali Khan, de “Detonando na Índia”), um experiente e cínico policial de Bombaim, que recebe uma dica anônima, que lhe promete a oportunidade de capturar o poderoso Ganesh Gaitonde (Nawazuddin Siddiqui, de “Lion”), chefão da G-Company, a máfia indiana. Mas conforme Sartaj cerca sua presa, fica claro que os dois estão envolvidos num cenário muito maior, que se expande para além de sua cidade. Falada em hindi e inglês, a série foi produzida em parceria com a Phantom Films, uma das mais importantes produtoras indianas, e desenvolvida por seus fundadores, os cineastas Anurag Kashyap (“Gangues de Wasseypur”) e Vikramaditya Motwane (“Udaan”). “Jogos Sagrados” será disponibilizada para os assinantes Netflix do mundo todo em 6 de julho de 2018.

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  • Série

    Sharp Objects: Minissérie de suspense estrelada por Amy Adams ganha novo trailer tenso

    6 de junho de 2018 /

    A HBO divulgou o pôster e um novo trailer da minissérie de suspense “Sharp Objects”, estrelada pela atriz Amy Adams (a Lois Lane de “Liga da Justiça”). E ela não é o único nome famoso na produção, que tem uma equipe de peso. O elenco inclui Patricia Clarkson (da franquia “Maze Runner”), Chris Messina (“The Mindy Project”) e a jovem Sophia Lillis (revelação de “It: A Coisa”) como a versão adolescente da personagem de Amy Adams. Além disso, trata-se de uma adaptação do primeiro livro escrito por Gillian Flynn (a autora de “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”), publicado no Brasil como “Objetos Cortantes”, foi desenvolvida pela produtora-roteirista Marti Noxon (criadora da série “Unreal”) e todos os capítulos são dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (que fez o mesmo com “Big Little Lies”). A trama acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. A estreia está marcada para 8 de julho.

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  • Filme

    Versão de Mogli dirigida por Andy Serkis ganha trailer e vídeo de bastidores legendados

    6 de junho de 2018 /

    A Warner divulgou as versões legendadas do trailer e do vídeo de bastidores de “Mogli – O Livro das Selvas”, a nova versão da clássica história de Mogli, o Menino-Lobo, dirigida por Andy Serkis (o César da trilogia “Planeta dos Macacos”). A prévia revela bichos falantes criados realisticamente por computador, como na recente versão da Disney, mas maior interação com cenários reais e a presenta de outros humanos, além do menino protagonista. No vídeo de bastidores, Serkis descreve sua versão como mais sombria (claro, é da Warner), assegurando que não há canções ou animais dançarinos, e por isso mais próxima de “O Livro da Selva”, o romance original de Rudyard Kipling. Além de dirigir, Serkis dá vida, via captura de movimentos, ao urso Baloo (Balu), que ele afirma ser completamente diferente da versão amigável da Disney. Christian Bale (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”) anima a pantera Bagheera (Baguera), Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) é o tigre Shere Khan (Jangal Khan), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) interpreta a serpente Kaa, Peter Mullan (série “Ozark”) vive o lobo Akela e Naomie Harris (“Moonlight”) é a loba Nisha (Raksha, na adaptação da Disney). O menino Mogli é interpretado por Rohan Chand (“A 100 Passos de um Sonho”) e o elenco humano ainda inclui Freida Pinto (“Planeta dos Macacos: A Origem”) e Matthew Rhys (série “The Americans”). “Mogli – O Livro das Selvas” estreia em 18 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Nasce uma Estrela: Musical com Lady Gaga ganha primeiro trailer legendado

    6 de junho de 2018 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Nasce uma Estrela” estrelado por Lady Gaga (série “American Horror Story”) e Bradley Cooper (“Sniper Americano”). A prévia chama atenção por apresentar o ator, de cara, como “o diretor Bradley Cooper”, apesar de sua filmografia anterior como cineasta ser igual à soma do vazio ao vácuo. É o primeiro trabalho do astro atrás das câmeras e ele parece ter realmente se orgulhado do resultado. Além disso, também domina as cenas, aparecendo e até cantando muito mais que a parceira – e isto que se trata de um musical. Cooper vive um astro country que mergulha no alcoolismo, conforme a carreira entra em decadência. Antes de chegar ao fundo do poço, ele descobre e se apaixona por uma jovem cantora, que ajuda a lançar ao estrelato. Mas o sucesso dela logo acaba lhe ofuscando. Este é a quarta vez que esta história é levada às telas e quase teve Beyoncé como protagonista feminina. Seria curioso ver uma guinada hip-hop na trama, especialmente considerando a história da vida real de Beyoncé com o rapper Jay-Z. Mas a configuração final acabou aproximando o trabalho da versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand como cantores de country rock. De todo modo, vale lembrar que nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E uma das curiosidades que circularam durante a produção é que Lady Gaga queria ser identificada no filme por seu nome real, Stefani Germanotta – ao contrário de quando participou da série “American Horror Story” e inclusive venceu um Globo de Ouro. O vídeo da Warner, porém, a chama de Lady Gaga. A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Oscar Isaac caça criminoso de guerra nazista no trailer de Operation Finale

    6 de junho de 2018 /

    A MGM divulgou quatro fotos e o primeiro trailer de “Operation Finale”, thriller de época que recria a caça a Adolf Eichmann, um principais criminosos nazistas foragidos após o fim da 2ª Guerra Mundial. Descrito por seus produtores como uma mistura de “Argo” (2012) e “Munique” (2005), o filme acompanha um time de espiões israelenses em busca do idealizador do Holocausto, que após a queda do nazismo buscou se esconder na Argentina, onde permaneceu com uma nova identidade durante vários anos até ser descoberto pelo Mossad. Filmado na própria Argentina pelo diretor Chris Weitz (“A Saga Crepúsculo: Lua Nova”), o filme traz Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como Peter Malkin, o líder da operação de captura, e Ben Kingsley (“Homem de Ferro 2”) como Eichmann. O elenco também inclui a francesa Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Nick Kroll (série “The League”), Joe Alwyn (“A Longa Caminhada de Billy Lynn”), Haley Lu Richardson (“Fragmentado”), Greta Scacchi (série “The Terror”) e o israelense Lior Raz (“Maria Madalena”). A estreia está marcada para 14 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    The Old Man and the Gun: Último filme da carreira de Robert Redford ganha trailer

    6 de junho de 2018 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster, duas fotos e o trailer de “The Old Man and the Gun”, último filme estrelado por Robert Redford, que anunciou sua aposentadoria após este papel. O ator de 81 anos considerou a produção perfeita para encerrar sua filmografia, mas continuará ativo no desenvolvimento de projetos do Sundance Institute e do Festival de Sundance, que ele criou nos anos 1970, e eventuais trabalhos de direção. Com direção e roteiro de David Lowery, que dirigiu Redford recentemente em “Meu Amigo, o Dragão” (2016), o longa-metragem conta a história real de Forrest Tucker, famoso assaltante de bancos americanos que fugiu da prisão aos 70 anos de idade e cometeu uma série de assaltos que desafiaram a polícia. O elenco ainda conta com Sissy Spacek (série “Bloodline”), Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”), Danny Glover (“2012”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Elizabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). “The Old Man and the Gun” chega aos cinemas americanos em 28 de setembro e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Leave No Trace: Veja trailer do novo drama indie da diretora de Inverno da Alma com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes

    6 de junho de 2018 /

    A Bleekler Street divulgou o pôster, 21 fotos e o trailer de “Leave No Trace”, novo drama indie da cineasta Debra Granik, que volta à ficção oito anos após causar frisson com o premiado “Inverno da Alma” – o longa que lançou ao estrelato a então adolescente Jennifer Lawrence. Consistente, Granik fez apenas três filmes de ficção na carreira e todos foram premiadíssimos e extremamente elogiados pela crítica especializada. “Leave No Trace” venceu o Festival de Cinema Independente de Boston e o Heartland Film, nos Estados Unidos, e tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Assim como os demais, o longa se passa no interiorzão americano. Um pai e sua filha adolescente vivem uma existência pacífica em um vasto parque urbano em Portland, no Oregon, quando são detidos por invasão pelas autoridades. Eles são colocados num programa de habitação popular, mas não conseguem se adaptar. O ator Ben Foster (“A Qualquer Custo”) vive o pai e Thomasin McKenzie (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) interpreta a filha, e a performance da jovem está sendo comparada ao desempenho que rendeu a Jennifer Lawrence sua primeira indicação ao Oscar. O elenco de apoio ainda inclui Dale Dickey e Isaiah Stone (que participaram de “Inverno da Alma”), Jeff Kober (série “Sons of Anarchy”), Dana Millican e Ayanna Berkshire (ambas da série “Grimm”). A estreia está marcada para 29 de junho nos Estados Unidos, em circuito limitado, e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Jerry Maren (1920 – 2018)

    6 de junho de 2018 /

    Morreu o ator Jerry Maren, que era o último “munchkin” ainda vivo do clássico “O Mágico de Oz”, de 1939. A causa da morte é desconhecida, mas ele sofria de demência. Tinha 98 anos e faleceu há uma semana em uma casa de repouso em San Diego, apesar de só agora a notícia vir a público. Nascido em 24 de janeiro de 1920, Maren virou ator ao embarcar num ônibus de Nova York lotado de anões, que tentariam a sorte em Hollywood, no extremo oposto do país. Os produtores da MGM queriam juntar o maior número já visto de anões num único filme. Mas a viagem cansativa acabou compensando, pois ele foi aprovado no teste e acabou imortalizado como um munchkin em “O Mágico do Oz”, um dos maiores clássicos do cinema. Os munchkins eram os anões que Dorothy encontrava ao chegar no reino mágico de Oz. O papel acabou sendo o mais marcante da carreira de Maren, mas ele fez cerca de 70 outros, em filmes como “Os Irmãos Marx no Circo” (1939), “Quando os Homens São Homens” (1945), “Superman e os Homens-Toupeira” (1951), “O Planeta dos Macacos” (1968), “A Casa do Espanto” (1985) e a série “Seinfeld”, nos anos 1990. Em 1990, ele ainda participou de “Sonhos de Oz”, cinebiografia de L. Frank Baum, o escritor que criou “O Mágico de Oz”, voltando a viver um munchkin. E em 2009 foi um dos destaques da festa dos 70 anos de “O Mágico de Oz”, organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.

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  • Série

    Netflix renova 13 Reasons Why para sua 3ª temporada

    6 de junho de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “13 Reasons Why” para sua 3ª temporada, prevista para 2019. O anúncio foi feito com a divulgação de um vídeo, que pode ser visto abaixo. A renovação vem três semanas após a estreia da 2ª temporada, entrada nas consequências do suicídio da estudante Hannah Baker (Katherine Langford) e no julgamento da escola Liberty High, acusada de negligência pelos pais da garota. Produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”), “13 Reasons Why” foi originalmente concebida como uma série limitada pelo roteirista Brian Yorkey, que adaptou o livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher. Mas fez tanto sucesso que inspirou o próprio escritor incentivou os produtores a continuarem a história, após o livro ser inteiramente resumido na temporada inaugural. A série rapidamente se tornou uma das mais populares e controvertidas atrações do serviço de streaming, mas, por outro lado, jamais seria exibida na TV americana. Como parâmetro, basta ver o destino de “Heathers”, uma sátira de humor negro que lida com assassinatos de bullys do colegial, que foi descartada após ter toda sua temporada inaugural produzida. Depois de mostrar suicídio e agressão sexual na 1ª temporada, a série foi além nos episódios mais recentes, ao mostrar um estupro violento e chegar à beira de um massacre na fictícia Liberty High School, evocando eventos que estão atualmente nos noticiários americanos. Isto levou uma das associações conservadoras de maior capacidade de pressão do país, a Parents Television Council, a engajar-se numa campanha para tirar “13 Reasons Why” do ar. Apesar das cenas fortes, os espectadores seguiram assistindo à série. De acordo com dados da Nielsen, o episódio de estreia da 2ª temporada foi visto por 6 milhões de espectadores americanos nos primeiros três dias de seu lançamento. Nesse mesmo período, os 13 episódios da nova temporada foram vistos, em média, por 2,6 milhões de pessoas nos Estados Unidos. O detalhe é que a Nielsen só mede audiência de quem assiste a Netflix pela TV, deixando de fora o consumo das séries por computador e aparelhos móveis. A decisão da Netflix de renovar “13 Reasons Why” reforça a linha de ação da Netflix, que mais uma vez demonstra preferir atender ao público que a grupos de pressão, como já tinha feito anteriormente com a renovação da série brasileira “O Mecanismo”.

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  • Filme

    Trailer legendado do primeiro longa animado do Homem-Aranha é divertidíssimo e surpreendente

    6 de junho de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o novo trailer, em versões legendada e dublada, do primeiro longa animado do Homem-Aranha, “Homem-Aranha no Aranhaverso” (“Spider-Man: Into the Spider-Verse”, no original). A prévia tenta explicar que a trama se passa num universo alternativo, que os fãs dos quadrinhos conhecem como o antigo universo Ultimate, onde Peter Parker não é o único Homem-Aranha. Em seguida, passa a destacar a origem de Miles Morales, o Homem-Aranha mais jovem, negro e latino da Marvel, que aprende seus primeiros passos como super-herói com o pior professor possível, o próprio Homem-Aranha, bem mais velho que nas versões recentes do cinema. O tom é divertidíssimo, na mesma pegada de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, ainda que sem a presença do hilário Ganke Lee, o nerd coreano que é o melhor amigo de Miles no colégio, porque ele foi transformado em Ned Leeds no filme citado. Outro detalhe: algumas imagens parecem pintura, lindamente desenhadas, o que é raridade numa obra criada por computação gráfica. O vídeo ainda encerra com uma surpresa totalmente inesperada, mas que justifica o título de “Aranhaverso”: a aparição de Gwen Stacy como Gwen-Aranha. Nos quadrinhos, ela é de outro universo paralelo, onde Peter Parker morreu. Assim, o filme promete apresentar não apenas Miles, mas outra personagem que já foi “Mulher-Aranha” nos quadrinhos. Se isso soa confuso para quem viu Gwen Stacy morrer no filme “O Espetacular Homem-Aranha 2”, saiba que os leitores da Marvel também consideram essa profusão de universos paralelos uma bagunça. Tanto que a editora tentou consertar com sua versão de “Crise nas Infinitas Terras”, chamada “Guerras Secretas”, que apenas serviu para encerrar o universo Ultimate, sem resolver os paradoxos criados pela inclusão de Miles Morales – e Gwen-Aranha – na continuidade dos quadrinhos originais. Afinal, Miles originalmente foi criado pela Marvel para suprir a morte de Peter Parker na linha Ultimate. Seus criadores, Brian Michael Bendis e Sara Pichelli, lançaram-no nos quadrinhos em 2011 dizendo que se inspiraram no presidente Barack Obama e no ator Donald Glover (série “Atlanta”) – que, por sinal, está no filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Mas quando a editora decidiu cancelar as publicações desse selo em 2015, Morales acabou incorporado ao universo oficial da Marvel, onde Peter Parker continuava vivo. Desde o ano passado, Morales também faz parte da série animada “Ultimate Homem-Aranha”, dublado por – ele mesmo – Donald Glover. No longa animado, porém, ele é dublado por Shameik Moore (série “The Get Down”). Já Peter Parker tem a voz de Jake Johnson (série “New Girl”), enquanto Gwen Stacy é dublada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”). O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 20 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Freeform surpreende e anuncia cancelamento de Shadowhunters com especial para encerrar a série

    6 de junho de 2018 /

    O canal americano Freeform anunciou o fim da série “Shadowhunters”, que será encerrada com a exibição de mais dois episódios especiais, projetados para encerrar a trama. A decisão foi tomada após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada na metade de maio. Assim, ainda restam 10 episódios inéditos na agora última temporada, que deveriam ser apresentados a partir de agosto, levando a história até o quinto livro da franquia “Os Instrumentos Mortais” de Cassanda Clare. Mas o Freeform decidiu adiar essa exibição para 2019, visando acompanhar os dois episódios recém-encomendados, que adaptarão o sexto e último romance da coleção, com o objetivo de apresentar numa transposição completa das obras da escritora. “Estamos muito orgulhosos de ‘Shadowhunters’, uma série que abriu novos caminhos nas produções fantásticas e se tornou favorita dos fãs”, disse o canal em um comunicado. “No entanto, junto com nossos parceiros do estúdio Constantin, chegamos à difícil decisão de não renovar o show para uma 4ª temporada. Mas como grandes apoiadores e fãs, a Freeform insistiu e defendeu a filmagem de um final especial de duas partes, que dará aos fãs devotos um final adequado. Os 12 episódios vão ao ar na primavera de 2019. Queremos agradecer aos nossos talentosos criadores, produtores, elenco e equipe junto com nossos colegas da Constantin por seu trabalho duro e dedicação e a Cassie Clare por sua incrível série de livros. Estamos ansiosos para o capítulo final deste drama inovador”, concluiu o texto. A série vinha perdendo público e foi vista na atual temporada por uma média de 398 mil telespectadores ao vivo. Isto representa uma queda de 40% da audiência em relação à temporada anterior, vista por 648 mil. Os números, porém, ainda eram maiores que os de “The Bold Type” e “Famous in Love”, renovadas para novas temporadas. O chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público dizer que a razão do cancelamento foi “puramente econômica” e que os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. Burke explicou que a decisão de cancelar a série aconteceu quando a Netflix não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. Entretanto, com a produção dos episódios extras, “Shadowhunters” não deixará seus fãs no vácuo, como aconteceu, por exemplo, com “Beyond” no mesmo canal. Esta consideração não impediu os fãs de ficarem decepcionados, a ponto de ensaiarem uma campanha de resgate, #SaveShadowhunters Os próprios atores da série manifestaram surpresa com a decisão. “Acabamos de descobrir também – e. acredite em mim, estamos tão chocados quanto vocês”, escreveu protagonista Katherine McNamara, intérprete de Clary Fairchild, no Twitter. Apesar disso, ela garantiu que os anjos, como chama os fãs, receberão um final digno para a série que tanto amam. “O amor que esse fandom tem pelo material de origem, a série, os artistas e um pelo outro é uma força a ser considerada como nada que eu tenha visto antes. Não importa o que aconteça daqui, eu lhes prometo isso. Pelo anjo, vamos fazer para vocês o final mais sólido, incrível e mágico que vocês podem imaginar”. Já Dominic Sheerwood, o Jace, preferiu repetir uma frase tão antiga que tem mais de 730 anos. “Todas as coisas boas chegam ao fim”, como escreveu Geoffrey Chaucer nos anos de 1380, sobre o final do romance trágico de Troilus e Cressida. Mas talvez ele acredite estar apenas repetindo o que todo o integrante de série cancelada costuma dizer em sua despedida. De resto, o ator elogiou os fãs. “Foi meu privilégio fazer parte deste mundo. A equipe de ‘Shadowhunters’ tem estado próxima do meu coração há 3 anos. Vocês. Os fãs. Nos fazem felizes, fortes e orgulhosos. Obrigado. Por tudo. Nós dizemos adeus com um coração pesado, mas com nossas cabeças erguidas. Amamos vocês. Para todo o sempre.” Veja as mensagens originais abaixo. Hail and farewell, Angels… ? #Shadowhuntersthefinalhunt @shadowhunterstv pic.twitter.com/ak8XLUxju4 — Katherine McNamara (@Kat_McNamara) June 5, 2018 All good things come to an end. It has been my privelidge to be a part of this world. @ShadowhuntersTV team have been so close to my heart for 3 years. You. The fans. Make us happy and strong and proud. Thank you. For everything. We say goodbye with a heavy heart but our heads… — Dominic Sherwood (@DomSherwood1) June 5, 2018

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  • Filme

    Jared Leto vai estrelar e produzir filme solo do Coringa

    5 de junho de 2018 /

    Jared Leto voltará a viver o Coringa em um filme solo do personagem, afirma a revista Variety. Fontes ouvidas pela publicação informaram que o ator negocia estrelar e produzir o primeiro filme do Palhaço do Crime, que deverá estender o universo compartilhado dos personagens de “Esquadrão Suicida”. Além deste filme, que ainda está em estágio embrionário, a Warner também desenvolve um longa focado na Arlequina, vivida por Margot Robbie. A falta de informações oficiais deixam no ar se projeto seria uma adaptação de “Aves de Rapina” (Birds of Prey), que reúne heroínas femininas da DC Comics, ou “Sereias de Gotham” (Gotham City Sirens), sobre as vilãs de Batman. Ambos os projetos tem sido mencionados por fontes das publicações sobre cinema dos Estados Unidos. Paralelamente, a Warner também está desenvolvendo um filme sobre a origem do Coringa, com Joaquin Phoenix no papel do vilão, sob a direção de Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”). Quando anunciou o projeto, o estúdio disse que ele não interferiria na continuidade do Coringa de Leto. O estúdio está atualmente em busca de um roteirista para o filme de Leto. Além disso, há conversas sobre um longa do Pistoleiro, estrelado por Will Smith. Vale lembrar que o único projeto confirmado até o momento é a continuação de “Esquadrão Suicida”, que entrará em produção em 2019 com direção de Gavin O’Connor (“O Contador”).

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